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mais. E claro, o astrolábio e a bússola, tal
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OS MUÇULMANOS NA PENÍNSULA
A RELIGIÃO ISLÂMICA………………..
 Islão, em árabe significa submissão à vontade de
Deus e os muçulmanos são os adeptos desta f...
LIVROSAGRADO-ALCORÃO
O alcorão é o livro sagrado
da religião islâmica.
O livro sagrado dos
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EXPANSÃO MUÇULMANA.
 A Conquista Muçulmana da Península Ibérica selou o
último reinado de um visigodo na Hispânia. Após a...
OS MUÇULMANOS
Trabalho realizado por: CAROLINA ALMEIDA
Professor: Albano Santos
Ano: 5º Turma: A nº: 5
INVASÃO MUÇULMANA D...
 Muçulmano é todo o indivíduo que adere ao Islão,
uma religião monoteísta centrada na vida e nos
ensinamentos de Maomé, e...
 A Invasão Islâmica da Península Ibérica,
também referida como Invasão
Muçulmana, conquista Árabe ou expansão
Muçulmana, ...
 A Batalha de Covadonga foi a primeira grande
vitória das forças militares Cristãs na Hispânia a
seguir à invasão árabe e...
 A partir do pequeno território, que Pelágio
designou como Reino das Astúrias, os cristãos
(hispano-godos e lusitano-suev...
 A Reconquista durou toda a Idade Média e só
terminou no início da Idade Moderna, em 1492,
quando os muçulmanos foram def...
HERANÇA MUÇULMANA
Igreja Matriz de Mértola
FIM
elementos decorativos geométricos - comuns na arte islâmica
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Os Muçulmanos na Península Ibérica

  1. 1. Eu hoje vou falar sobre os e na Península Ibérica
  2. 2. CRISTÃOS & MOUROS Aí reuniram à sua volta as populações cristãs descontentes e daí partiu o movimento de Reconquista, marcado pela vitória de Pelágio, na Batalha de Covadonga em 722. Com o tempo, depois de muitos combates, recuperaram vários territórios que transformaram em novos Reinos Cristãos.
  3. 3. CRISTÃOS & MOUROS À medida que a ocupação muçulmana da Península se estendia para norte, os nobres Visigodos que resistiram refugiaram-se mais as suas gentes, nas Astúrias.
  4. 4. CRISTÃOS & MOUROS Com avanços e recuos, foram empurrando para sul os muçulmanos, até à tomada definitiva em 1492 do ultimo bastião mouro na península: O califado de Granada. Por cá as coisas tinham-se resolvido bem mais cedo, em 1249 com a conquista definitiva de Faro e Silves, Portugal definiu bem cedo as suas fronteiras. Foi mesmo a primeira nação europeia a fazê-lo.
  5. 5. CRISTÃOS & MOUROS É, no entanto, errado reduzir a presença Árabe na Península e o movimento da Reconquista Cristã, apenas a um tempo de conflitos encarniçados e permanentes entre os dois povos. Se assim fosse, nem a presença muçulmana, nem sua influência seriam tão duradouras num continente, que lhes era, todo ele hostil. Na verdade, para além das ambições de conquista, por parte nos nobres visigodos, e sobretudo, fora do espaço dogmático da Igreja Cristã, que não tolerava a perda para os “infiéis” de bens e influência, havia um mundo de pacífico relacionamento entre os dois povos e religiões. Aliás as diferenças religiosas desapareciam quase por magia quando se tratava de combater o inimigo comum.
  6. 6. CRISTÃOS & MOUROS Eram frequentes as alianças que reis cristãos faziam com os mouros sempre que tinham problemas com os seus rivais. De facto o alargamento territorial dos diferentes reinos penínsulares não se fez sempre à custa de terras mouras. Muitas vezes eram os cristãos a disputarem fronteiras entre si
  7. 7. CRISTÃOS & MOUROS Eram frequentes as alianças que reis cristãos faziam com os mouros sempre que tinham problemas com os seus rivais. De facto o alargamento territorial dos diferentes reinos penínsulares não se fez sempre à custa de terras mouras. Muitas vezes eram os cristãos a disputarem fronteiras entre si Equando isso acontecia dava sempre jeito ter à mão aliados de ocasião, como eram os mouros. Por sua vez os mouros faziam o mesmo... Esqueçam as batalhas épicas, por que se as houve foram muito poucas. Esqueçam uma guerra religiosa que por cá só os padres e a aristocracia guerreira e as suas gentes alimentavam. Eram as escaramuças do costume, combatia-se por terras e bens. Localmente, vila a vila, território a território. Entretanto, na maior parte do tempo, as gentes conviviam, misturavam- se e iam esbatendo antagonismos. Na maior parte dos casos , respeitaram-se os acordos de paz , feitos desde o ínício entre mouros e cristãos . Os períodos de convivência pacífica entre os dois povos foram de facto bem mais frequentes e significativos, que os episódios de violência que os opuseram.
