Alfabetização:
Desafios e Oportunidades
1º Dia – 31/03
1.Apresentações pessoais;
2.Eixos, Capacidades e Descritores da Área da
Linguagens do 2º Ciclo - Para trans...
AGENDA DA FORMAÇÃO
2º Dia- 01/04
1.Grupo de Trabalho;
2.Socialização dos Gts;
3.Sistematizando Conhecimentos - ( tarefa);
Senhor...
Tantas vezes já pensei em mim.
E descobri que sozinha não sou ninguém.
Tenho um colorido
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leitoras e escritoras para prepa...
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currículo
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A intenção é a reflexão sobre as possibilidades das
linguagens tendo como suporte as Orientações
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Alguns questionamentos ....
 O que compreendemos por currículo?
 Por que aquele currículo que havia antes da
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• Nos anos 2000?
O MEC retoma as discussões: todo aluno na escola,
discussões entorno de competências, educação
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 Verbal – produzidas por meio de palavras que
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Ciclo da Vida
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Educação Física - Promover momentos que permita
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Suporte/circulação
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reinventadas por vários outros escritores espalhados ...
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linguagens.
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sistemas de representação das
linguagens.
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prática.
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das linguagens.
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linguagens.
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Formação 2 ciclo alfabetização
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Formação realizadas com os professores das Escolas Estaduais Mario Spinelli, Antônio Carlos de Brito, Vale do Guaporé e SMIC

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Formação 2 ciclo alfabetização

  1. 1. Alfabetização: Desafios e Oportunidades
  2. 2. 1º Dia – 31/03 1.Apresentações pessoais; 2.Eixos, Capacidades e Descritores da Área da Linguagens do 2º Ciclo - Para transformar o ensino da leitura e da escrita; 3. Sugestão de um Gênero Envolvendo os Eixos/capacidades e descritores.
  3. 3. AGENDA DA FORMAÇÃO 2º Dia- 01/04 1.Grupo de Trabalho; 2.Socialização dos Gts; 3.Sistematizando Conhecimentos - ( tarefa);
  4. 4. Senhor... Tantas vezes já pensei em mim. E descobri que sozinha não sou ninguém. Tenho um colorido Que as vestes dos homens jamais experimentaram. Mas que seria de mim, se uma pétala só formasse a flor? Agradeço, Senhor... Pois, sem elas, eu não seria parte dessa flor Que os homens acham tão linda... Senhor... obrigada pela essência que nos perfuma... Obrigada... porque não nasci só. Nem só eu... nem só ela... Nem as outras pétalas... Mas somos juntas que fazemos desabrochar a flor. Precisamos juntas abrir-nos, unirmo-nos mais e mais. E viver juntas o amanhecer, o dia com tudo que é seu E a noite que anuncia outra aurora... Sentimos falta quando caímos todas... Nascemos todas para uma grande missão. para escondermos aquilo que é mais bonito que a flor bonita: A Semente. Aquela que nos faz nascer de novo. Senhor... Obrigada, pela missão de ser pétala na flor... Obrigada, pelas outras pétalas que me ajudam a ser mais, com elas. Obrigada Senhor, pela flor que formamos juntas.
  5. 5. Ao analisar os dados das avaliações do Sistema Nacional de Avaliação de Educação Básica (Saeb), observamos que poucos alunos compreendem textos longos, identifica e recupera informações literais, formula hipóteses interpretativas, sintetiza e avalia criticamente o que lêem.
  6. 6. • E por ser um dos grandes desafios de todas as escolas, que é desenvolver as capacidades leitoras e escritoras para preparem os alunos para lidar com as diversas situações que a cultura letrada apresenta.
  7. 7. Matriz Curricular das Ocs/MT: Direciona o currículo da escola, levando em conta uma concepção de ensino aprendizagem e apresenta: os eixos, capacidades, descritores, que vão encaminhar para os conteúdos, objetivos, estratégias metodológicas e processos de avaliação.
  8. 8. Matriz de Referência: Também leva em conta as concepções de ensino e aprendizagem, mas é composta apenas por um conjunto delimitado de “eixos, habilidades e competências”, que compõem a matriz de uma dada disciplina (Língua Portuguesa) e (Matemática) em avaliações dos tipos Prova Brasil.
  9. 9. A intenção é a reflexão sobre as possibilidades das linguagens tendo como suporte as Orientações Curriculares da Área da Linguagens/MT para o 2º Ciclo.
  10. 10. Alguns questionamentos ....
