Eletoestatica 2015

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Eletoestatica 2015

  1. 1. Prof.: VanessaProf. Vanessa Eletrostática Prof.: Vanessa Cardoso Ribeiro Leocádio
  2. 2. Prof.: Vanessa - Historinha - O grego Tales de Mileto - esfregar âmbar a pele de carneiro - pedaços de palha eram atraídos - Tic tic tuf - Na Grécia do século VI a.C, o filósofo e matemático Thales, que vivia na cidade de Mileto, observava alguns fenômenos eletrostáticos fundamentais: que o âmbar quando atritado com lã, é capaz de atrair pequenos pedaços de palha e penas. Ao longo da história da humanidade outros fatos foram observados como a repulsão eletrostática. Para explicar tais fenômenos foi necessária uma ampla pesquisa sobre a constituição da matéria que só começou a ser entendida como um todo, com a descoberta do elétron, em 1897, por Thomson. Prof. Vanessa
  3. 3. Prof.: Vanessa Cabelo - Frizz Causa – Umidade – Secador, prancha – Escova – Tração ao prender Cuidados – Pente de madeira – Hidratação a base de silicone, queratina e proteína – Secador com íons Qual a função dos íons nas chapinhas e secadores? Íons negativos deixam o cabelo mais macio e brilhoso As pranchas e secadores ionizados geralmente possuem carga negativa e não costumam ressecar ou quebrar as madeixas porque sua polarização se liga à carga do cabelo, neutralizando os fios contra a umidade e outras agressões externas, deixando as madeixas lisas e sem fios rebeldes durante o processo. Íons positivos ajudam em tratamentos capilares Os íons positivos não são tão populares, mas ajudam em tratamentos que precisam ser absorvidos pelas fibras capilares. "Como abre as cutículas, esse tipo de potência é usado antes da química ou de colorações, o que facilita a entrada dos ativos no cabelo. Prof. Vanessa
  4. 4. Prof.: Vanessa No nosso cotidiano estão presentes também várias aplicações da eletrostática. - o atrito de nossas roupas com os estofados dos carros, em dias secos, provocam pequenos choques nos seus usuários, quando ao saírem dos mesmos tocam a sua superfície metálica. - pessoas caminhando sobre carpetes, costumam tomar pequenos choques ao encostarem-se a maçanetas ou outros materiais condutores. - quando estamos dentro de um veículo ou de um avião estamos protegidos de raios pois estes funcionam como uma “gaiola de Faraday”. - caminhões de abastecimento de combustível nos postos aterram seus veículos antes de ligar a mangueira de abastecerá os tanques. - aviões usam pontas de fios nas asas ou nos trens de pouso para descarregarem as aeronaves durante o vôo ou no momento da aterrissagem. - nas fábricas de cimento usam-se filtros eletrostáticos para evitar a poluição atmosférica. - o funcionamento interno das máquinas copiadoras usa princípios eletrostáticos. - existem pinturas de veículos que usam princípios eletrostáticos para maior eficiência do processo e para economia da tinta. - pintura eletrostática de veículos. Prof. Vanessa
  5. 5. Prof.: Vanessa ÁTOMO-Prótons -Elétrons -Nêutrons Prof. Vanessa Partícula Carga (C) Massa (Kg) elétron -1,6021917 x 10-19 9,1095 x 10-31Kg próton 1,6021917 x 10-19 1,67261 x 10-27Kg nêutron 0 1,67492 x 10-27Kg é a carga elétrica elementar )(10.6,1 19 CCoulombe   enQ . n é o número de prótons ou elétrons. Q é a carga Prof. Vanessa
  6. 6. Prof.: Vanessa Lei de Du-Fay Cargas elétricas de mesmo sinal se repelem e sinais contrários se atraem Prof. Vanessa Prof. Vanessa
  7. 7. Prof.: Vanessa AR: Isolante ou Condutor Para baixas diferenças de potencial, o ar é um dos melhores isolantes entre os que existem, contudo, a altas diferenças de potencial, até mesmo o ar começa a conduzir eletricidade. Assim sendo, entenderemos o ar como um "DIELÉTRICO", pois na verdade não existe um isolante elétrico (algo que nunca conduza eletricidade), todos os materiais podem ser isolantes ou condutores (uns melhores que outros) tudo dependendo da tensão elétrica aplicada. Isolantes ou dielétricos Os materiais isolantes se caracterizam por não apresentar portadores de cargas elétricas livres para movimentação. Nesses materiais, a mobilidade dos portadores de cargas elétricas é praticamente nula, ficando os mesmos praticamente fixos no seu interior. Exemplos: borracha, madeira, água pura.... Prof. Vanessa
