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TERCEIRA EDIÇÃO

      

  

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TERCEIRA EDIÇÃO

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ASSOCIAÇÃO IRASILEIRA o...
Manual de Anatomia

Humana para Colorir

 

TERCEIRA EDIçÃo

T.  Alan Twietmeyer,  PhD

Professor

Department of Kinesiolo...
Os autores e a editora não podem ser imputados (no tocante a responsabilidade,  negligência
ou qualquer outro motivo) por ...
Revisão Técnica

Marco Aurélio Fonseca Passos

Médico.  Mestre em Anatomia pela UFRJ. 
Professor Titular de Anatomia da Fa...
A minha dedicada e paciente esposa,  Patricia, 
e aos nossos sete maravilhosos filhos: 
Geoffry,  Andrew,  Greggory,  Juli...
Prefácio

 

OBJETIVO

Esta nova edição visa oferecer aos estudantes uma forma agra-
dável,  informativa e estimulante par...
PARA 0 ESTUDANTE

O ensino e o aprendizado da anatomia utilizam uma lingua-
gem com várias origens,  principalmente do gre...
UNIDADE UM:  0 Sistema Esquelético,  1

Ossos do Membro Superior,  4
Exercício 2. Ossos do Membro Inferior,  10
Exercício ...
Introdução: 

Um Princípio! 

 

O estudo da anatomia humana deve começar com a compre-
ensão da terminologia descritiva, ...
xvi INTRODUÇÃO:  UM PRINCÍPIO! 

   
  

FIGURA Intro.1a

    
  

'aka/ K

FIGURA Intro.1

FIGURA Intro.1c
V» V l;  .f.  f.   

 

V'

1
l n

f f tvi'. 

O Sistema Esquelético

O esqueleto do ser humano adulto é formado por 206 o...
2 o SISTEMA ESOUELÉTICO UNIDADE UM

Nas FIGURAS Ia Anterior,  lb Posterior e lc Lateral,  pinte os

d t f Termo Ilefinição...
UNIDADE UM o SISTEMA ESOUELÉTICO 3

FIGURA Ia Anterior FIGURA Ib Posterior FIGURA Ic Lateral
EXERCICIO

  

I

Ossosido Membro Superior

o CÍNGULO oo MEMBRO SUPERIOR

As ilustrações na página oposta mostram os ossos...
EXERCÍCIO 1 OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR 5

FIGURA 1.2 Anterior
EXERCICIO

r

  

Ossos do Membro Superior

o BRAÇO E o ANTEBRAÇO
ÚMERO

Para nossos objetivos,  o braço é definido como a...
EXERCÍCIO 1 OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR 7

FIGURA 1.3 Posterior FIGURA 1.4 Anterior
EXERCÍCIO l

Ossos do Membro Superior

O PUNHO E A MÃO

A parte de maior "importância funcional" do membro supe-
rior é fo...
EX

 

r

ERCICIO 2

Ossos do Membro Inferior

O CÍNGULO DO MEMBRO INFERIOR

À medida que avançar nesta seção sobre sistem...
EXERCÍCIO 2 OSSOS DO MEMBRO INFERIOR 11

     
      
   

Osso do Quadril
(Lateral)

FIGURA 2.1 Osso do Quadril (Lateral)...
EXERCI

r

 

CIO 2

Ossos do Membro Inferior

PELVE MASCULINA/ FEMININA

Compare e diferencie as pelves na FIGURA 2.4a-d....
EXERCÍCIO 2 OSSOS DO MEMBRO INFERIOR 13

   

Antropóide Andróide

FIGURA 2.4a Antropóide FIGURA 2.4b Andróide

   

Ginec...
EXERCICIO

M. ..

2

r

Ossos do Membro Inferior

A coxA E A PERNA
FÊMUR

Para nossos objetivos,  a coxa é definida como a...
EXERCÍCIO 2 ossos D0 MEMBRO INFERIOR 15

Posterior Anterior

FIGURA 2.5 Posterior FIGURA 2.6 Anterior
EXERCÍCIO i2

Ossos do Membro Inferior

OPÉ

Ficar de é sozinho é uma máxima da nossa sociedade que indica
indepen ência e...
EXERCÍCIO 2 OSSOS D0 MEMBRO INFERIOR

17

metatarsais

tarsais

Superfície plantar

FIGURA 2.7 Superfície plantar

Superfí...
r

EXERCICIO 3

    

Antes de estudar vértebras ou regiões individuais,  familia-
rize-se com toda a coluna vertebral (FI...
EXERCÍCIO 3 A COLUNA VERTEBHAL

FIGURA 3.1c

FIGURA 3.1a FIGURA 3.1b
EXERCÍCIÓ 3

A ColunaVertebral

A coluna vertebral apresenta várias curvaturas ântero-
posteriores.  As curvaturas cervica...
EXERCÍCIO 3 A COLUNA VERTEBRAL

     

Cifose Lordose Escoliose

FIGURA 3.1d Cifose FIGURA 3.1e Lordose FIGURA 3.1f Escoli...
EXERC

ícIo 3

 

A CoilunajViertebrali

REGIÃO CERVICAL

A estrutura da vértebra cervical típica (FIGURA 3.2) (pinte a ba...
EXERCÍCIO 3

 

A COLUNA VERTEBRAL

cervical típica

 

FIGURA 3.2

        

torácica
I: I

FIGURA 3.5

 

 

23
I

EXERCICIO 3

 

A ColunaVertebral

SACRO

O maciço sacro,  preso firmemente entre os ílios (as articula-
ções sacroilía...
EXERCÍCIO 3

A COLUNA VERTEBRAL

25

FIGURA 3.7b
EXERCICIO 4T? 

Ossos do Tórax

A "caixa torácica" é formada pelo esterno e doze pares
de costelas que circundam a área de...
27

ossos no TÓRAX

EXERCÍCIO 4

FIGURA 4.1
a tc a

 

FIGURA 4.3
Terminaremos o aprendizado do sistema esquelético com
o estudo do crânio.  Por motivos educativos,  separaremos o
crânio n...
EXERCÍCIO 5 ossos oo cRÂNIo 29

 

Maxila

     

Mandíbula edêntula
l: |
l Metade da mandíbula Maxila/  _ _
Superfície me...
A FACE

Dois pequenos ossos nasais (barra colorida:  roxa) (FIGURA
5.2) limitam a face súpero-medial dos processos frontai...
EXERCÍCIO 5

 

  

Lacrimal

ossos oo CRÂNIU

31

 

Concha nasal inferior
m¡

Vômer
EXERC

     

ÍCl0 i5

Ossos do Crânio

0 CRÂNIO

Seis ossos estão envolvidos na formação do crânio.  Dois deles
são pares...
EXERCÍCIO 5 ossos D0 CRÂNID 33

Assoalho do crânio

Inferior

FIGURA 5.3
r

! EXEARCICWISO 5

. ..W

Ossos do Crânio

o CRÂNIO

Ainda há dois ossos que devem ser estudados:  o etmóide e o
esfenói...
EXERCÍCIO 5

Osso etmóide
Superfície posterior

 

Osso etmóide
Superfície superior

OSSOS DO CRÂNID

35

Vista anterior d...
a¡
fflÍf.  !Í fÍ/ .Íifíí E ! É 'íÍilÍ ~

 

O Sistema Articular

As articulações são os locais funcionais onde interagem os
s...
3 8 O SISTEMA ARTICULAR UNIDADE DOIS

gínglimo (dabradiça) - uniaxial;  flexão e extensão em torno chidas por líquido visc...
LNIDADE DOIS

   
  
 

0 SlSTEMA ARTICULAR

Fibrosas

Cartilagíneas

39

  

a



Sinoviais

FIGURA II
r

EXERCICIO 6

Articulações do Membro Superior

ESTERNOCLAVICULAR

A união da clavícula ao esterno (FIGURA 6.1) se faz po...
EXERCÍCIO e

ARTICULAÇÕES DO MEMBRO SUPERIOR

 

Esternoclavicular

 

 

. à.
*EN

Acromioclavicular

FIGURA 6.1

 

Umer...
EXERCÍCIO-ET

Articulações do Membro Superior

RADIOCARPAL

A articulação radiocarpal (A) (FIGURA 6.2) é,  na verdade, 
pr...
EXERCÍCIO e

ARTIGULAÇÕES DO MEMBRO SUPERIOR

Intercarpal

 

Carpometacarpal V

FIGURA 6.2

Metacarpofalângica

 

