Dezembro 97           Ano III         Nº 16      50$00                                         Já não se pode             ...
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N.º 16 o ideias dezembro 97 ano iii

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N.º 16 o ideias dezembro 97 ano iii

  1. 1. Dezembro 97 Ano III Nº 16 50$00 Já não se pode esperar que a SUMÁRIO juventude, em nome de ideais e de convicções, promova a mudança do mundo. Da mesma forma que todos os anos se repetem os rituais da praxe numa Pág. 2 Ano 2000, e depois? tradição onde o veterano oferece integração a troco de submissão e onde o caloiro nada aprendeporque o veterano durante os anos em que andou a Pág. 3 Alunos em Assembleia Geralpassear os livros pela escola nada aprendeu que possaensinar, também aqueles que hoje deveriam incentivarlimitam-se a esperar assim como esperaram pelo 25 deAbril de 1974. Pág. 4 Nova Legislação Nacional A juventude de hoje não é, por natureza,autodidacta. A liberdade de expressão e depensamento instituída deixa também lugar à liberdadede não expressão e de não pensar ou de pensar baixo. Pág. 6 O "O+" dos Desportos Aventura As gerações anteriores que louvaram “Deus,Pátria e Família” durante décadas, queixam-se hoje dafalta de dinamismo e de espírito crítico da juventude,mas esquecem-se que já foram jovens e que continuam Pág. 8 Trabalhador-Estudante Estatuto do Trabalhador Estudantea não o ser. Não quero com isto dizer quedeterminadas palavras não sejam, por vezes, bempronunciadas, mas que entre uma boa pronúncia e otimbre adequado vai uma boa diferença. Pág. 10 Abençoada Tintuna Olhai e vê-de, até terdes olhos, os conformistas(conservadores) que alheios de todos osacontecimentos de registo, raramente se mostram equando se mostram, mostram-se pelas pessoas e nãopelas ideias. Olhai e vê-de, até porque dão nas vistas, osreaccionários que se caracterizam como teóricos,desorganizados e mais exigentes com os outros do que A Sua Nova Escola decom eles próprios. Olhai e vê-de, se conseguirdes, os progressistas Línguas em Santarémque se caracterizam por um elevado grau de exigência,qualidade, esforço e dedicação, sendo simultaneamentebastante críticos e autocríticos e revelando um grandeespírito de sacrifício. ESCOLA DE LÍNGUAS Olhai e vê-de quem sois! DE SANTARÉM, LDA Olhai e vê-de onde estais! José Luís Carvalho Praceta Alves Redol, 15 - 2000 SANTARÉM Telef.: 29009
  2. 2. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ANO 2000, E DEPOIS? Não, não é um desses artigos que 1999, isto poderá provocar danos em um pouco absurdo mas que na verdadeos leitores provavelmente já tiveram a programas que por exemplo funcionem não o é. E mais uma vez a solução paraoportunidade de ler sobre as durante determinados prazos de tempo. este problema será decerto muito maisprobabilidades do mundo vir a acabar Tal como é feito em algumas fácil e seguro para as empresas ena viragem do século, mas sim o que irá revistas e jornais informáticos para profissionais que trabalhem com softwareacontecer ao mundo da informática no esclarecer melhor o que poderá registado, uma vez que terão alimiar deste século e o início do próximo. acontecer, admita por exemplo um assistência técnica profissional e o apoio Independentemente de o mundo indivíduo que tenha nascido em 1970, necessários. Quanto à pirataria e aovir ou não a acabar no ano 2000, uma depois imagine que está no ano de 2020 material designado de “linha branca” aparte deste tem uma grande e pretende através do programa saber a situação já é diferente...probabilidade de chegar ao fim, é o idade actual do indivíduo. O que o Caso queira saber como é que“mundo da informática”. Bem, chegar programa irá fazer será o seguinte: 1920 reagirá o seu computador há transiçãoao fim talvez será um tanto ou quanto – 1970 = -50, então estamos perante um do ano 1999 para o ano 2000, poderádrástico, mas segundo o que tenho indivíduo com –50 anos de idade, isto efectuar a seguinte simulação: (masvindo a ler em revistas bem devido ao facto do programa “entender” atenção, verifique se tem algum softwareconceituadas no mercado da informática o ano 2020 como o ano de 1920, o que instalado que tenha uma data limite,(tanto nacionais como internacionais) a está incorrecto. Logicamente isto é um pois este poderá deixar de funcionar)viragem do século poderá realmente pequeno exemplo do desastre que 1.º) No sistema operativo insiratrazer muitas dores de cabeça para a poderá acontecer; agora imagine uma uma data do ano 2000, por exemplo, 1maioria das empresas, devido “somente” situação semelhante mas numa de Janeiro de 2000, seguidamentea uma interpretação de datas por parte instituição financeira por exemplo, desligue o computador, a próxima vezdos programas que serão utilizados. Até decerto que seria um desastre ainda que o ligar este deverá manter a data doaqui, nada de surpreendente. Na maior, não acha? ano 2000;verdade, a má interpretação de datas são Será que as empresas portuguesas 2.