Centro Universitário do Leste de Minas GeraisCurso de Arquitetura e UrbanismoFernando César Lemos Morais FilhoTCC1 - PESQU...
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2Coronel Fabriciano, 10 Maio de 2013.Hospital MetropolitanoDa Região Metropolitana do Aço-MGFernando César Lemos Morais Fi...
3Dedico primeiramente a Deus, por ter proporcionado e provido acapacidade para o estudo, aos meus Familiares, aos meus pai...
4Agradecimentos: Agradeço primeiramente a Deus, por ter providoforças nesta jornada, aos meus colegas e amigos Nilton de A...
5RESUMOEste volume monográfico trata sobre a situação da saúde pública na região, onde foramidentificadas as problemáticas...
6Sumario1- Introdução: ......................................................................................................
7Lista de figurasFigura 1: Márcio Cunha com sobrecarga (fonte: Jornal Diário do Aço, 10/08/2012) [SI]<http://diariodoaco.c...
8Figura 17: Local de Intervenção, área a ser contemplada com a unidade hospitalarespecialista em traumatologia. .............
91- Introdução:De acordo com os últimos fatos divulgados pela imprensa sobre a saúde pública na regiãometropolitana do Val...
10Figura 1: Márcio Cunha com sobrecarga (fonte: Jornal Diário do Aço, 10/08/2012) [SI]<http://diariodoaco.com.br/noticias....
11Figura 3: Hospitais de Ipatinga só atendem em caso de vida ou morte. (fonte: Jornal Diário do Aço,30/12/2012); [SI] <htt...
12Figura 5: Idoso morre na fila do HMI. (fonte: Jornal Vale do Aço, 25/01/2013); [SI]<http://www.jornalvaledoaco.com.br/no...
13dos órgãos municipais para o atendimento em diversos setores. Levando em conta essatransformação, e conseqüentemente a c...
14Capitulo II2 - História da Saúde BrasileiraEste capitulo, retratará um breve histórico da saúde em nosso país relatando ...
15(instituto de aposentadorias e pensões) que devido à crise mundial não tinha vínculos com oestado.Para COHN e ELIAS (199...
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17Capitulo III3- Sistema de Saúde BrasileiroCOHN e ELIAS (1996), na década de 90, devido a fatos políticos, divida externa...
18desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas noartigo 198 da Constituição Federal, obedecendo aindaaos seguintes ...
19XIII - organização dos serviços públicos demodo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos.(lei orgânica 8.080 (1...
20conhecimento da população em buscar o atendimento de sua enfermidade de acordo com suagravidade podendo assim se direcio...
21popularmente com nome de Policlínicas. O nível Terciário são os hospitais em si, quando oatendimento primário e o secund...
22Capitulo IV4 - Região Metropolitana Vale Do AçoDevido à grande produção e exportação dos produtos derivados do aço e cel...
23Estabelecimentos de Saúde: 351Municipais: 85Estaduais: 01Privadas: 265Nestes números, estão somados os estabelecimentos ...
24Figura 7: Área de Influência da Região Metropolitana do Vale do Aço (Fonte [SI]http://www.skyscrapercity.com/showthread....
25Capitulo V5 - A RMVA e a Necessidade de Ampliação da SaúdeUma breve pincelada no capitulo primeiro, mostra em nível de i...
26Figura 8: Foto Satélite de Ipatinga, e suas respectivas Unidades de Saúde.
27Figura 9: Foto Satélite de Coronel Fabriciano e suas respectivas Unidades de Saúde.
28Figura 10: Foto Satélite de Timóteo e suas respectivas Unidades de Saúde.
29Figura 11: Foto Satélite de Santana do Paraiso e suas respectivas Unidades de Saúde.
30Como podemos perceber nos mapas acima, temos uma divisão de sistemas e unidades desaúde nos municípios, porém a maioria ...
31Fazendo uma breve avaliação em contexto regional Sandra observa São Camilo foidimensionado para o atendimento da populaç...
32I - elaborar plano decenal de saúde;II - promover e estimular a implantação de hospitalregional, em parceria com os muni...
33XIV - promover e estimular a implantação do hospitalmunicipal;XV - ampliar, após estudos de demanda e viabilidadetécnica...
34Em Coronel Fabriciano, as implantações podem ser feitas a partir do direito de preempção,que permite ao município utiliz...
35Como Visto acima nos Planos Diretores de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santanado Paraíso, percebeu-se uma cert...
36leitos para cada 1000 (um mil) de habitantes. Com isso utilizaremos os critérios da OMS, paragarantir dimensionamento ma...
374. Desafogamento das grandes unidades, podendo assim harmonizar osatendimentos em diversas categorias de atendimento hos...
38b) Consultóriosc) Centro Cirúrgico ambulatorial3. Atendimento Imediato:a) Urgênciab) Emergência4. Atendimento em Regime ...
39d) Central de GASe) Estação de Forçaf) Caldeirariag) Tratamento de ResíduoA unidade poderá sofrer algumas alterações em ...
40Figura 12: Hospital Sarah Rio de JaneiroFigura 13: Hospital Sarah Rio de Janeiro
41Figura 14: Interior, passarela interna com o jardim, onde se mostra a nova concepção na arquitetura,mudando a visão inte...
426.3 As Localidades:As Unidades serão distribuídas em vias de fácil acesso, nos municípios principais da RMVA,podendo ass...
43Figura 17: Local de Intervenção, área a ser contemplada com a unidade hospitalar especialista emtraumatologia.Por estar ...
447- ConclusãoDe acordo com o apresentado neste trabalho chega-se a conclusão de que o sistema de saúdena Região precisa s...
458-BibliografiaCOHN, Amélia, ELIAS, Paulo E. Saúde no Brasil [Livro] 5ª Edição – Cortez Editora, 1996.FABRICIANO, Coronel...
469- AnexosRelatório I Seminário Arquitetura da Saúde I Fernando FilhoO Seminário sobre Arquitetura da Saúde aconteceu no ...
47Figura 19: Foto plateia, Seminário Arquitetura da Saúde
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Estrutura Física da Saúde na Região Metropolitana Vale do Aço

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Estrutura Física da Saúde na Região Metropolitana Vale do Aço

  1. 1. Centro Universitário do Leste de Minas GeraisCurso de Arquitetura e UrbanismoFernando César Lemos Morais FilhoTCC1 - PESQUISA INICIALTEMA: Estrutura Física da Saúde naRegião Metropolitana Vale do AçoCoronel Fabriciano, 10 Maio de 2013.
  2. 2. 1Fernando César Lemos Morais FilhoEstrutura Física da Saúde naRegião Metropolitana Vale do AçoMonografia apresentada ao Curso deArquitetura e Urbanismo do CentroUniversitário do Leste de Minas Gerais, comorequisito parcial para obtenção do título deArquiteto e Urbanista, orientado pelo Prof.Roberto Caldeira Junior.
