SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 78
Baixar para ler offline
!"#"$%&'()*+(,)-)"./(0-)*+")()"%/$".()&$1) 
-2+/($)'-)(%3&"'#")'()*+(,)",()2-%/"#"4) 
5)*+")()"%/$".()6(7)")/($()*+89) 
:-';"2&%"'#-)*+")()"%/$".()/-..+&)")*+") 
+<,&7($()/($()(<'=&$)-)-3>"<?-)".#$(#@=&2-4) 
AB-)@)#"$)2-%/+#(C-$4))
D-.#$()2-%-)()-$=('&7(0B-)(,-2()."+.) 
$"2+$.-.E)&'C"/"'C"'#")C")#(%(';-4)) 
F.#$+#+$()?(&)%+&#-)(,@%)C-)-$=('-=$(%(4)) 
:$&(%)+%)2-'#"G#-E)+%)(%3&"'#")'-)*+(,) 
(.)2-&.(.)(2-'#"2"%4))
!"#$%&'()'"*"+$#",-./#"0-1'.-2#"3-$"&$0#3)-" 
(-"2+3'22-"-+"(-"&(2+3'22-"1#2"-.4#(&5#/6'27" 
8#.#"3-$0.''(1'."-"#$%&'()'"'"2'+2" 
','&)-2"2-%.'"#2"-.4#(&5#/6'29"-2"4'2)-.'2" 
1':'$",#5'."+2-"1#"#(;<&2'"#$%&'()#<7"
="#(;<&2'"#$%&'()#<"%#2'&#>2'"(-2"3-(3'&)-2"1#" 
)'-.&#"1-2"2&2)'$#2"'"1'"3-(?(4@(3&#"'",#5"0#.)'" 
1#".'A'BC-"'2).#)*4&3#"1'"D+#<D+'."-.4#(&5#/C-7" 
E=$%&'()'"-.4#(&5#3&-(#<F"*"-"3-(G+()-"1'" 
,-./#29")'(1@(3&#2"'"&(2?)+&/6'29")#()-"'B)'.(#2" 
3-$-"&()'.(#2"H"-.4#(&5#/C-9"D+'")@$" 
0-)'(3&#<"0#.#"&(A+'(3&#."-"2'+"1'2'$0'(I-7"
TECNOLÓGICO 
INVESTIDORES FINANCIADORES 
POLÍTICO 
SOCIAL 
FORNECEDORES 
ECONÔMICO 
ECOLÓGICO 
DEMOGRÁFICO 
LEGAL 
REGULAMENTADORES 
COMPETIDORES 
CLIENTES 
MACRO 
AMBIENTE 
MICRO 
AMBIENTE 
SOCIEDADE
M-()'B)-"(-"D+#<"#2"-.4#(&5#/6'2"'B&2)'$"'" 
-0'.#$9"2'(1-"3-(2?)+N1-"0'<-2"'<'$'()-2"D+'" 
2'"'(3-().#$",-.#"1-2"<&$&)'2"1#"-.4#(&5#/C-7" 
!"#$%&'()'"'B)'.(-"0-1'"2'."1&:&1&1-"'$"1-&2" 
2+%2).#)-2J"-"3-()'B)+#<"K$#3.-"#$%&'()'L"'"-" 
-0'.#3&-(#<"K$&3.-"-0'.#3&-(#<L7"
:-'>+'#-)(%/,-)C")6(#-$".)")#"'C8'2&(.)"G#"$'(.)H) 
-$=('&7(0B-)*+")/-C"%)(6"#($)-)."+)C"."%/"';-4) 
I(#-$".)C"%-=$1J2-.) 
K"6"$"%L.")H)2-%/-.&0B-)C")C(C()/-/+,(0B-4) 
I(#-$".).-2&-2+,#+$(&.) 
K"6"$"%L.")(-.)?(,-$".E)'-$%(.)".<,-.)C")?&C(E);13&#-.) 
")2-.#+%".)C")+%().-2&"C(C"4) 
I(#-$".)"2-'M%&2-.) 
K"6"$"%L.")(-.)&'C&2(C-$".)"2-'M%&2-.)&%/-$#('#".) 
*+")2-'C&2&-'(%)-)C"."%/"';-)C(.)"%/$".(.4)
I(#-$".)/-,N<2-L,"=(&.) 
K"6"$"%L.")H)#-C-)2-'>+'#-)C")$"=+,(%"'#(0O".)=-?"$'(%"'#(&.) 
*+"))2-'#$-,(E)$".#$&'=")-+)&'2"'<?()2-%/-$#(%"'#-.) 
"%/$".($&(&.4) 
I(#-$".)#"2'-,P=&2-.) 
K"6"$"%L.")(-)'N?",)C")C"."'?-,?&%"'#-)#"2'-,P=&2-)C() 
.-2&"C(C")-+)C")+%)."#-$4)
M-$0-2)-"0'<-2"'<'$'()-2"&()'.(-2" 
1#"-.4#(&5#/C-9"3-$-").#%#<I#1-.'29" 
#1$&(&2).#1-.'29"3+<)+.#" 
-.4#(&5#3&-(#<9")'3(-<-4&#9"'2).+)+.#" 
-.4#(&5#3&-(#<"'"&(2)#<#/6'2"O2&3#27"
Q%()('1,&."444) 
R%3&"'#")C-.)I-$'"2"C-$".) 
:-%/$()2-$/-$(<?(E)%",;-$)'"=-2&(0B-) 
R%3&"'#")C-.):,&"'#".) 
R,?-)/$&'2&/(,)(.)2$&('0(.)")RC-,".2"'#".) 
FG"2+<?-.)S(,%-0-)$1/&C-T) 
:$".2&%"'#-)"'#$")(.)2,(..".)U)"):) 
R%3&"'#"):-'2-$$8'2&() 
:$".2"'C-)'-)U$(.&,)SV(3&3.E)W+3X(YE)U-3Z.E)U+$="$)[&'=T) 
])D"$2(C-)S"%)^__)()/-.&0B-)/($()()W+3X(Y)`),->(.T) 
R%3&"'#")$"=+,(C-$) 
I&.2(,&7(0B-).('&#1$&(E)#$&3+#1$&()")#$(3(,;&.#()
Q%()('1,&."444) 
R%3&"'#")F2-'M%&2-) 
A-)U$(.&,)U&=)D(2)@),+G-) 
R%3&"'#")a"2'-,P=&2-) 
!-%N'&-)/b3,&2-E)6(2&,%"'#")2-/&(C-4) 
R%3&"'#")W-2&-2+,#+$(,) 
R%"(0()C()#"'C8'2&()C")c.(+C1?"&.d) 
R%3&"'#")e-,N<2-Lf"=(,) 
D+&#()#$&3+#(0B-E).-'"=(0B-E)(6"#(C-)/",(.)C"2&.O".)C&1$&(.4)) 
R%3&"'#")F2-,P=&2-) 
F%3(,(="'.)C"?"%).-6$"$)$".#$&0O".)S%+&#-),&G-T) 
R%3&"'#")!"%-=$1J2-) 
F'?",;"2&%"'#-)C()/-/+,(0B-)C"?")3(&G($)$"2"&#() 
53".&C(C"E)/$-3,"%(.)C")W(bC")
P#.3#"#"2&(4+<#.&1#1'"-.4#(&5#3&-(#<9"+$#":'5" 
D+'"2'".','.'"#-2"0-()-2",-.)'2"'",.#3-2" 
0#.?3+<#.'2"1'"+$#"-.4#(&5#/C-7" 
Q-22-",-3-"1'"#(;<&2'"1-"#$%&'()'"&()'.(-" 
3-$0.''(1'.;"#"E3+<)+.#"-.4#(&5#3&-(#<F"D+'" 
.'0.'2'()#"$+&)-"1#"E0'.2-(#<&1#1'F"1'"+$#" 
-.4#(&5#/C-7"
M-(G+()-"1'"3.'(/#29"0.'$&22#29" 
2+0-2&/6'2"'")'(1@(3&#2":&4'()'2" 
(#"$'()'"1#"3-.0-.#/C-"'"1'"2'+2" 
,+(3&-(;.&-29"-+"2'G#9"#"4'(*?3#" 
-.4#(&5#3&-(#<7"
Tomada 
de Decisão
O que é decisão? 
Escolha entre alternativas ou 
possibilidades com o objetivo 
de resolver um problema ou 
aproveitar uma oportunidade.
Conceito de tomada de decisão 
A partir dos trabalhos de 
Chester Irving Barnard, 
a tomada de decisão 
passou a ser encarada 
como a essência do 
trabalho de um gestor. 
1937
Incutir 
senso 
de propósito 
moral 
Funções do Executivo 
Trabalhar 
com a 
organização 
informal 
Facilitar a 
comunicação 
Tomar 
decisões 
Entender a 
aceitação da 
autoridade 
Chester I. Barnad 
_ggh)`)_ih_)
Ambiente da tomada de decisão 
Situação na qual toda informação 
necessária para a tomada de 
decisão se encontra disponível. 
Situação na qual não é possível prever 
com certeza os resultados associados a 
cada alternativa, mas há informação 
suficiente para estimar suas 
probabilidades de ocorrência. 
Situação na qual a informação sobre as 
alternativas e suas consequências é 
incompleta e imprecisa.
Contexto e tomada de decisão
ConCteoxntteox eto t eo mtoamdaad dae d de edceicsiãsoã o 
Contexto e tomada de decisão 
• Certeza Risco Incerteza 
• Certeza Risco Incerteza 
!"#$%&'()#(*+&,-$+./( 
0#11+$#23+.4( 
56789(:!589(;#&%<=9( 
+2>&=.#()#(!"#$%&'()%*!+ 
( 
Ambiente de tomada de decisão 
Diferentes técnicas ajudam a 
considerar a incerteza. 
Por exemplo: planejamento 
por cenários. 
!"#$%&'()#(*+&,-$+./( 
0#11+$#23+.4( 
56789(:!589(;#&%<=9( 
+2>&=.#()#(!"#$%&'()%*!+ 
( 
Ambiente de tomada de decisão 
Diferentes técnicas ajudam a 
considerar a incerteza. 
Por exemplo: planejamento 
por cenários.
Contexto e tomada de decisão 
Contexto e tomada de decisão 
Nível organizacional 
• Operacional Estratégico 
• Erros não tão caros; 
• Resposta do resultado 
em pouco tempo; 
• Fonte de conhecimento 
são as pessoas 
envolvidas 
• Erros incorrem em alto 
custo; 
• Envolve muitos recursos; 
• Quando os resultados surgem 
já é muito tarde para 
mudar; 
• As fontes de conhecimento 
• R..-2"(C-")C-"3#.-2S" 
T"""U'20-2)#"1-".'2+<)#1-"" 
"'$"0-+3-")'$0-S" 
T"""V-()'"1'"3-(I'3&$'()-" 
"2C-"#2"0'22-#2" 
"'(:-<:&1#27" 
• R..-2"&(3-..'$"'$"#<)-"3+2)-S" 
• R(:-<:'"$+&)-2".'3+.2-2S" 
• W+#(1-"-2".'2+<)#1-2"2+.4'$"G;" 
*"$+&)-")#.1'"0#.#"$+1#.S" 
• =2",-()'2"1'"3-(I'3&$'()-"2C-" 
'20'3&#<&5#1#27"
Decisões programadas 
Em cumprimento a práticas internacionais 
de operação de complexos industriais, a 
Petrobras, de forma regular e periódica, 
promove paradas planejadas nas suas 
plataformas com vistas à manutenção das 
instalações. Trata-se de procedimento 
estruturado e previamente definido.
Decisões não programadas 
Empresa sediada na cidade de Araraquara S.P. 
conhecida pela fabricação de meias, tomou uma 
decisão não programada de fabricar produtos que não 
