Universidade Lusíada, Porto 16 NOV 2012, Dia do desassossegoMAKE BETTER CITIES José Carlos Mota, Departamento de Ciências ...
1.CIDADES
VIVEMOS EM CIDADES
O QUE É UMA CIDADE? OBJECTO (FÍSICO)? PALCO (ACTIVIDADES SOCIAIS OU ECONÓMICAS)? CAUSA OU OBJECTIVO (CÍVICO E POLÍTICO)?
DEFINIÇÃO JURÍDICA DE                CIDADE (EM PORTUGAL)                      Uma vila só pode ser elevada à categoria de...
CIDADES EM PORTUGAL
CIDADES EM PORTUGAL(2001)“Ranking”as maiores (>50mil)   “Ranking”as menores (<3 mil)1. Lisboa - 565.000 hab        Tarouca...
2. CIDADESCRIATIVAS
CIDADES DIGITAIS                   (papel da tecnologia)
CIDADES INOVADORAS           (papel dos agentes económicos)
CIDADES DOCONHECIMENTO(papel das Universidades)
CIDADES INTELIGENTES           (territórios com capacidade de           aprender e inovar, baseadas na           criativid...
CIDADES CRIATIVAS           (cidades da cultura e da criatividade)
CIDADES CRIATIVASA abordagem sobre cidades criativas desenvolvida por RichardFlorida (2003) refere a importância de pensar...
INDÚSTRIASCRIATIVASForam definidos os seguintes segmentospara o sector criativo: Publicidade,Arquitectura, Artes e Antiquá...
TRÊS DESAFIOS PARA        UMA CIDADE CRIATIVA Câmara, 2007)                           (António “as cidades têm de         ...
TRÊS DESAFIOS PARAUMA CIDADE CRIATIVA       Ingredientes – 3 ou 4T’s      (que ingredientes únicos oferece?)              ...
3.   CIDADESCOLABORATIVAS
Assegura formas de                 negociação e         ‘responsabilização’ na                        decisão     Dar a po...
Inteligência  colectiva
CIDADESCOLABORATIVASComunidades de AprendizagemMobilizam diferentes saberes (científicose empíricos)Respondem a problemas ...
CIDADES COLABORATIVAS     O lugar dos movimentos cívicos urbanosTensões  As cidades como palco da  mobilização cívica (de ...
CIDADES COLABORATIVAS      O lugar dos movimentos cívicos urbanosIntenções As cidades como palco de mobilização cívica
O lugar dos movimentos cívicos urbanos na crise dehoje e no futuro de amanhã
As cidades são uma das principaisheranças que recebemos daprodução colectiva… expressamdiferentes formas de vivência econf...
4.CRISE
O momento actualEstranho           • ‘A maior crise damundo             Europa desde a II onde        GG’           •   Je...
Estranho   Economia Mundial           •Só 2% dosmundo            fluxos onde       mundiais devivemos            capitais ...
O ‘problema português’Estranho           •   Forte correlação entre a a               ‘desigualdade de rendimentos’ e amun...
O ‘problema português’Estranho   •    A dificuldade de pensar                global (por razões várias,                pol...
Políticas públicas desajustadas   A           •   ‘O investimento público fez o               contrário do que devia; deu ...
O momento actual   A           • ‘Vivemos o fim de uma das crise!      maiores narrativas do 25 de             Abril e que...
A crise!           • Como ir para além             do debate sobre a  em         culpa?           • Que novosPortugal     ...
Respostas   Cortes, correcções e               ajustamentos [resposta    à          imediata]  crise!    • Redução da dívi...
Novasrespostas   E quanto ao crescimento?   à        • Como vamos criar              empregos e riqueza, que crise?       ...
5. ASCIDADESNA CRISE
CIDADES E A CRISE             Plano B para PortugalPrecisamos   [plano de ajuda interna] de um       • Uma nova forma de  ...
CIDADES E A CRISEPrecisamos   Inspiração - Plano B de um                Relevância do local                (proximidade,Pl...
Não estamos sozinhos[âmbito nacional]• US Urban Policy –  American Jobs Act &  American Recovery  and Reinvestment Act• Eu...
Não estamos sozinhos[âmbito local]•   Agenda for Prosperity - Toronto    (Canada);•   Ten Steps to Save the Cities (UK);• ...
