Encíclica rerum novarum hans

2.922 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.922
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
80
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Encíclica rerum novarum hans

  1. 1. RERUM NOVARUM “ Sobre a Condição dos Operários” Papa Leão XIII 15/05/1891
  2. 3. INTRODUÇÃO
  3. 4. <ul><li>Contextualização </li></ul><ul><li>Objetivo da encíclica </li></ul><ul><li>Problemática </li></ul><ul><li>Resposta Socialista </li></ul><ul><li>Refutação a resposta socialista </li></ul><ul><li>A Igreja e a questão social </li></ul><ul><li>O papel do Estado </li></ul><ul><li>As associações </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul>
  4. 5. CONTEXTUALIZAÇÃO
  5. 7. <ul><li>A sede de inovações, que passa da política para a economia social, motiva o progresso incessante da indústria, novos caminhos para as artes, a alteração da relação patrão-operário, a concentração da riqueza e a corrupção dos costumes; O que faz com que as pessoas se encontrassem apreensivas e numa ansiedade expectante, visto que havia muitos interesses em jogo na sociedade. </li></ul>
  6. 8. Objetivo da encíclica <ul><li>A encíclica nasce com o intuito de combater as falácias pregadas como verdades. E faz isso abordando como centro um assunto delicado: a Condição dos operários. </li></ul><ul><li>A fim de que esta questão seja tratada mais detalhadamente, visando os princípios de uma solução conforme a justiça e a equidade. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>“ É difícil, efetivamente, precisar com exatidão os direitos e os deveres que devem ao mesmo tempo reger a riqueza e o proletariado, o capital e o trabalho. Por outro lado, o problema não é sem perigos, porque não poucas vezes homens turbulentos e astuciosos procuram desvirtuar-lhe o sentido e aproveitam-no para excitar as multidões e fomentar desordens .” </li></ul>
  8. 10. Problema <ul><li>O conflito entre patrões e operários nasce a partir do momento em que a classe operária encontrou-se desprotegida e a mercê da ambição desenfreada de seus patrões. Isso aconteceu devido a destruição dos pontos em que esses homens tinham por apoio, como as antigas corporações e o desaparecimento do sentimento religioso nas leis e instituições públicas. </li></ul><ul><li>Esse conflito se agrava ainda mais com a prática da usura e do monopólio do trabalho e dos papéis de crédito por parte dos ricos. Atitudes condenadas veemente pela Igreja. </li></ul>
  9. 11. SOLUÇÃO SOCIALISTA
  10. 12. <ul><li>SOLUÇÃO POBRES ódio RICOS </li></ul><ul><li>SOCIALISTA </li></ul><ul><li>PROPRIEDADE </li></ul><ul><li>PARTICULAR </li></ul><ul><li>PARTILHA </li></ul><ul><li>ESTADO </li></ul><ul><li>INJUSTA: </li></ul><ul><li>Viola o direito a propriedade privada </li></ul><ul><li>Vicia as funções do Estado </li></ul><ul><li>Tende a subversão do Edifício Social </li></ul>
  11. 13. REFUTAÇÃO A RESPOSTA SOCIALISTA
  12. 14. 1. Propriedade Particular <ul><li>Não é a propriedade particular a causa da situação pela qual passam os trabalhadores, de modo que não é a sua abolição que resolverá a situação, pelo contrário, tende a piorá-la. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>TRABALHO salário SUSTENTO </li></ul><ul><li>MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA </li></ul><ul><li>ECONOMIZANDO </li></ul><ul><li>PROPRIEDADE FAVORECE </li></ul><ul><li>salário transformado </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Assim, a solução socialista privaria o trabalhador de melhorar seu patrimônio e, consequentemente, sua situação de vida. </li></ul><ul><li>O direito a propriedade particular é um direito natural do homem, que recebe de Deus a faculdade de usar os bens exteriores pela razão e o direito estável de as possuir. </li></ul>