faziam parte da sua história, numa tentativa de reverter 
o processo de envelhecimento que a marca enfrentava. 
Ela fabricava 3 mil tipos de meias, ampliou a produção 
para mais de 10 mil itens, investindo na criação de 
novas linhas de produtos. Essa decisão estratégica 
elevou o faturamento da empresa, em 97%.
Comparação entre as decisões
Processos de tomada de decisão 
Decisão 
Concepção 
Prospecção 
Problema 
Julgamento e avaliação 
de alternativas 
Criação de alternativas 
Análise de um problema ou situação 
que exige solução 
Herbert A. Simon 
1916 - 2001
Etapas do processo decisório
Etapas do processo decisório 
Os gestores devem avaliar 
sempre o progresso da 
organização, bem como 
monitorar as tendências do 
ambiente para conseguir 
identificar as situações 
críticas que podem 
necessitar de uma decisão.
Etapas do processo decisório 
Consiste no estabelecimento 
dos objetivos que se pretende 
alcançar com a decisão e na 
análise das causas que estão 
na origem da situação.
Etapas do processo decisório 
Consiste na geração de 
possibilidades de ação 
que permitam responder às 
necessidades da situação e 
solucionar as causas 
subjacentes.
Etapas do processo decisório 
Técnica mais usada para 
estimular a criatividade no 
desenvolvimento de 
alternativas. Ele é baseado em 
três regras básicas: preparo, 
fase criativa e avaliação das 
alternativas.
Etapas do processo decisório 
Consiste na criação de um 
clima que facilite a discussão 
aberta de assuntos, para que 
a diversidade de opiniões e 
de experiências possibilite 
um entendimento mais amplo 
de questões e geração de 
ideias inovadoras e criativas.
Etapas do processo decisório 
Consiste na avaliação e 
comparação das 
alternativas geradas, com o 
objetivo de selecionar a 
melhor. Ela começa com a 
identificação dos principais 
impactos de cada 
alternativa na organização.
Etapas do processo decisório 
• Análise de prós e contras; 
• Matriz de prioridades; 
• Árvores de decisão; 
• Matriz de resultados; 
• Sistemas especialistas
Etapas do processo decisório 
1. Análise de prós e contras 
Técnica de análise de 
alternaivas que consiste 
na listagem das 
vantagens e 
desvantagens de cada 
possibilidade de decisão.
Etapas do processo decisório 
2. Matriz de prioridades 
Técnica de análise que consiste na construção de 
uma matriz que permite comparar cada uma das 
alternativas por meio de atribuição de pesos 
diferenciados a cada um dos critérios de decisão.
Etapas do processo decisório 
3. Árvores de decisão 
Técnica de análise 
que permite a 
visualização gráfica 
das alternativas, na 
qual cada uma delas 
é representada como 
o ramo da árvore.
Etapas do processo decisório 
4. Matriz de resultados 
Consiste na construção 
de uma tabela ilustraiva 
das várias 
possibilidades e dos 
resultados associados 
a cada uma delas.
Etapas do processo decisório 
5. Sistemas especialistas 
Sistemas 
programados para 
simular a decisão 
de um especialista.
Etapas do processo decisório 
Escolha da melhor 
alternativa que se adapte 
aos objetivos e valores da 
organização e que 
permita resolver o 
problema ou aproveitar a 
oportunidade que estiver 
na origem da decisão.
Etapas do processo decisório 
O tomador de 
decisão deve 
monitorar a 
implementação da 
decisão e avaliar 
sua eficácia no 
alcance das metas 
estabelecidas.
Elementos da tomada de decisão 
1. Critério = o que eu quero 
– Ordenação de preferências = prioridade 
– Avaliação dos resultados possíveis de cada 
ação = avaliação das consequências 
– Limites da racionalidade 
• Indiferença às opções de escolha (impossível 
ordenar as preferências) 
• Evidências insuficiente = julgamento das 
consequências prejudicado 
2. Conjunto oportunidades = o que eu posso 
3. Ação = melhor reflete 
4. Decisão racional = escolho a que melhor 
atenda meus critérios
Aprender a tomar decisões 
• É fundamental no gerenciamento. 
• É utilizar uma metodologia para entender e 
analisar uma situação ! conseguir boas 
respostas e resultados = no final do processo. 
QUAL PROCESSO?
Etapas do processo gerencial 
P LANEJAR Definir objetivos e caminhos para alcançá-los 
O RGANIZAR Estabelecer meios e recursos necessários para 
alcançar objetivos 
D IRIGIR Orientar as atividades 
C ONTROLAR Acompanhar e avaliar o desempenho
Tomada de decisão 
Toda ação pressupõe uma ação 
Toda ação tem consequências 
DECISÃO AÇÃO CONSEQUÊNCIAS
Etapas do processo decisório 
• PERCEPÇÃO DO PROBLEMA 
perceber algo fora da normalidade que pode 
estar ocorrendo, descrever a situação-problema 
para poder analisá-la racionalmente. 
• DEFINIÇÃO DO PROBLEMA 
diferenciar o que é causa e o que é sintoma; 
fase de poucas informações, delimitar o problema 
apenas nas informações descritas.
Etapas do processo decisório 
• COLETA DE DADOS 
obter todas as informações sobre a origem da 
situação e ouvir todas as pessoas envolvidas. 
– As informações colhidas de forma detalhada 
devem ser registradas para posterior 
análise. 
• ANÁLISE DOS DADOS 
destacar as informações relevantes ao 
problema, tentando “chegar às causas e aos 
fatores envolvidos na situação-problema”. 
– Pode ser necessária a redefinição do
Processo de tomada de decisão 
PROCESSO DECISÓRIO PROCESSO 
ADMINISTRATIVO 
Identificação e definição do 
problema Planejamento 
Coleta de dados 
Análise dos dados 
Organização 
Direção 
Procura de soluções 
Escolha da solução 
Implementação 
Avaliação Controle
Objetivos da administração 
• Eficiência ! fazer as coisas corretamente. 
• Eficácia ! preocupação com os fins. 
Você será eficiente a medida que souber 
dirigir, executar comandos necessários sem 
cometer barbeiragens ou excessos. 
Você será eficaz quando souber chegar ao seu 
destino pelo melhor percurso possível.
Como aprendemos a decidir ? 
a decidir ? 
Como aprendem oas dae dciedciird ir ? 
Por experiência: 
fazendo você 
mesmo 
Por experiência: 
aprendendo 
com os outros 
Intuição: baseada 
no informal, na 
especulação, em 
processos 
inconscientes. 
Análise: envolve 
estudo das 
partes e 
entendimento do 
todo 
Intuição: baseada 
no informal, na 
especulação, em 
processos 
inconscientes. 
Análise: envolve 
estudo das 
partes e 
entendimento do 
todo 
Como aprendemos Por experiência: 
fazendo você 
mesmo 
Por experiência: 
aprendendo 
com os outros 
Intuição: baseada 
no informal, na 
especulação, em 
processos 
inconscientes. 
Análise: envolve 
estudo das 
partes e 
entendimento do 
todo 