2. promovidos por cidadãos ou de grupos        de cidadãos (bairro/rua), para a comunidade                                ...
6.INTERVENÇÕES  LOW-COST EM CIDADES
Inspirações              Residências Artísticas em lojas devolutas (1/3/6 meses); Oferecer a montra vazia para a valorizaç...
Inspirações              Ateliers artísticos/empresas/associações aproveitando fábricas devolutas                  (Seres ...
Inspirações              Habitação Low-Cost (Porto) – estimular mercado de arrendamento nas zonas                  antigas...
Inspirações              Manobras no Porto              Animação do centro!
Inspirações         http://www.guerrillagardening.org/                Jardinagem de Guerrilha
Inspirações              Vias Recreativas aos domingos;
Inspirações              Re-make (ilustração de textos em espaço público – José Luís Peixoto);
Inspirações              ALIMENTAÇÃO LOCAL – LOCAL FOOD
Inspirações              CicloRia – mobilidade ciclável de lazer
Inspirações              LisBoa Ideia, discussão colaborativa
7.PLANEAMENTOCOLABORATIVO DE CIDADES
O futuro não se prevê,     constrói-se!
Movimento ‘Cidades pela Retoma’ 2011 - https://www.facebook.com/CidadespelaRetoma & http://noeconomicrecoverywithoutcities...
partir das comunidades e dos                         cooperação; capacitação;poderes locais (‘do futuro’);                ...
PODER LOCAL                 (DO FUTURO)                                          ASSOCIAÇÕES E                            ...
1.º                                                    2.º          COMUNIDADE E/OU             GRUPO           PODERES LO...
Estimular o envolvimento dos cidadãos, actores locais eresponsáveis na reflexão conjunta sobre o futuro doseus bairro, fre...
Roteiro         Itinerante         de Participação[DIALOGAR]   palco colaborativo de reflexão e acção sobre os problemas e...
José Carlos Mota, Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território                  Universidade de Aveiro (jcm...
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  1. 1. Universidade Lusíada, Porto 16 NOV 2012, Dia do desassossegoMAKE BETTER CITIES José Carlos Mota, Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território Universidade de Aveiro (jcmota@ua.pt ) http://jcmworks.blogs.sapo.pt/
  2. 2. 1.CIDADES
  3. 3. VIVEMOS EM CIDADES
  4. 4. O QUE É UMA CIDADE? OBJECTO (FÍSICO)? PALCO (ACTIVIDADES SOCIAIS OU ECONÓMICAS)? CAUSA OU OBJECTIVO (CÍVICO E POLÍTICO)?
  5. 5. DEFINIÇÃO JURÍDICA DE CIDADE (EM PORTUGAL) Uma vila só pode ser elevada à categoria de cidade quando conte com um número de eleitores, em aglomerado populacional contínuo, superior a 8.000 e possua, pelo menos, metade dos seguintes equipamentos colectivos: - instalações hospitalares com serviço de permanência; - Farmácias - corporação de bombeiros - casa de espectáculos e centro cultural - museu e biblioteca - instalações de hotelaria - estabelecimentos de ensino preparatório e secundário - estabelecimentos de ensino pré-primário e infantários - transportes públicos, urbanos e sub-urbanos - parques ou jardins públicosLugares com mais de No entanto, "razões de ordem histórica, cultural e arquitectónica2 500 habitantes, poderão justificar uma ponderação diferente dos requisitos2001 enumerados“ anteriormente. (Lei n.º 11/82 de 2 de Junho)
  6. 6. CIDADES EM PORTUGAL
  7. 7. CIDADES EM PORTUGAL(2001)“Ranking”as maiores (>50mil) “Ranking”as menores (<3 mil)1. Lisboa - 565.000 hab Tarouca – 1.111 hab2. Porto – 263.131 hab Santana – 1.336 hab3. Gaia – 178.255 hab Trancoso - 1.457 hab4. Amadora – 175.872 hab Sabugal – 1.936 hab5. Braga – 109.460 hab Miranda Douro - 1.960 hab6. Almada – 101.500 hab Meda – 2.004 hab7. Coimbra– 101.069 hab Praia da Vitória – 2.315 hab8. Funchal – 100.526 hab Pinhel – 2.578 hab9. Setúbal – 89.303 hab VN Foz Coa - 2.823 hab10. Agualva-Cacém – 81.845 Anadia – 3.034 hab hab11. Queluz – 78.040 hab12. Aveiro– 55.291 hab13. Guimarães – 52.181 hab14. Odivelas -50.846 hab
