Gauchesca  Antonio Augusto Coronel Cruz Canto agora nestes versos com meu grito entusiasmado a lida e o povo gaúcho neste ...
Quero falar do chimarrão do churrasco e do gaiteiro da linda prenda cheirosa e do ginete faceiro  Marciano Schmitz.
Das tropas cruzando as coxilhas na toada mansa do tropeiro nos tombos nas domas renhidas e do galpão hospitaleiro Canto o ...
Exalto a história dessa gente valente,  simples e altiva que tem a liberdade como semente brotando da terra nativa  Marcia...
Sendo farrapo, chimango, maragato ou peleador no Paraguai são os rebentos deste Rio Grande os filhos honrando o pai Canto ...
Um tempo de muitas distâncias vencidas num lombo tobiano das frescas sangas de pedras e das noites no chão pampeano  Vendo...
E me vem uma nostalgia infinita dessa vida gaudéria e passada uma amarga solidão sem consolo como a perda da mulher amada ...
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  1. 1. Gauchesca Antonio Augusto Coronel Cruz Canto agora nestes versos com meu grito entusiasmado a lida e o povo gaúcho neste rincão abençoado Marciano Schmitz.
  2. 2. Quero falar do chimarrão do churrasco e do gaiteiro da linda prenda cheirosa e do ginete faceiro Marciano Schmitz.
  3. 3. Das tropas cruzando as coxilhas na toada mansa do tropeiro nos tombos nas domas renhidas e do galpão hospitaleiro Canto o minuano cortante o poncho amigo e o laço a disparada da ema e a boleadeira cortando o espaço Marciano Schmitz.
  4. 4. Exalto a história dessa gente valente, simples e altiva que tem a liberdade como semente brotando da terra nativa Marciano Schmitz.
  5. 5. Sendo farrapo, chimango, maragato ou peleador no Paraguai são os rebentos deste Rio Grande os filhos honrando o pai Canto um tempo iluminado pelas faíscas das adagas pela prata dos arreios e pelos olhares das amadas Marciano Schmitz.
  6. 6. Um tempo de muitas distâncias vencidas num lombo tobiano das frescas sangas de pedras e das noites no chão pampeano Vendo a tapera silenciosa sinto um aperto no peito lembrando o fio do bigode e outras tradições de respeito Marciano Schmitz.
  7. 7. E me vem uma nostalgia infinita dessa vida gaudéria e passada uma amarga solidão sem consolo como a perda da mulher amada Mas sigo alimentando o braseiro e ao patrão do céu peço, sincero, que proteja este mundo campeiro e o grito do quero-quero 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 Imagens Marciano Schmitz. Música : Renato Borguetti - Hino Ao Rio Grande Montagem : [email_address] www.pranos.com.br

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