Palestra 25 novembro

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As dificuldades de Aprendizagem e a sua relação com as Perturbações da Linguagem

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Palestra 25 novembro

  1. 1. As Dificuldades de Aprendizagem e sua Relação com as Perturbações da Linguagem Patrícia Nogueira 25 de novembro de 2015
  2. 2.  Comunicação, Linguagem e Fala  Metalinguagem  Transição pré-escola - escola  Leitura e escrita  Dificuldades de aprendizagem  Reflexões finais
  3. 3. Como é que uma criança pode estar atenta e concentrada no que se está a dizer ou a ler se não compreende o conteúdo que lhe está a ser transmitido? Como pode ela participar de forma ativa, serena, lúdica se não domina a situação linguística? Fará sentido apenas identificar atrasos e alterações ao nível da leitura e da escrita ao longo do ensino formal? E toda a estimulação prévia em termos linguísticos foi analisada? Cabe ao educador e ao professor o papel isolado de estimular e guiar todo o desenvolvimento? Mas como estimular?
  4. 4. COMUNICAÇÃO ≠ LINGUAGEM ≠ FALA
  5. 5. - Processo interativo, de troca de informação, desenvolvido em contexto social, entre dois ou mais intervenientes (Sim-Sim, 1998). (codifica /formula a mensagem) (descodifica/ compreende a mensagem) (Fiadeiro,1993) Código: conjunto de sinais usado para transmitir uma mensagem Canal: meio através do qual a mensagem é transmitida Comunicação
  6. 6. - É o ato motor de transmitir linguagem… os sons, as palavras… - É a produção de linguagem na variante fónica, realizada através do processo de articulação de sons; - Implica a coordenação de movimentos neuromusculares orais (Franco, Reis & Gil, 2003) - Envolve: Respiração - Fonação (voz) – Ressonância – Articulação - Fluência Fala
  7. 7. Sistema complexo e dinâmico de símbolos convencionados, que são combinados de modo sistemático e orientado para armazenar e trocar informações (pensar, aprender e comunicar) (Sim-Sim, 1998). - símbolos (sons, grafemas, gestos) partilhados por um determinado grupo social num contexto específico - LÍNGUA Linguagem
  8. 8. Linguagem Forma Como se diz Conteúdo O que se diz Uso Onde se diz Fonologia Morfologia Sintaxe Semântica Pragmática
  9. 9. Sintaxe Regras de organização das palavras em frases. Morfologia Aquisição e uso das regras relativas à formação das palavras (plurais, flexões verbais, conjunções, concordâncias em género, número, graus de adjetivos) Fonologia Sons da língua. Perceção e produção dos sons e suas combinações para formar palavras Semântica Aquisição e uso de vocabulário. Respeita ao significado das palavras. Vocabulário passivo ≠ activo. Quantidade e qualidade de vocabulário (conceitos concretos, abstratos). Pragmática Uso comunicativo da linguagem num contexto social
  10. 10. As diversas competências linguísticas influenciam a aquisição e desenvolvimento da expressão verbal escrita. Contudo, não existe muita noção desta relação e da importância da sua estimulação na criança pequena. “Estimular adequadamente todos os aspetos que possam vir a facilitar uma aquisição harmoniosa da linguagem escrita – leitura e escrita/redação – será de uma importância fulcral para prevenir problemas de aprendizagem e evitar o insucesso escolar futuro.”(Rigolet, 1998).
  11. 11. Até agora falamos do conhecimento implícito ou intuitivo da língua. Adquirido de forma natural e espontânea através da exposição à língua. “Aprender a ler e a escrever não é um processo natural como o de aprender a falar. Um dos passos cruciais na iniciação à leitura e à escrita consiste na promoção da reflexão sobre a oralidade” (Freitas, Nunes & Costa, 2007).
  12. 12. Conhecimento metalinguístico: capacidade do indivíduo poder pensar sobre a linguagem e operar com ela nos seus diferentes níveis (semântico, sintático (Zorzi, 2005). Para o desenvolvimento desta competência é necessário que a criança apresente um domínio razoável das estruturas da sua língua materna em situações de comunicação. Pouco a pouco à medida que conhecimentos infantis sobre a língua progridem, as crianças começam a tomar a língua como objeto de reflexão (Sim-Sim; Silva & Nunes, 2008). Metalinguagem
  13. 13. Metalinguagem “As capacidades de consciência linguísticas evoluem depois, já durante os anos escolares, para um conhecimento metalinguístico mais explícito em que as crianças passam a ser capazes de controlar de forma consciente e deliberada as regras sintáticas das frases ou a estrutura fonológica das palavras. Esta evolução parece estar dependente do ensino e das aprendizagens escolares.” (Sim-Sim; Silva & Nunes, 2008). Auto-correcções, gosto por rimas e brincadeiras com palavras como lenga-lengas constituem os primeiros indicadores de um nível superior de conhecimento sobre a língua.