  3. 3. 2Coronel Fabriciano, 10 Maio de 2013.Hospital MetropolitanoDa Região Metropolitana do Aço-MGFernando César Lemos Morais FilhoMonografia defendida e aprovada, em (data da defesa), pela banca examinadora:Professor Doutor (Nome do Orientador)OrientadorProfessor Mestre(Nome do Primeiro Avaliador)Professor do curso de...Professor Especialista(Nome do Segundo Avaliador)Professor do curso de...
  4. 4. 3Dedico primeiramente a Deus, por ter proporcionado e provido acapacidade para o estudo, aos meus Familiares, aos meus paisFernando César Lemos Morais e Ivete Andrea Silva Morais, pelaeducação e por terem ensinado a ter gosto pelo conhecimento, ànamorada, Víviam Fernanda Miranda de Faria, pelosaconselhamentos, encorajamentos e também apoio durante o curso, e atodos os Brasileiros que lutam por uma saúde mais digna, e por umacondição melhor de Vida.
  5. 5. 4Agradecimentos: Agradeço primeiramente a Deus, por ter providoforças nesta jornada, aos meus colegas e amigos Nilton de Assis,Talisson Sinésio, Elvis Henrique e Camila Saraiva, pela ajuda eoportunidade de convivência nesses cinco anos, aos mestres peloensino, a Roberta Grillo pela oportunidade, e pelos ensinos, aosirmãos Vital Silva, e Pedro Augusto, por estarem aqui sempre queprecisar.
  6. 6. 5RESUMOEste volume monográfico trata sobre a situação da saúde pública na região, onde foramidentificadas as problemáticas da situação como a deficiência, no atendimento, falta de leitos,falta de unidades de saúde, superlotação da estrutura existente, etc.. Causando assim umainvestigação, onde foi estudado desde a politica de saúde em âmbito Federal ate o municipal,podendo assim gerar a possível solução para a infraestrutura hospitalar da região.Palavras-chave: Metropolitana, Região, Saúde, SUS, Unidade.AbstractThis volume monograph deals with the state of public health in the region, which wasidentified the problems that were disabled in service lack of beds lack of health facilities,overcrowding of the existing structure. Thus causing an investigation which has been studiedsince the health policy in the Federal until the city and thus may entail a possible solution forhospital infrastructure in the region.Keywords: Metropolitan Region, Health, SUS, Unity.
  7. 7. 6Sumario1- Introdução: ...........................................................................................................9Objetivos: ...............................................................................................................12Justificativa:...........................................................................................................122 - História da Saúde Brasileira..............................................................................143- Sistema de Saúde Brasileiro..............................................................................173.1O SUS, e a Rede de Saúde...............................................................................173.2 Setor Publico: ..................................................................................................203.3 Setor Privado: ..................................................................................................214 - Região Metropolitana Vale Do Aço...................................................................225 - A RMVA e a Necessidade de Ampliação da Saúde .........................................256- Proposta TCC2 ....................................................................................................356.1 As Vantagens:..................................................................................................366.2 A Unidade:........................................................................................................376.2.1 Necessidades do Projeto:....................................................................376.2.2 Programa do Projeto da Unidade:.......................................................376.2.3 Referencial:...........................................................................................396.3 As Localidades: .........................................................................................426.4 Os Critérios:.....................................................................................................427- Conclusão............................................................................................................447.1 Trabalhos Futuros:..........................................................................................448-Bibliografia ...........................................................................................................459- Anexos .................................................................................................................46
  8. 8. 7Lista de figurasFigura 1: Márcio Cunha com sobrecarga (fonte: Jornal Diário do Aço, 10/08/2012) [SI]<http://diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=65678> ................................................10Figura 2: Médicos do Vital Brasil manifestam. (fonte: Jornal Diário do Aço, 03/07/2012);[SI] <http://diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=64692>.........................................10Figura 3: Hospitais de Ipatinga só atendem em caso de vida ou morte. (fonte: JornalDiário do Aço, 30/12/2012); [SI]<http://www.diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=68953>.......................................11Figura 4: Márcio Cunha tem déficit. (fonte: Jornal Diário do Aço, 30/08/2012); [SI]<http://diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=66144>. ...............................................11Figura 5: Idoso morre na fila do HMI. (fonte: Jornal Vale do Aço, 25/01/2013); [SI]<http://www.jornalvaledoaco.com.br/novo_site/ler_noticia.php?id=102603>.........12Figura 6: Pirâmide do sistema de saúde no Brasil; Fonte: Livro Saúde no Brasil, políticae organização de serviços. ..............................................................................................20Figura 7: Área de Influência da Região Metropolitana do Vale do Aço (Fonte [SI]http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1140957&page=201)................24Figura 8: Foto Satélite de Ipatinga, e suas respectivas Unidades de Saúde......................26Figura 9: Foto Satélite de Coronel Fabriciano e suas respectivas Unidades de Saúde....27Figura 10: Foto Satélite de Timóteo e suas respectivas Unidades de Saúde.....................28Figura 11: Foto Satélite de Santana do Paraiso e suas respectivas Unidades de Saúde. .29Figura 12: Hospital Sarah Rio de Janeiro............................................................................40Figura 13: Hospital Sarah Rio de Janeiro............................................................................40Figura 14: Interior, passarela interna com o jardim, onde se mostra a nova concepçãona arquitetura, mudando a visão interna do hospital, transformando umaarquitetura que geralmente é racional, em uma arquitetura acolhedora, HospitalSarah Rio de Janeiro......................................................................................................41Figura 15: Interior, Centro de Reabilitação Infantil, a forma e o contato com o exteriorpartindo do pano de vidro causam uma nova vivência a este espaço, acelerando otempo de reabilitação do usuário, Hospital Sarah Rio de Janeiro.............................41Figura 16: Mapa de proximidades e ligações perante a área de intervenção. ..................42
  9. 9. 8Figura 17: Local de Intervenção, área a ser contemplada com a unidade hospitalarespecialista em traumatologia. ......................................................................................43Figura 18: Palestrante Alisson expondo sobre a estrutura de hospitais, SeminárioArquitetura da Saúde.....................................................................................................46Figura 19: Foto plateia, Seminário Arquitetura da Saúde.................................................47
  10. 10. 91- Introdução:De acordo com os últimos fatos divulgados pela imprensa sobre a saúde pública na regiãometropolitana do Vale do Aço, percebe-se que a infra-estrutura hospitalar instalada não estásendo capaz de suprir a necessidade da população, gerando congestionamentos, insatisfações,superlotações e ate mortes derivadas de esperas prolongadas para atendimento.Devido ao fato do atendimento de saúde ser essencial como serviço básico de uma sociedade,a situação regional fere o disposto nos artigos6ºe 24º inciso XII (Constituição Federal):Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde,a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, asegurança, a previdência social, a proteção àmaternidade e à infância, a assistência aosdesamparados, na forma desta Constituição.Art. 24. Compete à União, aos Estados e aoDistrito Federal legislar concorrentemente sobre:XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;(Art. 6º; 24º, Inciso XII [Constituição Federal]).Atualmente, a RMVA (região metropolitana Vale do Aço) apresenta uma infra-estruturapública de saúde hospitalar possivelmente insuficiente para atender à demanda, que utilizatrês hospitais na região: HMI (Hospital Municipal de Ipatinga) em Ipatinga; o Hospital SãoCamilo (antigo Siderúrgica em Coronel Fabriciano) e o HMVB (hospital municipal VitalBrasil), em Timóteo. Devido à ausência de mais unidades da rede pública, os hospitaisparticulares, como o HMC (hospital Márcio Cunha) e as unidades do Unimed, têm ficadosobrecarregados no atendimento.