Interf...
Manual de Anatomia Humana Para Colorir - T. Alan Twietmeyer, PhD - Thomas McCracken, MS 3ª ed 233 Pág
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  1. 1. $/ @Vu *fg . p . “lvan a¡ uva 5-5¡ r f' A** V ¡ÍQN- r*¡' 1 , wi I' trator TERCEIRA EDIÇÃO _1~ 'c 'f' L rir É o : Lc “uiÍthtÃr n s¡ ; E "
  2. 2. WÍaHLEãÍ de iígnzfcomia E-Éumana para íííalowc* TERCEIRA EDIÇÃO E Áx_: LÍI_-T”II' > - H- ASSOCIAÇÃO IRASILEIRA o¡ blame: INFOGRÁFICOS
  3. 3. Manual de Anatomia Humana para Colorir TERCEIRA EDIçÃo T. Alan Twietmeyer, PhD Professor Department of Kinesiology Concordia College Ann Arbor, MI Thomas McCracken, MS Vice President, Product and Development Visible Productions Fort Collins, CO GUANABARA! KOOGAN
  4. 4. Os autores e a editora não podem ser imputados (no tocante a responsabilidade, negligência ou qualquer outro motivo) por eventual prejuízo resultante da utilização de qualquer mate- rial aqui contido. Esta publicação contém informações relacionadas aos princípios gerais de assistência médica e não pode ser considerada para a indicação de condutas específicas para pacientes em particular. Informações sobre os produtos fornecidas pelos fabricantes e por bulas, folhetos e anexos contidos nas embalagens devem ser revistas para obtenção de informação atualizada correntemente, inclusive com relação a contra-indicações, dosagens e precauções sobre o uso de medicamentos. No interesse de difusão da cultura e do conhecimento, os autores e a editora envidaram o máximo esforço para localizar os detentores dos direitos autorais de qualquer material utilizado, dispondo-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertidamente, a identificação de algum deles tenha sido ornitida. CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ. T924m 'Ivvietmeyen Alan Manual de anatomia humana para colorir / T. Alan 'Iwietmeyen Thomas McCracken ; [revisão técnica Marco Aurélio Fonseca Passos ; tradução Cláudia Lúcia Caetano de Araújo]. - Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2006 il. : Tradução de: Coloring guide to human anatomy, 3rd ed ISBN 85-277-l230-X l. Anatomia humana - Atlas. 2. Anatomia humana - Problemas, questões, exercícios. 3. Livros para colorir. I. McCracken, Thomas. II. Título. 06-2230. CDD 61 1.00222 CDU 61 l(084.4) 22.06.06 26.06.06 015033 Traduzido de: COLORING GUIDE TO HUMAN ANATOMY Third Edition Copyright © 2001 Lippincott Williams & Wilkins All rights reserved. 530 Walnut Street Philadelphia, PA 19106 USA LWWcom Published by arrangement with Lippincott, Williams & Wilkins, Inc. , U. S.A. Editoração Eletrônica: @A N 1 H A a s s Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2006 by EDITORA GUANABARA KOOGAN S. A. Travessa do Ouvidor, 11 Rio de Janeiro, RJ - CEP 20040-040 Tel. : 21-3970-9480 Fax: 21-2221-3202 gbk@ editoraguanabaracombr wwweditoraguanabaracombr Reservados todos os direitos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou em parte, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação, fotocópia, distribuição na Web, ou outros), sem permissão expressa da Editora.
  5. 5. Revisão Técnica Marco Aurélio Fonseca Passos Médico. Mestre em Anatomia pela UFRJ. Professor Titular de Anatomia da Faculdade de Medicina de Petrópolis e FASE. Professor Assistente do Departamento de Anatomia da UERJ Tradução Cláudia Lúcia Caetano de Araújo Médica
  6. 6. A minha dedicada e paciente esposa, Patricia, e aos nossos sete maravilhosos filhos: Geoffry, Andrew, Greggory, Julie, Jennifer, Janell e Nathanael, que, diante dos nossos olhos, transformaram-se em belos adultos durante as três edições deste livro. - TAT A minha ñlha Molly e ao meu filho Sean. - TM
  7. 7. Prefácio OBJETIVO Esta nova edição visa oferecer aos estudantes uma forma agra- dável, informativa e estimulante para o estudo da anatomia macroscópica humana. Para atingir tal objetivo, esta edição sofreu modificações significativas. A abordagem do texto foi modiñcada para um modelo sistêmico; foram acrescentadas muito mais oportunidades interativas para escrever e colorir; ilustrações foram adicionadas, retiradas ou modificadas; e muitas das ilustrações incluídas são acompanhadas por qua- dros auxiliares. Também foram feitas modificações de texto e layout. Em todo o texto, as informações serão apresentadas à esquerda e as ilustrações à direita, permitindo maior faci- lidade e clareza para ler, registrar e colorir. Permanecemos concentrados no objetivo de tornar o aprendizado da anato- mia humana mais significativo. A anatomia é o estudo de nós mesmos e deve ser divertida! Nós apreciamos a criação deste texto e esperamos que cada leitor aprecie o seu uso! PÚBLICO Este texto não é limitado a cursos que ensinam com ou sem laboratórios, nem a determinados grupos de estudantes. O público mais óbvio inclui estudantes das áreas associadas à saúde: cinesiologia, treinamento atlético, terapia ocupacional e fisioterapia; e especialistas em biologia, zoologia ou arte. Entretanto são apresentadas informações concretas suficien- tes deforma concisa e clara, para torna-lo apropriado como uma revisão para os estudantes de medicina, de odontologia ou de enfermagem. TÉCNICA E EXPLICAÇÃO A técnica mais importante deste texto é a do aprendizado ativo. Seu formato é didático, como se os conhecimentos esti- vessem pessoalmente diante do estudante. Em todas as eta- pas, o estudante é orientado a preencher espaços em branco, colorir estruturas ou colorir uma barra de identificação perto de uma estrutura, todas as atividades que proporcionam um componente psicomotor ao aprendizado. São fornecidas oportunidades para listar fixações e inervação dos músculos, movimentos permitidos em várias articulações e para legendar. Em todo o texto, há seções intituladas PARA REVISAR E FIXAR; SÓ PRA DISTRAIR; e APRENDIZAGEM APLI- CADA, nas quais o estudante deve rever itens fundamentais, individualmente ou com um parceiro. O objetivo é envolver completamente o estudante no conteúdo do livro. Quanto à organização do material, seguimos uma "aborda- gem regional dos sistemas". Por exemplo, o estudo do sistema esquelético será realizado regionalmente: esqueleto apendi- cular (membro superior, membro inferior e cíngulos associa- dos), coluna vertebral, costelas, face e crânio. O formato deste guia com texto à esquerda e ilustração à direita é totalmente novo e fundamental para alcançar seu objetivo. Essa técnica junta palavras e imagens, promovendo formação do conceito mais cedo e subseqüente compreensão. O estudante tem acesso quase imediato aos fatos sem que haja necessidade de pesquisar em textos extensos. Nosso desejo é que essa técnica ofereça ao professor e ao aluno uma incur- são agradável e estimulante ao estudo da anatomia humana macroscópica. As idéias e os métodos incorporados nesta edição ficaram incubados em nossas mentes durante muitos anos, mantidos acesos por freqüentes discussões e críticas e pelas opiniões de colegas e leitores. As idéias para acréscimos, cortes e aperfei- çoamentos vieram de todas essas fontes. Agradecemos a todos. Gostaríamos de agradecer especialmente a Gale Mueller, que forneceu belas ilustrações para esta edição. T. Alan Twietmeyer Ann Arbor, Michigan Thomas McCracken Ft. Collins, Colorado [It ix
  8. 8. PARA 0 ESTUDANTE O ensino e o aprendizado da anatomia utilizam uma lingua- gem com várias origens, principalmente do grego e do latim. Esta página oferece uma lista dos radicais, prefixos e sufixos comuns que você encontrará durante o estudo. Cada entrada fornece a origem do latim (L) ou grego (G) e um exemplo de uso. Essa lista não é completa; portanto, esteja preparado para fazer nela os acréscimos necessários. Use a linguagem da anatomia para auxiliar no aprendizado. Pratique a "tra- dução para o português” dos termos latinos ou gregos, por exemplo: tríceps braquial = músculo de três cabeças do braço. O sucesso no aprendizado da anatomia estará intimamente relacionado ao sucesso no uso da linguagem. Origem Exemplo Termo a-(an-) G. sem, não anemia ab- L. a partir de abduzir acro- G. extremidade, ponta acrômio ad- L. em direção a, aduzir aproximação aden- G. glândula adenóide adipo- L. gordura adiposo ambi- L. ambos ambldestro ante- L. antes de, em frente de anteversão anti- G. contra anti-séptico art-(artro-) G. articulação artrite auto- G. de si mesmo autônomo bi- L. dois, dobro bilateral -blasfo G. germe, broto fibroblastos braqui-(braquio-) G, braço artéria braquial braquium L. braço brevis L. curto fibular culto (peroneus brevis) capit-(caput-) L. cabeça semi-espinal da cabeça (sem/ sp/ na/ /s cap/ tis) cervic- L. colo colo do útero (cétvice do útero) condro- L. cartilagem condróclto circum- L. em torno de, em circunflexa volta de -clasto G. quebrar osteoclasto contra- L. contra, oposto contralateral cost- L. costela intercostal crur(i/ o)- L. perna articulação talocrural cruz» L. cruz ligamento cruzado delt(o)- G. triângulo deltóide - derm-, -dermat(o)- G. pele dermátomo dia- G. através, completamente diagnóstico dis- L. separação dissecar “ erminología Origem ect- -ectomia end-(ent) epi- ex-(exo-i extra- gastr-(gastro-l hist-(hisfo-) hial-(hialo-) hidro- hiper- hipo- im-, in- im-, in- infra- inter- intr-(infra-) ipsi Iin(o)- macro- medi- meta- micro- mio- nefr(o)- -óide para- peri- -fisi(o) pos- pré- pro- ram(l)- re- ret(o)- ren- retro- -sec sub- super- supra- slm, sin- teres- trans- tuber- -tomia ultra- vas(o)- vent-(vente) Exemplo G. lora G. excisão, remoção G. dentro G. acima G. & L. fora L. além, para lora G. estômago G. tecido G. brilhante, transparente G. água G. acima, além G. sob, embaixo L. no interior G. negação, não L. abaixo L. entre L. dentro L. de si próprio; o mesmo L. linha G. grande G. médio G. modificado, depois G. pequeno G. músculo G. rim G. aspecto, forma G. ao lado de G. ao redor de G. crescer, formar -. depois, atrás -. antes, na frente de G. anterior a, na frente de _. ramo _. repetição, retrocesso _, reto _. rim _. retrocesso, recuo _. cortar _. sob _. sobre, excessivo acima G. ajuntamento _. redondo _. travessia, alem de, depois de _. tumor; nódulo G. cone _. além, excesso _. ducto, vaso _. ventre Termo ectoderma hislerectomia endotélio epicôndi Io exocnno extracelular gastrite histologia cartilagem hialina hldrocefalia hipertrofia hipotálamo incisão imaturo, involuntário infra-espinal intercondilar intravenosa ips¡ lateral linha alba (linea alba) macrófago mediano metatarsal microbiologia mlologia nétron adenóide paravertebral pericôndrio físico pós-natal pre-ganglionar prosencétalo ramo recorrente reto femoral renal retrovenido dissecar subdural superficial supra-orbital sinfise, síntese ligamento redondo (Iigamenfum teres) transfusão tubérculo apendidectomia ultra-estrutura ducto deferente (vas deferens) ventral Pxi
  9. 9. UNIDADE UM: 0 Sistema Esquelético, 1 Ossos do Membro Superior, 4 Exercício 2. Ossos do Membro Inferior, 10 Exercício 3. A Coluna Vertebral, 18 Ossos do Tórax, 26 Ossos do Crânio, 28 Exercício 1. Exercício 4. Exercício 5. UN| DADE DOIS: O Sistema Articular, 37 Exercício 6. Articulações do Membro Superior, 40 Exercício 7. Articulações do Membro Inferior, 44 Exercício 8. Articulações da Coluna Vertebral, Tórax e Pelve, 48 Exercício 9. Articulações do Crânio, 50 UNIDADE TRÊS: 0 Sistema Muscular, 53 Exercício 10. Músculos do Membro Superior, 56 Exercício 11. Músculos do Membro Inferior, 68 Exercício 12. Músculos do Tronco e Pescoço, 78 Exercício 13. Músculos do Crânio, 90 UNIDADE OUATRO: O Sistema Nervoso, 95 Exercício 14. Somática Periférica, 98 Exercício 15. Autônoma Periférica, 106 Exercício 16. Central, 110 Exercício 17. Nervos Cranianos, 116 Exercício 18. Sentidos Especiais, 124 UNIDADE CINCO: 0 Sistema circulatório, 129 Exercício 19. Coração e Grandes Vasos, 130 Exercício 20. Suprimento Arterial e Drenagem Venosa do Coração, 134 Exercício 21. Suprimento Arterial e Drenagem Venosa do Pescoço e da Cabeça, 136 Exercício 22. Suprimento Arterial e Drenagem Venosa do Membro Superior, 144 Exercício 23. Suprimento Arterial e Drenagem Venosa do Tórax, Abdome e Pelve, 148 Exercício 24. Suprimento Arterial e Drenagem Venosa do Membro Inferior, 156 UNIDADE SEIS: O Sistema Respiratório, 161 Exercício 25. Cavidade Nasal, 162 Exercício 26. Laringe, 164 Exercício 27. Traquéia e Brônquios, 166 Exercício 28. Pulmões, 168 Exercício 29. Diafragma Toracoabdomínal, 170 UNIDADE SETE: 0 Sistema Digestório, 173 Exercício 30. Cavidade Oral e Faringe, 174 Exercício 31. Trato Digestório Superior, 176 Exercício 32. Trato Digestório Inferior, 178 Exercício 33. Glândulas Acessórias da Digestão, 180 UN| DADE DITO: Os Sistemas Urinário e Genital, 183 Exercício 34. Órgãos Urinários, 184 Exercício 35. Órgãos Genitais, 188 UNIDADE NOVE: O Sistema Endóorino, 195 Exercício 36. Glândulas, 196 ÍNDICE ALFABÉTICU, 201 P xiii
