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Saadi (1991) – é a relação entre o controle litoestrutural e a erosão.Borges (1996) - refere-se a morfologia que se amolda...
A análise morfoestrutural depende do resultado do processo dinâmico que atua sobreas formas originais (soerguimento da cro...
A análise integrada da superfície terrestre pelo caráter sinóptico, espectral e temporalpor meio dos produtos de sensoriam...
Modelado do Relevo – é o resultado de efeitos exógenos (esculturais), analisadosatravés dos elementos texturais e estrutur...
CONTROLE ESTRUTURAL NO RELEVO
DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:1ª ORDEM: Grandes unidades topográficas: Áreas continentais (>2000m altitudes...
DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:2ª ORDEM: (Grandes divisões de entidades tectônicas)É caracterizado pelo seu ...
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DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:4ª ORDEM: (AÇÃO ESTRUTURAL PROPRIAMENTE DITA)Unidades com centenas de Km²;São...
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DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:6ª ORDEM (PREDOMINA DIFERENÇAS LITOLÓGICAS + PROCESSOS)Pequenas centenas de m...
DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:7ª ORDEM (ASSOCIA-SE AS MICROFORMAS DE ORIGEM DIVERSA)Escalas decimétricas e ...
DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:8ª ORDEM (REFER-SE À CONSTITUIÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DO MATERIAL ESUAS ORIGENS)Sã...
Em uma análise morfoestrutural deve-se levar em conta:• Características intrínsecas dos corpos rochosos como as forças atu...
Estruturas geológicas (primárias e deformacionais):A) Bacias sedimentaresEstruturas primárias: concordantes horizontais, i...
Métodos e técnicas do estudo morfoestrutural:Premissa: Muitas estruturas do arcabouço tectônico ocorrem na superfície como...
Rede de drenagemDeverá ser o mais detalhado possível (seu traçado);Deverá ser maior precisão possível;Traçado deve ser sis...
Elementos lineares: São todos elementos texturais de drenagens, homogêneos,fortemente estruturados e repetitivos ba área d...
Formas assimétricasAs formas assimétricas de drenagem são caracterizadas pela presença de elementoscom tamanhos ou estrutu...
Em duas drenagens separadas por um divisor de águas os dados de assimetria podemindicar:Sinformes: Assimetrias convergente...
APLICAÇÃO DO SENSORIAMENTO REMOTO NO ESTUDO DO MEIO                                        FÍSICO    ATIVIDADES DE LABORAT...
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Análise morfoestrutural

  1. 1. VISITE E CONHEÇA MEU BLOGWWW.GEOGRAFIADOBEM.BLOGSPOT.COM
  2. 2. Gerasimov (1946) – define unidades de relevo como unidades estruturais chamando-asde MORFOESTRUTURAS: formas de relevo geradas por uma combinação dasatividades tectônicas e climáticas.Mattos et al. (1982) – estrutura presumida, identificada a partir da análise einterpretação da drenagem e do relevo, caracterizada por zonas anômalas dentro deuma padrão geral de distribuição dos elementos de drenagem e relevo.Bates & Jackson (1987) – feição topográfica maior que coincide com ou é umaexpressão de estrutura geológica ou que é formada diretamente por movimentostectônicos. É produzida pela interação de forças endógenas e exógenas, sendopredominante a forma.Gontijo (1999) – deve ser empregado quando a elaboração das formas de relevo seprocessa sob controle tectônico passivo, ou seja, as formas de relevo não estãonecessariamente relacionadas à tectônica ativa (neotectônica).
  3. 3. Saadi (1991) – é a relação entre o controle litoestrutural e a erosão.Borges (1996) - refere-se a morfologia que se amolda a estruturas geológicas pré-existentes.Rivereau (1970) – define análise morfoestrutural como técnica da geomorfologiaestrutural que objetiva dar informações geológicas em regiões onde a geologia clássicade superfície não consegue obter informações de maneira satisfatória.ANÁLISE MORFOESTRUTURAL- É a previsão (através do raciocínio dedutivo eindutivo) de feições geológicas que não podem ser devidamente vistas em ummodelado de relevo intensamente arrasado ou ausente.A análise morfoestrutural em geologia não se preocupa com a descrição e a explicaçãode fenômenos morfológicos da atual superfície da terra e sim com as formas e estágiosevolutivos que dão origem ao modelado do relevo.As diversas morfoestruturas são produzidas por períodos alternantes de soerguimento(resultantes da dissecação) e estabilização (superfícies aplainadas) que refletem otectonismo regional (BAKER, 1986).
