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A CADEIA DO PLÁSTICO
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Segmentos Prioritários (considerações)
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• Plásticos biodegradáveis: Potencializar projetos com estes produtos, incidindo na
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Fase III - Seminario - Apresentacao

  1. 1. 1 Projeto marco BRA/B7-311/2000/005 “Redes de Centros Tecnológicos e Apoio às Pequenas e Médias Empresas no Brasil” Estudos sobre as dinâmicas de mercado e de Inovação tecnológica e do potencial de cooperação UE – Brasil para produtos de interesse mútuo e apreciável conteúdo tecnológico no setor de Transformados de Plástico – Fase III Estudo Setorial – Versão Draft (26-06-06) Elaboração por equipe de peritos para Setor Transformados de Plástico (Ref.: Projeto-FINEP-draft-entrega-060626) Conteúdo da Apresentação 1. INTRODUÇÃO / REFLEXÃO 2. SÍNTESE BRASIL A CADEIA DO PLÁSTICO CENTROS TECNOLÓGICOS DO BRASIL SEGMENTOS PRIORITÁRIOS 3. SÍNTESE EUROPA (U.E.) A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO NA EUROPA CENTROS TECNOLÓGICOS EUROPEUS SEGMENTOS PRIORITÁRIOS 4. U.E. – BRASIL: QUADRO COMPARATIVO E COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA 5. CONCLUSÕES - TENDÊNCIAS
  2. 2. 2 1 INTRODUÇÃO / REFLEXÃO Reflexão sobre o marco do estudo Fontes de informação Critérios para segmentação do setor • Segmentos e sub-segmentos de mercado • Segmentos por tipo de tecnologia de processo • Tecnologias emergentes Critérios para avaliação dos segmentos • Definição de Indicadores Montagem das matrizes de decisão • Definição dos setores/produtos prioritários Introdução
  3. 3. 3 Introdução: Contexto do setor Transformados de Plástico Materiais Máquinas Moldes Transformador Utilização Reciclagem Serviços de suporte (Engenharias, consultorias, CTs, …) 2 SÍNTESE BRASIL: A CADEIA DO PLÁSTICO CENTROS TECNOLÓGICOS SEGMENTOS PRIORITARIOS
  4. 4. 4 Caracterização do Setor – Brasil A CADEIA DO PLÁSTICO Caracterização do Setor – Brasil A CADEIA DO PLÁSTICO Consumo Aparente por Resina 2005 4,354 milhões ton. 13% 9% 16% 3% 24% 7% 16% 11% 1% PEBD PELBD PEAD Plast.Eng. PP PS/HIPS PVC PET EVA Fonte: Elaboração própria baseado em dados ABIPLAST / Fabr.Resinas
  5. 5. 5 Transformados de Plástico CARACTERIZAÇÃO DO SETOR: Faturamento (2005): R$ 38,75 bilhões (US$ 15,95 bilhões) Volume (2005): 4,26 milhões de toneladas (nota 1) Cons. per capta (2005): 23,2 kg/hab. Participação no PIB: 1,66% (2000), 2,18% (2004), 2,00% (2005). Empregados (2004): 258.343 distribuídos em 8.523 empresas (notas 2 e 3) Parque industrial (2004): > 63.000 máquinas - 57,6% dos equipamentos são injetoras, - 37% dos equipamentos com mais de 10 anos de uso Produtividade: 20,2 t/empr.(2000), 16,3 t/empr. (2005) Segmentos (2005): Embalagens e Laminados - 34,3% das empresas - 43% do faturamento do Setor Notas: 1) Queda de 0,2% em volume e de 4,2% em faturamento (R$) (2005/2004) 2) 94% das empresas com menos de 100 funcionários. 3) 37% da mão-de-obra concentra-se em empresas de 100 a 499 funcionários. Para asPMEs, o nível de capacitação tecnológica e qualificação de mão-de-obra é baixo. Transformados de Plástico Descartáveis 11% Comp.Técnicos 11% Constr.Civil 10% Agrícola 9% Outros 7% Util.Domést. 5%Calçados 3%Brinquedos 1% Laminados 1% Embalagens 42% BRASIL (2005) 4,263 milhões ton. Fonte: ABIPLAST (2005)