  15. 17. <ul><li>HOMEM ações/escolhas PROVER SEU FUTURO </li></ul><ul><li>NECESSIDADES CONSTANTES </li></ul><ul><li>NOVAS EXIGÊNCIAS A CADA DIA </li></ul>
  16. 18. <ul><li>“ Deve ter sob o seu domínio não só os produtos da terra, mas ainda a própria terra, que, pela sua fecundidade, ele vê estar destinada a ser a sua fornecedora no futuro.” </li></ul>
  17. 19. <ul><li>NATUREZA ESTADO </li></ul><ul><li>DIREITO </li></ul><ul><li>TERRA MEIO DE SUSTENTO HOMEM </li></ul><ul><li>DIVIDIDA POSSE </li></ul><ul><li>PROPRIEDADES TODOS SALÁRIO </li></ul><ul><li>FRUTOS </li></ul><ul><li>Logo, a propriedade particular é conforme a natureza e não deve ser abolida. </li></ul>
  18. 20. <ul><li>“ A terra, sem dúvida, fornece ao homem com abundância as coisas necessárias para a conservação da sua vida e ainda para o seu aperfeiçoamento, mas não poderia fornecê-las sem a cultura e sem os cuidados do homem .” </li></ul>
  19. 21. <ul><li>A Propriedade sancionada pelas leis humanas e divinas: n ão é justo que o campo transformado pelo agricultor lhe seja retirado, a justiça está em que lhe seja assegurado o fruto do seu trabalho. Desta maneira, ambas as leis, humana e divina, devem proteger esse direito humano. A lei civil pela força e a divina corroborando-a. “Não desejais o que é do outro”. </li></ul>
  20. 22. 2. FAMÍLIA E ESTADO <ul><li>DIREITOS intensificam HOMEM </li></ul><ul><li>CHEFE DE FAMÍLIA </li></ul><ul><li>sociedade anterior </li></ul><ul><li>SOCIEDADE CIVIL </li></ul><ul><li>ESTADO QUISTA POR DEUS </li></ul>
  21. 23. <ul><li>A sociedade civil como posterior a familiar, deve oferecer condições para o desenvolvimento desta. Sendo a intervenção da autoridade civil sobre a familiar um erro grave. A não ser, que a ordem familiar não esteja estabelecida, ou se a família passa por uma situação desesperadora, em que não sejam respeitados os direitos mútuos. Esses são os limites da atuação do poder público. De maneira alguma o Estado deve suprimir o Pai. </li></ul>
  22. 24. <ul><li>“ Porque os «filhos são naturalmente alguma coisa de seu pai... devem ficar sob a tutela dos pais até que tenham adquirido o livre arbítrio» (4). Assim, substituindo a providência paterna pela providência do Estado, os socialistas vão contra a justiça natural e quebram os laços da família.” </li></ul>
  23. 25. O Comunismo, princípio de empobrecimento <ul><li>Como vimos esse sistema que resulta do socialismo é injusto, e gera conseqüências desastrosas como a odiosa servidão de todos, inveja, descontentamento, repressão, discórdia, riquezas estancadas, igualdade da nudez, indigência e miséria. </li></ul><ul><li>Para o bem do povo é necessário defender a inviolabilidade da propriedade particular. </li></ul>
  24. 26. A IGREJA E A QUESTÃO SOCIAL
  25. 27. <ul><li>“ É a Igreja, efetivamente, que haure no Evangelho doutrinas capazes de pôr termo ao conflito ou ao menos de o suavizar, expurgando-o de tudo o que ele tenha de severo e áspero; a Igreja, que se não contenta em esclarecer o espírito de seus ensinos, mas também se esforça em regular, de harmonia com eles a vida e os costumes de cada um.” </li></ul>
  26. 28. <ul><li>IGREJA MELHORAR CLASSES </li></ul><ul><li>SORTE POBRES </li></ul><ul><li>UNIÃO TODAS AS CLASSES </li></ul><ul><li>SOLUCIONAR </li></ul><ul><li>QUESTÃO OPERÁRIA </li></ul>
  27. 29. <ul><li>Concórdia entre as classes: </li></ul><ul><li>aceitação da suas respectivas condições dentro da sociedade. </li></ul><ul><li>As desigualdades devem servir para o benefício de todos. </li></ul><ul><li>Ricos e pobres são devem ser inimigos. </li></ul>
  28. 30. <ul><li>As classes devem se unir, harmonizar e conservarem-se mutuamente em perfeito equilíbrio, pois elas são interdependentes: </li></ul><ul><li>não há capital sem trabalho e nem trabalho sem capital. </li></ul><ul><li>É só através dessa concórdia que a ordem pode se instalar e todos serem beneficiados. </li></ul>
