1205865-283107Escola Mestre Martins CorreiaFicha de Leitura – PortuguêsConstança Branco 12ºA00Escola Mestre Martins Correi...
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  1. 1. 1205865-283107Escola Mestre Martins CorreiaFicha de Leitura – PortuguêsConstança Branco 12ºA00Escola Mestre Martins CorreiaFicha de Leitura – PortuguêsConstança Branco 12ºA<br />25651164583Nome: O Estrangeiro (L’Etranger)Autor: Albert Camus Publicação: 1942Edição/Digitalização: 2000Tipo: Romance00Nome: O Estrangeiro (L’Etranger)Autor: Albert Camus Publicação: 1942Edição/Digitalização: 2000Tipo: Romance<br />36150553302000<br /> <br />46916133585O AutorAlbert Camus nasceu na Argélia em 1913. Foi um romancista e dramaturgo francês. Nascido no ceio de uma família humilde de imigrantes franceses, a sua infância e parte da sua juventude foram passados ​​na Argélia. Inteligente e disciplinado começou a estudar filosofia na Universidade de Argel, Após completar o doutoramento e estar apto a lecionar, a sua saúde impediu-o de se tornar professor pois uma forte crise de tuberculose abateu-se sobre ele. Trabalhou como jornalista por um curto período de tempo num jornal da capital argelina, enquanto viaja por toda a Europa. Em 1940 mudou-se para Paris, onde logo encontrou trabalho como editor em Paris-Soir.Tornou-se conhecido em 1942, quando publicou seu romance curto L’Etranger. Durante a Segunda Guerra Mundial esteve envolvido nos acontecimentos do momento: juntou-se à Resistência e foi um dos fundadores do jornal clandestino Combat, e 1945-1947, seu diretor e escritor. Morreu em França em 1960.00O AutorAlbert Camus nasceu na Argélia em 1913. Foi um romancista e dramaturgo francês. Nascido no ceio de uma família humilde de imigrantes franceses, a sua infância e parte da sua juventude foram passados ​​na Argélia. Inteligente e disciplinado começou a estudar filosofia na Universidade de Argel, Após completar o doutoramento e estar apto a lecionar, a sua saúde impediu-o de se tornar professor pois uma forte crise de tuberculose abateu-se sobre ele. Trabalhou como jornalista por um curto período de tempo num jornal da capital argelina, enquanto viaja por toda a Europa. Em 1940 mudou-se para Paris, onde logo encontrou trabalho como editor em Paris-Soir.Tornou-se conhecido em 1942, quando publicou seu romance curto L’Etranger. Durante a Segunda Guerra Mundial esteve envolvido nos acontecimentos do momento: juntou-se à Resistência e foi um dos fundadores do jornal clandestino Combat, e 1945-1947, seu diretor e escritor. Morreu em França em 1960.<br />46916128521Resumo Meursault é um homem sem grandes ambições, que possui modestos recursos financeiros. Por esta razão decide colocar a mãe num asilo. Um dia recebe a notícia do falecimento da sua Mãe, no entanto, não fica minimamente transtornado e passa logo às questões práticas: pedir emprestada uma gravata preta, almoçar e dirigir-se ao autocarro que o levará ao asilo onde a mãe residia. 00Resumo Meursault é um homem sem grandes ambições, que possui modestos recursos financeiros. Por esta razão decide colocar a mãe num asilo. Um dia recebe a notícia do falecimento da sua Mãe, no entanto, não fica minimamente transtornado e passa logo às questões práticas: pedir emprestada uma gravata preta, almoçar e dirigir-se ao autocarro que o levará ao asilo onde a mãe residia. <br />25651-166149No dia seguinte ao enterro, Meursault resolve ir tomar um banho de mar. Encontra Maria, uma antiga dactilógrafa do seu escritório, com quem se acaba por envolver. Meursault trava conhecimento com Raimund, seu vizinho, e este conta-lhe a história de uma senhora moura, sua amante, que o traiu. Raimund quer-se vingar da sua amante e pede a Meursault que escreva uma carta - isco para a amante – assim que esta aparecer Raimund pretende espanca-la. A moura aparece e a cena que se segue, de espancamento, termina com a polícia. Entretanto o irmão da Moura que fora espancada por Raimund e um grupo de arabes começaram a preseguir Meursault e Raimund, chegando mesmo a ter lugar uma discussão entre os dois amigos e os árabes na qual Raimund puxa do seu revólver, mas quando está prestes a diparar Meursault tira-lho das mãos e guarda-o antes que algo de mal aconteça. Mais tarde enquanto passeava na praia sob um sol abrasador, o mesmo sol ardente do dia em que a mãe fora enterrada, encontra um dos árabes que o costumam preseguir e sem razão aparente dispara sobre ele utilizando o revolver de Raimund. Meusault é interrogado e preso sob a acusação de homicidio.No seu julgamento a acusação chama como testemunha o director do asilo onde a sua mãe estava internada que relata a falta de emoção e a frieza com que Meursault assistiu ao enterro da sua mãe ao ponto de não ter vertido um unica lágrima. Este testemunho parace convencer o juíz que condena Meursault à guilhotina na praça publica. 