Apostila Analista do Seguro Social 2015 - Conhecimentos Básicos - Gran Cursos

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Apostila Analista do Seguro Social 2015 - Conhecimentos Básicos - Gran Cursos

  1. 1. INSSINSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ANALISTA DO SEGURO SOCIAL CONHECIMENTOS BÁSICOS Simulado Comentado Língua Portuguesa Ética no Serviço Público Noções de Informática Noções de Administração Noções de Direito Administrativo Noções de Direito Constitucional Noções de Direito Previdenciário O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  2. 2. GG EDUCACIONAL EIRELI SIA TRECHO 3 LOTE 990, 3º ANDAR, EDIFÍCIO ITAÚ – BRASÍLIA-DF CEP: 71.200-032 TEL: (61) 3209-9500 faleconosco@editoragrancursos.com.br AUTORES: Bruno Pilastre / Viviane Faria Rebeca Guimarães Henrique Sodré Flavio de Sousa / Zé Carlos Thiago Vesely / Roberto Vasconcelos J.W. Granjeiro / Rodrigo Cardoso Ivan Lucas Beto Fernandes PRESIDÊNCIA: Gabriel Granjeiro DIRETORIA EXECUTIVA: Rodrigo Teles Calado CONSELHO EDITORIAL: Bruno Pilastre e João Dino DIRETORIA COMERCIAL: Ana Camila Oliveira SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO: Marilene Otaviano DIAGRAMAÇÃO: Oziel Candido da Rosa e Washington Nunes Chaves REVISÃO: Luciana Silva e Sabrina Soares CAPA: Pedro Wgilson TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – De acordo com a Lei n. 9.610, de 19.02.1998, nenhuma parte deste livro pode ser fotocopiada, gravada, reproduzida ou armazenada em um sistema de recuperação de informações ou transmitida sob qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico sem o prévio consentimento do detentor dos direitos autorais e do editor. 07/2015 – Editora Gran Cursos GS1: 789 86 2062 011 0 O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  3. 3. 4 BETO FERNANDES Ex-servidor do Banco do Brasil e Caixa Econô- mica Federal. Atuou por mais de 3 anos no INSS. Atualmente é servidor do TJDFT. Dinâmico, didático e experiente, ministra aulas de Direito Previdenciá- rio, Direito Constitucional e Conhecimentos Bancá- rios  nos melhores cursos preparatórios para concur- sos do país. BRUNO PILASTRE Mestre em Linguística pela Universidade de Brasília. Professor de Redação Discursiva e Interpretação de Textos. Autor dos livros Guia Prático de Língua Portuguesa e Guia de Redação Discursiva para Concursos pela editora Gran Cursos. FLÁVIO DE SOUSA Mestre em Ciência Política, Especialista em Direito Público, Especialista em Economia Brasileira para Negócios (USP), Economista, Jurista e Matemático. Mais de 13 anos de experiências em concursos públi­ cos, docente universitário, coordenador de Pós-graduação e servidor Público há mais de 15 anos. HENRIQUE SODRÉ Servidor efetivo do Governo do Distrito Federal desde 2005. Atualmente, é Gerente de Tecnologias de Transportes da Secretaria de Estado de Transportes do Distrito Federal. Atuou como Diretor de Tecnologia da Informação no perí- odo de 2012 a 2013. Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e pós-graduando em Gestão Pública. Ministra aulas de informática para concursos desde 2003. Leciona nos principais cursos preparatórios do Distrito Federal. Autor do livro Noções de Informática pela editora Gran Cursos. IVAN LUCAS Pós-graduando em Direito de Estado pela Universidade Católica de Brasília, Ivan Lucas leciona Lei 8.112/90, Direito Administrativo e Direito do Trabalho. Ex-servidor do Superior Tribunal de Justiça, o professor atualmente é analista do Tri- bunal Regional do Trabalho da 10ª Região. Possui grande experiência na preparação de candidatos a concursos públi- cos. É autor, pela Editora Gran Cursos, das obras: Direito do Trabalho para concursos – Teoria e Exercícios; Lei n. 8.112/90 comentada – 850 exercícios com gabarito comen- tado; Lei n. 8.666/1993 – Teoria e Exercícios com gabarito comentado; Atos Administrativos – Teoria e Exercícios com gabarito comentado; 1.500 Exercícios de Direito Administra- tivo; 1.000 Exercícios de Direito Constitucional; Legislação Administrativa Compilada, dentre outras. J. W. GRANJEIRO Reconhecido por suas obras, cursos e palestras sobre temas relativos à Administração Pública, é professor de Direito Administrativo e Administração Pública. Possui expe- riência de mais de 26 anos de regência, sendo mais de 23 anos preparando candidatos para concursos públicos e 17 de Serviço Público Federal, no qual desempenhou atribui- ções em cargos técnicos, de assessoramento e direção superior. Ex-professor da ENAP, ISC/TCU, FEDF e FGV/DF. Autor de 21 livros, entre eles: Direito Administrativo Sim- plificado, Administração Pública - Ideias para um Governo Empreendedor e Lei nº 8.112/1990 Comentada. Rece- beu diversos títulos, medalhas e honrarias. Destacam-se os seguintes: Colar José Bonifácio de Andrada, patriarca da Independência do Brasil (SP/2005), Professor Nota 10 (Comunidade/2005), Comendador (ABACH/2003), Colar Libertadores da América (ABACH/2003), Gente que Faz (Tribuna 2003), Profissional de Sucesso (Correio Brazi- liense/2003), Medalha do Mérito D. João VI (Iberg/Ibem/ Fenai-Fibra/Aidf/Abi-DF/2006), Cidadão Honorário de Brasí- lia (Câmara Legislativa do DF/2007), Empresário do Cora- ção 2006, 2007, 2008, 2010, 2011 e 2012, Master in Busi- ness Leadership 2006, 2007 e 2009 conferido pela World Confederation of Business. REBECCA GUIMARÃES Graduada em Sociologia e Antropologia pela Universi- dade de Brasília e com mestrado em Filosofia Social também pela Universidade de Brasília. Suas aulas estão relaciona- das aos principais temas ligados ao Código de Ética do Ser- vidor Público e às atualidades, tendo como principal foco concursos públicos e vestibulares. Rebecca Guimarães é sinônimo de aulas interessantes e bem elaboradas. É autora da obra OS E.U.A e a alienação fundamentalista religiosa pela Editora UnB. AUTORES O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  4. 