COBERTURA APOSTÓLICA-PROFÉTICA *
O QUE É e PARA QUÊ – I (Revisado)
Discípulo/apóstolo Silas Quirino de Carvalho
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DEMONSTRAÇÃO DE “COBERTURA APOSTÓLICA”
NAS ESCRITURAS
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3º) Não é uma função para “apóstolos” estenderem seus
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o que é a autoridade apostólica conferida por Jesus, as dimensões
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Discípulo/apóstolo Silas Quirino de Carvalho
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Cobertura apostolica

  1. 1. COBERTURA APOSTÓLICA-PROFÉTICA * O QUE É e PARA QUÊ – I (Revisado) Discípulo/apóstolo Silas Quirino de Carvalho (Da Robusta Revista de Estudos da Escola Brasileira de Treinamento Apostólico e Profético, realizada em 2007*) Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra angular. Efésios 2.20 A uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro lugar mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar,socorro, governos, variedade de línguas. I Coríntios 12. 28 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos de refrigério pela presença do Senhor. E envie ele a Jesus, que já dantes foi pregado. Convém que o céu o contenha até os tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas desde o princípio. Atos 3. 19–21 Sede MEUS imitadores, como também eu sou de Cristo. Apóstolo Paulo, I Coríntios 11.1 Além das coisas exteriores, há o que diariamente pesa sobre mim, o cuidado de todas as igrejas. II Coríntios 11.28 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Um dos deleites dos que não estão resistindo a Deus, na RESTAURAÇÃO DE TODAS AS COISAS, como preparação final para a volta de Jesus, é a experiência com a RESTAURAÇÃO DO ENTENDIMENTO do apostólico e da realidade permanente dos ministérios dos apóstolos e profetas na Sua Igreja. Observe que a restauração é do entendimento, pois este é que a Igreja perdeu. Nenhum lugar do Novo Testamento diz ou insinua que Deus suspendeu esses ministérios e a função dos que os exercem. Antes, pelo contrário: o texto bíblico mostra categoricamente que esses ministérios estariam ativos até a volta de Jesus. Reveja Efésios 4.7-13. À luz da Palavra de Deus, hoje só não entende isso quem decide não entender: seja por conveniência e/ou em decorrência de FORTALEZAS espirituais (veja I Co 10.4 e 5, e estude o texto: “O Ministério Apostólico e a Guerra Espiritual Eficaz no Tempo do Fim” - página 9 da Revista Apóstolos e Profetas - veja final da pagina 4). Deus está restaurando é o ENTENDIMENTO e não os ministérios de apóstolos e profetas, em si, pois se os mesmos tivessem sido cancelados por Jesus, a Sua Igreja teria ficado sem os fundamentos estabelecidos por Ele, conforme Efésios 2.20 e, literalmente, haveria sucumbido ao longo desses dois mil anos. O que, então, Ele está fazendo, de fato, neste aspecto da RESTAURAÇÃO de todas as coisas? Ao restaurar esse entendimento, Ele prossegue é ATIVANDO aquilo que, num longo processo histórico de apostasia, os homens/líderes foram rejeitando e destruindo da obra original de Jesus, neste caso, os dons e os ministérios de apóstolos e profetas. E, por que Deus está fazendo esta RESTAURAÇÃO de entendimento e ATIVANDO esses ministérios e ofícios? Simplesmente porque, após dois mil anos, já estamos na “estação profética” da volta de Jesus. Isso também está claro na profecia de Atos 3.19–21; pois, para a RESTAURAÇÃO DE TODAS AS COISAS neste tempo, a identidade e ministério apostólico e profético da Sua Igreja com os ofícios de apóstolos e profetas são fundamentais. É tão simples assim. Nesse processo, Deus, em Sua sabedoria e soberania, restaurou (está restaurando) primeiramente, o profético, porque é ATRAVÉS do profético que o APÓSTOLICO correspondente à identidade de Jesus, manifesta-se e opera. E quem executa todas essas coisas na Igreja e através dela é o ESPÍRITO SANTO. Observe em Atos 2 que, quando ocorreu o batismo, o derramamento do Espírito Santo sobre os discípulos que estavam reunidos, o que foi ativado neles imediatamente e que passou a fluir abundantemente FOI O PROFÉTICO, conforme a explicação dada nos versos 16 a 18. E foi, então, que tudo quanto Jesus lhes havia dado (inclusive uma determinada “medida” do Espírito Santo, soprando sobre eles – João 20.21) ensinado e comissionado FOI ATIVADO, passando a fazer parte da existência deles. Então, A UNÇÃO e a AUTORIDADE apostólica que Jesus lhes havia dado (João 20.21–23; Mt 10.1,2; Lc 6.6. 