SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 18
XIII C ongres s o do A lgarve



 CRIAR INOVAÇÃO E DINAMISMO NO
MERCADO ALGARVIO ATRAVÉS DE UM
 PARCEIRO PRIVADO: INVESTIGAR E
                         AGIR


          C arla Mach ad o e Marle ne Lu is

  G A B INE TE A C A DÉ MIC O DE INVE S TIG A Ç ÃO E

                     MA RKE TING
           Lagos , 1 6 d e N ove m b ro d e 2007
Is s o já lhe
                                                             aconteceu?
         N e m s e m p re alcan ço os m e u s ob j ctivos …
                                                 e


• C onheço o meu cliente MA S … n ão com p re e nd o algu ns
  d os s e u s com p ortam e ntos e n ão cons igo fid e liz á-lo.

• Incentivo os meus colaboradores MA S … ne m s e m p re
  is s o p rom ove a m otivação e o e m p e nh o.

• Eu     preoc upo-me         com      a    formação         dos     meus
  empregados MA S … os re s u ltad os d a form ação e s tão
  longe d e contrib u ir p ara u m a m aior e fic ácia d a e m p re s a.
Is s o já lhe
                                                                  aconteceu?

E u utilizo ferramentas de ges tão e marketing MA S … a s u a
ap licação n ão re s u lta no re torno finance iro d e s e j o.
                                                            ad


E u conheço a minha região/comunidade/área de intervenç ão
MA S …. n ão cons igo u ltrap as s ar algu m as fraqu e zas d a m inh a
organização na s atis fação d as ne ce s s id ad e s d e te ctad as .


E u organizei um evento bem divulgado MA S … n ão tive o
s u ce s s o e s p e rad o.


E u compreendo                as variáveis inerentes a determinada
problemátic a MA S … a m inh a inte rve n ção n ão ob te ve                  o
Porquê?
A s organizações s ão pos s uidoras de informação mas nem s empre
                 a cons eguem proces s ar, já que:
   - A re ntab ilid ad e e s u s te ntab ilid ad e d as ins titu içõe s e s tão am e açad as p or força d as
                                          re ac çõe s d o m e rcad o

                   - As variáve is qu alitativas d o m e rcad o s ão m u itas ve ze s d e s conh e cid as

 - A id e ntificação d o ciclo d e vid a d o p rod u to ou s e rviço é d ifícil

                                                         - N ão h á vantage ns com p e titivas e s táticas

                                     - O clie nte é ge ralm e nte infie l

 - A inovação p e rm ite m ante r a com p e titivid ad e m as é ne ce s s ário s ab e r ge ri-la p ara q u e
 n ão s e j facilm e nte re p licad a
           a

       - O M arke ting e a com u nicação s ó s ão e ficaze s s e o d iagn ós tico e s tive r b e m
                                          s u s te ntad o

 - A com p re e ns ão d a com u nid ad e é e s s e ncial p ara a e lab oração d e le vantam e ntos
 corre ctos e a ad op ção d e s olu çõe s válid as
A Inovação é
                                                                             s olução?
       A   inovaç ão é importante porque cada vez mais s e verifica:
    -R e d u ção d o ciclo d e vid a d o p rod u to e d o cre s cim e nto d os m e rcad os
                      - M icro-s e gm e ntação d os cons u m id ore s
               -Au m e nto d a rap id e z d e re s p os ta d os concorre nte s
                       - Au m e nto d a s ofis ticação d os clie nte s


Fazer diferente não é s uficiente para introduzir c om s uc es s o inovaç ões
                               no mercado



A inovação é e fe ctiva qu and o s e re p rod u z e incid e s ob re os com p ortam e ntos
                             d os age nte s e nvolvid os

  As organizaçõe s d e ve m inovar e obter vantagem económica a p artir d a
                                         inovação
Inves tig ar e ag ir:
                                                               Porquê?