4. ÉTICANOSERVIÇOPÚBLICO 5 RODRIGO CARDOSO Servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, o professor Rodrigo Cardoso é graduado em Direito pela Universidade Católica de Brasília e especialista em Direito Administrativo e Direito Constitucional. Professor de Direito Administrativo, Lei 8.112/90 e palestrante, possui grande experiência na preparação de candidatos a concur- sos públicos. É coautor do livro Direito Administrativo Simpli- ficado com o professor J. W. Granjeiro. ROBERTO VASCONCELOS Engenheiro Civil formado pela Universidade Fede- ral de Goiás, pós-graduado em Matemática Financeira e Estatística. Leciona exclusivamente para concursos há 18 anos, ministrando: Matemática, Raciocínio Lógico e Estatís- tica. Autor dos livros Matemática Definitiva para Concursos e Raciocínio Lógico Definitivo para Concursos pela editora GranCursos. THIAGO VESELY Thiago Andrigo Vesely é professor de Orçamento Público e Finanças (AFO) e Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no Gran Cursos. Instrutor do Siafi e de Orçamento no Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados (CEFOR). É coordenador de orçamento de liderança partidária, atuando no ciclo orçamentário da União desde sua elabora­ ção até a execução e controle. Especialista em Administra­ ção Orçamentária e Financeira e em Contabilidade Pública e Responsabilidade Fiscal. Especialista em Política e Representação Parlamentar; mestrando em Educação; gestor público e técnico em con­ tabilidade. É autor, pela Editora Gran Cursos, dos livros LRF Comentada, Glossário de Finanças Públicas e Administra­ ção Orçamentária e Financeira Contemporânea. VIVIANE FARIA Professora de Língua Portuguesa há 20 anos, em preparatórios para concursos e vestibulares, escolas públicas e particulares, faculdades e universidades, empresas privadas e órgãos públicos. Formada em Letras pela UnB, com dupla habilitação (Bacharelado e Licenciatura), pós-graduada em Neuroaprendizagem e mestra em Linguística pela UnB. Atualmente, além de professora, é pesquisadora pela UFG em Direitos Humanos e pela UnB em Linguística. Disciplinas que lecionou/leciona: Gramática, Interpretação Textual, Redação Discursiva, Redação Oficial, Latim, Literatura Brasileira, Crítica Literária, Literatura Infanto-Juvenil, Arte e Literatura, Análise do Discurso. Palestrante de técnicas neurocientíficas na organização e otimização dos estudos. ZÉ CARLOS José Carlos Guimarães Junior é professor universitário há 21 anos e atua em cursos preparatórios para concursos há 9 anos. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ, com habilitação em Empresa Pública e Privada. Foi pesqui- sador do Programa de Pré-Iniciação e Iniciação Científica na mesma universidade, onde desenvolveu um projeto inédito no Brasil de Gerenciamento para Pequenas Propriedades Produtoras de Leite no Estado do Rio de Janeiro, além de ser o precursor e coordenador do 1º Laboratório de Informá- tica do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universi- dade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ. É Especialista em Administração Rural pela Univer- sidade Federal de Lavras – FAEPE e Mestre em Planeja- mento e Gestão Ambiental pela Universidade Católica de Brasília – UCB. Atuou também como coordenador de diversos cursos de Administração em faculdades de Brasília. É professor convidado pela Universidad de Léon – Fun- dação Universitária Iberoamericana – como orientador dos Programas de Especialização e Mestrado. É autor dos livros Administração de Materiais e Patrimô­ nio para Concursos, Administração Geral para Concursos, Série Granpockets: Arquivologia, Série Granpockets: Con­ tabilidade, Recursos Humanos para Concursos, 1500 Ques­ tões de Administração Geral, Recursos Humanos, Material e Patrimônio e Arquivologia, todos pela Editora Gran Cursos. Desenvolve atividades acadêmicas em faculdades em Brasília. No setor público, atua como Analista de Políticas Governamentais do Governo do Distrito Federal. O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  5. 