  8. 8. 2. CIDADESCRIATIVAS
  9. 9. CIDADES DIGITAIS (papel da tecnologia)
  10. 10. CIDADES INOVADORAS (papel dos agentes económicos)
  11. 11. CIDADES DOCONHECIMENTO(papel das Universidades)
  12. 12. CIDADES INTELIGENTES (territórios com capacidade de aprender e inovar, baseadas na criatividade dos seus habitantes, instituições e das suas infra- estruturas tecnológicas) – Innovation Hubs
  13. 13. CIDADES CRIATIVAS (cidades da cultura e da criatividade)
  14. 14. CIDADES CRIATIVASA abordagem sobre cidades criativas desenvolvida por RichardFlorida (2003) refere a importância de pensar o futuro das cidadesde forma diferente.(ingredientes… 3T+1T)… novas políticas ligadas à criatividade numa aposta quevisa a atracção e a fixação de talentos, e a capacidade dedesenvolver ou tirar partido da tecnologia(universidades e empresas inovadoras) para estimular odesenvolvimento das cidades, apoiada numa atitude detolerância que valorize a diversidade social e cultural; eque valorize os recursos territoriais;Com base neste conjunto de indicadores ele desenvolveu umestudo e estabeleceu um ranking das cidades (mais) criativas (…);
  15. 15. INDÚSTRIASCRIATIVASForam definidos os seguintes segmentospara o sector criativo: Publicidade,Arquitectura, Artes e Antiquários,Artesanato, Design, Design de Moda,Cinema e Vídeo, Software Interactivo deEntretenimento, Música, ArtesPerformativas, Edição, Software eServiços de Informática, Televisão eRádio.Refere-se ainda que existem tambémrelações económicas com outrosdomínios, tais como Turismo, Museus eGalerias, Património e Desporto.Fonte: http://www.culture.gov.uk/Indústrias Criativas
  16. 16. TRÊS DESAFIOS PARA UMA CIDADE CRIATIVA Câmara, 2007) (António “as cidades têm de “estas devemexplorar os factores transformar-se emque as diferenciam” laboratórios vivos, espaços de aventura e EXPERIMENTAÇÃO” “devem apostar no desenvolvimento de estratégias COLABORATIVAS (que mobilizem os cidadãos e que tirem partido das tecnologias disponíveis)”.
  17. 17. TRÊS DESAFIOS PARAUMA CIDADE CRIATIVA Ingredientes – 3 ou 4T’s (que ingredientes únicos oferece?) + Receita (como combiná-los de forma inovadora?) + Saber Fazer (quem faz?) = FAZER CIDADE DE FORMA CRIATIVA
  18. 18. 3. CIDADESCOLABORATIVAS
  19. 19. Assegura formas de negociação e ‘responsabilização’ na decisão Dar a possibilidade de dar a voz e ouvir os cidadãos; eventualmente dar conselhos; não assegura que se tenha em conta a sua opinião; Permitir que os detentores do poder ‘eduquem’ ou ‘curem’ os cidadãos;‘Ladder of citizen participation’ (ARNSTEIN, 1967)
  20. 20. Inteligência colectiva
  21. 21. CIDADESCOLABORATIVASComunidades de AprendizagemMobilizam diferentes saberes (científicose empíricos)Respondem a problemas ounecessidadesDesígnio comum & interesse colectivoOrganizam um quadro comum para aacçãoCo-responsabilizam pela suaimplementação
  22. 22. CIDADES COLABORATIVAS O lugar dos movimentos cívicos urbanosTensões As cidades como palco da mobilização cívica (de Tahrir a Madrid, de Luanda a NY)
  23. 23. CIDADES COLABORATIVAS O lugar dos movimentos cívicos urbanosIntenções As cidades como palco de mobilização cívica
  24. 24. O lugar dos movimentos cívicos urbanos na crise dehoje e no futuro de amanhã
  25. 25. As cidades são uma das principaisheranças que recebemos daprodução colectiva… expressamdiferentes formas de vivência econflito estando no seu DNA asua gestão através da dimensãocívica.As cidades podem afirmar-secomo um laboratório vivo degestão de conflitos, um teste àmobilização colectiva pararesolver problemas (ambientepropício para a criação deinovação social pertinente,profunda e criativa)