S ó a inves tigação p e rm ite analis ar ce n ários d e m u d an ça


                       • nas p op u laçõe s
                • nos cons u m id ore s e na p rocu ra
                          • na ofe rta
                     • no m e io e nvolve nte


E au xiliar a p lanificação d e e s tratégias e p lanos d e ac ção qu e
            p e rm itam e ncontrar re s p os tas às p e rgu ntas


                        • Onde es tamos ?
                    • Para onde queremos ir?
                      • C omo chegamos lá?
Inves tig ar e ag ir : Com quem?
                                                                        Nec es s ito de um
                         Res olvo internamente                                parc eiro
                                                                       N e ce s s ito d ar form ação aos
      Natureza/                                                    -
                                                                       colab orad ore s p ara criar
    c omplexidade    -    Te nh o ou p os s o re cru tar u m           um
    do problema           e s p e cialis ta
                                                                       d e p artam e nto inte rno
                     -    A criação d e u m d e p artam e nto
                          n ão im p lica a ne ce s s id ad e d e   -    U m d e p artam e nto n ão d á
                          form ação e s p e cializad a                  re s p os ta p ara áre as
                                                                       d ive rs ificad as
     Rec urs os
     dis poníveis    -    Te nh o re cu rs os técnicos ,           -   N ão te nh o tod os os
                           h u m anos e finance iros                   re cu rs os ne ce s s ários

      Tempo          -    A re s o lu ção d o p rob le m a n ão    -   N e ce s s ito agir com rap id e z
                          é u rge nte
                                                                   - N ão p os s o faze r inve s tim e nto
      C us to        -    Te nh o d is p onib ilid ad e              m u ito avu ltad os
                          finan ce ira p ara inve s tir


                            A poio ao levantamento e tratamento da informação
      A companhamento na concepção, implementação, avaliação e controlo do
                                                                  projecto
Inv es tig ar e ag ir: Como?

                                       A lvos de es tudo
                 Populações                      C ons umidores /Procura
                                                 D o nos s o p rod u to ou d os p rod u tos
Inform açõe s s ocio-d e m ográficas             concorre nte s
M otivaçõe s
N e ce s s id ad e s                             Q u e m cons om e ; O qu e e s p e ra d o p rod u to/
Inte re s s e s                                  s e rviço; Q u e m com p ra; C om o u tiliza o p rod u to/
Atitu d e s e cre n ças                          S e rviço; O nd e ; Q u anto e s tão d is p os tos a
                                                 p agar; C om o; caracte rís ticas d o m e rcad o;
                  Oferta                         Te nd ências d o m e rcad o.
Q u e m s ão, qu antas s ão e o qu e
                                                       Meio E nvolvente
faze m as e m p re s as concorre nte s
Q u otas d e m e rcad o                                F actore s e con óm ico-finance iros

P ote nciais e ntrad as d e ou tras                    E nvolve nte p olítico-le gal

e m p re s as                                          E nvolve nte cu ltu ral

O p ortu nid ad e s d e ne g ócio                      Te cnologia

O u tros actore s p re s e nte s no m e rcad o         U rb anis m o
Inves tigar e agir:
                                                                             C omo?


                   E ntre vis tas
                                                       F ocu s -grou p s




    Inq u éritos              Ins trumentos
                                                                         An ális e
                                     e                                D ocu m e ntal
                               Proc ediment
                                     o
                        O b s e rvação d ire cta




An ális e d as variáve is q u alitativas e qu antitativas – Tratam e nto d os
                     d ad os e p e s qu is a d e h ip óte s e s
Inves tig ar e ag ir :
                                                          Res ultados ?
                       E s tu d os d e m e rcad o
                E s tu d os E con óm ico-finance iros
         E s tu d os d e C om p ortam e nto d o C ons u m id or
             P lanos d e M arke ting e C om u nicação
                      Avaliação d e E ve ntos
                          E s tu d os S ociais




E mbora a inves tigação permita diminuir o ris c o na tomada de
decis ão e promover a implementaç ão da inovação s us tentada
nas nec es s idades dos c lientes , no A lgarve a grande maioria
    das PME ’s ainda não rec onheceu a s ua importância.
A nos s a experiência…
 A valiação do Fes tival Med

