Trabalho
sobre a Ucrânia
C.E.Pdro Braile Neto
resende:25/11/13
Professor:Rudolf
aluna:Joice nº17
aluna:Alcimara nº01
turma...
A Imigração Ucraniana no Brasil
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Foi nos primórdios do regime
republicano brasileiro que se intensificou
a imigração ...
 Os primeiros ucranianos a chegarem em grupo ao Brasil, no entanto,
foram oito famílias da Galícia Oriental que chegaram ...
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Assim, já no início deste século, os ucraniano somavam Paraná cerca de
24.000 imigrantes, sem levar em conta um g...
 Após a I Guerra Mundial a imigração voltava a
arrefecer-se. Desta vez o declínio era motivado
também por razões política...
Os Primeiros Sacerdotes
Ortodoxos Ucranianos no Brasil
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Após a I Guerra Mundial, por volta de 1926, chegou ao Brasil ...
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Ainda em 1942, chega ao Brasil, enviado por sua Eminência Ioan Teodorovitch,
metropolita da Igreja Ortodoxa Ucran...
Influência dos imigrantes
Por um vasto período de tempo a população brasileira era, em sua maior
parte, composta por negro...
 O fato das culturas europeias não terem sido reprimidas fez com que,
de maneira geral, a imigração da Europa e de outras...
As condições sociais de
produção das lembranças entre
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Ucrânia
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Ucrania 1007

  1. 1. Trabalho sobre a Ucrânia C.E.Pdro Braile Neto resende:25/11/13 Professor:Rudolf aluna:Joice nº17 aluna:Alcimara nº01 turma:1007
  2. 2. A Imigração Ucraniana no Brasil   Foi nos primórdios do regime republicano brasileiro que se intensificou a imigração no Brasil. Um decreto do Governo Provisório, baixado em junho de 1890, que vigorou por quatro anos, regulava a entrada dos migrantes, concedendo-lhes passagem gratuita com subvenções conseqüentes às companhias marítimas para o seu transporte, distribuindo aos recém chegados lotes de terras nas colônias estabelecidas pelo Governo Federal, de acordo com as administrações estaduais. Assim se deu em 1872 a imigração dos ucranianos, de acordo com o testemunho do Pe. Rafael Krynitzkyi, um dos primeiros missionários basilianos ucranianos no Brasil. Entre estes imigrantes, havia uma família da Ucrânia Ocidental (Galícia), município de Zólotchiv, encabeçada por Nicolau Morosovytch, que veio para trabalhar nas fazendas de café do Estado de São Paulo. O Pe. Rafael encontrou –se com ele em 1914, já velhinho em São Paulo.
  3. 3.  Os primeiros ucranianos a chegarem em grupo ao Brasil, no entanto, foram oito famílias da Galícia Oriental que chegaram em 1891 e fundando a colônia Santa Bárbara, próximo de Palmeira, situada entre as cidades de Curitiba e Ponta Grossa, – PR. (RCBU, Estética Gráphica, Curitiba, 1991). As maiores levas, no entanto, ocorreu sem dúvida em 1895, 1896 e 1897, quando desembarcaram em terras brasileiras cerca de 20.000 imigrantes. Só em 1895, desembarcaram nos portos de Paranaguá e Santos, vindos da Galícia, cerca de 5.500 ucranianos, seguindo daí para os arredores de Curitiba. (Prof. O Buruszenko). Dos que chegaram em 1896, 1500 famílias, ou seja, aproximadamente 8.000 pessoas se dirigiram a Prudentópolis e seus arredores; 800 famílias estabeleceram-se nos arredores de Marechal Mallet e Dorizon; 2.000 imigrantes fixaram-se na colônia de Água Amarela (hoje Antônio Olinto); 80 famílias em Jangada (União da Vitória); 200 famílias procuraram Iracema, região que mais tarde seria anexada ao Estado de Santa Catarina, fundando núcleos coloniais que até hoje subsistem. (Pe. V.N. Burko – pág. 49) Nos anos subseqüentes, 1897-1899, desembarcaram no Paraná mais 300 famílias ucranianas que posteriormente se fixariam nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul .
  4. 4.    Assim, já no início deste século, os ucraniano somavam Paraná cerca de 24.000 imigrantes, sem levar em conta um grande número dos que foram vítimas de epidemias ou pereceram de outros infortúnios. (Prof. O. Boruszenko) De 1901 a 1907 a imigração ucraniana reduziu seu ritmo. Nestes anos, a média de pessoas que entravam no país, provenientes da Ucrânia, era de 700 a 1.000 por ano. O Estado preferido era ainda o Paraná. Alguns, no entanto, procuraram os Estados vizinhos. Mais uma onda de imigração em massa deu-se a partir de 1908 até 1914, constituída na sua maioria de povos oriundos da Galícia, motivados pela campanha brasileira que requisitava mão de obra para a construção da Estrada da Ferro São Paulo-Rio Grande do Sul. Vendo nisto uma oportunidade de trabalho, milhares de ucranianos deixaram seu país vindo buscar aqui no Brasil melhores condições de vida e, se possível, terras baratas. Novos núcleos coloniais eram assim formados nos Estados do Paraná e Santa Catarina, bem como no Rio Grande do Sul, tais como: Guarani, Campinas, Ijuí, Jaguari, Erechim. De um total de vinte mil imigrantes chegados entre 19081914, sabe-se que 18.500 fixaram residência nos estados do Paraná e Santa Catarina, e os demais foram para o Rio Grande do sul e outros Estados. E assim, a imigração ucraniana no Brasil até 1914, totalizava cerca de 45.000 pessoas.
  5. 5.  Após a I Guerra Mundial a imigração voltava a arrefecer-se. Desta vez o declínio era motivado também por razões políticas. De qualquer modo, o número dos que haviam chegado ao Brasil até a II Guerra Mundial não ultrapassou a cifra de 9.000 pessoas. Em seguida a esta guerra, ou seja, a partir dos meados de 1947 até 1951, mais de 7 mil imigrantes ucranianos foram registrados em nossos portos, [...] a maioria, desta vez, dirigia-se para São Paulo, não faltando entretanto os que continuavam preferindo o Paraná ou Rio Grande do Sul. Grupos menores também se estabeleciam nos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro
  6. 6. Os Primeiros Sacerdotes Ortodoxos Ucranianos no Brasil   Após a I Guerra Mundial, por volta de 1926, chegou ao Brasil o primeiro sacerdote ortodoxo ucraniano, Pe. Nicolau Ziombra, casado e, portanto, fazendo-se acompanhar de sua esposa, a Pani-matka Zenaide que lhe auxiliava na catequese às crianças. Começou então a cuidar da Paróquia da Serra do Tigre e das das comunidades nas colônias de Jangada do Sul, Antônio Olinto, Cruz Machado, Joaquim Távora e Iapó, onde veio a falecer em 1942. No ano de 1931 chegou ao Brasil, vindo da China, o Pe. Leôntio Struk, estabelecendo-se inicialmente em São Paulo. Mais tarde mudou-se com sua família para a colônia Marco Cinco, passando a atender também a colônia Jangada do Sul até a ano de 1936. De 1936 a 1939 foi pároco da paróquia Espírito Santo na colônia Jangada do Sul, atendendo também as comunidades de Santa Rosa, Santo Ângelo e Porto Alegre no Rio Grande do Sul; Cruz Machado e Serra do Tigre no Paraná; e Iracema no norte de Santa Catarina. Em 1939 mudou-se para a colônia Gonçalves Júnior (município de Irati). De 1939 até a sua morte em 1942, atendeu as colônias Gonçalves júnior, São Roque, Joaquim Távora, Rancharia (SP) Nova Ucrânia e Apucarana.
  7. 7.    Ainda em 1942, chega ao Brasil, enviado por sua Eminência Ioan Teodorovitch, metropolita da Igreja Ortodoxa Ucraniana dos Estados Unidos, o Pe. Gregório Onysczenko, estabelecendo-se na colônia de Iracema. Este missionário fundou, na colônia Iracema, a primeira paróquia oficial da Igreja Ortodoxa Ucraniana dedicada a São Valdomiro Magno. De 1930 a 1942 fundou e administrou as paróquias de Curitiba, Guajuvira, Iapó, rancharia, Nova Ucrânia e Apucarana. Por motivos ignorados, deixou em 1942 a Igreja Ortodoxa Ucraniana, vindo a falecer logo a seguir. No ano de 1931, a pedido dos colonos de Gonçalves Júnior, foi enviado ao Brasil, pelo Metropolita Teodorovitch, o Protoieréi (Arcipreste) Dmytró Sidckyj. Este missionário fundou oficialmente a Paróquia de São Pedro e São Paulo, em Gonçalves Júnior e a Paróquia de São Roque no município de Ivaí. Desde sua chegada até o ano de 1939 atendia as colônias Gonçalves Júnior, Joaquim Távora entre outras. Em 1939 transferiuse para a colônia Iracema falecendo em 1945. Seus restos mortais permanecem lá até os dias de hoje, naquele município catarinense. No período entre 1930 e 1938, sob a administração do Proto-Presbítero Dmytró Sidleckyj, auxiliado pelos padres Nicolau Ziombra, Leôntio Struk e Gregório Onyszenko, foram fundadas 20 paróquias e missões da Igreja Ortodoxa Ucraniana no Brasil, nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Com o falecimento dos padres Nicolau Ziombra, Leôntio Struk e Dmytró Sidleckyj, e afastamento do Pe. Gregório Onyszczenko, a Igreja Ortodoxa ficou enfraquecida, a ponto de serem todas as paróquias e missões, de 1942 a 1947, atendidas por um único sacerdote, o Pe. Basílio Postolan. Este sacerdote, ordenado em 1941, no Uruguai, pelo Arcebispo Dom Nicolau (Solovei) faleceu em 1986, sendo sepultado em Gonçalves Júnior, onde permanecem seus restos mortais.