  8. 8. Prof.: Vanessa Condutores elétricos São materiais que apresentam portadores de cargas elétricas (elétrons ou íons) quase livres, o que facilita a mobilidade dos mesmos em seu interior. São considerados bons condutores, materiais com alto número de portadores de cargas elétricas livres e que apresentam alta mobilidade desses portadores de cargas elétricas. Exemplo: Metais Prof. Vanessa
  9. 9. Prof.: Vanessa Semicondutores São sólidos geralmente cristalinos de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes. Os semicondutores são em muito pontos semelhantes aos materiais cerâmicos, podendo ser considerados como uma subclasse da cerâmica. Seu emprego é importante na fabricação de componentes eletrônicos tais como diodos, transístores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica, microprocessadores, e nano circuitos usados em nanotecnologia. Portanto atualmente o elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus componentes. Prof. Vanessa
  10. 10. Prof.: Vanessa SUPERCONDUTIVIDADE Supercondutores são materiais que têm resistência elétrica praticamente nula e nos quais a corrente elétrica não perde energia para o material. Com isso pode-se construir equipamentos que aproveitam ao máximo a energia elétrica disponível, sem que seja transformada em calor. Meios de transportes, principalmente trens suspensos por campos magnéticos, podem usar esta tecnologia. O trem japonês, MAGLEV, que usa tecnologia de materiais supercondutores e atinge mais de 500Km/h com segurança. Prof. Vanessa
  11. 11. Prof.: Vanessa Polarização nos isolantes "Se aplicarmos um campo elétrico entre as extremidades de um material isolante, atuará uma força sobre os átomos desse corpo tentando arrancar dele alguns de seus elétrons, mas ocorre que esses elétrons estão fortemente ligados ao núcleo, sendo assim é necessário a aplicação de um campo elétrico mais intenso para que seja possível arrancá- los. Se a intensidade do campo elétrico não for suficientemente grande, a força elétrica provocará somente a polarização do material dielétrico. Aumentando a intensidade do campo sobre o isolante, a intensidade da força que atua sobre seus elétrons também aumenta. Sendo assim, podemos concluir que vai chegar um determinado instante em que o valor do campo elétrico será tão grande que a força elétrica conseguirá arrancar os elétrons dos átomos, dessa forma os elétrons que antes estavam presos se tornam elétrons livres e, como consequência, o material que antes era isolante passa a ser condutor. Esse fato pode acontecer com qualquer material isolante, depende apenas da intensidade do campo elétrico que é aplicado sobre ele. A maior intensidade do campo elétrico que é aplicada sobre o material isolante, tornando-o condutor, é chamada de rigidez dielétrica, e ela varia de material para material, pois alguns se mantêm isolantes com um determinado valor de campo elétrico e outros se transformam em condutores com a mesma intensidade de campo." Prof. Vanessa
  12. 12. Prof.: VanessaProf.: Vanessa A eletrização de um corpo inicialmente neutro pode ocorrer de três maneiras: -Atrito -Contato - Indução Processos de Eletrização Prof. Vanessa
  13. 13. Prof.: Vanessa Na eletrização por atrito os corpos ficam eletrizados com cargas de sinais opostos. Prof. Vanessa ATRITOSéries triboelétricas Pele humana seca Couro Pele de coelho Vidro Cabelo humano Fibra sintética (nylon) Lã, Chumbo Pele de gato Seda Alumínio Papel Algodão Aço, Madeira Âmbar Borracha dura Níquel, Cobre, Latão, Prata, Ouro, Platina, Poliéster, Isopor Filme PVC Polipropileno Silicone,Teflon + Prof. Vanessa Se o corpo atritado é feito de: material isolante, as cargas elétricas que nele se desenvolvem ficam confinadas à região atritada. material condutor, as cargas elétricas se espalham por todo o corpo, ocupando sempre a sua superfície externa, pois elas, sendo todas de mesmo nome ou sinal, repelem-se mutuamente, tendendo a ficar o mais longe possível umas das outras.