 P e rm itiu:
        itiu
 •   Traçar o p e rfil d o vis itante
 •   E ncontrar s e gm e ntos e s p e c íficos (e s trange iros , e s tu d ante s ,
     cons u m id ore s d e d e te rm inad as activid ad e s d e s e nvolvid as no e ve nto
     e tc..)
 •   M e d ir n íve is d e s atis fação e cons u m o e m e lh orar as e d içõe s
     s e gu inte s d e acord o com os re s u ltad os ob tid os
 •   M e d ir a e fic ácia d os s u p orte s d e com u nicação e ad e q u a-los às
     e d içõe s s u b s e qu e nte s
 •   C riar u m a b as e d e d ad os d e contactos p ara u m a p róxim a
     com u nicação m ais d irigid a
 •   Avaliar a inte n ção d e re gre s s o
C omportamento do Turis ta E s trangeiro
                           aos
      s ábados de manhã no Mercado de
P e rm itiu:
       itiu              Loulé
- C aracte rizar o tu ris ta qu e vis ita Lou lé
- D e te rm inar o com p ortam e nto d e com p ra d o tu ris ta
- Id e ntificar os p rod u tos ou s e rviços qu e ad qu ire m ou
cons om e m
- F aze r o le vantam e nto d as ne ce s s id ad e s d e s te p úb lico
e m te rm os com e rciais e tu rís ticos
- Id e ntificar as raz õe s qu e o le vam a d e s locar-s e u m a 2 ª
ve z
A lmancil e as novas oportunidades de
negócio
P e rm itiu:
       itiu

- Lis tage m d os ne g ócios m ais s olicitad os p e la p op u lação,
p or s e gm e nto d e clie nte

- Ind icar a ne ce s s id ad e d e forne cim e nto d e s e rviços
p úb licos p or e ntid ad e s p rivad as

- E s te re ótip os re c íp rocos d as p op u laçõe s m igrante s e
e xp atriad as e s u a influ ência nos p ad rõe s d e cons u m o
E s tudo do s ector dos bares e dos
                  s eus cons umidores

P e rm itiu:
       itiu
- C aracte rizar as p re fe rências d os cons u m id ore s e d os s e u s
h áb itos d e cons u m o;
- D e te rm inar a fas e d e “vid a” d o s e ctor, as s u as ne ce s s id ad e s e
vantage ns com p e titivas ;
- Id e ntificar os factore s qu e os cons u m id ore s p rivile giam nu m
b ar;
- E s tab e le cim e nto d e u m a tip ologia d os b are s d e Lou lé,
ate nd e nd o a factore s re lacionad os (e x.            índ ice d e p re ços ,
valências , d e coração) e as d ife re n ças e s e m e lh an ças e ntre os
Porquê
                                                  nós ?



 P or s e tratar d e u m a e ntid ad e d e natu re za
    n ão lu crativa, s e d e ad a nu m ins titu to
 u nive rs itário, o GA IM p os s u i fle xib ilid ad e
s u ficie nte p ara s e d e b ru çar s ob re qu e s tõe s
    d e natu re za variad a, p e rm itind o u m a
  re lação d e qu alid ad e / re ço favoráve l ao
                             p
                        clie nte
Obrigado pela vos s a atenção




     C arla Machado e Marlene Luís

         Info@ .gaim .p t | www.gaim .p t

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Apresentacao congr algarve

Inventta+ where innovation lives
Inventta+ where innovation livesInventta+ where innovation lives
Inventta+ where innovation lives
Inventta
 
Programas líderes sustentáveis ecozilla
Programas líderes sustentáveis ecozillaProgramas líderes sustentáveis ecozilla
Programas líderes sustentáveis ecozilla
Tiago Machado, MBA
 

Semelhante a Apresentacao congr algarve (20)

Tendências Varejo Materiais de Construção
Tendências Varejo Materiais de ConstruçãoTendências Varejo Materiais de Construção
Tendências Varejo Materiais de Construção
 
Integração Contínua
Integração ContínuaIntegração Contínua
Integração Contínua
 
Manual De Projetos
Manual De ProjetosManual De Projetos
Manual De Projetos
 
Análise e elaboração de projetos
Análise e elaboração de projetosAnálise e elaboração de projetos
Análise e elaboração de projetos
 
Inventta+ where innovation lives
Inventta+ where innovation livesInventta+ where innovation lives
Inventta+ where innovation lives
 
Educacao empreendedora
Educacao empreendedoraEducacao empreendedora
Educacao empreendedora
 
Ensino de empreendedorismo
Ensino de empreendedorismoEnsino de empreendedorismo
Ensino de empreendedorismo
 
Transformação Digital - Pré, durante e pós-pandemia.
Transformação Digital - Pré, durante e pós-pandemia.Transformação Digital - Pré, durante e pós-pandemia.
Transformação Digital - Pré, durante e pós-pandemia.
 
