Modelo pca 04_02_2013_ (1)

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Modelo pca 04_02_2013_ (1)

  1. 1. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA   1      Programa de Conservação Auditiva 2013    – PCA –  
  2. 2. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  2  SUMARIO01 DADOS DA EMPRESA02 INTRODUÇÃO 2.1 Apresentação 2.2 Objetivo2.3 Responsabilidades da Empresa2.4 Responsabilidades do Empregado 2.5 Documentos de Referência03 MONITORAMENTO DO RISCO 3.1 Objetivos3.2 Risco e Conseqüência (informativo) 3.3 Monitoramento dos Riscos04 MEDIDAS DE CONTROLE 4.1 Redução de Ruído na Fonte 4.2 Redução de Ruído na Transmissão 4.3 Isolamento de Pessoas 4.4 Recomendações Específicas 4.5 Proteção da Audição 4.6 Educação4.7 Avaliação Médica - Controle Médico05 AUDITORIA 5.1 Objetivo 5.2 Periodicidade06 POLUIÇÃO SONORA6.1 Efeitos da Poluição Sonora no Sono e na Saúde Geral 6.2 Avaliação do Ruído Ambiental 6.3 Legislação Ambiental07 CONSIDERAÇÕESAnexo I: Avaliação de Ruído  
  3. 3. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  3 DADOS DA EMPRESAEMPRESA:ENDEREÇO:C.N.P.J:CNAE: 52.32-1RAMO DE ATIVIDADE:GRAU DE RISCO: 04RELAÇÃO DE EMPREGADOS:CONTRATOINTRODUÇÃO2.1 APRESENTAÇÃOAs exigências de caráter legais e normativas, em relação à segurança no trabalho, sãoconhecidas pela empresa xxx, e a mesma procura atuar de acordo as normas de segurança.A segurança e o bem estar dos funcionários são de fundamental importância para aCompanhia Portuária de Vila Velha, que procura diminuir perdas, acidentes e doenças dotrabalho. Toda movimentação executiva tem que ter embasamento prevencionistas, isto é,nenhum trabalho pode ser feito sem segurança, onde todos recebem treinamentos eorientações específicas para prevenção de acidentes.A empresa xxxx, acompanha e monitora o nível de segurança no trabalho por meio deindicadores mensais de acidentes no trabalho, que são analisados pela alta administração.  
  4. 4. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  4 Fornece equipamentos de proteção individual a seus colaboradores, fazendo toda a orientaçãonecessária e verificando a sua efetiva utilização nas atividades diárias.2.2 OBJETIVOO objetivo deste programa é assegurar a todos os trabalhadores proteção contra ruído, quepossam causar danos ao aparelho auditivo, procurando eliminar ou minimizar a exposição aoruído no local de trabalho. Este programa visa reduzir o ruído ambiental na área onde aempresa se encontra, eliminando o ruído que possa afetar a vizinhança.O PCA vem de uma integração entre o PPRA e o PCMSO como no esquema abaixo:2.3 RESPONSABILIDADES DA EMPRESA a. Fornecer o protetor auricular, conveniente e apropriado, para proteger à saúde do trabalhador. b. Permitir ao empregado, que usa o protetor auricular, deixar a área de risco por qualquer motivo relacionado com seu uso:  Falha do protetor auricular que altere a proteção proporcionada pelo mesmo;  Grande desconforto devido ao uso do protetor ou grande aumento de ruído no local;  
  5. 5. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  5   Mal estar sentido pelo usuário, tais como: dor de cabeça, zumbido no ouvido, dificuldade para se comunicar, e outros;  Trocar componentes do protetor, sempre que necessário.2.4 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADO a. Usar o protetor auricular de acordo com as instruções e treinamentos recebidos. b. Guardar o protetor auricular, de modo conveniente para que não o danifique ou deforme. c. Comunicar aos profissionais de segurança do trabalho, qualquer alteração do seu estado de saúde quanto sua capacidade auditiva. d. Fazer higiene adequada dos protetores auriculares.2.5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA  Norma Regulamentadora - Portaria N. º 3.214/78.  PPRA – Programa de Prevenção de Risco Ambiental.  PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.  Plano de Segurança do Trabalho.  CAT – Comunicação de Acidente do Trabalho. Obs: Este documento é parte integrante do PPRA e PCMSO da empresa.MONITORAMENTO DE RISCOS3.1 OBJETIVOS O objetivo é analisar, acompanhar e monitorar o nível de ruído do ambiente,determinando:  Agentes causadores;  Limites de tolerância;  Nível de exposição ao ruído;  Nível de atenuação adequado.3.2 RISCOS E CONSEQÜÊNCIAS (INFORMATIVO)Ruído – O ruído seja contínuo ou intermitente além de causar desconforto e irritação(estresse) deterioram o sistema auditivo, podendo chegar à surdez completa, sendo quequalquer dano provocado é irreversível.  