  11. 11.  O que compreendemos por currículo?  Por que aquele currículo que havia antes da redemocratização do país não nos serve mais ?  Quais mudanças percebemos nos movimentos da década de 80?  Movimento contra um currículo centralizador, opressor, cada município e estado poderia fazer o seu currículo....
  12. 12. • Nos anos 2000? O MEC retoma as discussões: todo aluno na escola, discussões entorno de competências, educação integral, inclusiva, direitos humanos...
  13. 13. A organização das Orientações Curriculares-(Ocs), pressupõe uma ação política de caráter epistemológico que leva em consideração a ideia de que o currículo é uma construção de conhecimentos voltado para a formação humana resultante de uma mediação sócio-histórica e cultural. ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA ESTADO DE MATO GROSSO
  14. 14. No 2º ciclo, o pré- adolescente de nove a onze anos amplia e apropria-se de diferentes linguagens. Para isso, o trabalho deve ser organizado de modo a permitir a (re)construção, (re)significação dos conhecimentos e o desenvolvimento das capacidades de uso das linguagens nas práticas sociais, de análise, reflexão, criação, fruição e crítica, demandando do aluno a observação e a comparação entre aspectos semelhantes e a elaboração de generalizações.
  15. 15. Nessa perspectiva, destaca-se a importância da mediação do professor no ambiente escolar, assumindo a função de possibilitar ao estudante utilizar-se autonomamente dos códigos para expressar- se, interagir e compreender o mundo e ser compreendido pelo outro.
  16. 16. Para sistematizar as intenções pedagógicas entendidas nestas orientações curriculares referentes à alfabetização e ao letramento, no 2º Ciclo, o processo de ensino e aprendizagem se organiza em torno dos eixos articuladores:
  17. 17.  Linguagens e processos de interação, representações, leitura e prática;  Apropriação dos sistemas de representação das linguagens;  Formação Sociocultural nas diferentes linguagens;
  18. 18. No 2º ciclo, o processo de ensino aprendizagem da língua deve focalizar, sobretudo, o desenvolvimento das capacidades de interação pela leitura, pela escrita e pela oralidade valorizando os conhecimentos e vivências trazidos pelos alunos e promovam um contato organizados e constante com os diferentes gêneros discursivos que circulam socialmente.
  19. 19.  As matrizes curriculares das Ocs estão estruturadas por ciclo e área de conhecimento.  Para cada área de conhecimento são definidos os eixos, capacidades e descritores que indicam os conhecimentos que devem ser desenvolvidos até o final de cada ciclo.
  20. 20. Compreender os conceitos é a primeira condição para o desenvolvimento das capacidades na solução de qualquer situação problema.
  21. 21. O segundo recurso é o saber fazer. No entanto fazer um determinado exercício não significa, necessariamente, ter desenvolvido uma capacidade, por exemplo: Um professor programa para uma aula de adição. Ele explica como se faz, apresenta exemplos e solicita aos alunos que resolvam 20 arme e efetue.
  22. 22. Ele observa que a maioria dos alunos conseguiram armar e efetuar. Será que o professor pode dizer que os alunos desenvolveram as capacidades que envolvem a adição?
  23. 23. reconhecer e respeitar as propriedades linguísticas; identificar recursos linguístico-discursivos; desenvolver a argumentação oral e escrita como forma de participação social.
  24. 24. Modalidades de LinguagensModalidades de Linguagens  Verbal – produzidas por meio de palavras que integram a língua – Oral e Escrita  Não Verbal – imagética, gestual, pictórica
  25. 25. • Não Verbal – imagética, gestual, pictórica
  26. 26. Ciclo da Vida
  27. 27. Em Artes - a construção do conhecimento se dá a partir da prática reflexiva sobre o objeto artístico;  artes cênicas  artes visuais  dança  música manifestações culturais em âmbito local e global.
  28. 28. Educação Física - Promover momentos que permita uma sistematização mais elaborada acerca dos elementos da cultura corporal de movimento ( jogos, dança, ginástica, lutas, esporte e conhecimento sobre o corpo).
  29. 29. Nessa perspectiva, destaca-se a importância do professor mediador, facilitador é ele quem conduz o aluno a organizar suas ideias e conceitos.
  30. 30. Video
  31. 31. Organiza a mediação das interações sociais por meio da prática da leitura e escrita. Organiza a mediação das interações sociais por meio da prática da leitura e escrita.