  14. 14. Prof.: Vanessa Os condutores adquirem cargas de mesmo sinal. Se os condutores tiverem mesma forma e mesmas dimensões, a carga final será igual para os dois e dada pela média aritmética das cargas iniciais. Contato Princípio da conservação das cargas Num sistema eletricamente isolado, a soma algébrica das quantidades de cargas positivas e negativas é constante. Prof. Vanessa
  15. 15. Prof.: Vanessa INDUÇÃO Prof. Vanessa
  16. 16. Prof.: Vanessa Gerador de Van de Graaff Prof. Vanessa
  17. 17. Prof.: Vanessa Lei de Coloumb - Em 1785, Charles Augustin Coulomb (1736-1806) fez uma série de medidas. -Mediu as forças elétricas entre duas pequenas esferas carregadas. - Ele descobriu que a força dependia do valor das cargas e da distância entre elas. Onde: F= força elétrica (N - newton) Q= cargas 1 e 2 (C - coulomb) d = distância (m - metro) K= constante eletrostática = 9,0.109 Nm²/C² O experimento de Coulomb Balança de Torção Prof. Vanessa Similar a lei da gravitação universal(complemento)
  18. 18. Prof.: Vanessa d FF + + d FF+ - d FF -- Q1 Q1 Q1 Q2 Q2 Q2 Prof. Vanessa Carregada + ou - Q1 F F d neutra 2Q
  19. 19. Prof.: Vanessa F=K.Q Q1. d2 2d + + 1 Q1 Q2 2d + + Q1 Q2 3d + + Q1 Q 2 F =2 F =3 1/4F1 1/9F1 Prof. Vanessa
  20. 20. Prof.: Vanessa d + + Q1 Q2 F= K.Q Q1. d 21 d/2 + + Q1 Q2 F=2 F = d/3 + + 3 Q1 Q2 4F1 9F1 Prof. Vanessa
  21. 21. Prof.: Vanessa Campo Elétrico Chamamos de Campo Elétrico (Ē) a região do espaço onde um pequena carga de prova (q) fica sujeita a uma força de origem elétrica (F). As fontes do campo eletrostático são corpos eletrizados, que chamamos de Carga fonte (Q). q F E    A carga de prova, também tem que ser eletricamente carregado, para que haja interação. E → Campo elétrico (N/C) F → Força elétrica (N) q → Carga elétrica (C)2 . D Qk E  Linhas de campo elétrico Prof. Vanessa
  22. 22. Prof.: VanessaProf. Vanessa
  23. 23. Prof.: Vanessa Superposição das Forças e Campo Elétrico Lembrar que existe soma: escalar =>3+4 sempre é 7 vetorial =>que depende do ângulo Quem não lembra esta na matéria 1° serie Prof. Vanessa
  24. 24. Prof.: Vanessa Potencial Pode-se dizer que a carga geradora produz um campo elétrico que pode ser descrito por uma grandeza chamada Potencial Elétrico (ou eletrostático). volt (V) = Joule por coulomb (J/C). Superfície equipotenciais Prof. Vanessa
  25. 25. Prof.: Vanessa Condutor esférico eletrizado Prof. Vanessa
  26. 26. Prof.: Vanessa TRABALHO DA FORÇA ELÉTICA O Trabalho não depende da trajetória Q A B da d q F Onde: τ = trabalho da força elétrica q = carga de prova Ko = constante eletrostática Q = carga fixa d = distância b ENERGIA PONTENCIALELÉTRICA Prof. Vanessa
  27. 27. Prof.: Vanessa BLINDAGEM ELETROSTÁTICA -GAIOLA DE FARADAY Em um condutor, em equilíbrio eletrostático, as carga se localizam na superfície. Prof. Vanessa
  28. 28. Prof.: Vanessa O PODER DAS PONTAS Prof. Vanessa Prof. Vanessa
  29. 29. Prof.: Vanessa Mitos e Lendas Os raios e os trovões aparecem com constância nos mitos das civilizações do passado. Profetas, sábios, escribas e feiticeiros os interpretavam como manifestações divinas, considerados principalmente como reação de ira contra as atitudes dos homens. Nas mãos de heróis mitológicos e de divindades eram utilizados como lanças, martelos, bumerangues, flechas ou setas para castigar e perseguir os homens pecadores. Sinos contra raios Outra crença, muito difundida na Europa Medieval, dizia que o badalar dos sinos das igrejas durante as tempestades afastaria os raios. A superstição perdurou por muito tempo. Muitos campanários de igreja foram atingidos e mais de uma centena de tocadores de sino foram mortos acreditando em tal ideia. A superstição perde força somente no início do século XVIII. Amuletos de proteção a pedra-de-raio um talismã para proteção pessoal e de residências entre povos europeus, asiáticos e americanos. Na Bahia, os escravos