CIBI 1988 As TI face à Modernização Administrativa em Portugal - Luis Vi...
CIBI 1988   As TI face à Modernização Administrativa em Portugal - Luis Vi...CIBI 1988   As TI face à Modernização Administrativa em Portugal - Luis Vi...
CIBI 1988 As TI face à Modernização Administrativa em Portugal - Luis Vi...
 
Gestão do Conhecimento
Gestão do ConhecimentoGestão do Conhecimento
Gestão do Conhecimento
 
Desempenho, motivação e bem-estar - lições de um líder eficaz
Desempenho, motivação e bem-estar - lições de um líder eficazDesempenho, motivação e bem-estar - lições de um líder eficaz
Desempenho, motivação e bem-estar - lições de um líder eficaz
 
Sustainability on the cleaning products industry - ABIPLA
Sustainability on the cleaning products industry - ABIPLASustainability on the cleaning products industry - ABIPLA
Sustainability on the cleaning products industry - ABIPLA
 
Universidade anhanguera relatorio parcial i
Universidade anhanguera relatorio parcial iUniversidade anhanguera relatorio parcial i
Universidade anhanguera relatorio parcial i
 
Oportunidades para inovaçao e empreendedorismo em computacao
Oportunidades para inovaçao e empreendedorismo em computacaoOportunidades para inovaçao e empreendedorismo em computacao
Oportunidades para inovaçao e empreendedorismo em computacao
 
Gestão Estratégica de Pessoas
Gestão Estratégica de PessoasGestão Estratégica de Pessoas
Gestão Estratégica de Pessoas
 
Gestão Estratégica de Pessoas
Gestão Estratégica de PessoasGestão Estratégica de Pessoas
Gestão Estratégica de Pessoas
 
[Fórum Indústria Digital] Mindset Digital: com a venda digital, quanto a indú...
[Fórum Indústria Digital] Mindset Digital: com a venda digital, quanto a indú...[Fórum Indústria Digital] Mindset Digital: com a venda digital, quanto a indú...
[Fórum Indústria Digital] Mindset Digital: com a venda digital, quanto a indú...
 
Whats next 20202030
Whats next 20202030Whats next 20202030
Whats next 20202030
 
UERJ - UMA NOVA ERA.ppt
UERJ - UMA NOVA ERA.pptUERJ - UMA NOVA ERA.ppt
UERJ - UMA NOVA ERA.ppt
 
Programas líderes sustentáveis ecozilla
Programas líderes sustentáveis ecozillaProgramas líderes sustentáveis ecozilla
Programas líderes sustentáveis ecozilla
 

Mais de APGICO- Associação Portuguesa de Inovação e Criatividade

Mais de APGICO- Associação Portuguesa de Inovação e Criatividade (20)

FAST CHANGE
FAST CHANGEFAST CHANGE
FAST CHANGE
 
FAST CHANGE
FAST CHANGEFAST CHANGE
FAST CHANGE
 
Altice-labs_inovacao_v1.1
Altice-labs_inovacao_v1.1Altice-labs_inovacao_v1.1
Altice-labs_inovacao_v1.1
 
Apresentacao M learn inovação organizacional
Apresentacao M learn inovação organizacional Apresentacao M learn inovação organizacional
Apresentacao M learn inovação organizacional
 
Eneagrama
EneagramaEneagrama
Eneagrama
 
Semana da criatividade
Semana da criatividadeSemana da criatividade
Semana da criatividade
 
ORGANIZATIONAL INNOVATION MODEL
ORGANIZATIONAL INNOVATION MODELORGANIZATIONAL INNOVATION MODEL
ORGANIZATIONAL INNOVATION MODEL
 