  10. 10. Introdução: Um Princípio! O estudo da anatomia humana deve começar com a compre- ensão da terminologia descritiva, que será usada durante todo o aprendizado e fornecerá indicações "geográñcaf sobre os movimentos, funções e posições de várias estruturas. Se estivesse viaj ando para o estrangeiro, você se prepararia para aprender algumas frases na língua do país a ser visitado, bem como os termos descritivos para ajudar na comunicação, nessa sua viagem. O mesmo ocorre na viagem pelo corpo humano! Apresentamos uma lista da terminologia antes desta introdu- ção (ver anteriormente). Use essa lista para iniciar sua fami- liarização com a linguagem da anatomia. Um importante conceito no qual se baseia a terminologia é aquele da “posição anatômica" (FIGURA Intro.1). A partir dessa posição, o corpo e seus movimentos podem ser des- critos, utilizando-se uma série de termos de oposição, com planose eixos como guias de orientação. Esses termos opos- tos são: anterior/ posterior - frente/ trás ex. a ponta do nariz situa-se anteriormente à fronte; a fronte situa-se posteriormente à ponta do nariz nota: os termos ventral e dorsal também são usados para descrever os termos anterior/ posterior ex. músculos interósseos ventrais e dorsais superior/ inferior - mais perto/ mais distante da cabeça ex. o ombro é superior ao cotovelo; o cotovelo é inferior ao ombro medial/ lateral - mais perto/ mais distante do plano mediano ex. o olho é medial à orelha; a orelha é lateral ao olho proximal/ distal - mais perto/ mais distante do início de uma estrutura ex. o ombro é proximal ao cotovelo; o cotovelo é distal ao ombro superficial/ profundo - mais perto/ mais distante da super- fície ex. o esterno situa-se superficial ao coração; o coração situa-se profundo ao esterno ipsilateral/ contralateral - mesmo lado/ lado oposto ex. o joelho direito e o cotovelo direito são ipsilaterais; o joelho direito e o cotovelo esquerdo são contralaterais PLANOS Um plano sagital é aquele que divide o corpo em partes direita e esquerda. Se essa divisão ocorrer no meio exato do corpo, o plano é denominado mediano ou mediossagital. Na FIGURA | ntro.1a, desenhe o plano mediano em vermelho. Um plano frontal é aquele que divide o corpo em partes anterior e posterior. Na FIGURA | ntro.1b, desenhe o plano frontal em amarelo. Um plano transverso divide o corpo em partes superior e inferior. Desenhe o plano transverso, na FIGURA | ntr0.1c, em azul. EIXOS O movimento do corpo ocorre em torno dos eixos de rota- ção nos planos já descritos. A flexão e a extensão são movi- mentos opostos e ocorrem em um plano sagital em torno de um eixo transverso. A flexão é o movimento em direção anterior, e a extensão é o movimento em direção posterior? ” Na FIGURA Intro. 1a, pinte as setas de roxo para indicar fle- xão e extensão. A abdução e a adução também são movimentos opostos, mas ocorrem em um plano frontal em torno de um eixo sagi- tal. A abdução é o movimento de afastamento, e a adução é o movimento de aproximação. Na FIGURA Intro.1b, pinte as setas de laranja para indicar abdução e adução. A rotação ocorre em um plano transverso em torno de um eixo frontal. Não existe outro descritor para a rotação da cabeça, mas, nos membros, são descritas rotações medial e lateral. Na FIGURA Intro.1c, pinte as setas de verde. Vermelho + azul = roxo (flexão/ extensão) Vermelho + amarelo = laranja (abdução/ adução) Amarelo + azul = verde (rotação) °5'N. T.: No membro superior. Pxv
  11. 11. xvi INTRODUÇÃO: UM PRINCÍPIO! FIGURA Intro.1a 'aka/ K FIGURA Intro.1 FIGURA Intro.1c
  12. 12. V» V l; .f. f. V' 1 l n f f tvi'. O Sistema Esquelético O esqueleto do ser humano adulto é formado por 206 ossos individuais que, para fins de classificação, podem ser reunidos em parte axial e em parte apendicular. O esqueleto axial (central) inclui o crânio, a coluna vertebral, o esterno e as costelas. Cubra o contorno do esqueleto axial com a cor preta. O esqueleto apendicular (adicionado) inclui os ossos dos membros e seus cíngulos apropriados. Cubra o contorno do esqueleto apendi- cular com a cor vermelho-alaranjada. Os cíngulos dos membros superior e inferior servem para unir os membros superiores e inferiores, respectivamente, ao esqueleto axial. O esqueleto tem cinco funções principais no corpo: hema- topoiese, reservatório mineral, sustentação, proteção e movi- mento. Nem todos os ossos possuem essas funções igual- mente. Esse fato e sua localização no corpo determinam seu formato. Um esquema simples de classificação dos ossos é apresentado: Longos - possuem um corpo (diáfise) e duas extremi- dades um pouco expandidas; são encontrados nos membros Curtos - não possuem eixo longitudinal; são encontrados no tornozelo e no punho Planos - costelas; esterno; ossos do crânio Irregulares - vértebras; escápulas; osso do quadril; faciais
  13. 13. 2 o SISTEMA ESOUELÉTICO UNIDADE UM Nas FIGURAS Ia Anterior, lb Posterior e lc Lateral, pinte os d t f Termo Ilefinição Exemplo ossos es a orma: O 1 espinha uma projeção abrupta/ pontiaguda escápula ssos ongos - marrom ÍOCCSSO Ossos curtos - marrom-claro fubémulo Ossos planos - azul-celeste b _d d Irregulares - amarelo-limão ; u e' 031 a e ossa Durante o estudo dos ossos, adquira o hábito de classificâ- forame los mentalmente por formato, localização e função. Os ossos sulco possuem alguns pontos de referência causados por fixações trocanwr musculares, passagem de vasos sanguíneos ou nervos, asso- linha ciação com tendões e união com outros ossos. Os termos . t CTIS 3. a seguir descrevem os pontos de referência nos ossos. Ao A _l encontrar esses termos, escreva a definição e o exemplo de °°Êd1 °_ um osso que possua esse ponto de referência. eP1°°nd1l°
  14. 14. UNIDADE UM o SISTEMA ESOUELÉTICO 3 FIGURA Ia Anterior FIGURA Ib Posterior FIGURA Ic Lateral
  15. 15. EXERCICIO I Ossosido Membro Superior o CÍNGULO oo MEMBRO SUPERIOR As ilustrações na página oposta mostram os ossos do cíngulo do membro superior: escápula e clavícula, com o úmero arti- culando-se com a escápula na articulação do ombro (glenou- meral). Este cíngulo permite a ampla movimentação daquela articulação no corpo humano; principalmente devido ao fato de ele estar fracamente “articulado” com o esqueleto axial. Observe como esses ossos (a escápula posteriormente e a clavícula anteriormente) funcionam como suportes para fixar o membro superior ao tórax. A fixação escapular ao tórax é puramente muscular, e os músculos do cíngulo do membro superior atuam na manutenção da integridade estrutural com o tórax. A escápula e a clavícula também funcionam juntas no posicionamento do úmero para diversas atividades com as quais este osso esta envolvido. Os ossos do cíngulo do membro superior são mostrados nas FIGURAS 1.1 e 1.2. Antes de começar o estudo específico do cíngulo do membro superior, contorne o formato aproximadamente triangular da escápula com a cor preta nas vistas anterior e posterior. Nas vistas anteriores, não pinte as costelas. A ênfase aqui é que a face anterior da escápula situada ao longo da face posterior da 23-73 costelas. (Pinte essa superfície de amarelo. ) A escápula possui margens superior, medial (perto da coluna vertebral) e lateral (perto da axila). A margem supe- rior (A) mostra duas características proeminentes: o ângulo superior (B) (onde se encontram as margens superior e medial) e a incísura da escápula (C). Use o lápis laranja para ressaltar a margem superior. Cubra a margem medial (D) com o lápis amarelo-limão e observe como a linha escapular (E) origina- se dele. A margem lateral (F) começa no ângulo inferior (G), sua junção com a margem vertebral, e termina na cavidade glerzoidal (H). Pinte a margem lateral de azul-celeste. As fossas e as cavidades são depressões nos ossos, e a escápula possui quatro: a cavidade glenoidal mencionada anteriormente faz parte da articulação do ombro, recebendo a cabeça do úmero (ver detalhes na próxima página). Imedia- 4P tamente superior e inferior a esta fossa há equenas saliências, os tubérculos supraglenoidal (I) e infraglirzoidal A fossa supra-espinal (K) está localizada na face posterior, superior à espinha da escápula; a fossa inlfra-espinal (L), na face posterior abaixo da espinha da escápu a; e a fossa subesmpular (M), na face anterior (ver ênfase, anteriormcnte)I Em vista posterior, estude a espinha da escápula e observe como esta se alarga em um formato mais achatado em sua extremidade lateral. Esta arte achatada é o acrômio (N), "a extremidade do ombro". E a partir desse ponto de referência que um alfaiate mede o com rimento do membro superior para fazer uma camisa ou pa. etó. A face costal da escápula também a resenta uma proe- minência, o processo coracóide (O), "lÍico de corvo”! O acrômio articula-se com a extremidade acromial (lateral) da clavícula para formar a articulação acromioclavicular. A clavícula (P) aparentemente sem importância oferece a única articulação com o tórax através de uma articulação com o esterno. Também serve como im ortante local de fixação roximal ou distal de vários múscu os importantes. O ligeiro formato de S desse osso permite que ele suporte maior tensão; embora a clavícula seja o osso do corpo fraturado com maior freqüência. Essa lesão geralmente ocorre em uma queda sobre a mão estendida acompanhada por aplicação excessiva de uma força externa. Duas outras lesões são comuns ao cíngulo do membro superior: separação e luxação. A rimeira, geralmente deno- minada separação do ombro, rece e um nome errado, porque a lesão ocorre entre a extremidade distal da clavícula e o acrômio; não no ombro. A separação da articulação acro- mioclavicular freqüentemente é uma conseqüência da queda sobre esta articulação, ou de um golpe direto. A luxação envolve a saída da cabeça do úmero (ver próxima lição) da bainha muscular que a circunda e, portanto, é uma lesão da articulação do ombro. Isso freqüentemente ocorre quando a mão está sustentando peso e uma força atua sobre a extremidade superior do úmero para deslocá-la anterior- mente.
  16. 16. EXERCÍCIO 1 OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR 5 FIGURA 1.2 Anterior
  17. 17. EXERCICIO r Ossos do Membro Superior o BRAÇO E o ANTEBRAÇO ÚMERO Para nossos objetivos, o braço é definido como a região do membro superior entre o ombro e o cotovelo, e o ante- braço é a região entre o cotovelo e o punho. O único osso do braço é o úmero (pinte de vermelho a barra de identifi- cação) (FIGURAS 1.3 e 1.4). A parte mais superior do úmero, a cabeça (A), é alargada e lisa para articulação com a cavi- dade glenoidal (a articulação do ombro). Abaixo da cabeça do úmero, freqüentemente são descritos dois “colos”. O colo anatômico (B) forma uma margem ao redor da cabeça e é o local de fixação da cápsula fibrosa que reveste a articulação do ombro (glenoumeral). O colo cirúrgico (C) é um descritor da área do úmero, onde a "cabeça” aumentada da lugar ao início do corpo do úmero e onde o osso freqüentemente é fraturado. Dois importantes pontos de referência na extre- midade superior do úmero são os tubérculos maior (D) e menor Em um exercício posterior você aprenderá quais músculos se fixam a esses tubérculos. Entre esses tubérculos está uma depressão proeminente, o sulco intertubercular (F). O corpo (diãfise) do úmero não tem características impor- tantes, exceto um alargamento irregular na face ântero-lateral aproximadamente no meio do corpo, a tuberosidade para o músculo deltóide (G) e um pequeno sulco do nervo radial (H) na face posterior. A extremidade distal do corpo do úmero alarga-se drama- ticamente nas cristas supra-epicondilares medial e lateral, que, por sua vez, tornam-se os epicôndilos medial (I) e lateral (J). Estes são locais importantes de fixação muscular. Duas importantes adaptações da extremidade distal do úmero são o capítulo (K) e a tróclea A tróclea forma uma unidade funcional com a ulna (a articulação umeroulnar), enquanto o capítulo forma uma articulação com o rádio. Três fossas são encontradas na extremidade distal do úmero: anteriormente, a coronóidea (M) e a radial (N) e posteriormente, a fossa do olécrano (O). Todas essas recebem as proeminências de nomes semelhantes dos ossos do antebraço durante a flexão e a extensão no cotovelo. RÁDIO E ULNA Dois ossos formam a estrutura esquelética do antebraço: rádio e ulna. Compreenda vários itens das FIGURAS 1.3 e 1.4. A ulna está envolvida na flexão/ extensão do cotovelo. 6P O rádio está envolvido nos movimentos de pronação e supi- nação do antebraço e da mão. Observe que a espessura do rádio aumenta da região proximal (cotovelo) para a região distal (punho) enquanto a espessura da ulna diminui. Isso indica o papel desempenhado por esses ossos em situações raras de sobrecarga (ao plantar bananeira, rotinas de saltos, etc. ), e muito semelhante aos ossos da perna que rotineira- mente sustentam peso. Em vida, o espaço entre esses ossos é preenchido por uma membrana interóssea que ajuda na transferência de peso (estresse) da mão para o rádio através da membrana interóssea, para a ulna, para o úmero, para o cíngulo do membro superior, e daí para o tórax a fim de se dispersar! Como o úmero (e todos os ossos longos), o radio (barra de identificação: laranja) e a ulna (azul) são descritos como possuindo um corpo, ou diáfise, e uma cabeça. A cabeça do rádio (P) articula-se com o capítulo do úmero e a incisura radial da ulna. Inferiormente à cabeça está o colo do rádio (Q) e uma protuberância, a tuberosidade do rádio (R), _para fixação distal do potente músculo bíceps braquial. O corpo (diáfise) do rádio não apresenta características importantes, exceto em sua extremidade distal, onde aumenta para formar urna face articular carpal (S) para união com os ossos carpais, uma superfície articular com a ulna (a incisura ulnar, T) e urna projeção pontiaguda, o processo estilóide A extre- midade distal do rádio é particularmente susceptível à fratura, freqüentemente por uma queda sobre a mão estendida (fratura de Colles). A extremidade proximal da face posterior da ulna distingue- se pela presença do olécrano (V) para fixação distal do potente músculo tríceps braquial. Anteriormente, encontra-se o processo coronóide (W), corn uma área rugosa, a tuberosi- dade da ulna (X), para fixação distal do músculo braquial. Entre estes dois processos está. a incisura troclear (Y) para articulação com o úmero. A extremidade proximal do corpo (diáfise) da ulna possui uma incisura radial (Y¡) para articu- lação com a cabeça do radio. A extremidade distal da ulna é denominada cabeça (Z) e possui duas características: uma circunferência articular (T1) e um processo estílóide (U1). r g PARA REVISAR E FIXAR A luxação é um problema comum da articulação do ombro (glenoumeral), mas raramente ocorre no cotovelo, na articu- a ão umerou nar. or uê. l ç l P q 7
