Dissertação       Carla Britto da SilvaOrientadora: Prfª.Drª Carmen Silvia Campbell        Taguatinga, 23 de Novembro de 2...
Introdução• A hipertensão arterial sistêmica (HAS) na população  idosa ocorre devido a uma disfunção endotelial e  uma men...
Introdução• Intervenções crônicas como agudas procuram  investigar os benefícios de diferentes tipos de  exercício físico ...
Introdução• A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) permite  quantificar a modulação do sistema nervoso  autonômico n...
Introdução• Estudos sugerem que a modulação autonômica da  frequência cardíaca (FC) sofre a influência de  determinados fa...
Introdução• A VFC modifica-se no exercício físico sendo  diretamente relacionada com a intensidade  do mesmo, resultando e...
Sistema Renina - Angiotensina                            Angiotensina II                    ECA Angiotensina I            ...
Introdução• A ACE age sobre a bradicinina (um potente  vasodilatador) inibindo-a, portanto a PA sofre  alterações do gene ...
Introdução• Sabendo das possíveis implicações clínicas dos  genótipos da ACE na função vascular, este estudo  justifica-se...
Objetivos• Verificar as respostas hemodinâmicas e da VFC após  exercícios realizados com carga correspondente a  90% do li...
JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• A HAS constitui um dos problemas de saúde de  maior prevalência na atualidade (Pescatello, Gui...
JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• A terapia medicamentosa, apesar de eficaz na  redução dos valores pressóricos, da morbidade e ...
JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• Por essas razões um programa de condicionamento  físico é frequentemente recomendado como uma ...
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JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• Ao analisar os efeitos do exercício físico em  diferentes intensidades, esta pesquisa  colabor...
REVISÃO DE LITERATURA
Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)• A HAS pode ser explicada pelo estreitamento do  lúmen arterial interno, em decorrênc...
Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)•A aterosclerose é uma doença crônico-degenerativaque leva a obstrução das artérias pe...
Exercício físico e hipotensão pós-             exercício (HPE)• O tratamento para HAS inclui terapia farmacológica  e muda...
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Características do gene da ACE• A ACE é uma enzima possível de ser encontrada em  uma ampla variação de espécies animais. ...
Características do gene da ACE• As concentrações de ACE apresentaram-se estáveis  quando mensuradas em um mesmo indivíduo ...
Características do gene da ACE• Estudos verificaram a atividade da ACE apresentava-  se duas vezes maior em homozigotos DD...
Características do gene da ACE• Neste mesmo raciocínio, (Alvarez, Terrados et al.,  2000), analisando a atividade da ACE e...
Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• O SNA, por meio de seus eferentes simpático e  par...
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Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• Nos registros de curta duração ou naqueles  em que...
Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• A análise da VFC por meio de cálculo dos seguintes...
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Envelhecimento e sistema nervoso             autonômico• A redução da VFC de repouso no envelhecimento,  pode estar associ...
METODOLOGIA
PCR (Reação em Cadeia da Polimerase)• PCR é uma técnica que amplifica uma sequência  específica de DNA, como objetivo de t...
Sessões• As voluntárias realizaram 3 visitas, em dias distintos,  com no mínimo 48 horas de intervalo. Realizavam o  teste...
Sessões• Inicialmente as sessões   (TI, 90% LL e CONT) os  participantes permaneceram por 20 minutos na  posição   sentada...
Teste Incremental• O TI foi realizado em cicloergômetro (Lode Excalibur  Esportes, Groningen Holanda, Holanda) e começou  ...
Sessão de Exercício retangular a 90% do             limiar de lactato ( LL)•    A sessão a 90%LL durou 20 min em cicloergô...
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Recuperação após sessão• As voluntárias permaneceram sentadas durante 60  minutos. A cada 15 minutos (R15, R30, R45, R60) ...
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Mensuração da VFC• A VFC foi também analisada através da técnica da  plotagem de Poincaré, no qual, a variabilidade  insta...
Mensuração da VFC• O DT foram correspondentes aos 5 min finais do TI.  A análise do exercício a 90%LL e sessão CONT foi  r...