MODELO DE INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL
MODELO DE INOVAÇÃO ORGANIZACIONALMODELO DE INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL
MODELO DE INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL
 
Preparação de Coaches para a Inovação
Preparação de Coaches para a InovaçãoPreparação de Coaches para a Inovação
Preparação de Coaches para a Inovação
 
Innovation Coach
Innovation CoachInnovation Coach
Innovation Coach
 
Indústria 4.0 -Vitor Ferreira
Indústria 4.0 -Vitor FerreiraIndústria 4.0 -Vitor Ferreira
Indústria 4.0 -Vitor Ferreira
 
Esght out 16
Esght out 16Esght out 16
Esght out 16
 
Innovations past and present
Innovations past and presentInnovations past and present
Innovations past and present
 
InnoWork Final Conference Agenda
InnoWork Final Conference AgendaInnoWork Final Conference Agenda
InnoWork Final Conference Agenda
 
InnoWork Final Conference
InnoWork Final ConferenceInnoWork Final Conference
InnoWork Final Conference
 
Ipei tiposMODELOS DE IPEI
Ipei tiposMODELOS DE IPEIIpei tiposMODELOS DE IPEI
Ipei tiposMODELOS DE IPEI
 
Wmcc presentation
Wmcc presentationWmcc presentation
Wmcc presentation
 
EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO EM ENFERMAGEM
EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO  EM ENFERMAGEMEMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO  EM ENFERMAGEM
EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO EM ENFERMAGEM
 
CRIAÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS COLABORATIVOS DE APOIO SOCIAL
CRIAÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS COLABORATIVOS DE APOIO SOCIAL CRIAÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS COLABORATIVOS DE APOIO SOCIAL
CRIAÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS COLABORATIVOS DE APOIO SOCIAL
 