  11. 11. 10Figura 1: Márcio Cunha com sobrecarga (fonte: Jornal Diário do Aço, 10/08/2012) [SI]<http://diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=65678>Figura 2: Médicos do Vital Brasil manifestam. (fonte: Jornal Diário do Aço, 03/07/2012); [SI]<http://diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=64692>
  12. 12. 11Figura 3: Hospitais de Ipatinga só atendem em caso de vida ou morte. (fonte: Jornal Diário do Aço,30/12/2012); [SI] <http://www.diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=68953>Figura 4: Márcio Cunha tem déficit. (fonte: Jornal Diário do Aço, 30/08/2012); [SI]<http://diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=66144>.
  13. 13. 12Figura 5: Idoso morre na fila do HMI. (fonte: Jornal Vale do Aço, 25/01/2013); [SI]<http://www.jornalvaledoaco.com.br/novo_site/ler_noticia.php?id=102603>Em razão destes fatos, o objetivo deste trabalho é analisar a infra-estrutura da saúdepública regional com objetivo de identificar, apontar e avaliar as condições hoje oferecidas,com o propósito de assim chegar a um resultado que qualifica a situação, podendo assim gerarum estudo aprofundado sobre esse sistema, possibilitando viabilizar soluções para o bomfuncionamento do mesmo.Objetivos: Investigar os déficits na saúde regional; Analisar os números e as instalações hospitalares existentes na região, sendoela da rede publica ou privada; Analisar leis referentes ao direito da saúde; Confeccionar um mapa de “ocorrências” da região; Visitar unidades de saúde para entender a vivencia entre físico (espaço) ehumano, paciente e profissional, qualidade e necessidade; Estudar estratégias de uma nova reorganização hospitalar; Estudar leis referentes a edifícios voltados à saúde (leis, resoluções, NBR,etc...); Gerar um estudo de implantação de equipamentos de saúde;Justificativa:Com o acesso e disseminação da informação nos dias de hoje podemos observar melhoros problemas existentes na sociedade, com isso, nos últimos anos vivenciamos talcontexto, que foi a crise no setor de saúde regional,aumentando ainda mais a demanda
  14. 14. 13dos órgãos municipais para o atendimento em diversos setores. Levando em conta essatransformação, e conseqüentemente a conurbação das cidades, gerou uma novaindependência em diversos setores como saúde, educação, transporte, etc..Isolando o setor saúde pode-se perceber a necessidade de um estudo para a melhoriadesta área, já que como região metropolitana os investimentos aumentam podendo gerarreceita para ampliação/melhoria da infra-estrutura hospitalar. Estes fatores, juntamentecom a necessidade de ampliação do atendimento na área da saúde, levaram odirecionamento deste estudo especialmente a este setor, que é de suma importância paraa harmonia e bem-estar da população regional.
  15. 15. 14Capitulo II2 - História da Saúde BrasileiraEste capitulo, retratará um breve histórico da saúde em nosso país relatando o caminho e aevolução da nossa saúde ate a chegada do SUS (sistema único de saúde).A saúde publica brasileira começa a escrever sua historia no inicio da década de 20, e ateentão continuou a assumir traços e novas adequações ao acordo que a nação brasileira foievoluindo.Segundo COHN e ELIAS (1996), Em 1923 começaram-se os CAP´s(caixa de aposentadoriase pensões) que vieram derivados do seguro para acidente de trabalho (1919), Durante décadade 20, ocorreram mudanças que atualmente ainda se mostram no sistema previdenciárioBrasileiro, como a iniciativa do Estado com o Seguro Social onde se conseguiu controlar aforça de trabalho e assegurar uma condição mínima de decência e sobrevivência, utilizando oseguinte hierarquia de financiamento: Empregador  Estado  Decreto nº 4.682 que onde oencargo do empregador é capitalizar o custo da produção, com isso o mesmo era repassadopara a declaração da previdência Social e após isso voltava ao empregado. Outro meio eramos CAP´s que eram organizados pelas próprias empresas, porem os recursos eraminsuficientes para a infra-estrutura, e responsável pela privatização da assistência médica noBrasil.Na década de 30, ocorre uma reformulação do sistema previdenciário, derivado da crise de1929 em Nova York (USA), entre 33 a 38 os CAP´s são unificados e absorvidos pelos IAP´s
  16. 16. 15(instituto de aposentadorias e pensões) que devido à crise mundial não tinha vínculos com oestado.Para COHN e ELIAS (1996), depois de alguns anos sem inovações drásticas, na década de 50surge à previdência social, que tinha o objetivo de captação direta de recursos, porem, devidoao mal planejamento a previdência captava sem controle de quantidade ou valor.Nos meados da década de 50 e 60 começa o processo de industrialização acelerada,provocando algumas mudanças na previdência, já que a mesma não tinha controle decaptação. Na década de 60 surge a Lei Orgânica da previdência Social (LOPS), onde a mesmaunifica e assume os IAP´s. Também foi a década marcada pela pressão dos trabalhadoressobre a previdência através da LOPS; em 1964 acontece o golpe militar, em 1966 acontece acriação do INPS (Instituto Nacional de Previdência Social) onde se aprofunda oassistencialismo da previdência Social e a imunidade ao controle da classe assalariada, tendoassim maior presença pública.Na década de 70 há a criação do FAS (Fundo de Apoio ao desenvolvimento Social) derivadodas crises agudas da década de 60.Na década de 80, a criação do FINSOCIAL (Fundo de Investimento Social), que se mostravulnerável na busca de recursos e contribuição ao orçamento, quando houve uma ausência docontrole público, causando a desordem e novamente a crise no órgão de saúde. Em 1988 foifeita a criação da Carta Constitucional, causando a universalidades do direito aos benefíciosprevidenciários, gera-se uma inovação ao resgatar o velho sistema dos CAP´s.Direito a Assistência Médica ao Direito à Saúde:COHN e ELIAS (1996), devido as epidemias e taxa de natalidade e mortalidade associadasao valor salarial, no Brasil as situações estavam alarmantes, com isso o Estado teve queprovidenciar ações dentro da política da saúde, levando em questão as doenças como Chagas,Febre Amarela, Dengue e AIDS, que já estavam em níveis alarmantes. A partir daí conclui-seque não cabia setorizar a política da saúde em programas de estancamento, mas sim, formulá-la arbitrariamente às demais tentando assim formar um todo integrado.
