Velho Amigo

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Autor TOM MADUREIRA.

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Velho Amigo

  1. 1. “SAUDOSO FLAMBOYANT” Mais um dos belos sonetos do poeta Ademilton (TOM) Madureira Lima VELHO AMIGO VELHO AMIGO Tom Madureira Acalma, coração! Vê se descansa! Se não, podes levar-nos à loucura! O mundo que nos deu tanta esperança Não fez deste meu peito uma clausura! Disfarça, velho amigo! A fé não cansa! Um dia essa aflição pode ter cura! Há muito que deixei de ser criança E a vida para mim foi bem mais dura! Não chores. Entre nós não há segredo! Não deixes que outros saibam do seu medo E aceita a realidade desta vida! Contém esse soluço. Sê mais forte! Quem conheceu a luz não teme a morte Porque sua missão já foi cumprida! . . . * . . . Em 2007 – Tom Madureira – Soneto 068 – Poesia 094
  2. 2. “OLHANDO A LUA” Calei a minha voz! Já não te chamo! Meus versos já não falam mais por mim! Se escrevo, vou dizer que não ti amo, sabendo que é mentira ou coisa assim! Nem mesmo a solidão já não reclamo! ! Talvez não mereci, por ser discrente! E agora o que dizer ao coração?! . . . * . . . Ano 1993 Tom Madureira Soneto: 045 Poesia: 065 S029 - Poesia: 045 “SAUDOSO FLAMBOYANT” Mais um dos belos sonetos do poeta Ademilton (TOM) Madureira Lima Imagem internet “OLHANDO A LUA” Tom Madureira Calei a minha voz! Já não te chamo! Meus versos já não falam mais por mim! Se escrevo, vou dizer que não ti amo, sabendo que é mentira ou coisa assim! Nem mesmo a solidão já não reclamo! Morreu a flor maior do meu jardim! E o canto de saudade que proclamo, é o pranto que secou, chegou ao fim! Mil noites eu passei olhando a lua, pedindo a Deus qualquer notícia tu, em versos, muitas preces... tudo em vão! Cansei. Não fui ouvido, infelizmente! Talvez não mereci, por ser descrente! E agora o que dizer ao coração?! . . . * . . . Ano 1993 - Tom Madureira -Soneto: 045 - Poesia: 065 OLHANDO A LUA
  3. 3. “ D I L E M A ” Tom Madureira Depois de tanto procurar, encontrei no céu dos teus olhos as estrelas mais lindas que já vi. Agora, como ofertá-las a ti, se já são tuas?! . . . * . . . Ano 1985 - Tom Madureira - Poesia: 036

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