  6. 6. 6 Transformados de Plástico Fonte: Elaboração própria à partir de dados ABIPLAST US$ 3542/ton US$ 2774/ton US$ 6706/ton Exportações 275 mil t US$ 975 milhões Importações 325 mil t US$ 1.233 milhões Défcit 50 mil t US$ 258 milhões Exportações - Transformados de Plástico Volume ( mil ton. ) 0 50 100 150 200 250 300 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Capítulo 39 Outros (Exceto 39) Total Inovação por Intensidade Tecnológica – Análise do PINTEC 2003 Investimentos e Inovação – Brasil Indústria de RECICLAGEM13,7% Produtos Alimentícios33,7% Artigos de Mobiliário34,9% Produtos Têxteis e de Vestuário35,0%BAIXA INTENSIDADE Produtos Siderúrgicos33,4% Fundição e Metais não Ferrosos34,0% Fabricação de Borracha e Plásticos36,2% Refino de Petróleo38,7% Celulose e outras pastas39,1%MÉDIA/BAIXA INTENS. Máqs., Aparelhos e Materiais Elétricos41,0% Máquinas e Equipamentos43,5% Produtos Químicos, exceto fármacos42,1% Setor de Autopeças45,2% Equiptos´Médico-hospitalares, equiptos precisão45,4%MÉDIA/ALTA INTENS. Produtos Farmacêuticos50,4% Equiptos para Comunicação51,8% Setor Automotivo57,5% Material Eletrônico Básico61,7% Máquinas e Equiptos Informática e Escritório71,2%ALTA INTENSIDADE ATIVIDADE INDUSTRIAL % INOVAÇÃO INTENSIDADE TECNOLÓGICA
  7. 7. 7 RENAI – Investimentos 1° Sem. 2005 (MDIC / SDP) Investimentos e Inovação – Brasil Fonte: Elaboração própria a partir dos dados do Relatòrio 5,7% Nº PROJETOS 1,2% INVESTIMENTOS Segmentação - Indicadores Resultado final da soma dos valores dos indicadores, após a aplicação da ponderação (nível de importância) para cada indicador. Classificação (valores ponderados) Conhecer a capilaridade e o peso da participação das PMEs no Segmento.Nível de participação de PME (%)I8 Conhecer o nível das relações existentes com os respectivos Centros Tecnológicos e as PMEs.Integração com os Centros TecnológicosI7 Conhecer a importância do segmento/produto na cadeia de valor do Setor e/ou no respectivo cluster (PITCE/Política Industrial) Alinhamento estratégicoI6 Conhecer o dinamismo de desenvolvimento tecnológico e da produção do segmento (PINTEC 2003)Nível de inovaçãoI5 Conhecer a importância/experiência das relações estabelecidas com o mercado externo (export./faturam.) Nível de exportação (%)I4 Conhecer o nível de inserção no mercado internacional que o segmento exibe (exportações)Nível de valor agregado ($/ton)I3 Conhecer o dinamismo do segmento quanto ao mercado consumidorTaxa de crescimento anual (%)I2 Conhecer o nível de importância do segmento nos contextos da Indústria de Transformação e do Setor de Transformados de Plástico Nível de faturamento ($)I1 ObjetivoDesignaçãoRef. Descrição dos Indicadores - Brasil Nota: Peso 1 para os indicadores: I1, I3, I4, I6, I7, I8. Peso 2 para os indicadores: I2, I5.