  17. 17. 16Década de 90 - A organização dos Serviços de Saúde:Para COHN e ELIAS (1996), devido ao alto índice de desigualdade no atendimento e naacessibilidade à saúde publica, houve aumento do setor privado, provocando exclusão dapopulação de baixa renda a partir da criação de planos de saúde, convênios médicos e outrosmodos de financiamento; gerou a idealização e criação do SUDS (Sistema Unificado eDescentralizado de Saúde) que abrangia as secretarias de Estados de Saúde, sendo este oprincipio do Sistema Único de Saúde; com esta linha de pensamento, cria-se a lógica quepertenceria ao SUS momentos mais tarde que é a descentralização do sistema em níveisFederais, Estaduais e Municipais com suas respectivas secretarias de saúde.Também na Constituição de 88, a saúde é colocada como direito de todos (Art. 201) o queleva a concretização do SUS, que desde sua criação já enfrentava seu primeiro problema, queera viabilizar a descentralização do sistema, compondo a integridade entre Estado eMunicípio; Lei orgânica do Sistema Único, Constituições Estaduais e Lei orgânica dosMunicípios, ambas tendo como fim o suporte institucional do SUS. Consecutivamente veio aimplantação, das diretrizes gerais do serviço único de saúde, concretizando e tentando serirreversível, mudanças institucionais para que o Ministério de Saúde pudesse incorporar todasas ações referentes a saúde, que foi uma estratégia para evolver Ministério do Trabalho eMinistério da Previdência da Ação Social, que eram uma resistência à unificação. Aunificação implicava ao Ministério de Saúde coordenar podendo assim garantir o repasse derecursos do nível federal para o estadual e do mesmo ao município, causando umdirecionamento e assim evitando interesses públicos. A proposta do SUS foi a criação dosConselhos Nacionais, Estaduais e Municipais de saúde,compostos por governo e sociedade.Estes critérios anteriormente citados em relação a SUS, tem com objetivo garantir a saúde atodos os Cidadãos.
  18. 18. 17Capitulo III3- Sistema de Saúde BrasileiroCOHN e ELIAS (1996), na década de 90, devido a fatos políticos, divida externa e problemascom recursos, o país sofre crise interna, produzindo problemas alarmantes ao “viver digno” desua população com alto índice de miséria e pobreza em seu solo. Devido a destesacontecimentos, o Brasil sofreu insuficiência de recursos destinados à saúde causando umproblema em cadeia, onde prejudica o bom desenvolvimento do serviço, o Estado com seusistema de saúde falho causou uma alavancada no setor privado, que somente atendiamediante pagamento, elitizando o serviço e causando desordem no sistema de saúde emmodos gerais.3.1 SUS, e a Rede de SaúdeCOHN e ELIAS (1996), para a melhoria deste panorama a nível nacional, surge a idéia doSUS, onde se buscava a melhoria do serviço de saúde para os brasileiros, pregando aunificação e assistência (tentando combater a pobreza e a exclusão social),com políticasgeneralistas, de modo que a base do SUS virou a atribuição institucional do serviço, tendocomo emprego a descentralização do Sistema. Como base desta política temos a lei orgânica8.080 (1990) que estabelece em seu Artigo 7º Dos princípios de diretrizes:Art. 7º As ações e serviços públicos de saúde e osserviços privados contratados ou conveniados queintegram o Sistema Único de Saúde - SUS são
  19. 19. 18desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas noartigo 198 da Constituição Federal, obedecendo aindaaos seguintes princípios:I - universalidade de acesso aos serviços desaúde em todos os níveis de assistência;II - integralidade de assistência, entendida comoum conjunto articulado e contínuo das ações e serviçospreventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidospara cada caso em todos os níveis de complexidade dosistema;III - preservação da autonomia das pessoas nadefesa de sua integridade física e moral;IV - igualdade da assistência à saúde, sempreconceitos ou privilégios de qualquer espécie;V - direito à informação, às pessoas assistidas,sobre sua saúde;VI - divulgação de informações quanto aopotencial dos serviços de saúde e sua utilização pelousuário;VII - utilização da epidemiologia para oestabelecimento de prioridades, a alocação de recursose a orientação programática; VIII - participação dacomunidade;IX - descentralização político-administrativa,com direção única em cada esfera de governo:a) ênfase na descentralização dos serviços paraos municípios;b) regionalização e hierarquização da rede deserviços de saúde;X - integração, em nível executivo, das ações desaúde, meio ambiente e saneamento básico;XI - conjugação dos recursos financeiros,tecnológicos, materiais e humanos da União, dosEstados, do Distrito Federal e dos Municípios, naprestação de serviços de assistência à saúde dapopulação;XII - capacidade de resolução dos serviços emtodos os níveis de assistência; e.
  20. 20. 19XIII - organização dos serviços públicos demodo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos.(lei orgânica 8.080 (1990) Art.7º Dos princípiosde diretrizes).Para GÓES (2004), a rede, como visto antes, abrange diversos serviços relacionados aoatendimento em unidades de saúde, que podem ser publicas ou privadas, e tem comohierarquia as seguintes categorias respectivamente: Postos de Saúde, Centro de Saúde,Unidade Mista, Policlínica ou Posto de Assistência Média, Pronto Socorro, Hospital.Postos de Saúde: Assistência à saúde mais simplificada, sem incorporação de equipamentos,contato de forma permanente apenas com recursos humanos de nível elementar ou médio(Nível Primário).Centros de Saúde: Contato com assistência médica com pequena incorporação de tecnologia,depende de profissionais de nível universitário. (Nível Primário ou Secundário).Policlínica ou Posto de Assistência Médica: Atendimento ambulatorial especializado, comumem cidades de nível médio e grande porte. (Nível Secundário e Modalidade Ambulatorial).Pronto Socorro: Atendimento continuo de urgência e emergência médica e/ou odontológica,leitos destinados à observação/acomodação; comuns em região urbana, vários graus decomplexidade tecnológica e qualificação de recursos humanos (Nível Secundário e Terciário).Hospital: Estabelecimento voltado para a assistência médica em regime de internação,localizado geralmente em áreas urbanas, funcionamento dia e noite, graus variados deincorporação tecnológica, disposição de médico, pessoal de enfermagem em regimepermanente de atendimento, classificação de porte pequeno, médio e grande; grau deincorporação tecnológica pequeno, médio, grande (atende nos três Níveis de Saúde).Estes são os níveis de atendimento e serviços destinados à saúde em nosso território. Estesserviços podem ser vinculados ao SUS ou a Rede privada que também é fiscalizado pelo SUScom o serviço de Vigilância Sanitária. Como podemos ver acima, em todos os níveis osistema de atendimento é garantido à população, que de forma hierárquica deveria subir decategoria de acordo com a complexidade de seu problema, evitando a sobrecarga noatendimento de hospitais de norte a sul do Brasil. Além disto podemos ver que o plano doSUS de descentralizar o atendimento é valido e bem cauteloso, porem cabe agora o
  21. 21. 20conhecimento da população em buscar o atendimento de sua enfermidade de acordo com suagravidade podendo assim se direcionar para o local que atenda o nível de sua complexidade.3.2 Setor Publico:No Brasil, o sistema de saúde é universalizado, beneficia todo o território brasileiro,garantindo o acesso ao serviço de todas as esferas econômicas sociais, este serviço é o SUS,que pode ter de postos de saúde a hospitais de alta complexidade, e pode ser tambémencontrado em algumas esferas privadas, como em redes filantrópicas, ou seja, sem finslucrativos e que são mantidas pelo SUS.O SUS tem como sistema de seu funcionamento um seguinte esquema:Figura 6: Pirâmide do sistema de saúde no Brasil; Fonte: Livro Saúde no Brasil, política eorganização de serviços.COHN e ELIAS (1996), como mostrado na imagem, O SUS, abrange uma rede deatendimentos descentralizada, onde a mesma começa em unidades básicas de saúde,denominadas Centros de Saúde, chamado Unidade Básica de Saúde, o atendimento primário éo atendimento primário, ou ambulatorial, onde são ministradas vacinas, atendimentos aferimentos leves, atendimento clinico, e etc. O Secundário já um atendimento mais avançado,que no SUS, é o que o centro de saúde não consegue suprir. Neste nível é feito atendimentomais centralizado e geralmente estes espaços ganham o nome de hospital de distrito,
  22. 22. 21popularmente com nome de Policlínicas. O nível Terciário são os hospitais em si, quando oatendimento primário e o secundário não conseguem suprir, encaminha-se a este setor, quesão os hospitais especializados.3.3 Setor Privado:O setor privado vem de clinicas à hospitais, onde o funcionamento é gerido pela NOB(Normas de Operação Básica).Este setor pode ter dois ramos: O lucrativo e o não lucrativo.Lucrativo: Não mantém qualquer tipo de vinculo com o SUS; EX: Medicina de grupo;Corporativa de Médicos; Autogestão; Planos administrativos; Seguro Saúde.Não Lucrativo: Instituições Filantrópicas (Vinculados pelo SUS); EX: Rede São Camilo.