  18. 18. EXERCÍCIO 1 OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR 7 FIGURA 1.3 Posterior FIGURA 1.4 Anterior
  19. 19. EXERCÍCIO l Ossos do Membro Superior O PUNHO E A MÃO A parte de maior "importância funcional" do membro supe- rior é formada pelo punho e pela mão. De certa forma, pode- se dizer realmente que o restante do membro superior serve apenas para posicionar a mão. Ao manusear este livro: virar as páginas, colorir e fazer anotações, você estará constantemente posicionando com precisão seu punho, mão e dedos. Durante a leitura, os grandes músculos do braço, nádegas e coxa exercem função muito pequena. (Suas nádegas podem estar cansadas, mas não é devido à forte contração muscular. ) Os ossos do punho e da mão estão perfeitamente orga- nizados para o aprendizado e a avaliação. Vamos primeiro estudar os carpais. Esses oito ossos estão organizados em duas fileiras côncavas. A convenção anatômica descreve esses ossos (e os metacarpais e as falanges) da parte lateral para a medial em posição anatômica. Reveja a posição anatômica (FIGURA Intro.1) e depois coloque suas mãos sobre a mesa à sua frente, com as palmas voltadas para cima, para observar o que você vê na FIGURA 1.5. Essa posição das mãos é denominada supi- nação. Agora, vire as palmas para baixo para compreender a FIGURA 1.6. Essa posição é denominada pronação. CARPAIS A fileira proximal dos ossos carpais: Escafóide (Navicular) (A) (pintar de amarelo) Semilunar (B) (pintar de laranja) Piramidal (C) (pintar de vermelho-alaranjado) Pisijforme (D) (pintar de vermelho) A fileira distal dos ossos carpais: Trapézio (E) (pintar de amarelo-limão) Trapezóide (F) (pintar de verde) Capitato (G) (pintar de azul-celeste) Hamato (H) (pintar de azul) Vários ossos exigem explicação adicional e estudo. Na fileira proximal, o escafóide (algumas vezes denominado navi- cular devido a uma suposta semelhança com um navio) é o principal osso carpal que se articula com a extremidade distal do rádio. Ao verificar seu pulso, você pressiona a parede da artéria radial contra a superfície rígida desse osso. 8D O pisiforme é muito superficial e freqüentemente é machu- cado nas quedas durante a infância. Encontre o pisiforme na sua mão direita, na base do quinto dedo. E a proeminência óssea imediatamente distal à prega que separa o antebraço da mão. Empurre com força suficiente para sentir uma fraca dor difusa. Na fileira distal dos carpais, encontre o trapézio articu- lando-se com o primeiro metacar al. Estude as superfícies do trapézio envolvidas nessa articulãção. O que você vê? Esta articulação é descrita como uma articulação selar; isso corres- ponde ao que você acabou de ver? Na fileira distal encontre também o hamato e observe a proeminência, ou hâmulo, presente. O hâmulo do osso hamato e o pisiforme são pontos de referência para a passagem de um nervo importante para a mão (nervo ulnar). Esses pontos de referência óssea (medialmente) e o escafóide e trapézio (lateralmente) formam os limites de um túnel cujo teto é o tecido conjuntivo fibroso. Através desse "túnel do carpo" passam nove tendões e outro grande nervo (nervo mediano) para a mão. METAOARPAIS Os metacarpais são numerados de 1 a 5 da região lateral para a medial (veja novamente a posição anatômica). Cada um possui uma base proximal, um corpo e uma cabeça distal. Os metacarpais formam o "volume" da mão. Pinte de roxo os metacarpais. FALANGES As falanges são numeradas como os metacarpais. O 1° dedo possui apenas duas falanges (proximal e distal), enquanto o 29-59 dedos têm falanges proximais, médias e distais. Pinte as falan es de cada dedo da se uinte forma: roximal marrom- g ç _ _g P claro), media (marrom), distal (preto). 'W O i PARA REVISAR E FIXAR Revej a os ossos envolvidos nas articulações do membro supe- rior. Que movimentos são permitidos em cada articulação? (Consulte a Introdução: Um Princípio (p. 1) e a discussão de planos e eixos. ) Esses movimentos estão relacionados ao tamanho ou formato dos ossos envolvidos?
  20. 20. EX r ERCICIO 2 Ossos do Membro Inferior O CÍNGULO DO MEMBRO INFERIOR À medida que avançar nesta seção sobre sistema esquelé- tico, faça anotações sobre semelhanças e diferenças entre os membros superiores e inferiores. Pergunte a si mesmo (ou a um parceiro) por que há essas semelhanças ou diferenças. Se você tiver em mente um “sistema de organização" comum entre os membros superiores e inferiores, reduzirá a necessidade de memorização, que será substituída pela compreensão. Antes de iniciar o estudo sobre o cíngulo do membro infe- rior, consulte a ilustração de todo o esqueleto e observe a inclinação anterior da pelve. Isso é normal! A pelve não fica em posição horizontal; em conseqüência da postura vertical humana, ela apresenta-se de forma a permitir a visão do abdome. Cada metade do cíngulo do membro inferior (osso do quadril) é formada por três ossos separados no período de desenvolvimento; o ílio, o ísquio e o púbis, todos se unindo no acetábulo (A) (L. acetabulum, "vasilha para vinagre”), a cavidade profunda na face lateral. Identifique a extensão aproximada de cada um na FIGURA 2.1. O ílio é a parte mais superior do cíngulo do membro inferior, formando a parte superior do acetábulo e a asa que ascende e se afasta da estru- tura principal. O ísquio forma a parte póstero-inferior do acetábulo e a parte posterior do osso do quadril. O púbis forma a parte anterior do acetábulo e a parte ântero-medial da estrutura do quadril. Os limites aproximados desses três ossos são mostrados por linhas tracejadas. Contorne o ílio em vermelho, o ísquio em azul e o púbis em amarelo; pinte as barras de identificação da mesma forma! Depois disso, vamos identificar pontos de referência específicos no cíngulo do membro inferior. ILIÚ O ílio (FIGURAS 2.2, 2.3) possui vários pontos de referência importantes. A margem da asa é a crista ilíaca (B) e a superfície interna é a fossa iliaca (C). A própria crista ilíaca tem vários pontos de referência importantes; o mais posterior é a tuberc- sidade ilíaca (D) com as espinhas ilíacas póstero-superior (E) e póstero-inferior (F). Anteriormente, a crista ilíaca é distinguida pela espinha ilíaca úmero-superior (G) e a espinha ilíaca ¡intero- inferior (H). Ao longo de sua superfície lateral o ílio apresenta as linbas glúteas inferior (L), anterior (12) e posterior (IJ); sinais das fixações dos músculos glúteos. Use o lápis vermelho para sublinhar todos esses pontos de referência. 10 ii* ÍSOUIO O ísquio (FIGURAS 2.2, 2.3) é formado por um corpo e um ramo. Identifique o corpo (J) e o ramo (K). Uma proeminência no ramo é o tuber isquiática (L). Se você estiver sentado enquanto faz esta lição, está equilibrado sobre os túberes isquiáticos. A sensação desconfortável que sentimos quando sentamos em um banco ou cadeira dura por um longo período é devida a esse fato. A projeção póstero-medial pontiaguda do ramo é a espinha isquiática (M). Esta espinha separa a inci- sura isquiática maior (superior) da incisura isquiática menor (inferior). Use o lápis azul para sublinhar cada um desses pontos de referência. PÚBIS Cada osso púbis (FIGURAS 2.2. 2.3) assemelha-se a um V de lado. O corpo (N) articula-se com seu equivalente contra- lateral na sínfise púbica. Dois ramos saem do corpo. O ramo superior (O) é distinguido pelo tubérculo pubico (P) e a cristapúbica (Q); ambos servem como locais de fixação muscular. O ramo inferior (R) une-se ao ramo do ísquio. Use o lápis amarelo para sublinhar todos esses pontos de referência. . 1,25” APRENDIZAGEM APLICADA Utilizando uma amostra de esqueleto, encontre o grande forame obturado imediatamente inferior ao acetábulo. Este “orifício" não foi discutido nesta página porque em vida ele não existe nessa condição. Encontra-se coberto (90-95%) por uma membrana e por músculos interna e externamente. fa* “ i1" PARA REVISAR E FIXAR Ao contrário da frágil conexão do cíngulo do membro supe- rior ao esterno e tórax, o cíngulo do membro inferior está fortemente fixado à parte sacral da coluna vertebral. Qual o motivo dessas diferenças? Quais são os aspectos positivos e negativos dessas diferenças em cada articulação? Embora o conceito básico de cada articulação seja igual, por que uma possui uma "cavidade" muito mais profunda para articulação com um membro do que a outra? Quais as implicações disso para a função articular?
  21. 21. EXERCÍCIO 2 OSSOS DO MEMBRO INFERIOR 11 Osso do Quadril (Lateral) FIGURA 2.1 Osso do Quadril (Lateral) FIGURA 2.3 Posterior
  22. 22. EXERCI r CIO 2 Ossos do Membro Inferior PELVE MASCULINA/ FEMININA Compare e diferencie as pelves na FIGURA 2.4a-d. As principais comparações devem ser feitas em relação ao grau de protrusão das espinhas is uiáticas (A) para a cavidade pélvica e o ângulo subpúbico (B) formado pelos ramos inferiores do púbis. A pelve feminina difere da masculina por uma razão: parto! A entrada da pelve é a abertura superior (C), e a saída é a abertura inferior (D). A cabeça do feto deve atravessar a pelve por essas aberturas. A palavra pelve** é derivada do termo grego pyelos: uma bacia oblonga! A relativa facilidade ou dificuldade de passagem através dessa bacia depende de suas dimensões transversas e ântero-posteriores. Os seres humanos apresentam uma variedade de formatos pélvicos, mas três formas gerais são mais freqüentes. A pelve antropóide é encontrada em alguns homens e em aproxima- damente 23% de todas as mulheres. Nessa pelve, a dimensão ântero-posterior da abertura superior é maior do que o diâmetro transverso. Essa forma também possui espinhas isquiáticas proeminentes e um ângulo subpúbico estreito. A pelve andróide é facilmente a mais comum em homens e também é observada em cerca de 33% das mulheres. Essa forma possui espinhas isquiáticas proeminentes e um angulo subpúbico estreito definido pelos ramos do púbis. *N. R.T. : Pelve é derivada do latim “pelvis” (bacia de lavar os pés). Pyelos diz respeito ao rim: sistema pielocalicial (também chamado de pelve renal ou bacinete (pequena bacia)). 12?» Uma imagem da abertura superior da pelve tem formato de coração. A forma mais comum da pelve em mulheres (42%) é a ginecóiole. O contraste entre seu espaço e as duas formas estu- dadas antes é evidente. Essa pelve mostra um arco púbico largo e espinhas isquiáticas cuja protrusão medial não é tão grande. Uma vista superior mostra uma abertura arredon- dada e aberta. Se somou as percentagens desses três tipos de pelve, você chegou a apenas 98%. Dois por cento das mulheres apre- sentam uma pelveplatipelóide - especialmente estreita ântero- posteriormente e larga transversalmente. A abertura superior é reduzida, dificultando o parto. Essa estrutura pélvica está associada à necessidade de cesariana com maior freqüência do que as outras formas. A? PARA REVISAR E FIXAR A maior circunferência da pelve feminina tem im licações no joelho. Devido ao maior ângulo formado pelo êmur com a tíbia, a articulação do joelho é um pouco menos estável em mulheres. Que implicações isso tem para meninas e mulheres que se preparam para participação atlética?
  23. 23. EXERCÍCIO 2 OSSOS DO MEMBRO INFERIOR 13 Antropóide Andróide FIGURA 2.4a Antropóide FIGURA 2.4b Andróide Ginecóide Platipelóide FIGURA 2.4c Ginecóide FIGURA 2.4d Platipelóide