5. SIMULADO COMENTADO...............................................................................................................................7 LÍNGUA PORTUGUESA.................................................................................................................................29 ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO......................................................................................................................141 NOÇÕES DE INFORMÁTICA........................................................................................................................151 NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO...................................................................................................................241 NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO....................................................................................................389 NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL..................................................................................................533 NOÇÕES DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO.....................................................................................................635 ÍNDICE GERAL O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  6. 6. SIMULADOCOMENTADO O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  7. 7. SIMULADOCOMENTADO 8 LÍNGUA PORTUGUESA (Comentários do autor Bruno Pilastre) (TÉCNICO DE TECNOLOGIADAINFORMAÇÃO/ FUB/ CESPE) 1 Estaçãodoanomaisaguardadapelosbrasileiros,overão não é sinônimo apenas de praia, corpos à mostra e pele bronzeada. O calor extremo provocado por massas de ar quente ― fenômeno comum nessa época do ano, 5 mas acentuado na última década pelas mudanças cli- máticas ― traz desconfortos e riscos à saúde. Não se trata somente de desidratação e insolação. Um estudo da Faculdade de Saúde Pública de Harvard (EUA), o maior a respeito do tema feito até o momento, mostrou 10 que as temperaturas altas aumentam hospitalizações por falência renal, infecções do trato urinário e até mesmo sepse, entre outras enfermidades. “Embora tenhamos feito o estudo apenas nos EUA, as ondas de calor são um fenômeno mundial. Portanto, os resultados 15 podem ser considerados universais”, diz Francesca Domininci, professora de bioestatística da faculdade e principal autora do estudo, publicado no jornal Jama, da Associação Médica dos Estados Unidos. No Brasil, não há estudos específicos que associem as ondas de 20 calor a tipos de internações. “Não é só aí. No mundo todo, há pouquíssimas investigações a respeito dessa relação”, afirma Domininci. “Precisamos que os colegas de outras partes do planeta façam pesquisas seme- lhantes para compreendermos melhor essa importante 25 questão para a saúde pública”, observa. Internet: <www.correioweb.com.br> (com adaptações). Com relação às ideias e às estruturas do texto acima, julgue os itens que se seguem. 1. Os elementos presentes no texto permitem classificá-lo como narrativo. 2. Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do texto ao se substituir “há” (ℓ.19) por existe. 3. Seria mantida a correção gramatical do período caso o fragmento “Estação do ano mais aguardada pelos brasileiros” (ℓ.1) fosse deslocado e inserido, entre vír- gulas, após “verão” (ℓ.2) feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas. 4. Os acentos gráficos das palavras “bioestatística” e “es- pecíficos” têm a mesma justificativa gramatical. 5. O termo “aí” (ℓ.20) tem como referente “Brasil” (ℓ.18). 6. O emprego da vírgula após “momento” (ℓ.9) explica-se por isolar o adjunto adverbial, que está anteposto ao verbo, ou seja, deslocado de sua posição padrão. (TÉCNICO DE TECNOLOGIADAINFORMAÇÃO/ FUB/ CESPE) 1 “O preconceito linguístico é um equívoco, e tão nocivo quanto os outros. Segundo Marcos Bagno, especia- lista no assunto, dizer que o brasileiro não sabe portu- guês é um dos mitos que compõem o preconceito mais 5 presente na cultura brasileira: o linguístico”. A reda- ção acima poderia ter sido extraída do editorial de uma revista, mas é parte do texto O oxente e o ok, primeiro lugar na categoria opinião da 4.ª Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, realizada pelo 10 Ministério da Educação em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC). A autora do artigo é estudante do 2.º ano do ensino médio em uma escola estadual do Ceará, e foi premiada 15 ao lado de outros dezenove alunos de escolas públi- cas brasileiras, durante um evento em Brasília, no último mês de dezembro. Como nos três anos anterio- res, vinte alunos foram vencedores ― cinco em cada gênero trabalhado pelo projeto. Além de opinião 20 (2.º e 3º anos do ensino médio), a olimpíada destacou produções em crônica (9.º ano do ensino fundamental), poema (5.º e 6.º anos) e memória (7.º e 8.º anos). Tudo regido por um só tema: “O lugar em que vivo”. Língua Portuguesa, 1/2015. Internet:www.revistalingua.uol.com.br (com adaptações) No que se refere aos sentidos, à estrutura textual e aos aspectos gramaticais do texto, julgue os itens a seguir. 7. Os trechos “especialista no assunto” (ℓ. 2 e 3), “o lin- guístico” (ℓ.5) e “primeiro lugar na categoria opinião da 4.ª Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro” (ℓ. 7 a 9) exercem a mesma função sintática, a de aposto. 8. O elemento coesivo “mas” (ℓ.7) inicia uma oração co- ordenada que exprime a ideia de concessão em uma sequência de fatos. 