  8. 8. Influência dos imigrantes Por um vasto período de tempo a população brasileira era, em sua maior parte, composta por negros e mestiços. Mas com o fim da mão de obra escrava entre os séculos XIX e XX, a imigração europeia para o Brasil foi incentivada tanto para o povoamento territorial de regiões ainda nativas e alvo da cobiça dos países vizinhos, quanto para o trabalho em regime de colonato (semiassalariados). Apesar de o Brasil ser uma colônia portuguesa, quem chegou em maior número foram os italianos. Do sul de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, a população italiana foi se concentrando, principalmente em São Paulo. Em relação à quantidade de imigrantes, logo atrás dos italianos vieram os portugueses e em seguida os alemães, que chegaram em um fluxo contínuo desde 1824. Os últimos se fixaram especialmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, deixando na população muitas de suas influências germânicas. Apesar de estarem em menor número, também chegaram no Brasil imigrantes da Espanha, do Japão, da Polônia, da Ucrânia, da França, da Holanda, do Líbano, da Coréia do Sul e da Suíça, esses últimos vindos em um movimento organizado contratado pelo governo brasileiro para se concentrarem no Rio de Janeiro. Ao contrário do que aconteceu com os índios e africanos, os imigrantes europeus não tiveram problemas em manter e difundir a sua cultura no Brasil. Os que viviam em pequenas propriedades familiares mantinham seus costumes, sua língua e criavam no local uma espécie de cópia das terras que deixaram na Europa. Já os imigrantes que se fixaram nas grandes fazendas e centros urbanos rapidamente se integraram na sociedade brasileira, deixando de lado muitos aspectos de sua herança cultural.
  9. 9.  O fato das culturas europeias não terem sido reprimidas fez com que, de maneira geral, a imigração da Europa e de outras regiões do mundo influenciasse em todos os aspectos a cultura brasileira. A culinária recebeu notável influência italiana, que transforou pratos típicos como a pizza em comida popular no Brasil. Os franceses deixaram grandes contribuições nas artes, os alemães na arquitetura e os imigrantes eslavos e os japoneses deixaram nas técnicas agrícolas.  Apesar dessa variedade de povos interessados no Brasil, a imigração de pessoas deixou de ser frequente a partir de 1970, quando os atrativos de terra boa para o plantio em fazendas brasileiras deixaram de existir com a forte industrialização e as novas oportunidades deixaram de ser interessantes para os povos. Porém, a entrada de imigrantes no Brasil continuou e englobou países como China, Bolívia, Colômbia, Peru e Paraguai. Com essa mudança e com o fortalecimento do processo emigratório, hoje o Brasil não recebe mais influência imigratória tão impactante como acontecia antigamente. Sua cultura miscigenada já possui suas características próprias, sendo em alguns aspectos, como na música e em festas populares, referência no mundo.
  10. 10. As condições sociais de produção das lembranças entre imigrantes ucranianos  O presente artigo propõe um enfoque para o estudo das relações entre "memória" e pertencimento social. A partir de uma crítica dos objetivos e dos instrumentos propostos nas obras de Maurice Halbwachs acerca da "memória coletiva", enceta uma discussão sobre as condições sociais que infletem a produção de lembranças entre pessoas ligadas a uma dada configuração social. São utilizadas como material empírico as lembranças produzidas por imigrantes camponeses de origem eslava – os "rutenos" ou "ucranianos" – a respeito de sua vinda ao Brasil no final do século XIX. O artigo inicia com um estudo crítico das idéias de Halbwachs sobre as relações entre "memória" e "sociedade"; após uma breve apresentação dos imigrantes ucranianos, explora seus relatos em torno de sua imigração para discutir os mecanismos sociais que incidem em suas lembranças em sentidos convergentes ou divergentes entre si; e conclui-se com o exame de algumas implicações da análise empreendida.
