Armazenamento e recuperação  de informações na sociedade Fabiano Juliana Luciana Wagner
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<ul><li>A biblioteca do  Templo de Ramsés  em Tebas possuía a sabedoria acumulada da sua cultura e seu tempo, mas seu uso ...
<ul><li>A  Biblioteca de Alexandria  foi fundada pelos governantes gregos do Egito, uma dinastia dos Ptolomeus. Na cidade ...
A biblioteca na sociedade Biblioteca de Alexandria Calímaco
<ul><li>Diversidade de função: centros de pesquisas, editora, instituto de estudos lingüísticos, museu e repositório cultu...
<ul><li>A primeira de varias catástrofe abateu-se sobre ela em 47 a.C; um incêndio no cais de Alexandria durante a invasão...
<ul><li>A necessidade de livros para milhares de estudantes tornou-se um problema permanente. O comercio contemporâneo de ...
<ul><li>Foi o inicio da função de referencia e empréstimo e das relações tradicionais entre a academia e o comercio de liv...
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Redes e transferência de informações <ul><li>As empresas que queiram ter êxito num mercado sujeito a mudanças rápidas deve...
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O substrato físico <ul><li>É a mancha impressa no papel, o layout, as margens, tudo se combina como prova para estabelecim...
O substrato físico <ul><li>Há também o problema da durabilidade do substrato físico. A importância do papiro como material...
Bibliotecas na cadeia de transmissão   <ul><li>O texto tinha uma função especial a desempenhar e era imperativo garantir o...
Os problemas na cadeia de transmissão   <ul><li>Não dispomos praticamente de nenhum texto original da Antiguidade, nenhum ...
Os textos e suas características <ul><li>O texto deve ter unidade e não simplesmente ser um conjunto de frases bem constru...
<ul><li>Surgiram novas convenções nos textos, como o uso de letras maiúsculas e sua diferenciação das minúsculas, margens ...
Formato de textos <ul><li>Alguns formatos de textos são influenciados pela natureza do assunto. Num texto de persuasão pod...
<ul><li>Nas sociedades modernas muitas formas de textos evoluíram entre grupos de interesses especializados para a apresen...
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Complementação Biblioteca  de Alexandria Filme
fontes <ul><li>Pedro Onofre de Freitas – A economia da informação </li></ul><ul><li>Élio Joaquim Ferreira – A tecnologia m...
 
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Armazenamento e recuperação de informação

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O grupo é formado pelos alunos: Juliane, Luciana, Fabiano e Wagner.
Graduandos do curso de Biblioteconomia e Ciencia da Informação da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar.
Este trabalho resume um pouco o conceito de "Armazenamento e Recuperação de Informação na Sociedade".

Publicada em: Educação, Tecnologia
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Armazenamento e recuperação de informação

  1. 1. Armazenamento e recuperação de informações na sociedade Fabiano Juliana Luciana Wagner
  2. 2. A biblioteca na sociedade <ul><li>As bibliotecas existem há quase tanto tempo quanto os próprios registros escritos. A essência de uma biblioteca é uma coleção de materiais organizados para uso. </li></ul><ul><li>A organização tem sua função como recipient e ou deposito para a memória externa da humanidade, mas armazenamento implica recuperação e recuperação implica em acesso , ou a oportunidade do aproveitamento como usuário. </li></ul><ul><li>A biblioteca do Templo de Ramsés em Tebas possuía a sabedoria acumulada da sua cultura e sem tempo, mas seu uso restringia-se a casta sarcedotal de escribas e autoridades do governo. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A biblioteca do Templo de Ramsés em Tebas possuía a sabedoria acumulada da sua cultura e seu tempo, mas seu uso restringia-se a casta sarcedotal de escribas e autoridades do governo. </li></ul>A biblioteca na sociedade
  4. 4. <ul><li>A Biblioteca de Alexandria foi fundada pelos governantes gregos do Egito, uma dinastia dos Ptolomeus. Na cidade fundada por Alexandre, o Grande (356-322 a.C), os bibliotecários de Alexandria procuraram reunir entre as paredes da biblioteca a totalidade da literatura então existente. Os exemplares eram arrumados em ordem sistemática; os que estivessem truncados eram completados deles se faziam comentários críticos e listas. De longe o mais famoso desses bibliotecários eruditos foi Calímaco , que viveu no século III a.C, ele elaborou um grandioso catalogo conhecido como Pínakes , uma lista de documentos relativos à cultura grega e oriental </li></ul>A biblioteca na sociedade
