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A girafa e o mede palmos

  1. 1. . ' _ , A A 7 V” ' *à N ' * ' ilustram” <aí§Í°t= > eeâ ditora atira
  2. 2. A girafa e o y. mede-palmo Lúcia Pimentel Góes ilustrações María Cecília Marra conforme a nova ortografia da tíngua portuguesa cdítom ãlira
  3. 3. P' A . . / WDWFA Benedita «x25 Sdrhlhjvyxíw: IÍJ. 4 um** , ij/ Qd , - l e Í ' v» 4. 4 N# ” ' 1 A_ J- *JV ? í/__E§"ç #7_ “ 1 r e U“[]1w. ^]E. Sl1¡~y'p'lSSL-d41(íopy| fkjgtlst, x Í¡¡í*¡"¡dJVw. IlIr*1pj| pig. !')m. liÍO bonizo no M10 dm um (Jtwça vnçda ps» iva. , qu wüñirruüu(.1'I1.¡'*Nuwdu. _c›v» ÍICCU HI) adm wi¡
  4. 4. Benedita bateu numa árvore e ficou presa em seus ga. .lhc. s. Fez o que pôde, mas não conseguiu se soltar. O tempo passando e Benedita encalhada, isto é, Quanto mais puxava o pescoço, mais ele ficava preso. Eia era corajosa, mas aquela situação díficil deixou Benedita agoniada. E eia começou a CMOFHÍ'.
  5. 5. i 0 ' Av. .. › Í'. o, ~ 'u ~ ; a a, g 'V 'wnnuo'l_| I°c_onop, _g' ¡¡. .~'ali¡íñllnclín, °¡. il H , r wu› 'I y¡ fx' M. t_ 't ltf›_l_t, ,iii, lyyt_ v. . u t M' ' i WQÚI». _ut N / t à t w_ i l I . t , N; _ I 7 lí'. *.›-' ' Nm veto vindo um mede-palmo, no m u pmo compassadn: Na hora om quo etc estava de pés juntas, I 'PLfMl', caíu uma lasrlma bem no 'me os ps5 ~ mcdv um pdvno ~ . -~ . a t. .. . ta# o'. pá; mvío dñi costas. mode umpntttto z-all- . ._: ..'F05pf35._"
  6. 6. - Nossa, ÔÉDÔQÔ! E cada pingão! _ disse o mede-palmo. - Não e' ÔfQÓÔÔ, não, mede-palmo! Sou eu, Benedita!
  7. 7. Ele olhou pra clMA e viu Benedita ChÔPÕÚqÍO. Ah! é você! E por que está chorando?
  8. 8. Ertno Benedito FIWÉVJI. n qm fim: : . zcontwtwfo. U mede-palmo, «J CidiiECL [Nuifl-sirl¡ ti w um; An_ m; 'rt-r', p-: dtu pm da pow de CWTÕI'. Ele rtfú .51m¡«znatmdunttçt » t-. uri - rl 'mui SÔÔIÍ! 553, 'PLEW PLEMÍ Cik 'acto . rn sutis contam. "CJÍ11UVtl-“"' . Juri j '. - 'ton v t Fly' 7- p-: rqztntnpu Benedita ' u n Miura. unjtturn m. zilyactclrrdgWJlj; - VOC-ã vai w o ' o . o " ' x o o O . c_'. ' i "'| D "l'l E sniu no seu passo engraçado à procura du aiguém para tnjudfsio a soltar o pescoço de Benedita da a u Logo . tdiivnto, «wncontrou o jabuti e contou para ek a história daGÍRÀFÀ o” w | ~ ~' 't "^. *, . _. '›v,1"› ' ' ' ' . ."”"-§LF'T: AH; ' ("txnx- ' íngyrizk' ' r ! A a LL*ÊÍÍ<t'â›J. :-~›B1Lu: ÊI' ; t1 ? iv ~. t;
  9. 9. !2 E os dois resolveram fazer uma eSCada para alcançar o pescoço de Benedita. Assim, o mede-palmo subiu nas costas dO jabuti, se as L i c: :c: › L_4, se E2531: i (ÍZCÍ) I. _J. .. mas ai! Não chegaram nem perto! Que pernas compridas! E aquele pescoço, então, parecia maior que um de apartamentos! E o mede-palmo saiu para buscar reforço.
  10. 10. Logo adiante, viu a Capivara, dormindo embaixo de uma árvore. O mede-palmo teve que acordá-la e explicar o que estava acontecendo. A Capivara concordou em ajudar, mandou . . a. o mede-palmo subir em suas costas e foi aumentar a eSCad i3
  11. 11. . 'U . . Quando chegaram, a Capivara sub' no Jabuti e o mede-palmo est¡ co u _se de novo. Não deu. Como era comprida a Benedita! _ Então vá buscar mais ajuda - disse a Capivara. - Enquanto isso eu vou continuar minha sonequinha aqui em cima do jabuti. W
  12. 12. O mede-palmo, dessa vez, foi para o outro lado, e logo encontrou Serafim, o porco-espinho. _ Oi, Serafim! A nossa amiga Benedita esta' encalhada numa árvore aqui perto e precisa de ajuda. Pois não. Vamos la'. Suba nas minhas costas.
