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CIRURGIA CARDÍACA
PROF. ANDERSON MESQUITA
SETEMBRO - 2013
OBJETIVO
Identificar os fatores que comprometam o ato
operatório de cirurgia cardíaca.
Tratamento Clínico
Hemodinâmico
Cirúrgico
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
É um processo de obstrução da luz das artérias
coronárias por aterosclerose, que pode levar a uma
obstrução do vaso e interrupção total (necrose) ou
parcial (isquemia) do fluxo sanguíneo ao músculo do
ventrículo esquerdo.
DEFINIÇÃO

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1) Arritmias cardíacas são anormalidades no ritmo ou velocidade dos batimentos cardíacos, que podem ser rápidos, lentos ou irregulares. 2) As arritmias podem ser causadas por problemas nos sinais elétricos que controlam os batimentos ou quando outros locais do coração começam a gerar sinais. 3) Os sintomas variam de assintomáticos a graves como tontura e desmaio, dependendo da gravidade da arritmia e do estado cardíaco subjacente.

Tromboembolismo Pulmonar
Tromboembolismo PulmonarTromboembolismo Pulmonar
Tromboembolismo Pulmonar

[1] A tromboembolia pulmonar (TEP) é uma doença comum e potencialmente fatal, sendo responsável por até 10-15% de todos os óbitos hospitalares. [2] Os principais fatores de risco para TEP incluem imobilização prolongada, cirurgia recente, câncer ativo, trombofilias hereditárias e uso de anticoncepcionais hormonais. [3] O diagnóstico clínico de TEP é desafiador, requerendo métodos complementares como dosagem de D-dímer

tep
Choque
Choque Choque
Choque

[1] O documento descreve os vários tipos de choque e falência multissistêmica, incluindo suas definições, fisiopatologias, diagnósticos e tratamentos. [2] Os principais tipos de choque discutidos são o hipovolêmico, cardiogênico e distributivo (séptico e anafilático). [3] A assistência de enfermagem aos pacientes em choque envolve monitoramento rigoroso, administração segura de tratamentos e identificação precoce de complicações.

Angina estável= Dor precordial aos esforços ;
Angina instável= Dor intermitente mesmo em
repouso ;
Iam sem supra st= Dor persistente, mesmo em
repouso, sem supra st ao ecg ;
Iam com supra de st= dor persistente, em repouso,
com supra de st>2 mm ao ecg.
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
MARCADORES BIOQUIMICOS
CK-MB :
Eleva -se em 3 - 6 h após início sintomas e
normaliza em 48 - 72 h ;
TROPONINA :
Muito específico e sensível para necrose miocárdica
eleva-se em 4-6hs e permanece elevada até 15 dias.
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
Fluxo Sanguíneo
Coronário
Frequência
Cardíaca
Contratilidade
Tensão Sistólica
Parietal
Capacidade de
Transporte de O2
Oferta Consumo
ISQUEMIA MIOCÁRDICA
Déficit
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O documento discute a abordagem inicial de vítimas de trauma, destacando a importância da "hora de ouro" após o acidente. Ele fornece diretrizes sobre como estabilizar a vítima o mais rápido possível para maximizar suas chances de sobrevivência, incluindo verificar a via aérea, ventilação e circulação e iniciar transporte para tratamento médico dentro de uma hora.

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apostila de aph
É possível operar sem os exames pré-
operatórios?
Quando?
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
INDICAÇÕES DE EXAMES GERAIS
 Hemoglobina/Hematócrito;
 Tipagem sanguínea;
 Reserva de sangue;
 Glicemia.
1. Ecodopplercardiograma;
2. Cintilografia miocardica;
3. Angiotomografia das artérias coronárias.
INDICAÇÕES DE EXAMES GERAIS:
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
RISCO CIRÚRGICO
Sociedade Americana de Anestesia (ASA)
Classe I -Paciente hígido.
Classe II -Doença sistêmica associada de leve intensidade. Não há
comprometimento de sua vida normal.
Classe III -Doença sistêmica grave que limita atividade, mas não
incapacitante.
Classe IV -Doença sistêmica incapacitante que representa ameaça
constante à vida.
Classe V -Moribundo, que não tem expectativa de vida de 24h com ou
sem uma operação.
Classe VI -Paciente com morte cerebral, os orgãos estão sendo
removidos para doação.
Adicionar entre () a letra E em caso de cirurgia de emergência.