ANÁLISES DOS DADOS• Os dados foram tratados a partir de procedimentos  descritivos, com média e ± desvio padrão. A  compar...
Resultados e Discussão
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CONCLUSÃO• Uma única sessão de exercício aeróbio foi eficaz em  promover reduções dos níveis pressóricos na PAS em  idosas...
• No TI foi observada uma maior retirada vagal do que  a 90% LL em todos os grupos estudados. No grupo II  nos períodos de...
Resposta da Variabilidade da Frequência cardíaca no Exercício Físico
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Resposta da Variabilidade da Frequência cardíaca no Exercício Físico

  1. 1. Dissertação Carla Britto da SilvaOrientadora: Prfª.Drª Carmen Silvia Campbell Taguatinga, 23 de Novembro de 2009
  2. 2. Introdução• A hipertensão arterial sistêmica (HAS) na população idosa ocorre devido a uma disfunção endotelial e uma menor vasodilatação endotélio-dependente (Galetta, F., Franzoni, F. et al., 2006; Perticone, Maio et al., 2008);• Uma prejudicada modulação autonômica acarreta uma baixa variabilidade da frequência cardíaca aumentado tônus simpático, conseguintemente elevando a pressão arterial (Carnethon e Craft, 2008).
  3. 3. Introdução• Intervenções crônicas como agudas procuram investigar os benefícios de diferentes tipos de exercício físico para indivíduos normotensos e hipertensos;• Estudos demonstram um efeito do exercício no controle hemodinâmico por meio da resposta hipotensora pós-exercício (HPE) (Halliwill, Minson et al., 2000; Halliwill, 2001; Rezk, C., Marrache, R. et al., 2006) (Macdonald, Macdougall et al., 1999; Macdonald, Hogben et al., 2001), observada até 15 h pós-exercício (Wallace, Bogle et al., 1999; Taylor-Tolbert, Dengel et al., 2000).
  4. 4. Introdução• A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) permite quantificar a modulação do sistema nervoso autonômico na freqüência de disparo do nodo sinoatrial (Task Force 1996);• A VFC tem sido muito utilizada como uma ferramenta para avaliar a função nervosa autonômica do coração e as condições fisiológicas cardiovasculares (Byrne, Fleg et al., 1996; Davy, Miniclier et al., 1996).
  5. 5. Introdução• Estudos sugerem que a modulação autonômica da frequência cardíaca (FC) sofre a influência de determinados fatores fisiológicos como o envelhecimento e o condicionamento físico (Lipsitz, Mietus et al., 1990);• O envelhecimento produz modificações no sistema cardiovascular que está associado com o alto risco de morbidade e mortalidade bem como as reduções tanto na capacidade funcional aeróbia como na VFC (Bigger, Fleiss et al., 1992; Catai, Chacon-Mikahil et al., 2002).
  6. 6. Introdução• A VFC modifica-se no exercício físico sendo diretamente relacionada com a intensidade do mesmo, resultando em uma elevação da FC e uma redução da VFC (Tulppo, Mäkikallio et al., 1996) coincidindo com a redução da atividade vagal (Chiou e Zipes, 1998) e um aumento na atividade do SNS.
  7. 7. Sistema Renina - Angiotensina Angiotensina II ECA Angiotensina I AldosteronaAngiotensinogênio Renina
  8. 8. Introdução• A ACE age sobre a bradicinina (um potente vasodilatador) inibindo-a, portanto a PA sofre alterações do gene da ACE;• Yoo (2005) investigou associação dos genótipos da ACE (II, ID e DD) com a PA e HAS em idades entre 20-79 anos, resultados demonstraram maior frequência do genótipo DD em indivíduos hipertensos quando comparado a normotensos .
  9. 9. Introdução• Sabendo das possíveis implicações clínicas dos genótipos da ACE na função vascular, este estudo justifica-se pela necessidade de elucidar o efeito dos diferentes genótipos da ACE nas respostas pressóricas pós-exercício aeróbio (a 90% do limiar de lactato e teste incremental) e na VFC em mulheres idosas pré-hipertensas.