Congresso cidadania
Congresso cidadaniaCongresso cidadania
Congresso cidadania
 

Apresentacao congr algarve

  • 1. XIII C ongres s o do A lgarve CRIAR INOVAÇÃO E DINAMISMO NO MERCADO ALGARVIO ATRAVÉS DE UM PARCEIRO PRIVADO: INVESTIGAR E AGIR C arla Mach ad o e Marle ne Lu is G A B INE TE A C A DÉ MIC O DE INVE S TIG A Ç ÃO E MA RKE TING Lagos , 1 6 d e N ove m b ro d e 2007
  • 2.
  • 3.
  • 4. Is s o já lhe aconteceu? N e m s e m p re alcan ço os m e u s ob j ctivos … e • C onheço o meu cliente MA S … n ão com p re e nd o algu ns d os s e u s com p ortam e ntos e n ão cons igo fid e liz á-lo. • Incentivo os meus colaboradores MA S … ne m s e m p re is s o p rom ove a m otivação e o e m p e nh o. • Eu preoc upo-me com a formação dos meus empregados MA S … os re s u ltad os d a form ação e s tão longe d e contrib u ir p ara u m a m aior e fic ácia d a e m p re s a.
  • 5. Is s o já lhe aconteceu? E u utilizo ferramentas de ges tão e marketing MA S … a s u a ap licação n ão re s u lta no re torno finance iro d e s e j o. ad E u conheço a minha região/comunidade/área de intervenç ão MA S …. n ão cons igo u ltrap as s ar algu m as fraqu e zas d a m inh a organização na s atis fação d as ne ce s s id ad e s d e te ctad as . E u organizei um evento bem divulgado MA S … n ão tive o s u ce s s o e s p e rad o. E u compreendo as variáveis inerentes a determinada problemátic a MA S … a m inh a inte rve n ção n ão ob te ve o
  • 6. Porquê? A s organizações s ão pos s uidoras de informação mas nem s empre a cons eguem proces s ar, já que: - A re ntab ilid ad e e s u s te ntab ilid ad e d as ins titu içõe s e s tão am e açad as p or força d as re ac çõe s d o m e rcad o - As variáve is qu alitativas d o m e rcad o s ão m u itas ve ze s d e s conh e cid as - A id e ntificação d o ciclo d e vid a d o p rod u to ou s e rviço é d ifícil - N ão h á vantage ns com p e titivas e s táticas - O clie nte é ge ralm e nte infie l - A inovação p e rm ite m ante r a com p e titivid ad e m as é ne ce s s ário s ab e r ge ri-la p ara q u e n ão s e j facilm e nte re p licad a a - O M arke ting e a com u nicação s ó s ão e ficaze s s e o d iagn ós tico e s tive r b e m s u s te ntad o - A com p re e ns ão d a com u nid ad e é e s s e ncial p ara a e lab oração d e le vantam e ntos corre ctos e a ad op ção d e s olu çõe s válid as
  • 7. A Inovação é s olução? A inovaç ão é importante porque cada vez mais s e verifica: -R e d u ção d o ciclo d e vid a d o p rod u to e d o cre s cim e nto d os m e rcad os - M icro-s e gm e ntação d os cons u m id ore s -Au m e nto d a rap id e z d e re s p os ta d os concorre nte s - Au m e nto d a s ofis ticação d os clie nte s Fazer diferente não é s uficiente para introduzir c om s uc es s o inovaç ões no mercado A inovação é e fe ctiva qu and o s e re p rod u z e incid e s ob re os com p ortam e ntos d os age nte s e nvolvid os As organizaçõe s d e ve m inovar e obter vantagem económica a p artir d a inovação
  • 8. Inves tig ar e ag ir: Porquê? S ó a inves tigação p e rm ite analis ar ce n ários d e m u d an ça • nas p op u laçõe s • nos cons u m id ore s e na p rocu ra • na ofe rta • no m e io e nvolve nte E au xiliar a p lanificação d e e s tratégias e p lanos d e ac ção qu e p e rm itam e ncontrar re s p os tas às p e rgu ntas • Onde es tamos ? • Para onde queremos ir? • C omo chegamos lá?
  • 9. Inves tig ar e ag ir : Com quem? Nec es s ito de um   Res olvo internamente parc eiro N e ce s s ito d ar form ação aos Natureza/ - colab orad ore s p ara criar c omplexidade - Te nh o ou p os s o re cru tar u m um do problema e s p e cialis ta d e p artam e nto inte rno - A criação d e u m d e p artam e nto n ão im p lica a ne ce s s id ad e d e - U m d e p artam e nto n ão d á form ação e s p e cializad a re s p os ta p ara áre as d ive rs ificad as Rec urs os dis poníveis - Te nh o re cu rs os técnicos , - N ão te nh o tod os os h u m anos e finance iros re cu rs os ne ce s s ários Tempo  - A re s o lu ção d o p rob le m a n ão - N e ce s s ito agir com rap id e z é u rge nte - N ão p os s o faze r inve s tim e nto C us to  - Te nh o d is p onib ilid ad e m u ito avu ltad os finan ce ira p ara inve s tir A poio ao levantamento e tratamento da informação A companhamento na concepção, implementação, avaliação e controlo do projecto