africanos acreditavam que a pedra-santa-bárbara, como chamavam a pedra-de-raio, desprendia-se da atmosfera durante as tempestades. Ela teria poderes curativos e por isso era utilizada em preparos de remédios para diversas doenças. Alvo ou proteção? Acreditava-se que havia árvores que atraíam raios, enquanto outras as repeliam. O grande deus romano, Júpiter, tinha como símbolo o carvalho, árvore alta e majestosa, constantemente atingida por raios. Por outro lado, acreditava-se no poder de proteção do loureiro, arbusto, cujos ramos e folhagens eram utilizados sobre a cabeça de imperadores e generais romanos. O loureiro era considerado um meio de proteção contra a ira dos deuses da tempestade que, presumia-se, invejavam os generais pelas vitórias e conquistas de seus exércitos Prof. Vanessa
  30. 30. Prof.: VanessaProf. Vanessa
  31. 31. Prof.: VanessaProf. Vanessa
  32. 32. Prof.: Vanessa Por que vemos o raio e só depois escutamos o trovão? • Lenda: Se não está chovendo não caem raios. • Verdade: Os raios podem chegar ao solo a até 15 km de distância do local da chuva. • Lenda: Sapatos com sola de borracha ou os pneus do automóvel evitam que uma pessoa seja atingida por um raio. • Verdade: Solas de borracha ou pneus não protegem contra os raios. No entanto, a carroceria metálica do carro dá uma boa proteção a quem está em seu interior; sem tocar em partes metálicas. Mesmo que um raio atinja o carro é sempre mais seguro dentro do que fora dele. • Lenda: As pessoas ficam carregadas de eletricidade quando são atingidas por um raio e não devem ser tocadas. • Verdade: As vítimas de raios não "dão choque" e precisam de urgente socorro médico, especialmente reanimação cardiorrespiratória. • Lenda: Um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar. • Verdade: Não importa qual seja o local ele pode ser atingido repetidas vezes, durante uma tempestade. Isto acontece até com pessoas. • lenda: Espelho não atrai raios. A crença surgiu na época em que os espelhos tinham grandes molduras metálicas – elas, sim, um grande atrativo para os raios. Prof. Vanessa
  33. 33. Prof.: Vanessa Complemento Prof. Vanessa O que o próton disse para o elétron? Onde os elétrons jogam futebol? R: você é muito negativo. R: No campo elétrico.
  34. 34. Prof.: Vanessa Lei da Gravitação Universal  G = Constante Gravitacional Universal  G = 6,67.10-11 N.m²/kg² Esse valor corresponde a força gravitacional existente entre duas massas de 1 kg distanciadas por 1 m. A gravitação universal é uma força fundamental de atração que age entre todos os objetos por causa de suas massas, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo unido. Por exemplo, ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas. A gravidade da lua causa as marés oceânicas na terra. Por causa da gravitação, os objetos sobre a terra são atraídos em seu sentido Prof. Vanessa
  35. 35. Prof.: Vanessa Primórdios do computador • Ábaco • Ossos de Napier • Pascalina • Calculadora Prof. Vanessa
  36. 36. Prof.: Vanessa 1ª Geração O ENIAC ocupavam uma sala inteira e eram destinados apenas para fazer cálculos e resolver problemas específicos. Estas maquinas pesavam 30 toneladas cada uma. Tinham o seu próprio código e quem quisesse efetuar novas funções era necessário reprogramar completamente o computador. Para além de ocuparem muito espaço, estes computadores estavam constantemente a sofrer de superaquecimento, isso acontecia porque eram utilizadas grandes válvulas elétricas em vez de microprocessadores. Era necessário mudar muitas vezes essas vulvas, visto que, no fim de apenas algumas horas de utilização elas queimavam-se e era necessário substituí-las. Prof. Vanessa O ENIAC começou a ser desenvolvido em 1943 durante a II Guerra Mundial para computar trajetórias táticas que exigissem conhecimento substancial em matemática, mas só se tornou operacional após o final da guerra.