  32. 32. EixoEixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores Linguagens e processos de interação, representações, leitura e prática Fazer uso das linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação; Ler, compreender e construir diferentes textos. -Expõe opiniões e apresenta argumentos em situações dialógicas; -Conhece formas artísticas culturais em seus diferentes produtos/obras/manifest ações nas linguagens; -Aprecia, lê, expressa e cria produções artísticas; -Concebe a arte como expressão e comunicação entre sujeitos; -Reconhece-se enquanto sujeito integrante de sua cultura.
  33. 33. A inserção da tecnologia no ambiente escolar permitirá a eles refletir a respeito da linguagem que já faz parte das suas vidas cotidianas. A relação entre a linguagem digital e as linguagens que usamos dentro e fora da escola possibilita novas abordagens do objeto de ensino e, em decorrência, novas aprendizagens.
  34. 34. Entre as questões importantes a se pensada pela escola destacam-se: - Como disponibilizamos os recursos digitais aos nossos alunos? - Com que frequência iremos propor aulas envolvendo esses recursos? - Como poderíamos melhorar ou ampliar o uso das tecnologias em sala de aula?
  35. 35. Organiza o entendimento das linguagens, com suas estruturas, formas e processo de apropriação e uso.
  36. 36. Eixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores Apropriação dos sistemas de representação das linguagens Codificar e decodificar sistemas das diferentes linguagens; Fazer uso social das diversas linguagens em diferentes situações de fruição e interação. Percebe o encadeamento lógico em textos escritos; Reconhece os objetivos, finalidades e uso social da leitura; Estabelece relações de intertextualidade; Escreve textos seguindo as convenções gráficas; Planeja o texto a ser escrito, considerando o assunto central, seus tópicos e subtópicos;
  37. 37. EixoEixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores Utiliza as hipóteses na construção da escrita, adequando-as informações que recebe na interação com o contexto; Compreende a estrutura/funções do modo de representação da escrita; sígnicos de representações e expressões; Desenvolve as potencialidades perceptivas (pessoal/de mundo), imaginativas e expressivas na natureza e cultura; Percebe a produção cultural local e universal como produção histórica, contextualizando-as nas diferentes culturas;
  38. 38. EixoEixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores Valoriza sua produção artística individual e/ou coletiva como produtor/fruidor/aprendiz; Usa a variedade linguística apropriada à situação de produção e de circulação; Revisa e reelabora os próprios textos, considerando gênero, objetivo, leitor, suporte e contexto de circulação; Distingue os diversos recursos das linguagens, utilizados em diferentes sistemas de comunicação;
  39. 39. EixoEixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores Conhece e valoriza os usos e funções sociais da escrita; Progride nos saberes sensíveis, inventivos, técnicos, representacionais, expressivos/ comunicativos e reflexivos; Conhece e reconhece as formas culturais, variedade de produtos e obras de arte, assim como produtores apreciadores, numa perspectiva histórica das obras/artistas e os modos de comunicação/ publicação/uso da arte;
  40. 40. EixoEixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores -Conhece e reconhece as formas culturais, variedade de produtos e obras de arte, assim como produtores apreciadores, numa perspectiva histórica das obras/artistas e os modos de comunicação/ publicação/uso da arte; Aprecia e ressignifica as diferentes manifestações artísticas e culturais; Reconhece e se apropria dos elementos básicos das formas artísticas, modos de articulação formal, técnicas, materiais e procedimentos na criação em artes.
  41. 41. Constitui pelos modos de representações cognitiva e social que se revelam em práticas específicas na interação pelas linguagens. Constitui pelos modos de representações cognitiva e social que se revelam em práticas específicas na interação pelas linguagens.
  42. 42. EixoEixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores Formação Sociocultural nas diferentes linguagens Ressignificar as diversas práticas de linguagens; Compreender e valorizar a diversidade manifestada nas diferentes linguagens Experiência o processo criativo por meio de diversos suportes nas linguagens artísticas: (teatro, dança, artes visuais, música, cinema e arte midiática entre outros); Vivencia os diferentes efeitos de sentido pelos diferentes usos das linguagens;
  43. 43. EixoEixo CapacidadesCapacidades DescritoresDescritores Reconhece os discursos construídos pelas/ nas linguagens Utiliza as manifestações das linguagens no seu cotidiano; Amplia a compreensão dos processos históricos artísticos/culturais; Observa, respeita e preserva o patrimônio cultural e natural identificando e diferenciando as características artísticas e estéticas.
