SONETO LXXXIII De: Tere Penhabe
Não chore tanto assim,  que dói em mim. Se lamentas minha ausência,  paciência! Foste tu,  com tua indiferença, enfim que ...
A minha poesia,  chegou tarde demais em outros braços  já encontrei alento se fui, é para sempre,  para nunca mais esse jo...
Estou noutra paisagem,  de verdes mares a brisa que me encanta,  põe magia nos ares e tece o meu amor,  versos sem nostalg...
Como é bela a vida, quando se tem alegria! Quando vão os sonhos, para onde se queria sem dores ou farpas,  sem tantas sang...
SONETO LXXXIII Autora: Tere Penhabe Imagem da internet Música: O Show já Terminou Eduardo Lages   Criação: Tércio A. Ponte...
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SONETO LXXXIII

  1. 2. SONETO LXXXIII De: Tere Penhabe
  2. 3. Não chore tanto assim, que dói em mim. Se lamentas minha ausência, paciência! Foste tu, com tua indiferença, enfim que traçaste o adeus, deste a anuência.
  3. 4. A minha poesia, chegou tarde demais em outros braços já encontrei alento se fui, é para sempre, para nunca mais esse jogo é finito, já não marcas tento.
  4. 5. Estou noutra paisagem, de verdes mares a brisa que me encanta, põe magia nos ares e tece o meu amor, versos sem nostalgia...
  5. 6. Como é bela a vida, quando se tem alegria! Quando vão os sonhos, para onde se queria sem dores ou farpas, sem tantas sangrias...
  6. 7. SONETO LXXXIII Autora: Tere Penhabe Imagem da internet Música: O Show já Terminou Eduardo Lages Criação: Tércio A. Pontes Contato: [email_address] Esta mensagem é reproduçã0 fiel do texto original. Reiniciar Finalizar

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