  14. 14. Metalinguagem
  15. 15. Metalinguagem Metafonologia: competência para lidar com as palavras, segmentá-las em sílabas, fonemas. Reconhecimento que a língua falada pode ser segmentada em diferentes unidades e que estas podem ser manipuladas. Exemplos: segmentação silábica, deteção de rimas, reconstrução silábica (Rueda, 1993 citado por Zorzi, 2005). Existem evidencias “de que a consciência fonológica, avaliada antes do inicio da alfabetização relaciona-se estritamente com o progresso posterior na aquisição da leitura e escrita” (Navas & Santos, 2004 ).
  16. 16. Metalinguagem Metassemântica: capacidade de reflexão sobre a palavra. O seu significado e as classes gramaticais a que pertence, relações e noções paradigmáticas (antonímia, sinonímia). Exemplos: definição de palavras, nomeação de classes Metamorfossintaxe: Conhecimento explícito das regras morfológicas e sintáticas da língua. Este conhecimento metalinguístico é demonstrado pela capacidade de criar novas palavras usando o conhecimento de estruturas morfológicas e pelo reconhecimento da gramaticalidade ou não de frases.
  17. 17. Pré-escolar Escolar Leitura - Escrita Fonologia Desenvolvimento contínuo Semântica Sintaxe Morfologia Pragmática Complexificação da aprendizagem Educador Professor Terapeuta da Fala, Terapeuta Ocupacional, Psicólogo….
  18. 18. Os primeiros sinais indicadores de dificuldades na linguagem escrita surgem ao nível da linguagem oral. O atraso de desenvolvimento da linguagem pode ser o primeiro sinal de alerta para futuros problemas de literacia. (Schirmer, Fontoura & Nunes, 2004; Daniel & Reynolds, 2007) Aprender a linguagem para poder aprender pela linguagem
  19. 19. É através do mesmo que a criança é capaz de desenvolver um tópico ou assunto específico, interpretar um texto, de compreender e organizar ideias e estruturá-las no espaço e no tempo (semântica), saber onde começa e termina uma história (morfossintaxe) e de comunicar uma ideia através da escrita (pragmática).
  20. 20. “…a influência da experiência da oralidade está presente durante todo o processo de construção da escrita. A oralidade e a escrita passam a ser vistas como duas formas de significar, e a maneira já conhecida torna-se ponto de referência para a compreensão da maneira ainda desconhecida”. (Terzi, 1995 citado por Mousinho, 2003) Cupello (1998) refere que o diferencial entre a pessoa com sucesso escolar e aquele com alterações ao nível da aprendizagem é a qualidade da sua linguagem oral. (Cupello, 1998, citado por Mousinho, 2003)
  21. 21. Leitura e Escrita Para aprender a ler numa escrita Alfabética é necessário tornar consciente, o que na linguagem oral é um processo cognitivo inconsciente. (Duarte, 2008) Conhecimento Implícito Consciência Linguística Conhecimento Explícito
  22. 22. Leitura e Escrita “A aprendizagem da leitura e escrita na língua Portuguesa implica compreender que a linguagem oral é «traduzida» na escrita através do estabelecimento de correspondências entre fonemas, unidades abstratas que representam os sons e os grafemas, símbolos gráficos convencionais para representar também os sons, mas em suporte impresso”. (Lima & Colaço, 2010)
  23. 23. Aprender a ler e a escrever é difícil
  24. 24. Leitura e Escrita  Ler é o processo que permite descodificar sinais gráficos, de modo a tirar informação desse material.  A leitura não é só a descodificação de letras e a atribuição dos sons correspondentes mas envolve algo mais complexo que é a extração do sentido do que é lido – leitura compreensiva.  Leitura exige a ativação de representações de fonemas pelos grafemas e sua interrelação. Exige reconhecer as palavras, descodificar um input (Rigolet , 1998).
  25. 25. Leitura e Escrita  Escrever consiste em traduzir uma mensagem oral em sinais gráficos com significado.  Escrever exige evocar, lembrar determinada palavra e analisa-la em fonemas.  A escrita exige produção, codificação e output.
