Jogo, Esporte E Brincadeira

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Jogo, Esporte E Brincadeira

  1. 1. JOGO, ESPORTE E BRINCADEIRA Prof. Dr. Alcides Scaglia
  2. 2. A FAMÍLIA DO JOGO <ul><li>Fenômeno JOGO </li></ul><ul><li>ESPORTE X BRINCADEIRA </li></ul><ul><li>Regras rígidas Regras flexíveis </li></ul>
  3. 3. JOGO E CULTURA <ul><li>A história dos jogos/BRINCADEIRAS ressignificados nunca pode ser linear – num sentido evolutivo -, pois cada sociedade (jogadores) atribuía aos jogos/brincadeiras sentidos particulares, próprios do contexto de cada cultura, engendrando então transformação (ressignificação); (não evolução e sim são resultantes consolidadas de re-significações culturais) </li></ul>
  4. 4. O processo de esportivização <ul><li>Neste sentido, posso compreender o advento da esportivização de vários jogos/brincadeiras ocorrida, principalmente, no decorrer do século XIX, como um processo de mudança, porém impregnado por um decisivo fator político/social/econômico (REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E TEMPO LIVRE), o qual gerou profundas transformações na sociedade européia, sendo propício para o surgimento dos esportes modernos e consolidando o Futebol como principal representante (ELIAS & DUNNING, 1992; REIS, 2000; HUIZINGA, 1999). </li></ul>
  5. 5. Jogos/brincadeiras Sociedade inglesa Jogadores Escola FUTEBOL Sociedade Ambiente (condições externas + jogadores) Rebatida ... Pelada... Futsal...
  6. 6. ESPORTE E CAPITALISMO <ul><li>“ As regras fazem parte de um processo crescente de disciplina e adestramento corporal, social e moral através do qual se passou de um aglomerado de indivíduos espalhados correndo atrás de objetos nem sempre esféricos (...) para uma configuração mais estável e ordenada, passível de repetição e continuidade na sua fruição estética, dentro ou fora do campo. Esse fenômeno regulador das atividades lúdicas ocorrido nas sociedades européias fundiu-se com os mecanismos mais abrangentes de processos similares, políticos, econômicos e sociais, de longa duração, que alteraram significativamente as sensibilidades no domínio da sociedade (...) Nesse sentido, esses jogos coletivos com bolas, cada vez mais caracterizados como esportivos, preconizaram na sua dinâmica e fruição, um determinado ethos competitivo que se ambicionava generalizar, o que de fato ocorreu, em consonância com as outras dimensões da sociedade burguesa igualmente regida pelos princípios da equidade competitiva individualista.” (TOLEDO, 2000, p. 20-21) </li></ul>

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