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ChoqueChoque
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1) O documento discute a definição, classificação e fisiopatologia dos estados de choque, dividindo-os em hipovolêmico, cardiogênico, obstrutivo e distributivo. 2) São descritos os quadros clínicos de cada tipo de choque e seus principais fatores causais. 3) A fisiopatologia de cada estado de cho

SISTEMA CORONARIANO
• Divide-se em 2 sistemas:
Coronariano Direito e
Coronariano Esquerdo
• Dominância:
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origem à Artéria Interventricular
Posterior
Dominância Direita – 75%
Dominância Esquerda – 10%
Co-dominância – 15%
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SISTEMA CORONARIANO
CORONÁRIA DIREITA
Tem origem no seio de Valsalva
Direito, percorrendo o sulco
coronariano direito.
Em metade da população,
próximo à origem, fornece um
ramo denominado
SISTEMA CORONARIANO
CORONÁRIA DIREITA
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O infarto agudo do miocárdio é causado pela morte de cardiomiócitos devido à isquemia prolongada, geralmente resultante do bloqueio de uma artéria coronária. Os principais fatores de risco são a obesidade, sedentarismo, hipertensão e diabetes. O diagnóstico é feito com base em dor no peito, alterações no eletrocardiograma e níveis aumentados de enzimas cardíacas. O tratamento envolve oxigênio, aspirina, betabloqueadores, nitratos, fibrinolí

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SISTEMA CORONARIANO
Coronária Esquerda
Tem origem no seio de Valsalva
Esquerdo, passando entre o Tronco
Pulmonar e o Apêndice Atrial
Esquerdo.
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à parte posterior do coração.
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O infarto agudo do miocárdio ocorre quando há redução do fluxo sanguíneo para o coração, levando à morte do tecido cardíaco, geralmente causado pelo rompimento de uma placa aterosclerótica e formação de um coágulo. Os sintomas incluem dor no peito irradiada para os braços e costas, e o diagnóstico envolve ECG e exames de sangue. O tratamento tem como objetivo reduzir o tamanho do infarto através de medicamentos e procedimentos como angioplastia

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O documento descreve o infarto agudo do miocárdio, definindo-o como a necrose das células cardíacas devido à falta de oxigênio. Explica que é causado pela redução do fluxo sanguíneo nas artérias coronárias, levando à isquemia e necrose. Detalha os exames de diagnóstico, sinais e sintomas, tratamentos, prevenções e a importância da assistência de enfermagem no IAM.

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CIRURGIA CARDÍACA
É um tipo de tratamento que pode ser feito para
reparar danos no próprio coração, nas artérias
ligadas à ele, ou para sua substituição deste órgão.
Classificação da cirurgia cardíaca:
Revascularização do Miocárdio (Pontes de Safena e Mamária);
Correção de Doenças Valvares como plastia ou troca de
válvulas;
Correção de Doenças da Artéria Aorta;
Correção de Cardiopatias Congênitas;
Transplante Cardíaco.
CIRURGIA CARDÍACA
EXISTEM TRÊS TIPOS DE CIRURGIA CARDÍACA:
Reconstrutoras (revascularização do miocárdio, plastia de
valva aórtica, mitral ou tricúspide) ;
Corretiva (fechamento de canal arterial, de defeito de septo
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Existem vários tipos de enxerto que o cirurgião pode optar.
O enxerto pode ser de veia ou de uma artéria.
Safena magna;
Dos enxertos arteriais, dispomos das seguintes artérias:
CIRURGIA CARDÍACA
CORAÇÃO RECEBEU TRÊS ENXERTOS
Artéria torácica interna ou artéria mamária interna:
Esta artéria irriga a parede do tórax e é uma ótima opção
para a cirurgia, pois além de ter uma durabilidade maior que
a safena, por estar perto do coração, não precisa ser
retirada por completo, apenas a sua parte final, que será
implantada na artéria coronária .
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Artéria radial:
Artéria ulnar que, na ausência da artéria radial, fica
responsável por toda a irrigação da mão.
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Doença cardiovascular é um termo genérico que designa todas as alterações patológicas que afetam o coração e/ou os vasos sanguíneos. No termo inclui-se a doença cardíaca coronária (doença que afeta os vasos sanguíneos que irrigam o coração), a hipertensão e a arteriosclerose.

