Propaganda – ética cultura economia pps

1.142 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.142
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
320
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Propaganda – ética cultura economia pps

  1. 1. Propaganda – Ética, Cultura, Economia e Mercado... Política e Poder! <ul><li>- Importância </li></ul><ul><li>É uma poderosa força de persuasão que modela as atitudes e os comportamentos no mundo contemporâneo tanto positiva quanto negativamente. </li></ul><ul><li>Em nossa sociedade, a publicidade influencia profundamente as pessoas e a sua maneira de compreender a vida, o mundo e a sua própria existência, sobretudo no que se refere às suas motivações, aos seus critérios de escolha e de comportamento. </li></ul>
  2. 2. Objetivos Principais informar e persuadir <ul><li>A publicidade pode ser, por vezes, muito simples — um fenômeno local, ou até de bairro — ou, ao contrário, muito complexo, obrigando a investigações insistentes e a campanhas multimidiáticas através do mundo. Ela se diferencia de acordo com o público a que se destina e aos seus objetivos. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Alguns afirmam que a publicidade não é mais que o reflexo dos comportamentos e dos valores duma determinada cultura. Sem dúvida, a publicidade e a mídia em geral têm a função dum espelho. Mas num sentido mais amplo, este espelho contribui para modelar a realidade que reflete e, por vezes, projeta uma sua imagem deformada. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Na publicidade comercial dá-se quase inevitavelmente a impressão, ao mesmo tempo errada e frustrante, de que a abundância dos bens de consumo garante o bem-estar e a completa realização de si. </li></ul><ul><li>Materialismo e consumismo – modelo econômico – O que aconteceria se a população diminuísse o consumo? </li></ul>
  5. 5. Publicidade e sugestão Ninguém está imune <ul><li>Imensos recursos humanos e materiais – Onipresença no mundo moderno! </li></ul><ul><li>um mecanismo necessário para o funcionamento das modernas economias de mercado, que existem atualmente ou se estabelecem em numerosos países do mundo. </li></ul>
  6. 6. Publicidade – Pontos Positivos <ul><li>A publicidade realiza este objetivo quando informa as pessoas da disponibilidade de novos produtos ou de novos serviços razoavelmente desejáveis, bem como do aperfeiçoamento feito aos que já existem no mercado, ajudando-os, a tomar decisões bem informadas e prudentes. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A publicidade contribui de igual modo para a eficiência e a diminuição dos preços, incrementando o progresso econômico através da expansão dos negócios e do comércio, favorecendo a criação de novos lugares de trabalho, o aumento do rendimento e um nível de vida mais digna e humana para todos. Ela contribui, além disso, para financiar publicações, programas e produções que oferecem uma informação, divertimentos e inspirações às sociedades. </li></ul>
  8. 8. Aspectos positivos da publicidade política <ul><li>A democracia assegura a participação dos cidadãos nas opções políticas e garante aos governados a possibilidade quer de escolher e controlar os próprios governantes, quer de os substituir pacificamente, quando tal se torna oportuno. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Os meios de comunicação livres (Seriam possíveis?) e responsáveis no seio das democracias podem impedir as tentações de monopolização do poder, por parte de oligarquias ou de interesses particulares. A publicidade política pode fazer o mesmo, informando as pessoas acerca das idéias e propostas políticas dos partidos e dos candidatos, inclusive dos novos candidatos que o público ainda não conhece. </li></ul>
  10. 10. Benefícios Culturais da Publicidade <ul><li>Produções de qualidade </li></ul><ul><li>Independentes </li></ul><ul><li>Criativas </li></ul>
  11. 11. Vantagens morais e religiosas da publicidade <ul><li>Com freqüência, as instituições sociais de beneficência, mesmo as de caráter religioso, recorrem à publicidade para comunicar as suas mensagens: mensagens de fé, de patriotismo, de tolerância, de compaixão, de assistência ao próximo, de caridade para com os necessitados, mensagens que dizem respeito à saúde e à educação, mensagens construtivas e proveitosas, que educam e estimulam as pessoas de numerosas formas, em vista do bem. </li></ul>