  23. 23. 22Capitulo IV4 - Região Metropolitana Vale Do AçoDevido à grande produção e exportação dos produtos derivados do aço e celulose, o Vale doAço começou a ocupar seu lugar no ranking de regiões mais rentáveis do Brasil, devido àpresença de suas três principais indústrias: Usiminas, Cenibra e Aperam, que são responsáveispor exportação em massa de produtos, geradoras de empregos e etc..Mesmo com esta estrutura industrial elevada, os municípios, não possuíam uma integração anível regional. Mas esse horizonte começa a mudar em 1998 quando é criada a RegiãoMetropolitana Vale do Aço, quando começam a ser pensadas estas integrações entre osmunicípios, onde uma das primeiras medidas foi a queda da tarifa interurbana entre as cidadesenvolvidas. A partir de 2006, com a Lei Complementar 90, que dispõe sobre a gestãometropolitana, a RMVA passa a funcionar efetivamente. A agência metropolitana estainstalada com sede na cidade de Ipatinga.Segundo o Censo 2010 a Região Metropolitana é constituída por quatro municípios, sendoeles: Ipatinga, Timóteo, Coronel Fabriciano e Santana do Paraíso, onde as mesmas somadaspossuem 451.351 habitantes (CENSO 2010) e uma área territorial de 808 m² (CENSO 2010).Já o Colar Metropolitano incorporado à RMVA possui 24 municípios, sendo eles: Açucena,Antônio Dias, Belo Oriente, Bom Jesus do Galho, Braúnas, Bugre, Caratinga, Córrego Novo,Dionísio, Dom Cavati, Entre Folhas, Iapú, Ipaba, Jaguaraçu, Joanésia, Marliéria, Mesquita,Naque, Periquito, Pingo-d´Água, São João do Oriente, São José do Goiabal, Sobrália, VargemAlegre.Apresenta à saúde a RMVA, em relação os seguinte números:
  24. 24. 23Estabelecimentos de Saúde: 351Municipais: 85Estaduais: 01Privadas: 265Nestes números, estão somados os estabelecimentos particulares e públicos, desde clinicas,postos de saúde, ambulatório a hospital. (IBGE cidades 2009).Apresenta à saúde, o Colar da RMVA, com os seguintes números:Estabelecimentos de Saúde: 205Municipais: 137Estaduais: 2Federais: 2Privadas: 64Nestes números, estão somados particulares e públicos, desde clinicas, postos de saúde,ambulatório a hospital. (IBGE cidades 2009).
  25. 25. 24Figura 7: Área de Influência da Região Metropolitana do Vale do Aço (Fonte [SI]http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1140957&page=201).
  26. 26. 25Capitulo V5 - A RMVA e a Necessidade de Ampliação da SaúdeUma breve pincelada no capitulo primeiro, mostra em nível de informação expressa, ouseja,através da mídia e impressão digital, o estado do sistema de saúde na RMVA, ondepodemos perceber que poderia haver uma carência em relação à quantidade de unidades deatendimento público, em um modo geral.No capitulo IV, com base na pesquisa do IBGE Cidades (2009) vimos os números deunidades de atendimento presentes na região, porem somados clinicas, unidades publicas eunidades privadas.Com base nesses dois capítulos, o capitulo V retratara essa necessidade, onde serão expostosalgumas entrevistas feitas com secretários, arquitetos e diretores de hospitais presentes naregião, e o órgão regulador da região que é a Agência Metropolitana do Vale do Aço.Antes de expor essas entrevistas seguidas de comentários e pareceres do autor, teremos algunsmapas onde poderemos ver os números às unidades de atendimento pelo SUS, das respectivascidades: Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso.Logo abaixo veremos as fotos de satélite das respectivas cidades, contando nelas ummapeamento de unidades de saúde:
  27. 27. 26Figura 8: Foto Satélite de Ipatinga, e suas respectivas Unidades de Saúde.
  28. 28. 27Figura 9: Foto Satélite de Coronel Fabriciano e suas respectivas Unidades de Saúde.
  29. 29. 28Figura 10: Foto Satélite de Timóteo e suas respectivas Unidades de Saúde.
  30. 30. 29Figura 11: Foto Satélite de Santana do Paraiso e suas respectivas Unidades de Saúde.