9. Na linha 18, caso o travessão fosse substituído por dois-pontos, não haveria prejuízo para a correção gra- matical do texto. 10. O termo “o brasileiro” (ℓ.3) exerce a função de sujeito da oração em que se insere. (TÉCNICO DE TECNOLOGIADAINFORMAÇÃO/ FUB/ CESPE) 1 Alíngua que falamos, seja qual for (português, inglês...), não é uma, são várias.Tanto que um dos mais eminentes gramáticos brasileiros, Evanildo Bechara, disse a res- peito: “Todos temos de ser poliglotas em nossa própria 5 língua”. Qualquer um sabe que não se deve falar em uma reunião de trabalho como se falaria em uma mesa de bar. A língua varia com, no mínimo, quatro parâme- tros básicos: no tempo (daí o português medieval, renas- centista, do século XIX, dos anos 1940, de hoje em dia); 10 no espaço (português lusitano, brasileiro e mais: um por- tuguês carioca, paulista, sulista, nordestino); segundo a escolaridade do falante (que resulta em duas varieda- des de língua: a escolarizada e a não escolarizada) e finalmente varia segundo a situação de comunicação, 15 isto é, o local em que estamos, a pessoa com quem falamos e o motivo da nossa comunicação ― e, nesse O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  8. 8. SIMULADOCOMENTADO 9 caso, há, pelo menos, duas variedades de fala: formal e informal. A língua é como a roupa que vestimos: há um traje para cada ocasião. Há situações em que se 20 deve usar traje social, outras em que o mais adequado é o casual, sem falar nas situações em que se usa maiô ou mesmo nada, quando se toma banho.Trata-se de normas indumentárias que pressupõem um uso “normal”. Não é proibido ir à praia de terno, mas não é normal, 25 pois causa estranheza. A língua funciona do mesmo modo: há uma norma para entrevistas de emprego, audi- ênciasjudiciais;eoutraparaacomunicaçãoemcompras nosupermercado.Anormacultaéopadrãodelinguagem que se deve usar em situações formais. A questão é a 30 seguinte: devemos usar a norma culta em todas as situ- ações? Evidentemente que não, sob pena de parecer- mos pedantes. Dizer “nós fôramos” em vez de “a gente tinha ido” em uma conversa de botequim é como ir de terno à praia. E quanto a corrigir quem fala errado? 35 É claro que os pais devem ensinar seus filhos a se expressar corretamente, e o professor deve corrigir o aluno, mas será que temos o direito de advertir o balco- nista que nos cobra “dois real” pelo cafezinho? Língua Portuguesa. Internet: www.revistalingua.uol.com.br (com adaptações). De acordo com o texto acima, julgue os seguintes itens. 11. De acordo com o contexto, estaria também correto o emprego do sinal indicativo de crase em “quanto a” (ℓ.34). 12. O pronome “outra” (ℓ.27) está empregado em referên- cia ao termo “A língua” (ℓ.25). (VÁRIOS CARGOS / FUB / CESPE) 1 O fator mais importante para prever a performance de um grupo é a igualdade da participação na conversa. Grupos em que poucas pessoas dominam o diálogo têm desempenho Pior do que aqueles em que há mais troca. 5 O segundo fator mais importante é a inteligência social dos seus membros, medida pela capacidade que eles têm de ler os sinais emitidos pelos outros membros do grupo. As mulheres têm mais inteligência social que os homens, por isso grupos mais diversificados 10 têm desempenho melhor. Gustavo Ioschpe. Veja, 31/12/2014, p. 33 (com adaptações) Julgue os itens seguintes, referentes às ideias e às es- truturas linguísticas do texto acima. 13. Em todas as ocorrências de “têm” no texto (ℓ. 3, 8 e 10) é exigido o uso do acento circunflexo para marcar o plural. 14. Com o uso do pronome masculino “eles” (ℓ.6), ex- cluem-se da argumentação as mulheres, razão pela qual são citadas no período final do texto. (VÁRIOS CARGOS / FUB / CESPE) 1 Neste ano, em especial, alguns cargos que tradicional- mente já são valorizados devem ficar ainda mais requi- sitados. São promissores cargos ligados à ciência de dados,emespecialaobigdataeaosdispositivosmóveis, 5 como celulares e tablets. Os novos profissionais da área de tecnologia ganham relevância pela capacidade de aprofundar a análise de informações e pela criação de estratégias dentro de empresas. A tendência é que, à medida que esse mercado se desenvolva no Brasil, 10 aumentem as oportunidades nos próximos anos. Em momentos de incerteza econômica, buscar soluções para aumentar a produtividade é uma escolha certeira para sobreviver e prosperar: nesse sentido, as empre- sas brasileiras estão fazendo o dever de casa. Veja, 7/1/2015, p. 55 (com adaptações) Com referência aos sentidos e às estruturas do texto acima, julgue os itens a seguir. 15. No texto, o uso das formas verbais no modo subjunti- vo em “desenvolva” e “aumentem”, ambas na (ℓ.9-10), reforça a ideia de hipótese conferida ao substantivo “tendência” (ℓ.8). 