  12. 12. DANOS CAUSADOS PELA PUBLICIDADE <ul><li>Dificuldades em se conceituar o que é bom e desejável! Relativismo. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>« Se... os anúncios publicitários aconselham produtos nocivos ou totalmente inúteis, se fazem promessas falsas acerca do produto, ou se exploram tendências menos nobres do homem, os seus responsáveis prejudicam a sociedade e perdem o crédito e a confiança. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Por outro lado, estimular necessidades falsas prejudica indivíduos e famílias, os quais, instados pela oferta de artigos de luxo, podem ficar desprevenidos para as necessidades fundamentais. Sobretudo deve-se evitar a publicidade que fere o pudor, explora o instinto sexual para fins comerciais ou influencia o subconsciente, de tal modo a violentar a liberdade dos compradores. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>A publicidade pode exercer pressão nas publicações ou nos programas, a fim de impedir que sejam tratados assuntos incômodos ou inoportunos aos olhos dos financiadores. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>motivações irreais: fidelidade a um rótulo, prestígio do estatuto social, moda, sex appeal, etc., em vez de apresentar as diferenças que dizem respeito ao preço e à qualidade dos produtos, como base duma escolha racional. </li></ul><ul><li>Nike não vende tênis... Vende sonhos! </li></ul><ul><li>Bom Bril tem mil e uma utilidades... Além de lavar, o que mais? (Antena? – Não na era digital!) </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Por vezes os publicitários afirmam que um dos deveres da sua profissão consiste em criar a necessidade de produtos e de serviços, o que significa fazer com que as pessoas sejam influenciadas e se deixem guiar por um profundo desejo de artigos ou de serviços dos quais não têm necessidade. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Este é um grave abuso e uma afronta à dignidade humana e ao bem comum. Mas o abuso torna-se mais grave, se estas atitudes de consumo e estes valores são difundidos em países em desenvolvimento ou em dificuldades, agravando as crises socioeconômicas e prejudicando os mais pobres. </li></ul>
  19. 19. Publicidade Política <ul><li>Investimento de altos recursos na Imagem, não na discussão das idéias... </li></ul><ul><li>Ou mesmo na destruição da imagem do adversário </li></ul><ul><li>Marqueteiros e empresas </li></ul><ul><li>Custos desequilibram as forças, tornando os grupos e partidos dependentes do poder econômico </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Em concorrência para atrair um público cada vez mais vasto e o oferecer aos publicitários, os comunicadores podem ser tentados a negligenciar os valores artísticos e morais nobres das produções, e abandonar-se à superficialidade, ao mau gosto e à degradação moral. – TVs e rádios educativas e culturais atingem baixos índices de audiência e passam a receber baixos investimentos – Lucro imediato! </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Exploração da Imagem da Mulher </li></ul><ul><li>Pornografia </li></ul><ul><li>Violência </li></ul><ul><li>Moda – comportamento e consumo </li></ul><ul><li>Em casos extremos, a publicidade pode mesmo recorrer às mensagens subliminares. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Publicidade clara e deliberadamente enganadora </li></ul><ul><li>uma publicidade não afirma o que é abertamente falso, mas pode deturpar a verdade insinuando elementos ilusórios ou omitindo dados pertinentes. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>É normal que se encontre na publicidade alguns exageros simbólicos ou retóricos. Dentro dos limites duma prática reconhecida e aceita, isso pode ser lícito — dentro dos limites impostos pela Justiça. </li></ul>
  24. 24. O respeito à dignidade! <ul><li>Não comprometer sua capacidade de refletir e de decidir. Quando estimula a avidez, a vaidade, o desejo e a ambição, bem como as técnicas que manipulam e exploram a fragilidade humana. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Este problema é bastante grave quando diz respeito a categorias de pessoas ou a classes sociais particularmente vulneráveis: as crianças e os jovens, as pessoas da terceira idade, os pobres e os indivíduos desfavorecidos no plano cultural . </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Uma boa parte da publicidade, destinada às crianças, parece querer desfrutar a sua ingenuidade e o seu caráter impressionável, na esperança que façam pressão sobre os seus pais para que lhes comprem produtos . </li></ul>
  27. 27. Publicidade e responsabilidade social <ul><li>Consumo responsável </li></ul><ul><li>Ecologia </li></ul><ul><li>Justiça social </li></ul><ul><li>Dignidade do trabalhador </li></ul>
  28. 28. Soluções <ul><li>Provocar através da própria mídia a discussão sobre sua responsabilidade, buscando a conscientização gerada por um choque ético. </li></ul><ul><li>Como? – são pressionados por resultados pelos financiadores que visam exclusivamente o lucro, o poder e a manipulação. </li></ul><ul><li>Aplicação da lei... </li></ul><ul><li>É preciso ressaltar também a importância do envolvimento do público. Igrejas, escolas, associações, consumidores e sociedade civil. </li></ul>
  29. 29. - Liberdade de expressão ! <ul><li>Chocolates e alimentos sempre apresentados por lindas jovens que não engordam! </li></ul><ul><li>Culto ao jovem, ao belo e ao consumo – nunca se teve acesso a tantos bens e serviços... E nunca se tomou tanto antidepressivo! Também com ótimas propagandas... </li></ul>