  26. 26. 4.CRISE
  27. 27. O momento actualEstranho • ‘A maior crise damundo Europa desde a II onde GG’ • Jean-Claude Trichet, BCE, Reuters, 4Out2011vivemos • ‘Corretor diz que quem manda no mundo é a Goldman Sachs’ • Alessio Rastani, BBC 27.09.2011
  28. 28. Estranho Economia Mundial •Só 2% dosmundo fluxos onde mundiais devivemos capitais estão relacionados com economia real • Boaventura Sousa Santos, ‘Portugal, ensaio contra a auto-flagelação’ 2011
  29. 29. O ‘problema português’Estranho • Forte correlação entre a a ‘desigualdade de rendimentos’ e amundo ‘confiança interpessoal’; • Maiores diferenças de rendimentos e a maior desconfiança interpessoal; onde • Desigualdade de rendimentos • -> os interesses instalados e as capelinhas’;vivemos • Desconfiança • -> dificuldade de desenvolver um projecto colectivo (substituído pela ‘vontade do líder’); • -> a troca da confiança pela lealdade To tal • André Barata, 31.03.2011, SEDES citando 40,0 Wilkinson and Pickett 2009 Outro s inac tivos 20,0 0,0 Empregado s Por tugal Espanha Elevada taxa de risco de pobreza, após Reformado s Desempregado s • transferências sociais (% do total da Total população respectiva, Dezembro 2010) Fam. c/crianças 40,0 20,0 Homem só Portugal 0,0 Espanha Fam. s/crianças Mulher só Fam. monoparentais
  30. 30. O ‘problema português’Estranho • A dificuldade de pensar global (por razões várias, políticas, culturais,…) e demundo agir local; • Portugal o segundo país não- onde micro da EU com menor despesa local e regional (pior é a Grécia, depois Irlanda)vivemos • Regiões: 4,45%; Municípios: 10,11%; Freguesias: 0,14% DEXIA / CEMR Fev 2011, Council of European Municipalities and Regions, Despesa Pública Sub-Nacional, dados 2008
  31. 31. Políticas públicas desajustadas A • ‘O investimento público fez o contrário do que devia; deu crise! orientações de rentabilidade ao investimento em não transaccionáveis (obras públicas), desqualificando a mão de obra’; em • ‘Acreditou-se que a revolução tecnológica ia mudar o paradigma de produtividade e de modernizaçãoPortugal da sociedade portuguesa’; • ‘Orientações ‘bipolares’ da Comissão Europeia: Keynesianas (fomentar intervenção e investimento público) logo seguidas de forte austeridade (contenção de investimento público)’; • Prof. António Figueiredo [Economia com futuro, 30.09.2011]
  32. 32. O momento actual A • ‘Vivemos o fim de uma das crise! maiores narrativas do 25 de Abril e que alimentámos durante anos que era a esperança na melhoria da qualidade de vida dos em portugueses’ • ‘o presente momento vai trazer uma série dePortugal modificações (na maneira de viver, no consumismo, como se olha para a política, nas relações entre as pessoas)’[no fundo, nas diferentes formas de organização colectiva] • José Gil, filósofo
  33. 33. A crise! • Como ir para além do debate sobre a em culpa? • Que novosPortugal caminhos temos de trilhar?
  34. 34. Respostas Cortes, correcções e ajustamentos [resposta à imediata] crise! • Redução da dívida pública; • Cortes no Investimento Público; em • Aumento de impostos (contribuintes &Portugal empresas); • Cortes nos salários; • Redução do número de funcionários públicos;
  35. 35. Novasrespostas E quanto ao crescimento? à • Como vamos criar empregos e riqueza, que crise? nos permita pagar a dívida e evitar a crise social? • Será um desafio para as empresas, para o Estado ou para a sociedade portuguesa? em • E como vamos mobilizar a sociedade para responderPortugal a este desafio? Como podemos aprender com outras mobilizações? • E o papel da cidades?