  10. 10. Objetivos• Verificar as respostas hemodinâmicas e da VFC após exercícios realizados com carga correspondente a 90% do limiar de lactato e teste incremental máximo em mulheres idosas pré-hipertensas apresentando diferentes genótipos da ACE.
  11. 11. JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• A HAS constitui um dos problemas de saúde de maior prevalência na atualidade (Pescatello, Guidry et al., 2004). O tratamento farmacológico é indicado para hipertensos moderados e graves, no entanto, poucos hipertensos conseguem o controle ideal da pressão com um único agente terapêutico e, muitas vezes, faz-se necessária a terapia combinada, principalmente em indivíduos idosos;
  12. 12. JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• A terapia medicamentosa, apesar de eficaz na redução dos valores pressóricos, da morbidade e da mortalidade, tem alto custo e pode ter efeitos colaterais motivando o abandono do tratamento. (Forjaz, Ramires et al., 1999)
  13. 13. JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• Por essas razões um programa de condicionamento físico é frequentemente recomendado como uma conduta importante no tratamento não- farmacológico de hipertensão arterial e doenças cardiovasculares (Forjaz, Tinucci et al.; Brown, Moore et al., 1997; Macdonald, Hogben et al., 2001; Gordon, Zizzi et al., 2004).
  14. 14. JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• Uma única sessão de exercício físico tem sido considerada importante para o controle da PA por provocar sua diminuição no período de recuperação pós-exercício tanto em indivíduos normotensos quanto hipertensos (Forjaz, Matsudaira et al., 1998); (Macdonald, Macdougall et al., 2000; Macdonald, Rosenfeld et al., 2002);
  15. 15. JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• A resposta vagal também é alterada em uma única sessão de exercício físico independente da intensidade realizada• Embora haja pesquisas sobre a VFC buscando esclarecer os efeitos do exercício físico para os idosos, há ainda controvérsias perante aos resultados encontrados.
  16. 16. JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA• Ao analisar os efeitos do exercício físico em diferentes intensidades, esta pesquisa colabora para a ciência fornecendo informações sobre a resposta da PA pós- exercício e da VFC com o intuito de ajudar os profissionais de educação física à prescrição de exercício físico para esta população.
  17. 17. REVISÃO DE LITERATURA
  18. 18. Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)• A HAS pode ser explicada pelo estreitamento do lúmen arterial interno, em decorrência de processos ateroscleróticos e aumentada espessura da parede da artéria em conseqüência de um remodelamento eutrófico. Tal remodelamento está associado com alterações nas propriedades elásticas e colágenas da parede das artérias.
  19. 19. Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)•A aterosclerose é uma doença crônico-degenerativaque leva a obstrução das artérias pelo acúmulo delípides em suas paredes, aumentando assim aresistência vascular periférica (RVP) (Rizzoni, Porteriet al., 1996; Rizzoni e Agabiti-Rosei, 2001).
  20. 20. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• O tratamento para HAS inclui terapia farmacológica e mudanças no estilo de vida, tais como, realização de atividade física ou exercícios físicos regulares e cuidados com a alimentação (American College of Sports Medicine. Position Stand. Physical activity, physical fitness, and hypertension., 1993)
  21. 21. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• O exercício físico tem sido recomendado como uma terapêutica não-farmacológica no tratamento da HAS. O exercício físico agudo, podem influenciar, sobremaneira, à resposta da pressão arterial, constituindo-se, portanto, de um método efetivo para a redução de valores elevados de pressão arterial (Pescatello, Guidry et al., 2004).
  22. 22. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Ao longo da última década estudos demonstram que uma única sessão de exercício físico aeróbio reduz a pressão arterial para valores significativamente inferiores àqueles observados no período pré-exercício ou mesmo àqueles observados num dia controle sem a realização de exercício (Cléroux, Kouamé et al., 1992; Brown, Moore et al., 1997; Forjaz, Matsudaira et al., 1998)
  23. 23. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Segundo (Kenney e Seals, 1993), a magnitude de queda da PA pode chegar após exercícios máximos a 18 e 20 mmHg na PAS de 7 e 9 mmHg na PAD, em hipertensos entre 8 e 10 mmHg na PAS e 3 - 5 mmHg na PAD em normotensos.• A (HPE) tem sido observada após a realização de vários exercícios aeróbios (caminhada, corrida e cicloergômetro) (Macdonald, Macdougall et al., 2000)
  24. 24. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Em um estudo com hipertensos limítrofes, verificou- se que 5 meses de treinamento com duração de 30 minutos em ergômetro de braço a 65% do VO2máx, e em cicloergômetro a 70% doVO2max, promoveu HPE durante 60 minutos de recuperação pós-exercício independente da modalidade exercitada (Macdonald, Macdougall et al., 2000).