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enfermagemdotrabalhocardiovascular
Artéria gastroepiplóica:
Artéria responsável por irrigar parte do estômago e que, por
estar abaixo do coração, pode ser utilizada como enxerto.
Seu uso é pouco frequente.
CIRURGIA CARDÍACA
A Circulação Extracorpórea (CEC), em um sentido mais
amplo, compreende o conjunto de máquinas, aparelhos,
circuitos e técnicas mediante as quais se substituem
temporariamente as funções do coração e dos pulmões,
enquanto esses órgãos ficam excluídos da circulação.
CIRURGIA CARDÍACA
Bolhas Membrana
oxigenadores
O oxigênio é dispersado no interior de uma coluna do
sangue, em microjatos, que produzem bolhas. As trocas
gasosas se processam na superfície das bolhas
Oxigenadores de Bolha
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Bombas propulsoras
Bombas de
Roletes
VARIÁVEIS FISIOLÓGICAS CONTROLÁVEIS
PaO2- 100 a 200 mmHg
SvO2 - > 60%
PvO2 - e 30 - 40mmHg
Composição do perfusato/Hemodiluição:
Cristalóides : Sol. Ringer, Sol. Salina 0,9%.
Colóides : plasma , gelatinas, hexa e penta-amidos.
Aditivos:
Sangue
Glicose, Albumina
Drogas - Furosemida, manitol, corticoesteróides
Tipo de fluxo arterial - contínuo ou pulsátil;
Pressão venosa central < 10 cm H2O ~ a 0 mmHg;
Pressão venosa pulmonar - ideal próximo a 0 mmHg.
PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
Destaque
Melhor preservação do miocárdio
Técnica Cirúrgica
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Anestesia
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Condição Rotineira
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Busca de condições
operatórias ideais
Parada Cardíaca
Transitória
PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
Vantagens
Cirúrgicas
Efeitos deletérios
da
isquemia miocárdica
PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
PRINCÍPIOS DOS MÉTODOS DE PROTEÇÃO
MIOCÁRDICA
Impedir desbalanço entre oferta, demanda e
consumo ;
Déficit energético - lesão por isquemia ;
Impedir lesão por reperfusão.
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HIPOTERMIA
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velocidade enzimática.
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reaquecimento do paciente se obtém circulando água morna
no permutador de calor.
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Diminui a necessidade de transfusões ;
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VANTAGENS
Causa disfunção plaquetária;
Aumenta a viscosidade sangüínea;
A hemodiluição necessária pode interferir com os
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consumo de O2 do miocárdio.
9 ml de O2/100g/min => 1 ml de O2/100g/min
Indução da assistolia => economia de energia =>
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CARDIOPLEGIA INDUZIDA
• Fluxo coronário em situação fisiológica:
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• Infusão de cardioplegia:
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Hipotermia associada a Fibrilação Ventricular ;
Hipotermia associada a Isquemia Miocárdica
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Cardioplegia Cristalóide Fria;
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PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
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INTERMITENTE
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Diminuição da temperatura sistêmica (28 a 32 graus)
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Pinçamento da aorta ascendente por períodos de 10 a
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Reperfusão por 3 a 5 min.
PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
CARDIOPLEGIA CRISTALÓIDE FRIA
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Infusão de solução cristalóide filtrada, com componente que
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pinçamento da aorta ascendente.
Repetição da dose a cada 20 a 25 min.
PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
A cardioplegia normotérmica é melhor até 90 minutos
de pinçamento aórtico.
Melhor função sistólica e menor liberação de CKMB;
Menor elevação de CKMB.
PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
HIPOTERMIA
Definição : temperatura corporal < 35ºC
Hipotermia leve - 35º a 32 ºC
Hipotermia moderada - 31ºC a 26ºC
Hipotermia profunda - < 20ºC
Hipotermia severa - 25º a 20ºC