12,13; Lc 9.1,2,6 e 10.17–19) manifestaram-se de forma extraordinária e entraram definitivamente em operação conforme os propósitos de Deus até à volta de Jesus. O que Deus derramou e o que aconteceu em Atos 2 é onde começa tudo. Aquela “manifestação” pode ocorrer (e é para ocorrer) tantas vezes quantas forem necessárias (inclusive o próprio livro de Atos registra isso) até Jesus Cristo voltar, porque aquele foi o cumprimento do propósito de Deus para os “últimos dias”, que começaram ali, e hoje, nós estamos no fim dos últimos dias, ou seja, nos últimos dias “dos últimos dias”. Portanto, sob operação, manifestação, atuação do Espírito Santo, “o profético” ativa “o apostólico” e este, em operação, manifesta o profético que corresponde à AUTORIDADE APOSTÓLICA de Jesus, e em Seu nome, para ser cobertura da Igreja, em todas as dimensões e circunstâncias, dons e ministérios desta, a fim de que a mesma realize, devidamente, todos os ministérios e comissionamentos de Jesus, com toda autoridade que há em Seu nome e delegada por Ele em demonstração do Espírito e de poder (I Co 2.1–4), em cada geração, preparando a Sua Noiva, até à Sua volta. A identidade apostólica e o ministério apostólico são de natureza essencialmente profética e é o mais alto nível da identidade profética de Jesus concedida à Sua Igreja, através do DOM e OFÍCIO de apóstolo. Tudo que um apóstolo verdadeiro faz, na condição de apóstolo, somente torna realidade, no reino espiritual, sob unção profética do mais elevado nível - a unção profética de Jesus. Senão, tudo que ele fizer não passará de estruturas, formas religiosas e/ou manifestação, controle e exploração das pessoas e congregações, por mais que aparentem ser “espirituais”, ter autoridade e saber manejar bem as expressões e chavões. O profético traz o apostólico e este, vindo à luz, opera no mais alto nível profético com o nome de “autoridade apostólica”, e às vezes apostólica-profética. E a marca, o sinal principal de TODO apóstolo ou profeta verdadeiro é o caráter de Jesus manifesto nele. Confira Mt 7.15-23, Ap 2.2. Uma vez ativado pelo profético, o ministério apostólico opera, em nome de Jesus, com autoridade particular superior no correspondente ao profeta/profético, pois o Senhor colocou na Igreja, primeiramente apóstolos... I Coríntios 12.28.
  2. 2. 2 DEMONSTRAÇÃO DE “COBERTURA APOSTÓLICA” NAS ESCRITURAS Embora o ministério e ofício apostólico em si somente tenham início histórico com a pessoa de Jesus Cristo e para a Sua Igreja, o seu Corpo na Terra (Efésios 2.20; 4.7–11; I Coríntios 12. 28 - “o apostólico” está vinculado à própria natureza humana de Jesus, e apóstolos são constituídos por Ele), no Antigo Testamento, o ministério apostólico é amplamente manifesto. (Mas quem enxerga isso hoje? Somente os que já fazem parte e estão dentro da “restauração de todas as coisas”). Na Antiga Aliança, Moisés é o exemplo mais completo. Praticamente, o ministério de todos os profetas, em exercício, mencionados no Antigo Testamento, é de natureza e autoridade essencialmente apostólica — operavam sob comissão especifica; eram enviados com plena autoridade — aquela era autoridade de natureza apostólica, pois Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre (Hebreus 13.8). Desde o início, e em todos os sentidos, o elemento mais destacado dos 40 anos de ministério de Moisés foi de “cobertura”. Todos que trabalharam, em qualquer função, junto à nação de Israel, desde a saída do Egito, estavam sob a liderança de Moisés. Quando alguém se levantava contra a sua liderança ou supervisão, Deus punia severamente. Portanto, todos atuaram, e não foram poucos líderes, junto e sob a cobertura de Moisés. O que está em Êxodo 18.13–26 e Números 11.11, 12 e de 23–29 são alguns dos muitos exemplos. Contudo, sendo o apostólico e o ministério/função de apóstolo, em sua essência, um ofício de Jesus na e para a Sua Igreja, é no Novo Testamento que está todo o ensino e demonstração da sua natureza, dimensão, níveis, funções e autoridade. O QUE É COBERTURA APOSTÓLICA? Agora, com os olhos espirituais do nosso entendimento mais abertos, por fazermos parte da “restauração de todas as coisas” que Deus está trazendo à