  24. 24. EXERCICIO M. .. 2 r Ossos do Membro Inferior A coxA E A PERNA FÊMUR Para nossos objetivos, a coxa é definida como a região do membro inferior entre o quadril e o joelho, e a perna como a região entre o joelho e o tornozelo (FIGURAS 2.5 e 2.6). A estrutura identificável com mais facilidade é o grande fêmur, o único osso da coxa (pinte de verde a barra de identificação). Em sua extremidade superior, a cabeça (A) encaixa-se firmemente no acetábulo do osso do quadril. O colo (B) do fêmur apresenta ângulo de aproximadamente 45° em relação ao corpo (C). No ponto onde o colo e o corpo se encontram há dois pontos de referência proemi- nentes: os trocanteres maior (D) e menor (E). Anterior- mente, os trocanteres estão unidos por uma linha inter- trocantérica (F), enquanto posteriormente a conexão é mais acentuada como a crista intertrocantérica (G). Estas formam uma margem ao redor da base do colo do fêmur e são o local de fixação da cápsula fibrosa que envolve a articulação do quadril. Na face póstero-lateral do fêmur, um pouco inferior ao trocanter maior, você encontrará uma área rugosa, a tuberosidade glútea (H), a fixação distal do potente músculo glúteo máximo, que continua infe- riormente como a linba glútea. Imediatamente inferior ao trocanter menor, você encontrará a linha pectínea (I), também local de fixação de um músculo que você apren- derá em uma lição futura. Por favor observe como essas duas linhas - glútea e pectínea - convergem para formar uma crista que segue a maior parte do comprimento da face posterior do corpo do fêmur. Esta crista é a linba áspera (J). Observe também que a linha áspera representa a linha mediana do fêmur! (Pinte de laranja a linha áspera. ) A linha áspera termina divergindo nas linbas supracondi- lares que levam aos côndilos lateral (L) e medial (M). A linha até o côndilo medial é um pouco mais acentuada e em seu fim exibe uma pequena protuberância, o tubérculo do adutor (N). Os dois côndilos apresentam uma superfície articular para união com a tíbia. Também há uma fossa intercondilar (O) e uma face patelar (P). 14V TÍBIA E FÍBULA Dois ossos formam a estrutura esquelética da perna: a tíbia e a fíbula. A diferença de tamanho entre as duas é facilmente visível e tem sua base na quantidade de peso sustentada por cada osso. Observe que apenas a tíbia partici a da articulação do joelho. Entretanto, tanto a tíbia quanto a íbula têm papéis importantes na estrutura e estabilidade da articulação do tornozelo. Em vida, uma forte membrana interóssea une esses dois ossos e ajuda na transferência de forças entre eles. Uma tuberosidade (Q) proeminente é o ponto de refe- rêncía mais evidente na tíbia (pinte a barra de amarelo); encon- trada anteriormente logo abaixo da articulação do joelho. A extremidade proximal da tíbia também se expande ligeira- mente nos côndilos medial (R) e lateral (S); articulando-se com seus equivalentes femorais. Também é encontrada uma pequena projeção, a eminência intercondilar (T). O corpo da tíbia apresenta formato e diâmetro constantes em todo seu comprimento e uma margem anterior proeminente em seus dois terços distais (o osso da canela); algo que todos nós machucamos em algum momento. Na face posterior encontre a linha para o músculo sóleo (U), outro ponto de referência de fixação muscular. Na extremidade distal da face medial da tíbia, encontre o maléolo medial (V), um importante componente da integri- dade estrutural da articulação do tornozelo. Na face poste- rior do maléolo medial há o sulco maleolar (W), causado pelo tendão do músculo tibial posterior quando entra no pé. Um ponto de referência final, na face lateral, é a incisura fibular (X), para articulação distal com a fíbula. A fíbula (barra colorida: azul) é um osso sem caracterís- ticas importantes, apenas ajudando um pouco a sustentar o peso. Como a tíbia, possui formato e diâmetro constantes em toda sua extensão. O papel da fíbula é principalmente de local para fixação muscular; mais importante para os músculos que seguem para o é. São descritos apenas três pontos de refe- rência para a fíBula: a cabeça (Y), que se articula superior- mente com o côndilo lateral da tíbia; o corpo (Z); e a extre- midade inferior proeminente, o maléolo lateral (Z¡), que tem papel importante na estabilidade do tornozelo.
  25. 25. EXERCÍCIO 2 ossos D0 MEMBRO INFERIOR 15 Posterior Anterior FIGURA 2.5 Posterior FIGURA 2.6 Anterior
  26. 26. EXERCÍCIO i2 Ossos do Membro Inferior OPÉ Ficar de é sozinho é uma máxima da nossa sociedade que indica indepen ência e integridade. A afirmação é devida ao fato de que uma criança de aproximadamente um ano de idade literalmente obtém alto grau de independência quando os ossos e músculos dos membros inferiores adquirem força suficiente, permitindo que se comece a locomoção em posição vertical. Antes você foi instruído a colocar as mãos sobre a mesa à sua frente para ajudar a compreender a estrutura da mão. Por favor, faça isso novamente com as palmas voltadas para baixo. Esta posição é igual à posição permanente dos seus pés! Agora, tire os sapatos e meias. Isso leva à introdução de dois novos termos: plantar (a superfície inferior do pé; no linguajar leigo, a planta do é) e o dorso (a superfície superior do pé). A organização física dios ossos do pé não é tão clara quanto a da mão; todavia, vamos avançar rapidamente! OSSOS TARSAIS Sete ossos formam o centro do pé (FIGURAS 2.7, 2.8 e 2.9). Dois, o calcâneo (pinte de laranja) e o tálus (pinte de verde), são fundamentais para a manutenção da integridade e da estabilidade do tornozelo e do pé. O calcâneo (A) oferece a base de sustentação para a parte posterior do pé. Os poderosos músculos gastrocnêmio e sóleo têm sua fixação distal na face posterior do calcâneo. A face plantar do calcãneo possui a tuberosidade do calcâneo (A. ) Na superfície súpero-medial do calcâneo encontre o sastentáculo do tala: (A2). Essa projeção do calcâneo literal- mente ajuda na "sustentação" do tálus! O calcâneo também possui um sulco profundo na superfície inferior; formado pelo tendão do músculo flexor longo do hálux (A3). O osso que tem maior relação funcional com o calcâneo é o talus (B). O talus possui uma cabeça (B1), um colo (B2) e um corpo (B3). O tálus fica sobre o calcâneo e está encunhado firmemente entre os maléolos medial e lateral (ver lição anterior). Esta arte do tálus é a tróclea do ! alas (B4). Esta união, estruturalmente irme em virtude da forma como a tróclea do tálus (roldana) está posicionada, é ainda mais fortalecida por ligamentos nas faces medial e lateral. Anteriormente ao tálus, encontre o navicalar (C) (pinte de azul) com uma tuberosidade rugosa (C, ) na superfície ínfero-medial. Anteriormente ao calcâneo está o cubáide (D) (pinte de amarelo). Observe a "articulação transversa do tarso” entre esses quatro ossos. Esta não é uma articulação do ponto de vista anatômico; mas, funcio- nalmente, permite pequeno movimento do pé, bem como inversão e eversão do pé. Esses movimentos são importantes em atividades de equilíbrio e locomoção em chão irregular. O cubóide apresenta um sulco rofundo na superfície plantar (D¡) causado pelo tendão da mascai: fibalar longo. Os três ossos tarsais remanescentes são os ossos canezformes medial (E), intermédio (F) e lateral (G). (Pinte os três de marrom. ) 16V OSSOS METATAHSAIS Como na mão, o pé possui cinco ossos metatarsais numerados de 1 a 5, na direção medial-lateral. Cada um possui uma base roximal, um corpo e uma cabeça distal. É observada uma taberosí ade proe- minente na face lateral da base do quinto metatarsal Essa tube- rosidade é o local de fixação do músculo fibular curto, mas é obser- vada principalmente ao avaliar a largura dos sapatos. Pinte de roxo os metatarsais. FALANGES São numeradas como os metatarsais. O padrão é i al ao da mão. O hálux é semelhante ao olegar porque possui duas alanges (proximal e distal) e os outros dãdos possuem três: proximal, média e distal. Pinte as falanges de preto. 'Í PARA REVISAR E FIXAR Compare articulações “equivalentes” dos membros inferiores e superiores: quadril e ombro, joelho e cotovelo, tornozelo e punho, metacarpais/ metatarsais, e falanges. Quais movimentos são seme- lhantes, quais são diferentes? Por quê? Quais são os fatores facili- tadores ou limitadores? (3 só PRA DISTRAIR A Lei de Wolff afirma que um osso desenvolve a estrutura mais adequada para resistir às forças que atuam sobre ele (um conceito "use ou perca”). A carga sobre o osso causa crescimento, e a ausência de carga (como em pacientes acamados por longo período ou astronautas em ambiente sem gravidade) causa perda óssea. Uma carga que todo ser humano sustenta é o peso. Em postura normal, um ser humano sustenta o peso igualmente em cada pé. Em cada pé, o calcâneo e as cabeças dos metatarsais sustentam cada um metade da carga, distri- buída dessa forma: seis unidades sobre a tuberosidade do calcâneo, duas unidades sobre a cabeça do primeiro metatarsal e uma unidade sobre cada uma das quatro cabeças dos metatarsais remanescentes. Verifique isso observando que o primeiro metatarsal tem aproxima- damente o dobro da espessura dos outros quatro, e que esses quatro possuem quase exatamente a mesma espessura. Calcule a distribuição de peso sobre os calcâneos e os metatarsais de um homem de 54 kg de pé, imóvel, com o peso igualmente equilibrado sobre ambos os pés! Sua resposta? Depois disso, lembre qae os seres humanas raramente passam o tempo de pe', imóveis, igualmente eqailibrados sobre ambos os pés!
  27. 27. EXERCÍCIO 2 OSSOS D0 MEMBRO INFERIOR 17 metatarsais tarsais Superfície plantar FIGURA 2.7 Superfície plantar Superfície dorsal FIGURA 2.8 Superfície dorsal l Sustentação de peso A FIGURA 2.9 Superfície medial 1 l
  28. 28. r EXERCICIO 3 Antes de estudar vértebras ou regiões individuais, familia- rize-se com toda a coluna vertebral (FIGURAS 3.1a e 3.1 b). A coluna vertebral é a unidade estrutural central e de susten- tação do tronco, tem um papel fundamental no movimento e na posição ortostática de pé e protege a medula espinal. A coluna vertebral humana possui 33 vértebras: 7 cervicais; 12 torácicas; 5 lombares; 5 sacrais (fundidas para formar o sacro); e 4 coccígeas (das quais a primeira algumas vezes é separada e as outras três fundidas). Estruturas ligamentares e cartilaginosas ajudam na manu- tenção da estabilidade, e limitação da mobilidade, da coluna vertebral (FIGURA 3.10). Um constituinte vital dessa "pilha de ossos separados” é a série de discos intervertebrais fibrocarti- laginosos que unem corpos vertebrais sucessivos da segunda vértebra cervical até a junção lombossacral! Os discos também servem como coxins, preservando a integridade vertebral durante atividades de sustentação de peso (caminhada, corrida, salto). Cada disco possui um núcleo de material gelatinoso, o nucleo pulposo (pintar de laranja), circundado por um envol- tório de tecido conjuntivo elástico e fibroso, o anel fibrosa (pintar de vermelho). Algumas vezes esse núcleo tenta sair do seu anel fibroso: uma ruptura ou hérnia de disco. Isso é mais comum na região lombar e freqüentemente resulta em dor significativa devido à compressão das raízes dos nervos do membro inferior. Quatro ligamentos também estão associados à coluna vertebral, atuando para manter a sua integridade e limitar o movimento. O ligamento longitudinal anterior (A) (pintar de amarelo) segue ao longo da face anterior dos corpos vertebrais. O ligamento longitudinal posterior (B) (pintar de verde) é encontrado acompanhando o comprimento da coluna vertebral na face posterior dos corpos vertebrais. O ligamento amarelo (C) (pintar de marrom) é na verdade uma série repetitiva que passa de uma vértebra para outra sobre a face profunda das lâminas. O ligamento supra-espinal (D) (pintar de azul) segue ao longo dos processos espinhosos das vértebras e também envia alças para os espaços entre processos espinhosos individuais, os ligamentos interespinais (E) (pintar de roxo). No pescoço, o ligamento supra-espinal é espessado como o ligamento nucal (F), que sustenta (estabi- liza) a cabeça. Essa estrutura é muito forte e fundamental em 18? A iColunaVertebrali quadrúpedes e é funcionalmente contínua com o ligamento supra-espinal. (Imagine uma vaca pastando em um campo ou dois Carneiros dando cabeçada um no outro e levantando a pelve e os membros posteriores em reação. ) só PRA nus-mma Vamos criar uma imagem para aprender e compreender a estrutura de uma vértebra individual. A imagem é de uma igreja e como os elementos estruturais dessa construção representam os componentes estruturais de uma vértebra. Os tamanhos ou formatos das partes constituintes podem variar (nem todas as igrejas são construídas exatamente iguais), mas o conceito persistirá! Pinte o solo de marrom, as paredes de azul, o teto de amarelo, a cumeeira de verde e a torre de laranja. A compa- ração que estamos fazendo é a seguinte: Solo = corpo vertebral = marrom Paredes = pedículo = azul Teto = lâmina = amarelo Cumeeira = processo transverso = verde Torre = processo espinhoso = laranja Use este esquema colorido em todo o estudo das 'vérte- bras.
  29. 29. EXERCÍCIO 3 A COLUNA VERTEBHAL FIGURA 3.1c FIGURA 3.1a FIGURA 3.1b
