POEMA DAS DUAS MAOS

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POEMA DAS DUAS MAOS

  1. 1. A você amiga! A paz que eu procuro não está neste horizonte, nem tampouco neste mundo... Não é a paz de ter sossego, não é a paz só de sorrisos. É a paz de ter amigos, de ter mãos para amparar...
  2. 2. É a paz de peito aberto sem ter muito que falar, de olhos vivos e serenos, podendo, sem medo, contemplar... Não sei onde fica o lugar, nem mesmo se um existe, mas eu tenho este caminho e, nos tropeços que eu der esta paz me fará levantar...
  3. 3. Não quero a paz calada, nem o canto das sereias, busco a revoada da passarada e o encanto das areias... Busco o céu coberto de terra, a voz que se agarra à luz a luz que ilumina a voz...
  4. 4. Busco pés que consigam levar-me onde minhas mãos possam servir, onde o chão não seja plantado e os versos não fiquem calados... quero a paz do Universo com o barulho das trombetas e o som do amanhã... quero a paz da sensação simples de ter dado paz...
  5. 5. A você, amigo! Deixe que eu, no espaço do “e”, que entre o hoje e o amanhã lampeja, ajude você a achar aquilo que mais deseja!
  6. 6. Pois ainda que o tempo seja pouco e o mundo, duvidando do que pensa e faz, tenha ficado louco, existe, no mais profundo dos seres humanos, escondido há séculos, há anos, um pote cheio de paz!
  7. 7. Poesias que se completam, escritas por dois amigos Autoria: Irineu e Antoninha Formatação: Vera Lúcia de Siqueira [email_address] Receba belos slides clicando:

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