  6. 6. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  6 3.3 MONITORAMENTO DOS RISCOSAs avaliações ambientais constam no caderno Laudo de Avaliações Ambientais de Ruído,ANEXO I. Foram registrados os seguintes valores: Nº Ordem Cargos avaliados Lavg dB(A) 01 Ajudante 89,8db(A) 02 Ajudante 95,1db(A) 03 Auxiliar 83,2db(A) 04 Auxiliar Administrativo III 66,02db(A) 05 Eletricista 64,6 db(A) 06 Motorista 82,8 db(A) 07 Mecânico 77,6 db(A) 08 Operador de empilhadeira 80,5 db(A) 09 Operador de empilhadeira 82,0 db(A) 10 Operador de empilhadeira 89,7db(A) 11 Operador de empilhadeira 72,9 db(A) 12 Operador de guindaste 90,6 db(A) 13 Operador de guindaste 67,3 db(A) 14 Operador de guindaste 54,1 db(A) 15 Operador de guindaste 87,5 db(A) 16 Operador de retro escavadeira 89,6 db(A) 17 Operador transporte de diesel 91,1 db(A) 18 Preposto 63,6db(A) 19 Técnico de segurança do 69,6 db(A) trabalho  
  7. 7. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  7 MEDIDAS DE CONTROLE4.1 REDUÇÃO DE RUÍDO NA FONTESugestões de Melhorias  Manutenção em máquinas e equipamentos;  Redução dos efeitos e força de impacto;  Isolamentos entre superfície que vibram e dos dispositivos e máquinas que produzem as vibrações mecânicas que as exercitam;  Redução da radiação do ruído através da alteração das características de ressonância de painéis, redução da amplitude das ressonâncias utilizando materiais amortecedores e/ou enrigecedores, ou mesmo pela redução das áreas das superfícies irradiantes;  Modificação do processo de produção;  Manutenção preventiva e corretiva de máquinas e equipamentos;  Mudanças para técnicas menos ruidosa de operação.4.2 REDUÇÃO DE RUÍDO NA TRANSMISSÃOSugestões de Melhorias  
  8. 8. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA   8   Alteração das posições relativas entre o trabalhador e a fonte, no ambiente e posto de trabalho;  Utilização das características de diretividade da fonte para obter uma orientação que ofereça alguma redução de ruído ao trabalhador;  Barreira, silenciadores, enclausuramentos parciais ou completos podem reduzir a energia sonora;  Alteração das características acústicas do ambiente de trabalho pela introdução de materiais absorventes;  Assentamento com material anti-vibrante, isolamento do posto de trabalho do local de transmissão da vibração. 4.3 ISOLAMENTO DE PESSOAS Sugestões de Melhorias  Revezamento entre ambientes, postos, funções ou atividades;  Posicionamento remoto dos controles das máquinas;  Enclausuramento do trabalhador em cabine tratada acusticamente;  Reposicionamento do trabalhador em relação à fonte de ruído ou do caminho da transmissão durante as etapas da jornada de trabalho. 4.4 – RECOMENDAÇÕES ESPECÍFICAS O ISOLAMENTO ACÚSTICO refere-se a capacidade de certos materiais formarem uma barreira, impedindo que a onda sonora (ou ruído) passe de um recinto a outro, conforme fotos acima. Neste caso se deseja impedir que o ruído alcance o homem. Normalmente são utilizados materiais densos (pesados) como por ex: concreto, vidro, chumbo, etc. A ABSORÇÃO ACÚSTICA trata do fenômeno que minimiza a reflexão das ondas sonoras num mesmo ambiente. Ou seja, diminui ou elimina o nível de reverberação (que é uma variação do eco) num mesmo ambiente. Nestes casos se deseja, além de diminuir os níveis  
  9. 9. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  9  de pressão sonora do recinto, melhorar o nível de inteligibilidade. Contrariamente aos materiais de isolamento, estes são materiais leves (baixa densidade), fibrosos ou de poros abertos, como por ex: espumas poliéster de células abertas, fibras cerâmicas e de vidro, tecidos, carpetes e outros, conforme ilustrada acima.Praticamente todos os materiais existentes no mercado isolam ou absorvem ondas sonoras,embora com diferente eficácia. Aquele material que tem grande poder de isolamento acústicoquase não tem poder de absorção acústica e vice-versa. Alguns outros materiais têm baixopoder de isolamento acústico e também baixo poder de absorção acústica (como plásticosleves e impermeáveis), pois são de baixa densidade e não tem poros abertos. Espumas depoliestireno (expandido ou extrudado) tem excelentes características de isolamento térmico,porém não são recomendados em acústica. A cortiça (muito utilizada no passado) já nãoapresenta os resultados acústicos desejados pelo consumidor da atualidade, e tambémapresenta problemas de higiene e deterioração (é um produto orgânico que se deteriora muitofacilmente).A indústria tem desenvolvido novos materiais com coeficientes de isolamento acústico e/oude absorção muito mais eficientes que os materiais até