º) Mantendo a situação anterior,frequentes, mas a que está para se estarão preparadas para enfrentar este ou seja, mantendo o dia 01/01/2000,verificar no ano 2000 será derradeira obstáculo? Será que estas já começaram, crie um ficheiro e verifique a sua data,porque não só atingirá os ditos a preparar algum plano de prevenção pois esta deverá ser a descrita atrás;computadores de secretária/pessoais para este problema? Bem, segundo Paulo 3.º) De modo a verificar se oscomo também alguns dos processadores Silva da Unisys, cerca de 90% das cálculos estão a ser correctamenteque representam a data em dois dígitos; empresas portuguesas não se encontram efectuados, realize um pequeno cálculo,estes processadores poderão ser preparadas para atravessar o dito tal como o exemplo da idade doencontrados numa vasta gama de problema, apenas as restantes 10% estão indivíduo que referi atrás, neste caso oaparelhos, que vão desde um simples a implementar acções de reformulação que importa é que elabore um cálculomicroondas até a centrais telefónicas aos seus programas actuais, ou até que abranja datas de ambos os séculos.entre outros. mesmo a apostar na aquisição de novos Se não quiser realizar este teste e De um modo sintético, o problema sistemas que já venham devidamente se tiver acesso à internet, poderá acederresume-se a que dispondo de dois preparados para enfrentar esta questão. ao seguinte Web site:dígitos para representar o ano É nesta “segunda via” que aposta a www.rightime.com, nele poderálogicamente estes serão associados ao Bolsa de Valores de Lisboa (BVL), tal encontrar gratuitamente os seguintesséculo presente (séc. XX), o que poderá como refere Ferreira Pinto da BVL: dois programas: Doschk.exe (elabora umacontecer, nomeadamente a «Tínhamos de renovar os sistemas de diagnóstico que revelará qual ocomputadores com Bios (basic input informação por outros motivos e, por comportamento do seu computador nooutput system) mais antigos será o de isso, nem sequer se colocou a opção de ano 2000) e o Year2000.exe (impede queconsiderarem que o dia posterior ao dia os alterar». o relógio retroceda quando o momento31 de Dezembro de 1999 será o dia 1 de Através deste último parágrafo vital chegar).Janeiro de 1900 em vez de considerar o podemos facilmente perceber que muitasdia 1 de Janeiro de 2000, visto estes empresas ainda não despertaram para Nuno Bernardoapenas reconhecerem datas entre 1900 a um problema que parece simples e até Ficha Técnica O Jornal "O Ideias" é Endereço para contactos: Director: José Luís Carvalho publicado nos meses de Jornal "O Ideias" - Escola Superior de Redacção: Nuno Bernardo, Adriano Janeiro, Março, Abril, Maio, Gestão de Santarém Cruz, Marco Ventura, Rita Coelho e Junho, Novembro e Dezembro Complexo Andaluz Ana Sofia com uma tiragem de 600 Apartado 295 Montagem: Rui Costa exemplares. 2003 Santarém Codex Revisão: José Luís Carvalho Pode ser fotocopiado Tel.:332121 Fax: 332152 Publicidade: Nuno Bernardo para distribuição gratuita. Impressão: Tipografia Escolar 2
  3. 3. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Dezembro/1997 ALUNOS EM ASSEMBLEIA GERAL Realizou-se no passado dia 13 nosso jornal desmentiu as custo os impulsos telefónicosde Novembro a 1.ª Assembleia Geral afirmações de Luís Caetano, dizendo • interceder junto da direcçãoconvocada a pedido da anterior que foi o próprio que se recusou a da escola apoio a nível dedirecção da Associação de divulgar o convite do BES por já correio, fax, etc.Estudantes. Da convocatória haver candidatos suficientes para o • facultar as instalações paraconstavam a aprovação da número de vagas. Em seguida houve recolha de papel paraintegração da tuna e dos núcleos de um colega que quis saber que reciclagemestudantes na Associação de critérios é que seriam utilizados se • permitir o acesso aoEstudantes, a aprovação dum houvesse 200 candidatos para os 10 equipamento informático daprotocolo com a Comissão de estágios oferecidos. A esta pergunta, A.E.Finalistas, a apresentação dum Luís Caetano, já visivelmente • acesso à rádio paradocumento a que os membros da A.E. nervoso respondeu que seria divulgação de actividadeschamaram de relatório de contas e utilizado um só critério: “os • possibilidade do uso doum ponto dedicado a Outros primeiros 10 a inscreverem-se é que carimbo e símbolo da A.E.Assuntos. entravam”. Depois de pronunciadas • competirá à Comissão de Em primeiro lugar iniciou-se o estas palavras a assembleia entrou Finalistas a exploração dosperíodo antes da ordem de trabalhos em diálogo dificultando o símbolos de cada cursoonde a direcção da Associação foi prosseguimento dos trabalhos pelo • competirá à Comissão dequestionada sobre os estágios que o que a nossa colega Catarina Finalistas a exploração doBES ofereceu aos alunos da nossa Gonçalves que presidiu à assembleia bar dos estudantesescola e aos quais concorreram foi obrigada a intervir no sentido de • A A.E. deverá incluir