  8. 8. CRISTÃOS & MOUROS Os Moçárabes, cristãos convertidos aos modos e costumes árabes mas que mantiveram a sua religião, atestam bem este facto. . Portadores de uma cultura híbrida, os Moçarabes misturavam na sua arte e costumes, aspectos de ambas as civilizações. De resto, as populações peninsulares não guardavam do feudalismo dos tempos visigóticos boas memórias. O servilismo, a insegurança e a pobreza não eram boas recordações. A aceitação da nova realidade, passados os primeiros tempos, não foi, por isso, particularmente dolorosa. Apesar de tudo as conversões não foram muitas. Para os dois povos, a religião permaneceu sempre como o último reduto de uma identidade. Algo de que não se abdica ou negoceia.
  9. 9. CRISTÃOS & MOUROS Foram ainda as invasões árabes que arrancaram do isolamento e das trevas, o mundo feudal peninsular. A agricultura ,a metalurgia a arquitetura a astronomia a medicina a matemática nunca mais foram as mesmas na península. No seu percurso expansionista, os Árabes assimilaram, sintetizaram e aperfeiçoaram as técnicas e os conhecimentos mais avançados do seu tempo. Entre estes, incluíam-se os provenientes da China, Índia e Pérsia, prontamente espalhados por todo o império islâmico. Da astronomia à medicina, passando pela matemática, e pela geografia, a cultura árabe espelhava o refinamento e a especialização que a ciência da época tinha atingido.
  10. 10. CRISTÃOS & MOUROS Com isso, muito ganharam os povos peninsulares e também o mundo. Da índia trouxeram e fizeram circular por todo o Islão, a noção do nada, do zero. Coisas que por cá , pela Europa devedora da herança romana ,eram desconhecidas. Verdadeiras novidades. Daí, do vale do Indo, vieram também os algarismos , que os Árabes nos deram a conhecer.
  11. 11. CRISTÃOS & MOUROS A nós e a todo o mundo. Com os Persas, aprenderam a conhecer melhor os céus e os astros . Em contacto com os chineses e japoneses conheceram e mostraram ao resto do” mundo conhecido” novas medicinas”. E também a pólvora e o papel. Em todo este trajecto expansionista os árabes, desenvolveram extraordinariamente, ciências, que da cartografia à navegação nos foram de grande utilidade na época dos descobrimentos: os mapas e roteiros de que os navegadores portugueses mais tarde se serviram …
  12. 12. CRISTÃOS & MOUROS O conhecimento dos astros, dos mares e muito mais. E claro, o astrolábio e a bússola, tal como a caravela que os portugueses, criaram, adaptaram ou aperfeiçoaram. Quase tudo feito de heranças, romanas e árabes, que soubemos sintetizar e a que juntamos o nosso próprio génio ou talento quando se tratou de atingir um fim: Ir mais além porque o que cá havia não chegava, E ainda hoje o fazemos. Parece não haver remédio...
  13. 13. OS MUÇULMANOS NA PENÍNSULA
  14. 14. A RELIGIÃO ISLÂMICA………………..  Islão, em árabe significa submissão à vontade de Deus e os muçulmanos são os adeptos desta fé. É uma religião iniciada na Arábia por Maomé. Maomé nasceu em Meca (Arábia Saudita) entre os anos 570 e 580 d.C. filho de pais pobres, ficou órfão muito cedo tendo de trabalhar como pastor. Entretanto entrou ao serviço de uma viúva rica, como condutor de camelos. Impressionada pela sua inteligência e beleza, casa com ele apesar de muito mais novo.  A sua vida de comerciante rico alterou-se profundamente ao ser alvo de visões numa caverna perto de Meca, numa noite de 611. O próprio Anjo Gabriel, aparecendo-lhe numa nuvem de luz, anuncia-lhe que ele é o profeta de Alá (nome árabe de Deus).  Iniciou então as suas pregações, as quais foram alvo de tremendas contestações por parte dos habitantes da sua terra natal. Prega contra o politeísmo e a idolatria. Perseguido, Maomé fugiu para Latrebe, actual Medina e cidade rival de Meca. A esta fuga deu-se o nome de Hégira. Estávamos então no ano 622 d.C. Esta data constitui o início da contagem cronológica islâmica.
  15. 15. LIVROSAGRADO-ALCORÃO O alcorão é o livro sagrado da religião islâmica. O livro sagrado dos muçulmanos é a própria revelação, a manifestação de Deus (Alá, em árabe), um papel comparável ao de Jesus no Cristianismo Segundo a tradição, é o registo das palavras certas ditas por Deus, a quem eles chamam Alá. Dizem que foi o Anjo Gabriel que revelou essas palavras ao profeta Maomé, que depois que as transmitiu ao seu povo. Esse texto pode soar respectivo e cansativo em portuguese árabe ganha musicalidade.