  30. 30. EXERCÍCIÓ 3 A ColunaVertebral A coluna vertebral apresenta várias curvaturas ântero- posteriores. As curvaturas cervicais e lombares são côncavas posteriormente e descritas como adquiridas. Essas curva- turas desenvolvem-se como conseqüência natural da postura vertical humana. A curvatura cervical começa a se formar quando um bebê levanta a cabeça e, em conjunto com a curva- tura lombar, continua a se definir durante outros estágios ao assumir a posição bípede (engatinhar, andar). As curvaturas torácica e sacral são côncavas anteriormente e descritas como primárias (presentes ao nascimento). Na posição vertical essas curvaturas suaves servem para equilibrar o corpo sobre seu centro de gravidade. Um exagero de curvatura primária é denominado czfose (mais comum na região torácica) (FIGURA 20 [”> 3.1d), e um exagero de curvatura adquirida é denominado Zordose (mais comum na região lombar) (FIGURA 3.1 e). A coluna vertebral também se adapta para manter-se contra a força da gravidade em relação aos lados direito/ esquerdo. O desvio de uma parte da coluna vertebral para um lado geral- mente é acompanhado por um desvio de compensação para o lado oposto em outra parte da coluna. Esse desvio lateral é a escoliose (FIGURA 3.11). Quase todos nós temos alguma pequena escoliose funcional devido ao fato de ue tendemos a fazer a maioria das coisas (carregar bolsas de ivros, malas, bebês, etc. ) com um membro favorito. A escoliose estrutural é outro problema e pode incluir uma torção da caixa torácica e resultante "corcova".
  31. 31. EXERCÍCIO 3 A COLUNA VERTEBRAL Cifose Lordose Escoliose FIGURA 3.1d Cifose FIGURA 3.1e Lordose FIGURA 3.1f Escoliose
  32. 32. EXERC ícIo 3 A CoilunajViertebrali REGIÃO CERVICAL A estrutura da vértebra cervical típica (FIGURA 3.2) (pinte a barra de amarelo) inclui um corpo (A) e um arco 'vertebral (B) com as partes que o compõem: pedículo (C) e lamina (D) circundando o forame vertebral (E). (Tudo isso para proteger a medula espinal que atravessa os forames vertebrais seqüenciais. ) Um processo espinhoso proeminente é formado na junção das lâminas e são mostrados processos transversas (G) na junção das lâminas e pedículos. Cada vértebra possui processos articulares superior (H) e inferior (I) com faces articulares lisas para articulação com as vértebras superiores e inferiores. Cada processo transverso possui tubérculos anterior (I) e posterior (K), além de um forame transverso (L). Nota: a artéria vertebral segue até a cabeça através do canal formado pelos forames transversos seqüenciais. Essa jornada começa no nível da vértebra C6; portanto, a vértebra C7 não possui esses forames. A região cervical também apresenta duas vértebras muito “atípicas”: o atlas e o áxis (FIGURAS 3.3 e 3.4). Observe rapidamente essas ilustrações, depois retorne à imagem da igreja/ vértebra e tente determinar que componentes estru- turais estão alterados ou faltando! A primeira vértebra cervical, o atlas (FIGURA 3.3), é assim denominada porque segura a cabeça, como o deus da mito- logia grega Atlas que sustentava o mundo. Essa vértebra não tem um corpo; sendo estruturada como dois arcos. O arco anterior (M) possui uma pequena depressão em sua face interna, a fóvea do dente O arco posterior (O) não possui características específicas de distinção. Os dois arcos encon- tram-se bilateralmente para formar uma massa lateral (P) com faces articulares superior e inferior. Os processos transversos estendem-se da massa lateral e circundam o forame trans- verso. Na superfície posterior da face articular superior há um sulco profundo. Este é o sulco da artéria vertebral (Q). Após ascender através do forame transverso das vértebras cervicais, a artéria curva-se agudamente em sentido posterior e entra no crânio através do forame magno. A segunda vértebra cervical, o áxis (L. axis, "eixo, centro de rotação”) (F| GURA 3.4) tem um corpo adicional (o corpo que o atlas perdeu no desenvolvimento embriológico). Este é o dente (processo odontóide) Este processo articula-se superiormente com a fóoea do dente; mantido firmemente no lugar por um forte ligamento. Esta disposição permite a rotação do crânio sobre o pescoço! Outras características do áxis incluem aquelas de outras vértebras cervicais. Um arco 'vertebral (S), processos transversas com forames (T), forame vertebral (U), processos e faces articulares superiores (V) e inferiores (W). 22› REGIÃO TORÁCICA As vértebras torácicas são únicas em seus processos espi- nhosos, extremamente pontiagudos e superpostos, e suas articulações especiais com as costelas. A FIGURA 3.5 (pinte a barra de vermelho) mostra vistas superior e lateral de uma vértebra torácica. O corpo (A) possui fóveas costais superior (B) e inferior (C) para articulação com sua costela e uma articulação parcial com a costela abaixo. Há um arco vertebral (D) com lâmina (E) e pedículo (F). Na junção da lâmina e pedículo estão as faces arti- culares superior (G) e inferior (H) para articulação com as vérte- bras imediatamente superior e inferior. O pedículo possui uma incisura superficial em sua superfície superior e uma incisura bem mais profunda inferiormente. Há um processo espinhoso (I) proeminente e direcionado inferiormente. Os processos trans- oersos (I) estendem-se lateralmente e possuem fóveas costais (K) para articulação com as costelas correspondentes. REGIÃO LOMBAR As vértebras lombares (FIGURA 3.6) (pinte a barra de azul) são caracterizadas por seu grande tamanho e por processos espi- nhosos e transversos grandes. O corpo (L) tem tamanho surpre- endente. O arco vertebral (M) com pedículo: (N) e lâminas (O) também tem aparência forte. Da mesma forma que as vérte- bras torácicas, os pedículos das vértebras lombares também possuem incisuras superiores pequenas e inferiores grandes. Como as vértebras lombares não se articulam com as costelas, seus processos transtzersos (P) servem como locais para fixação de músculos fortes. Processos articulares superiores (Q) e inferiores (R) com faces articulares estendem-se do arco vertebral para arti- culação com as vértebras imediatamente superiores e inferiores. Observe a diferença de tamanho e orientação do processo espi- nhoso (S) em comparação com as vértebras torácicas. e PARA REVISAR E FIXAR Concluímos o estudo das vértebras individualmente. Estude uma coluna vertebral completamente articulada para ajudar a responder essas perguntas. Observe o tamanho dos corpos verte- brais, desde a primeira vértebra cervical até a quinta lombar. Observe a direção de orientação das faces articulares vertebrais, desde a primeira vértebra cervical até a quinta lombar. O que essas observações indicam em relação às várias funções da coluna verte- bral descritas no início do estudo? Qual é a razão das incisuras vertebrais superiores e inferiores das vértebras sucessivas?
  33. 33. EXERCÍCIO 3 A COLUNA VERTEBRAL cervical típica FIGURA 3.2 torácica I: I FIGURA 3.5 23
  34. 34. I EXERCICIO 3 A ColunaVertebral SACRO O maciço sacro, preso firmemente entre os ílios (as articula- ções sacroilíacas), representa cinco vértebras sacrais fundidas. A partir do estudo anterior, você sabe que a curva sacral é primária e côncava. O sacro (FIGURAS 3.7a. b) articula-se superiormente com a quinta vértebra lombar, uma articulação fundamental para a estabilidade da coluna vertebral e o ponto de maior modificação na curvatura de toda a coluna. Possui processos articulares superiores (A) para esta união. Em sua face dorsal (posterior) o sacro exibe uma série de vestígios de vértebras individuais. A crista sacral mediana (B) representa processos espinhosos fundidos, as cristas sacrais mediais (C) são os remanescentes dos processos articulares, e as cristas sacrais laterais (D), dos processos transversos. Nessa face também há. tuberosidades sacrais (E) bilaterais. Lateral- mente a cada tuberosidade está a face auricular (F) para junção com o ílio correspondente na articulação sacroilíaca. Também são observados quatro pares de forames posteriores (G). O canal sacral (H) e o hiato sacral (I) também são obser- vados posteriormente. Projetando-se inferiormente à direita e à esquerda do hiato está o corno sacral (j). A extremidade 24V inferior do sacro é o ápice (K) e a extremidade superior é a base (L). Em sua face pélvica (anterior, ventral), o sacro pode exibir linhas transversas (M) que indicam as linhas de fusão das cinco vértebras sacrais. A face anterior da base é particular- mente proeminente: o promontório do sacro (N). Há quatro pares de forames anteriores (O). CÓCCIX O cóccix é o vestígio de quatro vértebras separadas. Seu único ponto de referência importante é o como (P). fa* g PARA REVISAR E FIXAR Como foram as modificações sofridas pelos vários compo- nentes estruturais das vértebras (processos espinhosos, processos articulares, pedículos, lâminas e corpos) nas várias regiões? Quais são as razões relativas ao desenvolvimento e funcio- nais para a estrutura das várias vértebras?
  35. 35. EXERCÍCIO 3 A COLUNA VERTEBRAL 25 FIGURA 3.7b
  36. 36. EXERCICIO 4T? Ossos do Tórax A "caixa torácica" é formada pelo esterno e doze pares de costelas que circundam a área desde a coluna vertebral posteriormente até o esterno anteriormente. Essas estruturas esqueléticas têm quatro funções no corpo: ventilação e expi- ração (respiração), proteção do conteúdo torácico, controle da pressão intratorácica e intra-abdominal, e movimento do membro superior. ESTERNO O esterno (FIGURA 4.1) é descrito em três partes: manúbrio, corpo e processo xifóide. O manúbrio (A) é a parte superior do esterno. A face superior possui a incisura jugular (B), e de cada lado há uma incisura claoicular (C) para articulação com a clavícula correspondente. Imediatamente inferior à articulação esternoclavicular há uma superfície articular para a primeira costela. Pinte o manúbrio de amarelo. O corpo (D) (pintar de laranja) é a maior parte do esterno e articula-se com a terceira à sétima cartilagens costais (iden- tifique-as com lápis azul). Um ponto de referência importante no esterno é o ângulo do esterno (E), uma crista geralmente proeminente na junção do manúbrio e do corpo. Esta crista é palpável (pode ser percebida) e é importante porque indica o nível de articulação da cartilagem costal da segunda costela com o esterno. Tente palpá-la em você mesmo! A parte mais inferior do esterno é o processo xifóide (F). Este processo pode ser bífido (fendido em dois). Articula-se parcialmente com a cartilagem costal da sétima costela. Pinte o processo xifóide de vermelho. COSTELAS O tórax ósseo inclui 12 pares de costelas, algumas vezes dife- renciadas como costelas "verdadeiras" ou "falsas". Esta deno- minação é errada, todas são realmente costelas! Em relação à anatomia, porém, apenas os sete primeiros pares de costelas articulam-se diretamente com a coluna vertebral posterior- mente e, através de uma cartilagem costal, com o esterno anteriormente. A 83-103 costelas articulam-se com a coluna vertebral posteriormente, mas articulam-se anteriormente unindo sua cartilagem costal àquela da costela acima. A 113 e 12* costelas permanecem livres anteriormente. Na FIGURA 4.1 identifique essas costelas com lápis da seguinte forma: 13-7¡ costelas, verde; 83-10* costelas, azul celeste; 11h12¡ costelas, azul. Outro método descritivo é aquele das costelas “típicas” e "atípicas". Os componentes de uma costela típica são mostrados na FIGURA 4.2. Cada costela típica possui uma 26[> extremidade vertebral e uma extremidade esternal com um corpo interposto. Encontre as seguintes artes de uma costela típica nesta figura: cabeça (A), com uma fãce articular dividida em duas bemifaces por uma pequena crista. A costela arti- cula-se com o corpo de sua própria vértebra e com o corpo da vértebra acima, através dessas hemifaces. O colo (B) da costela tem aproximadamente 2,5 cm de comprimento e está localizado imediatamente lateral à cabeça. Há um tubérculo (C) na junção do colo e do corpo da costela. O tubérculo também possui uma face para articulação com o processo transverso de sua própria vértebra. O ângulo (D) da costela é uma crista oblíqua na face externa, lateral ao tubérculo, onde há uma modificação evidente na curvatura. As costelas típicas também possuem um sulco da costela (E) na face interna, ao longo e imediatamente superior à margem inferior. As costelas atípicas incluem a primeira, segunda, décima primeira e décima segunda (FIGURA 4.3). A primeira costela (F) é a mais curta e tem a maior curvatura. É achatada em um plano transverso, apresentando faces superior e inferior. As principais características da primeira costela incluem: Cabeça sem divisão da face articular ( 1) Colo (2) Tubérculo espesso e proeminente (3) Ausência de um ângulo Dois sulcos superficiais na face su erior para a artéria (4) e veia (5) subclávias, com um tubérculo interposto para fixação do músculo escaleno anterior (6). Ausência de um sulco costal A segunda costela (G) é uma forma de transição entre a rimeira cos e a e uma cos e a í rca. os 1 ma c rv ra p t l t l t P su u u atu semelhante à primeira costela, mas não é tão achatada; o ângulo é leve e perto do tubérculo. A décima primeira (I) e décima segunda (J) costelas possuem duas semelhanças estruturais: uma única face arti- cu ar ara a ca e a e ausência de um colo ou tubérculo. A l p b décima primeira costela possui um sulco da costela muito superficial, e a décima segunda não. : a à PARA REVISAR E FIXAR Descreva o trajeto e as fixações articulares de uma costela típica. As costelas individualmente têm papéis diferentes na inspi- ração e expiração?
  37. 37. 27 ossos no TÓRAX EXERCÍCIO 4 FIGURA 4.1 a tc a FIGURA 4.3