  29. 31. <ul><li>“ E, primeiramente, toda a economia das verdades religiosas, de que a Igreja é guarda e intérprete, é de natureza a aproximar e reconciliar os ricos e os pobres, lembrando às duas classes os seus deveres mútuos e, primeiro que todos os outros, os que derivam da justiça.” </li></ul>
  30. 32. Obrigações dos operários: <ul><li>Entre estes deveres, eis os que dizem respeito ao pobre e ao operário: deve fornecer integral e fielmente todo o trabalho a que se comprometeu por contrato livre e conforme à equidade; não deve lesar o seu patrão, nem nos seus bens, nem na sua pessoa; as suas reivindicações devem ser isentas de violências e nunca revestirem a forma de seduções; deve fugir dos homens perversos que, nos seus discursos artificiosos, lhe sugerem esperanças exageradas e lhe fazem grandes promessas, as quais só conduzem a estéreis pesares e à ruína das fortunas. </li></ul>
  31. 33. Obrigações dos patrões: <ul><li>Quanto aos ricos e aos patrões, não devem tratar o operário como escravo, mas respeitar nele a dignidade do homem, realçada ainda pela do Cristão. Entre os deveres principais do patrão, é necessário colocar, em primeiro lugar, o de dar a cada um o salário que convém. Duma maneira geral, recordem-se o rico e o patrão de que explorar a pobreza e a miséria e especular com a indigência, são coisas igualmente reprovadas pelas leis divinas e humanas. </li></ul>
  32. 34. <ul><li>IGREJA PRECEITOS MAIS COMPLETOS </li></ul><ul><li>VIDA TERRESTRE </li></ul><ul><li>MEIO caminho obrigatório </li></ul><ul><li> VIDA IMORTAL </li></ul><ul><li>Não importa o que temos, mas o que fazemos com o que possuímos . </li></ul>
  33. 35. Logo: <ul><li>O homem no seu direito a propriedade privada, não deve ter seus bens exteriores por particulares, mas por comuns, de modo que desprendido deles ajude a quem passa por necessidades. Desde que não prive-se do que é necessário para o sustento de sua família. </li></ul><ul><li>Isso é Caridade Cristã, seu cumprimento vai além da justiça humana. </li></ul>
  34. 36. <ul><li>OPERÁRIO POBRE </li></ul><ul><li>TRABALHO DIGNIDADE </li></ul><ul><li>NÃO É VERGONHA </li></ul><ul><li>EXEMPLO: JESUS, O CARPINTEIRO </li></ul><ul><li>Deus tem um carinho especial pelos pobres. Jesus os chama de bem-aventurados, tem olhar especial pelos pequenos e oprimidos. </li></ul>
  35. 37. <ul><li>É no amor fraterno que a união entre as pessoas operará, pois saberemos que somos filhos do mesmo Pai, que temos um único fim, que só Ele concede a verdadeira felicidade e que Jesus redimiu a todos, sendo que nós todos somos herdeiros de Deus. Essa é a economia dos direitos e deveras da filosofia cristã. </li></ul>
  36. 38. <ul><li>IGREJA MISSÃO INDICAR O CAMINHO </li></ul><ul><li>REMEDIAR OS MALES </li></ul><ul><li>PENETRAR ALMAS </li></ul><ul><li>VONTADE PRECEITOS </li></ul><ul><li>DIVINOS </li></ul><ul><li>“ A sociedade humana deve ser curada, não o será senão pelo regresso à vida e às instituições do Cristianismo”. </li></ul>
  37. 39. <ul><li>A regeneração da sociedade passa pela volta as suas origens, ou seja, o retorno a Deus. Os costumes cristãos reduzem o desejo excessivo das riquezas e a sede dos prazeres, esses vícios que consomem o ser humano. </li></ul>
  38. 40. O PAPEL DO ESTADO
  39. 41. <ul><li> ESTADO </li></ul><ul><li>PROSPERIDADE </li></ul><ul><li>PÚBLICA PARTICULAR </li></ul><ul><li> NAÇÃO PRÓSPERA </li></ul>costumes puros, famílias fundadas na ordem e na moralidade, prática e respeito da justiça, imposição moderada e uma repartição eqüitativa dos encargos públicos e o progresso da indústria, comércio e agricultura.