então considerados "acústicos". Destamaneira tem sido possível se obter, mediante variações de sua composição, resultadosacústicos satisfatórios que atendam as necessidades do usuário.Cada recinto, conforme sua utilização requer critérios bem definidos de Níveis de PressãoSonora e de reverberação para permitir o conforto acústico e/ou eliminar as condições nocivasa saúde. Níveis de Pressão Sonora muito baixa podem tornar o recinto monótono e cansativo,induzindo as pessoas às condições de inatividade e sonolência.Normalmente um bom projeto acústico prevê o isolamento e a absorção acústica utilizadascom critérios bem definidos, objetivando a melhor eficácia no resultado final. Para isto, deve-se levar em consideração o desempenho acústico dos materiais a serem aplicados, sua fixação,posição relativa a fonte de ruído e facilidade de manutenção, sem restringir a funcionalidadedo recinto.A aplicação de um material acústico, fornecido ou utilizado sem critérios rígidos de projeto,não significa a solução do problema.Qual o melhor material acústico? Se o problema é "vazamento" de sons de um ambiente para outro, a solução deve serdirecionada para o uso de materiais "densos", como o concreto, o vidro, o aço, etc. Nestescasos não se deve utilizar materiais do tipo fibras, tecidos, carpetes e similares, pois nãosignificará a solução definitiva. Se o problema é falta de inteligibilidade da palavra falada dentro de um mesmo ambiente, asolução deve ser direcionada para o uso de fibras e/ou espumas de poros abertos. Não se deve  
  10. 10. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  10 utilizar materiais densos ou que sejam impermeáveis ao ar. A melhor solução final,normalmente, requer o uso dos dois tipos (isolantes e absorvedores) de forma muito criteriosa.As características Térmicas e Acústicas dos materiais não são dependentes, o que significaque um bom material que isola termicamente não é necessariamente um bom isolanteacústico, e vice-versa. O "Isopor" (que é ar enclausurado em pequenas células) é um exemplode excelente isolante térmico (para baixas temperaturas) mas não é um isolante acústico.Outro exemplo é o "aço" que é um bom isolante acústico, mas não é bom isolante térmico.4.5 PROTEÇÃO DA AUDIÇÃO4.5.1 ITENS DA LEGISLAÇÃO4.12 ALÍNEA “b” - Competem aos profissionais do SESMT determinar o uso do EPI.6.2 A empresa é obrigada a fornecer EPI’s adequado ao risco.6.3 V - EPI`s quando NPS = ou > do que determinado pela NR-15, anexos I e II.6.4 Compete ao SESMT recomendar ao empregador os EPI’s necessários ao risco.6.6.1 Obriga-se o empregador:• Tipo adequado à atividade;• Treinar para uso;• Obrigar o uso.6.7 Obrigações do empregado• Usá-lo.15.4.1.2 Eliminação da insalubridade: com a utilização de EPI’s.9.3.5.4 Quando comprovado pelo empregador ou instituição, a inviabilidade técnica daadoção de medidas de proteção coletiva ou quando estas não forem suficientes ouencontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação ou ainda em carátercomplementar ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas obedecendo-se à seguintehierarquia: a) medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho:  Afastar do ruído fisicamente;  Diminuir jornada de trabalho. b) utilização de equipamento de proteção individual - EPI.9.3.5.5 A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as normas Legais eAdministrativas em vigor e envolver, no mínimo:  
  11. 11. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  11  a) Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário; b) Programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece; c) Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando a garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas.4.5.2 QUALIFICAÇÃO DO EPITodo EPI deve possuir Certificado de Aprovação (C.A).O EPI, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser colocado à venda, comercializadoou utilizado, quando possuir o Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo Ministério doTrabalho e da Administração - MTA, atendido o disposto no subitem 6.9.3.4.5.3 TIPO DE PROTETORES AURICULARESa) Protetor Tipo Concha ou Auricular As conchas assemelham-se a fones para ouvir música. Os coxins plásticos e macios estão cheios de espuma ou um líquido, e devem se adaptar bem de encontro ao rosto. Se você estiver exposto a ruído muito alto, você pode necessitar de conchas e plugs juntos.  Mantenha os coxins limpos com um pano úmido quando se tornarem sujos. Verifique oscoxins freqüentemente e substitua-os se ficarem duros, desgastados, cortados ou rasgados.Não modifique suas conchas de nenhuma maneira.  