  38. 38. Terminaremos o aprendizado do sistema esquelético com o estudo do crânio. Por motivos educativos, separaremos o crânio nas partes facial e craniana. Esta divisão é algo arbi- trária, embora haja algumas diferenças funcionais entre essas partes. Os ossos da face participam da respiração, ventilação, mastigação e fala: sem mencionar seu papel na definição de nossa aparência. Os ossos cranianos protegem o encéfalo, os nervos cranianos e a vascularização intracraniana. Todos os ossos da face são mostrados individualmente na página oposta (FIGURA 5.1) e cada um possui uma barra para colorir sob ele. Pinte a barra com a cor designada e use a mesma cor nas imagens completas do crânio subseqüentes. A FACE Oito ossos participam da estrutura facial. Seis deles são pares, somando um total de quatorze. Dos ossos da face, a mandí- bala (cor da barra: verde) talvez seja o mais surpreendente e, pode-se dizer, o mais independente. A mandíbula se desen- volve em metades separadas que se unem em uma estrutura mediana: a sínfise da mandíbula. São descritos três principais componentes estruturais: corpo (A), ramo (B) e ângulo (C). Encontre-os em você mesmo colocando seu dedo indicador sobre cada ângulo. Dcslize os dedos anteriormente ao longo de cada corpo até que se encontrem no processo mentual (L. mentum, "queixo”). Agora refaça o caminho de volta até o ângulo e deslize os dedos em direção às orelhas ao longo do ramo. O ramo termina divergindo nos processos coronóide (D) e condilar (E). O processo coronóide serve como local de fixação muscular, enquanto o processo condilar articula- se com a fossa mandibular do osso temporal para formar a articulação temporomandibular. Entre esses dois processos está a incisara da mandíbula (F). Na face interna de cada ramo, encontre o forame da mandíbula (G), através do qual o ramo alveolar inferior do nervo mandibular entra na mandí- bula para proporcionar a inervação sensitiva dos dentes e gengivas. aí que o dentista anestesia a mandíbula. ) O corpo da mandíbula também possui um arco alveolar (H), que retém 28› EXERCICIO 5 Ossos do Crânio r os dentes. Encontre a espinha mentual (I) na face interna da junção dos dois corpos. Este serve como local de fixação muscular. Finalmente, encontre os forames mentaais (J) na face anterior de cada metade da mandíbula. O nervo mentual, um pequeno ramo sensitivo do nervo alveolar inferior, sai nessa abertura para chegar ao queixo. A maxila é formada por dois ossos (cor da barra: amarelo) que se unem na sutura intermaxilar. Cada maxila tem formato complexo e inclui uma parte significativa da face além da parte ínfero-medial do assoalho da órbita (face orbital, K). As duas unem-se anteriormente na sutura intermaxilar. Superficial- mente, as maxilas possuem um corpo (L), com faces anterior (M) e infratemporal (N), e processos frontal (O) e zigomatíco (P). O corpo da maxila é um seio oco revestido por mucosa contínua com a mucosa nasal. (Uma situação bem conhecida de quem sofre de febre do feno ou outros problemas dos seios paranasais. ) As extensões horizontais da maxila medialmente (processos palatinos, Q) formam os dois terços anteriores do palato duro. Outras características importantes da maxila incluem o processo alveolar (R), que abriga os dentes supe- riores, e o forame infra-orbital (S), do qual sai uma parte do nervo maxilar para suprir a inervação sensitiva da pele da bochecha. Acompanhe essa abertura até o assoalho da órbita e encontre o sulco (T) e o canal infra-orbitais (U). 0 PARA REVISAR E FIXAR Em nosso estudo do membro inferior, revimos a Lei de Wolff, um conceito que afirma que o osso responde aos níveis do estresse, ou à ausência dele, adaptando sua estrutura. A mandí- bula edêntula (sem dentes) é outro exemplo desse fenômeno. A remoção de dentes da mandíbula resulta em perda óssea da parte alveolar, deixando a mandíbula "semelhante a uma barra”. Que conseqüências poderia ter esse distúrbio? Que procedimento é comum em odontologia hoje para evitar essas possíveis conseqüências?
  39. 39. EXERCÍCIO 5 ossos oo cRÂNIo 29 Maxila Mandíbula edêntula l: | l Metade da mandíbula Maxila/ _ _ Superfície medial suPefflcle medlal l: | FIGURA 5.1
  40. 40. A FACE Dois pequenos ossos nasais (barra colorida: roxa) (FIGURA 5.2) limitam a face súpero-medial dos processos frontais das maxilas e do osso frontal. Esta é a extensão do esqueleto externo do nariz. Você pode observar como são pequenos esses dois ossos colocando um dedo indicador no ângulo súpero-medial de cada olho e deslizando-o inferiormente até alcançar a cartilagem (talvez 2,5 cm). Os dois ossos zigomoíticas (barra colorida: vermelha) talvez sejam os mais interessantes em termos de seu impacto nas características faciais. Esses "ossos da bochecha" apresentam uma face lateral (A) e processos frontal (B) e temporal (C). Cada um deles também forma uma grande parte da parede lateral da órbita O par de ossos lacrimais (barra colorida: azul) é encon- trado no ângulo ântero-medial de cada órbita. Cada um possui um sulco (E); uma entrada para o ducto nasola- crimal. Os ossos palatinos (barra colorida: laranja) formam as extensões posteriores da maxila. Cada um deles possui uma lâmina perpendicular (F) que forma a parte da parede medial do seio maxilar e uma lâmina horizontal (G) formando o terço posterior do palato duro. 3OP EXERCI Ossos do Crânio r : .05 As conchas nasais inferiores (barra colorida: marrom) arti- culam-se com as paredes mediais das maxilas através de um processo maxilar (I-I). As conchas pendem no interior da cavi- dade nasal de forma semelhante a um rolo e são cobertas por mucosa nasal; servindo para aumentar a área de superfície da cavidade nasal. O pequeno, e muito frágil, vômer (barra colorida: verde) forma uma parte do septo nasal. Articula-se superiormente com os ossos alatino e esfenóide. Nota: em a guns textos de anatomia, as conchas nasais ínfe- riores e o vômer são apresentados com os ossos do crânio. o PARA REVISAR E FIXAR O palato duro é formado pelos processos de dois ossos. Quais? Nos ossos da face, encontre os forames supra- e infra- orbitais (o supra-orbital freqüentemente é uma incisura, e não um forame). Observe que eles estão em uma linha perpendi- cular ao forame mentual na mandíbula. Isso será. importante durante o estudo dos nervos cranianos porque um ramo de cada divisão do nervo trigêmeo sai de cada um desses forames para chegar à face.
  41. 41. EXERCÍCIO 5 Lacrimal ossos oo CRÂNIU 31 Concha nasal inferior m¡ Vômer
  42. 42. EXERC ÍCl0 i5 Ossos do Crânio 0 CRÂNIO Seis ossos estão envolvidos na formação do crânio. Dois deles são pares, somando um total de oito. Todos são mostrados nas quatro vistas do crânio na FIGURA 5.3. Vamos começar nosso aprendizado com a apresentação do osso frontal: a “fronte”, literalmente a frente da cabeça (barra colorida: azul-esverdeado). Este grande osso estende-se posterior- mente até próximo do ápice do crânio, onde se articula com os dois ossos paríetais. Esta grande área lisa é descrita como a escama frontal. O osso frontal possui partes orbitais que formam quase toda a abóbada (teto) de cada órbita bem como processos zigomáticos (A) e margens nasal (B) e supra-orbital (C). Os ossos frontais também contêm seios revestidos por mucosa nasal (mais uma vez, uma causa muito freqüente de desconforto para aqueles que têm "sinusite”). Na face interna, encontre a crista frontal (D). O par de ossos paríetais (barra colorida: vermelho-alaran- jado) forma a metade posterior das partes lateral e superior do crânio. Eles articulam-se entre si medialmente ao longo da sutura sagital e com o osso frontal anteriormente, os ossos temporal e esfenáide lateralmente e o osso occipital posterior- mente. A face externa possui as linhas tem orais superior (E) e inferior (F). Internamente, encontre o su co dos seios sagital superior e sigmóide (em forma de S) (G). O par de ossos temporais (barra colorida: roxa) possui partes escamosa (plana), petrosa (semelhante a rocha) e timpâ- nica (semelhante a sino ou ressonante). A parte escamosa é externa e mostra um processo zigomático (H), que se associa ao processo temporal do osso zigomático para formar o arco zigomático. Na superfície inferior do processo zigo- mático, encontre a fossa mandibular (I) para articulação com o processo condilar da mandíbula. A parte petrosa é 32 t: › mais complexa, abrigando a orelha interna e vários ramos importantes dos nervos cranianos. As características externas significativas incluem os processos mastóide (j) e estilóide (K), com o forame estilomastóideo (L) interposto. Internamente, encontre o sulco do seio sigmóide (G), o canal carótico (M) e o meato acústico interno (N). A parte timpâníca possui o meato acustico externo (O). O osso occipital (barra colorida: amarela) forma a parede póstero-inferior do crânio. A característica mais evidente desse osso é o grande forame ma no (P), também denominado forame occipital, através do quaifpassa o bulbo. Encontre, de cada lado da superfície externa, os côndilos occipitais (Q) para articulação com as faces articulares superficiais da primeira vértebra cervical. Externamente, esse osso também possui linhas nucais superior (R) e inferior (S), locais de fixação de importantes músculos do pescoço. A protuberância occipital externa (T) é um ponto de referência palpável na superfície posterior desse osso. Encontre-o agora em você mesmo! Outra característica importante é o par de canais do nervo hipoglosso (U), a via através da qual os nervos hi oglossos deixam o crânio. Estes são encontrados mais faci mente na superfície externa. Na superfície interna do assoalho do crânio, encontre a eminência cruciforme (semelhante a uma cruz) (V), um ponto de referência significativo para várias estruturas importantes. Essa cruz delimita quatro quadrantes, dentro dos quais os lobos occipitais direito e esquerdo do cérebro e os lobos direito e esquerdo do cerebelo são protegidos. No centro da cruz está a protuberância occipital interna (W). Encontre os sulcos dos seios transversos (X) e do seio sagital superior (Y) reunidos aqui. A parte basilar (Z) do osso occipita é encon- trada anteriormente ao forame magno e articula-se com o osso esfenóide.
  43. 43. EXERCÍCIO 5 ossos D0 CRÂNID 33 Assoalho do crânio Inferior FIGURA 5.3
  44. 44. r ! EXEARCICWISO 5 . ..W Ossos do Crânio o CRÂNIO Ainda há dois ossos que devem ser estudados: o etmóide e o esfenóide (FIGURA 5.4). Esses ossos são vizinhos, localizados no centro do crânio, e estruturalmente envolvidos em vários objetivos especiais. O osso etmóide é frágil e complexo, tem formato apro- ximadamente cúbico, ossui várias cavidades sinusais e está alojado entre as paredIés intermédias da maxila, anterior ao esfenóide, e inserido na incisura etmoidal do osso frontal. Em termos leigos, atrás do nariz e entre os olhos. Encontre a crista etmoidal (A) projetando-se superior- mente e inserindo-se entre os tetos das órbitas. De cada lado da crista etmoidal estão as laminas cribriformes (B) perfuradas para a passagem de fibras do nervo olfatório. Volte à FIGURA 5.3 e encontre ambas entre as faces orbitais do osso frontal. O etmóide também possui uma lâmina perpendicular (C) que forma a parte superior do septo nasal e as conchas nasais suprema (D), superior (E) e média (F). Associadas às conchas nasais inferiores previamente estu- dadas, estas aumentam significativamente a área de super- fície da passagem nasal. Todas as conchas são cobertas por mucosa. O etmóide também é perfurado com um labirinto de células aéreas (G). Em nossa opinião, o osso esfenóide é a chave para compre- ender e visualizar o crânio. É um osso que possui muitos forames para passagem de nervos, veias e artérias importantes e localizado no centro do crânio. Várias imagens desse osso são apresentadas na página oposta. Observe as vistas posterior e anterior! O que você vê? Um falcão, com as asas abertas e com os pés e garras pendentes para capturar uma presa? Ou talvez um morcego? O que quer que você tenha visto, grave a imagem em sua mente, isso o ajudará muito a desenvolver uma compreensão tridi- mensional desse osso! A estrutura central desse osso é o corpo (H) a partir do qual se abrem as asas maiores (I) e menores (J). Uma estrutura funda- mental na superfície superior do corpo é a sela turca (K). A sela turca é oca e contém extensões da mucosa nasal. A pequena depressão na face superior da sela turca é a fossa hipofisial (L), ocupada em vida pela hipófise (que cavalga a sela). Pendente da junção das asas maiores com o corpo estão os processos pteri- góides, cada um com lâminas medial (M) e lateral (N). Cada lâmina medial é distinguida por um gancho proeminente em sua extremidade inferior: o hãmulo pterigóideo (O). 34l> As asas maiores possuem faces temporais (P) e orbitais (Q); estas últimas formam a parede posterior da órbita. Cada uma também possui uma extremidade projetando-se inferior e posteriormente: a espinha do osso esfenoidal (R). Como o esfenóide está localizado no centro da estrutura do crânio, muitos vasos e nervos entram ou saem através desse osso. As evidências disso são os sulcos ou orifícios. Há um sulco proeminente, o sulco carótico (S) em cada face lateral do corpo, formado pela passagem da artéria carótida interna. Anterior e lateral ao corpo, encontre o forame redondo (T), o forame oval (U) e o forame espinhoso (V). Os dois primeiros conduzem ramos dos nervos cranianos para fora do crânio, enquanto o último conduz a artéria meníngea média para o crânio. Sob a origem das asas menores do corpo está o par de canais ópticos (W) através dos quais os nervos ópticos seguem a partir das retinas. Uma palavra final sobre o corpo do esfenóide. Como os ossos maxilar, frontal e etmóide, também possui um seio revestido de mucosa como extensão da cavidade nasal. G3 só PRA DISTRAIR Vamos fazer uma viagem conceitual através das estruturas situadas no interior e ao redor do corpo do esfenóide. Solte sua imaginação! Você é o cavaleiro do serviço postal expresso (hipófise) sentado na sela (sela turca) de um cora- joso corcel. Suspensas sobre a sela e pendentes dos dois lados estão as malas postais (seios cavernoso e intercaver- noso). Enquanto você "se esconde" por trás do pescoço do cavalo para aumentar a velocidade, seus joelhos ficam em uma posição quase dobrada enquanto seus pés permanecem nos estribos, mas empurram para trás (artérias carótidas internas seguindo ao longo da sela e curvando-se aguda- mente no "joelho" para dar origem à artéria oftálmica para o olho). Não se preocupe se todo este quadro não fizer sentido agora. Fará depois do estudo dos sistemas cardiovascular e endócrino. REVISAR E FIXAR Que ossos do crânio possuem seios?