  16. 16. EXPANSÃO MUÇULMANA.  A Conquista Muçulmana da Península Ibérica selou o último reinado de um visigodo na Hispânia. Após a ocupação da península, os muçulmanos permaneceram na região por muitos séculos e foram influentes com sua cultura.  No início do período que denominamos de Idade Média, a Península Ibérica era dominada por reinos visigodos. Estes representavam um dos povos que o Império Romano considerava como bárbaro. Nesse momento, ainda não haviam Estados Nacionais, ou seja, Portugal, Espanha e França ainda não existiam como países na península. Havia, na verdade, uma variedade de reinos independentes.  Boa parte da Península Ibérica era ocupada pelos visigodos, que elegiam seus reis. No século VIII, o processo de sucessão do reinado visigótico gerou conflitos. Nessa ocasião, um grupo de descontentes com a sucessão do reino pediu ajuda militar a um governador muçulmano chamado Tárique. A partir de 711 iniciaram-se movimentações populacionais e militares lideradas por líder muçulmano. Estes vieram no norte da África e cruzaram o Mar Mediterrâneo, alcançando, por fim, a Península Ibérica.
  17. 17. OS MUÇULMANOS Trabalho realizado por: CAROLINA ALMEIDA Professor: Albano Santos Ano: 5º Turma: A nº: 5 INVASÃO MUÇULMANA DA PENÍNSULA IBÉRICA
  18. 18.  Muçulmano é todo o indivíduo que adere ao Islão, uma religião monoteísta centrada na vida e nos ensinamentos de Maomé, e que recebeu revelações do Arcanjo Gabriel. Além disso, os muçulmanos também dão ênfase aos dogmas da oração, jejum no mês de Ramadã, peregrinação em Meca e o estudo do Alcorão.
  19. 19.  A Invasão Islâmica da Península Ibérica, também referida como Invasão Muçulmana, conquista Árabe ou expansão Muçulmana, refere-se a uma série de deslocamentos militares e populacionais ocorridos a partir de 711, quando tropas islâmicas oriundas do Norte de África, sob o comando do general Tarik , cruzaram o estreito de Gibraltar, penetraram na península Ibérica, e venceram Rodrigo, o último rei dos Visigodos da Hispânia, na Batalha de Guadalete. Após a vitória, termina o Reino Visigótico.  Nos séculos seguintes, os muçulmanos foram alargando as suas conquistas na península, assenhoreando-se do território designado em língua árabe como Al- Andalus , que governaram por quase oitocentos anos.
  20. 20.  A Batalha de Covadonga foi a primeira grande vitória das forças militares Cristãs na Hispânia a seguir à invasão árabe em 711. Uma década depois, provavelmente no verão de 722, a vitória de Covadonga assegurou a sobrevivência da soberania Cristã no Norte da Península Ibérica, e é considerada por muitos autores como o início da Reconquista. Sete anos depois da invasão árabe sobre Hispânia, Pelágio das Astúrias, um nobre descendente dos monarcas visigodos, conseguiu expulsar um governador provincial, Munuza, do distrito das Astúrias, no noroeste da Península. Conseguiu segurar o território contra inúmeras investidas dos árabes para o recuperar, e depressa estabeleceu o Reino das Astúrias, que viria a transformar-se na região cristã de soberania contra a expansão islâmica. Pelágio, embora incapaz de conter os Muçulmanos em muitas situações, sobrevivia e dinamizava o movimento para a Reconquista.
  21. 21.  A partir do pequeno território, que Pelágio designou como Reino das Astúrias, os cristãos (hispano-godos e lusitano-suevos), acantonados nas serranias do Norte e Noroeste da Península, foram gradativamente formando novos reinos, que se estenderam para o Sul. Surgiram os reinos de Castela, Leão (de onde derivou mais tarde o Condado Portucalense e , subsequentemente, Portugal, Pamplona e Aragão).  O reino das Astúrias durou de 718 a 925, quando Fruela II ascendeu ao trono do Reino de Leão.
  22. 22.  A Reconquista durou toda a Idade Média e só terminou no início da Idade Moderna, em 1492, quando os muçulmanos foram definitivamente expulsos pelos Reis Católicos , Fernando e Isabel.  A influência deixada pelos muçulmanos ainda pode ser percebida nas inúmeras palavras do Português e do Espanhol que vieram do Àrabe, como "açúcar" (azúcar), "alcaide", "almirante". Além disso segundo o dicionário Housaiss, existem 700 palavras de origem árabe.
  23. 23. HERANÇA MUÇULMANA
  24. 24. Igreja Matriz de Mértola
  25. 25. FIM elementos decorativos geométricos - comuns na arte islâmica

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