esteapenas membros da Associação de acalmar as ânimos. Para finalizar a protocolo na revisãoEstudantes ou pessoas muito questão dos estágios, Luís Caetano estatutária.próximas da A.E., o que levou um numa derradeira tentativa de Em seguida a direcção da A.E.aluno a sugerir que da próxima vez a justificar a atitude da A.E. afirmou leu um documento a quequestão dos estágios deveria ser da que “Ninguém pode exigir aos inexplicavelmente chamou relatórioresponsabilidade da direcção da alunos da A.E. que se prejudiquem de contas, mas que na verdade nãoescola e não da direcção da A.E.. pessoalmente em nome duma causa”, tem qualquer validade jurídicaPerante esta sugestão o ex-presidente afirmação esta que acabou por devido ao facto de não ter sidoda direcção da Associação de causar também algum transtorno. aprovado pela Assembleia Geral.Estudantes, Luís Caetano, reagiu Passando à Ordem de Mais uma vez foi pedido ao ex-afirmando que isso não seria correcto trabalhos propriamente dita os presidente Luís Caetano para queporque o que iria acontecer é que o membros da A.E. presentes na mesa facultasse no momento fotocópias doConselho Directivo iria reagir da tentaram influenciar a assembleia a documento que estava a sermesma forma que o I.S.L.A., ou seja, votar favoravelmente a integração da apresentado, mas este recusou-se asimplesmente nomeava os alunos Tuna e dos Núcleos na A.E., mas facultar tais fotocópias dizendo queque deveriam ter direito a estágio, apenas conseguiram com que a Tuna no dia seguinte o documento estariasem qualquer intervenção da A.E., fosse de facto integrada na disponível na A.E. para fotocopiar, oargumento que acabou por não Associação. que de facto não veio acontecer.convencer a assembleia que insistiu Em seguida foi aprovado um Em todo o caso, da audição daperguntando ao referido dirigente projecto de protocolo com a leitura do documento pareceu-nosassociativo porque é que a A.E. não Comissão de Finalistas, do qual a que foram cometidos dois errosdivulgou, através duma nota A.E. se recusou a oferecer uma cópia graves na elaboração do documento:informativa a afixar nos locais aos sócios presentes na assembleia 1.º) a inclusão no activo de valoreshabituais, o convite que recebera do para que estes podessem fazer um contabilizados em proveitos; 2.º) aBES. A esta pergunta, Luís Caetano juízo o mais correcto possível sobre o exclusão do passivo da rubricarespondeu que a A.E. falou com a mesmo. Dívidas a terceiros.Dr.ª Teresa Ferreira e que esta terá Em todo o caso conseguimos Durante a apresentação destereferido que “não valia a pena retirar os seguintes tópicos da leitura documento foram vários os alunosdivulgar a questão dos estágios, uma que foi feita do projecto: que se envolveram em discussão comvez que já havia candidatos”. Desta A A.E. obriga-se perante a o ex-presidente da A.E., no sentido deforma o ex-presidente da A.E. Comissão de Finalistas e por tempo obterem uma justificação para oadmitiu que não divulgou o convite indeterminado a: montante de determinadas dívidas edo BES quando no final do ano • ceder um plafond de de determinados gastos, pelo que atransacto jurava a pés juntos que 5000$00/mês assembleia terminou quatro horas etinha afixado uma nota informativa • cobrar as fotocópias ao preço meia depois de ter começado sem queno bar da escola. Por sua vez a Dr.ª de custo nada se tivesse esclarecido.Teresa Ferreira contactada pelo • cobrar também a preço de 3
  4. 4. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Nova Legislação Nacional• AGRICULTURA • D.L. n.º 58/97 de 15/10 – A – as taxas do imposto sobre os produtos• D.L. n.º 298/97 de 28/10 – diz altera o D.L. n.º 415/93 de 23/12. petrolíferos na Madeira.respeito à bonificação de juros • D.L. n.º 281/97 de 15/10 – A – • JUNTAS DE FREGUESIApara os agricultores cuja possibilita aos titulares de • Desp. Normat. N.º 64/97 deactividade foi atingida por determinados diplomas de nível não 25/10-B – estabelece normas relativascalamidades superior o requerimento do à atribuição de verbas e actualização• ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA reconhecimento do grau de bacharel ou dos montantes atribuídos e ainda não • Resol. Cons. de Ministros n.º 176/ do diploma de estudos superiores pagos no âmbito do programa “Sedes e 97 de 21/10 – A – refere-se à especializados. juntas de freguesia”.criação duma estrutura de projecto para • Port. n.º 1047-A/97 de 11/10 – • TRABALHO E SEGURANÇAimplantação dos serviços de B (supl.) – altera a Port. n.º 727-A/97 de SOCIALatendimento ao cidadão. 22/8 que fixa o n.º de vagas para os • Decreto n.º 58/97 de 15/10-A –• BENEFÍCIOS FISCAIS CESE’s do ensino superior politécnico aprova o Regulamento do Trabalho que• D.L. n.º 288/97 de 22/10 – A – público. regula as relações de trabalho entre asconcede benefícios fiscais no quadro de • Port. n.º 1047-B/97 de 11/10-B forças dos E.U.A. nos Açores e os seusconstituição e actividade da REFER, (supl.) – altera a Port n.