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Seminário semiótica

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  1. 1. SEMINÁRIO SOBRE SEMIÓTICA
  2. 2. O ?M? mirando para cima é um símbolo da permanente busca da liderança. Azul •é a cor do céu, do espírito e do pensamento •Simboliza a lealdade, a fidelidade, a personalidade e subtileza. •simboliza também o ideal e o sonho.
  3. 3. Conceito: Palavra proveniente da raiz grega Semeion (signo), pode ser definida como “a ciência dos signos e dos processos significativos (semiose) na natureza e na cultura” É o estudo de como o objeto será entendido pelo "receptor" considerando seu contexto social e natural.
  4. 4. Origem: A semiótica surge quase simultaneamente em três paises:  Estados Unidos, com Charles Sanders Peirce,  União Soviética, com Viesse-Iovski e Potiebniá  Europa Ocidental, com Ferdinand de Saussure Entre o final do século XIX e inicio do século XX
  5. 5. Semiótica peirceana (Peirce) Foco de atenção: signo e linguagem não-verbal Semiótica estruturalista/Semiologia (Saussure; Lévi-Strauss; Barthes; Greimas) Foco de atenção: signos verbais. Semiótica russa ou semiótica da cultura (Jakobson; Hjelmslev; Lotman) Foco de atenção: linguagem, literatura e outros fenômenos culturais, mito e religião.
  6. 6. Isso confirma a hipótese de que a proliferação de mensagens através da linguagem e códigos, iniciada a partir da Revolução Industrial, foi gradativamente atingindo grau de maturidade através da reflexão, tendo chegado a uma “consciência semiótica”. A partir desta consciência verificou-se a necessidade de uma ciência em condições de fornecer instrumentos de questionamentos e métodos para entender os fenômenos da linguagem.
  7. 7. Charles Sanders Peirce: (1839 – 1914) Era filho de um conceituado matemático de Harvard. Formou-se em Química. Foi também físico, astrônomo. Estudou Linguisitica, Filosofa, História, Arquitetura. Era amigo de pintores e experimentador de vinhos. Um cientista, mas acima de tudo um lógico. Queria entender a lógica das coisas
  8. 8. Fenomenologia: Estudando os fenômenos a sua volta criou a Fenomenologia, Que pode ser conceituada como qualquer coisa que esteja de algum modo e em qualquer sentido presente a mente seja: - Externa (uma batida na porta, um raio de luz, um cheiro de jasmin), - Interno (dor no estomago, uma lembrança, expectativa ou desejo).
  9. 9. A Fenomenologia, meramente observa os fenômenos e, através da análise, postula as formas ou propriedades universais desses fenômenos. Devem nascer daí as categorias universais de toda e qualquer experiência e pensamento. Para estudar os fenômenos é necessário : - Contemplar, abrir as janelas do espírito. - Saber distinguir, discriminar diferenças nessas observações - Ser capaz de generalizar as observações em classes ou categorias.
  10. 10. Pierce concluiu que tudo que aparece à consciência assim o faz numa gradação de três propriedades que correspondem aos três elementos formais de toda e qualquer experiência. Em 1867 estas categorias foram denominadas: - Qualidade; - Relação; - Representação.
  11. 11. Batizadas posteriormente, por Peirce, de Primeiridade, Secundidade e Terceiridade. Onde: Primeiridade – categoria da primeira impressão ou sentimento (feeling) que recebemos no momento presente; Secundidade – categoria do relacionamento direto (visual e/ou sensorial) com o elemento físico (matéria), o sentimento tem que estar encarnada numa matéria ; Terceiridade – categoria de inter-relação entre o que sentimos, visualizamos e identificamos dentro de nossas leis, valores, convenções e cultura
  12. 12. Signo, segundo Peirce “Um signo, ou representâmen, é aquilo que, sob certo aspecto ou modo, representa algo para alguém.” Portanto, o signo não é o objeto, é algo distinto dele, está ali presente para designar ou significar alguma coisa. Por exemplo: o cheiro de fumaça pode significar fogo. A palavra “estrela” pode ser...
  13. 13. O signo é composto por: - Objeto (que pode ser uma coisa ou fato); - Representâmen (aquilo que visualizamos do objeto ou corpo do signo); - Interpretante (interpretação que alguém venha a fazer do fato);
  14. 14. Organização dos signos segundo as características do próprio signo (representamen), se divide em: - Quali-signo; - Sin-signo; - Legi-signo.
  15. 15. O quali-signo é uma qualidade, tal como a impressão causada por uma cor. O Sin-signo é o signo utilizado para representar ou indicar algo não presente. Este, por sua vez, pode gerar uma idéia universalizada, uma convenção substitutiva do conjunto que a singularidade representa, sendo assim um legi-signo.
  16. 16. Uma segunda forma de analise persiana, diz respeito a relação do signo com seu objeto, podendo ser um: - Ícone; - Índice; - Símbolo.
  17. 17. No ícone o representamen evidencia um ou mais aspectos qualitativos do objeto. Existe semelhança entre representamen e objeto. O ícone é um substituto de uma coisa a que se assemelha.
  18. 18. No índice existe uma relação direta entre as duas partes do signo (representamen e objeto) sem, no entanto, tratar-se de similaridade. Ele pode lembrar-nos diretamente, mas não é o objeto. Um índice é uma representação que reenvia para o seu objeto não pela semelhança, mas por haver uma ligação dinâmica.
  19. 19. Os símbolos são arbitrários, no sentido de que são socialmente convencionados e mutáveis. Um símbolo não indica uma coisa em particular, denota um gênero de coisa.

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