Immanuel kant

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Immanuel kant

  1. 1. Immanuel Kant“[...]DUAS COISAS SEMPRE ME ENCHEM A ALMA DE CRESCENTEADMIRAÇÃO E RESPEITO, QUANTO MAIS INTENSA EFREQUENTEMENTE O PENSAMENTO DELAS SE OCUPA: O CÉUESTRELADO ACIMA DE MIM E A LEI MORAL DENTRO DE MIM.”
  2. 2. ApresentandoCRISTIAN SCARIOTDIMITRIA MACIELELAINE BAUERGABRIELA RAUPPJÚLIA VALIM
  3. 3. • Kant nasceu, viveu e morreu emKonisberg, uma cidade da PrússiaOriental (Alemanha).• Filho de um comerciante dedescendência escocesa.• Recebeu uma educação pietista.• Frequentou a Universidade comoestudante de filosofia e matemática.• Dedicou-se ao ensino, vindo adesempenhar as funções de professor naUniversidade de Konisberg.• Foi um filósofo prussiano, geralmenteconsiderado como o último grandefilósofo dos princípios da era moderna.• Morreu aos 80 anos.
  4. 4. Sua obra pode ser dividida em doisperíodos fundamentais: o pré-crítico e ocrítico.O pré-crítico:O primeiro período(até1770) corresponde àfilosofia dogmática,influenciada porLeibniz e Wolf.O crítico:O segundo períodocorresponde aodespertar do "sonodogmático" provocadopelo impacto que neleteve a filosofia deHume.
  5. 5. A Ciência e a Metafísica
  6. 6. No campo filosófico as investigações sobre a realidadepertencem a metafísica, que busca a realidadefundamental das coisas ou seja a sua essência. Nessesentido surge uma investigação mais especifica peloser.O ser é um termo usado para se referir a qualquer coisaque existe. Por exemplo, sabemos que uma pedra éum ser, como uma mesa também é, mas sabemosque os dois não podemos confundi-los um com ooutro, e assim percebemos que cada ser tem umacoisa essencial que os diferencia, que os constitui eos determina.Dessa forma, um ser pode ser definido como aquiloque uma coisa é ou tem, que lhe é próprio e que nãodepende de outros seres para existir.
  7. 7. Então, Immanuel Kant passou a adotar a expressão“coisa em si”, que nada mais é do que no primeirosentido seria a coisa, e no segundo o que ela é.
  8. 8. Método
  9. 9. O método de Kant é a "crítica“’, a análise reflexiva.Consiste em remontar do conhecimento àscondições que o tornam eventualmente legítimo.Considerado o maior filosofo do iluminismo alemão,para ele a filosofia deveria responder a quatroquestões fundamentais:O que posso saber? Como devo agir? O que possoesperar? E, por fim, o que é o ser humano?
  10. 10. A Teoria doConhecimento
  11. 11. • Existiu a teoria do racionalismo , que atribuiexclusivamente confiança à razão humana comoinstrumento de conhecer a verdade.• Também existiu a teoria do empirismo que diz quetodas as nossas ideias vem das nossas experiências edepois de nossas percepções sensoriais (visão,audição, tato, paladar e olfato).• E por ultimo a teoria do apriorismo kantiano,que é como um meio termo entre racionalismo eempirismo, que foi formulada pelo filósofoImmanuel Kant.
  12. 12. Kant afirmava que todo conhecimento começa com aexperiência, mas que a experiência sozinha não nosda o conhecimento. A experiência forneceria amatéria do conhecimento, enquanto a razãoorganizaria essa matéria de acordo com suas formaspróprias, com as estruturas existentes noconhecimento.Em sua Teoria do Conhecimento, Kant classificou otangível e o abstrato em dois grupos:• Aquilo que podemos conhecer- são coisas que aspessoas podem presenciar, tocar, ver e experimentar,como uma mesa ou um cachorro.• Aquilo que são por si desconhecidas- como Deuse o conceito de liberdade, cujas existências, segundoKant, se baseiam em pressuposições necessárias.
  13. 13. Teoria da moral e ética
  14. 14. A filosofia moral de Kant afirma que a base para todarazão moral é a capacidade do homem de agirracionalmente.O fundamento para esta lei de Kant é a crença de queuma pessoa deve comportar-se de forma igual a queela esperaria que outra pessoa se comportasse namesma situação, tornando assim seu própriocomportamento uma lei universal.
  15. 15. Obras Importantes
  16. 16. O que é Ilustração
  17. 17. Nesta obra, kant sintetiza seu otimismo iluminista emrelação à possibilidade de o ser humano por suaprópria razão, sem se deixar enganar pelas crenças,tradições e opiniões alheias .Nela, ele descreve o processo de ilustração como sendoa saída do ser humano da sua menoridade, ou seja,um momento em que o individuo, como umacriança que cresce e amadurece, torna-se conscienteda força e independência de sua inteligência parafundamentar sua própria maneira de agir, sem adoutrinação ou a tutela de outro ser.Nesse sentido o ser humano, como ser dotado de razãoe liberdade, é o centro da filosofia kantiana.
  18. 18. Crítica da Razão PuraEXPLICA AS INTENÇÕES CRITICAS DE KANTCONFESSA QUE HUME O HAVIA DESPERTADO, PELAPRIMEIRA VEZ, DO SEU “SONHO DOGMÁTICO” EINSTITUI O QUE FICOU CONHECIDO COMO “ TRIBUNALDA RAZÃO”.
  19. 19. Kant distingue duas formas básicas do ato de conhecer:Conhecimento empírico:Aquele que se refere aos dados fornecidos pelos sentidos, isto éposterior a experiência. Um exemplo disso pode se citar aafirmação “este livro tem a capa verde” para terconhecimento que a capa do livro era verde foi precisoprimeiro ter a experiência de ver o livro e assim conhecer olivro, portanto, trata- se de um conhecimento posterior àexperiência.Conhecimento puro:Aquele que não depende de qualquer dado dos sentidos,nascendo puramente de uma operação racional. Exemplo: aafirmação “duas linhas paralelas jamais se encontrão noespaço” se refere a todas as linhas e não a esta ou aquela linhaparalela. Assim constitui um conhecimento universal.
  20. 20. Crítica do Juízo
  21. 21. Trata das noções de beleza, de arte e de finalidade,buscando, desse modo, uma passagem que una omundo da natureza, submetido à necessidade, aomundo moral onde reina a liberdade.
  22. 22. Ensaio sobre o mal radicalCONSAGRA-O AO PROBLEMA DO MAL
  23. 23. O ensaio para introduzir em filosofia a noção degrandeza negativa, opõe-se ao otimismo de Leibnitz,herdeiro do otimismo dos escolásticos, assim comodo da Aufklärung. O mal não é a simples "privatiobone", mas o objeto muito positivo de uma liberdademalfazeja.Nela, Kant distingue o conhecimento sensível (queabrange as instituições sensíveis) e o conhecimentointeligível (que trata das ideias metafísicas).

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