luz, podemos começar entender, com clareza, e ser parte, de forma ativa ou passiva, do ministério apostólico de Jesus, na dinâmica funcional de Sua Igreja na Terra. Cobertura Apostólica é UMA das dimensões e funções apostólica do ministério de apóstolo. Uma vez que se tenha os “olhos espirituais” abertos, para enxergar a realidade profética, profeticamente, passamos a entender a cobertura apostólica, suas dimensões e como funciona. E, para discernir suas implicações práticas e funcionais ainda em vigor, basta levantar tudo que está no Novo Testamento, ensinado, praticado e demonstrado por JESUS e pelo apóstolo PAULO. Jesus e o Apóstolo Paulo – Modelos de Cobertura Apostólica 1ª) Jesus é o Senhor (Ap 1.8, 17, 18; Fp 2.3–11) e nosso Senhor e Mestre em tudo. É também, o nosso modelo e padrão para ser, viver e fazer. Portanto, a primeira e principal fonte para entender o que é cobertura apostólica é olhando para Jesus em Seu relacionamento, especialmente com os DOZE (Mateus 10 todo) e com os setenta (72) enviados por Ele – Lucas 10. E o clímax de tudo é a Sua súplica comovente em João 17. Aprendamos dEle e com Ele; vendo-O, estudando e entendendo o Seu ministério na Terra. 2ª) A segunda fonte, em importância, para entender a cobertura espiritual apostólica e como ela funciona é o apóstolo Paulo: Sua pessoa e história; seu ministério e todo o seu ensino e escritos (o texto bíblico), bem como todo o seu relacionamento com as igrejas vinculadas a ele, com os irmãos em geral, e os que compunham sua equipe, direta e imediata, e os que eram nomeados para as igrejas estabelecidas por ele nas cidades e regiões. Se alguém questionar que o modelo de Jesus é impraticável, por Ele ser quem é; então, temos um discípulo – apóstolo, da mesma natureza e constituição de qualquer outro ser humano. Os que querem mesmo entender a função chamada Cobertura Apostólica (ou mais devidamente Cobertura ESPIRITUAL Apostólica) do Ministério Apostólico, suas dimensões, seu funcionamento e suas implicações, basta, com os olhos do entendimento espiritual abertos, ler, reler e estudar tudo, no Novo Testamento, relacionado com o apóstolo Paulo, no livro de Atos e no conteúdo detalhado de TODAS as suas cartas. Portanto, se você quer de fato saber quem é e o que é um apóstolo verdadeiro e todos os níveis e áreas de um ministério apostólico, as fontes e a maneira mais eficiente são com o apóstolo Paulo. E não se esqueça de que ele nem mesmo foi parte dos DOZE, que passaram cerca de três anos e meio juntos com Jesus na Terra. Até a própria conversão dele ocorreu depois do retorno de Jesus ao Pai. Um dos clímax desta identidade e cobertura é o que ele diz e convoca em I Coríntios 11.1: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” Veja também 4.16; Filipenses 3.17; I Tessalonicenses 1.6; II Tessalonicenses 3.9. Alguns contextos, em particular, para este entendimento são: •Atos 20.17–38 •Romanos 1.8–12 •I Coríntios 4.1–31 •II Coríntios 12.1–31 (De fato, as duas cartas aos Coríntios são tesouros para esse entendimento) •Filipenses 2.19–30 •Colossenses 4.7–18 •Todo o conteúdo e natureza das cartas a Timóteo e a Tito. O Que NÃO É Cobertura Espiritual Apostólica Entender o que não é, é crucial para ter clareza do que é. 1º) Não é submissão cega e irresponsável, tendo em vista a fuga das responsabilidades pessoais ou medo de tomar decisões inerentes às funções que exerce: buscando, com isso, transferir para outros, a pretexto de piedade, humildade, ou cobertura a responsabilidade das decisões que têm que ser da própria pessoa que recebe a cobertura. (Uma das funções da cobertura autêntica é o investimento na maturidade dos cobertos para que se tornem saudáveis, sábios, maduros, prudentes e cada vez mais qualificados, inclusive, ultrapassando os seus mentores). 2º) Não é controle, nem exercício de autoritarismo, qualquer que seja a forma, natureza ou motivos. Autoritarismo é, em qualquer nível, uma perversão da autoridade e manifestação de mau caráter. (Cobertura apostólica é de natureza essencial e fundamentalmente espiritual. As Escrituras mostram que o Deus Vivo, que é e tem autoridade absoluta, não trata ninguém com autoritarismo; antes aconselha, orienta em amor, e deixa toda a responsabilidade de decisões e conseqüências com o indivíduo. Foi assim com Adão, Caim, Noé, Abraão, Moisés, Davi, Pedro, Paulo, entre outros...).
