Projeto de intervenção 2014

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Projeto de intervenção 2014

  1. 1. 0 SOCIEDADE PIAUIENSE DE ENSINO SUPERIOR INSTITUTO CAMILLO FILHO - ICF CURSO DE SERVIÇO SOCIAL IRMA DANIELE FORTALEZA DE SOUSA DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS – DSTs: A importância da prevenção Teresina 2014
  2. 2. 1 IRMA DANIELE FORTALEZA DE SOUSA DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS – DSTs: A importância da prevenção Projeto de Intervenção apresentado às disciplinas Estágio Supervisionado I e II, do curso de Serviço Social, no Instituto Camillo Filho, Sob orientação das Profas. Tânia Maria Ferreira Silva Melo, Francisca das Chagas Melo e pela Supervisora de Campo Eliana Alves Sobrinho. Teresina 2014
  3. 3. 2 IDENTIFICAÇÃO Estagiária: Irma Daniele Fortaleza de Sousa Matricula: 11106041 Disciplina: Estágio Supervisionado II Período: 8° Campo de estágio: Secretaria da Justiça do Estado do Piauí – SEJUS Setor: Diretoria e Gerência de Humanização e Reintegração Social Endereço: Av. Pedro Freitas, S/N – centro administrativo – Bloco “G” – 2° andar, Teresina – PI. Público alvo: Companheiras das pessoas que estão em situação de prisão na Casa de Custódia “José Ribamar Leite”. Supervisoras acadêmicas: Estagio Supervisionado I: Tânia Maria Ferreira Silva Melo, N° CRESS – 541 – 22° Região. Estagio Supervisionado II: Francisca das Chagas Melo, Nº CRESS – 039 – 22° Região. Supervisora de campo: Eliana Alves sobrinho, Nº CRESS - 12337 – 22º Região.
  4. 4. 3 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 04 2 JUSTIFICATIVA 05 3 OBJETIVOS 3.1 Geral 3.2 Específicos 07 07 07 4 METODOLOGIA 08 5 METAS QUANTITATIVAS 09 6 RECURSOS 6.1 Humanos 6.2 Materiais 10 10 10 7 AVALIAÇÃO E CONTROLE 11 8 CRONOGRAMA 12 REFERÊNCIAS 13 APÊNDICE 14
  5. 5. 4 1 APRESENTAÇÃO O Projeto de Intervenção é o segundo documento exigido pela disciplina Estágio Supervisionado I e II. Este incide na elaboração de um projeto voltado para 20 (vinte) companheiras das pessoas que estão em situação de prisão na Casa de Custódia “José Ribamar Leite”, onde se busca orientá-las sobre a importância da prevenção contra Doenças Sexualmente Transmissíveis - DSTs. Objetiva-se implantar este projeto de intervenção em todo sistema penitenciário piauiense. O projeto de intervenção será realizado nos meses de Setembro à Outubro de 2014, no sistema penitenciário piauiense através da Secretaria da Justiça, elaborado por uma estagiária de Serviço Social do Instituto Camillo Filho – ICF, sob orientação da supervisora de Campo Eliana Alves Sobrinho. Para tanto, buscar-se-á a participação das companheiras dos detentos que irão contribuir decisivamente no desempenho desse projeto.
  6. 6. 5 2 JUSTIFICATIVA Entende-se que para compreendermos qualquer tema, é necessário que conheçamos o conceito que capta e esclarece sobre o mesmo, nesse sentido a prevenção é o ato de se antecipar às consequências de uma ação, no intuito de prevenir seu resultado, corrigindo-o e redirecionando-o por segurança. Nesse sentido, vale ressaltar que a cada ano milhões de indivíduos tornam-se sexualmente ativos em todo o mundo. É importante mencionar que no Brasil, esta estimativa segundo Silva (2014) se aproxima de 4 milhões, onde a falta de informações e a iniciação cada vez mais precoce tem elevado muito as estatísticas da ocorrência de Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs, sendo estas causadas por germes transmitidos nas relações sexuais sem o uso da camisinha com alguém que esteja contaminado. Os crescentes índices de contágios e transmissões de DSTs entre homens, mulheres, crianças, idosos, dentre outros, vêm crescendo vertiginosamente o que requer da sociedade organizada uma abertura com trabalhos intensivos relacionados aos cuidados de higiene corporal, sexualidade e sexo seguro. Segundo o Ministério da Saúde, hoje, o Brasil registra 608.230 casos de AIDS, sendo 2.811no Piauí e Teresina registra 1.341 casos com apenas 02 (dois) Centos de Acompanhamento para o portador do Vírus, Nesse sentido vale ressaltar que a AIDS é causada por um vírus chamado Vírus da imunodeficiência Humana-HIV, que ataca o sistema imunológico do ser humano. Diante do exposto, é importante mencionar que através de ações realizadas todos os anos no sistema penitenciário piauiense foram detectados que algumas pessoas em situação de prisão estavam com algum tipo de DSTs, chamando assim a atenção da estagiaria para a formulação de uma intervenção que possibilite a informação e a reflexão sobre as DSTs e a importância de se prevenir contra essas doenças. Porém, optou-se em trabalhar essa temática com as companheiras das pessoas que estão em situação de prisão na Casa de Custódia “José Ribamar Leite”, tendo como base o Art. 196 da Constituição Federal de 1988 que expressa “A
  7. 7. 6 saúde é direito de todos e dever do estado, garantindo mediante politicas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário, as ações e serviços para sua promoção proteção e recuperação” e a Lei de Execuções Penais – LEP (7.210/84), que em seu Art. 23, inciso VII, diz que incube ao serviço de assistência social: “Orientar e amparar, quando necessário, a família do preso, do internado e da vitima”. Diante do exposto, o projeto de intervenção dentro do sistema prisional através da Secretaria da Justiça, tem como finalidade, informar as companheiras dos detentos sobre a importância da prevenção contra DSTs, para que assim, surja a possibilidade de menos riscos na contaminação dessa doença. A partir disso, a proposta de intervenção visa contribuir para o melhoramento da qualidade de vida sexual dos detentos e suas companheiras, onde os esclarecimentos possibilitem consequentemente o combate contra as DSTs. Sendo assim, a proposta visa esclarecer ainda, os riscos que as DSTs podem trazer para a vida de uma pessoa, pois sempre é melhor prevenir do que remediar.