  31. 31. 30Como podemos perceber nos mapas acima, temos uma divisão de sistemas e unidades desaúde nos municípios, porém a maioria concentrada em Ipatinga com 20 unidades deatendimento nível 1, 1 unidade nível 2, e 3 unidades nível 3, seguida por Coronel Fabricianocom 8 unidades de atendimento nível 1, e 3 unidades de nível 3, em seguida Timóteo com 8unidades de atendimento nível 1, 1 unidade de nível 2, e 1 de nível 3. Durante a pesquisadeste volume, como já foi mencionado anteriormente neste mesmo capitulo, foi feitopesquisas com alguns responsáveis pela saúde, onde são estes os respectivos:Ipatinga: Diretora do HMI (Hospital Municipal de Ipatinga) SandraCoronel Fabriciano: Arquiteta da Rede São Camilo, e responsável pela reforma etransformação do antigo siderúrgica, Ligia Araújo.Timóteo:Agencia Metropolitana:Farei aqui um resumo de cada conversa, iniciando pelo município de Ipatinga:De acordo com a entrevista realizada com a Diretora do HMI (Hospital Municipal deIpatinga), Senhora Sandra Diniz, foi a realidade ipatinguense dentro da esfera de saúde, ondea mesma lançou a seguinte fala:“Historicamente o hospital sofre desobrecarga de 150 internações / dia, ohospital não contém centro cirúrgico, o quefaz com que o município dependa de umhospital de alta complexidade (HMC[Hospital Marcio Cunha])”.(Sandra, Diretora do HMI).Sandra expõe abertamente que há sim uma deficiência no sistema de saúde municipal eregional, onde existe sucateamento de alguns postos e sobrecarga de atendimento em todos osníveis de saúde no município, e ressalta que o município está construindo uma UPA (Unidadede Pronto Atendimento) nível três para desafogar esses números.“Ipatinga só possui 2 portas para oatendimento de urgência (HMI e HMC).”(Sandra, Diretora do HMI)
  32. 32. 31Fazendo uma breve avaliação em contexto regional Sandra observa São Camilo foidimensionado para o atendimento da população de Coronel Fabriciano, e não do “MacroLeste”, com tudo, o São Camilo não deixa de ser fundamental na saúde. Desta afirmação deSandra podemos perceber que os municípios da RMVA teriam que dimensionar oatendimento a nível regional já que o SUS é serviço de caráter nacional, onde qualquer umtem direito em qualquer lugar, como por exemplo, em Ipatinga e Timóteo, que são cidadesdos extremos, estas duas cidades recebem usuário dos redondezas, e de municípios da RMVAque não tem condição de manter um sistema de saúde efetivo em seu território.“Os municípios tem que trabalhar em umdimensionamento conjunto, pois não existesaúde pertencente a uma só cidade”.(Sandra, Diretora do HMI).Como verificado também em Coronel Fabriciano, em conversa com a arquiteta Ligia Araújo,responsável pela reforma e ampliação do antigo siderúrgica para São Camilo, e tambémresponsável pelas alterações feitas também no Vital Brasil (Timóteo), a mesma detalha queambos foram dimensionados para a realidade de seus respectivos municípios, com novoscentros de internação e leitos, podendo assim ajudar a desafogar os serviço prestados emIpatinga, mas mesmo assim não sendo suficiente para o atendimento a nível regional. Ligiaobservou que o que se precisa na região são mais leitos de urgência de emergência, que não énecessário mais maternidade, pois este assunto as unidades já existentes já atendem estanecessidade.Regionalizando a questão, foi considerada também a posição da ADI (Agência deDesenvolvimento Integrado) da RMVA, onde foi descrito sobre a elaboração do PDDI (PlanoDiretor de Desenvolvimento Integrado) da RMVA, que estabelecerá a criação de um vérticepara os serviços de desenvolvimento comum, ou, integrado, como transporte, educação, saúdee etc...No caso da Saúde, a Agência conta com a Superintendência de Saúde, onde a mesma localizae direciona os recursos para a saúde.Nos municípios, os Planos Diretores Participativos, citam critérios, e ou, políticas paraequipamentos urbanos, onde se encaixa a saúde. Abaixo se encontra um trecho do PlanoDiretor de Ipatinga, onde retrata as diretrizes para a Saúde:Art. 50. São diretrizes da política de saúde:
  33. 33. 32I - elaborar plano decenal de saúde;II - promover e estimular a implantação de hospitalregional, em parceria com os municípios vizinhos,abrangendo ações integradas com profissionais dasaúde;III - promover e estimular a implantação de centrosgeriátricos, fisioterápicos e terapêuticos em todas asregionais do Município, utilizando a rede municipal desaúde;IV - intensificar o fornecimento de medicamentosgenéricos;V - implementar a saúde pública, incluindo estudos eanálise de viabilidade, para atendimento de saúde emtodos os bairros do Município, melhorando acapacidade de atendimento e de resolução.VI - buscar a universalização dos Programas de SaúdePreventiva, Saúde da Família e Médico da Família,abrangendo campanhas educativas;VII - estabelecer parceria entre Prefeitura eUniversidades, ampliando o atendimento médico;VIII - promover e estimular a implantação de centrosodontológicos regionais, com campanhas preventivasenvolvendo todos os cidadãos;IX - capacitar os profissionais da área de saúde,propiciando as especializações médicas e aqualificação de funcionários e agentes de saúde;X - promover e estimular a implantação de unidade desaúde voltada para a saúde mental;XI - articular-se com o Ministério da Saúde, de forma adefinir o sistema de saúde municipal como póloregional de serviços, informática na área de saúde e detreinamento médico-hospitalar;XII - apoiar iniciativas voltadas para a implantação declínicas de tratamento e cirurgia especiais, incluídas asque operam com tecnologias de ponta;XIII - viabilizar a ampliação do atendimento 24 horasna rede municipal de saúde;
  34. 34. 33XIV - promover e estimular a implantação do hospitalmunicipal;XV - ampliar, após estudos de demanda e viabilidadetécnica e financeira, a contratação de médicos,enfermeiros, dentistas e de outros profissionais da áreada saúde;XVI - promover e estimular o fornecimento demedicamentos, exames e aparelho medidor de glicemiaaos portadores de diabetes;XVII - promover e estimular a implantação deconsultórios dentários (CEOs);XVIII - promover e estimular a implantação doatendimento por unidade de saúde móvel, com veículoadaptado;XIX - proporcionar atendimento adequado aospacientes que necessitem de tratamento fora domunicípio;XX - promover e estimular programas sociais que visema realização de exames de vista e de fornecimentogratuito de óculos;XXI - ampliar os programas de medicina alternativa;XXII - reestruturar o Programa Farmácia Verde;XXIII - humanizar o atendimento em toda área desaúde;XXIV - promover e estimular a implantação deprogramas de controle de peso.(Plano Diretor De Ipatinga; Subseção VII.)Com podemos ver, em Ipatinga, é definido em lei, apoios e incentivos relativos à implantaçãode novos centros de saúde, não só na parte hospitalar, mas em qualquer área de auxilio aocidadão relacionado à saúde, como consultório odontológico, clinicas de diversas espécies.
  35. 35. 34Em Coronel Fabriciano, as implantações podem ser feitas a partir do direito de preempção,que permite ao município utilizar qualquer área de seu território para implantação de umequipamento de importância.Art. 66. O Executivo Municipal poderá, por meio deLeis específicas, delimitar áreas sujeitas ao Direito dePreempção, de acordo com o previsto na Seção VIII doCapítulo II do Estatuto da Cidade, nos casos de:V - implantação de equipamentos urbanos ecomunitários e criação de espaçospúblicos de lazer e áreas verdes na ARIU-3(Plano Diretor de Coronel Fabriciano (LEI N.º 3.759,DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012., Seção III, Art. 66º).Em Timóteo, as implantações, como em Coronel Fabriciano também podem ser feitas a partirdo direito de preempção, que permite ao município utilizar qualquer área de seu território paraimplantação de um equipamento de importância.Art. 26 - O direito de preempção confere ao PoderPúblico municipal preferência para aquisição de imóvelurbano objeto de alienação onerosa entre particulares.Art. 27 - O direito de preempção poderá ser exercidosempre que o Poder Público necessitar de áreas para:V - implantação de equipamentos urbanos ecomunitários;§ 1º - Estará sujeita ao exercício pelo Poder Público dodireito de preempção toda a área urbana do Município,definida no artigo 9° desta Lei.(Plano Diretor de Timóteo; (LEI Nº 2.500, DE 07 DEMAIO DE /2004), Seção IV, Art. 26º e 27º).Em Santana do Paraíso, como em Timóteo e Coronel Fabriciano, podem ser feitas utilizado oDireito de Preempção.Art. 48 - O Poder Público municipal, pelo Direito dePreempção, tem a preferência para aquisição de imóvelurbano objeto de alienação onerosa entre particulares.Art. 49 - O direito de preempção pode ser exercidosempre que o Poder Público necessitar de áreas para:V - Implantação de equipamentos urbanos ecomunitários;(Plano Diretor de Santana do Paraíso (LEI Nº 359 DE02 DE OUTUBRO DE 2006), Art. 48º e 49º).