  5. 5. A biblioteca na sociedade Biblioteca de Alexandria Calímaco
  6. 6. <ul><li>Diversidade de função: centros de pesquisas, editora, instituto de estudos lingüísticos, museu e repositório cultural. </li></ul><ul><li>Além das negociações como de praxe com autores, comerciantes e colecionadores de livros, mas também a pratica de obrigar os navios que a portavam em Alexandria a lhes entregar seus preciosos livros para serem copiados pela biblioteca. Os livros tornaram-se uma espécie de moeda corrente </li></ul>A biblioteca na sociedade
  7. 7. <ul><li>A primeira de varias catástrofe abateu-se sobre ela em 47 a.C; um incêndio no cais de Alexandria durante a invasão de César. Esses desastres continuaram até a destruição final em 640 d.C. Especialistas calculam quem em seu auge a biblioteca possuía cerca de meio milhão de rolos de papiros, quantidade essa que somente seria superada depois de muitos séculos. </li></ul>A biblioteca na sociedade
  8. 8. <ul><li>A necessidade de livros para milhares de estudantes tornou-se um problema permanente. O comercio contemporâneo de livros expandia-se à medida que os copistas tentavam dar conta do recado nos Stationarii ou livrarias ligadas à universidade. Esses copistas eram leigos, que assim rompiam um prolongado monopólio clerical e formavam o núcleo da profissão de escreventes. </li></ul><ul><li>Os acervos em ambas as instituições, dividia-se em duas partes: os livros mais consultados eram acorrentados na biblioteca principal; os disponíveis para empréstimos eram guardados em uma sala separada; faltavam ainda uns 200 anos ou mais para a invenção de Gutenberg. </li></ul>A biblioteca na sociedade
  9. 9. <ul><li>Foi o inicio da função de referencia e empréstimo e das relações tradicionais entre a academia e o comercio de livros. </li></ul><ul><li>As bibliotecas nacionais oferecem um aspecto interessante do crescimento e desenvolvimento do estado nacional. </li></ul>A biblioteca na sociedade
  10. 10. <ul><li>A mais importante biblioteca nacional de pesquisa do mundo é a British Library (com a devida vênia da Library of Congress), atua com o mecanismo de controle da produção nacional do pensamento registrado. O acervo completo contém mais de 18 milhões de volume de livros e publicações seriadas impressas (inclusive 130.000 títulos de publicações seriadas correntes), 33 milhões de especificações de patentes, cerca de 2 milhões de peças cartográficas, 8 milhões de peças filatélicas, 600.000 volumes de jornais, 9000.000 discos sonoros e vários milhões de manuscritos e documentos oficiais para os quais é difícil dar u numero exato. </li></ul>A biblioteca na sociedade
  11. 11. <ul><li>Todos os tipos de bibliotecas refletem de algum modo as relações entre cultura material e não material, ou entre mensagem e sua manifestação física. Mapas, jornais, selos, discos sonoros, tudo isso reflete as diferentes tecnologias do armazenamento e transmissão da informação. </li></ul><ul><li>A palavra “pública” deriva seu significado essencial da base latina, publicus , que significa “do povo” e, em sentidos correlatados, “geral”, “comum” ou “universal”. </li></ul>A biblioteca na sociedade
  12. 12. <ul><li>Alega-se que havia bibliotecas publicas na antiga Atenas, mas não podemos ser tão ingênuos ao ponto de pensar que eram públicas no sentido que a palavra tem no século XX. </li></ul>A biblioteca na sociedade
  13. 13. A biblioteca na sociedade <ul><li>A primeira Biblioteca de Roma </li></ul><ul><li>A filosofia política de Thomas Jefferson “Sociedade ideal” </li></ul><ul><li>O que são bibliotecas públicas? </li></ul>
  14. 14. A biblioteca na sociedade <ul><li>A filosofia de John Stuart Mill </li></ul><ul><li>A lei Public Libraries Act </li></ul><ul><li>O filantropo Andrew Carnegie </li></ul><ul><li>A Library Association </li></ul><ul><li>O pós guerra </li></ul><ul><li>A biblioteca publica no Brasil </li></ul>
  15. 15. <ul><li>A comunidade bibliotecária e de informação, se refere a um grupo diversificado de organizações e instituições. </li></ul><ul><li>São responsáveis pela criação e fornecimento de serviços e produtos de informação. </li></ul>Redes e transferência de informações A informação é vista como um produto, serviço ou recurso, porém único, de natureza específica e características muito próprias; A informação é compatilhável, bens podem ser trocados, mas na troca da informação, o vendedor continua possuindo o que ele vendeu; (FERNANDES, 1991)
