Brincando com o material dourado

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Brincando com o material dourado

  1. 1. a à i . «Iloiulii b_ , irñulanlligfz i . Ill l. 1 l lilml l, Un ill. .., ll
  2. 2. BRI NCAN DO COM MATERIAL DOURADO (A DESCOBERTA DE AGNALDO) IP : me Juma». DEDICO ESTA OBRA AO PROFESSOR AGNALDO P. RICIERI QUE ME INSPIROU A ESCREVE-LA.
  3. 3. AGNALDO ERA UM MENINO ESPERTO E ARTEIRO QUE ADORAVA BRINCAR.
  4. 4. O4 ELE REALMENTE AMAVA A Vl DA MAS, ERA SO FALAR EM MATEMÁ- TICA E TODO SEU ENTUSIASMO DESAPAREC IA.
  5. 5. O5 CERTO D IA, AGNALDO VOLTOU ARRASADO DO COLEGIO E TRANCOU-SE NO QUARTO PARA RESOLVER ALGUNS EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA. TODOS EM CASA PERCEBERAM MAS, ELE NÃO EXPLICOU O MOTIVO DE TANTA TRISTEZA. SUA MÃE TENTOU AGRADÁ-LO COM UM BOLO DE CHOCOLATE, O SEU FAVORITO. MAS, NEM ISSO CONSEGUIU ANIMA-LO.
  6. 6. O6 ALGUM TEMPO DEPOIS, O AVO DE AGNALDO ENCONTROU- O CHORANDO BAIXINHO E TENTANDO DISTRAIR O MENINO, DISSE: - VENHA, AGNALDO! VAMOS PASSEAR EM MINHA FÁBRI- CA DE BRINQUEDOS.
  7. 7. O7 AGNALDO, MAIS QUE DEPRESSA, ACEITOU O CONVITE DO AVO E, DEPOIS DE PROMETER QUE IRIA SE COMPORTAR E NÃO MEXERIA EM NADA, FOI PASSAR A TARDE NA FÁBRICA DE BRIN- QUEDOS A QUAL NÃO V I S ITAVA HÁ MUITO TEMPO. FELI ZMENTE, O CORAÇÀOZINHO DE AGNALDO FICOU ALEGRE NOVAMENTE.
  8. 8. O8 ENFIM, AGNALDO E SEU AVO CHEGARAM A MARAVILHOSA FÁBRICA DE BRINQUEDOS, O LUGAR PREFERIDO DE AGNALDO. O MENINO JÁ FOI SE ALEGRANDO COM O MOVIMENTO DAQUE- LAS MÁQUINAS IMENSAS. UMA MÁQUINA NOVA, PORÉM, CHA- MOU A ATENÇÃO DO GAROTO. DELA SAÍAM VARIOS CUB | NHOS E ERAM CONTADOS PELO COMPUTADOR E REGISTRADOS EM SEU MONITOR.
  9. 9. O9 PARA SURPRESA DO AVO, AGNALDO ACOMPANHAVA TUDO PELA TELA DO COMPUTADOR PARA SABER A QUANTIDADE EXATA DE CUBI- NHOS PRODUZ! DOS PELA MÁQUINA. - AGNALDO, DISSE O AVO, APERTE ESTA TECLA ONDE ESTÁ DESE- NHADO OCUBI NHO! _ _ ASSIM FEZ AGNALDO E, ENTAO, A MAQUINA COMEÇOU A COR- TAR PEQUENOS CUBOS. CORTOU UM, DOIS, TRES, QUATRO, CINCO, SEIS, SETE, OITO, NOVE E PIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII. .. APITOU DEMORADAMENTE. - POR QUE ELA PAROU DE FAZER CUBINHOS? PERGUNTOU AGNAL- DO INTERESSADO. - ORA, AGNALDO, A MÁQUINA FUNCIONA ASSIM! NUNCA DEZ. COMO NA MATEMÁTICA. TODA VEZ QUE A MÁQUINA PRODUZ O DECI- MO CUBINHO, JÁ NÃO TERÁ MAIS CUBINHOS MAS, SIM, UMA BARRINHA. EXPLI COU O AVO. _¡ 1_ p a ' ¡ q , j 4,, _.. ._». I, "l/ .-'Ú 'hi › ' 1._ V A s q
  10. 10. 10 EXPER l MENTE APERTAR O BOTÃO DA BARR l NHA E VERA, CONTI NUOU O AVO. AGNALDO APERTOU O BOTÃO E ATE LEVOU UM SUSTO. A MAQUINA PASSOU A CORTAR BARR I NHAS DO TAMANHO DE DEZ CUBI NHOS COLO- CADOS EM FILA. - APOSTO QUE QUANDO TIVER NOVE BARRI NHAS, ELA VAI APITAR NOVAMENTE, Dl SSE AGNALDO. - ISSO MESMO! EXCLAMOU O AVO SURPRESO. COMO SABE? - A PROFESSORA ENS | NOU ISSO HOJE. RESPON DEU AGNALDO AD- MIRADO. AGNALDO ESTAVA CERTO. A MÁQUINA COMEÇOU A CORTAR PEQUENAS BARRAS. CORTOU UMA, DUAS, TRES. QUATRO, CINCO, SEIS. SETE, OITO, NOVE EPIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