  3. 3. 3 3º) Não é uma função para “apóstolos” estenderem seus “ministérios”, seus domínios, suas redes, etc., a fim de se tornarem conhecidos, famosos, respeitados; ampliarem seus negócios, e obterem lucros, etc. (Tais motivações e conduta teriam alguma semelhança com o apóstolo Paulo?). 4º) Não é uma função que se exerce para receber recompensa financeira, pagamentos ou qualquer outro tipo de vantagem. É uma distorção absurda os ensinos, artifícios e manipulações que torcem as Escrituras para dizerem que “os que estão sob cobertura devem ou têm que entregar um dízimo ou outros valores aos seus apóstolos” a fim de terem a prosperidade no ministério e a bênção de Deus. Mamom é quem está por trás disso. Esse é um dos indicadores de falsos apóstolos e, alguns têm extrema habilidade em extrair (extorquir) dinheiro e/ou bens das pessoas e congregações, usando os mais variados artifícios “proféticos” e de “profecias” (?), de falsa piedade e espiritualização dos seus interesses e argumentos. Isso está por todos os lados no Brasil e em quase todos os lugares e nações. (É óbvio que ressarcir, devidamente, despesas que alguém tenha tido para nos servir é o outro lado da integridade, do caráter de Jesus; bem como entregar ofertas dignas ao se convidar para vir às nossas congregações e cidades para missões, operações, ministrações específicas em nossos ministérios e congregações. Não fazer isso é desonesto). Contudo, não se pode pagar absolutamente nada para receber cobertura apostólica em si mesma, a despeito de quão importante o tal apóstolo se ache. Ao insinuar isso, o tal já está se revelando. Estabelecer percentuais com argumentos espiritualizados de dízimo dos dízimos ou de primícias não pertence à cobertura apostólica de Jesus. 5º) Não é intrometer-se ou interferir na vida, família, ministério ou congregação sob sua cobertura sem ser convidado ou chamado conscientemente. Igualmente, ao insinuar tais intromissões, já está revelando a sua desqualificação para a função. (Se alguém, sob cobertura, decide e persiste apostatar-se em relação a Jesus Cristo como seu Senhor, o apóstolo verdadeiro, após seguir os passos da Palavra, simplesmente desvincula-se do tal e cancela as suas funções apostólicas para com o mesmo). 6º) Outras: A NATUREZA DA “COBERTURA Espiritual APOSTÓLICA” 1º) É de natureza essencialmente espiritual; não é governamental, nem estrutural. 2º) É de natureza paternal e sacerdotal. Portanto, jamais se manifesta tendo em vista vantagens pessoais. 3º) É um pacto, uma aliança, uma relação de confiança mútua e voluntária ativada pelo Novo Mandamento (João 13.34, 35; 15.9–17) como manifestação do amor AGAPE, nos termos de I Coríntios 13 e da I Carta de João, que se expressa em pureza e ações concretas de dar e receber. 4º) A cobertura em si opera e se manifesta através: a - Do levar as cargas uns dos outros; b - Da oração/intercessão paterno-sacerdotal; c - Da busca de discernimento espiritual e direção, com sabedoria espiritual e autoridade, para situações diversas. Sejam administrativas, familiares, estratégias na e para a congregação e cidade; situações aflitivas e/ou conflitos de pessoas; discussão de visão e estratégias; confrontos espirituais com o império das trevas, e muito mais. Também se relaciona com a experiência de liderança correspondente ao que está em Provérbios 11.14 e 15.22; d - Outras. QUEM pode ou deve RECEBER COBERTURA APOSTÓLICA? Quem exerce qualquer um dos CINCO ministérios/ofícios de Efésios 4.11, em suas mais variadas expressões e manifestações, e/ou quem exerce qualquer outra função correspondente, seja na igreja (congregação) e/ou na sociedade e que entenda haver, no ministério apostólico de apóstolos verdadeiros, sabedoria espiritual específica dada por Jesus para todas as áreas da vida, bem como autoridade espiritual correspondente, nos