Por experiência: 
fazendo você 
mesmo 
Por experiência: 
aprendendo 
com os outros 
Intuição: baseada 
no informal, na 
especulação, em 
processos 
inconscientes. 
Análise: envolve 
estudo das 
partes e 
entendimento do 
todo
Processo de tomada de decisão 
Processo de tomada de decisão 
!"#$!%&'( )")*+%,'( -"#$!%&'(.()")*+%,'( 
Decisão 
baseada nos 
conhecimentos e 
experiências 
anteriores e 
processos 
inconscientes. 
Decisão baseada 
na análise e na 
lógica.
Processo de tomada de decisão Processo de tomada de decisão 
!"#$%&'() *"(+,&-() !"#$%&'().) 
("(+,&-() 
Abordagem intuitiva e analítica 
• Gera aprendizagem; 
• Gera comprometimento e motivação para a ação proposta; 
• Aloca, eficaz e eficientemente, recursos na definição e construção 
de alternativas.
A Intuição 
A intuição 
Heurística: "Estratégia informal, intuitiva e especulativa que às vezes, conduz 
a uma solução eficaz de um problema, outras não.” * 
Pontos Positivos: 
• Aceleram nossos processos internos 
de julgamento e ação 
• Simplificam a realidade 
• Fundamentam nossas direções e 
escolhas 
Pontos negativos 
• Muitas vezes são difíceis de perceber e 
portando difíceis de mudar 
• Os julgamentos podem ser tendenciosos 
• Podemos não enxergar riscos 
* Fonte: Robert Stenberg: Psicologia cognitiva, 2012. pag 523
O que sabemos . . . 
T""="(-22#".#3&-(#<&1#1'"*"<&$&)#1#"K!"#$%&%' 
()*"$)+,-./'' 
X"!"2'."I+$#(-"*"ED+#2'>.#3&-(#<F9" "0.-3'22#1-." 
&$0'.,'&)-"1'"&(,-.$#/6'2"" 
X"Y-<+/6'2"EZ?$#2F"K.#3&-(#<&1#1'L"2C-" 
"&$0.-:;:'&2" 
T""M-$0<'B&1#1'9"&(3'.)'5#9".'2).&/6'2"1'" ")'$0-" 
'"3+2)-"&()'.,'.'$"(#")-$#1#"1'" "1'3&2C-7"
Conflito entre análise e intuição 
T""K",(2&-'(%"'#-)"'#$")-.)c"+.d)) 
X""!"E#(#<N?3-F"0<#('G#9"0-1'"2'."$+&)-" "3-(2'.:#1-.9" 
#:'2-"#-".&23-S" 
X""!"E&()+&?:-F"D+'.",#5'.9".'#<&5#.9"'B0'.&$'()#."'" 
"0-1'"2&(#<&5#."#-"E#(#<N?3-F"-":#<-."1-2" "3.&)*.&-2" 
'$-3&-(#&2"'"1#"0.Z0.&#"&()+&/C-S" 
T"":-%-)2-'."=+&$)-)"*+&,N3$&-)"'#$")-)('(,N<2-) )")-) 
&'#+&<?-j)) 
X""P'<I-.#."2'$0.'"-"'()'(1&$'()-"1-"3-()'B)-S" 
X""U'A'?."2-%.'"-"#0.'(1&5#1-"1#2"'B0'.&@(3&#2S"" 
X""Y'."1&23&0<&(#1-"(-"+2-"1'",'..#$'()#27"
No processo decisório 
Pensar sobre: 
• M-$-"-3-..'$"#2"1'3&26'2"(#".'#<&1#1'J"02&3-<-4&#9" 
2-3&-<-4&#9"#().-0-<-4&#"777" 
• M-$-"1':'.&#$"-3-..'.J"'3-(-$&#9"$#)'$;?3#9" 
$*)-1-2"777" 
• ck+")2-'2,+.O".)/-C"%-.)#-%($)()/($<$)C(.) 
&'6-$%(0O".)C&./-'N?"&.d)`)C"2&.O".)C")*+(,&C(C"l) 
• :-%-)#-%($)%",;-$)C"2&.O".j)$"*+"$)>+,=(%"'#-.) 
/"..-(&.)")(3"$#+$()/($()()(/$"'C&7(="%4"
Armadilhas psicológicas
Armadilhas psicológicas 
T""R'2-$(="%J"1#.":#<-."1'20.-0-.3&-(#<"0#.#" 
"&(,-.$#/6'2".'3'%&1#2"'$"0.&$'&.-"<+4#.S" 
T""!"#"$%&'$(J"-2".'2+<)#1-2",#:-.'3'$"#2" "#<)'.(#?:#2" 
D+'"0'.0')+#$"#"2&)+#/C-S" 
T""D"%P$&(J"-"D+'"<'$%.#$-2"0.&$'&.-"&(A+'(3&#" 
"G+<4#$'()-2"'"0'.3'0/6'2S" 
T""FG2"..-)C")2-'J('0(J")'."+$#":&2C-"&..'#<&2)#"1#" 
"'B#?1C-"1'"2+#2"1'3&26'2S" 
T""F'?-,?&%"'#-)"%-2&-'(,J"-?$&2$-"-+" "0'22&$&2$-" 
&..'#<&2)#S"
Teoria da racionalidade limitada
Para mudar um 
padrão de 
pensamento você 
precisa fazer um 
(grande) esforço 
consciente.
Reflexão 
“Uma decisão razoável para 
um problema bem definido 
é melhor que uma solução excelente 
para o problema errado.“ 
Hammond
Estilos de tomada de decisão 
Existem quatro abordagens individuais diferentes. 
As pessoas diferem em duas dimensões: 
1. Maneira de pensar: 
Algumas pessoas são lógicas e racionais. Elas 
processam informações sistematicamente. 
Outras são criativas e intuitivas. Percebem as 
coisas em seu conjunto. 
2. Tolerância à ambiguidade: 
Necessidade de estruturar as informações 
para minimizar as ambiguidades, enquanto outras 
são capazes de processar muitos pensamentos 
ao mesmo tempo.
Estilos de tomada de decisão
Modelos de estilos decisórios 
71 
Analítico Conceitual 
Diretivo Comportamental 
Racional Intuitivo 
Maneira de pensar 
Alta 
Baixa 
Tolerância à Ambiguidade
Estilos de tomada de decisão 
Quando estas duas dimensões são traduzidas 
graficamente, formam 4 estilos de tomada de 
decisões. 
1. Estilo diretivo 
2. Estilo comportamental 
3. Estilo analítico 
4. Estilo conceitual
Estilo diretivo 
• As pessoas que se enquadram no estilo 
diretivo têm pouca tolerância à ambiguidade 
e buscam a racionalidade. São eficientes e 
lógicas, mas sua eficiência resulta em 
decisões tomadas com base em um mínimo 
de informações e poucas alternativas 
avaliadas. Toma decisões mais rápidas e 
voltadas para o curto prazo.
Estilo comportamental 
• Caracteriza os tomadores de decisão que 
se preocupam com as pessoas da 
organização e com o desenvolvimento de 
seu pessoal. Preocupam-se com as 
realizações de seus subordinados e são 
receptivas a sugestões dos outros. Eles 
são focados no curto prazo e desprezam o 
uso de dados para a tomada de decisões. 
Esse gestor evita conflitos e busca a 
aceitação.
Estilo analítico 
• Tem uma tolerância muito maior à 
ambiguidade. Isto leva ao desejo de mais 
informações e a consideração de um 
maior de alternativas. É um tomador de 
decisões cuidadoso e capaz e se adaptar 
ou enfrentar novas situações.
Estilo conceitual 
• Tem uma visão bastante ampla das 
coisas, utilizando dados de várias fontes 
e a considerar um grande número de 
alternativas. Seu enfoque é a longo 
prazo e elas são ótimas para encontrar 
soluções criativas para os problemas.
Mensagem
Referências 
VRDD5A!9"[-I("Y7"0&1,23&2'4$-&+,5&$-&27".#17"P#.3'<-"V&<#.1&"V'..'&.#7"U&-"1'"[#('&.-J" 
R<2':&'.9"]^^_7" 
URmFKDR9"P#B"`7"67"1&22"'%&1,287,"7".#17"a#(&'<"b&'&.#7"U&-"1'"[#('&.-J"R<2':&'.9"]^c^7" 
!RnFAe5Ka9"I-$#2"`7"4$-&+,59$1,)')$)+:*1)'$"2'$&581,"2/'1";"'#2)7')')$<+,2&'%&' 
,$="7;)>3&2'?)7)'"@-&7'7&2#+-)%"2'2#?&7,"7&27".#17"=(#"d'#).&5"U-1.&4+'27"U&-"1'"[#('&.-J" 
R<2':&'.9"]^c^7" 
IoA[FfWaFoA9"Ye1('e7"6"7'A#&'&B&1#*C"2',$-&+,5&$-&2'=)+D);7"YC-"8#+<-J"Pd--f29"]^^g7"" 
pfR!qFffE"P#<3-<$7"E'%&1,2F"'$#;'?,21)7'%&'"+D"27".#17"Q&:#(1<-"P-(?4'<<&"[.7"U&-"1'" 
[#('&.-J"U-33-9"]^hh7" 
DRAnoffFE"d7S"a#:'(0-.)9"7"E2';&+D"7&2'%&1,23&2'2F"'2&;?7&'%,G1&,27".#17"i'-(#.1-" 
=%.#$-j&357"U&-"1'"[#('&.-J"M#$0+29"]^c]7" 
5oV9"=%.#I#$"Y&("K3--.1L7"H";)%)'%&'%&1,2F"'$)2'"75)$,I)>3&27"YC-"8#+<-J"Y#.#&:#9"]^cc7" 
) 
W&#".j) 
T"RaJ"Ik0Jlljjj7)'173-$"9"1'2)#D+'"0#.#J"YI''(#"me'(4#.J"`-j")-"$#f'"3I--2&(4"'#2&'.7" 
K&(4<@2"3-$"<'4'(1#2L7" 
T"`#.:#.1"d+22&('22J"Ik0JllI%2jf7I%27'1+l)-0&32l1'3&2&-($#f&(47I)$<"J"2'<'/C-"1'"#.?4-2" 
.'<#3&-(#1-2"3-$")-$#1#"1'"1'3&2C-"K&(4<@2L7"