  • 10. Inv es tig ar e ag ir: Como? A lvos de es tudo Populações C ons umidores /Procura D o nos s o p rod u to ou d os p rod u tos Inform açõe s s ocio-d e m ográficas concorre nte s M otivaçõe s N e ce s s id ad e s Q u e m cons om e ; O qu e e s p e ra d o p rod u to/ Inte re s s e s s e rviço; Q u e m com p ra; C om o u tiliza o p rod u to/ Atitu d e s e cre n ças S e rviço; O nd e ; Q u anto e s tão d is p os tos a p agar; C om o; caracte rís ticas d o m e rcad o; Oferta Te nd ências d o m e rcad o. Q u e m s ão, qu antas s ão e o qu e Meio E nvolvente faze m as e m p re s as concorre nte s Q u otas d e m e rcad o F actore s e con óm ico-finance iros P ote nciais e ntrad as d e ou tras E nvolve nte p olítico-le gal e m p re s as E nvolve nte cu ltu ral O p ortu nid ad e s d e ne g ócio Te cnologia O u tros actore s p re s e nte s no m e rcad o U rb anis m o
  • 11. Inves tigar e agir: C omo? E ntre vis tas F ocu s -grou p s Inq u éritos Ins trumentos An ális e e D ocu m e ntal Proc ediment o O b s e rvação d ire cta An ális e d as variáve is q u alitativas e qu antitativas – Tratam e nto d os d ad os e p e s qu is a d e h ip óte s e s
  • 12. Inves tig ar e ag ir : Res ultados ? E s tu d os d e m e rcad o E s tu d os E con óm ico-finance iros E s tu d os d e C om p ortam e nto d o C ons u m id or P lanos d e M arke ting e C om u nicação Avaliação d e E ve ntos E s tu d os S ociais E mbora a inves tigação permita diminuir o ris c o na tomada de decis ão e promover a implementaç ão da inovação s us tentada nas nec es s idades dos c lientes , no A lgarve a grande maioria das PME ’s ainda não rec onheceu a s ua importância.
  • 13. A nos s a experiência… A valiação do Fes tival Med P e rm itiu: itiu • Traçar o p e rfil d o vis itante • E ncontrar s e gm e ntos e s p e c íficos (e s trange iros , e s tu d ante s , cons u m id ore s d e d e te rm inad as activid ad e s d e s e nvolvid as no e ve nto e tc..) • M e d ir n íve is d e s atis fação e cons u m o e m e lh orar as e d içõe s s e gu inte s d e acord o com os re s u ltad os ob tid os • M e d ir a e fic ácia d os s u p orte s d e com u nicação e ad e q u a-los às e d içõe s s u b s e qu e nte s • C riar u m a b as e d e d ad os d e contactos p ara u m a p róxim a com u nicação m ais d irigid a • Avaliar a inte n ção d e re gre s s o
  • 14. C omportamento do Turis ta E s trangeiro aos s ábados de manhã no Mercado de P e rm itiu: itiu Loulé - C aracte rizar o tu ris ta qu e vis ita Lou lé - D e te rm inar o com p ortam e nto d e com p ra d o tu ris ta - Id e ntificar os p rod u tos ou s e rviços qu e ad qu ire m ou cons om e m - F aze r o le vantam e nto d as ne ce s s id ad e s d e s te p úb lico e m te rm os com e rciais e tu rís ticos - Id e ntificar as raz õe s qu e o le vam a d e s locar-s e u m a 2 ª ve z
  • 15. A lmancil e as novas oportunidades de negócio P e rm itiu: itiu - Lis tage m d os ne g ócios m ais s olicitad os p e la p op u lação, p or s e gm e nto d e clie nte - Ind icar a ne ce s s id ad e d e forne cim e nto d e s e rviços p úb licos p or e ntid ad e s p rivad as - E s te re ótip os re c íp rocos d as p op u laçõe s m igrante s e e xp atriad as e s u a influ ência nos p ad rõe s d e cons u m o
  • 16. E s tudo do s ector dos bares e dos s eus cons umidores P e rm itiu: itiu - C aracte rizar as p re fe rências d os cons u m id ore s e d os s e u s h áb itos d e cons u m o; - D e te rm inar a fas e d e “vid a” d o s e ctor, as s u as ne ce s s id ad e s e vantage ns com p e titivas ; - Id e ntificar os factore s qu e os cons u m id ore s p rivile giam nu m b ar; - E s tab e le cim e nto d e u m a tip ologia d os b are s d e Lou lé, ate nd e nd o a factore s re lacionad os (e x. índ ice d e p re ços , valências , d e coração) e as d ife re n ças e s e m e lh an ças e ntre os
  • 17. Porquê nós ? P or s e tratar d e u m a e ntid ad e d e natu re za n ão lu crativa, s e d e ad a nu m ins titu to u nive rs itário, o GA IM p os s u i fle xib ilid ad e s u ficie nte p ara s e d e b ru çar s ob re qu e s tõe s d e natu re za variad a, p e rm itind o u m a re lação d e qu alid ad e / re ço favoráve l ao p clie nte
  • 18. Obrigado pela vos s a atenção C arla Machado e Marlene Luís Info@ .gaim .p t | www.gaim .p t

Notas do Editor

  1. Isto já lhe aconteceu?? Saber que a informação está lá mas não está perceptível??
  2. O que é que uns pensam dos outros e o que isso influência nos padrões de consumo
  3. # e semelhanças entre a oferta existente
  4. Ultimo slide – as cores tem de ser revistas