  12. 12. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  12 Vantagens: Único tamanho; Colocação rápida; Pode ser utilizado mesmo com infecções mínimas no canal auditivo; Atenuação uniforme nas duas conchas; Partes substituíveis; Modelos variados.Desvantagens: Desconforto em áreas quentes; Dificuldade em carregar e guardar; Interfere no uso de outros EPIs; Pode restringir movimentos da cabeça; Desconfortável para 8 horas de trabalho; Não recomendado uso com cabelos compridos, barba, óculos, etc.b) Protetores de Inserção ou Plug - Tipo Moldado: Tipo Silicone Tipo Borracha Vantagens  Diversos modelos;  Compatível com outros equipamentos;  Reutilizáveis ou descartáveis;  Pequenos e facilmente transportados e guardados;  Relativamente confortáveis em ambientes quentes;  Não restringe movimentos em áreas muito pequenas;  Pode ser usado por pessoas de cabelos longos, barba e cicatrizes. Desvantagens  Necessidade de diferentes tamanhos;  Movimentos (fala, mastigação) podem deslocar o plug;  Bons níveis de atenuação dependem da boa colocação;  Só pode ser utilizado em canais auditivos saudáveis;  Fáceis de perder.c) Tipo Moldável  
  13. 13. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  13  Vantagens:  De espuma macia, não machuca o ouvido;  Utilizado por pessoas de cabelos compridos, barba, cicatriz;  Se ajusta bem a todos os tamanhos de canais auditivos;  Compatível com outros equipamentos;  Descartáveis;  Pequenos e facilmente transportados e guardados;  Relativamente confortáveis em ambiente quente;  Não restringe movimentos em áreas muito pequenas;  Excelente vedação no canal auditivo. Desvantagens:  Movimentos (fala, mastigação) podem deslocar o plug;  Necessidade de treinamento específico;  Bons níveis de atenuação dependem da boa colocação;  Não recomendado manuseio com mãos sujas;  Só pode ser utilizado em canais auditivos saudáveis;  Fáceis de perder.4.5.4 COMO IDENTIFICAR UM BOM PROTETOR AUDITIVOUm bom protetor auricular deve ter as seguintes características:  Vedação;  Eficiência;  Conforto;  Fácil utilização;  Compatível com outros EPI´s.4.5.5 ESCOLHA DOS PROTETORES AURICULARES  
  14. 14. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  14 Definir o melhor protetor auricular para determinada exposição ao ruído e conforto. A seleçãodo protetor auricular será feita baseada nos seguintes critérios:  A natureza da operação, considerando a atividade do trabalhador e interferência do protetor com outros EPI´s;  Características da exposição – tempo de exposição, nível de ruído, e as características e limitações do equipamento de proteção, como vida útil, preço e fator de atenuação.Os protetores auriculares foram escolhidos usando os parâmetros descritos acima.a) Protetor usado pela empresa Fabricante: AGENA EQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS DE PROTEÇÃO LTDA. Modelo: Protetor auditivo de segurança tipo concha. CA: 4398- Atenuação: vide C.A. – NRR/RC 10 dB.4.5.6 CÁLCULO DE REDUÇÃO DE RUÍDOa) Referência Em conformidade com os critérios adotados pelos: 1) Estudos efetuados pelo órgão dogoverno dos E.U.A., órgão com finalidades semelhantes a FUNDACENTRO no Brasil, aNIOSH-National Institute for Ocupacional Safety and Health (Instituto Nacional para Saúde eSegurança Ocupacional; 2) Normativas do Ministério da Previdência e Assistência Social -MPAS, Instrução Normativa “INSS DC Nº 78/02” de 16/07/02, Artigo 181, Capítulo II,alínea “c”, item 2.1, Norma ANSI S.12.6-1984(NRR); os quais informam a “real” atenuaçãoproporcionada pelos protetores auriculares. Para os cargos acima avaliados expostos a ruído, realizamos o “Cálculo de Atenuação doEPI” uma vez especificado e em uso os protetores auriculares dos fabricantes: AgenaEQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS DE PROTEÇÃO LTDA., CA nº 4398, tipo PLUG,NRR/sf = 14 dB. Para definirmos qual o nível em dB(A) que atinge os ouvidos dos usuáriosao utilizar o mesmo, realizamos as seguintes operações conforme fórmula abaixo: NPSc = NPSa – (NRR x f)Sendo:  