  37. 37. Prof.: Vanessa 2ªGeração As máquinas da geração anterior não eram rentáveis devido aos elevados custos da sua manutenção. Foi possível mudar isso com o aparecimento dos transístores que foram criados em 1947 pela empresa Bell Laboratories. Os transístores tinham mais vantagens do que as válvulas: eram mais pequenos (computadores mais pequenos) e mais económicos (menor consumo energético e menos gastos em peças). O BMI 7094 foi a versão com mais sucesso desta geração, este pesava apenas 890 kg. Mais de 10 mil máquinas foram vendidas. Esses computadores foram inicialmente desenvolvidos para serem utilizados com o mecanismos de controle em usinas nucleares. Prof. Vanessa
  38. 38. Prof.: Vanessa 3ª Geração Até a terceira geração dos computadores, o tempo de resposta das máquinas era calculado em ciclos. Ou seja, media-se um número de ações em pequenos espaços de tempo para que fosse possível saber qual fração de segundo que era usada nelas. Com os microprocessadores, já não era viável medir as capacidades dessa forma. Prof. Vanessa
  39. 39. Prof.: Vanessa Surgido praticamente de forma intuitiva, o conceito de átomo teve sua origem na Grécia Antiga (há 2400 anos) com os filósofos Demócrito, Leucipo. Não tendo base científica, tais gregos imaginavam um modelo atômico no qual o átomo fosse indestrutível, imutável. Á t o m o (A = não ; tomo = parte). ÁTOMO = não + divisível Ainda na Grécia antiga surgiu algum tempo depois a teoria dos quatro elementos, que foi apoiada por Aristóteles. Prof. Vanessa
  40. 40. Prof.: Vanessa Séculos depois, surgem os modelos atômicos . . . 1. Dalton 2. Thomson 3. Rutherford 4. Bohr 5. Sommerfeld 6. Modelo atual O t e m p o p a s s a . . . Graças a isso, o atomismo de Demócrito e Leucipo perdeu força e . . . . . . permaneceu em descrédito durante muitos séculos. *O mundo muçulmano continuou acreditando no atomismo. Prof. Vanessa
  41. 41. Prof.: Vanessa Química  Esfera maciça;  Indivisível;  Indestrutível;  Imperecível;  Sem carga elétrica; Modelo de Dalton •“Bola De Bilhar” Baseado nas “Leis Ponderais” (1808) John Dalton Prof. Vanessa
  42. 42. Prof.: Vanessa  Esfera maciça;  Divisível;  Indestrutível;  Imperecível;  Com carga elétrica; Modelo de Thomson Experiências com “Raios Catódicos” (1903) •“Pudim de passas” Esfera positiva Química Modelo de Thomson J.J.Thomson O grande mérito de Thomson foi admitir (e comprovar) que o átomo seria divisível. Prof. Vanessa
  43. 43. Prof.: Vanessa Experiência da “Lâmina de ouro”  Núcleo e eletrosfera  Planetas em volta do sol Núcleo pequeno e denso •“Planetário” Eletrosfera de 10.000 à 100.000 vezes maior que o núcleo e vazia. Modelo de RutherfordQuímica Modelo de Rutherford Ernest Rutherford Prof. Vanessa
  44. 44. Prof.: Vanessa Modelo de Bohr Efeito Fotoelétrico ) ) ) Fóton “Modelo com Níveis de energia” (1913) Modelo de Bohr Niels Bohr 1º Postulado: Bohr admitiu que, tanto a lei de Coulomb como as leis de Newton são ainda aplicáveis no domínio atômico. Assim o elétron mover-se-á numa orbita circular em volta do núcleo, sendo a força central a responsável pelo movimento; 2º Postulado: fornecendo energia (elétrica, térmica, ....) a um átomo, um ou mais elétrons a absorvem e saltam para níveis mais afastados do núcleo. Ao voltarem as suas órbitas originais, devolvem a energia recebida em forma de luz. Prof. Vanessa
  45. 45. Prof.: Vanessa A linha vermelha no espectro atômico é causada por elétrons saltando da terceira órbita para a segunda órbita Fogos de artifício Órbitascirculares LeideCoulombProf. Vanessa