termos da revelação escrita de Deus. É necessário também, com suficiente entendimento espiritual do apostólico e dos níveis do ministério apostólico, querer e buscar a cobertura de um apóstolo, cuja dimensão do ministério apostólico confiado ao mesmo inclui COBERTURA APOSTÓLICA, pois esta não é parte da função- ministério apostólico de todos os apóstolos verdadeiros. VALIDADE/NECESSIDADE DE COBERTURA APOSTÓLICA Há, de fato, alguma validade nisso ou necessidade? Jesus, porventura, não deu a autoridade do Seu Nome para todos os seus discípulos? Acaso apóstolo é um superdiscípulo? Durante tantos séculos, a Igreja não operou de tantas maneiras e nas mais variadas situações sem ter apóstolos ou cobertura apostólica? A cobertura apostólica de Jesus não é suficiente? Que “nova” doutrina é essa? 1º) Antes de tudo, temos que ter consciência de que Jesus nunca suspendeu os apóstolos e seus ministérios ao longo da História. Mesmo que, com o passar dos anos, os líderes e igrejas foram perdendo esse entendimento, por razões diversas, na verdade, em todas as expressões do Corpo de Cristo, esse ministério tem sido amplamente exercido. Assim que os olhos do nosso entendimento desta realidade vão sendo abertos, começamos distinguir autênticos ministérios apostólicos, ao nosso derredor. Há, não poucos líderes, cuja essência do que fazem é dar cobertura espiritual apostólica, mesmo que não tenham consciência disso. Aleluia! 2º) A validade e necessidade do ministério apostólico e de sua cobertura são cruciais porque foi assim que o Senhor Jesus estabeleceu o Seu governo, como cabeça do Corpo (Efésios 4.15, 16) para a Sua Igreja na Terra. 3º) Porque no verdadeiro ministério apostólico, através de discípulos estabelecidos por Jesus neste dom e ofício, HÁ UM NÍVEL ESPECÍFICO DE AUTORIDADE ESPIRITUAL estabelecido por Jesus, para operar no reino espiritual, a fim de cobrir e ampliar funcionalmente, no Seu Reino na Terra, a autoridade inerente dos Seus discípulos e de Sua Igreja. E isso funciona, sem nenhum “mistério”, simplesmente por ser uma função de autoridade espiritual estabelecida por Jesus — conforme I Co 12.28 e outros. 4º) A cobertura, liderança e autoridade espiritual apostólica são plenamente claras através dos ministérios dos apóstolos, no livro de Atos e nas cartas do apóstolo Paulo. Esta é a estrutura funcional básica que Jesus estabeleceu para a Sua Igreja, diferindo completa e totalmente dos sistemas, técnicas e sabedoria dos sistemas empresariais terrenos e dos sistemas religiosos, sejam evangélicos ou não. A autoridade apostólica conferida por Jesus é crucial ao enfrentar a guerra espiritual, em níveis mais elevados, envolvendo certas castas de demônios tais como principados, potestades, tronos, dominações, príncipes das trevas deste século, hostes espirituais da maldade, etc. Todos os demônios e o próprio ex- lúcifer entendem muito bem de autoridade e sabem perfeitamente
  4. 4. 4 o que é a autoridade apostólica conferida por Jesus, as dimensões e implicações dela junto à Sua Igreja na Terra. O que disse e fez o espírito maligno contra os sete filhos de Ceva, em Atos 19.13–16? São vários os textos que demonstram tais coisas. 5º) Uma função igualmente extraordinária do apóstolo e do ministério de apóstolos é ATIVAR OS DONS espirituais e os ministérios correspondentes. A cobertura espiritual apostólica potencializa os dons espirituais e manifestações do Espírito Santo semelhantes às descritas em I Coríntios 12. RECOMENDAÇÃO: Cuidado com coberturas de FALSOS APÓSTOLOS Sempre que Deus está trazendo à luz algo Dele e para os Seus propósitos, o falso da parte da antiga serpente (Ap 12.9–7) levanta-se e se antecipa para manifestar-se na frente, a fim de confundir e desencaminhar as pessoas dos propósitos de Deus. O diabo é especialista em imitação e falsificação