  16. 16. Redes e transferência de informações <ul><li>As empresas que queiram ter êxito num mercado sujeito a mudanças rápidas devem manter-se um passo à frente da concorrência, monitorando e reagindo a qualquer transformação. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>As redes de informática são vistas como o principal mecanismo usado nas transferências de informações, pois eles encurtam o tempo e a distancia. </li></ul><ul><li>Além de informar, as redes de informática ajudam a empresa a distribuir a produção pelo mundo inteiro, independentemente de fusos horários e custos de transporte. </li></ul>Redes e transferência de informações
  18. 18. <ul><li>O conceito de rede abrange totalmente as atividades de comunicação humana. A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. </li></ul><ul><li>Ex: jornalismo, publicidade, internet, conversa oral. </li></ul>Redes e transferência de informações
  19. 19. <ul><li>Antigamente as redes de computadores refletiam a estrutura hierárquicas </li></ul>Redes e transferência de informações
  20. 20. <ul><li>Hoje em dia, qualquer pessoa pode rodar seu programa a partir de seu próprio computador. </li></ul>Redes e transferência de informações
  21. 21. <ul><li>Qualquer nova tecnologia, tende a transformar a sociedade. </li></ul><ul><li>Estamos vivendo na era das tecnologias. </li></ul><ul><li>Os computadores ganharam espaço na sociedade, </li></ul><ul><li>Não haja dúvida que as novas tecnologias foram e são muito </li></ul><ul><li>importantes na civilização em que hoje vivemos. </li></ul><ul><li>As máquinas transformaram radicalmente a nossa maneira de viver. </li></ul><ul><li>(Ferreira, 2008) </li></ul>Redes e transferência de informações
  22. 22. <ul><li>No meio eletrônico, ao contrário do impresso, não há um vínculo necessário entre as estruturas físicas e lógicas. No lugar do alfabeto impresso numa página, o texto fica reduzido a um código binário de zeros e uns </li></ul>Redes e transferência de informações
  23. 23. O substrato físico <ul><li>É a mancha impressa no papel, o layout, as margens, tudo se combina como prova para estabelecimento da autenticidade do texto. Só então, a partir daí, o texto pode ser utilizado como fonte confiável para crítica e interpretação. </li></ul><ul><li>Um autor podia mudar de idéia enquanto o texto já estava sendo impresso, resultando em correções, acréscimos ou a substituição de grandes extensões de textos. Era uma reelaboração criativa do texto, ou apenas reflexões tardias, era o texto intencional que constituía o texto. </li></ul>
  24. 24. O substrato físico <ul><li>Há também o problema da durabilidade do substrato físico. A importância do papiro como material de escrita, mas por ser um produto vegetal, é muito sensível a umidade. Nas areias excessivamente secas do Egito suas chances de sobrevivência eram maiores do que nos solos de climas úmidos. O uso do pergaminho (peles de cabras e bezerros) era um meio mais confiável de conservar textos. </li></ul>
  25. 25. Bibliotecas na cadeia de transmissão <ul><li>O texto tinha uma função especial a desempenhar e era imperativo garantir os mais altos níveis de exatidão. Portanto, a transmissão escrupulosa dos textos era vital para que se evitasse a falsificação ou a fraude. Cópias podem ser preservadas ou comparadas, com o armazenamento eletrônico de textos em versões múltiplas, esta noção de texto original tende a perder autoridade, se não importância. No universo da codificação digital não existem textos autorizados no sentido com que o bibliográfico textual os reconheceria. </li></ul>
  26. 26. Os problemas na cadeia de transmissão <ul><li>Não dispomos praticamente de nenhum texto original da Antiguidade, nenhum escrito holográfico composto pelas mãos de Platão, Aristóteles ou outros grandes pensadores. Temos que nos apoiar em cópias de cópias que fazem parte de uma longa cadeia de transmissão. </li></ul><ul><li>Quando levamos em conta esses aspectos podemos apreciar mais facilmente a importância cultural das bibliotecas, não só como depositárias de textos, mas também para catalogar e classificar, a fim de que possa ampliar sua utilização adequada. </li></ul>