º 698-A/97 de trabalhadores portugueses.E.P. 20/8 que fixa o n.º de vagas para os • Declaração de Rectificação n.º • D.L. n.º 292/97 de 22/10 – A – CESE’s do ensino superior particular e 15-F/97 de 30/9-A (2.º Supl.) – rectificaconcede benefícios ficais aos sujeitos cooperativo. o D.L. n.º 133-B/97 de 30/5/97 quepassivos de IRC desde que tenham • IMPOSTO S/ OS PRODUTOS altera o regime jurídico das prestaçõesefectuado despesas de investigação e PETROLÍFEROS familiares constantes dos D.L.s n.osdesenvolvimento. • Port. n.º 1079/97 de 29/10-B – 197/77 de 17/5, 170/80 de 29/5, e 29/• ENSINO revoga a Port. n.º 96/97 de 12/2 e altera 89 de 23/1, e demais legislação complementar.Do Conselho Directivo da nossa escola recebemos o seguinte texto informativo relativo a um concurso internacional alusivo aotema da Moeda Única: AEGEE Association des Etats Généraux des Etudiants de l’ Europe EUROPE AND EURO...To: International Relation Office / General Secretariat / European associationDate: 7 October 1997Subject: Information concerning a European-wide campaign about the EMUTo whom it may concern,Enclosed you will find posters concerning a European-wide campaign about the introduction of the euro.AEGEE, the largest interdisciplinary student’s organisation in Europe, organises in 1997 a unique project: “Europe and Euro...” Theproject consist of a European essay contest and several conferences organised all over Europe. AEGEE wants young Europeanpeople to give their thoughts, ideas and opinions about the euro and the EMU. With an open and honest campaign AEGEE wantsto inform the next generation about the upcoming changes in the life of these young people.To inform also the students at your higher education institute, AEGEE would be grateful if you could put the posters on good andvisible places where they can be seen for several months.On the other side of this letter you will find an article about the project, especially about the essay contest. To make it easier forstudents to participate, AEGEE would be very grateful if you could make some copies of this article or could offer it to the agency ofyour local institute bulletin. It’s in the interest of all students!Thank you very much for your co-operation. We hope we will receive many essays and can welcome some of your students at one ofthe events organised within the “Europe and Euro...” framework. Europe and Euro Euro and YouBart NeerscholtenProject Manager “Europe and Euro...” 4
  5. 5. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Dezembro/1997AEGEE organises a European-wide campaign on the introduction of the euro.AEGEE, the largest interdisciplinary students’ organisation in Europe, organises in 1997 a unique project: “Europe and Euro...”. Theproject consists of an European essay contest and conferences organised all over Europe. AEGEE wants young people to give theirthoughts, ideas and opinions about the euro and the EMU. With an open and honest campaign AEGEE wants to inform the nextgeneration about the upcoming big changes in the life of these young people. Application and information: http:/www.aegee.org/euroor write to the address below.European essay contest:The Economic and Monetary Union is bringing the biggest change in the life of European citizens since the foundation of theEuropean Union. For the first time we will be holding Europe in our hands.Write down your ideas, expectations or doubts. Tell us what you associate with the Economic and Monetary Union. Examples:• How do you think the Economic and Monetary Union will affect your personal life?• Could it create new borders within Europe?• Or could Europe be brought closer together?• What will happen to the countries in the European Union that won’t enter the EMU in 1999?The best essays will be awarded. The best essay will receive 1000 ECU and will be honorary guest at the press conference in April1998.Essay: Maximum 800 words. You can write your essay in English, French, German, Italian, Portuguese or Spanish.Send it to us before January 15th, 1998.AEGEE – EuropePO Box 72B –1040 Brussel Etterbeek 1Fax: ++32-2-736 73 54email: emu@aegee.org COLAR IA ES GRAF A TIPO DE D ICIDA PUBL 5
  6. 6. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ O “O+” DOS DESPORTOS DE AVENTURA É no meio da floresta, por entre objectivo percorrer um percurso no se transformar num labirinto deterrenos irregulares e casarios dispersos, menor período de tempo, passando por Minotauro.que se pratica a orientação clássica. Um todos os postos de controlo indicados no Quaisquer áreas florestadas sãomapa e uma bússola são os instrumentos mapa. Mas a orientação não tem propícias à prática da orientação, desdede apoio desta actividade que constitui necessariamente de ser encarada desta que devidamente “encartadas”. Existemtambém a travemestra de inúmeros forma. Até porque o mais rápido nem algumas centenas de mapas,desportos de evasão. sempre é melhor. Na verdade, grande recomendando-se os que