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A segunda e definitiva morte dos dinossauros

  1. 1. A Segunda Morte dosA Segunda Morte dosA Segunda Morte dosA Segunda Morte dosDinossaurosDinossaurosDinossaurosDinossaurosA Welington Corporation anuncia pela segunda vez a mortedos dinossauros, só que desta vez de modo definitivo. Euimaginava aquele gigantesco meteoro caindo e dizimando a vastapopulação de lagartos gigantes, e idilicamente descobri, àsemelhança de Merlin com relação a Mab, que os TAIS devem seresquecidos. São pura e simplesmente ficção cientifica, são a o objetodo amor do Evolucionismo, são magia da ciência, são milagres dopassado, entretanto não são mais reais que os dragões caçados peloscavaleiros das lendas medievais. Uma indústria se formou,iconográfica, paleontológica, cientifico-oportunista, filosófico-
  2. 2. materialista, mercadologica e fanática sobre uma lenda que se inicioujustamente nas terras dos índios norte-americanos. O que nos deixoualém da inestimável perda, OUTRO legado de tremenda injustiçaóssea contra outro grupo de animais quase extintos, dos quaisnunca se interessaram. Quando Búfalo Bill corria atrás de seumilésimo búfalo morto, em esporte predatório, na mesma época emque quase um milhão de ossadas de animais deveriam serencontradas por toda a pradaria americana (mas não o foram), umsenhor de nome Richard Owen deu uma emocionante palestra sobrea existência de uma nova classe de animais que se extinguiu nas eraspassadas. Com olhar amoroso sobre os postulados de Darwin,descreveu com admiração e seres que se pareciam com dragões-sem-fogo, que um dia habitaram a terra, uma terra que já não existiamais, uma terra da eternidade passada... Era 1842. Dez anos sepassaram quando dois paleontólogos descobriram a primeira ossadada recém criada classe "dinossauria". Eles foram encontradosDEBAIXO DE UMA LAMINA DE ÁGUA na confluência de dois rios. Láno rio Missouri. Entre 1870 e 1880 dois paleontólogos iniciaram umaguerra para ver quem encontravam o maior número de ossos. Eguerra com sangue derramado, traição, dinheiro, vingança e desejoholiwwodiano de fama atrós. E lá nas pradarias onde morrerammilhares de búfalos, onde não se verifica nenhum vestígio de seusossos, encontraram os dois caçadores de ossos, cerca de 30toneladas de ossos de dinossauros. E assim começou a "segundavida" dos "mortos na aurora dos tempos". A segunda grandearremetida do dinossauro ocorreu no ermo Rio vermelho em Albertado sul. Imaginava-se a existência de ossadas na dita regiãodesde1884. Somente em 1910 é que esta região se tornou área decoleta ativa. E neste lugar ocorreu a segunda grande guerra dosossos. A segunda grande rivalidade de coleta ocorreu entre BarnumBrown do museu americano da história natural dentro New York eC.H. Sternberg do estudo geológico de Canadá. E eles conseguiramtoneladas de ossos onde por milhares de anos nativos americanostransitaram sem nada perceber. Sem que houvesse em suas culturasqualquer indício. Qualquer lenda. Qualquer osso. Não somente naAmérica do norte ocorreu a volta dos mortos vivos. Antes de 1854,nunca se soube de nenhum tipo de cemitério de dinossauros, nemmesmo da existência de qualquer ossada, mesmo que parcial menteencontrada por qualquer civilização humana. Antes dessa época,ninguém soube que dinossauros tenham um dia existido. Após essaépoca do encontro dos ossos, um milagre da multiplicação ósseaaconteceu. Grandes depósitos de sobras do dinossauro foramdescobertos em America do Norte ocidental, Europa, Ásia, e África.Depósitos dinossauro igualmente encontra-se em Bélgica, Mongolia,Tanzânia, Alemanha Ocidental, e muitas outras partes do mundo. Écomo um marco da evolução humana, onde o homem reencontrouanimais que pereceram antes que ele viesse a existir. E que tambémnão se deu conta em toda sua história, em todas as civilizações.