16. Na linha 11, para a construção de sentidos do texto, a forma verbal “é” está flexionada no singular para con- cordar com o núcleo do sujeito, “produtividade”. (VÁRIOS CARGOS / FUB / CESPE) 1 O eixo norteador da gestão estratégica de recursos humanos é a ênfase nas pessoas como variável determi- nante do sucesso organizacional, visto que a busca pela competitividade impõe à organização a necessidade 5 de contar com profissionais altamente qualificados, aptos a fazer frente às ameaças e oportunidades do mer- cado. Essa construção competitiva sugere que a gestão estratégica de recursos humanos contribui para gerar vantagem competitiva sustentável por promover o 10 desenvolvimento de competências e habilidades, produz e difunde conhecimento, desenvolve as rela- ções sociais na organização. A gestão deve ter como objetivo maior a melhoria das performances profis- sional e organizacional, principalmente por meio do 15 desenvolvimento das pessoas em um sentido mais amplo. Dessa forma, o conhecimento e o desempe- nho representam, ao mesmo tempo, um valor eco- nômico à organização e um valor social ao indivíduo. Valdec Romero. Aprendizagem organizacional, gestão do conhecimento e universidade corporativa: instrumentos de um mesmo construto. Internet: (com adaptações) Julgue os itens subsequentes, relativos às estruturas linguísticas e às ideias do texto. 17. Na linha 4, a forma verbal “impõe” exige dois comple- mentos: um, introduzido pela preposição “a” ― por isso, o acento indicativo de crase em “à organização” ―; e outro, sem preposição ― de que decorre o não uso da crase em “a necessidade”. O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  9. 9. SIMULADOCOMENTADO 10 18. As expressões “eixo norteador” (ℓ.1) e “fazer frente” (ℓ.5) demonstram que o texto se afasta do nível de for- malidade da linguagem, aproximando-se do registro coloquial ou oral. (VÁRIOS CARGOS - FUB / CESPE) 1 Se observarmos as nações desenvolvidas, verificare- mos que elas se destacam em termos de produtividade total dos fatores, ou seja, são países que tornaram as economias mais eficientes e produtivas e contam 5 não só com a eficácia das máquinas e dos equipa- mentos de seu parque industrial, mas também com o acesso a insumos mais sofisticados e adequados, com mão de obra bem educada e formada, infra- estrutura adequada e custos justos de transação. Cledorvino Belini. O Brasil depois das eleições. In: Correio Braziliense, 2/1/2015 (com adaptações). Julgue os próximos itens, relacionados às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima. 19. No desenvolvimento textual, subentende-se que a for- ma verbal “são” (ℓ.3) remete a “elas” (ℓ.2), ou seja, “as nações desenvolvidas” (ℓ.1). 20. Para a retomada de ideias na organização das ora- ções do texto, admite-se, após “fatores” (ℓ.3), a substi- tuição da vírgula por ponto e vírgula. (VÁRIOS CARGOS / FUB / CESPE) 1 Um estudo da Universidade da Califórnia, em Davis – EUA, mostra que a curiosidade é importante no aprendizado. Imagens dos cérebros de universitários revelaram que ela estimula a atividade cerebral do 5 hormônio dopamina, que parece fortalecer a memó- ria das pessoas. A dopamina está ligada à sensa- ção de recompensa, o que sugere que a curiosi- dade estimula os mesmos circuitos neurais ativados por uma guloseima ou uma droga. Na média, os 10 alunos testados deram 35 respostas corretas a 50 perguntas acerca de temas que os deixavam curiosos e 27 de 50 questões sobre assuntos que não os atraíam. Estimular a curiosidade ajuda a aprender. Planeta, dez/2014, p. 14 (com adaptações) A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens subsecutivos. 21. A retirada do termo “o” em “o que sugere” (ℓ.6) pre- serva a relação entre as ideias, bem como a correção gramatical do texto, com a vantagem de ressaltar o pa- ralelismo com o período sintático anterior. 22. Em um uso mais formal da língua, as regras de co- locação pronominal do padrão culto permitem que o pronome átono em “que não os atraíam” (ℓ. 11) seja também utilizado depois do verbo, sob a forma de nos, ligada ao verbo por um hífen. 23. No desenvolvimento argumentativo do texto, admite-se a substituição de “no aprendizado” (ℓ. 2) por para o aprendizado. (FCC – METRÔ SP – Técnico Segurança do Trabalho) Leia o texto abaixo para responder às questões de nú- meros 24 a 28. 1 O criador da mais conhecida e celebrada canção sertaneja, Tristeza do Jeca (1918), não era, como se poderia esperar, um sofredor habitante do campo, mas o dentista, escrivão de polícia e dono de loja 5 Angelino Oliveira. Gravada por “caipiras” e “sertane- jos”, nos “bons tempos do cururu autêntico”, assim como nos “tempos modernos da música ‘america- nizada’ dos rodeios”, Tristeza do Jeca é o grande exemplo da notável, embora pouco conhecida, fluidez 10 que marca a transição entre os meios rural e urbano, pelo menos em termos de música brasileira. Num tempo em que homem só cantava em tom maior e voz grave, o Jeca surge humilde e sem vergo- nha alguma da sua “falta de masculinidade”, choroso, melancólico, lamentando não poder voltar ao passado e, 15 assim, “cada toada representa uma saudade”. O Jeca de Oliveira não se interessa pelo meio rural da miséria, das catástrofes naturais, mas pelo íntimo e sentimental, e foi nesse seu tom que a música, caipira ou sertaneja, ganhou forma. 