  25. 25. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Observou-se que a maior HPE ocorreu nos 30 minutos pós-exercício para a PAM, com redução de aproximadamente 10 mmHg, para os valores PAS o maior valor de HPE ocorreu entre 5 e 60 minutos pós-exercício com redução aproximada de 7mmHg nos 45 minutos da recuperação, a PA foi mensurada durante 60 min pós exercício (Macdonald, Macdougall et al., 2000).
  26. 26. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Macdonald et al (2001) verificaram que, em sujeitos simulando atividades da vida diária, após exercício em cicloergômetro durante 30 minutos a 70% do VO2max o efeito da HPE persistiu durante os 70 minutos em que permaneceram em observação,
  27. 27. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• enquanto realizavam tais atividades que incluíram posição sentada, em pé, caminhada e cicloergômetro e caminhada carregando peso de 5,7 kg, a HPE de PAS entre 12 e 17mmHg de PAD de 5mmHg e de PAM entre 5 e 8mmHg.
  28. 28. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Outro estudo demonstrou que uma única sessão de exercício tanto resistido quanto aeróbio promoveu reduções significativas nos níveis pressóricos de indivíduos durante o período sono e após a realização do exercício. (Bermudes, Vassallo et al., 2004).
  29. 29. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Os possíveis mecanismos envolvidos na HPE incluem sistema hormonal, sistema nervoso simpático, liberação de substâncias vasoativas e alterações hemodinâmicas. Como a PA é resultado do débito cardíaco e da resistência vascular periférica, alterações nestes componentes podem resultar em redução da PA (Kenney e Seals, 1993).
  30. 30. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• A intensidade, duração e tipo do exercício forte influência na PA pós-exercício. O efeito da intensidade e duração foi investigado por diversos autores (Forjaz, Matsudaira et al., 1998; Forjaz, Cardoso et al., 2004; Pescatello, Guidry et al., 2004). O exercício mais intenso e de maior duração parece produzir maior decréscimo e sustentação da HPE.
  31. 31. Exercício físico e hipotensão pós- exercício (HPE)• Um estudo de HPE em pessoas idosas hipertensas observou-se que tanto a PAS quanto a PAD sofreram reduções significativas de 6 a 13mmHg por até 16h após única sessão de exercício a 70% do VO2máx durante 20 minutos em esteira. (De Oliveira, Da Cunha et al., 2007).
  32. 32. Características do gene da ACE• A ACE é uma enzima possível de ser encontrada em uma ampla variação de espécies animais. No ser humano, a sequência do gene da ACE está localizada no cromossomo 17 formado por 26 exons e 25 introns (Sayed-Tabatabaei, Oostra et al., 2006).
  33. 33. Características do gene da ACE• As concentrações de ACE apresentaram-se estáveis quando mensuradas em um mesmo indivíduo em momentos diferentes, entretanto, demonstram-se diferentes quando analisadas entre indivíduos, sugerindo uma possível influência genética nas concentrações desta enzima (Sayed-Tabatabaei, Oostra et al., 2006).
  34. 34. Características do gene da ACE• Estudos verificaram a atividade da ACE apresentava- se duas vezes maior em homozigotos DD quando comparado ao genótipo II, ficando os indivíduos com genótipo ID com níveis intermediários de atividade da ACE (Rigat, Hubert et al., 1990).
  35. 35. Características do gene da ACE• Neste mesmo raciocínio, (Alvarez, Terrados et al., 2000), analisando a atividade da ACE em um grupo de 30 indivíduos saudáveis divididos em três grupos, observaram valores para os genótipos II (12,5±2,9 U/ l), ID (20,5±6,6 U/l) e DD (37,2±16,6 U/l) sendo valores estatisticamente diferentes (p<0,05).