  40. 42. <ul><li>ESTADO INTERESSE COMUM </li></ul><ul><li>CIDADÃOS: RICOS E POBRES </li></ul><ul><li>Deve servir e proteger o interesse comum da sociedade e o de cada cidadão. (p. pública e privada) </li></ul><ul><li>Deve salvaguardar o direito de Todos, garantindo assim os direitos da classe operária. </li></ul><ul><li>Deve administrar o convívio das desigualdades (naturais), garantindo a execução das leis que regulam as relações, o que gera um aperfeiçoamento do homem. Bem-MORAL </li></ul>
  41. 43. <ul><li>É necessário ressaltar que o trabalho é a fonte única de onde procede a riqueza das nações, assim ao trabalhador nada deve faltar e o Estado deve se preocupar com isso, o que favorece a todos. </li></ul>
  42. 44. <ul><li>ESTADO PROTEGER P. PARTICULAR </li></ul><ul><li>“ Intervenha portanto a autoridade do Estado, e, reprimindo os agitadores, preserve os bons operários do perigo da sedução e os legítimos patrões de serem despojados do que é seu.” </li></ul>
  43. 45. <ul><li>TRABALHADORES </li></ul><ul><li>SITUAÇÕES PRECÁRIAS </li></ul><ul><li>GREVES RISCO INTERESSES COMUNS </li></ul><ul><li>TRANQUILIDADE PÚBLICA </li></ul><ul><li>ESTADO LEIS REMOVAM A CAUSA </li></ul>
  44. 46. <ul><li>ESTADO </li></ul><ul><li>PROTEGER </li></ul><ul><li>OPERÁRIO </li></ul><ul><li>1º BEM DA ALMA </li></ul><ul><li>2º EXPLORAÇÃO DO CORPO </li></ul><ul><li>HOMEM MULHERES CRIANÇAS </li></ul>“O Estado deve impedir a exploração e a prática da usura em relação aos operários, o que embrutece o espírito e enfraquece o corpo.”
  45. 47. <ul><li>Tempo trabalho = força do operário permitir. </li></ul><ul><li>Não se deve exigir de mulheres e crianças o mesmo rendimento de um homem. </li></ul><ul><li>Crianças= primeiro devem ser educadas. </li></ul><ul><li>Mulheres= devem realizar os trabalhos que lhes sejam mais próprios. </li></ul><ul><li>Descanso = restituição da força gasta. </li></ul>
  46. 48. <ul><li>“ O direito ao descanso de cada dia assim como à cessação do trabalho no dia do Senhor, deve ser a condição expressa ou tácita de todo o contrato feito entre patrões e operários. Onde esta condição não entrar, o contrato não será justo, pois ninguém pode exigir ou prometer a violação dos deveres do homem para com Deus e para consigo mesmo.” </li></ul>
  47. 49. <ul><li>SALÁRIO: FIXO E ACEITO POR AMBOS. </li></ul><ul><li>PATRÃO: DEVE PAGAR TUDO O QUE FOI COMBINADO. </li></ul><ul><li>OPERÁRIO: DEVE TRABALHAR TODO O PERÍODO COMINADO. </li></ul><ul><li>ESTADO: DEVE ASSEGURAR QUE AS OBRIGAÇÕES SEJAM CUMPRIDAS DE ACORDO COM A JUSTIÇA. </li></ul><ul><li>ESSA FUNÇÃO PODE SER EXERCIDA PELOS SINDICATOS. </li></ul><ul><li>“ O salário não deve ser insuficiente para assegurar a subsistência do operário sóbrio e honrado”. </li></ul>
  48. 50. <ul><li>A ECONOMIA COMO MEIO DE </li></ul><ul><li>CONCILIAÇÃO DAS CLASSES </li></ul><ul><li>OPERÁRIO SALÁRIO SUFICIENTE </li></ul><ul><li>SUSTENTO ECONOMIA </li></ul><ul><li>PATRIMÔNIO </li></ul><ul><li>MELHORA SITUAÇÃO DE VIDA </li></ul><ul><li>DIMINUI AS DESIGUALDADES </li></ul><ul><li>PARA ISSO É IMPORTANTE QUE O ESTADO NÃO SOBRECARREGUE DE IMPOSTOS A PROPRIEDADE PARTICULAR. </li></ul>