  11. 11. ll - PODE DEIXAR VOVO. EU JA SEI QUAL TECLA DEVO APERTAR EM SEGUIDA! GRITOU AGNALDO CONFIANTE. MAIS QUE DEPRESSA AGNALDO APERTOU O BOTÃO ONDE ESTA- VA DESENHADA UMA PLACA. - ORA, VIVA! JA ESTA SABEN DO TUDO. LOGO PODERÁ ME SUBSTI- TU I R AQUI NA FABRICA. OBSERVOU O VOVO FELIZ. IMEDIATAMENTE, A MÁQUINA COMEÇOU A FABRICAR PLACAS E VIA-SE PERFEITAMENTE QUE ERAM FORMADAS POR DEZ BARRINHAS. - ESSA E A PLACA, VOVO! D I SSE AGNALDO FELIZ. - UMA, DUAS, TRES, QUATRO, CINCO, SEIS, SETE, OITO, NOVE E PI I | I | l I I I I I l | I | I I l. .. CONTARAM JUNTOS AS PLACAS QUE CAIAM SOBRE A ESTE I RA DA MAQUINA A QUAL AP ITOU E PAROU ESPERANDO UM NOVO Cimo¡ 1G tout¡
  12. 12. 12 -AGORA, E SO APERTAR A TECLA ONDE SE VE DESENHADO UM CUBÃO, AFIRMOU AGNALDO. ENTAO, O COMPUTADOR MOSTROU TAMBEM QUE NAQUELE CUBAO CABIAM DEZ PLACAS OU CEM BARRINHAS OU, AINDA. MIL CUBINHOS. y , _iis-. zrriaf
  13. 13. 13 - AGNALDO, ESTA NA HORA DE FECHAR A FABRICA! ADVERTIU O VOVO. - QUE PENA! DESABAFOU AGNALDO. FOI MUITO BOM FICAR AQUI COM VOCÊ. CONSEGUI COMPREEN DER MELHOR O QUE A PROFESSORA EX- PLICOU NA AULA. - ENTÃO, FOI POR ISSO QUE VOCE TE EM CASA? INDAGOU O AVO. - FOI SIM. SO AGORA ESTOU COME- GOSTAR DE MATEMATICA. APRENDER AS- q ¡ EMAISFACILEMUITOMAISDIVER " TIDO! CHEGOU TRIS- ÇANDO A SIM
  14. 14. Agora que voce _já conhece a fábrica de Material Dourado, vamos bnncarjutos. inclusive o Agnaldo pode estar na sua escola. Ojogo extraído dosPCNs chama-se "NUCA DEZ'. Material necessário: - Materialdourado - Folha colorida (laranja. azul e vemielho) que pode serdestacada ou nao. - Dado - Folha quadricuiada - Lápis (de preferencia laranja e azul) para o registro dos pontos iv/ o-: i o d. ; _j v: g a r. (Doisj oga dores ou a classe toda) Primeira rodada: O _jogadorque inicia Ojogo atira o dado caindo de face para cima o tres Pega tres cubinhos laranjas (dentro do kit de material dourado) e coloca em cima da folha colorida (no espaço laranja). Na folha quadriculada registra o tres em Iaran_j a. Fazendo o mesmo processo os outrosj ogadores, ate o termino da primíra rodada. Na segunda rodada atira o dado. caindo cinco. Na terceira rodada atira odado e cai quatro. Obervando se há formaçao de um grupo de dez cubinhos pois havendo essa possibilidade. temos que trocar os dez cubinhos por uma barrinha (que tambem ale dez). Emi. - Mondo o raciocinio MAL; o Lt~›c›: ~w1:-'oc›; ~u"i1d3s_| <:›gucr-' ~- na folha : di: HL, nu crlciruja Ipçirq ZDIDI_ _1 -v n: Lltl shoyu -zz foi m: quadra-z uiaca u; wa rçiçiscrv: do "m" "m 2- Kndid. ; UL' , , r _I c** 4" Ria-jaz! ;1 lãs» . .ÍLJC-D - Cada um dos alunosjunta (soma) seus cubinhos. registrando-os apos. ainda nesta rodada observara regra do 'nunca dez'. sendo sendo assim] á que o nosso exemplodeu um total dedoze cubinhos. a cria nÇa deve fomiar um gmpo de dez deixando na coluna da unidade apenas dois cubinhos e trocar os dez cubinhos por uma baninha e coloca-la na coluna da dezena. Entendendo o raciocínio N' 110350334:: ' 4° Rodada: 17 L2; 3 m' uu ELRRAHHA curvar r n: : m¡ c_ , _ _3 ? Jor Gb_ r_ . iva do; ago Fazer um grupo de Dez