20 “A canção popular conserva profunda nostalgia da roça. Moderna, sofisticada e citadina, essa música foi e é igualmente roceira, matuta, acanhada, rústica e sem trato com a área urbana, de tal forma que, em todas essas composições, haja sempre a voz exemplar do 25 migrante, a qual se faz ouvir para registrar uma situação de desenraizamento, de dependência e falta”, analisa a cientista política Heloísa Starling. Acrescenta o antropólogo Allan de Paula Oliveira: “foi entre 1902 e 1960 que a música sertaneja surgiu 30 como um campo específico no interior da MPB. Mas, se num período inicial, até 1930, ‘sertanejo’ indicava indistintamente as músicas produzidas no interior do país, tendo como referência o Nordeste, a partir dos anos de 1930, ‘sertanejo’ passou a significar o caipira 35 do Centro-Sul. E, pouco mais tarde, de São Paulo. Assim, se Jararaca e Ratinho, ícones da passagem do sertanejo nordestino para o ‘caipira’, trabalhavam no Rio, as duplas dos anos 1940, como Tonico e Tinoco, trabalhariam em São Paulo”. (Adaptado de: HAAG, Carlos. “Saudades do Jeca no século XXI”. In: Revista Fapesp, outubro de 2009, p. 80-5.) 24. . ...’sertanejo’ indicava indistintamente as músicas pro­ duzidas no interior do país... (último parágrafo) Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a for- ma verbal resultante será: a. vinham indicadas. b. era indicado. c. eram indicadas. d. tinha indicado. e. foi indicada. O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  10. 10. SIMULADOCOMENTADO 11 25. Os pronomes “que” (1o parágrafo), “sua” (2o parágrafo) e “a qual” (3o parágrafo), referem-se, respectivamente, a: a. exemplo − Jeca − composições b. fluidez − Jeca − voz exemplar do migrante c. Tristeza do Jeca − homem − canção popular d. exemplo − homem − voz exemplar do migrante e. fluidez − homem − canção popular 26. Substituindo-se o segmento grifado pelo que está en- tre parênteses, o verbo que se mantém corretamente no singular, sem que nenhuma outra alteração seja fei- ta na frase, está em: a. ...cada toada representa uma saudade... (todas as toadas) b. Acrescenta o antropólogo Allan de Paula Oliveira... (os antropólogos)... c. A canção popular conserva profunda nostalgia da roça. (As canções populares) d. Num tempo em que homem só cantava em tom maior e voz grave... (quase todos os homens) e. ...’sertanejo’ passou a significar o caipira do Cen­ tro- -Sul... (os caipiras do Centro-Sul) 27. Considere as frases abaixo para responder à questão. a) Como faziam parte de um mesmo contexto, para o sertanejo não havia razão para separar “sertanejo” de “caipira”. b) Não se sabe ao certo como e quando precisamente a música country passou a ocupar o lugar da músi- ca sertaneja. Mantendo-se o sentido original e a correção, os termos sublinhados acima podem ser substituídos, respectiva- mente, por: a. Uma vez que − de que modo b. Contanto que − conforme c. Quando − de que maneira d. Visto que − conforme e. Contudo − o que 28. ...... do preconceito ...... é objeto a música caipira, ....... sua linguagem, vez ou outra, afastar-se da norma cul- ta, ela é hoje reconhecida como uma das mais respei- tadas manifestações musicais do país. Mantendo-se a lógica e a correção, preenche as lacunas da frase acima, na ordem dada, o que está em: a. Em razão − a que − por b. Em virtude – a que – em razão de c. A despeito − em que − embora d. Não obstante − de que − embora e. Apesar – de que – por Considere o texto abaixo para responder às questões de números 29 e 30. 1 Não há melhor representante da boemia paulis- tana do que o compositor e cientista Paulo Vanzolini. Por mais incrível que possa parecer, ele conciliava as noites de boemia com a rotina de professor, pesquisador 5 e zoólogo famoso. A obra do zoólogo-compositor retrata as contradi- ções da metrópole. São Paulo, nos anos 1960, já era um estadoquereuniapartesignificativadoPIBbrasileiro.No meio da multidão de migrantes, imigrantes e paulistanos, 10 Vanzolini usava a mesma lupa de suas pesquisas para observar as peculiaridades do dia a dia urbano: uma briga de bar, a habilidade de um batedor de carteira e, em Capoeira do Arnaldo, os fortes laços que unem campo e cidade. 15 Em 1967, Paulo Vanzolini lança o primeiro LP. A história desse disco é curiosa. Foi o primeiro trabalho feito pelo selo Marcus Pereira. A música Volta por cima estava fazendo muito sucesso. Só que o já lendário Vanzolini ainda não tinha disco autoral e andava irritado 20 com as gravadoras por ter sido preterido pelo ameri- cano Ray Charles na escolha da confecção de um LP. Aos poucos, Marcus Pereira ganhou a confiança do compositor, que acabou cedendo ao lançamento do LP Onze sambas e uma capoeira, com arranjos de 25 Toquinho e Portinho e participação de Chico Buarque, Adauto Santos, Luiz Carlos Paraná, entre outros. As músicas eram todas de Vanzolini: Praça Clóvis, Samba erudito, Chorava no meio da rua. 30 Vanzolini não era um compositor de muitos par- ceiros. Tem músicas com Toquinho, Elton Medeiros e Paulinho Nogueira. Só mesmo a pena elegante do crítico da cultura Antonio Candido para sintetizar a obra de Vanzolini: “Como autor de letra e música ele 35 é de certo modo o oposto da loquacidade, porque não espalha, concentra; não esbanja, economiza − traba- lhando sempre com o mínimo para atingir o máximo”. (Adaptado de DINIZ, André. Almanaque do samba. Rio de Janeiro, Zahar, 2012, formato ebook). 