  26. 26. Os fatores que interagem no processo ensino aprendizagem da língua escrita são múltiplos: linguísticos, cognitivos, emocionais, psicomotores, pedagógicos, sociais, culturais. (Mousinho, 2003)
  27. 27. Dificuldades de aprendizagem Os problemas de aprendizagem manifestam-se fundamentalmente na altura de entrada para o ensino básico. diminuição de desempenho escolar (escrita/leitura; cálculo) (Zorzi, 2005) “Diz-se que uma criança tem dificuldades de aprendizagem quando ela não consegue acompanhar os progressos de crianças com a mesma idade e em condições equivalentes de estimulação e ensino”. (Castro & Gomes, 2000)
  28. 28. Dificuldades de aprendizagem “Os problemas de aprendizagem estão relacionados com o desenvolvimento da linguagem, principalmente de certos aspetos que são fundamentais para o desenvolvimento da expressão e da compreensão da linguagem falada e do processamento da informação. Assim sendo, problemas na aquisição da linguagem oral podem ser a primeira manifestação de distúrbios de aprendizagem e que poderão, mais tarde, vir a comprometer a aprendizagem da leitura, da escrita e do raciocínio lógico matemático”. (Giacheti, 2002 citado por Zorzi, 2005)
  29. 29. Matemática vs linguagem - Segue noções espaço temporais iguais à escrita; - Noção de que a ordem é essencial; - Reconhecimento de símbolos 4 + 2 = 6 4 + 2 ________ 6 Interpretação de problemas
  30. 30. O que acontece em termos de aprendizagem se não existir um nível linguístico adequado nas várias componentes linguísticas?
  31. 31. Fonologia/Metafonologia - Sistema fonológico imaturo; - Dificuldades na memória a curto prazo para material verbal (sequencias de números, palavras); - Dificuldade em identificar palavras faladas em locais ruidosos; - Dificuldade em compreender que as palavras se podem segmentar em sílabas e fonemas – em recuperar a representação fonética das palavras. - Dificuldade em associar as letras aos seus sons; (Gerber, 1998, citado por Mousinho, 2003)
  32. 32. Dificuldade em organizar fonemas-grafemas. Manipular grafemas, palavras…
  33. 33. - Vocabulário reduzido; dificuldade em associar conceitos e respetiva categorização; - Dificuldade em evocar conceitos e fornecer o significado das palavras; - Dificuldade em compreender conceitos abstratos; - Uso excessivo de termos não específicos (coisa, aquilo). (Gerber, 1998, citado por Mousinho, 2003) Semântica/Metassemântica
  34. 34. Compreensão de frases Interpretação de textos Leitura
  35. 35. - Omissão, substituição e/ou inversão de elementos aquando da repetição de frases; - Dificuldade em combinar palavras em frases e frases em textos; - Dificuldade em detetar e corrigir erros gramaticais; - Uso e domínio diminuído de flexões morfológicas (tempo, plural), - Uso diminuto de conjugações. Sintaxe e Morfologia/Metamorfossintaxe
  36. 36. Interpretação e compreensão da informação escrita Escrita pobre e com recurso a frases simples e agramaticais Défices ao nível da leitura
  37. 37. Pragmática - Dificuldade em fornecer informação adequada e significativa; - Dificuldade na adequação da mensagem; - Dificuldades em efetuar eferências; - Dificuldade ou mesmo ausência no pedido de esclarecimento e ajuda em situações em que sinta dificuldades; - Respostas desadequadas ou impróprias (sugestivas de desatenção). (Gerber, 1998, citado por Mousinho, 2003)
  38. 38. Efetuar abstrações Perceber/retirar informação implícita de textos
  39. 39. Como posso ajudar?
  40. 40. Lenga-Lengas, rimas Na vila de Avis Junto ao chafariz Vivia feliz O doutor Moniz Que, sendo juiz Caçava perdiz. Num dia infeliz Uma perdiz Picou-lhe o nariz, Deixou cicatriz. O doutor Moniz partiu para Paris Tratou do nariz Com licor de anis… Memória auditiva Semântica Metafonologia Luísa Ducla Soares, 1983
  41. 41. O mundo das revistas e publicidades - Procurar palavras que começam pela sílaba… - Imagens com 2/3 sílabas; - Que rimem com… Metafonologia
  42. 42. Vamos ajudar o menino estrangeiro - Recurso a um fantoche ou boneco; - O menino vai conversar com a turma e vai produzir diversas frases agramaticais; - As crianças devem ser capazes de detetar a agramaticalidade e proceder à correção; Exemplo: Hoje o meu prima… comeu duas banana. A minha padrinha… Ontem vai ao cinema. Metamorfossintaxe
  43. 43. Vamos imaginar que és… - Simular uma situação real (é um médico); - Descrever o que vê no local de trabalho; -Como deve comunicar; - Regras sociais; - Estimule a resolução de problemas. Pragmática Semântica Morfossintaxe
  44. 44. Antes de iniciar a leitura deve/pode: - Explicitar o objetivo da leitura do texto: Porque vamos ler este texto? - Refletir e conversar sobre o conhecimento prévio sobre o tema do texto – O que já sei sobre isto?; - Antecipar o possível conteúdo do texto com base no título, imagens… (Sim-Sim, 2007) Leitura – estimular a sua compreensão
  45. 45. Leitura – estimular a sua compreensão Durante a Leitura do texto: - Fazer uma leitura «partida» - pausas interpretativas - ir lendo e discutindo o que se vai lendo; - Fazer uma imagem/mapa mental do que se vai lendo (esquema); - Auto-questionamento; releitura… - Sintetizar ao longo da leitura; - Refletir e explorar conceitos desconhecidos; -Alocar a atenção para partes relevantes; - Sublinhar, tomar notas ao longo da leitura;
  46. 46. Leitura – estimular a sua compreensão Durante a Leitura do texto: A compreensão dirigida pode passar por:
  47. 47. Após a Leitura do texto: - Auto-verificação da compreensão; O que aprendi com o texto? Quais são as ideias principais? Como posso contar em poucas palavras a mensagem do texto? Que perguntas posso fazer sobre o texto? Que partes do texto devo reler? Porque são importantes… porque tenho de compreender melhor
  48. 48. Dado de questionamento Onde? Capacidade de Perguntar e Responder Permite saber, conhecer ou compreender Pessoa = Quem? Lugar = Onde? Tempo = Quando? Motivo = Porque? Forma= Como?