  3. 3. Apesar de ter habitado as mesmas regiões aonde encontra seusmilhares de ossos, há milhares de anos. E apesar de não encontrarmais nenhum outro osso, de milhares de animais que certamentedeveriam ter vivido depois que estes lagartos pereceram. Por maisparadoxal que pareça, sem nenhuma gota de incredulidade,abraçaram de bom grado vestígios de épocas remotíssimas, destesseres impossíveis de existir - pelo menos com a gravidade que hojepossuímos e que CERTAMENTE (??) deve ter sido bem menor... e nãose perguntaram, onde foram parar os OUTROS ossos...Ossos são encontrados onde outros ossos não puderam sobreviver.Porque os outros não foram dignos da fossilização? Ou quem sabe oprocesso de mineralização de ossos seja canônico, tipo uma eleiçãopapal. Porque só um milagre pode explicar que ossos necessitariamcentenas de condições específicas para serem fossilizados emineralizados, encontrassem tais condições, nos locais em que são eforam encontrados. Onde havia lagos. Mas ossos não nadam. Ossosdescalcificam e se esfarelam na água após anos submersos. Nãotemos ossadas de gigantescas baleias no fundo dos mares. Porquetais ossadas não podem vir a existir. A lava vulcânica incandescente équente demais. Ossos torram. Poeira levantada por meteoros quecaem não costumam gerar camadas sedimentares e normalmentechoques de meteoros gigantescos devem gerar certa ventania.Dessas que não deixam que a poeira envolva os nossos mortos-vivos.Mas os dinossauros não poderiam morrer por uma catástrofeapocalíptica, porque eles não cresceriam o suficiente para podermorrer com até sessenta toneladas que lhes são conferidas por certosestudiosos. Na verdade, nem para os 6400 kg imaginados para oprimeiro T-REX da aventura dos lagartos da eternidade. Porque o seucoração não poderia bombear o sangue até suas cabeças erguidas adoze metros de altura. Porque se eles corressem com os ossosmostrados em centenas de museus espalhados pela face da terra, sequebrariam no primeiro passo. Se é verdade que conseguiriam seerguer, em virtude de que os artistas que os imaginaram,infelizmente, o fizeram sem o aporte da mecânica clássica. Algunsjamais se levantariam do chão, pois o peso de suas cabeças não opermitiria. Eles também não poderiam se alimentar direito. Porque amontagem de suas mandíbulas não auxilia nenhuma composiçãomuscular que lhes permitisse morder mais forte que um cachorrodoente... o que não importaria muito também... já que nãoconseguiriam engolir o que mordessem... os seus modelos nãoincorporam a capacidade de ampliação de seu esôfago... O limite damassa muscular que hoje conhecemos é num sistema gravitacionalcomo o nosso é o do elefante africano. Uma criatura com os moldesdo dinossauro quebraria seus próprios ossos quando forçasse ummúsculo conforme as imagens que temos deles. Semelhante a umabaleia azul que se colocada em terra se esmagaria com o própriopeso. A não ser que a gravidade fosse um terço da temos hoje.Contudo, o universo também conspiraria contra os gloriosos
  4. 4. dinossauros. A gravidade teima em ser proporcional a massa de umplaneta. E não temos tido notícias, neste universo físico, sobre a taxade crescimento da massa de planetas... Por mais que incrível que issopossa parecer. São cerca de 160 ossadas de dinossauros, espalhadaspelos museus do mundo que datam do início do século. Da mesmadécada. - É com pesar que assim falo (como poderei viver sem esseslagartões?) possuem o mesmo pai. Vieram do mesmo lugar. Foramdesenterradas do mesmo cemitério. Quando em meados de 1842, aclasse dinossauria iniciou a sua caminhada na face da terra ( apesarde não existirem mais), realizaram outro milagre espetacular. Dostrês tipos iniciais classificados por Richard hoje nós temos CENTENASde dinossauros diferentes. A família, ainda que morta, cresceu!Espantoso! Eles, ossos dentre os ossos, mortos para nós - filhosingratos, mas vivos para todo o sempre na imaginação humana,cresceram em GENERO, em QUANTIDADE e em TAMANHO. Semcontar com o VOLUME . Fica então essa lamentação... Minhatremenda indignação com esse lamentável fato... Que estamosassistindo de camarote a esse milagre científico, a mito científico demaior propagação e aceitação em todos os tempos.E deixo de presente então, para aqueles que como eu choram amorte da INEXISTENCIA desses ícones da cultura POP-EVOLUCIONISTA, uma antiga foto de um pterodátilo capturado peloexército americano.
  5. 5. Adeus, nobres e altivos animais.Em memória de todos os ossos dos animais usados para compormilhares de ossadas espalhadas pelo mundo afora.Welington José Ferreira

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