  11. 11. como é a vida de estudante na Ucrânia   Este texto tem como objetivo, a partir de uma experiência pessoal, relatar a realidade universitária de uma estudante brasileira na Ucrânia, as dificuldades iniciais, os desafios, a superação dos obstáculos, os aspectos positivos e negativos, vantagens e desvantagens. De certa forma, este texto pode ser considerado também a voz e o sentimento de muitos estudantes na Ucrânia. No Brasil, muitos jovens, descendentes ou não de ucranianos, sonham estudar no exterior. Poucos, porém, conseguem. Não basta sonhar e querer. É preciso, sobretudo, ter coragem e motivação suficientes para enfrentar os desafios que a nova realidade impõem. Diria também, é preciso ter coragem e determinação para lançar-se na aventura de fazer novas experiências de aprendizado, de convivência com pessoas de visão filosófica e de mundo diferente e, até mesmo, com nível de conhecimento superior ao de muitos jovens brasileiros
  12. 12.  No início, tudo é muito difícil. A dificuldade de falar a língua ucraniana, de comunicar-se com as pessoas na rua e com os colegas na universidade, de adaptar-se a uma realidade estranha e diferente, de pedir ajuda, pois estrangeiros nem sempre são bem vistos e, às vezes, ser tratado com desprezo e grosseria.  Se num mesmo país existem diferenças culturais enormes, então, o que dizer de continentes diferentes? Onde está o Brasil e onde está a Ucrânia? Além da distância geográfica, existe também uma enorme distância cultural. Costuma-se dizer que os desafios movem o mundo, posi forçam a busca de uma motivação a mais para conhecer aquilo que ainda não se conhece, de aprender coisas novas, de trocar experiências, de fazer experiências novas.
  13. 13.  Quinze ou vinte anos atrás, quem, dos jovens brasileiros descendentes de ucranianos, pensava estudar na Ucrânia? Era algo não só impossível, mas impensável. Hoje é realidade que tornou-se possível graças ao Projeto da Representação Ucraniana Brasileira, conduzido pelo seu Presidente, Dr. Vitório Sorotiuk. É uma oportunidade que se abre para muitos jovens das comunidades e colônias ucranianas no Brasil. É claro, para alguns pode ser um privilégio, para outros a realização de um sonho, para muitos uma grande frustração. Na minha opinião, a questão de estudar na Ucrânia precisa ser pensada muito além de uma oportunidade profissional ou de realização de sonhos pessoais, mas também como uma necessidade de troca, e de contribuição com a comunidade ucraniana do Brasil, ou seja, de partilhar as aquisições culturais com os patrícios do Brasil.
  14. 14.  Aqui na Ucrânia é muito valorizada a bagagem cultural que cada brasileiro traz e, frequentemente somos desafiados. Nos debates e mesmo nas conversas informais, afloram perguntas sobre o Brasil e sobre a imigração ucraniana no nosso país. É necessário ter um bom conhecimento sobre essas realidades, pois quem vem para cá tem o compromisso de representar o nosso país e o grupo ucraniano, principalmente quando diz “я з Бразилії»! Diga-se de passagem, temos passado por situações bastante constrangedoras diante de perguntas provocativas e comentários depreciativos a respeito do Brasil. É nesses momentos que a gente sente orgulho de ser brasileiro.  A Ucrânia, um país de mais de mil anos de história, antiga e rica arquitetura e construções centenárias, oferece um ensino de qualidade e de nível igual ao dos países europeus. Aqui está umas das mais antigas universidades europeias – a Universidade Nacional Taras Shevchenko, por exemplo.
  15. 15.  O ensino funciona em período integral. O estudante passa a maior parte do dia na Universidade: em sala de aula, na biblioteca ou participando de seminários, debates, conferências e outros expedientes acadêmicos. Estudar aqui é dedicação total. A rotina acadêmica consome o dia todo – como dizemos no Brasil, é muito “puxado”. O ano letivo inicia-se em setembro e vai até final de junho. A Faculdade de História Geral da Universidade Católica de Lviv, por exemplo, oferece cursos de várias línguas, como latim, inglês, grego, língua eslava antiga (caso seja preciso ler documentos antigos), alemão, italiano e russo. Em cinco anos, que é o tempo de duração do curso, o estudante tem chances de aprender várias línguas ou pelo menos o necessário para poder dar conta dos conteúdos das disciplinas e das leituras obrigatórias em língua estrangeira.
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