são elaborados parte dos participantes nas múltiplas pela Federação Portuguesa de Parece ser um jogo em que o mapa provas que se realizam em Portugal Orientação sobre as cartas militares. Ée a bússola servem de dados lançados. preferem caminhar em vez de correr. E que estas, embora diversas eEscolher o caminho certo, perder-se e até garantem que é mais agradável contemplando múltiplas regiões do País,reencontrar-se no meio da floresta. É demorar uma tarde inteira a fazer os que estão em alguns casos bastanteassim a orientação, uma actividade de os atletas de topo de “ranking” fazem em desactualizadas. DE entre o diversolazer e desportiva que consiste em seguir hora e meia ou menos. leque de escolhas existentes, os destinosum percurso definido num mapa. Mas Com a caminhada e o corta-mato, mais eleitos pelos praticantes daque serve também de coluna vertebral a a orientação só tem em comum o orientação são a Tapada de Mafra, amuitos outros desportos de aventura em “habitat” natural. É também no meio do serra de Sintra, Tancos, Miranda doque é preciso saber determinar em mato ou das florestas que a actividade é Douro, a Fonte da Telha, o Parquequalquer momento onde se está. praticada, mas aqui não há um circuito Natural da Peneda – Gerês, zona de Desde montanhismo aos passeios demarcado que seja obrigatório seguir, Estarreja e a região alentejana dapedestres ou em veículos de todo-o- nem tão pouco se anda à toa. O mapa e a Planície Dourada.terreno, passando pelo BTT e também bússola são os guias para cada uma daspelo canyonning e pela canoagem, que escolhas que cada praticante faz no Para possíveis contactos:requerem o reconhecimento do curso dos itinerário que se percorre. E só mesmo os ANORT Aveirorios, todos carecem de algumas noções iniciados caiem no risco de ir atrás de 034.931641de orientação. Tal como grandes quem segue à frente, porque também esse ASORT Charneca Caparicaaventuras como o Challengers Trophy, o pode ir perdido. 01.2974473Raide das Quinas e o Incitare-Desafios, À parte de um fato de treino e uns CIMO, Almadaem Portugal, e ainda o “guru” de todas bons ténis de corrida ou umas botas de 01.2582411as expedições, o Camel Trophy. Para caminhada, a orientação carece apenas CAAL, Lisboatodas estas formas de evasão é preciso dos instrumentos básicos: a bússola e os 01.77883722saber “encontrar estas formas de mapas. A primeira pode ser adquirida RAID V.N.BarquinhaEvasão” é preciso saber “encontrar o por preços desde os cinco aos quinze 049.711590norte”. E essa é a arte da orientação, que contos e, as cartas topográficas FPO, Mafraacaba por funcionar como dadora adquirem-se por pouco mais de dois 061.812710universal de um conhecimento precioso contos. Os cursos, que contemplam Inatel desp aventurapara quase todos os desportos de níveis de iniciação a maiores 01.8852275aventura. aperfeiçoamentos com aulas de INCITARE-DESAFIOS Fortemente estruturada num cartografia, raramente chegam a dez mil 01.7959797calendário competitivo, a orientação não escudos. E assim que se aprende a ler a JUBARTE, Lisboaobriga, porém, a que seja praticada como bússola, a interpretar correctamente os 01.8680937uma prova em que se tem que ser o mais mapas e a simbologia própria daveloz de entre todos. Ainda que, numa orientação está-se pronto para entrar na Jorge Godinhointerpretação rigorosa, tenha como floresta sem correr grandes riscos de esta N.º 1752 2.º G.A. ALEXANDRE SILVA DEMITE-SE O nosso colega Alexandre Silva demitiu-se da presidência do Núcleo de Estudantes de Gestão de Empresas no passado dia X de Y,depois de ter aceite candidatar-se ao lugar de 1.º Secretário da Direcção da A.E.. No pedido de demissão que apresentou ao N.E.G.E. onosso colega invoca razões pessoais, mas questionado sobre que razões pessoais estarão estado por detrás da sua demissão AlexandreSilva invoca o seu entendimento de incompatibilidade entre o cargo que desempenha no N.E.G.E. e o cargo a que se candidata na A.E.. Este pedido de demissão apanhou toda a gente de surpresa e há já quem estabeleça uma ligação entre a demissão do nosso colegaAlexandre Silva e as palavras proferidas pelo ex-presidente da A.E., Luís Caetano, na assembleia geral de 13 de Novembro, onde este teráreferido ser incompatível o desempenho dum cargo num núcleo e na A.E. em simultâneo, palavras estas que causaram alguma estranhezana assembleia, uma vez que também o nosso colega Luís Caetano foi presidente do N.E.G.E. enquanto desempenhava um cargo nadirecção da A.E. no ano lectivo de 1995/96. Convém recordar que em apenas 2 anos de existência o N.E.G.E. conta já com quatro presidentes: José Luís Carvalho, Luís Caetano,Alexandre Silva e Gonçalo Rosário, que assumiu a presidência depois da demissão do nosso colega Alexandre. 6