  8. 8. 8 Segmentos analisados – Brasil Indicador: Total Código S-1 EMBALAGENS 38 Alimenticio / Bebidas 37 Farmacêutico 33 S-2 CONSTRUÇAO CIVIL 23 S-3 DESCARTÁVEIS 34 S-4 COMPONENTES TÉCNICOS 41 Automotivo (Auto-peças) 40 E&E 44 Médico-Hospitalar... 39 S-5 AGRÍCOLA 34 S-6 UTILIDADES DOMÉSTICAS 28 S-7 CALÇADOS 27 S-8 LAMINADOS 28 S-9 BRINQUEDOS 29 S-10 OUTROS SEGMENTOS 24 Extrusão de Compostos e Masters 29 Biopolímeros, Nanocompósitos 42 ITP TRANSFORM. PLÁSTICOS (ton) 28 ITP TRANSFORM. PLÁSTICOS (US$) 36 S-11 MÁQUINAS E ACESSÓRIOS P/ IND. DO PLÁSTICO 38 S-12 FERRAMENTARIAS E MODELAÇÕES 36 S-13 RECICLAGEM 26 Designação Fonte: elaboraçao propria baseada em critérios ABIPLAST e ABIMAQ Centros Tecnológicos e APLs Reforço a competitividade das PMEs Promoção da integração entre CTs e APLs Fonte: FINEP (2005) Fonte: MDIC (2006)
  9. 9. 9 Segmentos e Aplicações Prioritários - Brasil • Biopolímeros e Nanocompósitos •Embalagens: sacolas plásticas, descartáveis, filmes. •Fibras para sutura cirúrgica, implantes ósseos, cápsulas p/ liberação controlada de medicamentos. •plasticultura (estufas, mulch), agrícola (tubetes para replantio), “plástico frio”. • Setor Eletro-Eletrônico •Aplicações em design industrial, prototipagem nas áreas de eletro-portáteis, linha branca. •Compostos Especiais: compostos auto-extingüíveis, condutivos, elevada resistência térmica, elevada isolação elétrica, blindagem eletromagnética, etc. •Smart cards e smart labels. • Setor Automotivo / Autopeças •Aplicações em design industrial, prototipagem e gestão de projetos. •Nanocompósitos estruturais. •Sistemas de Gestão da qualidade e aumento de produtividade. • Embalagens e descartáveis •Filmes multicamadas com efeito barreira. •Stand-up pouches e embalagens “retortables” . •Embalagens identificáveis pela tecnologia RFID. •Design de embalagens de apresentação sobretudo nos segmentos de cosméticos e “Personal Care”. Segmentos e Aplicações Prioritários - Brasil • Equipamentos médico-hospitalares e odontológicos •Plásticos especiais •Polímeros bio-compatíveis para próteses ortopédicas, cardíacas, neurológica, mamária, •Materiais de consumo médico-hospitalares, hipodérmicos e outros de uso único. • Ferramentarias e modelações •Design Industrial, Prototipagem Rápida para validação do design e sistemas CAD/CAM. •Programas de capacitação técnica e atualização tecnológica. •Integração APLs e CTs do Setor para oferta de serviços tecnológicos de design, simulação e prototipagem rápida, além de formação de mão-de-obra. •Ensaios de caracterização de resinas nacionais para a formação de banco de dados para softwares de simulação de injeção/extrusão. • Máquinas e Equipamentos para a Indústria do Plástico • Desenvolvimento de projetos de células automatizadas de produção de componentes • Desenvolvimento de projetos integrados de design industrial, aumento de produtividade e qualidade. • Programa de melhoria de eficiência energética de equipamentos e instalações industriais • Programas de incentivo para modernização do parque de máquinas das PMEs. (Modermaq, p.ex.). • Reciclagem • Programas de apoio à atualização tecnológica, aumento de produtividade e formação de mão-de-obra • Desenvolvimento e caracterização de compostos com a incorporação de polímeros reciclados • Desenvolvimento de processos de reciclagem química e energética de materiais plásticos pós consumo NOTA: embora o setor tenha tido um pontuação muito baixa, segundo os critérios escolhidos, o tema reciclagem de materiais plásticos é uma das prioridades da U.E. e é um setor em crescimento no BRASIL.