  15. 15. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  15   NPSc = nível de pressão sonora no ouvido em dB(A) quando utilizando-se o protetor.  NPSa = nível de pressão sonora no ambiente de trabalho em dB(C).  NRR = Nível de redução de ruído do protetor – vide CA nas páginas seguintes.  f = Fator de correção de 0,75 para protetor tipo concha.  f = Fator de correção de 0,5 para protetor tipo plug de inserção – espuma moldável.  f = Fator de correção de 0,3 para protetor tipo plug de inserção pré-moldado.A seguir, gráfico que mostra o tempo de uso de um protetor auricular em função de suaatenuação:4.5.7 DISTRIBUIÇÃO DOS PROTETORES AURICULARESa) Objetivo  Estabelecer uma forma única de distribuição dos protetores auriculares.b) Responsabilidades  A distribuição será feita pelo almoxarife que registrará o fato na ficha de EPI do funcionário;  Consta anexo modelos de fichas para devida orientação;  O funcionário deve assinar a ficha e fazer uma inspeção ao receber o protetor auricular, para averiguar possíveis anormalidades;  Em caso positivo, o funcionário deve comunicar o fato ao departamento de segurança do trabalho, que inspecionará o protetor, sugerindo se for o caso a sua substituição.4.5.8 INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO, LIMPEZA E GUARDAa) Objetivos  
  16. 16. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  16   Orientar a todos os funcionários da empresa quanto à limpeza, inspeção, manutenção e guarda dos protetores auriculares.b) Inspeção  Todos os funcionários terão que inspecionar os protetores auriculares antes e após o uso, para averiguar possíveis anormalidades. Caso positivo, o funcionário deve comunicar o fato ao departamento de segurança do trabalho, que tomará as devidas providências.c) Manutenção  Não existe uma política de manutenção uma vez que se optou pela troca por um novo, toda vez que o protetor apresentar defeito.b) Limpeza e higienização  Os protetores auriculares (tipo plug ou abafador) serão limpos e higienizados pelos próprios usuários;  Esse tipo de equipamento é pessoal, e só é devolvido após término de vida útil ou defeito, para efeito de controle.c) Guarda  Os equipamentos de proteção tipo plug devem ser guardados em um lugar; protegidos contra calor, umidade e agentes químicos, porém devem ficar dentro de seu estojo original e ser higienizado antes do uso.  Os equipamentos tipo abafador são embutidos no capacete, logo podem ser guardados em lugares onde ficam pendurados ou em malões, porém deve se tiver uma atenção maior quanto à higienização dos mesmos.4.5.9 USANDO OS EPI´S NO TRABALHORazões pelas quais a atenuação dos EPIs é falha:  Tamanho inadequado;  Pouca inserção;  Problemas de compatibilidade;  Problemas de comunicação;  Criatividade do usuário;  Cerumen, otite externa;  Plugs moldáveis muito reutilizados;  Bandas das conchas perdem a tensão e as almofadas se deterioram;  Falar, bocejar, mascar chicletes desloca o plug para fora;  Limitações físicas do usuário;  Deficiência na reposição;  Treinamento inadequado.  
