Perspectivas educativas

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Perspectivas educativas

  1. 1. Perspectivas Curriculares na Educação de Surdos: Língua, Cultura e Identidade Acadêmicos: Débora Postai, Giovanni Genehr e Maísa Rabello Atividade Acadêmica: Cultura Surda e LIBRAS Professor: Me. Carlos Roberto Martins Ano/Semestre : 2011/2
  2. 2. ENTENDENDO O CURRÍCULO
  3. 4. C U R R Í C U L O
  4. 5. Currículo como produtor de identidades
  5. 7. <ul><li>A educação de surdos mantém-se em uma arena de lutas por sentidos em que a diferença surda é contestada necessitando permanentemente ser pontuada como uma marca presente nos espaços educacionais”. </li></ul><ul><li>As atuais discussões acerca das políticas educacionais na perspectivas da educação inclusiva vêm tencionando acalorados debates/embates no campo da educação de surdos. Esses embates se proliferam em diferentes espaços: nas escolas de surdos, nos espaços de formações docente, e entre a militância dos movimentos surdos.” </li></ul>
  6. 8. <ul><li>De acordo com as políticas públicas, elas preveem que os surdos sejam inseridos em turmas de ouvintes, entretanto, não estabelecem a experiência visual como principal marca da cultura surda. É necessário que haja essa discussão sobre um currículo que potencialize as diferenças surdas nos espaços escolares e que possibilite estratégias para a inclusão social. </li></ul><ul><li>Para que essas estratégias aconteçam é necessário: </li></ul>
  7. 9. LÍNGUA: “ A língua de sinais constitui-se como um dos traços identitários: as identidades dos sujeitos são construídas na língua e através dela. A diferença surda apresenta-se como uma construção histórica e social ancorada em práticas de significação e de representações compartilhadas entre os surdos. Os sentidos que os surdos dão a suas experiências constituem a sua cultura.” (pg. 3) “ o currículo está intimamente ligado a esses processos de identificação/diferenciação, motivo pelo qual os educadores surdos vêm pautando as questões curriculares tanto na escola de surdos quanto nas escolas inclusivas. ” (pg.3)
  8. 10. ALUNO SURDO Problemas: ● Uma grande proporções de informações necessárias para o desenvolvimento social e cognitivo do aluno surdo se materializa por sinais audíveis e não visíveis. ● A maioria dos educadores ouvintes desconhece ou conhece muito pouco a estrutura da língua de sinais, ignorando, no currículo, artefatos significativos da cultura surda.
  9. 11. Muitas vezes ocorre a centralidade da língua oral na educação de surdos
  10. 12. <ul><li>Entretanto, Bilinguismo é uma filosofia educacional para surdos que defende o aprendizado da língua oral e da língua de sinais, reconhecendo o surdo na sua diferença e na sua especificidade. </li></ul>Bilinguismo: centralidade do uso da Língua de Sinais
  11. 13. “ A educação bilíngue deve basear-se na utilização plena da língua de sinais, a fim de garantir o desenvolvimento intelectual e linguístico do aluno surdo, otimizando o aproveitamento do ensino escolar e facilitando a aprendizagem da língua falada nas suas formas oral e escrita.” “ O Bilinguismo parte de um pressuposto de que o surdo deve ser exposto à língua de sinais o mais cedo possível . Os conhecimentos linguísticos construídos pelo surdo em língua de sinais serão ativados e lhe irão facilitar a aquisição da língua oral.” “ A presença de um professor surdo no currículo é importante pois da “voz” à cultura surda que muitas vezes não é visível no contexto escolar.”
  12. 14. “ O currículo é um espaço onde os professores surdos podem vir a negociar a sua presença, ou seja, onde podem tornar vivas a sua cultura, a sua identidade, a sua representação.” “ A presença do professor surdo na escola representa muito mais que um modelo de linguagem e identidade: ele é articulador do senso de cidadania, que se estabelece num processo de relação social .Essa relação acontece entre professores surdos e alunos surdos, porque essa troca social de conhecimentos se reproduz por meio da língua de sinais.” B I L I N G U I S M O
  13. 15. Falar em identidade surda é referir-se a uma identidade constituída num processo histórico, é vê-la como algo incompleto, que esta em construção .
  14. 16. Referências Bibliográficas *Escola, Currículo e Educação de surdos. Universidade Federal de Santa Maria. * KLEIN, M; FORMOZO, Daniele de Paula. Im/Possibilidades na Educação de surdos. Universidade Federal de Pelotas.Jul/Dez 2009 *SKLIAR, Carlos. Bilingüismo e biculturalismo: Uma análise sobre as narrativas tradicionais na educação dos surdos. Caxambu, 1997/09.

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