00No dia seguinte ao enterro, Meursault resolve ir tomar um banho de mar. Encontra Maria, uma antiga dactilógrafa do seu escritório, com quem se acaba por envolver. Meursault trava conhecimento com Raimund, seu vizinho, e este conta-lhe a história de uma senhora moura, sua amante, que o traiu. Raimund quer-se vingar da sua amante e pede a Meursault que escreva uma carta - isco para a amante – assim que esta aparecer Raimund pretende espanca-la. A moura aparece e a cena que se segue, de espancamento, termina com a polícia. Entretanto o irmão da Moura que fora espancada por Raimund e um grupo de arabes começaram a preseguir Meursault e Raimund, chegando mesmo a ter lugar uma discussão entre os dois amigos e os árabes na qual Raimund puxa do seu revólver, mas quando está prestes a diparar Meursault tira-lho das mãos e guarda-o antes que algo de mal aconteça. Mais tarde enquanto passeava na praia sob um sol abrasador, o mesmo sol ardente do dia em que a mãe fora enterrada, encontra um dos árabes que o costumam preseguir e sem razão aparente dispara sobre ele utilizando o revolver de Raimund. Meusault é interrogado e preso sob a acusação de homicidio.No seu julgamento a acusação chama como testemunha o director do asilo onde a sua mãe estava internada que relata a falta de emoção e a frieza com que Meursault assistiu ao enterro da sua mãe ao ponto de não ter vertido um unica lágrima. Este testemunho parace convencer o juíz que condena Meursault à guilhotina na praça publica. <br />2565168698Citações “Por agora, é um pouco como se a mãe não tivesse morrido. Depois do enterro, pelo contrário, será um caso arrumado e tudo passará a revestir-se de um ar mais oficial.” “O mais doloroso da vida de presidiário são os pensamentos de homem livre.”“... nenhum Homem é suficientemente culpado para que Deus não lhe perdoe, mas para isso é necessário que o Homem , pelo seu arrependimento, se transforme como que numa criança, cuja alma está vazia e pronta a acolher tudo.”00Citações “Por agora, é um pouco como se a mãe não tivesse morrido. Depois do enterro, pelo contrário, será um caso arrumado e tudo passará a revestir-se de um ar mais oficial.” “O mais doloroso da vida de presidiário são os pensamentos de homem livre.”“... nenhum Homem é suficientemente culpado para que Deus não lhe perdoe, mas para isso é necessário que o Homem , pelo seu arrependimento, se transforme como que numa criança, cuja alma está vazia e pronta a acolher tudo.”<br />2540031115OpiniãoEu não gostei particularmente de ler este livro pois a o ínicio da história leva-nos a crer que a trama se vai tornar mais complexa e interessante, no entanto a meu ver não é isso que acontece. Fiquei bastante desiludida com a falta de uma explicação lógica para o acto homicida cometido por Meursault, já que a única explicação que nos é fornecida é o forte sol que se faz sentir e que lembra a Meursault do enterro da sua mãe. Será que o fez como uma forma de exprimir a dor que sentiu e que foi incapaz de expressar ou será que o fez pelo puro “prazer” de matar? Nunca chegamos a perceber exactamente o porquê. Por outro lado o que parece condenar Meursault à morte não é a gravidade do seu crime mas sim a sua falta de aptidões socais, já que Meursault, aos olhos da sociedade e da justiça, é culpado por indiferença e insensibilidade, que é confirmada pela passibilidade com que enfrentou o enterro da mãe.00OpiniãoEu não gostei particularmente de ler este livro pois a o ínicio da história leva-nos a crer que a trama se vai tornar mais complexa e interessante, no entanto a meu ver não é isso que acontece. Fiquei bastante desiludida com a falta de uma explicação lógica para o acto homicida cometido por Meursault, já que a única explicação que nos é fornecida é o forte sol que se faz sentir e que lembra a Meursault do enterro da sua mãe. Será que o fez como uma forma de exprimir a dor que sentiu e que foi incapaz de expressar ou será que o fez pelo puro “prazer” de matar? Nunca chegamos a perceber exactamente o porquê. Por outro lado o que parece condenar Meursault à morte não é a gravidade do seu crime mas sim a sua falta de aptidões socais, já que Meursault, aos olhos da sociedade e da justiça, é culpado por indiferença e insensibilidade, que é confirmada pela passibilidade com que enfrentou o enterro da mãe.<br />

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