  46. 46. Prof.: Vanessa Sommerfeld aperfeiçoou o modelo de Rutherford e de Bohr admitindo não só a existência de orbitas circulares, mas também elípticas. Isso permite explicar a existência não só de níveis de energia, mas também de subníveis. Arnold Johannes Sommerfeld (1868-1951) Modelo de Sommerfeld Prof. Vanessa
  47. 47. Prof.: Vanessa James Chadwick descobriu/comprovou uma outra partícula subatômica de massa muito próxima à massa do próton, mas sem carga elétrica (neutra, portanto). Essa partícula passou a ser chamada nêutron e localiza-se no núcleo do átomo. James Chadwick (1891 -1974) N ú c l e o p e s a d o Modelo de Chadwick Modelo de .Rutherford-Bohr- Sommerfeld Chadwick. (1932) Prof. Vanessa
  48. 48. Prof.: Vanessa Modelo atual ou modelo de nuvens eletrônicas (modelo quântico). Fundamentação Dualidade da matéria de De Broglie. Princípio da Incerteza de Heisenberg. Equação de onda de Schrödinger. Louis De Broglie (1892-1987) Werner Heisenberg (1901-1976) Erwin Schrödinger (1887-1961) Prof. Vanessa
  49. 49. Prof.: Vanessa Qual a tensão elétrica utilizado por: Blanka (Street Fighter): utilizando o Ultra lighting cannonball, seu ataque mais poderoso, consegue gerar faíscas a uma distância de aproximadamente 3 metros em relação ao seu corpo, assim, podemos estimar que a tensão máxima gerada por ele é de 300 cm x 3000 volts/ cm = 9×10^5 volts, ou seja, 900 mil volts. Isso é o equivalente a uma armas taser intermediátia. Raiden (Mortal Kombat): O cara é simplesmente o Deus do trovão nos mundos de Mortal Kombat, porem, se você estudar o personagem e prestar bastante atenção em seus golpes, vai ver que seus ataques mais poderosos são trovões que caem do céu, com a eletricidade de seu próprio corpo, ele consegue um alcance de no máximo 5 metros, por que isso? Por que nosso Deus do trovão funciona como um grande capacitor e como todo capacitor, apresenta um campo elétrico máximo. Neste caso, temos: 500 cm x 3000 volts/ cm = 1,5×10^6volts. 1,5 milhões de volts é a tensão que nosso Deus do capacitor consegue liberar de uma única vez por Leandro Mendonça em 8 de outubro de 2014 http://www.soulgeek.com.br/index.php/tensao/ Prof. Vanessa
  50. 50. Prof.: Vanessa Tempestade (X-Men): Uma das poucas mutantes de classe S, possui o poder de controlar os elementos da natureza, é com esta afirmação que podemos estimar a tensão de seus ataques. Um relâmpago possui uma tensão de apenas 10^7 voltz, ou seja, 10 milhões de volts, entretanto, o poder destrutivo desta mutante pode ser reforçado quando afirmamos também que: O canal no qual temos a descarga elétrica mede entre 2 e 5 cm e em poucos milisegundos sua temperatura pode atingir 30.000ºC e que já foram registrados raios com correntes elétricas de até 250.000 A. (considere que 1 A é suficiente para matar uma pessoa). Thor (Marvel): O Deus asgardiano do trovão se encaixa no mesmo padrão que a Tempestade, ele não possui eletricidade própria, mas com ajuda de seu lendário martelo Mjolnir, ele controla e direciona os raios. Existe ainda uma hipótese que Mjolnir juntamente com as esferas presentes na armadura de Thor criam um efeito capacitor, fazendo com que ele possa acumular mais carga para libera-la toda de uma única vez, criando assim, ataques mais devastadores, outra informação interessante é que este asgardiano possui um controle tão grande sobre as forças da natureza que já conseguiu invocar uma tempestade no espaço sideral, onde nem existe atmosfera. Prof. Vanessa