  13. 13. E lá se foram os dois. Quando chegaram, tiveram que acordar a Capivara para que Serafim pudesse subir nas a a ' . J costas dela. E a eSCad ficou assim: A f o jabuti, a Capivara nas costas dele, o porco-espinho em pé nas costas da Capivara e o mede-palmo, todo Cõst¡ cgacdc: >, em cima de Serafim. Iô
  14. 14. Quase não adiantou nada. Benedita era mesmo muito E o mede-palmo descobriu que precisava medir, antes de buscar mais ajuda. Olhou o tanto que faltava e falou: - Desta vez, vou chamar muitos bichos. E saiu no seu passo de "junta os pés - mede um palmo - est¡ <: :a " procurando outros bichos.
  15. 15. Encontrou o macaco-prego e o guariba. Falou com os dois, que imediatamente se dispuseram a prestar socorro a Benedita. O mede-palmo então pediu para eles irem na frente, enquanto ele ia buscar mais reforço. Tanta correr/ à lhe deu sede e ele resolveu ir ao rio beber água. No rio, tomando sol, encontrou o jacaré Bocudo. - Ei, Bocudo! Preciso de . um favor seu! - disse “M” o mede-palmo.
  16. 16. - Deixei na floresta o jabuti, a Capivara, o porco-espinho, o guaríba e o macaco-prego, um em cima das costas do outro me esperando. .. - Ah! 'á sei! - disse o 'acaré, antes de o mede- almo acabar J J P de falar. - Vocês vão trabalhar no circo! - Não, jacaré! _É que a Benedita está encalhada no meio de uns galhos, coitada! E eles vão me ajudar a soltá-la. Você não quer vir também? Claro! Suba no meu costado, e vamos lá! Eu também quero ajudar a Benedita.
  17. 17. i l _ M. _ ko LÊ! ” do WldVnlÚ Al lPCilÃl null? ) ¡jgp 0 modepnlmo lo. çl. .~, m¡, .,do md” !9d0:1d. ,-)_¡5, Epçdljj “N-J- a Preciso qu. m. : teçam 1m'. IAJFÚCBSlJÕIlIlUIlVS . marrowi 1"' ! M3535 tl rs o NlJO do jacai. no mgscaço do llldkXhíilpftf-QG L' . l cilbllctl dvlu ro pt"$(020 dr: Benedita ' ' AlÚl-'ll--Ú Cl'Ill, ¡(_l[-l'. '5_ L-(nd m" NUÍlLm, ¡JU! lavar' ApUILCi-_rgm ' ~ l l_ alanhao, (, '¡, ',¡nQ¡, ,__¡. ,_-, ,. . vniva-iirgig; . US, jyndüifdg_ (ijnugpjiãsl As . iunhas Insb. i*l›. ir. «m com vowtrl- Num lwairmit- o fmnriço se ? lie liceu prum! .
  18. 18. 2'-l Enquanto isso, um montão de bichos - tatus, antas, coelhos, preás, corujas, raposas, cutias, saguis, borboletas, besouros, formigas, abelhas, libélulas, mariposas _ vieram apreciar o movimento. O mede-palmo, todo orgulhoso e compenetrado, estava dando as ordens para a operação de salvamento, quando ouviu: _ Ai, socorro! Socorro, que ele me espeta! - era a capivara quem grÍÍaVa.
  19. 19. xá Mox . mai. a
  20. 20. Zb p E que um fiapo da corda tecida pelas aranhas tinha caido bem no focinho de Serafim. E ele ameaçava dar um eSPFFO daqueles que espalham espinhos para todos os lados. Foi preciso que um preá subisse correndo pra tirar o fiapo. Também uma_ libélula precisou abanar a capivara, que estava quase desmaiando. O mede-palmo achou melhor andar mais rap/ ab com os preparativos e soltar logo Benedita, que já ia CMOVÕT' de novo.
  21. 21. 27
  22. 22. 28 E lá sublu ele. Passou pelo jabuti, que tinha nas costas a capivara, que tinha sobre o lombo o porco-espinho Serafim, que tinha sobre a cabeça o guariba, em cima do qual estava o macaco-prego, cujo pescoço estava preso ao rabo do jacaré Bocudo, que tinha a cabeça amarrada no pescoço da
  23. 23. .. o 24
  24. 24. 30 Do da escada' o mede-palmo comandava e Benedita obedecia: - Benedita, mexa o pescoço um palmo para a esquerda. .. isso. Agora, vá dois palmos para a direita. .. muito bem! Mais três palmos para a frente. .. Puxe agora o pescoço para trás. .. Oba! O pescoço se soltou! Uma salva de palmas, urros, guinchos e zunidos o desencalhe. E antes que Benedita se mexesse, o que ia fazer despencar a escada inteira, o mede-palmo pediu às aranhas que soltassem o jacaré. Cada um dos bichos foi saindo da escada' fazendo a maior agâ7~aííâ.
  25. 25. 31
  26. 26. ¡rev- ¡xJl/ 'hg( : T3 “uy” 9 _ § S i ij V: ¡ÉkA : K9 '-*“'7 * 3" t' *jkíi* an Benedita, desencalhada, saiu pu' do de alegria. E o mede-palmo, orgulhoso, foi embora no seu passo compassado: "Junta os pés - mede um palmo - estica; junta os pés - mede um palmo - est¡ ca; junta os pés. .." 5'). rf f' S3 Q 5/ nã: -. __| ( «x~7.7““ñ x ¡, ,, ill/ NNW' gçrr/ l
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