  10. 10. 10 3 SÍNTESE EUROPA (U.E.): A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO CENTROS TECNOLÓGICOS SEGMENTOS PRIORITARIOS Entorno macroeconômico (Europa) 8,88,78,48,0Desemprego (%/población activa) 0,10,10,51,4Emprego total MERCADO DE TRABALHO 0,40,40,20,0Produção do trabalho 2,42,42,42,6Custos de trabalho unitários 2,12,12,32,4Preços de consumo (média anual) PREÇOS E CUSTOS 1,81,8-0,11,5Importações 0,10,11,52,8Exportações 2,1-0,5-2,4-0,6Formacão bruta de capital fixo 1,91,92,92,1Consumo público 1,31,00,11,8Consumo privado 0,80,80,20,9Demanda interna 2,00,60,91,4Produto Interno Bruto DEMANDA E PRODUTO 2004200320022001 PRINCIPAIS INDICADORES MACROECONÔMICOS DA ÀREA EURO (% variacão interanual) Fonte: CEP (2005)
  11. 11. 11 Consumo de plásticos (Europa) Fonte: EuroPlast Consumo de plásticos (Europa) A informação sobre os Paises assinalados está solicitada explicitamente pelos TdR. Fonte: Elaboração própria baseada nos dados de EuroPlast
  12. 12. 12 Agrupamentos geográficos (Europa) • Região Central (Central Region) – Áustria, República Czech, Alemanha, Hungria, Poland, Slovakia, Slovenia e Switzerland. – Posicionar plásticos como o “o material para o século XXI”. – Região Central concentra mais de um terço da produção e da demanda européias de plásticos. – Na Alemanha, os plásticos e a indústria dos plásticos tem uma posição de lidrança. – O ano 2005 viu a criação de PlasticsEurope Polska e de PlasticsEurope Áustria, assim como os acordos da cooperação com a associação suíça KVS dos plásticos e o Slovenian Plast Technics Cluster. – Fomentar a importância do setor através de ações de formação e informação e de contatos com instituçoes oficiais. • Região Ibérica (Iberia Region) – Portugal e Espanha. – Grupos de trabalho: no Meio Ambiente, Consumidor, Estandardização e comunicações. – Uma atividade principal na Região Ibérica são os plásticos de utilização na agricultura. O uso crescente dos plásticos na agricultura no sul de Europa gera resíduos plásticos no fim da vida dos produtos que deve ser controlado. Somente uma parte dos resíduos plásticos é coletada e esta é uma perda considerável de recursos. – A Região Ibérica está discutindo também com as autoridades locais a possibilidade para promover a recuperação da energia do resíduo plástico. Nota: Promoveu-se um projeto europeu com França, Itália, Espanha e o Reino Unido para administração de resíduos plásticos na agricultura. • A Região Mediterranea (Mediterranean Region) – Croatia, Chipre, Grécia, Itália, Malta e Turquia. – Um estudo em plásticos na política ambiental em Itália e a recuperação da energia foi o assunto de uma comunicação significativa. – A Região Mediterranea tem-se dirigida também à pergunta de sacos plásticos. A Região continuou trabalhar com a cadeia de valor dos plásticos, na maior parte com COREPLA, consórcio nacional de reciclagem de embalagens plásticas. – Instrução, comunicação e informação foram uma parte principal das atividades da região Mediterrânea. Agrupamentos geográficos (Europa)