  36. 36. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• O SNA, por meio de seus eferentes simpático e parassimpático, é responsável pelos ajustes rápidos ocorridos no sistema cardiovascular durante os diferentes estímulos (exercício físico, estresse mental, mudanças posturais etc.), a fim de suprir a demanda dos sistemas durante a realização dos mesmos.
  37. 37. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• A regulação intrínseca do ritmo, da condução elétrica e da contratilidade do coração, sofre influência do controle autonômico, estando na dependência do balanço entre os componentes do SNA (Hartikainen, Mustonen et al., 1997).
  38. 38. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• O SNP, representado pelo nervo vago, inerva o nodo sinoatrial, nodo átrio-ventricular e o miocárdio atrial, sendo, por intermédio do seu neurotransmissor (acetilcolina), responsável por reduzir a FC. Já o SNS também inerva estas regiões do coração, por meio de seu neurotransmissor (noradrenalina) responsável por aumentar a FC e a força de contração do miocárdio (Hartikainen, Mustonen et al., 1997)
  39. 39. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• Em repouso, é observado predomínio da atividade vagal sobre o coração, a qual reduz os valores da FC intrínseca de 110-120 para 60-80 batimentos por minuto (bpm). No entanto, valores de FC acima da intrínseca representam predomínio simpático em sua modulação.
  40. 40. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• O controle autonômico da FC pode ser avaliado de forma não-invasiva, a partir de análise da VFC (Task Force, 1996), determinada pelas oscilações entre os valores consecutivos da FC instantânea, assim como as oscilações nos intervalos entre batimentos cardíacos consecutivos (intervalos R-R), em milissegundos (ms), do eletrocardiograma.
  41. 41. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• A VFC representa um dos mais significativos indicadores quantitativos da resposta neuro- regulatória batimento a batimento (Sosa, Scanavacca et al., 1999) et al., 1999), sendo ativada em diversas situações.
  42. 42. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• Em situações de repouso, seja em estado de vigília e durante e após a aplicação de um estímulo como, por exemplo, exercício físico o (Yamamoto, Hughson et al., 1991)
  43. 43. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• Nos registros de curta duração ou naqueles em que não se observa estabilidade do sinal, ou seja, como: exercício físico, manobra de valsalva ou manobras posturais passivas ou ativas, a forma mais adequada de se avaliar a variação da FC e a duração dos R-R, é por meio da análise do domínio de tempo (DT), utilizando-se métodos estatísticos.
  44. 44. Sistema Nervoso Autonômico eVariabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC)• A análise da VFC por meio de cálculo dos seguintes índices: SDNN (desvio padrão de todos R-R normais), SDANN (desvio padrão das médias dos R-R normais), RMSSD (raiz quadrada da média dos quadrados das diferenças entre os R-R normais sucessivos), pNN50 (percentagem em relação ao total dos R-R normais, em relação aos R-R anteriores, com uma diferença superior a 50 ms (Task Force, 1996).
  45. 45. Envelhecimento e sistema nervoso autonômico• O envelhecimento é um processo complexo que provoca alterações em todos os sistemas do organismo. Em relação à função cardiovascular, pode-se observar reduções importantes na capacidade funcional (ACMS, 1998) assim como no controle autonômico da FC.
  46. 46. Envelhecimento e sistema nervoso autonômico• A redução da VFC de repouso no envelhecimento, pode estar associada à diminuição na atividade vagal sobre o coração (Pagani e Lucini, 2001), com consequente predomínio da atividade simpática;• A baixa VFC está diretamente relacionada com as altas taxas de morbidade e mortalidade cardiovascular (Bigger, Fleiss et al., 1992).
  47. 47. METODOLOGIA
  48. 48. PCR (Reação em Cadeia da Polimerase)• PCR é uma técnica que amplifica uma sequência específica de DNA, como objetivo de torná-la abundante e disponível para diversas técnicas de biologia molecular.