cubinhos e trocarporuma barrinha, pois na folha quadricuiada fazemoso registro de um símbolo em cada quadrinho, e o doze tem dois símbolos (um e dois). O um azul e na realidade um grupo dedez, e o dois laranja sígniñca que temos cubinhos soltos laranjas Assim ojogador quj a fez seu gmpode dez. ficará torcendo para que os outros participantes adquiram sua barrinha azul (dezena) podendo sobrar alguns cubinhos laranjas (unidade), incentivando o coleguismo e trabalho em grupo. (Tambem podera' ser_j ogado com material de madeira). 'Ja Fig v; a o d oJ' : p: chegar a duas barrinhas azuis, formando dois grupos de dez 14
  15. 15. KIT DO PROFESSOR PARA O ALUNO «nn O aluno consegue resolver problemas. nem sabe | que conta tem que fazer! Desiste de ler os problemas ¡ logo nas primeiras liihasl Nao consegue memorizar com ¡ facildade a tabuadal Para tudo isso já na um metodo ¡ com material dourado. que usamos antes do algoritmo. no esquema do racioclrio (nao confundi com coleta ' de dados). Educador participe! Faça parte desse Í processo ensino-aprencizagem. onde nao basta enshar. | O aluno precisa realmente aprender, so assin a didática | a m se torna eficiente. quando realmente o aprendiz terá | competencia principalmente na resolução de ¡ problemas. desenvolvendo suas habilidades. para a ¡ formaçao de um ser pensante e de um profissional capacitado. A atividade ludica (material dourado) utiliza ' n m ostres canaisdepercepçaoda criança poronde capta ' as informaçoes dialogcas visual. audtivo e sinestesico. | havendo permanencia do conteudo e construçao do l conhecimento logico matemático. Caso contrário | estaremos fonnando mero reprodutores de ideias, ¡ deformando geraçoes, ¡ Ao diretor da escola que _já trabalha com material ¡ dourado. havendo um interesse em propiciar ao | BBEBBBBBEE EBBEEHBEED BBBBBBEBBD EBBBBBBEBB EEBEBBEBBE BEBEEBBBBB ÉHEEEBEBEB aprendiz prazer e dinamismo em suas atividades basta _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ telefonar para (ll) 9939.5257 ou mandar um e-mai para Í mam- vmdaowado@bol. combr . Sua escola sera cadastrada para uma famiiarizaçao das novas situaçoes. O curso para os professores com acompanhamento será feito na propria escola com a autora. "Nao sao os alunos que nao gostam de matemática. E a matemática ensinada na escola que dsconhece a realidade do aluno'. (Ubiatan d'Ambrosio). 15
  16. 16. SOBRE A AUTORA A mor”. V.4.vz›.4 R Fazem, (GIL-IDUADA sultmco. au EPáS-@ADCZAM EMJLHZMIHCA) muita; Azi . iram m' . lL-HIJLUÍCA z m QLIUDIZZE . LVOS zum. ; cursos SOBRE AUJERIAL DOURADO E! ! DIVESJS ESCOLAS PARA ALLVOS DE PHDAGOGLL . -1 ? ARIE DO INTERESSE DE PRO- rzssoxs : cacau romanos, Lu 03721: m¡ Mmmzawv Puma-mao cuuo . moro . is . ums, .4 _4 1.7014 oo uma "A nasconmn pia-lamina", ZVSPIROU- su: : »natas . PESSOAIS E REGISÍROUJS 214.124.511¡ APRENÉZGZEL DESSA FOLHA, FACEIIINDO 0 ENSLVO DO SI$IZL4 DENUÀERAÇ-ÍO DECLLUL
  17. 17. ta; _to x V ; eq j! ” , i, . .› jfl I'I'-N'( ( at) -*j. ' 1, X x _ u. . __ . , a ~_ o. 1'_ . v;
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