  13. 13. 13 • Região Norte (North Region) – Dinamarca, Estónia, Finlandia, Irlanda, Latvia, Lithuania, Noruega, Sweden e o Reino Unido (rede pan- européia através do escritório regional em Londres no British Plastics Federation). – Trabalho sobre tubulações plásticas foi realizado em cooperação com o TEPPFA (the plastic pipes and fittings association), a associação das tubulações e dos encaixes do plástico, o Federation dinamarquês dos plásticos e a agência de proteção ambiental dinamarquesa (DEPA, Danish Environmental Protection Agency). – Usar o desperdício como uma fonte de energia foi promovido também na Região Norte. Ajuda-se a introduzir melhores práticas de recuperação, incluindo reciclagem. A Região fêz parte em feiras dos plásticos em Birmingham, Reino Unido, e em Lahti, Finlandia. As relações dos meios começaram a aumentar a visibilidade da Região. • Região Ocidental (West Region) – França e o Benelux – Esforços das comunicações entre que eram os boletins de notícias internos, anunciar, competições do projeto e jogos educacionais. – França focalizou em comunicações através dos vários compartimentos e uma campanha publicitária anunciando de rádio do verão foi realizada reusar e na recuperação de sacos plásticos. Um exame subseqüente indicou que a campanha anunciando tinha sido altamente bem sucedida em promover a mensagem de “plásticos e de meio ambiente”. A idéia que os sacos plásticos podem reutilizados e reciclados para produzir a energia, foi transmitida bem com a campanha. Agrupamentos geográficos (Europa) Linhas de atuação (Europa) • Isolação (consumo de energia) • Administração de Resíduos Sólidos • Matriz de exposição (contacto com alimentos)
  14. 14. 14 Segmentação de mercado Tabela baseada en ABIPLAST (Brasil) Ref. Setor Designação S-1 EMBALAGENS S-2 CONSTRUÇAO CIVIL S-3 DESCARTÁVEIS S-4 COMPONENTES TÉCNICOS S-5 AGRÍCOLA S-6 UTILIDADES DOMÉSTICAS S-7 CALÇADOS S-8 LAMINADOS S-9 BRINQUEDOS S-10 OUTROS SEGMENTOS Ref. Setor Designação S-11 MÁQUINAS E ACESSÓRIOS P/ IND. DO PLÁSTICO S-12 FERRAMENTARIAS E MODELAÇÕES S-13 RECICLAGEM Segmentos Europa FATURAMENTO 2003 (Segmentos setor Plástico, EU-15) 28,6% 21,8% 15,4% 15,2% 8,5% 6,7% 2,5% 0,7% 0,6%0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% S-2 S-1 S-10 S-4 S-3 S-8 S-6 S-13 S-5 Segmentos %totalfaturamentoindustriaplástico Fonte: Elaboração própria baseada em Kompass (2003)
  15. 15. 15 PME (Europa) Histograma Setor Plástico 9.715 5.407 4.743 853 652 278 45% 70% 92% 96% 99% 100% 0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000 50 200 10 500 acima de … 250 Classe (segundo nº empregados) Freqüência 0,00% 20,00% 40,00% 60,00% 80,00% 100,00% 120,00% Freqüência % acumulado Classe Freqüência % acumulado Classe Freqüência % acumulado 10 4.743 21,91% 50 9.715 44,88% 50 9.715 66,79% 200 5.407 69,85% 200 5.407 91,76% 10 4.743 91,76% 250 278 93,05% 500 853 95,70% 500 853 96,99% acima de … 652 98,72% acima de … 652 100,00% 250 278 100,00% Classe Empregados 10 0-10 50 11-50 200 51-200 250 201-250 500 251-500 acima de … >500 Fonte: Elaboração própria baseada em Kompass (2003) Segmentos Europa Setor Transformado de Plástico 2003 (EU-15) 33% 24% 15% 12% 5% 5% 4% 1% 1% S-1 S-2 S-4 S-10 S-3 S-8 S-6 S-5 S-13 Participação de mercado - Europa - (numero de empresas) 1% S-5 Agrícola 1% S-13 Reciclagem n.d S-7 Calçados n.d. S-9 Brinquedos n.d. S-11 Máquinas e acessórios p/ind. do plástico n.d. S-12 Ferramentarias e modelações n.d. S-13 Reciclagem 33% S-1 Embalagens 24% S-2 Construção civil 15% S-4 Componentes técnicos 12% S-10 Outros segmentos 5% S-3 Descartáveis 5% S-8 Laminados 4% S-6 Utilidades domésticas Fonte: Elaboração própria baseada em Kompass (2003)