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Palestra Experiência do Cliente
Palestra Experiência do ClientePalestra Experiência do Cliente
Palestra Experiência do ClienteMarcus Pimenta
 
Gestão por Competencias
Gestão por CompetenciasGestão por Competencias
Gestão por Competenciasguilly1
 
Recrutamento e seleção de pessoas
Recrutamento e seleção de pessoasRecrutamento e seleção de pessoas
Recrutamento e seleção de pessoasÉrica Rangel
 
Conceito e Princípios de Marketing
Conceito e Princípios de MarketingConceito e Princípios de Marketing
Conceito e Princípios de MarketingRobson Costa
 
Introdução à teoria geral da administração
Introdução à teoria geral da administraçãoIntrodução à teoria geral da administração
Introdução à teoria geral da administraçãoFabiano Duarte
 
Gestão por competência
Gestão por competênciaGestão por competência
Gestão por competênciaelimarmelo
 
Missão, visão e valores - conceitos
Missão, visão e valores - conceitosMissão, visão e valores - conceitos
Missão, visão e valores - conceitosRobson Costa
 
Apresentação do Plano de Cargos e Salarios
Apresentação do Plano de Cargos e Salarios Apresentação do Plano de Cargos e Salarios
Apresentação do Plano de Cargos e Salarios João Calvano
 
Prova mkt e vendas
Prova mkt e vendasProva mkt e vendas
Prova mkt e vendasjucarpires
 
Avaliação de Desempenho
Avaliação de DesempenhoAvaliação de Desempenho
Avaliação de DesempenhoFabio Aguiar
 
Aula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenários
Aula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenáriosAula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenários
Aula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenáriosKesia Rozzett Oliveira
 

Mais procurados (20)

Palestra Experiência do Cliente
Palestra Experiência do ClientePalestra Experiência do Cliente
Palestra Experiência do Cliente
 
Gestão por Competencias
Gestão por CompetenciasGestão por Competencias
Gestão por Competencias
 
Gestão e Liderança_Prof. Randes
Gestão e Liderança_Prof. RandesGestão e Liderança_Prof. Randes
Gestão e Liderança_Prof. Randes
 
Recrutamento e seleção de pessoas
Recrutamento e seleção de pessoasRecrutamento e seleção de pessoas
Recrutamento e seleção de pessoas
 
Conceito e Princípios de Marketing
Conceito e Princípios de MarketingConceito e Princípios de Marketing
Conceito e Princípios de Marketing
 
GestãO Pessoas.Ppt
GestãO Pessoas.PptGestãO Pessoas.Ppt
GestãO Pessoas.Ppt
 
Plano de Cargos e Salário - Como Implantar?
Plano de Cargos e Salário - Como Implantar?Plano de Cargos e Salário - Como Implantar?
Plano de Cargos e Salário - Como Implantar?
 
Introdução à teoria geral da administração
Introdução à teoria geral da administraçãoIntrodução à teoria geral da administração
Introdução à teoria geral da administração
 
Gestão por competência
Gestão por competênciaGestão por competência
Gestão por competência
 
Segmentação de Mercado
Segmentação de MercadoSegmentação de Mercado
Segmentação de Mercado
 
Gestão de Carreira
Gestão de CarreiraGestão de Carreira
Gestão de Carreira
 
Missão, visão e valores - conceitos
Missão, visão e valores - conceitosMissão, visão e valores - conceitos
Missão, visão e valores - conceitos
 
Apresentação do Plano de Cargos e Salarios
Apresentação do Plano de Cargos e Salarios Apresentação do Plano de Cargos e Salarios
Apresentação do Plano de Cargos e Salarios
 
Aula 2 - Missão, visão e valores
Aula 2 - Missão, visão e valoresAula 2 - Missão, visão e valores
Aula 2 - Missão, visão e valores
 
Prova mkt e vendas
Prova mkt e vendasProva mkt e vendas
Prova mkt e vendas
 
Análise SWOT
Análise SWOTAnálise SWOT
Análise SWOT
 
Avaliação de Desempenho
Avaliação de DesempenhoAvaliação de Desempenho
Avaliação de Desempenho
 
Aula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenários
Aula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenáriosAula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenários
Aula 3 - Diagnóstico organizacional: análise de ambientes e cenários
 
Gestão de Pessoas - Aula 1
Gestão de Pessoas - Aula 1Gestão de Pessoas - Aula 1
Gestão de Pessoas - Aula 1
 
Aula 1 - Introdução ao marketing
Aula 1 - Introdução ao marketingAula 1 - Introdução ao marketing
Aula 1 - Introdução ao marketing
 

Destaque

Tomada de decisão
Tomada de decisãoTomada de decisão
Tomada de decisãoLeila Oliva
 
SemináRio Ambiente Organizacional
SemináRio Ambiente OrganizacionalSemináRio Ambiente Organizacional
SemináRio Ambiente OrganizacionalSergio Santana
 
Ambiente Organizacoes
Ambiente OrganizacoesAmbiente Organizacoes
Ambiente OrganizacoesUnipinhal
 
ADM - O ambiente organizacional
ADM - O ambiente organizacionalADM - O ambiente organizacional
ADM - O ambiente organizacionalGabriel Faustino
 
Processo Decisório - Análise e Solução de Problemas
Processo Decisório - Análise e Solução de ProblemasProcesso Decisório - Análise e Solução de Problemas
Processo Decisório - Análise e Solução de ProblemasINSTITUTO MVC
 
Ambiente organizacional sistema aberto ao intercâmbio de influências
Ambiente organizacional   sistema aberto ao intercâmbio de influênciasAmbiente organizacional   sistema aberto ao intercâmbio de influências
Ambiente organizacional sistema aberto ao intercâmbio de influênciasLeonora Duarte
 
Tomada decisão
Tomada decisãoTomada decisão
Tomada decisãoEcoplas
 
10 modelo simon
10   modelo simon10   modelo simon
10 modelo simonZaneliS
 
Gestão em Design - Organização - 02
Gestão em Design - Organização - 02Gestão em Design - Organização - 02
Gestão em Design - Organização - 02Prof.Valdir Soares
 
1. processo decisório e resolução de problemas e1 u1
1. processo decisório e resolução de problemas e1 u11. processo decisório e resolução de problemas e1 u1
1. processo decisório e resolução de problemas e1 u1queenbianca
 
ApresentaçãO Gerente Tga
ApresentaçãO Gerente TgaApresentaçãO Gerente Tga
ApresentaçãO Gerente Tgalupajero
 
Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02
Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02
Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02Gracietti Santana de Oliveira
 
Webinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMN
Webinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMNWebinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMN
Webinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMNMauricio Bitencourt
 
Balanço patrimonial e dre 2
Balanço patrimonial e dre 2Balanço patrimonial e dre 2
Balanço patrimonial e dre 2Missy Vieira
 

Destaque (20)

Aula 5 adm processo decisório
Aula 5 adm   processo decisórioAula 5 adm   processo decisório
Aula 5 adm processo decisório
 
Tomada de decisão
Tomada de decisãoTomada de decisão
Tomada de decisão
 
SemináRio Ambiente Organizacional
SemináRio Ambiente OrganizacionalSemináRio Ambiente Organizacional
SemináRio Ambiente Organizacional
 
Ambiente Organizacoes
Ambiente OrganizacoesAmbiente Organizacoes
Ambiente Organizacoes
 
ADM - O ambiente organizacional
ADM - O ambiente organizacionalADM - O ambiente organizacional
ADM - O ambiente organizacional
 
Ambiente organizacional
Ambiente organizacionalAmbiente organizacional
Ambiente organizacional
 
Processo decisório
Processo decisório   Processo decisório
Processo decisório
 
Tomada de decisão
Tomada de decisãoTomada de decisão
Tomada de decisão
 
Processo Decisório - Análise e Solução de Problemas
Processo Decisório - Análise e Solução de ProblemasProcesso Decisório - Análise e Solução de Problemas
Processo Decisório - Análise e Solução de Problemas
 
Ambiente organizacional sistema aberto ao intercâmbio de influências
Ambiente organizacional   sistema aberto ao intercâmbio de influênciasAmbiente organizacional   sistema aberto ao intercâmbio de influências
Ambiente organizacional sistema aberto ao intercâmbio de influências
 
Tomada De Decisão
Tomada De DecisãoTomada De Decisão
Tomada De Decisão
 
Tomada decisão
Tomada decisãoTomada decisão
Tomada decisão
 
10 modelo simon
10   modelo simon10   modelo simon
10 modelo simon
 
Gestão em Design - Organização - 02
Gestão em Design - Organização - 02Gestão em Design - Organização - 02
Gestão em Design - Organização - 02
 
