Colégio Pies Descalzos - Giancarlo Mazzanti (Estudo de Caso)

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Estudo de Caso do Colégio Pies Descalzos do arquiteto Giancarlo Mazzanti.
UNIESP Barddal - Florianópolis / Santa Catarina / Brasil
Arquitetura e Urbanismo
Acadêmico: François Urban

Publicada em: Engenharia
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Colégio Pies Descalzos - Giancarlo Mazzanti (Estudo de Caso)

  1. 1. COLÉGIO  PIES  DESCALZOS   GIANCARLO   MAZZANTI     Florianópolis10/03/2015 UNIESP  |  FACULDADE  DE  FLORIANÓPOLIS   ARQUITETURA  E  URBANISMO   ACADÊMICO:  FRANÇOIS  URBAN  
  2. 2. FICHA  TÉCNICA     ¨  Arquitetos:  Giancarlo  Mazzanti   ¨  Localização:  Cartagena,  Bolivar,  Colômbia   ¨  Gestor  Associado:  Juan  Manuel  Gil   ¨  Anteprojeto:  Nestor  Gualteros,  Rocio  Lamprea   ¨  Desenvolvimento  Do  Projeto:  Fredy  Fortich,  Rocio  Lamprea,   Liv  Johana  Zea,  Diego  Castro,  Maria  Sol  Echeverri   ¨  Área:  11200.0  m2   ¨  Ano  Do  Projeto:  2014  
  3. 3. A  OBRA   "Este  projeto  deve  otimizar  as  condições  de  vida  das  pessoas,  gerando   alternativas  de  desenvolvimento  pessoal  e  comunitário,  e  deve  iniciar  a   transformação  de  seu  entorno  e  ao  mesmo  tempo  se  converter  em  um  marco   urbano,  símbolo  da  cidade  que  gere  apropriação  e  orgulho  em  seus  habitantes",   explica  o  arquiteto  Giancarlo  Mazzanti,  à  frente  do  projeto  da  nova  escola.  
  4. 4. OBJETIVOS   -­‐  Integração  espacial;   -­‐  Inclusão  social;   -­‐  Criação  de  uma  forte  Imagem  Urbana;   -­‐  Implementação  de  uma  arquitetura  bioclimática  e  ambientalmente  sustentável.  
  5. 5. ELEMENTOS  ESTRUTURAIS   A  pérgula  e  os  brises  integram  uma   mesma  estratégia  de  controle  passivo   da  térmica  do  edifício:  as  peças  de   madeira  criam  sombra  sem   interromper  o  fluxo  da  ventilação   natural.  
  6. 6. FOTOS  INTERNAS  
  7. 7. PLANTA  DE  SITUAÇÃO     Esse  projeto  deve  otimizar  as   condições  de  vida  das  pessoas,   criando  alternativas  de   desenvolvimento  pessoal  e   comunitário.  Ele  deve  iniciar  a   transformação  do  seu  entorno  e   ao  mesmo  tempo  tornar-­‐se  em   um  marco  urbano,  símbolo  da   cidade  que  cria  sentimento  de   pertencimento  e  orgulho  nos   seus  habitantes.  
  8. 8. PRIMEIRO  PAVIMENTO   Neste  pavimento  é  apresentado   as  áreas  de  serviço,  áreas   esportivas  e  salas  de  aula.  
  9. 9. SEGUNDO  PAVIMENTO   Em  um  hexágono  menor  está   localizada  a  escola  primária.  No  nível   abaixo  situam-­‐se  outros  hexágonos,   um  maior  e  outro  menor  que  contém   o  programa  da  secundária.  Ambos   níveis  estão  conectados   verticalmente  por  uma  rampa  central   e  escadas  em  alguns  pontos-­‐chave   dos  vértices  dos  hexágonos  
  10. 10. TERCEIRO  PAVIMENTO   Neste  pavimento  o  hexágono  menor  tem  a  área  para  o   corpo  docente,  área  contábil,  biblioteca,  auditório  e   laboratório  de  informática  e  no  hexágono  interconectado   ficam  as  salas  de  aula.  
  11. 11. CORTE  1   O  projeto  é  implantado  em  dois  níveis  diferentes  para   adaptar-­‐se  melhor  à  topografia  inclinada  do  Morro  do  Peye.  
  12. 12. CORTE  2    
  13. 13. CORTES    
  14. 14. SÓLIDOS  PRIMÁRIOS   Os  sólidos  primários   identificados  no  corte  são   três  triângulos  adicionados   em  dois  paralepipedos.         Na  planta  observa-­‐se  três   hexágonos  intersectados.  
  15. 15. UNIDADE  /  CONJUNTO   Por  meio  de  adições,   subtrações  e  intersecções   dos  sólidos  primários   formam    unidades  que  dão   ao  conjunto  uma  forma   geométrica  funcional  que   acolhes  as  dependências   da  instituição.  
  16. 16. DESENHO  ARQUITETÔNICO   O  desenho  arquitetônico  desse  projeto  foi  planejado  como  a  sequência  e   interconexão  de  hexágonos,  cada  um  deles  é  definido  por  um  perímetro  de  dois   níveis  e  um  pátio  central  de  atividades.  Neles  é  muito  importante  o  perímetro   construído,  o  espaço  vazio  interior  e  a  relação  com  os  demais  níveis.  Enquanto  os   contornos  hexagonais  constroem  uma  circulação  perimetral  e  acolhem  o   programa  específico  das  salas  de  aula  e  os  pátios  cobertos.  
  17. 17. CIRCULAÇÃO   Os  hexágonos  possuem  um   pátio  na  parte  central,  a   circulação  horizontal  ocorre     nos  corredores  em  torno  do   pátio  dando  acesso  as   dependências.       Ocorre  acessos  entre  os   hexagonos  intersectados.     A  circulação  vertical  é  feita   por  meio  de  rampas  e   escadas.  
  18. 18. CIRCULAÇÃO   Em  um  hexágono  menor  está   localizada  a  escola  primária.   No  nível  abaixo  situam-­‐se   outros  hexágonos,  um  maior   e  outro  menor  que  contém  o   programa  da  secundária.   Ambos  níveis  estão   conectados  verticalmente  por   uma  rampa  central  e  escadas   em  alguns  pontos-­‐chave  dos   vértices  dos  hexágonos.  

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