  16. 16. 16 Segmentos Europa VOLUME DE MATERIAL PARA OS SEGMENTOS DIFERENTES (toneladas) Criterio de segmentação segundo PlasticsEurope Fonte: EuroPlast Segmentos Europa VOLUME DE MATERIAL PARA OS SEGMENTOS DIFERENTES (toneladas) Critério de segmentação segundo PlasticsEurope Embalagens -14.764.000 toneladas, 37,2% de todos os plásticos consumidos na Europa (2003). -Embalagem: crescimento de 1,3% em tarifas de consumo entre 2002 e 2003 apesar do declínio econômico. -Motivos para a utilização de plásticos: substituição de materiais tradicionais porque eles são leves, flexíveis e fáceis de processar. Gera problemas de reciclagem. Mais de 50% de mercadorias de toda a Europa são embaladas em plásticos, o peso do plástico equivale a 17% de toda a embalagem. -O desenvolvimento tecnológico da indústria de plásticos mostra que cada vez mais os plásticos agregam valor a os produtos. Construção Civil (Building and Construction -B&C-) -7.350.000 toneladas, 18.5% de todos os plásticos consumidos na Europa (2003). -Crescimento 2% do consumo de plásticos total na Europa Ocidental 2002-2003 apesar do declínio econômico. Crescimento baixo é indicativo do impacto negativo da maior recessão econômica e da redução na edificação de casas. -A indústria de edificação e construção (B&C) usa plásticos para uma variedade de aplicações desde isolamento térmico e acústico à tubos, de esquadrias de janela ao design interior (enfoque dirigido para plasticos técnicos e para redução do consumo de energia. -Motivos para a utilização de plásticos : a durabilidade, a força, a resistência à corrosão, o baixo custo de manutenção e o resultado estético final que assegura a sua popularidade contínua no setor. Agricultura -744.000 toneladas, 1,9% de todos os plásticos consumidos na Europa (2003). -Sem crescimento (2002 a 2003). -Continuam desempenhando um papel fundamental no segmento. A irrigação agrícola e os sistemas de drenagem à base de Plásticos fornecem soluções eficazes ao crescimento de colheita. Em regiões áridas, tubos de plásticos e os sistemas de drenagem podem cortar os custos de irrigação a um ou dois terços assim como dobrar o rendimento da colheita (beneficio social).
  17. 17. 17 Segmentos Europa VOLUME DE MATERIAL PARA OS SEGMENTOS DIFERENTES (toneladas) Critério de segmentação segundo PlasticsEurope Eletro-eletrônico (Electrical and Electronic -E&E-) -3.360.000 toneladas, 3.4% de todos os plásticos consumidos na Europa (2003). -Crescimento consumo de plásticos: 3.4% a em 2003, apesar do declínio econômico global. (3.250.000 toneladas em 2002). -Considera-se o plástico um material indispensável do setor E&E. Muitos dos novos desenvolvimentos técnicos atuais tem tendências de miniaturização, por conseguinte, os dispositivos estão ficando menores e mais leves. (tecnologias de micro injeção combinado com plásticos técnicos) -A quantidade de aplicações de E&E continua aumentando: o peso do plástico usado em cada unidade diminui. Isto é um exemplo de plásticos que fazem mais com menos recursos. Automotiva -3.170.000 toneladas, 8 % de todos os plásticos consumidos na Europa (2003). -Crescimento relativamente alto: 5.7% (2002-2003) -As exigências da indústria automobilística são um desafio para os atuais desenhistas. A solução para equilibrar a alta performance (plásticos de engenharia), o preço competitivo, o estilo, o conforto, a segurança, a economia de combustível e o impacto ambiental mínimo, muitas vezes está em uma nova geração de plásticos leves. É previsto que os plásticos leves (PP, PU ...) contribuam na redução de 10% ao ano no consumo de combustível (efeito ambiental) nos carros de passeio na Europa. Segmentos Europa Evolução do Setor de MOLDES segundo tipo de empresa cliente FONTE: CEFAMOL