1. processo decisório e resolução de problemas e1 u1
1. processo decisório e resolução de problemas e1 u11. processo decisório e resolução de problemas e1 u1
1. processo decisório e resolução de problemas e1 u1
 
ApresentaçãO Gerente Tga
ApresentaçãO Gerente TgaApresentaçãO Gerente Tga
ApresentaçãO Gerente Tga
 
Gestão de Recursos Humanos
Gestão de Recursos HumanosGestão de Recursos Humanos
Gestão de Recursos Humanos
 
Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02
Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02
Aula3 dimenso1-estruturaorganizacional-110924131822-phpapp02
 
Webinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMN
Webinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMNWebinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMN
Webinar sobre Modelagem Processos e Decisões com BPMN e DMN
 
Balanço patrimonial e dre 2
Balanço patrimonial e dre 2Balanço patrimonial e dre 2
Balanço patrimonial e dre 2
 

Semelhante a O ambiente organizacional e o processo decisório

Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeSergio Dias
 
Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --unieubra
 
Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --unieubra
 
Ferramentas da Qualidade
Ferramentas da QualidadeFerramentas da Qualidade
Ferramentas da QualidadeMárcio Hosken
 
Pcp 5 semana - tecnicas de analise de riscos
Pcp   5 semana - tecnicas de analise de riscosPcp   5 semana - tecnicas de analise de riscos
Pcp 5 semana - tecnicas de analise de riscosTatiana Jatobá
 
Gerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracao
Gerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracaoGerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracao
Gerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracaoFernando Palma
 
Ferramentas de produtividade novozymes 13042016
Ferramentas de produtividade   novozymes 13042016Ferramentas de produtividade   novozymes 13042016
Ferramentas de produtividade novozymes 13042016Antonio Moreira
 
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.Alaxiel
 
20090415 Cc Newtrend Projeto Cgh
20090415 Cc Newtrend Projeto Cgh20090415 Cc Newtrend Projeto Cgh
20090415 Cc Newtrend Projeto CghRoberto C. Mayer
 
As melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetos
As melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetosAs melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetos
As melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetosCarlos Cardoso, PMP®
 
Graficos de controle e Brainstorm
Graficos de controle e BrainstormGraficos de controle e Brainstorm
Graficos de controle e BrainstormGabriel Xavier
 
Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...
Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...
Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...Washington Luiz Peroni, PMP
 
Capítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimento
Capítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimentoCapítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimento
Capítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimentoEverton Souza
 
Specification By Example: Estudo de caso em uma software house
Specification By Example: Estudo de caso em uma software houseSpecification By Example: Estudo de caso em uma software house
Specification By Example: Estudo de caso em uma software houseLaís Berlatto
 

Semelhante a O ambiente organizacional e o processo decisório (20)

Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidade
 
Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --
 
Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --
 
Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --Ferramentas+de+qu --
Ferramentas+de+qu --
 
Ferramentas da Qualidade
Ferramentas da QualidadeFerramentas da Qualidade
Ferramentas da Qualidade
 
Ferramentas para qualidade total
Ferramentas para qualidade totalFerramentas para qualidade total
Ferramentas para qualidade total
 
Pcp 5 semana - tecnicas de analise de riscos
Pcp   5 semana - tecnicas de analise de riscosPcp   5 semana - tecnicas de analise de riscos
Pcp 5 semana - tecnicas de analise de riscos
 
Gerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracao
Gerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracaoGerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracao
Gerenciamento de Projetos pmbok cap4 integracao
 
Ferramentas de produtividade novozymes 13042016
Ferramentas de produtividade   novozymes 13042016Ferramentas de produtividade   novozymes 13042016
Ferramentas de produtividade novozymes 13042016
 
Controle estaístico do processo
Controle estaístico do processoControle estaístico do processo
Controle estaístico do processo
 
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
 
masp - Método de Análise de Problemas
masp - Método de Análise de Problemasmasp - Método de Análise de Problemas
masp - Método de Análise de Problemas
 
20090415 Cc Newtrend Projeto Cgh
20090415 Cc Newtrend Projeto Cgh20090415 Cc Newtrend Projeto Cgh
20090415 Cc Newtrend Projeto Cgh
 
As melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetos
As melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetosAs melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetos
As melhores técnicas e ferramentas para a análise e viabilização de projetos
 
Graficos de controle e Brainstorm
Graficos de controle e BrainstormGraficos de controle e Brainstorm
Graficos de controle e Brainstorm
 
Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...
Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...
Implementação de um sistema de monitorização de processos de uma linha de pro...
 
Capítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimento
Capítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimentoCapítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimento
Capítulo 10 - Como melhorar a tomada de decisão e a gestão do conhecimento
 
Introdução a SAD
Introdução a SADIntrodução a SAD
Introdução a SAD
 
1710
17101710
1710
 
Specification By Example: Estudo de caso em uma software house
Specification By Example: Estudo de caso em uma software houseSpecification By Example: Estudo de caso em uma software house
Specification By Example: Estudo de caso em uma software house
 

Mais de PUC Minas

Gestão do conhecimento - Faculdade Shalom
Gestão do conhecimento - Faculdade ShalomGestão do conhecimento - Faculdade Shalom
Gestão do conhecimento - Faculdade ShalomPUC Minas
 
História da administração faculdade shalom
História da administração   faculdade shalomHistória da administração   faculdade shalom
História da administração faculdade shalomPUC Minas
 
Enade/2015 - Faculdade Shalom de Uberlândia
Enade/2015 - Faculdade Shalom de UberlândiaEnade/2015 - Faculdade Shalom de Uberlândia
Enade/2015 - Faculdade Shalom de UberlândiaPUC Minas
 
Módulo 5 análise das demonstrações contábeis
Módulo 5   análise das demonstrações contábeisMódulo 5   análise das demonstrações contábeis
Módulo 5 análise das demonstrações contábeisPUC Minas
 
Módulo 4 contabilidade gerencial
Módulo 4   contabilidade gerencialMódulo 4   contabilidade gerencial
Módulo 4 contabilidade gerencialPUC Minas
 
Módulo 4 Contabilidade Gerencial
 Módulo 4   Contabilidade Gerencial Módulo 4   Contabilidade Gerencial
Módulo 4 Contabilidade GerencialPUC Minas
 
Módulo 2 contabilidade gerencial
 Módulo 2  contabilidade gerencial Módulo 2  contabilidade gerencial
Módulo 2 contabilidade gerencialPUC Minas
 
Módulo 1 Contabilidade Gerencial
 Módulo 1   Contabilidade Gerencial Módulo 1   Contabilidade Gerencial
Módulo 1 Contabilidade GerencialPUC Minas
 
Capítulo 2 parte 3 - Escola Contingencial
Capítulo 2   parte 3 - Escola ContingencialCapítulo 2   parte 3 - Escola Contingencial
Capítulo 2 parte 3 - Escola ContingencialPUC Minas
 
Capítulo 2 parte 2 - Escolas da Administração
Capítulo 2   parte 2 - Escolas da AdministraçãoCapítulo 2   parte 2 - Escolas da Administração
Capítulo 2 parte 2 - Escolas da AdministraçãoPUC Minas
 
Capítulo 1 Administrações e suas perspectivas
Capítulo 1   Administrações e suas perspectivasCapítulo 1   Administrações e suas perspectivas
Capítulo 1 Administrações e suas perspectivasPUC Minas
 
Capítulo 2 Evolução do pensamento em administração
Capítulo 2   Evolução do pensamento em administraçãoCapítulo 2   Evolução do pensamento em administração
Capítulo 2 Evolução do pensamento em administraçãoPUC Minas
 
Conflito/convívio de gerações
Conflito/convívio de geraçõesConflito/convívio de gerações
Conflito/convívio de geraçõesPUC Minas
 
Clima organizacional
Clima organizacionalClima organizacional
Clima organizacionalPUC Minas
 
Teorias da motivação
Teorias da motivaçãoTeorias da motivação
Teorias da motivaçãoPUC Minas
 
Gestão de projetos uberlândia refrescos
Gestão de projetos   uberlândia refrescosGestão de projetos   uberlândia refrescos
Gestão de projetos uberlândia refrescosPUC Minas
 
Método pista
Método pistaMétodo pista
Método pistaPUC Minas
 

Mais de PUC Minas (17)

Gestão do conhecimento - Faculdade Shalom
Gestão do conhecimento - Faculdade ShalomGestão do conhecimento - Faculdade Shalom
Gestão do conhecimento - Faculdade Shalom
 
História da administração faculdade shalom
História da administração   faculdade shalomHistória da administração   faculdade shalom
História da administração faculdade shalom
 
Enade/2015 - Faculdade Shalom de Uberlândia
Enade/2015 - Faculdade Shalom de UberlândiaEnade/2015 - Faculdade Shalom de Uberlândia
Enade/2015 - Faculdade Shalom de Uberlândia
 
Módulo 5 análise das demonstrações contábeis
Módulo 5   análise das demonstrações contábeisMódulo 5   análise das demonstrações contábeis
Módulo 5 análise das demonstrações contábeis
 
Módulo 4 contabilidade gerencial
Módulo 4   contabilidade gerencialMódulo 4   contabilidade gerencial
Módulo 4 contabilidade gerencial
 
Módulo 4 Contabilidade Gerencial
 Módulo 4   Contabilidade Gerencial Módulo 4   Contabilidade Gerencial
Módulo 4 Contabilidade Gerencial
 