  17. 17. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  17 4.6 – EDUCAÇÃO  Informar a todos sobre os efeitos danosos do ruído;  Informar claramente o que o PCA deseja realizar;  Descrever como a perda auditiva ocorre e como a proteção deve ocorrer;  Definir os benefícios para o funcionário e para a empresa;  Formas de educação: depende do tamanho da empresa e de seus processos de produção. Algumas opções: d) Encontro um a um: durante o exame periódico; e) Formação de pequenos grupos; f) Encontros regulares de segurança; g) Cartazes, filmes, palestras; h) Competições entre os vários grupos; i) Educadores: pessoas que os empregados reconheçam ser sinceramente interessados e familiarizados com o ambiente de trabalho.4.7 AVALIAÇÃO MÉDICA – CONTROLE MÉDICOa) Objetivos  Determinar parâmetros para admissão e controle periódicos de empregados;  Adotar um parâmetro entre os médicos da empresa, atendendo os funcionários tanto na admissão quanto no controle periódico.b) Exames Médicos  Os exames feitos para avaliação (além dos exames clínicos) são: Audiometria: Onde se detecta alterações provocadas pela exposição ao ruído.Esses exames têm caráter admissional, periódico (com periodicidade contida na Portaria nº24de 29/12/94 do MTb e suas alterações), de retorno (após afastamento maior de 30 dias),mudança de função e demissional (15 dias antes do desligamento da empresa).Obs: Esses exames são feitos por empresa contratada, com procedimentos escritos e detalhados, e que ainda são avaliados pela equipe de medicina do trabalho da empresa.c) Controle médico para detectar precocemente algum dano ocasionado pela exposição ao ruído.O não atendimento às recomendações acima, o colaborador poderá desenvolver a PAIROdurante o tempo de exposição ao ruído. Características da PAIRO (Perda Auditiva Induzida pelo Ruído Ocupacional):  
  18. 18. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  18   Exposição ao ruído ocupacional;  Ser sempre neurosensorial;  Ser quase sempre bilateral;  Irreversível.Uma vez cessada a exposição ao ruído intenso, não haverá progressão da doença.Manifesta-se, primeira e predominantemente, nas freqüências de 6000, 4000, ou 3000Hz ecom o agravamento da lesão, estende-se às freqüências de 8000, 2000, 1000, 500 e 250Hz, asquais levam mais tempo para serem comprometidas.A PAIRO geralmente atinge o seu nível máximo para as freqüências de 3000, 4000 e 6000Hznos primeiros 10 a 15 anos de exposição sob condições estáveis de ruído. Normal Danificadad) Cronograma de Exames Médicos  Conforme um cronograma de acordo com o PCMSO para as admissões e realização dos exames periódicos.AUDITORIA5.1 OBJETIVOAtualizar, regularizar e concertar pontos chave do programa.5.2 PERIODICIDADENR 9.3.5.6 - O PPRA deve estabelecer critérios e mecanismos de avaliações das medidas deproteção, considerando:  Dados das avaliações;  
  19. 19. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  19   Controle médico.Para este programa ser eficiente, ficou definido que haverá um acompanhamento contínuo euma avaliação completa do programa a cada 12 meses (porém o programa PCA está válidoaté 30/06/2011).POLUIÇÃO SONORA6.1 EFEITOS DA POLUIÇÃO SONORA NO SONO E NA SAÚDE GERALDistúrbios do sono e da saúde em geral no cidadão urbano, devidos direta ou indiretamente aoruído, através do estresse ou perturbação do ritmo biológico, foram revistos na literaturacientífica dos últimos 20 anos. Em vigília, o ruído de até 50 dB(A) provoca estresse leve,excitante, causando dependência, e levando a durável desconforto. O estresse degradativo doorganismo começa a cerca de 65 dB(A) com desequilíbrio bioquímico, aumentando o risco deenfarte, derrame cerebral, infecções, osteoporose, etc.Provavelmente a 80 dB(A) já libera morfinas biológicas no corpo, provocando prazer ecompletando o quadro de dependência. Em torno de 100 dB(A) pode haver perda imediata daaudição. Por outro lado, o sono, a partir de 35 dB(A), vai ficando superficial, à 75 dB(A)atinge uma perda de 70% dos estágios profundos.6.2 AVALIAÇÃO DO RUÍDO AMBIENTALPara avaliar o rigor do ruído ambiental em relação ao seu efeito sobre a saúde pública, osprincipais fatores a ser considerados são: Incômodo; Interferência no sono; Perda de audição por indução do ruído; Comunicação da palavra.A combinação dessas quatro avaliações é suficiente para a maioria das situações. Essesmesmos fatores podem proporcionar a direção e relativa avaliação dos procedimentos paraminimizar os efeitos de tensão, diretos e indiretos, responsáveis pela maioria das reclamaçõesrelacionadas com a saúde. Não há evidências de que essas tensões causem ou agravemdoenças clinicamente detectáveis, desde que os níveis de exposição de ruído estejam abaixodaqueles que causam danos à audição.A totalidade de respostas da comunidade, incluindo e integrando todas as interferências deatividades potenciais e os mencionados efeitos na saúde, é melhor avaliada e planejada,baseada nas diretrizes de uso do solo sumarizadas na última seção.Os critérios detalhados vistos na seção 3, sobre as Indicações dos Efeitos dos Ruídos, são paraserem utilizados para avaliações específicas dos efeitos na saúde (isto é, perda de audição  