  49. 49. Sessões• As voluntárias realizaram 3 visitas, em dias distintos, com no mínimo 48 horas de intervalo. Realizavam o teste incremental (TI) em cicloergômetro,.As sessões seguintes foram realizadas em ordem randomizada, sendo, uma sessão realizada a 90%LL e a outra sessão sem a realização de exercício (CONT).
  50. 50. Sessões• Inicialmente as sessões (TI, 90% LL e CONT) os participantes permaneceram por 20 minutos na posição sentada, nos quais foram realizadas mensuração no 10th e 20th minuto da PA, FC e VFC.
  51. 51. Teste Incremental• O TI foi realizado em cicloergômetro (Lode Excalibur Esportes, Groningen Holanda, Holanda) e começou com 1 min de aquecimento em zero Watts (W), com incrementos de 15 w a cada 3 min até exaustão voluntária;• Nos 10 segundos finais de cada etapa do TI a PA , FC e VFC foram verificadas.
  52. 52. Sessão de Exercício retangular a 90% do limiar de lactato ( LL)• A sessão a 90%LL durou 20 min em cicloergômetro, determinado no TI, a 60 rpm. Aos 10 e 20 min de exercício foram mensuradas, PA, FC e PSE, os intervalos R-R foram gravados durante todo o procedimento. A sessão retangular a 90%LL foi realizada, com o objetivo de realizar um exercício aeróbio no domínio de intensidade moderada.
  53. 53. Sessão controle• Na sessão CONT as voluntárias permaneceram em repouso, na posição sentada, durante os 20 minutos correspondentes ao exercício da sessão 90%LL, ocorrendo os mesmos procedimentos.
  54. 54. Recuperação após sessão• As voluntárias permaneceram sentadas durante 60 minutos. A cada 15 minutos (R15, R30, R45, R60) foi mensurada a PA, FC
  55. 55. Mensuração da Variabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC) Os Intervalos RR foram analisados pelo domínio do tempo (DT) por meio da raiz quadrada da média das diferenças sucessivas ao quadrado, entre R-R adjacentes (RMSSD).(Polar ® S810i, Polar Electo Oy, Kempele,Finlândia),
  56. 56. Mensuração da VFC• A VFC foi também analisada através da técnica da plotagem de Poincaré, no qual, a variabilidade instantânea de batimento a batimento dos dados foram derivados do indicador vagal SD1 (Tulppo, Mäkikallio et al., 1996)
  57. 57. Mensuração da VFC• O DT foram correspondentes aos 5 min finais do TI. A análise do exercício a 90%LL e sessão CONT foi realizada nos 5 min finais do 10th e 20th. No repouso e na recuperação (R), a análise foi realizada nos 5 min finais dos 20 min (repouso) e nos momentos 15, 30, 45 e 60 min de R. As análises foram realizadas utilizando o Software HRV Analysis v11 (Biosignal Laboratory, University of Kuopio, Finland).
  58. 58. ANÁLISES DOS DADOS• Os dados foram tratados a partir de procedimentos descritivos, com média e ± desvio padrão. A comparação dos valores da VFC e PA durante o período de recuperação em relação ao repouso pré- exercício, bem como comparações entre TI, 90% LL e Controle, em pontos correspondentes de recuperação, foi avaliada aplicando-se ANOVA One Way (Statistica® version 5.0). O nível de significância adotado foi p≤0,05.
  59. 59. Resultados e Discussão
  60. 60. Resultados e Discussão
  61. 61. Resultados e Discussão
  62. 62. Resultados e Discussão
  63. 63. CONCLUSÃO• Uma única sessão de exercício aeróbio foi eficaz em promover reduções dos níveis pressóricos na PAS em idosas pré-hipertensas nos 3 grupos estudados no período de recuperação. Essas respostas foram maiores após exercícios de maior intensidade (TI) do que o exercício a 90% do limiar de lactato, sendo estes mais evidenciadas no grupo II.
  64. 64. • No TI foi observada uma maior retirada vagal do que a 90% LL em todos os grupos estudados. No grupo II nos períodos de recuperação houve uma mais rápida recuperação vagal no dia de exercício mais intenso quando comparado com os outros grupos.

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