  51. 51. Prof.: Vanessa Super Shock (DC Comics): Super Shock é o nome adotado no Brasil pra Virgil Ovid Hawkins, conhecido internacionalmente como Static Shock. Após ser exposto a um gás desconhecido, este jovem tornou-se em um meta-humano com poder de controlar a eletricidade (e diga-se de passagem, controlar muito bem, em seu desenho, ele faz até coisas que seriam fisicamente impossíveis de serem feitas apenas com a eletricidade). Em sua quarta temporada, Virgil está mais poderoso que nunca e podemos ver ele utilizando seus ataques elétricos até a uma distância aproximada de 12 metros de seus oponentes, assim, podemos considerar que a tensão elétrica gerada por este herói é de 1200 cm x 3000 volts/ cm = 3,6×10^6volts. 3,6 milhões de volts, aí sim eu gostei! Pikachu (Pokemon): O primeiro detalhe, antes de qualquer coisa, irei falar sobre o Pikachu do Ash e não sobre qualquer ratinho amarelo com uma pilha nas costas. Além do grande carisma, fofura e companheirismo, esse bichinho é autor de façanhas que envolvem grande poder. Podemos pensar em seu golpe mais comum, o choque do trovão, que já vimos alcançar distâncias de 100 metros, mas não é sobre isso que quero falar. Vocês viram quando esse cara aprende a usar a electro ball?? Se não, vou deixar o vídeo aqui abaixo, o ataque voa por algo na faixa de 4 KILOMETROS e some de nossa vista. Em termos de tensão, podemos estimar algo na faixa de 1,2 BILHÕES de volts. Depois dessa, prefiro parar… Prof. Vanessa
  52. 52. Prof.: Vanessa Fenômeno da polarização em isolantes Ao primeiro tipo de polarização pertencem as polarizações eletrônica e iônica que ocorre de um modo praticamente instantâneo sob a ação de um campo elétrico e sem dissipação de energia, se caracterizando por um deslocamento elástico de íons ou elétrons ligados ao núcleo de um átomo. A polarização eletrônica diminui com o aumento da temperatura, devido a dilatação do dielétrico e consequente diminuição do número de partículas por unidade de volume. Já a polarização iônica é intensificada com o aumento da temperatura, uma vez que se debilitam as forças elásticas interiônicas quando aumentam as distâncias entre os íons quando o corpo se dilata; A polarização dipolar difere da eletrônica e da iônica com relação ao movimento térmico das partículas. As moléculas dipolares, que se encontram em movimento térmico caótico, se orientam parcialmente pela ação do campo, o qual é a causa da polarização. A polarização dipolar é possível se as forças moleculares não impedirem os dipolos de se orientarem de acordo com o campo. Ao aumentar a temperatura se enfraquecem as forças moleculares e diminui a viscosidade da substância, de forma que se intensifica a polarização dipolar. No entanto, ao mesmo tempo aumenta a energia dos movimentos térmicos das moléculas, o que faz que diminua a influência orientadora do campo. De acordo com isto, a polarização dipolar aumenta a princípio com o aumento da temperatura, enquanto que o enfraquecimento das forças moleculares influencia mais que a intensificação do movimento térmico caótico. Depois, quando este última se intensifica, a polarização dipolar cai a medida que aumenta a temperatura; A polarização estrutural aparece apenas em corpos amorfos e em sólidos cristalinos polares como no caso do vidro, onde um corpo amorfo é parcialmente constituído de partículas de íons. A polarização estrutural vem a ser a orientação de estruturas complexas de material, perante a ação de um campo externo, aparecendo devido a um deslocamento de íons e dipolos, na presença de aquecimento devido a perdas Joule. Quanto a sua dependência com a temperatura têm comportamento semelhante à polarização dipolar Prof. Vanessa

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