Escola dominical .. we

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Escola dominical a melhor escola teologica de todos os tempos

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Escola dominical .. we

  1. 1. INTRODUÇÃOA visita do profeta Elias a terra de Sarepta, onde foi acolhido poruma viúva pobre, é emblemática por algumas razões.Primeiramente, a história revela o cuidado de Deus para com os quese dispõem a fazer sua vontade. Não importa onde estejam, Deuscuida de cada um de seus filhos. Elias foi o agente de Deus paraconfrontar a apostasia no reino do Norte. Necessitava, pois, de umlugar seguro para refugiar-se. Em segundo lugar, o episódio revela asoberania de Deus sobre as nações. Mesmo tratando-se de umaterra pagã, Deus escolhe dentre os moradores de Sarepta, umamulher que servirá como instrumento na construção de seupropósito.
  2. 2. 1. A fonte de Querite. Logo após profetizar umagrande seca sobre o reinado de Acabe, Elias recebeu a orientaçãodivina: "Vai-te daqui, e vira-te para o oriente, e esconde-te juntoao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão" (1 Rs 17.3). Eliashavia se tornado uma persona non grata no reinado de Acabe. E,devido a esse fato, precisava sair de cena por um tempo.Seguindo a orientação divina, ele refugia-se primeiramentepróximo à fonte de Querite. Era um lugar de sombra e águafresca, mas não representava o ponto final de sua jornada. Elenão poderia fixar-se naquele local porque ali não havia uma fontepermanente, mas uma provisão em tempos de crise (1 Rs 17.7).Quem faz de "Querite" seu ponto final terá problemas porquecertamente secará!
  3. 3. 2. Elias em Sarepta. Elias afasta-se de seu povo e de sua terra,indo refugiar-se em território fenício (1 Rs 17.9). A geografia bíblicainforma-nos que Sarepta era uma pequena localidade situada a cercade quinze quilômetros de Sidom, terra da temida Jezabel (1 Rs 16.31).Às vezes o Senhor faz coisas que parece não ter lógica alguma! Noentanto, esse foi o único lugar no qual o rei Acabe jamais pensaria emprocurar o profeta (1 Rs 18.10). São nas coisas menos prováveis queDeus realiza seus desígnios! Sarepta parecia ser uma terra de ninguém,mas estava no roteiro de Deus para a efetivação do seu propósito.
  4. 4. 1. A soberania e graça de Deus. Quando o Senhor ordenou ao profeta quese deslocasse até Sarepta, revelou-lhe também qual era o seu propósito:"Ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente" (1 Rs 17.9). Eliasprecisava sair da região controlada por Acabe e isso, como vimos,aconteceu quando ele se dirigiu a Sidom, na Fenícia. O texto é bem claroem referir-se à viúva como sendo um instrumento que o Senhor usariapara auxiliar a Elias: "Ordenei ali a uma mulher viúva". Quem era essaviúva ninguém sabe. Todavia, foi a única escolhida pelo Senhor, dentremilhares de outras viúvas, para fazer cumprir seu projeto soberano (Lc4.25,26). Era uma gentia que, graças ao desígnio divino, contribuiu para aconstrução e desenvolvimento do plano divino.
  5. 5. 2. A providência de Deus. A providência divina para comElias revelou-se naquilo que Paulo, muito tempo depois, lembrou (1 Co1.27). Um gigante espiritual ajudado por uma frágil mulher! Sim, umamulher viúva e pobre. Muito pobre! Ficamos a pensar o que teriapassado pela cabeça do profeta quando o Senhor lhe disse que haviaordenado a uma viúva que o sustentasse. Era de se imaginar que amulher possuísse algum recurso. Como em toda a história de Elias, aprovisão de Deus logo fica em evidência. A providência divina já haviase manifestado nos alimentos trazidos pelos corvos (1 Rs 17.4-6). Agorarevelar-se-ia através de uma viúva pobre.
  6. 6. 1. A escassez humana e a suficiência divina. A mulher que Deus havialevantado para alimentar Elias durante o período da seca disse não possuirnada ou quase nada: "nem um bolo tenho, senão somente um punhado defarinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanheidois cavacos e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que ocomamos e morramos." (1 Rs 17.12). De fato o que essa mulher possuía comoprovisão era algo humanamente insignificante! A propósito, o termo hebraicousado para punhado, dá a ideia de algo muito pouco! Era pouco, mas elapossuía! Deus queria operar o milagre a partir do que a viúva tinha. Asuficiência divina se revela na escassez humana. O pouco com Deus torna-semuito!
  7. 7. 2. Deus, a prioridade maior. O profeta entrega à viúvade Sarepta a chave do milagre quando lhe diz: "porém faze dissoprimeiro para mim um bolo pequeno e traze-mo para fora; depois,farás para ti e para teu filho" (1 Rs 17.13). O profeta era um agentede Deus, e atendê-lo primeiro significava colocar a Deus emprimeiro lugar. O texto sagrado afirma que "foi ela e fez segundo apalavra de Elias" (1 Rs 17.15). Tivesse ela dado ouvidos à suarazão, e não obedecido as diretrizes do profeta, certamente teriaperdido a bênção. O segredo, pois, é colocar a Deus sempre emprimeiro lugar (Mt 6.33).
  8. 8. 1. A oração intercessória. O texto de 1 Reis 17.1 traz aprofecia de Elias sobre a seca em Israel. E, de fato, a seca aconteceu.Tiago, porém, destaca que a predição de Elias foi acompanhada deoração: "Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e,orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, nãochoveu sobre a terra" (Tg 5.17). Novamente o profeta encontra-sediante de um novo desafio e somente a oração provará a sua eficácia. Ofilho da viúva morreu e Elias toma as dores da pobre mulher, pondo-seem seu lugar e clama ao Senhor (1 Rs 17.19,20). Deus ouviu erespondeu ao seu servo.
  9. 9. 2. A oração perseverante. Elias orou com insistência(1 Rs 17.21). Ele estendeu-se sobre o menino três vezes! Issodemonstra a natureza perseverante de sua oração. Muitos projetosnão se concretizam, ficam pelo caminho porque não sãoacompanhados de oração perseverante. O Senhor Jesus destacou anecessidade de sermos perseverantes na oração ao narrar a parábolado juiz iníquo (Lc 18.1). É com tal perseverança que conseguiremosalcançar nossos objetivos.
  10. 10. A soberania de Deus sobre a história e sobre os povose o seu cuidado para com aquele que o teme se revelam deforma maravilhosa no episódio envolvendo o profeta Elias e asua visita a Sarepta. Não há limites quando Deus quer revelara sua graça e tampouco há circunstância demasiadamentedifícil que possa impedi-lo de mostrar o seu poder provedor.

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