  44. 44. Os eixos, as capacidades e os descritores devem ser desenvolvidos até ao final do ciclo. Apesar da matriz curricular está por ciclo e preciso, com os saberes que cada professor possui e com os que são construídos, ao longo da prática docente e diante do diagnóstico da turma é preciso planejar e estabelecer as perspectivas de aprendizagens por fase do ciclo.
  45. 45. Breve descrição do gênero Fábula Autor - Este gênero está ligado, em sua origem, à tradição oral. Passou a ser registrado na escrita por reconhecidos autores, como Esopo, seguido de Fedro, La Fontaine e outros.
  46. 46. Objetivo Divulgar um ensinamento moral visando a regular determinados valores sociais ou apresentar uma crítica a valores considerados indesejáveis. São algumas das finalidades da fábula, que, como todo gênero literário, também se presta a apreciações como um objeto estético.
  47. 47. Suporte/circulação Atualmente, as fábulas são contadas, recontadas e reinventadas por vários outros escritores espalhados pelo mundo que, ao reelaborá-las, imprimem nelas sua marca autoral. Elas incorporam aspectos da cultura de cada lugar, fazendo uso de várias mídias, em diversos contextos sociais. Encontramos as fábulas em livros impressos, vídeos/áudios da internet e em programas de TV.
  48. 48. Eixo – Linguagem e processos de Interação; representação, leitura e prática. Capacidade- Fazer uso das linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação. Descritor– Espõe opiniões e apresenta argumentos em situações dialógicas.
  49. 49. Eixo – Apropriação dos sistemas de representação das linguagens. Capacidade- Codificar e decodificar sistemas das diferentes linguagens. Descritor– Percebe o encadeamento lógico em textos escritos; - Desenvolve, correlaciona e (re)significa sígnos de representações e expressões.
  50. 50. Eixo – Linguagem e processos de Interação; representação, leitura e prática. Capacidade- Fazer uso das linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação. Descritor– Aprecia, lê, expressa e cria produções artísticas. - Expões opiniões e apresenta argumentos em situações dialógicas.
  51. 51. Eixo – Apropriação dos sistemas de representação das linguagens. Capacidade- Codificar e decodificar sistemas das diferentes linguagens. Descritor– Reconhece os objetivos, finalidades e uso social da leitura
  52. 52. Eixo – Linguagem e processos de Interação; representação, leitura e prática. Capacidade- Fazer uso das linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação. Descritor– Expõe opiniões e apresenta argumentos em situações dialógicas.
  53. 53. Eixo – Apropriação dos sistemas de representação das linguagens. Capacidade- Codificar e decodificar sistemas das diferentes linguagens. Descritor– Conhecer e valoriza os usos e funções sociais da escrita.
  54. 54. Eixo – Apropriação dos sistemas de representação das linguagens. Capacidade- Codificar e decodificar sistemas das diferentes linguagens. Descritor– Usa a variedade linguistica apropriada à situações de produção e de circulação.
  55. 55. Eixo – Linguagem e processos de Interação; representação, leitura e prática. Capacidade- Fazer uso das linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação. Descritores– Expõe opiniões e apresenta argumentos em situações dialógicas; - Aprecia, Lê, expressão e comunicação entre sujeitos.
  56. 56. Eixo – Apropriação dos sistemas de representação das linguagens. Capacidade- Fazer uso das diversas linguagens em diferentes situações de fruição e interação. Descritores– Reconhece os objetivos, finalidades e uso social da leitura; - Estabelece relações de intertextualidade.
  57. 57. Eixo – Apropriação dos sistemas de representação das linguagens. Capacidade- Fazer uso das diversas linguagens em diferentes situações de fruição e interação. Descritores– Percebe o encadeamento lógico em textos escritos; - Reconhece os objetivos, finalidades e uso social da leitura.
  58. 58. Sugerimos que ao planejar leve em consideração os conceitos: Introduzir. Levar os alunos a se familiarizarem com conteúdos e conhecimentos. Trabalhar. Trabalhar sistematicamente, para favorecer o desenvolvimento pelos alunos. Consolidar. Procurar consolidar no processo de aprendizagem dos alunos, sedimentando os avanços em seus conhecimentos e capacidades. Retomar. Retomar eventualmente, quando se trata de conceitos ou capacidades já dominados ou consolidados em período anterior.
  59. 59. Eixo Capacidade Descritor Conteúdo Atividades/ procedimentos didáticos Orientações Curriculares – Quadro Linguagens 2º ciclo/1 e 2ª faseOrientações Curriculares – Quadro Linguagens 2º ciclo/1 e 2ª fase

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