  4. 4. A análise morfoestrutural depende do resultado do processo dinâmico que atua sobreas formas originais (soerguimento da crosta por forças internas) e seqüênciais (formasesculpidas pelos agentes de desnudação) cujo resultado geral são etapas dentro de todosos estágios de evolução da paisagem.A análise morofoestrutural visa a percepção e compreensão de dados morfotectônicosque contribuem para o modelado do relevo. Drenagem alinhada Relevo: cristas alinhadas
  5. 5. A análise integrada da superfície terrestre pelo caráter sinóptico, espectral e temporalpor meio dos produtos de sensoriamento remoto obriga mudanças:•Atitude intelectual•Vocabulário•Novas terminologiasRelevo Terrestre – Diversidade de aspectos da superfície da crosta terrestre, ou seja, oconjunto de desnivelamentos da superfície do globo, resultado global da açãocontinuada dos agentes endógenos (produzem formas estruturais ou originais) eexógenos (produzem formas esculturais, pelo desgaste). As forças tectônicas sãoconsideradas como produtoras de formas elevadas (cadeias de montanhas) e deprimidas(fossas tectônicas). As formas de relevo representam um estágio da evolução dapaisagem física.
  6. 6. Modelado do Relevo – é o resultado de efeitos exógenos (esculturais), analisadosatravés dos elementos texturais e estruturais de drenagem e relevo nos produtos desensoriamento remoto. Porém as formas estruturais finais são sustentadas por umarcabouço tectônico que mantém a esculturação das formas. A geometria das formas(relevo e drenagem) devem ser interpretadas como reflexos de um processo geológico. CONTROLE ESTRUTURAL NA DRENAGEM
  7. 7. CONTROLE ESTRUTURAL NO RELEVO
  8. 8. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:1ª ORDEM: Grandes unidades topográficas: Áreas continentais (>2000m altitudesplanaltos, colinas, planícies) até plataforma continental).BACIAS OCEÂNICAS: Planícies abissais (3.000 – 6.000m) – 58,7% do globo;ÁREAS CONTINENTAIS: >2.000m (cadeias montanhosas alongadas – Andes,Rochosas, Himalaia, etc.)DEPRESSÕES: (>7.000m de profundidade)LIGADO A GEOFÍSICAANTAGONISMO: forças internas e externas interagindo.
  9. 9. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:2ª ORDEM: (Grandes divisões de entidades tectônicas)É caracterizado pelo seu aspecto tectônico-estrutural;Pelo aspecto das formas sob diferenças morfoclimáticas;Dimensões – milhões de Km²;Problemas analisados em conjunto: Unidades estruturais X Zonas morfoclimáticas doglobo;Incluem: Escudos antigos dorsais, faixas orogênicas e bacias sedimentares.
  10. 10. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:3ª ORDEM: (SEPARAÇÃO – UNIDADES TECTÔNICAS)Caracteriza-se pelo:Estudo da paisagem sob o ponto de vista da evolução;Unidades estruturais menores (dezenas de milhares de Km²);Enfatiza estágios da desnudação;Estuda a relação entre os maciços antigos e bacias sedimentares.
  11. 11. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:4ª ORDEM: (AÇÃO ESTRUTURAL PROPRIAMENTE DITA)Unidades com centenas de Km²;São analisados sob o ponto de vista estrutural (divisão em pequenas sub-unidades deunidades maiores);Caracteriza: Deformações da crosta como responsáveis pela formação do relevo (Ex.Maciços alcalinos, faixas dobramentos, cadeia alpina);Avalia a compensação isostática: Individualizam áreas com tendências opostas – dandoa estrutura e a dinâmica da crosta.
  12. 12. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:5ª ORDEM: (SÃO ANOMALIAS ESTRUTURAIS DENTRO DOCOMPORTAMENTO REGIONAL)Unidades de alguns Km² da superfície;Estão subordinados à influência estrutural localizada;não evidencia as forças tectônicas regionais;São formas cuja erosão atua como esculturação das mesmas (processos destrutivos) oude acumulação (construtivos);Escalas apropriadas 1:20.000 ou maiores;Aqui, a análise morfoestrutural evidencia:Escarpas de falhasAntiformes (domos)Sinformes (Bacias)Cristas “Apalachianas”
  13. 13. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:6ª ORDEM (PREDOMINA DIFERENÇAS LITOLÓGICAS + PROCESSOS)Pequenas centenas de metros quadrados;Modelado pode estar individualizado por:Processos (tectônicos + climáticos);Condições diversas.Raramente são acidentes tectostáticos;Formas resultantes: Talus, leques aluvionares, patamares, colinas, etc.São apenas morfoestrutura passíveis de caracterização.