  49. 51. AS ASSOCIAÇÕES
  50. 52. <ul><li>Finalidade= socorrer os operários. </li></ul><ul><li>Ampliam a voz e a força dos operários. </li></ul><ul><li>Podem ser mistas ou só de operários. </li></ul><ul><li>Sociedade particular = direito natural do homem. </li></ul><ul><li>Desde que não firam o bem comum independem do Estado. </li></ul>
  51. 53. <ul><li>Existe um grande número de associações. </li></ul><ul><li>Contudo, são normalmente comandadas por chefes ocultos e não tem fins cristãos, levando a miséria que se recusa a submeter-se a elas. </li></ul>
  52. 54. <ul><li>OPERÁRIOS CATÓLICOS </li></ul><ul><li>ASSOCIAÇÕES CATÓLICAS </li></ul><ul><li>COMBATER INJUSTIÇAS PARTILHAREM IDEIAS </li></ul><ul><li>ORDENAREM SUAS AÇÕES </li></ul><ul><li>PARA ISSO, É NECESSÁRIO QUE O ESTADO AS PROTEJA, MAS SEM INTERFERIR EM SEU GOVERNO INTERNO. </li></ul>
  53. 55. <ul><li>As associações católicas: </li></ul><ul><li>Regulamentos e estatutos devem conter uma sábia e prudente disciplina. (vária com o contexto) </li></ul><ul><li>As diversas funções devem ser distribuídas de modo que as desigualdades não prejudiquem a concórdia. </li></ul><ul><li>Deve conciliar os direitos dos patrões e dos operários. </li></ul><ul><li>Em caso de litígios homens prudentes e íntegros devem ser árbitros na solução da questão. </li></ul>
  54. 56. <ul><li>As associações católicas devem proporcionar o caminho mais curto para se atingir o maior aumento dos bens do corpo, espírito e fortuna; visando o aperfeiçoamento moral e religioso do homem. </li></ul>
  55. 57. <ul><li>Os operários sozinhos ou em outras associações de fins escusos são massacrados, as associações católicas são de maravilhosa utilidade para eles, pois a equidade está acima da ganância e o fundamento é a religião, encontrarão aqui defesa e proteção. </li></ul>
  56. 58. SOLUÇÃO DEFINITIVA: A CARIDADE
  57. 59. <ul><li>“ Façam os governantes uso da autoridade protetora das leis e das instituições; lembrem-se os ricos e os patrões dos seus deveres; tratem os operários, cuja sorte está em jogo, dos seus interesses pelas vias legítimas; e, visto que só a religião, como dissemos no princípio, é capaz de arrancar o mal pela raiz, </li></ul>
  58. 60. <ul><li>lembrem-se todos de que a primeira coisa a fazer é a restauração dos costumes cristãos, sem os quais os meios mais eficazes sugeridos pela prudência humana serão pouco aptos para produzir salutares resultados. Quanto à Igreja, a sua ação jamais faltará por qualquer modo, e será tanto mais fecunda, quanto mais livremente se possa desenvolver.” </li></ul>
  59. 61. <ul><li>DEVE-SE INCULCAR A TODAS AS CLASSES DA SOCIEDADE AS MÁXIMAS DO EVANGELHO. </li></ul>
  60. 62. <ul><li>“ Portanto, a salvação desejada deve ser principalmente o fruto duma grande efusão de caridade, queremos dizer, daquela caridade que compendia em si todo o Evangelho, e que, sempre pronta a sacrificar-se pelo próximo, é o antídoto mais seguro contra o orgulho e o egoísmo do século.” </li></ul>

×