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Hemorragia;
Baixo debito;
Tamponamento;
Arritmias;
Insuficiência respiratória.
COMPLICACOES PÓS CIRURGIA CARDIACA
Em cirurgia cardiaca, a fisiopatologia do tamponamento
cardiaco é modificada por fatores especificos como a
pericardiostomia e a presenca de drenos no mediastino.
TAMPONAMENTO CARDIACO
Respirador a volume, controlado(sedados ou
paralisados)
– FIO2 de 90% a 100%
– VC: 12 a 15 ml/Kg
– FR: 8 e 12 ciclos/min
– PEEP: 2 a 5 cm H2O
– I:E de 1:2
Ausculta dos ápices pulmonares(deslocamento,
pneumotórax, seletivo).
VENTILAÇÃO MECÂNICA
• Pressão arterial
• Pulso
• Respiração
• Temperatura
• Pvc
• Pia
Sinais vitais
Zeramento do nível (marcar e horário) ;
Desclampeamento ;
Aspiração contínua (10 a 20 cm de H2O) ;
Borbulhamento (pneumotórax, fístula broncopleural,
má conexação) ;
Débito urinário .
DRENOS E SONDAS
BALANÇO DE LÍQUIDOS E SANGUE
GANHOSPERDAS
Irrigação (contínua ou intermitente, heparinizada)
CUIDADO com catéter de átrio esquerdo (embolia
aérea ou tromboembolismo).
Linhas de pressão (arterial e átrio esquerdo)
Aula cirurgia cardiaca 2013
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TRATAMENTO CIRÚRGICO
Aula cirurgia cardiaca 2013
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RESUMO
1. Cite as 3 fase da doença coronariana
2. Quais são os três tipos de cirurgia cardíaca
3. Quais os tipos de enxertos pode ser realizado
para as alterações cardíacas
4. Cite 4 complicações da Cirurgia cardíaca
5. Qual a importância da hipotermia na cirurgia
cardíaca