  18. 18. 18 Reciclagem (Europa) Fonte: EuroPlast Relação entre o setor Transformados de Plástico e Eletro-eletrônico (Europa) Fonte: EuroPlast
  19. 19. 19 Centros Tecnológicos (Europa) EUROPEAN ASSOCIATION OF RESEARCH AND TECHNOLOGY ORGANISATIONS • Análises das informações já existentes na Europa sobre o setor de transformados de plástico, considerando as opiniões das principais associações empresariais e o dos centros tecnológicos direitamente relacionados com eles. • À análise qualitativa devemos adicionar os aspectos quantitativos que não marcaram diferenças importantes até segmentos (critério Abiplast). A porcentagem de PME era aproximadamente a mesma para os diferentes segmentos. • Exportação: não há informação detalhada dos segmentos definidos. Somente informação consolidada, disponível em Eurostat. • O critério de valor adicionado de um segmento é completamente subjetivo e quando nós o complementamos com um aspecto da competição dos países com trabalho manual mais barato, como China, nós consideramos que aquele deve ser substituído por um avaliação do grau da tecnologia incorporada no produto, mais do que pelo segmento a que nós dizemos que pertence. SEGMENTOS COM MAIOR POTENCIAL, PRIORITÁRIOS (Europa) – Considerações –
  20. 20. 20 Tendências Europa Reciclagem: • Procurar maneiras de reduzir a geração de resíduos. • Melhorar as opções de recuperação no final do ciclo de de vida de um produto. • Encontrar objetivos quantitativos realistas para legislar sobre a matéria. Plásticos de Engenharia: • Vantagens: A conservação de energia é a chave deste produto. O plástico consegue alcançar este objetivo de várias maneiras: – Economia de energia durante a manufatura. – Economia de energia durante o tempo de vida de um produto. – Economia de energia no fim da vida de um produto: reutilização, reciclagem e recuperação de energia. Exemplo: Plásticos auto-extinguiveis (Flame retardant plastics) ÁREAS COM MAIOR POTENCIAL, PRIORITÁRIOS (Europa) Com as considerações antes mencionadas, enfatizamos como áreas “high-priority” de desempenho aqueles que fazem referência a: • Sustentabilidade ambiental (reciclagem, recuperação da energia,etc.) • Os plásticos técnicos (aplicações médicas, da engenharia, eletro- eletrônico, etc.) Motivos: É uma constante que se repete em vários estudos de associações e empresas internacionais. ÁREAS COM MAIOR POTENCIAL, PRIORITÁRIOS (Europa)
  21. 21. 21 4 U.E. – BRASIL: QUADRO COMPARATIVO E COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA Segmentos Prioritários (considerações) • Dificuldade na obtenção de dados segmentados (Setor de Transformados de Plástico ser muito difuso na Indústria de Transformação). • Índices apresentados são dados consolidados. Alguns sub-segmentos foram desmembrados. • Muitos indicadores foram obtidos através da análise de dados secundários e terciários. • Estes indicadores são dinâmicos, eles refletem uma situação pontual dos segmentos analisados. • A escolha dos indicadores visou determinar a dinâmica de mercado dos vários setores e o respectivo alinhamento com as diretrizes do Projeto.