  36. 36. 5. ASCIDADESNA CRISE
  37. 37. CIDADES E A CRISE Plano B para PortugalPrecisamos [plano de ajuda interna] de um • Uma nova forma de pensar o futuroPlano B colectivo e o desenvolvimento económico e social, construído a partir da escala local - das cidades (num momento em que se discute o futuro do Poder Local)
  38. 38. CIDADES E A CRISEPrecisamos Inspiração - Plano B de um Relevância do local (proximidade,Plano B cidadania/inovação social, cosmopolitismo/multicult uralismo, bem Carta Estratégica de Lisboa estar/placemaking, accountability; ‘economia das cidades’), mas com estratégia e planeamento (visão global para o local; inserção em redes); ‘Das 20 propostas para saída da crise, oito são claramente locais!’ New Economic Foundation, 2008
  39. 39. Não estamos sozinhos[âmbito nacional]• US Urban Policy – American Jobs Act & American Recovery and Reinvestment Act• Europa 2020 - Smart, Sustainable and Inclusive Economy & Territorial Cohesion
  40. 40. Não estamos sozinhos[âmbito local]• Agenda for Prosperity - Toronto (Canada);• Ten Steps to Save the Cities (UK);• New economy: Growth and prosperity for Manchester (UK);• City Relationships: Economic linkages in Northern city regions (UK)• Urbact Cities Facing the crisis;• Driving economic recovery: The Core Cities – A new partnership with government• Portugal, futuro(s) das cidades e do território: competitividade e sustentabilidade exercícios de cenarização para discussão (DPP/ANEOP, 2011)• Cidades e Desenvolvimento (CGD, 2011)• Low-Cost & High-Value Ideas for Cities;• Rede Iberoamericana Comunidades, Territórios & Economia Cultural e Criativa;
  41. 41. 2. promovidos por cidadãos ou de grupos de cidadãos (bairro/rua), para a comunidade 3. sustentados1. Ideias de em passospequena escala, experimentaisligeiros, rápida e incrementaisexecução,efeito visível ebaratos 4. apoio low- profile das instituições e comunidades6. com RF locais eregionais 5. com talentos e RH locais e regionais
  42. 42. 6.INTERVENÇÕES LOW-COST EM CIDADES
  43. 43. Inspirações Residências Artísticas em lojas devolutas (1/3/6 meses); Oferecer a montra vazia para a valorização de um talento ou competência local; com troca de pequenas obras/limpezas;
  44. 44. Inspirações Ateliers artísticos/empresas/associações aproveitando fábricas devolutas (Seres – Caldas da Rainha);
  45. 45. Inspirações Habitação Low-Cost (Porto) – estimular mercado de arrendamento nas zonas antigas das cidades; Co-work (espaços de trabalho colaborativo);
  46. 46. Inspirações Manobras no Porto Animação do centro!
  47. 47. Inspirações http://www.guerrillagardening.org/ Jardinagem de Guerrilha
  48. 48. Inspirações Vias Recreativas aos domingos;
  49. 49. Inspirações Re-make (ilustração de textos em espaço público – José Luís Peixoto);
  50. 50. Inspirações ALIMENTAÇÃO LOCAL – LOCAL FOOD
  51. 51. Inspirações CicloRia – mobilidade ciclável de lazer
  52. 52. Inspirações LisBoa Ideia, discussão colaborativa
  53. 53. 7.PLANEAMENTOCOLABORATIVO DE CIDADES
  54. 54. O futuro não se prevê, constrói-se!