  7. 7. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Dezembro/1997 "O IDEIAS" Além de sermos um importante veículo de comunicação interna que prima pela divulgação, pelo debate e pela reflexão, somos também o rosto desta escola e a prova daquilo que os estudantes conseguem fazer, mesmo sem as condições mais adequadas. Estamos a expandir a área de cobertura do jornal para fora da escola, nomeadamente para as empresas da região, para outras escolas e para os órgãos de comunicação social. Seremos a imagem de marca da ESGS. PROCURAMOS PARA ADMISSÃO IMEDIATA COLABORADORES Perfil Requerido • Ser estudante (e não somente aluno); • Elevado sentido de responsabilidade; • Gosto pela escrita; • Com ou sem experiência; Oferece-se • Formação específica; • Integração em equipa jovem e dinâmica; • Valorização pessoal; C n a t r José Luís Carvalho, Nuno Bernardo e Rui Costa ou deixar recado (por escrito, otca: d peeêca n Ascaã d Etdne. e rfrni) a soiço e suats Coelho & Sá, Lda. INDÚSTRIA ALIMENTAR DA MELHOR QUALIDADE PARA ENTREGA IMEDIATA TEMOS: FRUTAS EM CALDA ABÓBORA BRANCA · CASCA DE LARANJA · CIDRÃO · TANGERINA FRUTAS SORTIDA PICADA · ABÓBORA ENCARNADA MARACUJÁ · FIGO · ABÓBORA VERDE · CEREJA VERDE CEREJA VERMELHA · PÊRA · CHILA FRUTAS CRISTALIZADAS • FRUTOS SECOS Rua Jacinta Marto, 78 – R/C 2495 FÁTIMA – PORTUGAL – Tels.: (049) 53 24 47 / 53 20 45 Fax: 53 14 45 7
  8. 8. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ESTATUTO DO TRABALHADOR - ESTUDANTE Novo regime jurídico Lei n.º 116/97, de 4 de Novembro A Assembleia da República dispensado até seis horas semanais, sem 2. Nos casos em que não sejadecreta, nos termos dos artigos 164.º, perda de retribuição ou de qualquer outra possível a aplicação do disposto noalínea d), 168.º, n.º 1, alínea b), e 169.º, n.º 3, regalia, se assim o exigir o respectivo número anterior, o trabalhador tem direitoda Constituição, o seguinte: horário escolar. de preferência na ocupação de postos de 3. A opção entre os regimes trabalho compatíveis com a sua aptidão ARTIGO 1.º previstos nos números anteriores será profissional e com a possibilidade de Objecto do diploma objecto de acordo entre a entidade participar nas aulas que se proponha empregadora, os trabalhadores frequentar. O presente diploma contém o interessados e as suas estruturasregime jurídico do trabalhador-estudante, representativas, em ordem a conciliar os ARTIGO 5.ºsem prejuízo dos direitos e regalias direitos dos trabalhadores-estudantes com Prestação de provas deconsignados em legislação ou o normal funcionamento das empresas ou avaliaçãoregulamentação de trabalho mais serviços.favorável. 4. Não existindo o acordo previsto 1. O trabalhador-estudante tem no número anterior, aplicar-se-à direito a ausentar-se, sem perda de ARTIGO 2.º supletivamente o regime previsto nos n.º 2 vencimento ou de qualquer outra regalia, Âmbito de aplicação e 5 do presente artigo. para prestação de provas de avaliação, nos 5. A dispensa de serviço para seguintes termos: 1. Para efeitos de aplicação do frequência de aulas prevista no n.º 2 do a) Até dois dias por cada prova depresente diploma, considera-se presente artigo poderá ser utilizada de avaliação, sendo um o da realização datrabalhador-estudante todo o trabalhador uma só vez ou fraccionadamente e prova e o outro o imediatamente anterior,por conta de outrém, independentemente depende da duração do trabalho semanal, incluindo sábados, domingos e feriados;do vínculo laboral, ao serviço de uma nos seguintes termos: b) No caso de provas em diasentidade pública ou privada e que a) Duração de trabalho entre vinte e consecutivos ou de mais de uma prova nofrequente qualquer nível do ensino oficial vinte e nove horas - dispensa até três mesmo dia, os dias anteriores serão tantosou equivalente, incluindo cursos de pós- horas; quantas as provas de avaliação a efectuar,graduação, realização de mestrados ou b) Duração de trabalho entre trinta e aí se incluindo sábados, domingos edoutoramentos, em instituição pública, trinta e três horas - dispensa até quatro feriados;particular ou cooperativa. horas; c) Os dias de ausência referidos nas 2. Ficam ainda abrangidos pelas c) Duração de trabalho entre trinta e alíneas anteriores não poderão exceder umdisposições constantes da presente lei, quatro e trinta e sete horas - dispensa até máximo de quatro por disciplina.com excepção dos artigos 3.º, 4.º, 6.º e 10.º, cinco horas; 2. Consideram-se justificadas asn.º 1, os estudantes que se encontrem d) Duração de trabalho igual ou faltas dadas pelos trabalhadores-numa das seguintes situações: superior a trinta e oito horas - dispensa até estudantes na estrita medida das a) Sejam trabalhadores por conta seis horas. necessidades impostas pelas deslocaçõesprópria; 6. O período normal de trabalho de para prestar provas de avaliação. b) Frequentem cursos de formação um trabalhador-estudante não pode ser 3. As entidades empregadorasprofissional ou programas de ocupação superior a oito horas por dia e a quarenta podem exigir, a todo o tempo, prova datemporária de jovens, desde que com horas por semana, no qual se inclui o necessidade das referidas deslocações e doduração igual ou superior a seis meses. trabalho suplementar, excepto se prestado horário das provas de avaliação de 3. Não perdem o estatuto de por casos de força maior. conhecimentos.trabalhador-estudante aqueles que, 7. Mediante acordo, não podem as 4. Para efeitos da aplicação doestando por ele abrangidos, sejam partes afastar a aplicação do número presente artigo, consideram-se provas deentretanto colocados na situação de anterior em favor do regime flexível avaliação todas as provas escritas e orais,desemprego involuntário. previsto na lei geral, tendo o trabalhador- incluindo exames, bem como a estudante direito, nesse caso, a um dia por apresentação de trabalhos, quando estes mês de dispensa de trabalho, sem perda as substituam. ARTIGO 3.