  45. 45. EXERCÍCIO 5 Osso etmóide Superfície posterior Osso etmóide Superfície superior OSSOS DO CRÂNID 35 Vista anterior do osso esfenóide
  46. 46.
  47. 47. fflÍf. !Í fÍ/ .Íifíí E ! É 'íÍilÍ ~ O Sistema Articular As articulações são os locais funcionais onde interagem os sistemas esquelético e muscular (por isso estão colocadas neste ponto do texto). A articulação é formada por dois ou mais ossos. De modo geral, as articulações são cons- truídas para permitir ou limitar a mobilidade. As arti- culações que favorecem a mobilidade sofrem lesão com maior freqüência do que aquelas que limitam a mobili- dade. Assim, a articulação do ombro (glenoumeral) é a mais móvel e a que sofre lesão com maior freqüência. Use a seqüência abaixo como orientação da estrutura e função articulares. mobilidade estabilidade fre üentemente lesadaGíà raramente lesada om ro suturas do crânio Três fatores principais influenciam a equação de estabili- dade/ mobilidade de uma articulação: (1) o formato das super- fícies articulares, (2) a força da cápsula articular e dos liga- mentos e (3) a força e a orientação dos músculos que atuam na articulação. No tratamento das lesões articulares, ou no treinamento para fortalecer uma articulação, devem-se ter em mente esses fatores. Por exemplo: a estabilidade da arti- : ulação do quadril é devida principalmente ao fator n52 1; a io ombro, ao fator n* 3; e a do joelho, aos fatores n°52 e 3. As seguintes categorias de articulações são descritas e mostradas : a FlGURA ! |A-J. NÃO-SINOVIAIS Fibrosas Estas articulações são caracterizadas pela união através de : ecido fibroso. São descritos três tipos: sutura (L. sutura, "costura”) - geralmente cobrindo uma aber- tura muito pequena ex. : as suturas entre os ossos do crânio (A) sindesmose (G. sfrndesmos, "faixa; tecido conjuntivo”) que geralmente cobre uma abertura média ex. : a membrana interóssea que une a tíbia e a fíbula (B) gonfose (G. gómphosis, "prego, cavilha”) ex. : os dentes presos nos encaixes dos alvéolos dentais da mandíbula e maxila cartilagíneas A união é feita por cartilagem, o que permite movimento limitado. Algumas vezes essas articulações são designadas primárias e secundárias. As articulações cartilagíneas primá- rias não são consideradas articulações verdadeiras, pois não duram a vida toda. As cartilagens epifisiais dos ossos longos em crescimento são o melhor exemplo disso. Dois exemplos de articulações cartilagíneas secundárias são: sínfise (G. sfimphysis, “que crescem juntos") - discos inter- vertebrais; sínfise púbica (C) sincondrose - cartilagens costais que unem as costelas ao esterno (D) Sinoviais Um maior grau de movimento é permitido nas articulações sinoviais. Todas as articulações smoviais têm várias caracte- rísticas específicas. 1. As superfícies articulares dos ossos envolvidos em uma articulação sinovial são circundadas por uma cápsula arti- cular de tecido conjuntivo denso. 2. A superfície interna dessa cápsula articular é revestida por membrana sinovial, que secreta líquido sinovial para a arti- culação. 3. O líquido sinovial circula na articulação e entre as super- fícies articulares. 4. As superfícies articulares são cobertas por uma camada de cartilagem hialina. plana (deslizante) - não-axial; grau de movimento muito limi- tado; há algum deslizamento entre as superfícies ex. : articulações intercarpais (E) selar - biaxial; as duas superfícies articulares têm formato de sela (bicôncavas e biconvexas) ex. : articulação carpometacarpal do polegar (F) esferóidea; enartrodial - multiaxial ex. : quadril (coxofemoral) (G) trocóidea (pivô) - uniaxial; permite rotação em torno de um eixo longitudinal ex. : articulação atlantoaxial (H) elipsóidea - biaxial; uma superfície articular é convexa, a outra côncava (I) ex. : articulação radiocarpal (punho) P37
  48. 48. 3 8 O SISTEMA ARTICULAR UNIDADE DOIS gínglimo (dabradiça) - uniaxial; flexão e extensão em torno chidas por líquido viscoso e situadas onde poderia haver atrito de um eixo transverso entre as superfícies. Em alguns casos, essas bolsas comunicam- ex; umeroulna; (J) se com a cápsula articular. Três exemplos importantes são as _ _ _ _ bolsas subacromial, subcutânea do olécrano e suprapatelar. As articulações smoviais freqüentemente são acompanhadas Vamos Começar com o estudo das articulações do membro por, ou associadas a, bolsas. Estas são sacos ou cavidades preen- superior_
  49. 49. LNIDADE DOIS 0 SlSTEMA ARTICULAR Fibrosas Cartilagíneas 39 a Sinoviais FIGURA II
  50. 50. r EXERCICIO 6 Articulações do Membro Superior ESTERNOCLAVICULAR A união da clavícula ao esterno (FIGURA 6.1) se faz por meio de uma articulação sinovial plana e, portanto, inclui uma cápsula articular (A). Um pequeno disco articular (B) interpõe-se entre os ossos e possui fixações na primeira costela e clavícula. Um ligamento interclavicular une as duas clavículas através da incisura jugular. ACROMlOCLAVICULAR A articulação acromioclavicular também é uma articulação sinovial plana, e como a articulação esternoclavicular possui uma cápsula (C) e um pequeno disco articular (D). O liga- mento acromioclavicular (E) está associado ã integridade dessa articulação e é encontrado na superfície superior da cápsula articular. Vários outros ligamentos estabilizam a clavícula em relação à escápula; são eles: coracoacromial (F) e coracoclavi- cular (G), que possui partes trapezóide (G1) e conóide (G2). DO OMBRO A cápsula dessa articulação circunda a cabeça do úmero e fixa- se ao redor da margem da cavidade glenoidal: os ligamentos glenoumerais (H). Essa cápsula apresenta espessamento supe- rior e estende-se até o processo coracóide da escápula como o ligamento coracoumeral (I). Inferiormente, a cápsula é fraca e conta com vários pequenos músculos para ajudar a manter a estabilidade da articulação. (O manguito rotador; que será descrito adiante neste texto. ) Essa articulação é multiaxial, permitindo movimento nos três planos do corpo através dos três eixos de rotação: flexão/ extensão, abdução/ adução e rotação medial/ lateral (ver revisão nas pp. 1 e 2). Outro movimento possível nessa arti- culação é a circundução, um movimento de associação no qual o membro circunscreve um cone; produzido por flexão, abdução, extensão e adução seqüenciais. O lançamento de uma bola de softball com a mão abaixo do nível dos ombros é um bom exemplo dessa seqüência. Devido ao grau de movi- mento possível e à escassez de fixação estrutural à escápula, é difícil imaginar por que a articulação do ombro está sujeita a lesão com tamanha freqüência? A força muscular é funda- mental na integridade dessa articulação. 40i* UMEROULNAR E UMERORRADIAL A tróclea da ulna e a incisura troclear do úmero formam um elemento dessa articulação uniaxial; o outro é a cabeça do rádio e o capítulo do úmero. Em termos funcionais, a articulação umeroulnar é o principal participante que permite a flexão/ extensão do cotovelo. O rádio acompanha nesses movimentos. Uma cápsula articular envolve as duas articulações. Também é envolvida por essa cápsula a articulação radiulnar roximal. Aí, a cabeça do rádio gira na incisura radial da ulna diiirante os movimentos de pronação/ supinação. Os movimentos de pronação e supinação são especiais para o antebraço e a mão. Na posição anatômica, as mãos estão em supinação. Coloque as mãos com as palmas voltadas para cima na mesa à sua frente: isso é supinação! Agora vire-as com as palmas para baixo: isso é pronação. Faça isso várias vezes e observe que o movimento envolve o deslocamento do rádio para a frente (pronação) e para trás (supinação) sobre a ulna esta- cionária. A mão segue a orientação do rádio. Por quê? Lembre- se disso: a mão vai com o rádio! Os estudantes freqüentemente confundem esses movimentos, por isso mostramos uma forma fácil de lembrar. Para carregar um prato de sopa, é necessário supinação do antebraço e da mão. Por isso, imagine essa situação e pense em sopinação [sic] e pronação! ARTICULAÇÕES RADIULNARES A articulação radiulnar proximal trabalha em série com a articulação radiulnar distal na pronação/ supinação. A cápsula articular apresenta espessamento nas faces radial e ulnar, formando os ligamentos colaterais radial (J) e ulnar (K). O ligamento anular (L) circunda o colo do rádio e fixa-se às margens anterior e posterior da incisura radial da ulna. Mantém a cabeça do rádio no lugar durante a flexão/ extensão e pronação/ supinação. A articulação distal é uma articulação trocóidea (pivô) entre a cabeça da ulna e a incisura ulnar do rádio. Essa arti- culação possui um pequeno disco articular. SINDESMOSE RADIULNAR A forte membrana interóssea M) une a ulna e o rádio em quase todo seu comprimento. uma articulação fibrosa.
  51. 51. EXERCÍCIO e ARTICULAÇÕES DO MEMBRO SUPERIOR Esternoclavicular . à. *EN Acromioclavicular FIGURA 6.1 Umeroulnar & umerorradial Radiulnar proximal Radiulnar distal 41
  52. 52. EXERCÍCIO-ET Articulações do Membro Superior RADIOCARPAL A articulação radiocarpal (A) (FIGURA 6.2) é, na verdade, princi almente uma união entre a extremidade distal expan- dida di: rádio e o osso escafóide do punho. Esta é uma arti- culação elipsóidea que permite movimento em dois eixos: flexão/ extensão e abdução/ adução; e, portanto, também circundução. INTERCARPAL As articulações planas entre os ossos carpais (B) permitem apenas pequena mobilidade entre os ossos em uma fileira. Uma articulação "mediocarpal" conceitual entre as duas fileiras pode permitir um pouco mais de movimento. Agora, reveja o conceito do "túnel do carpo” (p. 9) limitado pelos tubérculos do escafóide e trapezóide lateralmente e pelo hâmulo do osso hamato e pisiforme medialmente. Este túnel é atravessado por uma camada de tecido conjuntivo resistente: o retináculo dos músculos flexores. Use o lápis amarelo para unir o pisiforme e o hâmulo do osso hamato ao escafóide e trapézio. CARPOMETACARPAL Essas articulações permitem movimento muito pequeno do 29-59 dedos. Entretanto, não há essa limitação na articulação do primeiro dedo (polegar) (C). A articulação carpometa- carpal do polegar é especialmente construída para permitir grande variedade de movimento. A base disso é a capacidade única na estrutura da articulação selar. Essa articulação envolve dois ossos com superfícies convexa e côncava alter- nadas. Para ajudar na compreensão, use a seguinte imagem mental. Imagine uma sela sobre um cavalo. De um lado do cavalo até o outro, a sela é convexa. Da parte posterior da sela até a anterior, é côncava. Agora, imagine um cavaleiro na sela. Esse cavaleiro pode tender a deslizar para um dos lados, ou anterior e posteriormente. Isso representa os movi- mentos permitidos nessa articulação, sendo o mais impor- tante a oposição, uma associação das características acima que permite que a face palmar do polegar toque as faces palmares dos outros dedos. 42 t» INTERMETAOARPAL As articulações entre as bases dos metacarpais são planas e permitem movimento muito pequeno (D). METACARPOFALÂNGICA Essas uniões envolvem as cabeças dos metacarpais e as bases das falanges proximais (E). Estas são articulações elipsóideas que permitem flexão/ extensão e abdução/ adução e, portanto, também circundução (embora mais limitada do que nas arti- culações do ombro ou radiocarpal). As cápsulas articulares dessas articulações são fortalecidas nas faces medial e lateral por ligamentos colaterais. INTERFALÂNGICA As articulações das falanges (F) são uniaxiais e permitem apenas flexão e extensão. Cada articulação, a interfalângica proximal (IFP) e a interfalângica distal (IFD), é estabilizada por ligamentos colaterais nas faces medial e lateral.
  53. 53. EXERCÍCIO e ARTIGULAÇÕES DO MEMBRO SUPERIOR Intercarpal Carpometacarpal V FIGURA 6.2 Metacarpofalângica Interfalângica 43

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