conforme II Coríntios 11.13–15). Para tal vinculação espiritual de cobertura, temos que levar muito a sério a recomendação de Jesus aos primeiros apóstolos em Mateus 10.16: ser simples como as pombas; mas prudentes como as serpentes. Igualmente necessitamos imitar os irmãos da Igreja de Éfeso, que punham à prova apóstolos que se manifestavam entre eles e descobriam os falsos, mentirosos (Ap 2.2). Cobertura espiritual é algo amplamente conhecido pelos sistemas religiosos das trevas, sob comando demoníaco. Os únicos que têm dificuldade com isso são os “evangélicos”, (porque será?). Contudo, Deus está restaurando TODAS as coisas – Atos 3.21. Cobertura espiritual funciona e é coisa seriíssima. Sabendo ou não, todo "verdadeiro" pastor titular de uma congregação funciona, no reino espiritual, como cobertura sobre todos que estão sob a sua liderança. O caráter e os valores de uma pessoa que legalmente é cobertura espiritual de uma congregação (igreja) influenciam a vida individual das pessoas, as famílias e o futuro da congregação. Se for mau caráter, adúltero, desonesto, mentiroso, etc, mesmo que ele ensine a pregue com “unção”, é o seu caráter que irá à frente do que ele ensina ou prega. Estar sob tais coberturas pode ter conseqüências, inclusive, para as gerações seguintes, os descendentes. Cuidado, se você é liderado espiritualmente — não importando a sua denominação ou estrutura eclesiástica — por pessoas cujo caráter não corresponde ao de Jesus! Lembra-se do apóstolo Paulo e do seu caráter e, também, de como confrontou o próprio apóstolo Pedro? (Gálatas 2.11–17). À medida que você entender o que Deus está restaurando e discernir o significado da COBERTURA ESPIRITUAL APOSTÓLICA e, por isso desejá-la, seja sensato e prudente. Ore, e busque, junto com o Espírito Santo, descobrir apóstolos verdadeiros. Se encontrar algum, não se precipite. Passe outro tempo orando e verificando se o mesmo manifesta, amplamente, o caráter de Jesus em todas as áreas; e se é MANSO e HUMILDE de coração como Jesus (Mateus 11.29); porque onde há orgulho/soberba os DEMÔNIOS ESTÃO PRESENTES e no controle, e as Escrituras revelam que mesmo neste contexto de liderança e especialmente nele: “Deus resiste aos SOBERBOS/orgulhosos, mas dá GRAÇA aos humildes” (I Pedro 5.5 e Tiago 4.7,8); e que, “a SOBERBA/orgulho precede a ruína, e a ALTIVEZ do espírito, a queda” (Provérbios 16.18). Veja ainda: Salmos 138.6; Isaías 57.15 (também na NVI), Provérbios 3.33, 34. Saiba, ainda que ao encontrar um apóstolo verdadeiro e cuja dimensão do seu ministério/função apostólica inclua COBERTURA, inicialmente, ele não ficará eufórico com a sua proposta, mas considerará e tratará com sinceridade e humildade. Além do mais, no processo de encontrá-lo, busque também conhecer amplamente o entendimento e compromisso apostólico que tem, bem como seu caráter, sua visão, entendimento espiritual das Escrituras, nível profético do seu ministério, etc. (Por que isso? É devido a grande quantidade de falsos, mas que se disfarçam até de anjos de luz - II Coríntios 11.13-15). Também, não esqueça de verificar a quem tais apóstolos prestam conta de suas vidas, conduta e ministério. E, se após estabelecer aliança de cobertura, com o passar do tempo, o mesmo começar a apostatar-se e abandonar o caráter de Jesus; renuncie a aliança, renegue, renuncie, em nome de Jesus toda a influência espiritual recebida da cobertura dele e desfaça de tudo que tiver relação com ele. Não se brinca com cobertura espiritual, especialmente em dimensão apostólica. Os demônios sabem tudo a esse respeito e, disfarçados, vivem recrutando e enviando falsos apóstolos para se infiltrarem no meio do rebanho de Jesus. “Pelos frutos vos conhecereis”, diz Jesus. Contudo, não pense em encontrar na Terra, antes de Jesus voltar, alguém que seja plenamente perfeito, e verifique se a sua busca por “perfeição”, nos outros, não é uma fuga para encobrir os motivos ocultos dos seus interesses. Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória, ao único Deus, nosso Salvador, por Jesus Cristo nosso Senhor, seja glória, majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, agora e para todo o sempre. Amém. Judas 24 e 25 * Capítulo 21 da Revista Apóstolos e Profetas, da Escola Brasileira de Treinamento Profético e Apostólico, realizada em Campos, RJ, de 24 a 29 de julho/2007. Para estudar/refletir sobre as dimensões desta Escola, em andamento no Brasil e de outros aspectos do melhor entendimento do profético e do apostólico atual, você pode adquirir a Revista, cujo custo é apenas o de produção. Você pode adquirir também os DVDs da Escola e o livro texto, do Dr. Bill Hamon: “Apóstolos, Profetas e os Moveres Vindouros de Deus”, que é o principal texto da literatura evangélica a esse respeito. O Dr. Hamon foi um dos ministradores da Escola. Contato: Av. Alberto Torres, 932 - Parque Corrientes - Campos, RJ - CEP 28053-587 / Tel.: (22) 2732-4799 / 2732-3840 Fax: (22) 2732- 7742 / (22) 9982-1808 / www.apostolicoprofetico.com.br - E-mail: jehova-shammah@uol.com.br
  5. 5. 5 FAÇO UMA COISA NOVA QUE ESTÁ SAINDO A LUZ Discípulo/apóstolo Silas Quirino de Carvalho Vede, eu faço uma coisa nova, que está saindo à luz; não a percebeis? Porei um caminho no deserto, e rios no ermo. (Isaías 43.19) Como parte central da preparação que Deus está fazendo para esta manifestação, encontra-se o processo de RESTAURAÇÃO da plena identidade e consciência apostólico-profética da Sua Igreja, a qual foi sendo diluída, no decorrer histórico, a partir do segundo século. É esta restauração que levará a Igreja de volta à sua devida identidade apostólica própria, tal como se vê em sua inauguração visível pelo Espírito Santo, em Atos 2, e nos anos imediatos. As maravilhas, sinais e prodígios, decorrentes da sua identidade apostólica, vistos naqueles dias, através dos primeiros apóstolos, serão restaurados para este tempo do fim; e mais: numa proporção maior do que as daqueles dias, porque eles estavam no início dos últimos dias (Atos 2.16–21), e a nossa geração está no final destes “últimos dias”, dos quais o Senhor fala. Aquela geração despediu-se de Jesus, que foi elevado às alturas e uma nuvem O recebeu (cf. Atos 1.7–11). E a nossa prepara-se para recebê-Lo em Sua volta, vindo com as nuvens em poder e grande glória (veja Apocalipse 1.6–8). É no contexto desta restauração apostólica, a qual fará parte (e já faz em muitos lugares ao redor do mundo) da experiência, consciência e entendimento de todos os verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, que a igreja finalmente irá entender e vivenciar a plenitude da revelação de Jesus em João 14.12: Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também FARÁ AS OBRAS QUE EU FAÇO. E as fará maiores do que estas, porque eu vou para o Pai. O que Ele diz em Isaías 43.18 e 19 terá o seu cumprimento final para a última geração. Você faz parte dela? Há um elemento significativo que é oportuno discernir nesse processo: Para restaurar esta identidade e consciência apostólica da Igreja, Deus está, primeiramente, restaurando o entendimento espiritual do “apostólico” e os dons e ofícios de profeta e apóstolos (cf. I Coríntios 12.28; Efésios 4.11, 12 e 20) os quais foram sendo perdidos pela Igreja ao longo dos séculos (veja, na revista “Tempos da Restauração de Tudo”, da II Clínica Internacional Bíblico-Profética Jehová-Shammah, o estudo “A Segunda Era Apostólica”, do Dr. Peter Wagner, e nesta revista - Apóstolos e Profetas - o capítulo 14: “O Ressurgimento dos Apóstolos”). Todos sabem que Deus pôs na igreja PRIMEIRAMENTE apóstolos...