  36. 36. 35Como Visto acima nos Planos Diretores de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santanado Paraíso, percebeu-se uma certa flexibilidade para possíveis intervenções em relação aosequipamentos públicos, podendo assim possibilitar pontuações de locais estratégicos para aimplantação de infra-estrutura hospitalar.Capitulo VI6- Proposta TCC2Como visto no primeiro capitulo deste volume, foram retratadas as deficiências no sistemadevido à falta de estrutura operacional, sendo assim informado a sobrecarga de atendimentodas unidades de saúde espalhadas na Região Metropolitana Vale do Aço, principalmente naparte de Urgência e Emergência, onde a região apresenta uma carência no atendimento emrazão do baixo número de unidades terciárias em relação à população regional. Baseado nestapesquisa, este trabalho propõe a construção de Unidades Metropolitanas de Saúde (UMS),onde se descentralize os serviços de um hospital, em diversos “mini-hospitais” deespecialidades como traumatologia, oncologia, pediatria, entre outra, p.ex. pela região,estrategicamente referenciados na RMVA, podendo assim tornar mais eficiente o atendimentoregional. Este modelo seguira um projeto padrão, onde o mesmo esta sendo dimensionado, emcima de porcentagem populacional resultante do total presente na Região, em acordo com asexigências em comum da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasilexige 2,5 leitos / 1000 habitantes e a OMS ( Organização Mundial de Saúde), exige 4 (quatro)
  37. 37. 36leitos para cada 1000 (um mil) de habitantes. Com isso utilizaremos os critérios da OMS, paragarantir dimensionamento mais eficaz.Segundo a Superintendência Regional de Saúde, a RMVA ainda necessita de 300 a 400 leitos,ou seja, ainda falta 1/5 para suprir o déficit presente na Região. Focando nisso, propõe-se,criação de centros de saúde especializados em atendimento de urgência e Emergência.Com base no argumento acima gerou-se o seguinte esquema: OMS  4 leitos p/ 1000 habitantes RMVA ≠ 500.000 Habitantes RMVA / OMS = 500.000 ÷1000 = 500 × 4 (N. Leitos) = 2000 Leitos. Se falta 300 a 400, usando o maior (400) é 1/5 de 2000. Na RMVA tem-se 4/5. Para urgência e Emergência, estima-se 30% desta fatia, resultando em: 1/5 =400 Leitos, 30% de 400 = 120 Leitos de Urgência e Emergência.Como discutido anteriormente, a proposta se fundamenta em espalhar estes centrosespecializados pelo território da região, buscando uma divisão dos fluxos, procurandosolucionar as sobrecargas.O projeto padrão da unidade do centro de saúde especializado contará com 120 leitos, secaracterizando uma estrutura hospitalar complexa e especializada no atendimento atraumatologia.6.1 As Vantagens:1. Criando uma espécie de descentralização dos serviços de um hospital, consegue-se evitar uma implantação regional de grade impacto e volume de investimentona parte de edificação;2. Pelo fato de já estarmos em uma região densamente urbanizada e com seuscentros urbanos já consolidados, este tipo de solução demandaria menos área.3. Este tipo de solução permitirá mais eficiência em atendimento de urgência eemergência, já que os carros de socorro percorreriam menos quilômetros parachegar a uma unidade;
  38. 38. 374. Desafogamento das grandes unidades, podendo assim harmonizar osatendimentos em diversas categorias de atendimento hospitalar;6.2 A Unidade:Como dito anteriormente, a unidade à ser detalhada, será uma unidade de Urgência eEmergência, onde será feito atendimentos, de traumatologia em específico. A unidade contarácom um programa, próprio para este tido de situação com foco no atendimento imediato.6.2.1 Necessidades do Projeto:Segundo GÓES (2004), para implantação de uma unidade do Centro de SaúdeEspecializado, a cidade / local, deve estar de acordo com os seguintes itens:1. Investimento  Disponibilidade de recursos para aplicação no serviço.2. Área: A área deve estar de acordo com os Planos Diretores do município emquestão.3. Abastecimento de água adequado e com qualidade, sendo capaz de abastecer500 l/dia por leito.4. Proximidade do centro de comunidade5. Boa orientação perante vento dominante e posição junto ao sol.O terreno escolhido deverá atender a estes quesitos acima, ou possibilitar criação decondicionantes para o cumprimento das exigências.6.2.2 Programa do Projeto da Unidade:A unidade de atendimento especializado terá o seguinte programa de necessidadesarquitetônicas para a formação de seu espaço:1. Atendimento básico de saúde:a) Atendimento Individualizadob) Educação em Saúdec) Imunizaçãod) armazenamento e distribuição de alimentos2. Ambulatório:a) Enfermagem
  39. 39. 38b) Consultóriosc) Centro Cirúrgico ambulatorial3. Atendimento Imediato:a) Urgênciab) Emergência4. Atendimento em Regime de Internação:a) Geralb) Semi – Intensivac) Intensivad) Queimaduras5. Apoio Diagnostico e terapia:a) Radiologiab) Centro Cirúrgicoc) Reabilitação6. Apoio Técnico:a) Nutriçãob) Farmáciac) Centro de material esterilizado7. Apoio Administrativo:a) Diretorias : Geral, Medico e Enfermagemb) Pessoalc) Contabilidaded) Finanças e Compras8. Apoio Logístico:a) Lavanderiab) Almoxarifadoc) Manutençãod) Limpeza9. Geral:a) Garagemb) Estacionamentoc) Guarita
  40. 40. 39d) Central de GASe) Estação de Forçaf) Caldeirariag) Tratamento de ResíduoA unidade poderá sofrer algumas alterações em seu programa base, podendo assim se adequarà realidade do local onde será implantado.6.2.3 Referencial:Como referencia, à esta futura arquitetura, tem-se base no hospital Sarah Rio, feito peloArquiteto João Figueiras Lima ( Lelé), em seus projetos, Lelé, trabalha o sensorial, ou seja,uma nova experiência perante a arquitetura, ajudando na recuperação de seus internos.Um hospital convencional, em relação à experiência, e a vivência, não potencializam arecuperação de seu paciente, justamente por não ter uma boa relação de funcionalidade com aarquitetura, causando em algumas pessoas sentimentos de medo, e angustia. Lelé, em seushospitais, foge deste conceito travado de hospital, e começa a criar novas metodologias deprojeto, provocando o tradicional e potencializando o funcional, em prova disso no hospitalSarah Rio, o arquiteto coloca uma espécie de mini floresta no interior do hospital, utiliza osrecursos naturais ai extremo, integra o hospital ao seu entorno, torna em algumas partes ointerno e o externo quase uma coisa única. Essas ousadias fez do Sarah um dos melhoreshospitais do mundo em relação a recuperação e reabilitação, justamente por sua arquitetura.Com base nesta referencia, pretende-se trazer este conceito hospitalar paras os centros desaúde especializados propostos pela pesquisa, buscando potencializar as funções dereabilitação de seus pacientes perante a uma arquitetura mais acolhedora e gentil, eprovocando aos seus servidores, uma melhor vivência dentro da unidade.