  14. 14. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:7ª ORDEM (ASSOCIA-SE AS MICROFORMAS DE ORIGEM DIVERSA)Escalas decimétricas e métricas;São estruturas diagnósticas (formas tipo lapiez, taffonis, esfoliação esferoidal,matacões, arrancaduras, marcas de ressalto, etc.)Apresentam uma relação muita estreita com os processos de esculturação ou dedeposição.
  15. 15. DIVISÃO TRICARD (1965):Divide terras e águas:8ª ORDEM (REFER-SE À CONSTITUIÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DO MATERIAL ESUAS ORIGENS)São formas milimétricas a micrométricas;São analisadas em nível laboratorial;As microformas permitem a análise e identificação dos mecanismos morfogenéticos;Formas comuns: Feições porosas, microfissuras, picotamento de corrosão química, etc.O estudo Geológico em função destas categorias implica na definição de métodosadequados de análise em função dos parâmetros a serem medidos em função doproblema a ser investigado.Logo, a análise morfoestrutural é aplicada da 5ª Ordem para menores visando ummapeamento, e da 5ª Ordem para maiores visando apenas subsídios aos estudos.
  16. 16. Em uma análise morfoestrutural deve-se levar em conta:• Características intrínsecas dos corpos rochosos como as forças atuantes;• Avaliar a esculturação do relevo: Formas destrutivas (>meteorização) e FormasConstrutivas (>desnudação)•Meio morfoclimático: Ação da meteorização sobre as propriedades físico-químicas domaterial X Estrutura geológica.•Propriedade das rochas em função do escoamento superficial (erosão linear ou incisãovertical), na desagregação mecânica (erosão mecânica) e decomposição química pordissolução: Grau de coesão; Grau de permeabilidade; Grau de plasticidade; Grau demassividade; Grau de cristalinidade; Grau de solubilidade; Grau de heteroneidade.•Estruturas geológicas (primárias e deformacionais);
  17. 17. Estruturas geológicas (primárias e deformacionais):A) Bacias sedimentaresEstruturas primárias: concordantes horizontais, inclinada e discordante.Atenção: Deve lembrar que as camadas sedimentares tem resistências diferentes e que ahomogeneidade dos sedimentos podem variar, logo a análise morfoestrutural será emfunção da estrutura e da equidistribuição granulométrica nos estratos.Tipos de formas em função das estruturas primárias: Superfície estrutural exumada;Relevos tabulares; Cuestas; Costão; Hog-backs.B) Faixas dobradas/falhadasRelevo Jurássico;Relevo Dômico;Relevo Apalachiano;Reelevo em estruturas falhadas.C) Maciços antigos (embasamentos)Relevo de rochas cristalinas;Relevo de rochas cristalofilianas;Relevo em estruturas vulcânicas (de vulcanismos).