29. ... ele conciliava as noites de boemia com a rotina de professor, pesquisador e zoólogo famoso. O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima se encontra em: a. Tem músicas com Toquinho, Elton Medeiros e Pau­ linho Nogueira. b. As músicas eram todas de Vanzolini. c. Por mais incrível que possa parecer... d. ... os fortes laços que unem campo e cidade. e. ... porque não espalha... 30. Em conformidade com o contexto, afirma-se correta- mente: a. O termo Vanzolini em Só que o já lendário Vanzoli­ ni ainda não tinha... (3o parágrafo) pode ser isolado por vírgulas. b. O travessão em ...porque não espalha, concentra; não esbanja, economiza − trabalhando sempre... (último parágrafo) pode ser substituído por ponto final, fazendo-se as devidas alterações entre mai- úsculas e minúsculas. c. No segmento As músicas eram todas de Vanzoli­ ni: Praça Clóvis, Samba erudito, Chorava no meio da rua..., (3o parágrafo) os dois-pontos introduzem uma enumeração. O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  11. 11. SIMULADOCOMENTADO 12 d. No segmento ...para sintetizar a obra de Vanzolini: “Como autor... (último parágrafo) os dois-pontos in- troduzem uma ressalva acerca do que se afirmou antes. e. Em ...para observar as peculiaridades do dia a dia urbano: uma briga de bar... (2o parágrafo), os dois pontos podem ser substituídos por ponto e vírgula, sem prejuízo do sentido original. GABARITO COMENTADO 1. E. Trata-se, na verdade, de um texto expositivo. 2. E. O verbo “há” (l. 19) deve ser substituído pela forma “existem”, a qual passa a concordar com “estudos específicos” (l. 19). 3. C. A expressão nominal em questão é um aposto, o qual pode, sim, ser deslocado para a posição poste- rior ao nome a que faz referência (verão). 4. C. Ambas são proparoxítonas. 5. C. De fato, o referente locativo da forma “aí” é Brasil. 6. E. O termo em destaque faz referência ao nome “estudo” (l. 7). Não se trata, então, de adjunto adver- bial. 7. C. De fato, os trechos destacados são expressões de natureza substantiva que se referem a outra expres- são de natureza substantiva ou pronominal. 8. E. O elemento coesivo “mas” inicia, no texto citado, uma oração coordenada que exprime ideia adversa- tiva. 9. C. O travessão pode ser substituído por dois-pontos e por vírgula, inexistindo prejuízo para a correção gramatical. 10. C. A oração em questão é “o brasileiro não sabe por- tuguês”, cujo sujeito é “o brasileiro”. O predicado é “não sabe português”. 11. E. A forma verbal “corrigir” é refratária à presença de artigo. Assim, impossibilita-se o emprego do sinal indicativo de crase (pois não há fusão de dois a). 12. E. Não há referência anafórica à expressão “Alíngua”. No trecho em questão, a reconstrução da ideia é a seguinte: “A língua funciona do mesmo modo: há uma norma para entrevistas de emprego, audiências judiciais; e outra (NORMA) para a comunicação em compras no supermercado.” 13. C. Na primeira ocorrência, a forma “têm” concorda com “Grupos” (l. 3); na segunda, concorda com “eles” (l. 6); na terceira, concorda com “mulheres” (l. 8); na quarta, concorda com “grupos mais diversificados” (l. 9). 14. E. Não há exclusão, uma vez que, no texto, o pro- nome “eles” faz referência a termos como “grupos” e “membros”, dos quais incluem as mulheres. 15. C. De fato, o modo subjuntivo expressa a ação ou estado denotado pelo verbo como um fato irreal, ou simplesmente possível ou desejado, ou que emite sobre o fato real um julgamento. Assim, há compatibi- lidade entre a ideia de hipótese conferida ao substan- tivo “tendência” e a forma verbal no modo subjuntivo. 16. E. “produtividade” não é núcleo do sujeito. 17. C. O verbo “impor”, na construção em questão, é bitransitivo. O objeto direto é “a necessidade” e o objeto indireto é “a organização”: impor a necessi- dade à organização. 18. E. Pelo contrário. As formas as expressões em ques- tão são formais. 19. C.Acadeia referencial da primeira parte do período com- partilha o mesmo sujeito semântico. Nações desenvol- vidas = elas = sujeito elíptico da forma “são”. 20. C. A substituição é possível, uma vez que o ponto e vírgula assinala pausa mais forte que a da vírgula e menos acentuada que a do ponto – o que é compatí- vel com a construção em questão. 21. E. Ao se retirar o termo “o”, a expressão adquire valor de oração subordinada adjetiva. Nesse caso, “que sugere...” fará referência apenas ao nome “recom- pensa”, o que modifica a relação entre as ideias do texto. 22. E. A partícula negativa “não” é atrativa. 23. C. São formas intercambiáveis. 24. C. As músicas produzidas no interior do país eram indicadas. A forma verbal (auxiliar + particípio) deve concordar com o sujeito sintático “As músicas produ- zidas no interior do país”. 25. B. Todas as formas pronominais em questão são expressões anafóricas. Assim, é correto afirmar que retomam os antecedentes citados, inexistindo incon- sistência na relação que-fluidez, sua-Jeca e a qual-voz exemplar do migrante. 26. E. Não há mudança na forma verbal, uma vez que o termo grifado é objeto do verbo – inexistindo possibi- lidade de concordância. O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  12. 