º de remuneração. Horário de trabalho ARTIGO 6.º ARTIGO 4.º Férias e licenças 1. As empresas ou serviços devemelaborar horários de trabalho específicos Regime de turnospara os trabalhadores-estudantes, com 1. Os trabalhadores-estudantes têmflexibilidade ajustável à frequência das 1. O trabalhador-estudante que direito a marcar as férias de acordo comaulas e à inerente deslocalização para os preste serviço em regime de turnos tem os as suas necessidades escolares, salvo serespectivos estabelecimentos de ensino. direitos conferidos no artigo anterior, daí resultar comprovada 2. Quando não seja possível a desde que o ajustamento dos períodos de incompatibilidade com o plano de fériasaplicação do regime previsto no número trabalho não seja totalmente incompatível da entidade empregadora.anterior, o trabalhador estudante será com o funcionamento daquele regime. 2. Os trabalhadores-estudantes têm 8
  9. 9. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Dezembro/1997direito ao gozo interpolado de 15 dias de número de exames a realizar na época de acidente, gravidez, ou cumprimento deférias à sua livre escolha, salvo no caso de recurso. obrigações legais.incompatibilidade resultante do 4. Os trabalhadores-estudantes 4. No ano subsequente àquele emencerramento para férias do gozam de uma época especial de exames que perdeu as regalias previstas nesteestabelecimento ou do serviço. em todos os cursos e em todos os anos diploma, pode o trabalhador-estudante 3. Em cada ano civil, os lectivos. requerer a aplicação deste estatuto.trabalhadores-estudantes podem utilizar, 5. Os exames e provas de avaliação,seguida ou interpoladamente, até 10 dias bem como os serviços mínimos de apoio ARTIGO 11.ºúteis de licença, com desconto no aos trabalhadores-estudantes, deverão Excesso de candidatos àvencimento mas sem perda de qualquer funcionar também em horário pós-laboral, frequência de cursosoutra regalia, desde que o requeiram nos quando cumpridos os requisitos definidosseguintes termos: no n.º 4 do artigo 12.º. Sempre que o número de pretensões a) Com quarenta e oito horas de 6. Os trabalhadores-estudantes têm formuladas por trabalhadores-estudantesantecedência, no caso de se pretender um direito a aulas de compensação sempre no sentido de lhes ser aplicado o dispostodia de licença; que essas aulas, pela sua natureza, sejam no artigo 3.º do presente diploma se b) Com oito dias de antecedência, pelos docentes consideradas como revelar, manifesta e comprovadamente,no caso de se pretender dois a cinco dias imprescindíveis para o processo de comprometedor do funcionamento normalde licença; avaliação e aprendizagem. da empresa, fixar-se-à, por acordo entre os c) Com um mês de antecedência, trabalhadores interessados, a hierarquia ecaso se pretenda mais de cinco dias de ARTIGO 9.º a estrutura representativa doslicença. Requisitos para a fruição de trabalhadores, o número e as condições regalias em que serão deferidas as pretensões ARTIGO 7.º apresentadas. Efeitos profissionais da Para beneficiar das regalias valorização escolar estabelecidas neste diploma, incumbe ao ARTIGO 12.º trabalhador-estudante: Cumprimento do presente 1. Ao trabalhador-estudante devem a) Junto à entidade empregadora, estatutoser proporcionadas oportunidades de fazer prova da sua condição de estudante,promoção profissional adequada à apresentar o respectivo horário escolar e 1. O Governo, no prazo de seisvalorização obtida por efeito de cursos ou comprovar o aproveitamento no final de meses a contar da data de entrada emconhecimentos adquiridos, não sendo, cada ano escolar; vigor da presente lei, deverá promover atodavia, obrigatória a reclassificação b) Junto ao estabelecimento de criação de um organismo ou serviço aoprofissional por simples obtenção desses ensino, comprovar a sua qualidade de qual, na área da educação, competirá ocursos ou conhecimentos. trabalhador ou de se encontar numa das tratamento das questões específicas dos 2. Têm direito, em igualdade de situações previstas no n.º 2 do artigo 2.º. trabalhadores-estudantes.condições, no preenchimento de cargos 2. A Inspecção Geral do Trabalhopara os quais se achem habilitados por ARTIGO 10.