  20. 20. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  20 induzida pelo ruído ou interferência no sono) ou interferência nas atividades específicas (istoé, atividade escolar ou atividade no lazer) nas localidades específicas. Tais análises de simpleseventos devem suplementar, mas não substituir, a avaliação dos efeitos do nível de exposiçãosonora cumulativa.6.3 LEGISLAÇÃO AMBIENTALa) Níveis de ruído para conforto acústicoCom relação ao conforto acústico no trabalho, apresentamos abaixo uma transcrição parcialda Lei 6.514 de 22/11/77 relativa ao Capitulo V do Titulo II da Consolidação das Leis doTrabalho, relativo à Segurança e Medicina do Trabalho, dado pela Portaria No. 3.751 de 23 deNovembro de 1990, Norma Reguladora Nº 17 - ERGONOMIA, na qual encontramos osparâmetros que permitem a adaptação das condições de trabalho às característicaspsicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar conforto acústico, desempenho esegurança:17.5.2 Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exigem solicitaçãointelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas dedesenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintescondições de conforto:a) Níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, registrada no INMETRO;b) Índice de temperatura efetiva entre 20 e 23 graus;c) Velocidade do ar não superior a 0,75 m/s;d) Umidade relativa do ar não inferior a 40%. 17.5.2.1 Para as atividades que possuam as características definidas no sub-item 17.5.2, mas não apresentam equivalência ou correlação com aquelas relacionadas na NBR 10.152, o nível de ruído aceitável para efeito de conforto será de até 65 dB(A) e a curva avaliação de ruído (NC) de valor não superior a 60 dB. 17.5.2.2 Os parâmetros previstos no sub-item 17.5.2 devem ser medidos nos postos de trabalho, sendo os níveis de ruído determinados próximos à zona auditiva e às demais variáveis na altura do tórax do trabalhador. I. NB‐95 NBR 10152/1987 ‐ TABELA 1 II. dB(A)  III. NC HOSPITAIS    Apartamentos, Enfermarias, Berçarios, Centro cirurgicos. 35 a 45  30  a 40 Laboratórios, Áreas para uso do público. 40 a 50  35 a 45 Serviços.  45 a 55  40 a 50 ESCOLAS    Bibliotecas, Sala de música, Salas de desenho. 35 a 45  30 a 40 Salas de aula, laboratórios.  40 a 50  35 a 45 Circulação.  45 a 55  40 a 50  
  21. 21. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  21  HOTÉIS    Apartamentos.  35 a 45  30 a 40 Restaurantes, Salas de Estar.  40 a 50  35 a 45 Portaria, Recepção, Circulação.  45 a 55  40 a 50 RESIDÊNCIAS    Dormitórios.  35 a 45  30 a 40 Salas de Estar.  40 a 50  35 a 45 AUDITÓRIOS    Salas de Concreto, Teatros.  30 a 40  25 a 30 Salas de Conferências, Cinemas, Sala de Múltiplo uso. 35 a 45  30 a 35 RESTAURANTES    Restaurantes.  40 a 50  35 a 45 ESCRITÓRIOS    Salas de Reuniões.  30 a 40  25 a 35 Salas de Gerência, Projetos e Administração. 35 a 45  30 a 40 Salas de Computadores.  45 a 65  40 a 60 Salas de Mecanografia. 50a 60  45 a 55 IGREJAS E TEMPLOS    Cultos Meditativos.  40 a 50  35 a 45 LOCAIS DE ESPORTE    Pavilhões fechados para espetáculos e atividades esportivas. 45 a 60  40 a 55NOTA: O valor inferior da faixa representa o nível sonoro para conforto, enquanto que o valorsuperior significa a nível sonoro máximo aceitável para a respectiva finalidade.Na forma de medição dos ruídos, a fiscalização pode agir de duas maneiras para constataruma poluição sonora: por vistorias de rotina e/ou por reclamações de cidadão incomodadoidentificável (para a fiscalização e não para o infrator). Na vistoria de rotina constatado um provável excesso de ruído para além do alinhamento doimóvel, pode a fiscalização medir o ruído colocando o aparelho bem no limite do alinhamentodesse imóvel (onde fica o portão, por exemplo) e utilizará para comparação a tabela 1 paraverificar se atende ou não a lei municipal.Condições desta medição em Ambiente Externo  As medições no ambiente externo devem ser efetuadas a 1,20 metros acima do solo e no mínimo a 1,50 metros de paredes, edifícios e outras superfícies refletoras;  A distância do microfone, a qualquer superfície refletiva deve ser no mínimo 3,50 metros;  Quando as circunstancias exigirem, as medições podem ser efetuadas em diferentes alturas e próximo a paredes como preconiza a NBR 10.151;  O microfone deverá estar provido de protetor de vento;  Não deverão ser efetuadas avaliações na ocorrência de precipitação (chuva);  Deve ser evitada a interferência de outras fontes nos níveis de ruído da fonte de avaliação.  