  49. 49. Ler sempre...
  50. 50. A Cantar tudo se aprende
  51. 51. Seja Criativo
  52. 52. As crianças com dificuldades de aprendizagem apesar de possuírem um nível de inteligência adequado podem necessitar de uma estimulação mais global, englobando linguagem compreensiva e expressiva, vertente oral e escrita, formação de conceitos numéricos e promoção do desenvolvimento metalinguístico. (Zorzi, 2005)
  53. 53. O educador/professor deverá fomentar, desde do inicio da sua relação com a criança, as diferentes competências linguísticas de forma consciente e refletida. Deverá propor, não impor – ser co-criador do processo de aprendizagem Elemento fomentador de iniciativas, paciente, dinâmico, observador ativo e interveniente solícito. O educador/professor será “responsável por proporcionar a todas as crianças instrumentos para que a viagem se torne numa aventura ‘rica, fascinante e memorável’, mas também ele próprio influenciado e modificado por essa viagem” (Rigolet, 1998)
  54. 54. A identificação, sinalização e avaliação das crianças que evidenciam sinais de possíveis dificuldades futuras antes do inicio da escolaridade permite a implementação de programas de intervenção precoce que poderão permitir a prevenção e/ou minimização do insucesso escolar. As dificuldades acumulam-se ao longo dos anos
  55. 55. Questões?
  56. 56. Apresentação do plano curricular da Pós- Graduação Intervenção multidisciplinar nas Perturbações do Desenvolvimento da Linguagem: detetar para atuar 2016/2017
  57. 57. Porquê este tema? Existe oferta formativa nesta área? Qual o público-alvo? Que tipo de corpo docente? Intervenção multidisciplinar nas Perturbações do Desenvolvimento da Linguagem: detetar para atuar
  58. 58. Intervenção multidisciplinar nas Perturbações do Desenvolvimento da Linguagem: detetar para atuar Informações gerais: • Duração: 2 semestres, a iniciar em Setembro de 2016; • Total de ECTS: 60 (34 ECTS 1ºsemestre e 26 ECTS no 2ºsemestre) • Horário: Pós-laboral (6ª feiras: das 18h às 22h e Sábados das 9h às 13h e das 14h às 18h) • Todas as unidades curriculares encontram-se acreditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC) do Ministério da Educação. • Os alunos podem inscrever-se em unidades curriculares isoladas.
  59. 59. Intervenção multidisciplinar nas Perturbações do Desenvolvimento da Linguagem: detetar para atuar Plano de estudos: 1º semestre Unidades Curriculares Horas de contacto Créditos Neurodesenvolvimento infantil e saúde mental 60 9 Desenvolvimento linguístico 48 7 Conhecimento metalinguístico: do jardim de infância ao 1ºciclo 25 4 Otimização das competências linguísticas em contexto educativo 32 5 Intervenção multidisciplinar em contexto educativo 64 9 Total 229 34 ECTS
  60. 60. Intervenção multidisciplinar nas Perturbações do Desenvolvimento da Linguagem: detetar para atuar Plano de estudos: 2º semestre Unidades Curriculares Horas de contacto Créditos Comunicação e Linguagem na Multideficiência 48 7 Comunicação e Linguagem nas perturbações auditivas periféricas e centrais 44 6 Comunicação e Linguagem nas Perturbações do espectro do autismo 25 4 Comunicação e Linguagem nas Perturbações da Integração Sensorial 25 4 Comunicação e Linguagem nas Perturbações Específicas da Linguagem oral e escrita 32 5 Total 174 26 ECTS
  61. 61. Obrigada pela vossa atenção! pmpinto@ualg.pt

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