  8. 8. 7 3 OBJETIVOS 3.1 Geral Informar a importância de se prevenir contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis - DSTs. 3.2 Específicos  Informar, sobre as doenças sexualmente transmissíveis, as formas de prevenção e seus sintomas;  Produzir uma cartilha educativa sobre as DSTs;  Orientar sobre a importância de um diagnóstico seguro sobre as doenças sexualmente transmissíveis.
  9. 9. 8 4 METODOLOGIA A metodologia é o “caminho ou a via para a realização de algo”, portanto para a execução do Projeto de Intervenção, ainda na etapa preparatória serão confeccionados materiais ilustrativos a serem utilizados para dar um sentido visual informativo a cerca das DSTs, para que durante as palestras, sejam distribuídas ao público alvo. A execução do projeto será de Setembro à Outubro de 2014. A ação se destina a 20 companheiras das pessoas que estão em situação de prisão, na Casa de Custódia “José Ribamar Leite”. O procedimento adotado para viabilizar a ação, a fim de se alcançar os objetivos e as metas serão: 01 (uma) reunião, 01 (uma) palestra e 01 (uma) aula de vídeo. Serão ainda entregue ao público alvo, folders e uma cartilha educativa que será explicada durante o processo de execução do projeto. É importante mencionar que a periodicidade da ação ocorrerá de forma quinzenal, tendo como sujeito responsável pela ação a Estagiária de Serviço Social, sendo esta orientada diretamente pela supervisora de campo. Para tanto, no primeiro momento será feita a reunião com uma dinâmica de integração e descontração para que possibilite uma interação entre o público alvo. Em seguida, apresentaremos a finalidade do projeto de intervenção, com exposição do tema “Doenças sexualmente transmissíveis – DSTs: a importância da prevenção”, onde serão trabalhadas as DSTs e seus sintomas. No segundo momento far-se-á uma palestra, enfocando as formas de prevenção contra DSTs e a importância de um diagnóstico seguro sobre as doenças sexualmente transmissíveis. Por fim, no terceiro momento apresentaremos um documentário cujo nome é “Histórias de todos nós” de pessoas que vivem com algum tipo de DSTs, também serão entregue folders e uma cartilha educativa.
  10. 10. 9 5 METAS QUANTITATIVAS As metas servem para direcionar o alvo principal do projeto de intervenção, como uma trilha a ser perseguida, ou seja, um objetivo que se deve alcançar, durante certo tempo. Então, para alcançar os objetivos propostos nesse projeto de intervenção, serão utilizadas metas que poderão ser modificadas, de acordo com o andamento do projeto:  Realização de 01 (uma) reunião, 01(uma) palestra e 01 (uma) aula de Vídeo. Alcançar 100% dessa meta;  Distribuir 50 cartilhas que falem sobre DSTs;  Atingir 3% do Público Alvo.
  11. 11. 10 6 RECURSOS 6.1 Humanos  01 Assistente Social;  01 Estagiária de Serviço Social;  01 Supervisora de campo; 6.2 Materiais Para efetivação do projeto de Intervenção será necessário utilizar materiais como:  Canetas, lápis, livros, impressões, uso de internet, vales transportes, borrachas, notebook, mesas, cadeiras, data show, cartolina, papéis, folders, cartilha educativa e vídeo. Vale ressaltar que os materiais serão financiados pela Secretaria da Justiça do Estado do Piauí em parceria com á Estagiaria de Serviço Social do Instituto Camillo Filho.