Módulo 2 contabilidade gerencial
 Módulo 2  contabilidade gerencial Módulo 2  contabilidade gerencial
Módulo 2 contabilidade gerencial
 
Módulo 1 Contabilidade Gerencial
 Módulo 1   Contabilidade Gerencial Módulo 1   Contabilidade Gerencial
Módulo 1 Contabilidade Gerencial
 
Capítulo 2 parte 3 - Escola Contingencial
Capítulo 2   parte 3 - Escola ContingencialCapítulo 2   parte 3 - Escola Contingencial
Capítulo 2 parte 3 - Escola Contingencial
 
Capítulo 2 parte 2 - Escolas da Administração
Capítulo 2   parte 2 - Escolas da AdministraçãoCapítulo 2   parte 2 - Escolas da Administração
Capítulo 2 parte 2 - Escolas da Administração
 
Capítulo 1 Administrações e suas perspectivas
Capítulo 1   Administrações e suas perspectivasCapítulo 1   Administrações e suas perspectivas
Capítulo 1 Administrações e suas perspectivas
 
Capítulo 2 Evolução do pensamento em administração
Capítulo 2   Evolução do pensamento em administraçãoCapítulo 2   Evolução do pensamento em administração
Capítulo 2 Evolução do pensamento em administração
 
Conflito/convívio de gerações
Conflito/convívio de geraçõesConflito/convívio de gerações
Conflito/convívio de gerações
 
Clima organizacional
Clima organizacionalClima organizacional
Clima organizacional
 
Teorias da motivação
Teorias da motivaçãoTeorias da motivação
Teorias da motivação
 
Gestão de projetos uberlândia refrescos
Gestão de projetos   uberlândia refrescosGestão de projetos   uberlândia refrescos
Gestão de projetos uberlândia refrescos
 