  18. 18. Métodos e técnicas do estudo morfoestrutural:Premissa: Muitas estruturas do arcabouço tectônico ocorrem na superfície comoreflexos de estruturas em sub-superfície e na maioria das vezes profundas.Análise: É feita através dos elementos de relevo e drenagem (feições lineares ealinhamentos) das suas relações de assimetria, cuja a associação e classificação serãode acordo com o caráter homólogo ou não dos mesmos.Princípio do método: As diferentes formas ou associações dos elementos de drenageme de relevo são mais ou menos condicionados por fatores estruturais e litológicosatravés de processos morfogenéticos que se desenvolveu sobre o substrato dodesenvolvimento padrões específicos e com significado geológico definido.Elementos de análise:Rede de drenagem (a mais completa possível);Feições lineares de drenagem (de relevo, se houver);Alinhamento de drenagem (de relevo, se houver)Feições anômalasValores de assimetria de drenagem
  19. 19. Rede de drenagemDeverá ser o mais detalhado possível (seu traçado);Deverá ser maior precisão possível;Traçado deve ser sistemático, uniforme;Pode ser obtido em mapas topográficos ou imagens fotográficos e reduzidos de 2 a 4vezes menor em que originalmente foi traçada;Fornece informações: Estrutura geológica da área; Variações no estilo estrutural;Informações grosseiras sobre fáceis litológicas.Elementos observados:Elementos lineares fortemente estruturados (simples ou compostos);Formas assimétricas;Formas anômalas (anelares e radiais)
  20. 20. Elementos lineares: São todos elementos texturais de drenagens, homogêneos,fortemente estruturados e repetitivos ba área de estudo. São interpretados como traçosde fraturas (juntas ou falhas).Juntas: Quando ocorrem sob a forma discreta (isotrópica) ou formando séries(anisotrópicas unidirecionalmente) sendo interpretadas como reflexos em superfície defalhamentos profundos.Falhas: São elementos texturais fortemente alinhados (retilíneos ou curvilíneos)também denominados de alinhamentos de drenagem. Quando interpretados sãodenominados de lineamentos estruturais. Estes lineamentos quando exibem indicaçõesde movimentos relativos levam o nome de falhamentos com seu seus respectivosadjetivos (normais, inversos, direcionais, etc.). Deve-se frisar que as falhas devem seranalisadas quando suas associações (série, sistemas e sistemas conjugados).Nota: A cronologia das estruturas ou de suas interjeições é importante para aplicaçãode qualquer modelo interpretativo do tipo tracional/gravitacional ou compressional ecombinações entre eles.Atenção: Todos os traços de fraturas devem ser encarados como descontinuidades ecomo tal interrompem a tendência dos estratos (altitude) constituindo superfíciespenetrativas seladoras ou não.
  21. 21. Formas assimétricasAs formas assimétricas de drenagem são caracterizadas pela presença de elementoscom tamanhos ou estruturas sistematicamente diferentes de um lado e de outro doelemento maior (tamanho e forma define o grau de estruturação da assimetria).As formas assimétricas de drenagem indicam a ocorrência de estratos nãohorizontalizados.Em uma forma assimétrica temos:• O elemento maior (rio Subsequente) corre ao longo do acamamento/estratificação;• Os elementos ortogonais ou oblíquos (rios Consequentes) ao elemento maior; maisextensos e com maior estruturação (baixa angularidade) correm no sentido do mergulhodas camadas/estratificações;• Os elementos menos estruturados (rios Obsequentes), curtos e simétricos aosconsequentes são intensamente ravenados correm no sentido contrário às camadas (naespessura das mesmas).
  22. 22. Em duas drenagens separadas por um divisor de águas os dados de assimetria podemindicar:Sinformes: Assimetrias convergentes abertas;Antiformes: Assimetrias divergentes abertas;Formas dômicas: Assimetrias divergentes fechadas;Depressões (Braquisinformes): Assimetrias convergentes fechadas;Basculamento de blocos: quando associados a um elemento estrutural do tipo “trend”ou lineamento estrutural;Nas formas dômicas e depressões, as assimetrias devem ser associadas às formasanelares e radiais da drenagem cuja convergência de associações entre elas excluem apossibilidade de serem meros altos ou baixos topográficos. Os dados de assimetriapermitem o traçado de linhas de forma (linhas de contorno estrutural virtual) as quaisindicam a tendência estrutural regional e destacam anomalias locais.Formas anômalasQualquer alteração ou mudanças no padrão geral da drenagem devem ser consideradascomo formas anômalas que na maioria das vezes são feições diagnósticas deperturbações estruturais locais.
  23. 23. APLICAÇÃO DO SENSORIAMENTO REMOTO NO ESTUDO DO MEIO FÍSICO ATIVIDADES DE LABORATÓRIO - ANÁLISE MORFOESTRUTURAL• Extração da rede de drenagem de imagens de satélite com o auxílio de cartastopográficas.• Delimitação de áreas com diferentes densidades texturais dos elementos da rede dedrenagem.• Delimitação de zonas homólogas de drenagem unidirecional fortemente estruturadas.• Determinação da assimetria da rede de drenagem.• Traçar curvas de contorno morfoestrutural a partir de dados de assimetria.• Extração de feições lineares (lineações) positivas e negativas (relevo e drenagem) emimagens de satélite.• Delimitação de “trends” estruturais (de fraturamento) no mapa de feições lineares.• Definição de máximos de fraturamento (1 e 2) a partir das lineações negativas.• Extração dos alinhamentos de relevo e drenagem a partir de imagens com auxílios decartas topográficas.• Integrar as informações anteriores cartografando os “trends”estruturais, zonas devariação de máximos, falhamentos, linhas de contorno morfoestrutural, determinaçãode zonas + e -.

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