  12. 12. 11 7 AVALIAÇÃO E CONTROLE Segundo Luckesi (2014), a avaliação se faz presente na vida de todos nós que, de alguma forma, estamos comprometidos com atos e práticas educativas. Pais, educadores, educandos, gestores das atividades educativas públicas e particulares, administradores da educação, todos, estamos comprometidos com esse fenômeno que cada vez mais ocupa espaço em nossas preocupações educativas. Sendo assim a avaliação desse projeto será contínua, onde o termino das reuniões orientadas pela supervisora de campo, serão averiguados os interesses das companheiras dos detentos sobre a temática trabalhada e a participação das mesmas no momento das apresentações. Nesse sentido, a observação sobre a percepção das mesmas, em relação às informações dadas, terá relevância no momento de avaliar se os objetivos propostos foram alcançados ou não. Nesse processo de avaliação serão considerados aspectos como: Pontualidade, compromisso ético, criatividade, assiduidade e a responsabilidade do estagiário frente ao seu Projeto de Intervenção. É importante ressaltar que a avaliação é necessária em todo processo de aprendizagem, pois é através desta, que encontramos os nossos erros e os nossos acertos, podendo assim, averiguar o nosso desempenho enquanto eternos aprendizes. Não podemos, portanto, deixar que a avaliação de aprendizagem seja confundida com exames, pois segundo Luckesi (2014. p, 01): A avaliação da aprendizagem não é e não pode continuar sendo a tirana da prática educativa, que ameaça e submete a todos. Chega de confundir avaliação da aprendizagem com exames. A avaliação da aprendizagem, por ser avaliação, é amorosa, inclusiva, dinâmica e construtiva, diversa dos exames, que não são amorosos, são excludentes, não são construtivos, mas classificatórios. A avaliação inclui, traz para dentro; os exames selecionam, excluem, marginalizam. Enfim, avaliar é preciso, construtivo e faz parte do nosso cotidiano, pois é através do avaliar que percebemos onde podemos melhorar a cada dia, avaliar não é um ato impositivo e sim positivo, pois através da avaliação, podemos “construir uma vida melhor, mais rica e mais plena, em qualquer de seus setores, desde que constata, qualifica e orienta possibilidades novas e, certamente, mais adequadas, porque assentadas nos dados do presente”.
  13. 13. 12 8 CRONOGRAMA Atividades Agosto 2014 Setembro 2014 Outubro 2014 Novembro 2014 Dezembro 2014 Reelaboração do Projeto de Intervenção X X Período de Implantação do Projeto X X Encontro com a supervisora de Campo X X X X Execução do Projeto de Intervenção X X Avaliação e Controle X X X X Elaboração do Relatório Final II X X Avaliação Tripartite X X
  14. 14. 13 REFERÊNCIAS BRASIL. Lei de Execuções Penais. Lei nº 7.210, de 11 de Julho de 1984. Flalrreta Alves. Casos de DSTs em Teresina. Disponível em: www.cabeçadecuia.com/saude/. Acesso em: 09 de Junho de 2014, às 11:h59min. GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Visita íntima. Rio de Janeiro, 2005. INSTITUTO PROFESSOR CAMILLO DA SILVEIRA FILHO (ICF). Manual de Estágio Supervisionado em Serviço Social. Teresina – Piauí, 2003. LUCKESI. Cipriano Carlos. O que é mesmo o ato de avaliar a aprendizagem?. Disponível em: http://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/2511.pdf. Acesso em 24 de Agosto de 2014, às 21h26min. SILVA. Macilene Severina da. Et al. Conscientização da importância da prevenção das dst’s/aids no município de pitimbu/pb. Disponível em: http://www.prac.ufpb.br/anais/Icbeu_anais/anais/saude/pitimbu.pdf. Acesso em: 25 de Maio de 2014, às 15 horas e 07 minutos.
  15. 15. 14 APÊNDICE I – LISTA DE FREQUÊNCIA DO PROJETO DE INTERVENÇÃO N° ORDEM NOMES E ASSINATURA 01 02 03 03 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
  16. 16. 15 APÊNDICE II – AVALIAÇÃO DO PÚBLICO ALVO SOBRE O PROJETO DE INTERVENÇÃO Em relação à Reunião foi: Boa ( ) Ótima ( ) Ruim ( ) Péssima ( ) Em relação à Palestra foi: Boa ( ) Ótima ( ) Ruim ( ) Péssima ( ) Em relação à aula de Vídeo foi: Boa ( ) Ótima ( ) Ruim ( ) Péssima ( ) Em relação às Doenças Sexualmente Transmissíveis DSTs e seus sintomas, foi-se entendido: Pouco ( ) Muito pouco ( ) Muito ( ) Não entendeu nada ( ) Em relação às formas de prevenção, foi-se entendido: Pouco ( ) Muito pouco ( ) Muito ( ) Não entendeu nada ( ) Em relação à importância do diagnostico seguro sobre as DSTs, foi-se entendido: Pouco ( ) Muito pouco ( ) Muito ( ) Não entendeu nada ( ) SUGESTÕES:

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