  27. 27. Os textos e suas características <ul><li>O texto deve ter unidade e não simplesmente ser um conjunto de frases bem construídas compostas de palavras ou morfemas, deve representar uma mensagem coerente e compreensível. </li></ul><ul><li>Originalmente, os textos eram escritos sem cabeçalhos, pontuação, letras maiúsculas ou espaço entre as palavras. Gradualmente a organização interna da informação escrita se modificou para economizar o tempo de leitores cada vez mais ocupados. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Surgiram novas convenções nos textos, como o uso de letras maiúsculas e sua diferenciação das minúsculas, margens títulos e parágrafos. A pontuação tem sua origem na vírgula ou tracinho oblíquo que permitia ao leitor enfatizar e indicar os significados num texto que estivesse lendo em voz alta. </li></ul>Os textos e suas características
  29. 29. Formato de textos <ul><li>Alguns formatos de textos são influenciados pela natureza do assunto. Num texto de persuasão podemos adotar a tática de apresentar primeiro o argumento principal e apoia- lo com argumentos subsidiários e elementos de comprovação. </li></ul><ul><li>Texto expositivo num manual técnico pode utilizar uma disposição de perguntas e respostas. O texto precisa ter uma organização concisa e econômica, com verbetes em seqüência sistemática e lógica. Bilhetes de passagens aéreas e ingressos de teatro também são formas de textos e incluem o máximo de informação no espaço que for mais econômico. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Nas sociedades modernas muitas formas de textos evoluíram entre grupos de interesses especializados para a apresentação de grande volume de informações específicas. Exemplos: boletins das bolsas de valores, cardápios, horóscopo e noticiário jornalístico. </li></ul><ul><li>Os formatos de textos dos jornais são um rico filão para pesquisadores da comunicação de informações escritas e impressas. Obviamente, os jornalistas terão estilos diferentes, a depender do fato de serem redatores de reportagens especiais, colunas assinadas ou editoriais. </li></ul>Formato de textos
  31. 31. <ul><li>O texto verbal realmente moldou nosso mundo e nossas percepções. Criou ‘comunidades textuais’: grupos de pessoas cujas atividades sociais e intelectuais estão centradas em torno de textos como uma linguagem pública. Porém há um problema com os textos verbais, pois precisam de apoio a imagem para ilustrar seu conteúdo conceitual. </li></ul><ul><li>O hipertexto é um termo usado em informática para designar o texto composto de pequenas unidades (geralmente um parágrafo ou 24 linhas) entre os quais o leitor pode saltar usando ligações (links) previamente definidos. Ao contrário de um livro em que as páginas estão em seqüência, o hipertexto permite que qualquer uma de um certo número de páginas venha após a que se está lendo, e na ordem desejada. O índice eletrônico e em geral, existe um glossário ou dicionário. </li></ul>Formato de textos
  32. 32. <ul><li>O livro didático medieval deixava espaços em branco para que o estudante pudesse acrescentar suas próprias anotações; um pacote de hipertexto permite ao leitor acrescentar anotações em qualquer ponto e exportar porções dessas anotações para um processador de textos. </li></ul><ul><li>Bibliógrafo Mackenzie afirma: Defino “texto” como aquilo que inclui dados verbais, visuais, orais e numéricos na forma de mapas, gravuras e música, ou arquivos de sons gravados, filmes e vídeos, na realidade, tudo desde a epigrafia até as formas mais recentes de discografia </li></ul>Formato de textos
  33. 33. O impacto das tecnologias <ul><li>Como vimos pela afirmação de Mckenzie, o impacto das tecnologias de comunicação ampliou o alcance da palavra texto. De fato muitos bibliotecários e outros profissionais da informação têm visto suas habilidades profissionais ampliadas ao máximo ao lidarem com problemas de armazenamento e recuperação à medida que os textos, e os documentos que lhes dão forma têm se diversificado. Formas físicas diferentes implicam problemas de apresentação em catálogos e acessibilidade para o usuário. </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Também tem havido uma divisão do trabalho na profissão são de bibliotecários cujo critério de divisão é a forma dos documentos. Assim temos bibliotecários de materiais audiovisuais, de mapas ou de obras raras, cada um deles constituindo um grupo de especialistas que promovem a circulação de informações entre si. </li></ul>O impacto das tecnologias
  35. 36. Complementação Biblioteca de Alexandria Filme
  36. 37. fontes <ul><li>Pedro Onofre de Freitas – A economia da informação </li></ul><ul><li>Élio Joaquim Ferreira – A tecnologia muda as nossas vidas </li></ul>

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