  22. 22. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  22 Na vistoria de reclamação, a fiscalização entra no imóvel do reclamante e efetua a medição doponto onde é maior a poluição sonora, obedecendo as regras abaixo. Do registro de decibéisdeterminados pelo aparelho devem ser descontados (correção por causa de interferências) osvalores da tabela 2 acima.Exemplificando: Uma medição de uma fonte poluidora medida de dentro do dormitório, comjanela aberta, resultou no aparelho 75 dB. A medição resultante corrigida será de 65 dB (75dB medidos menos 10 dB previstos como correção por interferências na tabela 2).Essa medição de 65 dB é que será tomada para comparação com os valores permitidos para azona de uso e horário previstos na tabela acima.As medições em Ambientes Internos devem seguir os procedimentos:  Altura do microfone : 1,20 m a 1,50 m do piso  Distancia mínima das paredes : 1,00 m  Distancia de janelas : 1,50 m  Devem ser realizadas, no mínimo 03 (três) medições separadas 0,50 m uma da outra ou representativo do local  As medições devem ser realizadas nas condições normais de utilização das janelas e portas (abertas e/ou fechadas), do recinto.e) Exemplos de níveis de ruídos: Floresta  18 dB  Quarto de dormir  25 dB  Biblioteca  35 dB  Sala de estar  40 dB  Bate‐papo  58 dB  Barulho  de escriório  65 dB  Rua com tráfego médio 85 dB  Caminhão pesado  90 dB  Britadeira em ação  100 dB  Grupo de rock  110 dB  Decolagem de jato (a 100  metros de distância)  125 dB Ambiente Externo : Avenida, rua, praça, logradouro público a céu aberto;Ambiente Interno: Espaço dentro de uma construção: sala, dormitório;  
  23. 23. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  23 DeciBel (dB): É o valor que representa a pressão sonora exercida num aparelho específicopara este fim. A faixa de audibilidade percebida pelo ouvido humano é ampla e, no limiar dador, alcança 140 dB.Poluição Sonora: É a degradação do ambiente provocada por excesso de ruído. É uma daspiores das poluições ambientais. Ela ocorre sempre que a natureza ou os valores da emissãocontrariem prescrições ou limitações impostas pelas autoridades em conformidade comdisposições legais.É prevista no Código do Meio Ambiente Federal (art. 279) que prevê pena de até 3 anos deprisão ou com pena de multa de até 600 salários mínimos.Ruído: É um som não desejado que pode afetar de forma negativa a saúde e o bem estar deindivíduos ou populações.Som: é uma alteração mecânica que se propaga em forma de movimentos ondulatóriosatravés do ar com algumas características definidas: Intensidade: É a quantidade de energia vibratória que se propaga nas áreas próximas da fonte emissora e Freqüência: É representada pelo número de vibrações completas em um segundo, expressa em Hertz (Hz). Zona de uso: Parte da área do território da Cidade onde são permitidas ou proibidas atividades urbanas (residência, comércio, indústria, serviços ou instituição). Para saber qual a zona de uso de seu imóvel olhe na última linha da folha azul do IPTU onde está escrito "ZONEAMENTO" (Z1 , Z2, ......). A lei indicada em seguida ao zoneamento é a que definiu sua zona de uso.CONSIDERAÇÕESValendo-se da existência das atividades de segurança do trabalho na empresa, acreditamos sero presente trabalho e suas recomendações, de caráter de respaldo técnico complementar aprevenção de acidentes e doenças ocupacionais onde a responsabilidade dos assuntos emquestão e o conhecimento da peculiaridade das atividades laborais serão de grande valia parao sucesso dos programas prevencionistas.Responsável pela empresa  
  24. 24. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  24 Empresa XXX Responsável pela elaboração  Junho de 2010/Junho 2011. Anexo I Avaliação de Ruído  
  25. 25. MODELO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA  25  LAYOUT  

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