  41. 41. 40Figura 12: Hospital Sarah Rio de JaneiroFigura 13: Hospital Sarah Rio de Janeiro
  42. 42. 41Figura 14: Interior, passarela interna com o jardim, onde se mostra a nova concepção na arquitetura,mudando a visão interna do hospital, transformando uma arquitetura que geralmente é racional, em uma arquiteturaacolhedora, Hospital Sarah Rio de Janeiro.Figura 15: Interior, Centro de Reabilitação Infantil, a forma e o contato com o exterior partindo do pano devidro causam uma nova vivência a este espaço, acelerando o tempo de reabilitação do usuário, Hospital Sarah Rio deJaneiro.
  43. 43. 426.3 As Localidades:As Unidades serão distribuídas em vias de fácil acesso, nos municípios principais da RMVA,podendo assim proporcionar o acesso mais imediato dos pacientes da região. De inicio se fariaa primeira unidade em uma local chave, situado no município de Ipatinga.Figura 16: Mapa de proximidades e ligações perante a área de intervenção.Para resolver os problemas de acessibilidade em curto tempo à unidade, pensou-se emlocaliza-la em um ponto estratégico, que obtivesse ligações por vias de rápido acesso. Comisso, foi encontrado em Ipatinga, uma área que se adequasse a esse parâmetro. Na imagemacima podemos perceber, que a área escolhida para ser contemplada com a unidade hospitalaresta estrategicamente ligada a duas rodovias de estrema importância para a região, que é a 381e a 456, responsável pelo maior corredor de fluxo na região, e também já contando com afutura implantação da rodovia 760, como visto no mapa acima.
  44. 44. 43Figura 17: Local de Intervenção, área a ser contemplada com a unidade hospitalar especialista emtraumatologia.Por estar em frente a uma rodovia, o Hospital Especialista em Traumatologia, consegue seracessado, por qualquer parte no entorno e em qualquer rodovia com mais facilidade, nestetrecho, onde esta a proposta e implantação, já contem um sistema de acessibilidade comoretornos e demais equipamentos já prontos (Figura 17),6.4 Os Critérios:As Unidades Hospitalares do plano hospitalar metropolitano, serão totalmente vinculadas aoSUS (Sistema Único de Saúde), sendo assim financiadas pelo Estado, podendo posteriormenteser gerenciada pelos municípios ou pelo setor privado através de entidades sem fins lucrativoscapaz de garantir o bom funcionamento e a administração das unidades.Para o bom funcionamento, a Rede Metropolitana De Unidades Hospitalares será gerida porapenas uma administração, com objetivo de manter a distribuição de repasses do Governo.
  45. 45. 447- ConclusãoDe acordo com o apresentado neste trabalho chega-se a conclusão de que o sistema de saúdena Região precisa sim de uma reestruturação, e de um cuidado maior dos governos,municípios – estados - união em cima deste serviço. Na atualidade da RMVA todos osmunicípios apresentam alguns itens plausíveis para a criação de equipamentos urbanos, ondepode se encaixar uma estrutura hospitalar, o que falta é apenas um estudo para estas possíveisunidades dentro da RMVA, prejudicando assim a região como um todo nos serviços de saúde.Esta pesquisa, mirou estas deficiências, com o objetivo juntamente com o Plano Diretor deDesenvolvimento Integrado (PDDI) instigar a ampliação dos serviços de saúde na RMVA.7.1 Trabalhos Futuros:Nesta monografia, foram tratadas em âmbitos gerais e as necessidades da saúde na região.Abordando os problema que o serviço hospitalar vem sofrendo, apontou-se na categoria deatendimento mais sobrecarregada da RMVA, que é a Traumatologia, ou, atendimento deurgência e emergência. Com isso este volume abre portas para solução, mediante estudosisolados para tentar cumprir com o pensamento de descentralização, e redução de espaço docorpo hospitalar, com pulverização de unidades em vez da criação de um bloco único. Estamonografia abre portas para estudos de implantação e descentralização das outras áreasreferentes a um hospital, como por exemplo: Oncologia, Pediatria, Maternidade, Imunologia,Obstetrícia, e dentre os demais serviços prestados por uma unidade hospitalar.
  46. 46. 458-BibliografiaCOHN, Amélia, ELIAS, Paulo E. Saúde no Brasil [Livro] 5ª Edição – Cortez Editora, 1996.FABRICIANO, Coronel, Plano Diretor Municipal, [LEI] LEI Nº 3.759, DE 27 DEDEZEMBRO DE 2012.GÓES, Ronald. Manual Prático de arquitetura hospitalar [Livro] 1ª Edição – São Paulo:Edgard Blucher, 2004.IBGE, Cidades - [SI]; Disponível em:<http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1>.IPATINGA, Plano Diretor Municipal, [Lei] LEI Nº 2.230, DE 06 DE OUTUBRO DE 2006.PARAISO, Santana, Plano Diretor Municipal, [LEI] LEI Nº359, DE 02 DE OUTUBRO DE2006.TIMOTEO, Plano Diretor Municipal, [LEI] LEI Nº 2.500, DE 07 DE MAIO DE 2004.
  47. 47. 469- AnexosRelatório I Seminário Arquitetura da Saúde I Fernando FilhoO Seminário sobre Arquitetura da Saúde aconteceu no dia 09 de Abril de 2013, no bloco E,anexo ao campus da faculdade Unileste, realizados pelos alunos Fernando Filho e LeilaneDias.Para o seminário, foi convidado o arquiteto Alisson Chaib, que primeiramente explanou aimportância das politicas de saúde, e das informações mediantes à popilação sobre seusdireitos à saúde, e posteriormente o Palestrante entrou em conversas técnicas referentes àinfraestrutura hospitalar, expondo a norma RDC 50. Este seminário foi de grande valia para oentendimento de um corpo e da dinâmica hospitalar, com seus quesitos e necessidadesambientais, espaciais, e funcionais.Abaixo Imagens do Seminário Arquitetura da Saúde com Alisson:Figura 18: Palestrante Alisson expondo sobre a estrutura de hospitais, Seminário Arquitetura daSaúde.
  48. 48. 47Figura 19: Foto plateia, Seminário Arquitetura da Saúde

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