  55. 55. Movimento ‘Cidades pela Retoma’ 2011 - https://www.facebook.com/CidadespelaRetoma & http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ MIGUEL BARBOT | RODRIGO CARDOSO | FRANCISCO FLORIDO | VÍTOR SILVA | JOSÉ CARLOS MOTA | FERNANDO NOGUEIRA | GONÇALO SANTINHA | SUSANA LOUREIRO | CATARINA RODRIGUES | GIL RIBEIRO | FREDERICO LUCAS | RUI MATOSO |JOÃO SEIXAS | MÁRIO ALVES | BRUNO LAGE | JORGE REIS | PATRÍCIA ROMEIRO | MIGUEL TORRES | DANIELA AMBRÓSIO | JOAQUIM PAVÃO | GIL MOREIRA ContextoMovimento • Iniciativa cívica colectiva dedicada a discutir o papel das cidades e das suas comunidades em momentos de transição social e económica, e aCidades reflectir sobre práticas urbanas e o futuro da cidadania. • Núcleo duro de 20 pessoas (Porto, Aveiro, pela Coimbra, Guarda, Covilhã, Torres Vedras, Lisboa e Faro); • Organiza debates/conferências (Porto, Faro eRetoma em Lisboa) e tem vindo a produzir reflexão; • Desenvolve o projecto Global City 2.0 – uma rede de movimentos cívicos de cidade à escala mundial, com parceiros internacionais (Brasil, Espanha, Argentina, Itália, Reino Unido, EUA, Austrália e Estónia) e uma rede de especialistas/interessados; • Lançamento público em 18 de Abril 2011, com colóquio de Saskia Sassen e João Ferrão; • Site www.globalcitynetwork.org/ oferecido pela empresa Ponto-C, de Aveiro (no âmbito do Ano Europeu Voluntariado); • Mailing-list (https://groups.google.com/group/cidadespela retoma), Facebook (https://www.facebook.com/CidadespelaReto ma) e blogue (http://noeconomicrecoverywithoutcities.blog s.sapo.pt/)
  56. 56. partir das comunidades e dos cooperação; capacitação;poderes locais (‘do futuro’); experimentação eenfoque em acções cirúrgicas; aprendizagem;ideias paratransformar LOCAL COLABORATIVA gerar riqueza, emprego;as cidades; contribuir paravalorizem a coesãorecursos e social; iniciar asaberes ‘transição’;(científicos elocais) emdiferentes AGENDA ALIANÇAdomínios:economiacultural e RETOMAcriativa,construçãosustentável,envelhecimento activo,mobilidade alinharsustentável, movimentos ealimentação; instituições com interesses comuns
  57. 57. PODER LOCAL (DO FUTURO) ASSOCIAÇÕES E ORGANIZAÇÕES CIDADES, CIDADÃOS ALIANÇA pelas ARTE/CULTURA, CIÊNCIA, DESENVOLVIMENTO E VIZINHOS CIDADANIABAIRRO, RUA, CIDADE CIDADES ACTORES ECONÓMICOS DAS UNIVERSIDADES E CIDADES INVESTIGADORESQuem pode participar na aliança?Quantas alianças se podem criar?
  58. 58. 1.º 2.º COMUNIDADE E/OU GRUPO PODERES LOCAIS DINAMIZADOR E REFLEXÃO COORDENADOR ESTRATÉGICA 5.º MOBILIZAR 3.º 4.º IDENTIFICAR TEMAS CONHECIMENTO DEBATE LOCAL CHAVE/CRIAR GRUPOS CIENTÍFICO E PELA RETOMA TEMÁTICOS: EMPÍRICO economia da cultura; (TEMAS CHAVE) regeneração e construção sustentável; economia 6.º social; envelhecimento activo; mobilidade GERAR IDEIAS sustentável; alimentação BAIXO-CUSTO & local; relação ALTO-IMPACTO cidade/campo; SOBRE TEMAS CHAVE DA CIDADE 7.º 8.º COMUNICAR CRIAR ESPAÇO GERAÇÃO DE COLABORATIVO IDEIAS/PROPOSTAS PELA RETOMA - COMUNIDADE LOCAL E PAÍS AGENDA LOCAL COLABORATIVA PELA RETOMA 9.ºMas é difícil de organizar?
  59. 59. Estimular o envolvimento dos cidadãos, actores locais eresponsáveis na reflexão conjunta sobre o futuro doseus bairro, freguesia e concelho e na identificação demicro-propostas de acção (baixo-custo e alto impacto).http://roteiroitinerantedeparticipacao.blogs.sapo.pt/https://www.facebook.com/EscoladaParticipacao
  60. 60. Roteiro Itinerante de Participação[DIALOGAR] palco colaborativo de reflexão e acção sobre os problemas e potencialidades de um bairro ou freguesia do concelho[PARTILHAR & CONSTRUIR] mobilizar saberes de diferentes áreas, desde o urbanismo, arquitectura, paisagismo, design, artes, cultura, turismo, gestão, tecnologias e ciência para identificar com a comunidade (dos mais jovens aos mais idosos) um conjunto de propostas de acção de baixo-custo e alto-impacto[EXPERIMENTAR] ensaiar (conjunto restrito) de acções com a participação dos membros da comunidade do bairro/freguesia e demais cidadãos de Aveiro que se associem ao projecto
  61. 61. José Carlos Mota, Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território Universidade de Aveiro (jcmota@ua.pt )

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