Método pista
Método pistaMétodo pista
Método pista
 

O ambiente organizacional e o processo decisório

  • 1.
  • 2.
  • 3. !"#"$%&'()*+(,)-)"./(0-)*+")()"%/$".()&$1) -2+/($)'-)(%3&"'#")'()*+(,)",()2-%/"#"4) 5)*+")()"%/$".()6(7)")/($()*+89) :-';"2&%"'#-)*+")()"%/$".()/-..+&)")*+") +<,&7($()/($()(<'=&$)-)-3>"<?-)".#$(#@=&2-4) AB-)@)#"$)2-%/+#(C-$4))
  • 5.
  • 6. !"#$%&'()'"*"+$#",-./#"0-1'.-2#"3-$"&$0#3)-" (-"2+3'22-"-+"(-"&(2+3'22-"1#2"-.4#(&5#/6'27" 8#.#"3-$0.''(1'."-"#$%&'()'"'"2'+2" ','&)-2"2-%.'"#2"-.4#(&5#/6'29"-2"4'2)-.'2" 1':'$",#5'."+2-"1#"#(;<&2'"#$%&'()#<7"
  • 7.
  • 8. ="#(;<&2'"#$%&'()#<"%#2'&#>2'"(-2"3-(3'&)-2"1#" )'-.&#"1-2"2&2)'$#2"'"1'"3-(?(4@(3&#"'",#5"0#.)'" 1#".'A'BC-"'2).#)*4&3#"1'"D+#<D+'."-.4#(&5#/C-7" E=$%&'()'"-.4#(&5#3&-(#<F"*"-"3-(G+()-"1'" ,-./#29")'(1@(3&#2"'"&(2?)+&/6'29")#()-"'B)'.(#2" 3-$-"&()'.(#2"H"-.4#(&5#/C-9"D+'")@$" 0-)'(3&#<"0#.#"&(A+'(3&#."-"2'+"1'2'$0'(I-7"
  • 9.
  • 10. TECNOLÓGICO INVESTIDORES FINANCIADORES POLÍTICO SOCIAL FORNECEDORES ECONÔMICO ECOLÓGICO DEMOGRÁFICO LEGAL REGULAMENTADORES COMPETIDORES CLIENTES MACRO AMBIENTE MICRO AMBIENTE SOCIEDADE
  • 11. M-()'B)-"(-"D+#<"#2"-.4#(&5#/6'2"'B&2)'$"'" -0'.#$9"2'(1-"3-(2?)+N1-"0'<-2"'<'$'()-2"D+'" 2'"'(3-().#$",-.#"1-2"<&$&)'2"1#"-.4#(&5#/C-7" !"#$%&'()'"'B)'.(-"0-1'"2'."1&:&1&1-"'$"1-&2" 2+%2).#)-2J"-"3-()'B)+#<"K$#3.-"#$%&'()'L"'"-" -0'.#3&-(#<"K$&3.-"-0'.#3&-(#<L7"
  • 12. :-'>+'#-)(%/,-)C")6(#-$".)")#"'C8'2&(.)"G#"$'(.)H) -$=('&7(0B-)*+")/-C"%)(6"#($)-)."+)C"."%/"';-4) I(#-$".)C"%-=$1J2-.) K"6"$"%L.")H)2-%/-.&0B-)C")C(C()/-/+,(0B-4) I(#-$".).-2&-2+,#+$(&.) K"6"$"%L.")(-.)?(,-$".E)'-$%(.)".<,-.)C")?&C(E);13&#-.) ")2-.#+%".)C")+%().-2&"C(C"4) I(#-$".)"2-'M%&2-.) K"6"$"%L.")(-.)&'C&2(C-$".)"2-'M%&2-.)&%/-$#('#".) *+")2-'C&2&-'(%)-)C"."%/"';-)C(.)"%/$".(.4)
  • 13. I(#-$".)/-,N<2-L,"=(&.) K"6"$"%L.")H)#-C-)2-'>+'#-)C")$"=+,(%"'#(0O".)=-?"$'(%"'#(&.) *+"))2-'#$-,(E)$".#$&'=")-+)&'2"'<?()2-%/-$#(%"'#-.) "%/$".($&(&.4) I(#-$".)#"2'-,P=&2-.) K"6"$"%L.")(-)'N?",)C")C"."'?-,?&%"'#-)#"2'-,P=&2-)C() .-2&"C(C")-+)C")+%)."#-$4)
  • 14. M-$0-2)-"0'<-2"'<'$'()-2"&()'.(-2" 1#"-.4#(&5#/C-9"3-$-").#%#<I#1-.'29" #1$&(&2).#1-.'29"3+<)+.#" -.4#(&5#3&-(#<9")'3(-<-4&#9"'2).+)+.#" -.4#(&5#3&-(#<"'"&(2)#<#/6'2"O2&3#27"
  • 15. Q%()('1,&."444) R%3&"'#")C-.)I-$'"2"C-$".) :-%/$()2-$/-$(<?(E)%",;-$)'"=-2&(0B-) R%3&"'#")C-.):,&"'#".) R,?-)/$&'2&/(,)(.)2$&('0(.)")RC-,".2"'#".) FG"2+<?-.)S(,%-0-)$1/&C-T) :$".2&%"'#-)"'#$")(.)2,(..".)U)"):) R%3&"'#"):-'2-$$8'2&() :$".2"'C-)'-)U$(.&,)SV(3&3.E)W+3X(YE)U-3Z.E)U+$="$)[&'=T) ])D"$2(C-)S"%)^__)()/-.&0B-)/($()()W+3X(Y)`),->(.T) R%3&"'#")$"=+,(C-$) I&.2(,&7(0B-).('&#1$&(E)#$&3+#1$&()")#$(3(,;&.#()
  • 16. Q%()('1,&."444) R%3&"'#")F2-'M%&2-) A-)U$(.&,)U&=)D(2)@),+G-) R%3&"'#")a"2'-,P=&2-) !-%N'&-)/b3,&2-E)6(2&,%"'#")2-/&(C-4) R%3&"'#")W-2&-2+,#+$(,) R%"(0()C()#"'C8'2&()C")c.(+C1?"&.d) R%3&"'#")e-,N<2-Lf"=(,) D+&#()#$&3+#(0B-E).-'"=(0B-E)(6"#(C-)/",(.)C"2&.O".)C&1$&(.4)) R%3&"'#")F2-,P=&2-) F%3(,(="'.)C"?"%).-6$"$)$".#$&0O".)S%+&#-),&G-T) R%3&"'#")!"%-=$1J2-) F'?",;"2&%"'#-)C()/-/+,(0B-)C"?")3(&G($)$"2"&#() 53".&C(C"E)/$-3,"%(.)C")W(bC")
  • 17. P#.3#"#"2&(4+<#.&1#1'"-.4#(&5#3&-(#<9"+$#":'5" D+'"2'".','.'"#-2"0-()-2",-.)'2"'",.#3-2" 0#.?3+<#.'2"1'"+$#"-.4#(&5#/C-7" Q-22-",-3-"1'"#(;<&2'"1-"#$%&'()'"&()'.(-" 3-$0.''(1'.;"#"E3+<)+.#"-.4#(&5#3&-(#<F"D+'" .'0.'2'()#"$+&)-"1#"E0'.2-(#<&1#1'F"1'"+$#" -.4#(&5#/C-7"
  • 18.
  • 20.
  • 21.
  • 23. O que é decisão? Escolha entre alternativas ou possibilidades com o objetivo de resolver um problema ou aproveitar uma oportunidade.
  • 24. Conceito de tomada de decisão A partir dos trabalhos de Chester Irving Barnard, a tomada de decisão passou a ser encarada como a essência do trabalho de um gestor. 1937
  • 25. Incutir senso de propósito moral Funções do Executivo Trabalhar com a organização informal Facilitar a comunicação Tomar decisões Entender a aceitação da autoridade Chester I. Barnad _ggh)`)_ih_)
  • 26. Ambiente da tomada de decisão Situação na qual toda informação necessária para a tomada de decisão se encontra disponível. Situação na qual não é possível prever com certeza os resultados associados a cada alternativa, mas há informação suficiente para estimar suas probabilidades de ocorrência. Situação na qual a informação sobre as alternativas e suas consequências é incompleta e imprecisa.
  • 27. Contexto e tomada de decisão
  • 28. ConCteoxntteox eto t eo mtoamdaad dae d de edceicsiãsoã o Contexto e tomada de decisão • Certeza Risco Incerteza • Certeza Risco Incerteza !"#$%&'()#(*+&,-$+./( 0#11+$#23+.4( 56789(:!589(;#&%<=9( +2>&=.#()#(!"#$%&'()%*!+ ( Ambiente de tomada de decisão Diferentes técnicas ajudam a considerar a incerteza. Por exemplo: planejamento por cenários. !"#$%&'()#(*+&,-$+./( 0#11+$#23+.4( 56789(:!589(;#&%<=9( +2>&=.#()#(!"#$%&'()%*!+ ( Ambiente de tomada de decisão Diferentes técnicas ajudam a considerar a incerteza. Por exemplo: planejamento por cenários.
  • 29. Contexto e tomada de decisão Contexto e tomada de decisão Nível organizacional • Operacional Estratégico • Erros não tão caros; • Resposta do resultado em pouco tempo; • Fonte de conhecimento são as pessoas envolvidas • Erros incorrem em alto custo; • Envolve muitos recursos; • Quando os resultados surgem já é muito tarde para mudar; • As fontes de conhecimento • R..-2"(C-")C-"3#.-2S" T"""U'20-2)#"1-".'2+<)#1-"" "'$"0-+3-")'$0-S" T"""V-()'"1'"3-(I'3&$'()-" "2C-"#2"0'22-#2" "'(:-<:&1#27" • R..-2"&(3-..'$"'$"#<)-"3+2)-S" • R(:-<:'"$+&)-2".'3+.2-2S" • W+#(1-"-2".'2+<)#1-2"2+.4'$"G;" *"$+&)-")#.1'"0#.#"$+1#.S" • =2",-()'2"1'"3-(I'3&$'()-"2C-" '20'3&#<&5#1#27"
  • 30. Decisões programadas Em cumprimento a práticas internacionais de operação de complexos industriais, a Petrobras, de forma regular e periódica, promove paradas planejadas nas suas plataformas com vistas à manutenção das instalações. Trata-se de procedimento estruturado e previamente definido.
  • 31. Decisões não programadas Empresa sediada na cidade de Araraquara S.P. conhecida pela fabricação de meias, tomou uma decisão não programada de fabricar produtos que não faziam parte da sua história, numa tentativa de reverter o processo de envelhecimento que a marca enfrentava. Ela fabricava 3 mil tipos de meias, ampliou a produção para mais de 10 mil itens, investindo na criação de novas linhas de produtos. Essa decisão estratégica elevou o faturamento da empresa, em 97%.
  • 33. Processos de tomada de decisão Decisão Concepção Prospecção Problema Julgamento e avaliação de alternativas Criação de alternativas Análise de um problema ou situação que exige solução Herbert A. Simon 1916 - 2001
  • 34. Etapas do processo decisório
  • 35. Etapas do processo decisório Os gestores devem avaliar sempre o progresso da organização, bem como monitorar as tendências do ambiente para conseguir identificar as situações críticas que podem necessitar de uma decisão.
  • 36. Etapas do processo decisório Consiste no estabelecimento dos objetivos que se pretende alcançar com a decisão e na análise das causas que estão na origem da situação.
  • 37. Etapas do processo decisório Consiste na geração de possibilidades de ação que permitam responder às necessidades da situação e solucionar as causas subjacentes.
  • 38. Etapas do processo decisório Técnica mais usada para estimular a criatividade no desenvolvimento de alternativas. Ele é baseado em três regras básicas: preparo, fase criativa e avaliação das alternativas.
  • 39. Etapas do processo decisório Consiste na criação de um clima que facilite a discussão aberta de assuntos, para que a diversidade de opiniões e de experiências possibilite um entendimento mais amplo de questões e geração de ideias inovadoras e criativas.
  • 40. Etapas do processo decisório Consiste na avaliação e comparação das alternativas geradas, com o objetivo de selecionar a melhor. Ela começa com a identificação dos principais impactos de cada alternativa na organização.
  • 41. Etapas do processo decisório • Análise de prós e contras; • Matriz de prioridades; • Árvores de decisão; • Matriz de resultados; • Sistemas especialistas
  • 42. Etapas do processo decisório 1. Análise de prós e contras Técnica de análise de alternaivas que consiste na listagem das vantagens e desvantagens de cada possibilidade de decisão.
  • 43. Etapas do processo decisório 2. Matriz de prioridades Técnica de análise que consiste na construção de uma matriz que permite comparar cada uma das alternativas por meio de atribuição de pesos diferenciados a cada um dos critérios de decisão.
  • 44. Etapas do processo decisório 3. Árvores de decisão Técnica de análise que permite a visualização gráfica das alternativas, na qual cada uma delas é representada como o ramo da árvore.
  • 45. Etapas do processo decisório 4. Matriz de resultados Consiste na construção de uma tabela ilustraiva das várias possibilidades e dos resultados associados a cada uma delas.
  • 46. Etapas do processo decisório 5. Sistemas especialistas Sistemas programados para simular a decisão de um especialista.
  • 47. Etapas do processo decisório Escolha da melhor alternativa que se adapte aos objetivos e valores da organização e que permita resolver o problema ou aproveitar a oportunidade que estiver na origem da decisão.
  • 48. Etapas do processo decisório O tomador de decisão deve monitorar a implementação da decisão e avaliar sua eficácia no alcance das metas estabelecidas.
