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Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal realizado por Filipe Feijão

  1. 1. -232410450215Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal<br />Autor(a): Mário Zambujal<br />Editora: Livraria Bertrand<br />Local de edição: Apartado 37 - Amadora<br />Ano de edição: Outubro de 1980<br />Ano de publicação: Maio de 1980<br />Apresentação geral do livro:<br />Relato do quotidiano dos membros de uma quadrilha fora do comum, que recusava o uso de armas de qualquer espécie, tendo, simbolicamente, como chefe um homem com a alcunha de pacifista.<br />Este livro é dividido em nove capítulos que se estruturam do geral para o particular.No primeiro capítulo, intitulado "Quadrilha", são apresentados todos os seus membros que se reúnem pela primeira vez para preparar um assalto que "iria espantar o mundo" - roubo de uma colecção de jóias de René Lalique da Fundação Calouste Gulbenkian.No segundo capítulo é feita a apresentação da personagem Pedro, rapazinho de aldeia, ignorante da História Pátria, mas reconhecido lutador contra a "ditadura da Couve Lombarda" (a professora). Conhecido como "o justiceiro" no submundo do crime, a alcunha deve-se ao facto de ter respondido que D. Pedro mandara plantar o pinhal de Leiria, quando a professora D. Glória lhe perguntou o que fizera este que justificasse o cognome de "justiceiro". Esta resposta provocou uma altercação entre ambos, que resultou na sua expulsão da escola, lançando-o no mundo da delinquência.O terceiro capítulo faz a apresentação de Flávio, que, embora conhecido como "o doutor", nunca acabara o curso de Direito porque foi preso, acusado de desfalque na empresa onde trabalhava. Vergonha de toda a família, esta prisão constituiu um suplício para Flávio, dado o desprezo que sua mulher Zinita lhe devotou. Um reencontro procurado com Renato - companheiro de cela - no bar japonês, introduziu-o no submundo do crime.O quarto capítulo dá conta da evolução da personagem Arnaldo. Conhecido como Arnaldo Figurante, a alcunha resulta da sua participação como figurante numa produção cinematográfica franco-portuguesa a rodar em Portugal. Sem emprego, vivia dos trezentos escudos pagos por cada filmagem. Tendo sido preso por envolvimento numa confusão com a polícia, identifica-se como tendo a profissão de figurante, quando interpelado sobre o assunto.No quinto capítulo Adelaide é-nos apresentada aquando da sua prisão (juntamente com Lina) decorrente da sua profissão de prostituta. Num momento posterior, Adelaide confessa a Lina a sua participação na quadrilha e a prisão do seu companheiro Carlos, que conhecera num baile de bairro e por quem se apaixonou.No sexto capítulo, Silvino conta-nos histórias da sua vida desde a infância. Silvino tinha uma vocação para o roubo desde criança, "Ao que constava da memória de família, o primeiro roubo de Silvino foi a chupeta do irmão gémeo", Silvino, depois de várias tentativas do seu padrinho espanhol, de Málaga, Alonso Gutierrez, para o recuperar, nomeadamente o internamento num colégio interno em Lisboa, foi o último a entrar na quadrilha, embora com a contestação de alguns dos outros elementos.No sétimo capítulo, Renato e Marlene, Filha de uma família de Acrobatas, Marlene vai, por força do destino, encontrar Renato, filho de um feirante. Vivendo a infância no mesmo espaço - o da feira, Renato e Marlene vêm a encontrar-se mais tarde num futuro que também lhes trará dificuldades.No oitavo capítulo, Adiamento, Desaparecimento de Adelaide que resolve mudar de vida, saindo do país com o seu amado Carlos, que, entretanto, for a posto em liberdade. Este desaparecimento provocou um movimento de solidariedade por parte de todo o mundo da marginalidade.E, finalmente, no nono capítulo, Glória e Morte, o assalto concretiza-se com êxito. Contudo, e porque foram traídos por Silvino, a situação evoluiu de forma trágica, obrigando-os a usar armas pela primeira vez. A quadrilha foi desmantelada. Renato foi assassinado e Marlene morreu por não resistir à morte do seu amado.<br />Relação título - livro:<br />O título “Crónica dos bons malandros” deve-se ao facto de este livro contar as histórias engraçadas de um grupo de ladrões que vão fazendo os seus simples assaltos até serem contratados para fazerem um grande assalto.<br />Relação pessoal ao livro: <br />Gostei de ler este livro, pois é um livro pequeno e cómico. Nesta obra são retratados hábitos tão portugueses como a atribuição de alcunhas. Este livro é um livro que não é cansativo, pois não é uma história “chata”, sendo contada de uma forma alegre. <br />Filipe Feijão nº7 12ºA<br />

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