Cavaleiro da Dinamarca

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O 7ºB apresenta...O Cavaleiro da Dinamarca.

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Cavaleiro da Dinamarca

  1. 1. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  2. 2. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESENNarra a história de um cavaleiro que um dia decidiu sair da sua casa na Dinamarca e ir emperegrinação até à Palestina, onde pretendia passar um Natal na gruta onde Cristo nasceu e onderezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Despediu-se da mulher e dos filhos, dizendo-lhes queregressaria dali por anos. Partiu então numa peregrinação. Há muitos anos atrás, as viagens eramdifíceis de realizar e ir da Dinamarca até à Palestina era uma grande aventura. Ao encontrar-se nagruta de Belém, rezou pelo fim das misérias e das guerras, pela paz e pela alegria do mundo. Pediuainda a Deus que o fizesse um homem de boa vontade. Mais tarde no porto de Jafa, travou amizadecom um mercador de Veneza que o convenceu a conhecer as maravilhosas terras da Itália. Ouviu omercador contar-lhe a história da mais bela mulher daquelas paragens, de seu nome Vanina. E depoiso peregrino foi para outras terras da Itália, levando consigo cartas escritas pelo mercador queserviriam de apresentação em vários lugares por onde passasse. Em Florença ouviu falar de Giotto, oprimeiro pintor de Itália e de Dante, o maior poeta daquele país. Depois, atravessou os Alpes, oscampos, as planícies, os vales e as montanhas de França e chegou à onde ouviu falar do português Pêro Dias que travou conhecimento com os gentios. E em todas as terras por onde passava ouvia histórias dos mares, das ilhas, dos povos desconheci dos e dos países distantes. Caminhou durante longas semanas, avançando lentamente. Na antevéspera de Natal chegou, por fim, a uma povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, mas na madrugada seguinte o peregrino partiu porque queria chegar à sua casa na noite de Natal, porque o prometera à mulher e aos filhos.Embora com dificuldade lá foi avançando, mas a certo ponto do caminho sentiu-se perdido, como setodos os trilhos tivessem mudado de lugar. Foi orientado por uma luz intensa, ao longe, queapareceu de súbito. O ar estava cheio de reflexos multicolores e grandes raios de luz passavam entreos troncos e as ramagens. à medida que se aproximava daqueles raios de luz, verificou com espantoque era o grande abeto que ficava mesmo ao lado da sua casa, todo ele coberto por luzes porque osanjos do Natal o tinham enfeitado para guiar o cavaleiro.E é por esta razão que na noite de Natal se iluminam os pinheiros. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  3. 3. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN DinamarcaDinamarca é um pequeno país que se situa a nordeste da península ibérica. A sua capital éKØBENHAVN, e a sua bandeira é constituída por dois quadrados e dois rectângulos e ambos sãovermelhos e ainda tem uma cruz que é branca que os separa.É conhecida pelos míticos vikings que nela habitaram. Neste momento é habitada por 5.574milhões de habitantes. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  4. 4. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESENPALESTINA Palestina é a denominação histórica dada pelo Império Romano a partir de um nome hebraico bíblico, a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as atuais fronteiras ocidentais do Iraque e Arabia saudita, hoje compondo os territórios da Jordânia e Israel, além do sul do Líbano e os territórios de GazaBELÉMBelém é uma cidade palestina localizada na parte central da Cisjordânia, com umapopulação de cerca de 30.000 pessoas. É a capital da província de Belém, nosTerritórios Palestinos, e um centro de cultura e turismo no país. Localiza-se a cercade 10 quilómetros ao sul de Jerusalém.É a cidade onde terá nascido Jesus de Nazaré. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  5. 5. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESENRAVENACidade de Itália, capital da província com o seu próprio nome. Situa-se a 7 km do mar Adriático, na planície do canal Corsini. Foi, no passado, um grandeCentro comercial que se veio a ressentir com o afastamento do mar.Os romanos utilizaram-na como ponto estratégico na rota litoral a partir do século III. Tornou-se quartel-general de César entre os anos53 e 50 a. C., e Classis, o seu porto, foi lugar de estabelecimento de uma das duas grandes frotas do Império Romano. No século IItornou-se capital da Flamínia e no século IV da Emília. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  6. 6. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN Veneza Poucas cidades são tão amadas, pouquíssimas tem tanta personalidade e menos ainda sãocapazes de inspirar sonhos em pessoas de lugares tantos lugares. A cidade símbolo do romantismocontinua a mesma desde a idade média. Veneza tem o poder de atrair pessoas de todos os cantos domundo, pessoas que durante anos sonham um dia poder conhecê-la, e que, não raro ao chegar, malconseguem conter a emoção. Canais cortados por pontes em arco, gôndolas deslizando em silênciopelas águas, palácios medievais formam um conjunto sem igual, e transformaram este lugar numsonho, aquele que todo mundo tem: O desejo de visitar Veneza ao menos uma vez na vida.Veneza tem duas grandes festas anuais, que ocorrem durante o Carnaval e no dia da Procissão daCidade, esta última sempre no primeiro domingo de setembro. São as ocasiões mais bonitas para sevisitar a cidade, embora como todo mundo pense a mesma coisa, ela fique incrivelmente cheia deturistas nestas datas. Veneza (em italiano: Venezia, em vêneto: Venexia, AFI: [veˈnɛsja]) é uma cidade e comuna italiana da região do Vêneto, província de Veneza no nordeste de Itália. Tem cerca de 271 009 habitantes e é conhecida pela sua história, canais, museus e monumentos. A comuna de Veneza estende-se por uma área de 412 km², incluindo as ilhas de Murano, Burano e outras na lagoa de Veneza, tendo uma densidade populacional de 646 hab/km². É classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Dos muitos monumentos elocais turísticos existentes, destacam-se a imponente Basílica de São Marcos, na adjacente Praça deSão Marcos, a famosa Ponte de Rialto sobre o Grande Canal, construída em 1588 segundo projeto deAntonio da Ponte, a Ca dOro e numerosas igrejas e museus. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  7. 7. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESENFLORENÇA Florença é a capital da província homônima e da região italiana da Toscana. Está situada a 230km aonoroeste de Roma e ocupa uma área em torno de 105km2. Foi fundada por motivos comerciais emilitares: o objetivo era controlar os únicos pontos navegáveis do rio Arno e os montes Apeninos, nasrotas de norte a sul da península itálica. Fiel a sua tradição, Florença conserva lugar de destaque naarte e na cultura italianas.É considerada o berço do Renascimento italiano, e uma das cidades mais belas do mundo.Tem origem num antigo povoado etrusco. A cidade foi governada pela família Médici desde o iníciodo século XV até meados do século XVIII.A cidade data do século I a.C. e foi edificada junto às ruínas de uma cidade etrusca. Serviuinicialmente de alojamento para uma guarnição militar romana e, quatro séculos depois,transformou-se num importante centro comercial, dada sua localização no ponto nevrálgico dascomunicações terrestres da península itálica. Após um longo período de letargia, em que esteve sucessivamente sob domínio de ostrogodos,bizantinos e lombardos, a cidade renasceu no século IX, quando se integrou ao império de CarlosMagno. Com as tensões entre o papado e o Sacro Império Romano-Germânico, ao qual passou apertencer desde 962, junto com a Toscana, Florença teve governo autônomo desde fins do século XI.Destacam-se as diversas e belíssimas catedrais de épocas eestilos diferentes. A cidade também é cenário de obras deartistas do Renascimento, como Michelangelo, Leonardoda Vinci, Giotto, Botticelli, Rafael Sanzio, Donatello, entreoutros. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  8. 8. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN GÉNOVA .GÉNOVA É UMA CIDADE ITALIANA… É uma cidade com cerca de mais de 800 mil habitantes. Foi fundada no século IV a.C. As suas principais actividades económicas são: indústria, comércio, turismo e atividades portuárias. A sua temperatura anual é cerca de 15ºC, e o seu clima é temperado. Génova possui muitos lugares de interesse, entre eles catedral de Génova e a lanterna de Génova. Strade nue Strade Nuove e Rolli di Genova são considerados Património da Humanidade pela UNESCO. O Palazzo Ducale é outro lugar importante de interesse. Na cidade de Génova foi provavelmente onde nasceu o Jeans que pega o nome dacidade usado por marinheiros genoveses. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  9. 9. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESENBRUGES...................................................................................................... Bruges é uma cidade belga, capital da província de Flandres Ocidental, na região de Flandres. Tem cerca de 117 mil habitantes. Foi a capital europeia da cultura em 2002, juntamente com a cidade espanhola de Salamanca. Bruges é chamada de "Veneza do Norte", por causa de seus inúmeros canais que a cercam ou a atravessam, mas também a ligamprincipalmente com a cidade de Gante.Diversos passeios de barco são propostos aos turistas, alguns dos quais permitindochegar às cidades vizinhas. A cidade apresenta ainda as ruínas de uma fortaleza, bemcomo moinhos às margens do canais.HISTÓRIA DE BRUGES:São praticamente inexistentes traços de civilização e atividade humana anteriores àera pré-romana gaulesa na região de Bruges. As primeiras fortificações foramconstruídas após a conquista do Menappi por Júlio César no século I a.C., com intuitode protecção da zona costeira contra piratas. Já no século IV, a região foi tomada aosromanos pelos Francos e as incursões dos Vikings, por volta do século IX, obrigaram aque Balduíno I, Conde da Flandres, reforçasse as antigas fortificações. Foi tambémnesta época que se fortaleceram as relações comerciais com a Inglaterra e aEscandinávia e surgiram as primeiras moedas gravadas com o nome Bryggia... Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  10. 10. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN FlandresFlandres é a região norte da Bélgica. O neerlandês é a língua oficial da região.Bruxelas é a capital de Flandres etambém do Reino Federal da Bélgica.Com 5,9 milhões de habitantes, osflamengos correspondem por 60% dototal da população belga. As cidades de Flandres preservam toda a riqueza da sua história, do seu legadocultural e 0s seus monumentos . As tapeçarias e rendas flamengas podem ser vistas ecompradas. Das artes plásticas, os primitivos flamengos, que marcaram a história dapintura europeia, têm as suas obras expostas em vários museus. A arte flamengadestaca-se em todas as formas de expressão: na música clássica, na dança, no teatro,na literatura, no cinema, na arquitetura e no design. Flandres é também famosa pelasua cerveja, pelos seus deliciosos chocolates e queijos e pela sua fina culinária. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  11. 11. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN Vanina e GuidoBaldo«E os jovens rapazes de Veneza vinham de noite ver Vanina pentear-se. Mas nenhumousava aproximar-se dela, pois o tutor fizera saber à cidade inteira que mandariaapunhalar pelos seus esbirros aquele que ousasse namorá-la.»Mas um dia chegou um homem chamado Guidobalto, e era capitão dum navio. Uma noite Guidobalto passou de gôndola por este canal. Sentiu no ar um maravilhoso perfume, levantou a cabeça e viu Vanina a pentear os cabelos. Vanina sorriu e atirou-lhe o seu pente de marfim. No dia seguinte Vanina sacudiu os cabelos e disse a Guidobaldo que não se podia pentear pois não tinha pente. Guidobaldo logo lhe entregou um pente feito de oiro. Daí em diante a rapariga mais bela de Veneza passou a ter um namorado. Quando esta notícia se espalhou pela cidade de Veneza os amigos do capitão foram preveni-lo de que estava a arriscar a sua vida, pois Orso não lhe perdoaria.Ao fim de um mês o Guidobaldo foi a casa do tutor pedir a mão de Vanina emcasamento , mas o tutor disse que não pois estava noiva de Arrigo e não havia de casarcom mais ninguém. Logo depois de isto o tutor ameaçou que se ele não saísse deVeneza no dia seguinte ao por do sol mandaria sete homens com sete ponhais para omatarem.Ao amanhecer as aias descobriram que Vanina não estava o quarto e logo correrampara avisar o tutor que foi de imediato para o porto e disse:—« Conta-me o que sabes — disse Orso a um velho marinheiro seu conhecido.»O velho marinheiro disse-lhe que Guidobaldo se casou com Vanina e aos primeirosraios de sol saíram do porto e partiram. O tutor ainda mandou barcos á procura deVanina mas ela e Guidobaldo nunca mais foram vistos.Assim, longe do tutor Vanina e Guidobaldo viveram felizes para sempre. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  12. 12. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN Dante e BeatrizDante era filho de uma importante família florentina. Dante o poeta italiano quedefiniu e estruturou o idioma italiano moderno.Aos nove anos de idade Dante conheceu Beatriz, que seria a musa inspiradora ao longode sua obra: a musa inspiradora ao longo de sua obra: a musa inspiradora ao longo desua obra. Com 16 anos Dante voltou a encontra-la e escreveu para ela o seu primeiro famoso soneto de amor. Dois anos depois casou-se com Gemma com quem teve três filhos, o casamento estava planeado desde das suas infâncias. O amor por Beatriz deu a partida na moda do amor romântico em italiano. A morte da amada, em 1290, levou Dante ao estudo de filosofia latina e religiosa, que inspiraram sua principal obra.A “Divina Comédia” relata uma imaginária viagem de Dante. O poeta Virgílio, é o guiano caminho pelo inferno e purgatório. No paraíso Dante é levado pela sua amadaBeatriz, a um final feliz.O poema tem estrutura épica, como base a filosofia e foi escrito em língua toscana,muito próximo do italiano atual.A decisão de Dante de escrever seu poema em italiano, onde é a inovação, no séculoseguinte.O poeta era médico-farmacêutico, mas não estava interessado na profissão. Entrou naguilda, dos boticários, que reservava os cargos públicos a nobres membros de algumaCorporação de Artes e Ofícios.Dante foi condenado ao exílio pelo novo governo de Florença. Se fosse capturado porsoldados da cidade seria queimado vivo. Onde morreu em 1321, o mesmo ano em queterminou de escrever os versos do Paraíso, a parte final de sua "Divina Comédia". Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  13. 13. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN Giotto Giotto di Bondone mais conhecido por Giotto foi um pintor e arquitecto italiano. Nasceu perto de Florença no ano 1267 e morreu a 8 de Janeiro de 1337.Giotto foi discípulo de Cinni di Pepo, muito conhecido na história da arte pela introdução da perspectiva na pintura, durante o renascimento e também era discípulo de Cimabué que foi o primeiro pintor de Itália. Devido à inovação do seu trabalho, Giotto é considerado por Bocaccio o precursor da pintura renascentista. Ele éconsiderado o elo entre o renascimento e a pinturamedieval. O seu trabalho era muito característico, ea característica principal do seu trabalho é aidentificação da figura dos santos como sereshumanos de aparência comum. Cimabué Cimabué foi um pintor florentino e criador de mosaicos . Ele também é famoso por ter encontrado Giotto e ser considerado o último grande pintor italiano a seguir a tradição bizantina. Nasceu em 1240 e faleceu no ano 1302 em Pisa. Cimabué parece ter sido uma artista muito reconhecido em seu tempo. Cimabué pintou dois grandes frescos na Basílica de São Francisco de Assis, na parededo transepto: a Crucificação e a Descida da Cruz. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013
  14. 14. O CAVALEIRO DA DINAMARCA – SOPHIA DE MELLHO BREYNER ANDRESEN PÊRO DIAS ............................................................................................................ Pêro dias Acompanhou o seu irmão, Bartolomeu Dias, na viagem em que dobrou o Cabo da Boa Esperança em 1487-1488, comandando o navio de suprimentos. A meta de suas viagens, no entanto, era apenas a de alcançar o cabo, e não passar por ele; no entanto, quando seu navio foi pego por uma tempestade, acabou sendo jogado para além do cabo, no lado oriental da África, desgarrando-se do resto da expedição; Pêro Dias teve de voltar pelo mar Vermelho, sendo um dosprimeiros ocidentais a tentar tal feito em tempos modernos. Pêro Dias era um bravo e destemido navegador Português. Numa expedição, quandoalcançou terra, viu os nativos a esconderem-se atrás da vegetação. Então, pediu atodos que se afastassem e que o deixassem sozinho. Quando os nativos africanosviram que ele estava sozinho, saíram de trás dos arbustos. Pero Dias e os africanostentaram conversar e negociar, mas devido a uma série de falta de comunicação,acabaram os dois por morrer. Quando os marinheiros viram o sangue de ambos econstataram que era igual, perceberam que por muito diferentes que sejamos porfora, há sempre uma semelhança no nosso interior. Alunos do 7ºB – Professora Alexandra Santos – 2012/ 2013

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