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Aula cirurgia cardiaca 2013

  • 1. CIRURGIA CARDÍACA PROF. ANDERSON MESQUITA SETEMBRO - 2013
  • 2. OBJETIVO Identificar os fatores que comprometam o ato operatório de cirurgia cardíaca.
  • 4. DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA É um processo de obstrução da luz das artérias coronárias por aterosclerose, que pode levar a uma obstrução do vaso e interrupção total (necrose) ou parcial (isquemia) do fluxo sanguíneo ao músculo do ventrículo esquerdo. DEFINIÇÃO
  • 5. Angina estável= Dor precordial aos esforços ; Angina instável= Dor intermitente mesmo em repouso ; Iam sem supra st= Dor persistente, mesmo em repouso, sem supra st ao ecg ; Iam com supra de st= dor persistente, em repouso, com supra de st>2 mm ao ecg. DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
  • 7. MARCADORES BIOQUIMICOS CK-MB : Eleva -se em 3 - 6 h após início sintomas e normaliza em 48 - 72 h ; TROPONINA : Muito específico e sensível para necrose miocárdica eleva-se em 4-6hs e permanece elevada até 15 dias. DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
  • 8. Fluxo Sanguíneo Coronário Frequência Cardíaca Contratilidade Tensão Sistólica Parietal Capacidade de Transporte de O2 Oferta Consumo ISQUEMIA MIOCÁRDICA Déficit Energético DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
  • 9. É possível operar sem os exames pré- operatórios? Quando? DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
  • 10. INDICAÇÕES DE EXAMES GERAIS  Hemoglobina/Hematócrito;  Tipagem sanguínea;  Reserva de sangue;  Glicemia.
  • 11. 1. Ecodopplercardiograma; 2. Cintilografia miocardica; 3. Angiotomografia das artérias coronárias. INDICAÇÕES DE EXAMES GERAIS: DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
  • 12. RISCO CIRÚRGICO Sociedade Americana de Anestesia (ASA) Classe I -Paciente hígido. Classe II -Doença sistêmica associada de leve intensidade. Não há comprometimento de sua vida normal. Classe III -Doença sistêmica grave que limita atividade, mas não incapacitante. Classe IV -Doença sistêmica incapacitante que representa ameaça constante à vida. Classe V -Moribundo, que não tem expectativa de vida de 24h com ou sem uma operação. Classe VI -Paciente com morte cerebral, os orgãos estão sendo removidos para doação. Adicionar entre () a letra E em caso de cirurgia de emergência.
  • 13. SISTEMA CORONARIANO • Divide-se em 2 sistemas: Coronariano Direito e Coronariano Esquerdo • Dominância: Sistema do coração que dá origem à Artéria Interventricular Posterior Dominância Direita – 75% Dominância Esquerda – 10% Co-dominância – 15%
  • 15. SISTEMA CORONARIANO CORONÁRIA DIREITA Tem origem no seio de Valsalva Direito, percorrendo o sulco coronariano direito. Em metade da população, próximo à origem, fornece um ramo denominado
  • 16. SISTEMA CORONARIANO CORONÁRIA DIREITA No sulco tem origem a Artéria Marginal Direita.
  • 19. SISTEMA CORONARIANO Coronária Esquerda Tem origem no seio de Valsalva Esquerdo, passando entre o Tronco Pulmonar e o Apêndice Atrial Esquerdo. Artéria Circunflexa – se dirige à parte posterior do coração.
  • 22. CIRURGIA CARDÍACA É um tipo de tratamento que pode ser feito para reparar danos no próprio coração, nas artérias ligadas à ele, ou para sua substituição deste órgão.
  • 23. Classificação da cirurgia cardíaca: Revascularização do Miocárdio (Pontes de Safena e Mamária); Correção de Doenças Valvares como plastia ou troca de válvulas; Correção de Doenças da Artéria Aorta; Correção de Cardiopatias Congênitas; Transplante Cardíaco. CIRURGIA CARDÍACA
  • 24. EXISTEM TRÊS TIPOS DE CIRURGIA CARDÍACA: Reconstrutoras (revascularização do miocárdio, plastia de valva aórtica, mitral ou tricúspide) ; Corretiva (fechamento de canal arterial, de defeito de septo atrial e ventricular) ; Substitutivas (trocas valvares e transplantes). CIRURGIA CARDÍACA
  • 25. Existem vários tipos de enxerto que o cirurgião pode optar. O enxerto pode ser de veia ou de uma artéria. Safena magna; Dos enxertos arteriais, dispomos das seguintes artérias: CIRURGIA CARDÍACA
  • 27. Artéria torácica interna ou artéria mamária interna: Esta artéria irriga a parede do tórax e é uma ótima opção para a cirurgia, pois além de ter uma durabilidade maior que a safena, por estar perto do coração, não precisa ser retirada por completo, apenas a sua parte final, que será implantada na artéria coronária . CIRURGIA CARDÍACA
  • 28. Artéria radial: Artéria ulnar que, na ausência da artéria radial, fica responsável por toda a irrigação da mão. CIRURGIA CARDÍACA
  • 29. Artéria gastroepiplóica: Artéria responsável por irrigar parte do estômago e que, por estar abaixo do coração, pode ser utilizada como enxerto. Seu uso é pouco frequente. CIRURGIA CARDÍACA
  • 30. A Circulação Extracorpórea (CEC), em um sentido mais amplo, compreende o conjunto de máquinas, aparelhos, circuitos e técnicas mediante as quais se substituem temporariamente as funções do coração e dos pulmões, enquanto esses órgãos ficam excluídos da circulação. CIRURGIA CARDÍACA
  • 32. oxigenadores O oxigênio é dispersado no interior de uma coluna do sangue, em microjatos, que produzem bolhas. As trocas gasosas se processam na superfície das bolhas Oxigenadores de Bolha pCO2 pO2 pCO2 pO2