12. SIMULADOCOMENTADO 13 27. A. A opção (A) é a mais adequada, o que comprova a reescritura do trecho: Uma vez que faziam parte de um mesmo contexto, para o sertanejo não havia razão para separar “sertanejo” de “caipira”. Não se sabe ao certo de que modo e quando precisa- mente a música country passou a ocupar o lugar da música sertaneja. 28. E. A melhor construção é a seguinte: Apesar do pre- conceito de que é objeto a música caipira, por sua linguagem, vez ou outra [...]. 29. B. A noção de tempo e modo é o pretérito imperfeito. 30. C. É, sim, uma enumeração (aposto enumerativo). REDAÇÃO OFICIAL (Comentários da autora Viviane Faria) 31. (FCC) Considere o final de um pedido endereçado a um industrial, em que um diretor cultural busca patro- cínio para suas atividades. Dirijo-me a _____ para solicitar _____ atenção a nosso pedido, tornando possível a montagem de tão importante peça que, sem dúvida, atrairá grande público. Atenciosamente, Diretor do Grupo de Teatro Raios e Trovões A _____ Senhor Peri dos Montes Verdes Diretor-Presidente da Artefatos Quaisquer Nesta Cidade As lacunas estão corretamente preenchidas, respecti- vamente, por a. V. Exa – vossa – V. Exa b. Sua Exa – vossa – Sua Exa c. Sua Sa – vossa – V. Sa d. V. Sa – sua – Sua Sa e. V. Sa – sua – V. Sa 32. (FCC) Sr. Ministro, se V. Exa _____ ao diálogo, os acontecimentos decorrerão a _____ favor. Assinale a letra correspondente à alternativa que pre- enche corretamente as lacunas da frase apresentada. a. vos dispuser – vosso b. se dispuser – vosso c. vos dispusesdes – vosso d. se dispuser – seu e. vos dispuserdes – seu 33. (CESPE) Julgue os itens seguintes, à luz das prescri- ções do Manual de Redação da Presidência da Repú­ blica. a. Uma das funções do fecho nas comunicações ofi- ciais é saudar o destinatário. b. Uma das formas de se garantir a impessoalidade dos textos oficiais consiste na supressão do nome próprio do signatário de uma comunicação, que deve ser identificado apenas por meio da menção ao cargo que ele ocupa. c. Deve-se empregar o fecho “Atenciosamente” em comunicação oficial enviada a ministro de Estado pelo presidente da República. d. Um fecho adequado para uma correspondência ofi- cial entre um funcionário e seu chefe seria: Renovo meus mais significativos protestos da mais alta es- tima e consideração. e. Ofício assinado pelo presidente do STJ e dirigido ao presidente do Congresso Nacional deve conter no fecho a expressão “Respeitosamente”. f. Quando se utiliza o memorando, os despachos de- vem ser dados no próprio documento. Nesse caso, se o espaço disponível for insuficiente para todos os despachos, devem-se usar folhas de continua- ção. g. A identificação do signatário em expediente não re- metido pelo presidente da República deve ser feita pelo nome e pelo cargo da autoridade expedidora do documento. h. O fecho “Respeitosamente”, por sua formalidade e impessoalidade, pode ser empregado em qualquer tipo de expediente, independentemente do seu subscritor e do seu destinatário. i. Nos avisos, o fecho adequado é Atenciosamente, visto que tal documento é emitido por ministros para autoridade de mesma hierarquia. j. Em ofícios ou memorandos, o local e a data do documento devem ser informados logo abaixo da indicação do nome e do endereço do destinatário. k. A redação oficial caracteriza-se por uma linguagem contrária à evolução da língua, uma vez que sua finalidade é comunicar com impessoalidade e má- xima clareza. l. As comunicações oficiais devem nortear-se pela uniformidade, pois há sempre um único comunica- dor: o serviço público. m. Os princípios da publicidade e da impessoalidade, que regem toda a administração pública, devem nortear a elaboração das comunicações oficiais. n. Na elaboração das comunicações oficiais, deve-se empregar, sempre, o padrão culto da linguagem, admitindo-se o emprego dos jargões técnicos, mas não de regionalismos e gírias. Senhor Ministro, Convido Vossa Excelência a participar da sessão de encerramento do Fórum Nacional da Educação Básica, a se realizar em 18 de maio de 2014, às 20 horas, no audi- tório do Ministério da Educação, localizado na Esplanada dos Ministérios, nesta capital. 34. Considerando o fragmento de comunicação oficial aci- ma, julgue os itens a seguir, com base no Manual de Redação da Presidência da República. O conteúdo deste e-book é licenciado para Cristiane Davi da Silva Davi da Silva - 716.372.302/49, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
  13. 13. SIMULADOCOMENTADO 14 a. Caso o fragmento apresentado seja parte de um ofício, nele devem ser incluídos o endereço do des- tinatário, o nome do órgão ou setor do remetente e respectivos endereço postal, telefone e endereço de correio eletrônico. b. Caso o remetente dessa comunicação seja um mi- nistro de Estado, o fecho adequado será “Atencio- samente”. c. Tanto o memorando quanto o telegrama caracteri- zam-se pela celeridade. d. O documento adequado para um ministro de Esta- do submeter ao presidente da República projeto de ato normativo é a “Exposição de Motivos”; o ade- quado para ministro de Estado dirigir-se a outro mi- nistro de Estado,