DST'S Relacionadas com corrimentos

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DST'S Relacionadas com corrimentos

  1. 1.  O corrimento é uma das preocupações mais frequentes entre as mulheres em idade reprodutiva;  A secreção é uma resposta fisiológica do organismo;  Quando não existe processo patológico envolvido, a secreção vaginal apresenta-se de cor clara ou branca, no entanto, quando algum processo infeccioso encontra-se presente, as características da secreção modificam-se, caracterizando o corrimento vaginal e uretral.
  2. 2. A clamídia é uma doença causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, geralmente, é transmitida sexualmente.
  3. 3.  Um em cada quatro homens com clamídia não apresentam sintomas. Nos homens, a clamídia pode produzir sintomas similares à gonorreia. Eles podem incluir:  Sensação de queimação ao urinar  Secreção do pênis ou do reto  Sensibilidade ou dor nos testículos  Dor ou secreção retal  Somente cerca de 30% das mulheres com clamídia apresentam os sintomas.  Os sintomas de clamídia que podem ocorrer em mulheres abrangem:  Sensação de queimação ao urinar  Dor no ato sexual  Dor ou secreção retal  Sintomas de doença inflamatória pélvica (DIP), salpingite, inflamação do fígado semelhante à hepatite  Secreção vaginal
  4. 4. Envolve amostras da secreção uretral nos homens ou das secreções do colo do útero nas mulheres; Se o indivíduo pratica sexo anal, amostras extraídas do reto também podem ser solicitadas. A amostra é encaminhada para um teste de anticorpos monoclonais ou fluorescentes, teste de sonda de DNA ou cultura celular; Alguns desses testes também podem ser realizados em amostras de urina.
  5. 5. Em geral, o tratamento para clamídia é feito com antibióticos, incluindo tetraciclinas, azitromicina ou eritromicina. Deve-se testar para outras DSTs também. Todos com quem foi mantido contato sexual devem fazer o teste para clamídia. Os parceiros sexuais devem ser tratados para evitar a retransmissão da clamídia. Não existe imunidade significativa após a infecção, e uma pessoa pode ser infectada novamente
  6. 6. DST caudada por um protozoário parasita, o trichomonas vaginalis.
  7. 7. Corrimento abundante amarelo ou esverdeado; Prurido na vagina/pênis/e ou ânus; Mau cheiro, bolhas; Ardor ao urinar; Dor durante o ato sexual;
  8. 8. História clínica do paciente;  exame clínico ginecológico, (em mulheres, um exame pélvico mostra manchas vermelhas na parede vaginal ou cérvix); Análise a fresco (exame microscópico de corrimento); Papanicolau; A doença pode ser difícil de ser diagnosticada nos homens. Os homens são tratados se a infecção for diagnosticada em qualquer um de seus parceiros sexuais. Eles também podem ser tratados se apresentarem sintomas contínuos de queimação ou coceira na uretra apesar do tratamento para gonorreia e clamídia.
  9. 9. Metronidazol 2g. VO, dose única; Metronidazol 500mg, VO de 12/12hs, por 7 dias; Secnidazol 2g, VO, dose única; Tinidazol 2gr, VO, dose única.
  10. 10. Infecção da vagina causada por um desequilíbrio da flora vaginal normal. Causas Diminuição de bactérias “protetoras”. Aumento de bactérias “estranhas”. Associado ao contato de fezes com a vagina.
  11. 11. Ardor ao urinar; Comichão ao redor da vagina; Dor durante as relações sexuais. Corrimento vaginal com odor desagradável;
  12. 12. Diagnóstico Bacterioscopia; Medicação do pH vaginal. Tratamento Medicamentos antimicrobianos (metronidazol/ Clindamicina intravaginal); Iogurte natural.
  13. 13. É uma infeção sexualmente transmissível causada pela bactéria Neisseria gonorrheae que infecta especialmente a uretra.
  14. 14. Dor na região pélvica; Sangramento; Dispareunia; Disúria; Polaciúria. Secreção purulenta;
  15. 15. Sensação de ardor ao urinar; Hiperemia ou edema na uretra.; Dor nos testículos; Disúria; Polaciúria. Secreção do pênis;
  16. 16.  Histórico do paciente acompanhado do exame clínico; Exames laboratoriais.
  17. 17. TRATAMENTO Antibioticoterapia COMPLICAÇÕES Infertilidade; Doença inflamatória da pélvis.
  18. 18. Geralmente feita na sala de espera do posto de saúde, ou no consultório, pelo Enfermeiro com intuito de promover sobre as doenças sexualmente transmissíveis, explanando: como evitar, como tratar e suas complicações.
  19. 19. 1º Passo • Anamnese; 2º Passo • Encaminhar a paciente até um local onde possa se despir e colocar a bata; 3º Passo • Colocar a paciente posicionada adequadamente na maca ginecológica;
  20. 20. 4º Passo •Exame físico: Inspeção e Palpação; 5º Passo •Certificar da existência de todos os materiais que serão utilizados, dispostos ao alcance do profissional; •Materiais: Espéculos, luvas de procedimentos, espátula de Ayres e escova cervical, Lamina e frasco recipiente com álcool absoluto; 6º Passo •Posicionar o especulo da melhor forma para prefinir o conforto da paciente e poder examinar o colo do útero;
  21. 21. 7º Passo • Remoção através da espátula de Ayres e da escova cervical as secreções vaginais; 8º Passo • Fixação das secreções na lamina, colocando imediatamente no frasco com álcool fixador; 9º Parte •Elaboração de estratégias de tratamento e de aconselhamento junto as necessidades da paciente.
  22. 22. • MAS O PAPANICOLAU É UM EXAME GINECOLÓGICO QUE TAMBÉM DETECTA (NO CORPO DA MULHER) A PRESENÇA DE VÁRIAS DST’s: GONORRÉIA, CLAMÍDIA, TRICOMONAS.
  23. 23.  Infecções Sexualmente Transmissíveis. Vaginose Bacteriana. Disponível em: www.infecçoessexualmentetransmissiveis.blogspot.com.br  Doenças Sexualmente Transmissíveis. Infecção por Gardnella. Disponível em: www.dst.com.br  http://www.aids.gov.br/pagina/clamidia-e-gonorreia  drauziovarella.com.br/sexualidade/gonorreia

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