  22. 22. 22 Indústria de Transformados de Plástico Descartáveis 11% Comp.Técnicos 11% Constr.Civil 10% Agrícola 9% Outros 7% Util.Domést. 5%Calçados 3%Brinquedos 1% Laminados 1% Embalagens 42% Constr.Civil; 18,5 E&E; 8,5 Automotivo; 8 Agricultura; 1,9 Industrial; 5,8 Util.Domest./Ou tros; 20,1 Embalagens; 37,2 BRASIL (2005) 4,263 milhões ton. Fonte: ABIPLAST (2005) Europa Ocidental (2003) 39,706 milhões ton. Fonte: APME (2005) Problemas que afrontam o setor • Deslocalização de áreas com mão de obra mais barata. • Estudo para Europa e Brasil, mas o contexto global não pode ser perdido de vista (China, etc.). – As PMEs devem encontrar seus próprios nichos de mercado para aumentar o valo agregado, pois a tendência atual è de que os produtos de menor valor agregado, migrem para paises com mão-de-obra barata. – As PMEs do setor de moldes e ferramentas estão sofrendo concorrência de paises com custos menores como por exemplo a China. • Variação dos preços das matérias-primas (petróleo, nafta). • Melhoria requerida das instalações e infra-estruturas (manutenção inclusa). • Enfoque PME não coincide com enfoque das grandes empresas (maior necessidade de utilizar tecnologia de ponta). • O nível de formação da mão-de-obra está relacionado diretamente com a produtividade do Setor. • Como diz o Sr. Toni Soler de Talleres Format S.A.: “injetar e transformar plásticos, não é a mesma coisa que fundi-los”. • Pouco compromisso da direção das PMEs na participação de projetos de cooperação internacional. Este projeto tenta entre outras coisas estimular a participação de projetos internacionais das PMEs, não obstante a grande maioria de PME não participa ativamente nos projetos da cooperação com outras companhias, a menos que vejam resultados em dinheiro de forma quase imediata.
  23. 23. 23 • Plásticos biodegradáveis: Potencializar projetos com estes produtos, incidindo na fase de fermentação do processo. Aproveitando o conhecimnto e equipamentos qualificados que dispõe Brasil, ainda que sejam para outros Setores (cerveja, álcool). – O Brasil dispõe de uma rede CTs que desenvolvem biopolímeros. Como mencionado anteriormente, a PHB Brasil já está produzindo em escala piloto o P(3HB) com projeto de expansão para 2.000 t/ano em 2008. Vale ressaltar que para o nosso estudo o CT selecionado para participar é o IPT-SP (Instituto de Pesquisas Tecnológicos de São Paulo). • Plásticos técnicos: Para o setor médico-hospitalar e para componentes da indústria eletrônica e de telecomunicações. – Europa dispõe de Centros Tecnológicos e aplicações de êxito como o exemplo mostrado sobre o plástico eletrônico flexível para reproduzir documentos (ver anexos). – Para o conhecimento sobre as tecnologias dos plásticos utilizados no setor médico- hospitalar estamos considerando a possibilidade de participar com o CT ASCAMM, por sua expertise em micro-injeção. COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA BRASIL-UE 5 CONCLUSÕES / TENDÊNCIAS
  24. 24. 24 CONCLUSÕES TENDÊNCIAS Após analise dos diversos setores na Europa e no Brasil, resumimos as tendências do setor nas seguintes áreas de investigação: - Tecnologia de micro injeção e micro-moldes. - Plásticos técnicos para áreas E&E e médico-hospitalar - Biopolímeros e nano compósitos em diversos segmentos: embalagens, agrícola, médico-hospitalar, E&E,... - Tecnologias de gerenciamento de resíduos. - Gestão e design industrial. Nota : Artigo informando sobre seminário sobre Novas Tecnologias e Tendências para a industria do plástico na feira de Chicago NPE 2006 ratifica que as informações apresentadas coincidem com as principais tendências internacionais. Brasil – EU OBRIGADO Afonso Henriques Neto wiper@terra.com.br / powertecnology@bol.com.br Antoni Viladomat Vers a.viladomat@viges.com / viges@viges.com

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