  30. 30. Indenizações <ul><li>Cigarros – Este é o mundo de Malboro! </li></ul><ul><li>McDonalds – Fast Food </li></ul><ul><li>As pessoas que desejam fazer o que é moralmente justo, devem estar sempre dispostas a suportar prejuízos e desvantagens pessoais </li></ul>
  31. 31. Recomendações <ul><li>Fiscalização é muito baixa. No Brasil os dois principais institutos que fiscalizam as propagandas, que são: CONAR e a ABAP. </li></ul><ul><li>Morosidade da Justiça! </li></ul>
  32. 32. Código de defesa do consumidor... <ul><li>A publicidade infantil é ética? </li></ul><ul><li>Pais trabalham muito e possuem pouco tempo para os filhos que são acompanhados pela mídia. E são pressionados a adquirir produtos e serviços... A lógica econômica do mercado e consumo... </li></ul>
  33. 33. Shopping Center <ul><li>Local onde se encontra inúmeras coisas que se precisava e nem sabia! </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Duas grandes corporações (WIMCC e a LRW) conduziram um estudo sobre a teimosia infantil. “Este estudo não era para ajudar os pais a lidar com a teimosia. Era para ajudar as corporações ensinar [ou ‘doutrinar’] as crianças para teimar por seus produtos de maneira mais eficiente”. </li></ul>
  35. 35. <ul><li>Ou seja, nenhuma família de hoje consegue enfrentar o bombardeio de mensagens televisivas, alimentado por 12 bilhões de dólares por ano pelas empresas norte-americanas, para manipular o comportamento dos filhos por meio da publicidade e do marketing das grandes empresas. A ideologia subjacente nessas mensagens publicitárias, no fundo, tem o propósito de formar futuros cidadãos não críticos ao sistema e dóceis aos apelos do consumismo globalizado. </li></ul><ul><li>- WestInternationalMediaCenturyCitye Lieberman Research World Wide </li></ul>
  36. 36. <ul><li>A maioria das empresas investe pesado para vender seus jogos, brinquedos, roupas de marca, fast food , serviços de férias, etc; geralmente elas fazem uso ideológico dos estudos realizados por psicólogos, cientistas sociais, antropólogos, experts em comunicação social, visando seduzir ‘cientificamente’o público infanto-juvenil. </li></ul>
  37. 37. <ul><li>Se a sociedade civil não se organizar contra os abusos da publicidade direcionada para crianças e adolescentes, principalmente, teremos uma geração meramente consumista, acrítica, perversa, alienada, autoritária, e visivelmente com o corpo marcado por griffes . </li></ul>
  38. 38. Atitude dos Pais
  39. 39. <ul><li>CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE PROPAGANDA I - A propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado produto, serviço, instituição ou idéia, visando a orientar o comportamento humano das massas num determinado sentido. II - O profissional da propaganda, cônscio do poder que a aplicação de sua técnica lhe põe nas mãos, compromete-se a não utilizá-la senão em campanhas que visem ao maior consumo dos bons serviços, ao progresso das boas instituições e à difusão de idéias sadias. III - O profissional da propaganda, para atingir aqueles fins, jamais induzirá o povo ao erro; jamais lançará mão da inverdade; jamais disseminará a desonestidade e o vício. </li></ul>
  40. 40. <ul><li>IV - No desempenho do seu mister, o profissional da propaganda agirá sempre com honestidade e devotamento com seus comitentes, de modo a bem servir a ele e à sociedade. V - Nas relações entre os seus colegas, o profissional da propaganda pautará sua conduta pela estreita observância das definições, normas e recomendações relativas à ética da profissão, restringindo sua atividade profissional ao setor de sua escolha, assim elevando, pelo respeito mútuo, pela lealdade e pela nobreza da atitude, o nível da sua profissão no País. </li></ul><ul><li>- Veículos de propaganda são os jornais, revistas, estações de rádio, TV, exibidores de cartazes e outras entidades que recebem autorizações e divulgam a propaganda, aos preços fixados em suas tabelas. - O plágio. </li></ul>
  41. 41. &quot;Propaganda é a alma do negócio&quot;! <ul><li>Alma ou Arma! </li></ul><ul><li>Ficou na memória lamentável mensagem veiculada na televisão, ainda em preto e branco, referente à inauguração da iluminação pública em pequenas cidades do interior. Para mostrar o contraste entre o velho e o novo - lampiões e lâmpadas elétricas - um filme mostrava crianças a apedrejar o antigo equipamento. Na época, ainda pobre em meios rápidos de comunicação, portanto sem como reagir imediatamente e à altura contra o estímulo ao vandalismo, a população se sentiu ultrajada e desautorizada na contenção a atos anti-sociais </li></ul>
  42. 42. <ul><li>Recentemente, foi uma operadora de telefonia celular. Em plena campanha de vendas natalinas, tal empresa fez veicular, na televisão, filme em que a figura do papai-noel, ao colocar presentes debaixo da árvore, retém pacote com o aparelho motivo da mensagem e o coloca no próprio bolso, depois de conferir à volta se não está sob observação de terceiros. Foi revoltante ver aquela mensagem, verdadeira apologia ao furto, crime a solapar, de alto a baixo, a pirâmide social deste país. </li></ul>

×