º conhecerá, nos termos do respectivovirtude dos cursos ou conhecimentos Cessação de direitos estatuto, das infracções a este diplomaadquiridos, todos os trabalhadores que os cometidas pelas entidades empregadoras.tenham obtido na qualidade de 1. As regalias previstas nos artigos 3. Deverá igualmente o Governotrabalhador-estudante. 3.º e 6.º cessam quando o trabalhador- definir as condições de frequência de estudante não conclua com cursos de formação escolar, ARTIGO 8.º aproveitamento o ano escolar ao abrigo de aperfeiçoamento de línguas e actualização Isenções e regalias dos cuja frequência beneficiara dessas mesmas profissional. estabelecimentos de ensino regalias. 4. Deverá ainda o Governo 2. As restantes regalias fomentar a criação de aulas nocturnas nos 1. Os trabalhadores-estudantes não estabelecidas no presente diploma cessam estabelecimentos de ensino onde oestão sujeitos a quaisquer normas que quando o trabalhador-estudante não tenha justifique o número de trabalhadores-obriguem à frequência de um número aproveitamento em dois anos consecutivos estudantes inscritos, bem como concedermínimo de disciplinas ou cadeiras de ou três interpolados. homologação ao seu funcionamento.determinado curso, em graus de ensino em 3. Para os efeitos dos númerosque isso seja possível, ou a normas que anteriores, considera-se aproveitamento ARTIGO 13.ºinstituam regimes de prescrição ou escolar o trânsito de ano ou a aprovação Disposições finaisimpliquem mudança de estabelecimento. em pelo menos metade das disciplinas em 2. Os trabalhadores-estudantes não que o trabalhador-estudante estiver 1. O presente estatuto teráestão ainda sujeitos a quaisquer matriculado, arredondando-se por defeito divulgação obrigatória em todos osdisposições legais que façam depender o este número quando necessário, estabelecimentos de ensino.aproveitamento escolar da frequência de considerando-se falta de aproveitamento a 2. É revogada a Lei n.º 26/81, de 21um número mínimo de aulas por desistência voluntária de qualquer de Agosto.disciplina ou cadeira. disciplina, excepto se justificado por facto 3. Os trabalhadores-estudantes não que não seja imputável ao próprio,estão sujeitos a normas que limitem o nomeadamente doença prolongada, 9
  10. 10. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ABENÇOADA TINTUNA Santarém, 2 de Dezembro, 1997 Saudações Académicas A Tuna da Escola Superior de Gestão de Santarém - TINTUNA - vem pôr este meio dar a conhecer a nossaexistência. A Tintuna foi formada por alguns alunos desta escola há relativamente três anos. Daí para cá, a tintuna tem sidoreforçada com a entrada de mais alguns elementos. Neste momento a Tuna é constituída por vinte e sete elementos, quetentam transmitir todo o espírito académico desta região Ribatejana, sendo o Magister da Tuna Ana Miranda. A nossa estreia foi há dois anos num encontro de Tunas Académicas organizado pela F.A.S, no Largo do Seminárioem Santarém. Até esta data, já actuámos várias vezes aqui na zona de Santarém, em encontro de tunas em Tomar, na FIL,no Fórum Estudante, entre muitas outras. Sem outro assunto de momento, despedimo-nos deixando algumas das nossas músicas originais. Felicitações Vanda Clara (A Direcção) Contactos: Tintuna - A.E. Escola Superior de Gestão de Santarém Complexo Andaluz - Apartado 295 2003- Santarém Codex telef.(043) 33 21 21 fax (043) 23 21 52 SOMOS TINTUNA (HINO) 15,ENA(Quinzena) Ao chegar a esta escola E aqui estou cantando REFRÃO: Ao sair da minha terra Já vinha quase a chorar Com o traje a rigor minha vida mudei Eu sentia tanto medo Estou nesta tuna Venha mais um copo prometi não beber vinho Do que ia encontrar Onde canto com calor para eu beber até que aqui cheguei porque esta tarde Mas aqui não vi ninguém REFRÃO é para esquecer. Ao chegar a esta terra Que me fosse magoar boa gente encontrei Era tudo malta fixe Quando me for embora Venha mais um jarro depois de beber um copo Que me ia ajudar Nunca me vou esquecer esta casa é minha esta música cantei: Dos amigos de agora beba mais um copo REFRÃO E das noites a beber beba uma pinguinha. REFRÃO SOMOS TINTUNA E assim para a acabar Quando eu era chavalinho Vi a vida a passar COM O COPO SEMPRE À MÃO Esta nossa canção minha mãe disse vai vai estudar eu não queria VAMOS LÁ TODOS Quero todos a gritar vai mas é beber leitinho quanto mais aqui andava DESPEJAR O GARRAFÃO O que é bom é a gestão não faças como o teu pai mais no vinho me metia GRITAMOS ALTO REFRÂO Depois fiquei crescidinho Ao chegar a avôzinho VAMOS LÁ FORÇA GESTÃO minha mãe já não mandava o meu neto avisei CANTEM CONNOSCO Acordes: LÁ - RÉ eu já bebia o meu vinho não quero que bebas vinho ESTA BELA CANÇÃO SOL - RÉ - LÁ e o meu pai assim cantava: vê o estado em que eu fiquei: Foram semanas a brincar REFRÃO REFRÃO Noites e noites a beber REFRÃO Não me aguentava em pé ACORDES: SOL - RÉ Assim é que é viver DÓ - SÓL - RÉ - SOL 10
  11. 11. 11 ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○Dezembro/1997

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