  • 34. VARIÁVEIS FISIOLÓGICAS CONTROLÁVEIS PaO2- 100 a 200 mmHg SvO2 - > 60% PvO2 - e 30 - 40mmHg Composição do perfusato/Hemodiluição: Cristalóides : Sol. Ringer, Sol. Salina 0,9%. Colóides : plasma , gelatinas, hexa e penta-amidos. Aditivos: Sangue Glicose, Albumina Drogas - Furosemida, manitol, corticoesteróides
  • 35. Tipo de fluxo arterial - contínuo ou pulsátil; Pressão venosa central < 10 cm H2O ~ a 0 mmHg; Pressão venosa pulmonar - ideal próximo a 0 mmHg.
  • 36. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA Destaque Melhor preservação do miocárdio Técnica Cirúrgica Perfusão Anestesia Cirurgia Cardíaca Condição Rotineira Avanços
  • 37. Busca de condições operatórias ideais Parada Cardíaca Transitória PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 39. PRINCÍPIOS DOS MÉTODOS DE PROTEÇÃO MIOCÁRDICA Impedir desbalanço entre oferta, demanda e consumo ; Déficit energético - lesão por isquemia ; Impedir lesão por reperfusão. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 40. HIPOTERMIA Reações celulares x temperatura => diminuição da velocidade enzimática. Hipotermia x consumo de oxigênio Resposta heterogênea das reações celulares a hipotermia: Reações em que há consumo de energia podem se alterar em velocidades diferentes daquelas em que há produção de energia. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 41. PERMUTADOR DE CALOR E HIPOTERMIA A hipotermia é induzida pela circulação de água gelada no permutador térmico do oxigenador até o paciente alcançar a temperatura desejada. A reversão da hipotermia, ou seja, o reaquecimento do paciente se obtém circulando água morna no permutador de calor.
  • 42. Protege os órgãos da isquemia ; Permite redução no fluxo sangüíneo sistêmico ; Permite redução do hematócrito ; Diminui a necessidade de transfusões ; Diminui o trauma aos elementos figurados do sangue. VANTAGENS
  • 43. Causa disfunção plaquetária; Aumenta a viscosidade sangüínea; A hemodiluição necessária pode interferir com os fatores da coagulação; Efeitos metabólicos adversos (Diminui atividade da ATPase da membrana celular, p.e). DESVANTAGENS
  • 45. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA CARDIOPLEGIA: Indução da assistolia => diminuição de 90% do consumo de O2 do miocárdio. 9 ml de O2/100g/min => 1 ml de O2/100g/min Indução da assistolia => economia de energia => manutenção da viabilidade do miócito por tempo prolongado. Estado de diástole sustentado.
  • 46. CARDIOPLEGIA INDUZIDA • Fluxo coronário em situação fisiológica: – Coração batendo - fluxo pulsátil. • Infusão de cardioplegia: – Fluxo não pulsátil. – Perfusão heterogênea dos leitos vasculares. – Canulação do seio coronário (via retrógrada). – Infusão anterógrada e retrógrada: leitos capilares distintos. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 47. Hipotermia associada a Fibrilação Ventricular ; Hipotermia associada a Isquemia Miocárdica Intermitente ; Cardioplegia Cristalóide Fria; Cardioplegia Sanguínea Normotérmica Contínua. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 48. HIPOTERMIA ASSOCIADA A FIBRILAÇÃO VENTRICULAR Técnica: Hipotermia: diminuição da temperatura sistêmica a 28 º C - troca de calor da CEC. Fibrilação ventricular: espontânea ou induzida por estímulo elétrico. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 49. HIPOTERMIA ASSOCIADA A ISQUEMIA MIOCÁRDICA INTERMITENTE Técnica: Diminuição da temperatura sistêmica (28 a 32 graus) com o trocador de calor da CEC. Pinçamento da aorta ascendente por períodos de 10 a 15 min. Reperfusão por 3 a 5 min. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 50. CARDIOPLEGIA CRISTALÓIDE FRIA Técnica: Infusão de solução cristalóide filtrada, com componente que induz a assistolia com temperatura de 4 º C com pressão de 80 a 100 mmHg anterógrada e 25 a 50 mmhg retrógrada, após o pinçamento da aorta ascendente. Repetição da dose a cada 20 a 25 min. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 51. A cardioplegia normotérmica é melhor até 90 minutos de pinçamento aórtico. Melhor função sistólica e menor liberação de CKMB; Menor elevação de CKMB. PROTEÇÃO MIOCÁRDICA
  • 52. HIPOTERMIA Definição : temperatura corporal < 35ºC Hipotermia leve - 35º a 32 ºC Hipotermia moderada - 31ºC a 26ºC Hipotermia profunda - < 20ºC Hipotermia severa - 25º a 20ºC
  • 54. Em cirurgia cardiaca, a fisiopatologia do tamponamento cardiaco é modificada por fatores especificos como a pericardiostomia e a presenca de drenos no mediastino. TAMPONAMENTO CARDIACO
  • 55. Respirador a volume, controlado(sedados ou paralisados) – FIO2 de 90% a 100% – VC: 12 a 15 ml/Kg – FR: 8 e 12 ciclos/min – PEEP: 2 a 5 cm H2O – I:E de 1:2 Ausculta dos ápices pulmonares(deslocamento, pneumotórax, seletivo). VENTILAÇÃO MECÂNICA
  • 56. • Pressão arterial • Pulso • Respiração • Temperatura • Pvc • Pia Sinais vitais
  • 57. Zeramento do nível (marcar e horário) ; Desclampeamento ; Aspiração contínua (10 a 20 cm de H2O) ; Borbulhamento (pneumotórax, fístula broncopleural, má conexação) ; Débito urinário . DRENOS E SONDAS
  • 58. BALANÇO DE LÍQUIDOS E SANGUE GANHOSPERDAS
  • 59. Irrigação (contínua ou intermitente, heparinizada) CUIDADO com catéter de átrio esquerdo (embolia aérea ou tromboembolismo). Linhas de pressão (arterial e átrio esquerdo)
  • 72. RESUMO 1. Cite as 3 fase da doença coronariana 2. Quais são os três tipos de cirurgia cardíaca 3. Quais os tipos de enxertos pode ser realizado para as alterações cardíacas 4. Cite 4 complicações da Cirurgia cardíaca 5. Qual a importância da hipotermia na cirurgia cardíaca