  • 49. Elementos da tomada de decisão 1. Critério = o que eu quero – Ordenação de preferências = prioridade – Avaliação dos resultados possíveis de cada ação = avaliação das consequências – Limites da racionalidade • Indiferença às opções de escolha (impossível ordenar as preferências) • Evidências insuficiente = julgamento das consequências prejudicado 2. Conjunto oportunidades = o que eu posso 3. Ação = melhor reflete 4. Decisão racional = escolho a que melhor atenda meus critérios
  • 50. Aprender a tomar decisões • É fundamental no gerenciamento. • É utilizar uma metodologia para entender e analisar uma situação ! conseguir boas respostas e resultados = no final do processo. QUAL PROCESSO?
  • 51. Etapas do processo gerencial P LANEJAR Definir objetivos e caminhos para alcançá-los O RGANIZAR Estabelecer meios e recursos necessários para alcançar objetivos D IRIGIR Orientar as atividades C ONTROLAR Acompanhar e avaliar o desempenho
  • 52. Tomada de decisão Toda ação pressupõe uma ação Toda ação tem consequências DECISÃO AÇÃO CONSEQUÊNCIAS
  • 53. Etapas do processo decisório • PERCEPÇÃO DO PROBLEMA perceber algo fora da normalidade que pode estar ocorrendo, descrever a situação-problema para poder analisá-la racionalmente. • DEFINIÇÃO DO PROBLEMA diferenciar o que é causa e o que é sintoma; fase de poucas informações, delimitar o problema apenas nas informações descritas.
  • 54. Etapas do processo decisório • COLETA DE DADOS obter todas as informações sobre a origem da situação e ouvir todas as pessoas envolvidas. – As informações colhidas de forma detalhada devem ser registradas para posterior análise. • ANÁLISE DOS DADOS destacar as informações relevantes ao problema, tentando “chegar às causas e aos fatores envolvidos na situação-problema”. – Pode ser necessária a redefinição do
  • 55. Processo de tomada de decisão PROCESSO DECISÓRIO PROCESSO ADMINISTRATIVO Identificação e definição do problema Planejamento Coleta de dados Análise dos dados Organização Direção Procura de soluções Escolha da solução Implementação Avaliação Controle
  • 56. Objetivos da administração • Eficiência ! fazer as coisas corretamente. • Eficácia ! preocupação com os fins. Você será eficiente a medida que souber dirigir, executar comandos necessários sem cometer barbeiragens ou excessos. Você será eficaz quando souber chegar ao seu destino pelo melhor percurso possível.
  • 57. Como aprendemos a decidir ? a decidir ? Como aprendem oas dae dciedciird ir ? Por experiência: fazendo você mesmo Por experiência: aprendendo com os outros Intuição: baseada no informal, na especulação, em processos inconscientes. Análise: envolve estudo das partes e entendimento do todo Intuição: baseada no informal, na especulação, em processos inconscientes. Análise: envolve estudo das partes e entendimento do todo Como aprendemos Por experiência: fazendo você mesmo Por experiência: aprendendo com os outros Intuição: baseada no informal, na especulação, em processos inconscientes. Análise: envolve estudo das partes e entendimento do todo Por experiência: fazendo você mesmo Por experiência: aprendendo com os outros Intuição: baseada no informal, na especulação, em processos inconscientes. Análise: envolve estudo das partes e entendimento do todo
  • 58. Processo de tomada de decisão Processo de tomada de decisão !"#$!%&'( )")*+%,'( -"#$!%&'(.()")*+%,'( Decisão baseada nos conhecimentos e experiências anteriores e processos inconscientes. Decisão baseada na análise e na lógica.
  • 59. Processo de tomada de decisão Processo de tomada de decisão !"#$%&'() *"(+,&-() !"#$%&'().) ("(+,&-() Abordagem intuitiva e analítica • Gera aprendizagem; • Gera comprometimento e motivação para a ação proposta; • Aloca, eficaz e eficientemente, recursos na definição e construção de alternativas.
  • 60. A Intuição A intuição Heurística: "Estratégia informal, intuitiva e especulativa que às vezes, conduz a uma solução eficaz de um problema, outras não.” * Pontos Positivos: • Aceleram nossos processos internos de julgamento e ação • Simplificam a realidade • Fundamentam nossas direções e escolhas Pontos negativos • Muitas vezes são difíceis de perceber e portando difíceis de mudar • Os julgamentos podem ser tendenciosos • Podemos não enxergar riscos * Fonte: Robert Stenberg: Psicologia cognitiva, 2012. pag 523
  • 61. O que sabemos . . . T""="(-22#".#3&-(#<&1#1'"*"<&$&)#1#"K!"#$%&%' ()*"$)+,-./'' X"!"2'."I+$#(-"*"ED+#2'>.#3&-(#<F9" "0.-3'22#1-." &$0'.,'&)-"1'"&(,-.$#/6'2"" X"Y-<+/6'2"EZ?$#2F"K.#3&-(#<&1#1'L"2C-" "&$0.-:;:'&2" T""M-$0<'B&1#1'9"&(3'.)'5#9".'2).&/6'2"1'" ")'$0-" '"3+2)-"&()'.,'.'$"(#")-$#1#"1'" "1'3&2C-7"
  • 62. Conflito entre análise e intuição T""K",(2&-'(%"'#-)"'#$")-.)c"+.d)) X""!"E#(#<N?3-F"0<#('G#9"0-1'"2'."$+&)-" "3-(2'.:#1-.9" #:'2-"#-".&23-S" X""!"E&()+&?:-F"D+'.",#5'.9".'#<&5#.9"'B0'.&$'()#."'" "0-1'"2&(#<&5#."#-"E#(#<N?3-F"-":#<-."1-2" "3.&)*.&-2" '$-3&-(#&2"'"1#"0.Z0.&#"&()+&/C-S" T"":-%-)2-'."=+&$)-)"*+&,N3$&-)"'#$")-)('(,N<2-) )")-) &'#+&<?-j)) X""P'<I-.#."2'$0.'"-"'()'(1&$'()-"1-"3-()'B)-S" X""U'A'?."2-%.'"-"#0.'(1&5#1-"1#2"'B0'.&@(3&#2S"" X""Y'."1&23&0<&(#1-"(-"+2-"1'",'..#$'()#27"
  • 63. No processo decisório Pensar sobre: • M-$-"-3-..'$"#2"1'3&26'2"(#".'#<&1#1'J"02&3-<-4&#9" 2-3&-<-4&#9"#().-0-<-4&#"777" • M-$-"1':'.&#$"-3-..'.J"'3-(-$&#9"$#)'$;?3#9" $*)-1-2"777" • ck+")2-'2,+.O".)/-C"%-.)#-%($)()/($<$)C(.) &'6-$%(0O".)C&./-'N?"&.d)`)C"2&.O".)C")*+(,&C(C"l) • :-%-)#-%($)%",;-$)C"2&.O".j)$"*+"$)>+,=(%"'#-.) /"..-(&.)")(3"$#+$()/($()()(/$"'C&7(="%4"
  • 65. Armadilhas psicológicas T""R'2-$(="%J"1#.":#<-."1'20.-0-.3&-(#<"0#.#" "&(,-.$#/6'2".'3'%&1#2"'$"0.&$'&.-"<+4#.S" T""!"#"$%&'$(J"-2".'2+<)#1-2",#:-.'3'$"#2" "#<)'.(#?:#2" D+'"0'.0')+#$"#"2&)+#/C-S" T""D"%P$&(J"-"D+'"<'$%.#$-2"0.&$'&.-"&(A+'(3&#" "G+<4#$'()-2"'"0'.3'0/6'2S" T""FG2"..-)C")2-'J('0(J")'."+$#":&2C-"&..'#<&2)#"1#" "'B#?1C-"1'"2+#2"1'3&26'2S" T""F'?-,?&%"'#-)"%-2&-'(,J"-?$&2$-"-+" "0'22&$&2$-" &..'#<&2)#S"
  • 67. Para mudar um padrão de pensamento você precisa fazer um (grande) esforço consciente.
  • 68. Reflexão “Uma decisão razoável para um problema bem definido é melhor que uma solução excelente para o problema errado.“ Hammond
  • 69. Estilos de tomada de decisão Existem quatro abordagens individuais diferentes. As pessoas diferem em duas dimensões: 1. Maneira de pensar: Algumas pessoas são lógicas e racionais. Elas processam informações sistematicamente. Outras são criativas e intuitivas. Percebem as coisas em seu conjunto. 2. Tolerância à ambiguidade: Necessidade de estruturar as informações para minimizar as ambiguidades, enquanto outras são capazes de processar muitos pensamentos ao mesmo tempo.
  • 70. Estilos de tomada de decisão
  • 71. Modelos de estilos decisórios 71 Analítico Conceitual Diretivo Comportamental Racional Intuitivo Maneira de pensar Alta Baixa Tolerância à Ambiguidade
  • 72. Estilos de tomada de decisão Quando estas duas dimensões são traduzidas graficamente, formam 4 estilos de tomada de decisões. 1. Estilo diretivo 2. Estilo comportamental 3. Estilo analítico 4. Estilo conceitual
  • 73. Estilo diretivo • As pessoas que se enquadram no estilo diretivo têm pouca tolerância à ambiguidade e buscam a racionalidade. São eficientes e lógicas, mas sua eficiência resulta em decisões tomadas com base em um mínimo de informações e poucas alternativas avaliadas. Toma decisões mais rápidas e voltadas para o curto prazo.
  • 74. Estilo comportamental • Caracteriza os tomadores de decisão que se preocupam com as pessoas da organização e com o desenvolvimento de seu pessoal. Preocupam-se com as realizações de seus subordinados e são receptivas a sugestões dos outros. Eles são focados no curto prazo e desprezam o uso de dados para a tomada de decisões. Esse gestor evita conflitos e busca a aceitação.
  • 75. Estilo analítico • Tem uma tolerância muito maior à ambiguidade. Isto leva ao desejo de mais informações e a consideração de um maior de alternativas. É um tomador de decisões cuidadoso e capaz e se adaptar ou enfrentar novas situações.
  • 76. Estilo conceitual • Tem uma visão bastante ampla das coisas, utilizando dados de várias fontes e a considerar um grande número de alternativas. Seu enfoque é a longo prazo e elas são ótimas para encontrar soluções criativas para os problemas.
  • 78. Referências VRDD5A!9"[-I("Y7"0&1,23&2'4$-&+,5&$-&27".#17"P#.3'<-"V&<#.1&"V'..'&.#7"U&-"1'"[#('&.-J" R<2':&'.9"]^^_7" URmFKDR9"P#B"`7"67"1&22"'%&1,287,"7".#17"a#(&'<"b&'&.#7"U&-"1'"[#('&.-J"R<2':&'.9"]^c^7" !RnFAe5Ka9"I-$#2"`7"4$-&+,59$1,)')$)+:*1)'$"2'$&581,"2/'1";"'#2)7')')$<+,2&'%&' ,$="7;)>3&2'?)7)'"@-&7'7&2#+-)%"2'2#?&7,"7&27".#17"=(#"d'#).&5"U-1.&4+'27"U&-"1'"[#('&.-J" R<2':&'.9"]^c^7" IoA[FfWaFoA9"Ye1('e7"6"7'A#&'&B&1#*C"2',$-&+,5&$-&2'=)+D);7"YC-"8#+<-J"Pd--f29"]^^g7"" pfR!qFffE"P#<3-<$7"E'%&1,2F"'$#;'?,21)7'%&'"+D"27".#17"Q&:#(1<-"P-(?4'<<&"[.7"U&-"1'" [#('&.-J"U-33-9"]^hh7" DRAnoffFE"d7S"a#:'(0-.)9"7"E2';&+D"7&2'%&1,23&2'2F"'2&;?7&'%,G1&,27".#17"i'-(#.1-" =%.#$-j&357"U&-"1'"[#('&.-J"M#$0+29"]^c]7" 5oV9"=%.#I#$"Y&("K3--.1L7"H";)%)'%&'%&1,2F"'$)2'"75)$,I)>3&27"YC-"8#+<-J"Y#.#&:#9"]^cc7" ) W&#".j) T"RaJ"Ik0Jlljjj7)'173-$"9"1'2)#D+'"0#.#J"YI''(#"me'(4#.J"`-j")-"$#f'"3I--2&(4"'#2&'.7" K&(4<@2"3-$"<'4'(1#2L7" T"`#.:#.1"d+22&('22J"Ik0JllI%2jf7I%27'1+l)-0&32l1'3&2&-($#f&(47I)$<"J"2'<'/C-"1'"#.?4-2" .'<#3&-(#1-2"3-$")-$#1#"1'"1'3&2C-"K&(4<@2L7"