(I Co 12.28). Neste tempo, Deus, está restaurando esse OFÍCIO, tendo em vista, PRIMEIRO, restaurar a consciência e identidade apostólica da Sua Igreja – é através da unção e ofício de apóstolos e profetas que Deus está restaurando, devidamente, essa identidade apostólica do Seu Corpo. Nesta etapa, que começou na década de 90 *1, este tem sido o papel principal do exercício do dom e ofício de apóstolo porque, antes de “ter apóstolos”, a Igreja é que necessita ser apostólica. À medida que isso for ocorrendo, a unção e os ofícios de apóstolos e profetas serão restaurados e reconhecidos pelas Congregações e crentes que são o Corpo de Cristo, tal como está no Novo Testamento, até chegar à sua plenitude no desfecho escatológico. Um apóstolo é, antes de tudo, um discípulo de Jesus Cristo amadurecido, que pertence e é parte da vida da Sua Igreja. Verdadeiros apóstolos pertencem à Igreja de Cristo, e não a Igreja a eles — são simplesmente expressões da Igreja em ação e atuação apostólica. Isto se vê claramente na relação dos apóstolos Paulo e Barnabé com a Igreja de Antioquia (cf. Atos 13.1-4; 14.26-28 e 15.2 – 3), e com a Igreja de Jerusalém (veja Atos 15.4); também, pela direção e decisão apostólica tomada pela Igreja de Jerusalém a respeito daquela questão gravíssima – Atos 15. (observe que o apóstolo Tiago, que dirigia aquela assembléia de apóstolos, anciãos e toda a igreja -Atos 15.13 – 22, não era o irmão de João, os quais estavam entre os Doze, pois aquele já havia sido morto por Herodes (cf. Atos 12.1,2). Portanto, Deus em Sua perfeita sabedoria e propósitos, está restaurando, em nossos dias, a UNÇÃO e o OFÍCIO de apóstolo, primeiramente tendo em vista a restauração da consciência, identidade e manifestação APOSTÓLICO-PROFÉTICA da Sua Igreja, e, então, trará a plenitude do “apostólico” com os sinais necessários para este tempo do fim, com os apóstolos e profetas devidos, para este tempo. Os que, em nossos dias, têm ouvidos para ouvir o que o Espírito está dizendo às Igrejas, não estão apenas ouvindo isso, mas estão sendo participantes com Ele desse processo. Ouça o que o Espírito diz às Igrejas e se ofereça, preparando-se para ser um ODRE NOVO para Jesus encher com o VINHO NOVO que Ele está derramando. MANIFESTAÇÃO PRÁTICA DO APOSTÓLICO NOS 5 OFÍCIOS DE EFÉSIOS 4.11 Nesta Restauração e Reforma para os últimos tempos, como uma das evidências de que, primeiramente é a IGREJA (a Congregação) que é apostólica, cujo apostólico se manifesta a partir e através dos DONS e OFÍCIOS referidos em Efésios 4.11, cada um destes CINCO ofícios, devidamente exercidos sob o comissionamento de Jesus revelado em 4.7,8, é apostólico no exercício do ministério correspondente, ou seja, todo mestre verdadeiro é um mestre com natureza e dimensão apostólico-profética no exercício do seu ofício. O mesmo ocorre com pastores, evangelistas, e profetas verdadeiros. Todo Apóstolo verdadeiro – primeiramente, demonstra o CARÁTER DE CRISTO em níveis muito altos e visíveis tal como se vê no apóstolo Paulo. Move-se, em variados níveis, em cada uma das dimensões dos demais ofícios e é instrumento do Espírito Santo para “costurar” a relação entre eles nas congregações locais, dando-lhes a cobertura espiritual devida, bem como ministrando conselhos e correções que se façam necessários. De igual forma, agirá com relação a outros desdobramentos desses ofícios para os quais seja reconhecido como apóstolo. O “apostólico”, nos termos bíblicos, e o ofício/ministério do verdadeiro apóstolo, em todas as áreas e níveis, é de natureza essencialmente profética. Romanos 11.33-36! *1 (Alguns que anteriormente têm usado este título e outros que o fazem hoje, não são partes desta restauração - a maioria corresponde aos ODRES VELHOS com outras formas ou expressões). Você pode adquirir esta robusta REVISTA - veja final da página 4.

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