Elaboracao de orcamento_para_obras_e_servicos_de_engenharia

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Elaboracao de orcamento_para_obras_e_servicos_de_engenharia

  1. 1. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO PARA OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIAPLANILHA ORÇAMENTÁRIA OBRA : NONONONO LOCAL : NONONONO PREÇO (R$) CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNID QUANT (A) UNITÁRIO (B) PARCIAL (A) x (B) SUBTOTAL SERVIÇOS PRELIMINARES 2.400,00 01.01 Limpeza do terreno m2 200,00 1,50 300,00 01.02 Barracão ud 2.100,00 2.100,00 MOVIMENTO DE TERRA 1.600,00 02.01 Regularização mecânica m3 500,00 2,20 1.100,00 02.02 Aterro compactado mecanicamentem3 100,00 5,00 500,00 PREÇO GLOBAL (R$) 4.000,00
  2. 2. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br I - ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES TEMA
  3. 3. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CONCEITO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES ENTENDE-SE POR ORÇAMENTO A DETERMINAÇÃO, COM MARGEM DE ACERTO TÃO ELEVADA QUANTO POSSÍVEL, O PREÇO DE UMA OBRA OU DE UM SERVIÇO DE ENGENHARIA, ANTES DE SUA EXECUÇÃO, ELABORADO COM BASE EM DOCUMENTOS ESPECÍFICOS, TAIS COMO, PROJETOS, ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, MEMO- RIAIS, CADERNO DE ENCARGOS, CONDIÇÕES CONTRATUAIS E DEMAIS FATORES QUE POSSAM INFLUENCIAR O PREÇO FINAL.
  4. 4. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br IMPORTÂNCIA I) AVALIARÁ SE OS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS DISPONÍVEIS PODEM ATENDER AS RESPECTIVAS DESPESAS; II) QUAL A MODALIDADE DE LICITAÇÃO QUE DEVERÁ SER ADOTADA; III)SERVIRÁ COMO REFERENCIAL AOS INTERESSADOS QUE PRETENDAM APRESEN- TAR PROPOSTA. COM BASE NO ORÇAMENTO A ADMINISTRAÇÃO: ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  5. 5. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CAUTELAS 1. O ORÇAMENTO A SER ELABORADO DEVERÁ CONTER CLARAMENTE TODOS OS SERVIÇOS, MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E DEMAIS ELEMENTOS A SEREM APLICADOS NA OBRA EM CONSONÂNCIA COM O PROJETO BÁSICO E/OU EXECUTIVO REFERENTE AO OBJETO A SER LICITADO. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  6. 6. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CAUTELAS 2. O ORÇAMENTO DEVERÁ SER ELABORADO A PARTIR DO LEVANTAMENTO DOS QUANTI- TATIVOS FÍSICOS DOS PROJETOS, DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, DOS MEMORIAIS DESCRITIVOS, OBEDECIDAS RIGOROSAMENTE AS LEIS SOCIAIS E ENCARGOS TRABALHISTAS E DEMAIS CUSTOS. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  7. 7. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CAUTELAS 3. OS ENCARGOS COMO REFEIÇÕES, TRANSPORTE, EPI, UNIFORMES, FERRAMENTAS MANUAIS, SEGURO DE VIDA EM GRUPO, DIRETAMENTE RELACIONADAS COM A MÃO-DE-OBRA, DEVEM SER ACRESCIDOS ÀS LEIS SOCIAIS COMO ENCARGOS COMPLEMENTARES DE MÃO-DE- OBRA, CONFORME DETERMINA A ATUAL LEGISLAÇÃO CONTÁBIL E TRABALHISTA. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  8. 8. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CAUTELAS 4. TODOS OS CUSTOS INDIRETOS COMO A INSTALAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRA, ADMINISTRAÇÃO LOCAL (CANTEIRO DE OBRAS), MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO E CORRELATOS, DEVEM SER APOSTOS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, E NÃO NO BDI OU LDI. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  9. 9. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CAUTELAS 5. A COMPOSIÇÃO DO BDI OU LDI DEVERÁ CONTER TODOS OS ITENS RELATIVOS AO CUSTO INDIRETO DA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL, EVENTUAIS TAXAS DE RISCO, CUSTOS FINANCEIROS, TRIBUTOS, LUCRO OPERACI- ONAL. OS TRIBUTOS IRPJ E CSLL QUE SÃO PERSONALÍSTICOS NÃO DEVEM SER INCLUÍDOS NA COMPOSIÇÃO DO BDI, FOSSE COMO ITEM ESPECÍFICO DA PLANILHA OU ORÇAMENTO, INCLUSIVE PARA OS CASOS DE DISPENSA E DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  10. 10. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PECULARIEDADES O ORÇAMENTO ALÉM DE SER PAUTADO POR PRINCÍPIOS, NORMAS, CRITÉRIOS E EXPERIÊNCIA, DEVE SER CAPAZ DE RETRATAR A REALIDADE DO PROJETO E DEMAIS PECULARIEDADES,COMO: ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  11. 11. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PECULARIEDADES I - O ORÇAMENTO É APROXIMADO TODO ORÇAMENTO NÃO É EXATO, PORÉM DEVE SER O MAIS PERFEITO POSSÍVEL. DEPENDE DE VARIÁVEIS INTRÍNSECAS, A SABER: ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  12. 12. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PECULARIEDADES - PROCESSOS PRODUTIVOS DIFERENTES - DEPENDE DA PRODUTIVIDADE DAS EQUIPES - ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS - CONDIÇÕES MÉDIAS DE CONSUMO - PREÇOS DOS INSUMOS E IMPOSTOS (ISS) - PERDA - REAPROVEITAMENTO DE INSUMOS - EQUIPAMENTO - SALÁRIO E BONIFICAÇÕES DE PESSOAL - DESPESAS GERAIS - IMPREVISTOS E OUTROS O ORÇAMENTO NÃO É MATEMATICAMENTE EXATO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  13. 13. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PECULARIEDADES II - O ORÇAMENTO É ESPECÍFICO O ORÇAMENTO DE UM MESMO OBJETO VARIA EM FUNÇÃO DE NOVAS CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO, COMO: - PARA CADA EMPRESA - A UM DETERMINADO CONTRATANTE - AO LOCAL DE EXECUÇÃO DO OBJETO O ORÇAMENTO NÃO PODE SER GENÉRICO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  14. 14. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PECULARIEDADES III - O ORÇAMENTO É DINÂMICO O ORÇAMENTO DE UM MESMO OBJETO VARIA EM FUNÇÃO DE CONDIÇÕES TEMPORAIS, COMO: - AS CONDIÇÕES LEGAIS - POLÍTICAS - METODOLOGIAS TÉCNICAS INOVADORAS - ALTERAÇÃO DE CUSTOS E PREÇOS - INSUMOS, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS - TRIBUTOS - CENÁRIOS FINANCEIROS - SISTEMAS GERENCIAIS O ORÇAMENTO TORNA-SE INEXPRESSIVO/SUPERADO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  15. 15. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PRIORIDADE DE EXECUÇÃO O ORÇAMENTISTA DEVERÁ OBSERVAR QUAL A PRIORIDADE A SER ADOTADA PARA A EXECUÇÃO DO OBJETO, VISTO QUE, CADA UMA DELAS GERARÁ UM ORÇAMENTO DIFERENTE. SÃO ELAS: - QUALIDADE - PRAZO - CUSTO PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  16. 16. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br - PROJETOS EXECUTIVOS BEM DETALHADOS - TODOS OS PROJETOS COMPLEMENTARES ESTÃO DISPONÍVEIS - MEMORIAL DESCRITIVO BEM DETALHADO - EXISTÊNCIA DE NORMAS ESPECIFICAS DO CLIENTE - EXISTÊNCIA DE UM “PROGRAMA DE CONTROLE DE QUALIDADE” - FISCALIZAÇÃO RÍGIDA PRIORIDADE DE EXECUÇÃO É QUALIDADE PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  17. 17. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br - PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS BEM DETALHADOS E DISPONÍVEIS - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BEM DETALHADAS - MEMORIAIS DESCRITIVOS BEM DETALHADOS - POUCA EXIGÊNCIA DO CLIENTE - FISCALIZAÇÃO NORMAL PRIORIDADE DE EXECUÇÃO É CUSTO PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  18. 18. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br - PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS BEM DETALHADOS E DISPONÍVEIS - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BEM DETALHADAS - MEMORIAIS DESCRITIVOS BEM DETALHADOS - EXIGÊNCIA DE REDE PERT/COM - CRONOGRAMA FÍSICO DETALHADO - FISCALIZAÇÃO RÍGIDA SOBRE O ANDAMENTO - MULTAS PESADAS POR DIA DE ATRAZO - ALTA EXIGÊNCIA DO CLIENTE PRIORIDADE DE EXECUÇÃO É PRAZO PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES
  19. 19. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br II - ORÇAMENTO - CONCEITOS TEMA
  20. 20. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br INSUMOS SÃO OS MATERIAIS, OS EQUIPAMENTOS A MÃO-DE- OBRA, SUB-EMPREITEIROS E OUTROS QUE FAZEM PARTE DA COMPOSIÇÃO DE UM SERVIÇO DEFINIDO SEMPRE EM FUNÇÃO DE UMA UNIDADE • ENCARREGADO DE CONCRETO • SERVENTE • CIMENTO • AREIA • BRITA • BETONEIRA 320 L • VIBRADOR DE IMERSÃO • TORRE COM GUINCHO • FERRAMENTAS MANUAIS ORÇAMENTO - CONCEITOS
  21. 21. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br SERVIÇO ∑ INSUMOS ENCARREGADO DE CONCRETO SERVENTE CIMENTO AREIA BRITA BETONEIRA 320 L VIBRADOR DE IMERSÃO TORRE COM GUINCHO FERRAMENTAS MANUAIS SERVIÇO CONCRETO – M3 É A COMPOSIÇÃO DE DIVERSOS INSUMOS FUNDAMENTADA NOS PROJETOS, NO MÉTODO CONSTRUTIVO, NAS ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E NAS NORMAS DE EXECUÇÃO, QUE COMPÕEM AS DIVERSAS ATIVIDADES DAS ETAPAS DE UMA OBRA OU DE UM SERVIÇO DE ENGENHARIA ORÇAMENTO - CONCEITOS
  22. 22. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br LEIS SOCIAIS - LS Previdência Social - INSS 20,00% Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS 8,00% Salário Educação 2,50% Serviço Social da Indústria (Sesi) 1,50% Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) 1,00% Serviço de Apoio à Pequena e Média Empresa (Sebrae) 0,60% Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) 0,20% Seguro Contra Acidentes de Trabalho (INSS) 3,00% Serviço Social da Indústria da Construção e Mobiliário - Seconci 1,00% Total Grupo A 37,80% Repouso Semanal Remunerado 17,76% Férias + Bonificações de 1/3 14,80% Feriados 4,07% Auxílio Enfermidade e Faltas Justificadas 1,85% Acidente de Trabalho 0,15% Licença Paternidade 0,04% 13º Salário 11,10% Adicional Noturno 0,54% Total Grupo B 50,31% C - Incidência do Grupo A sobre o Grupo B 19,02% B - Encargos com Incidência de A Encargos Sociais - Horista A - Encargos Básicos ORÇAMENTO - CONCEITOS
  23. 23. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br Aviso prévio 18,16% Depósito por despedida injusta 5,06% Indenização adicional 1,43% Incidência do Grupo A no Aviso Prévio (sem FGTS e SECONCI) 5,23% Total Grupo D 29,88% Equipamento de segurança - EPI 3,71% Seguro de vida e acidentes 0,96% Vale transporte 4,82% Vale compras 20,11% Café da manhã 4,92% Total Grupo E 34,52% Total A + B + C + D + E 171,53% Fonte: SINDUSCON - PR D - Encargos ligados à demissão do trabalhador E - Outros Os itens do Grupo E - Outros, devem ser calculados segundo o critério do proponente/administração LEIS SOCIAIS - LS • Encargos intersindicais – são provenientes de acordos coletivos: Vale transporte, Café da manhã, Vale compras, Seguros, etc. • Equipamentos de Proteção Individual – são de uso pessoal para prevenir acidentes. • Ferramentas • Seguro em grupo • Outros ORÇAMENTO - CONCEITOS
  24. 24. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br I.- EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EPI = ∑ 1 n P1F1 + P2F2 + P3F3 + ......+ PnFn N S x 100 N = Número de trabalhadores na obra S = Salário médio mensal P1, P2, P3,....Pn = Custo de cada um dos EPI Sendo: t = tempo de permanência do EPI à disposição da obra VU = vida útil do EPI em meses F1, F2, F3,.....Fn = Fator de utilização do EPI dado por: t 12 x VU F = LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS
  25. 25. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br II.- VALE-TRANSPORTE C1 = Tarifa de transporte urbano N = Número de dias trabalhado no mês S = Salário médio mensal dos trabalhadores 0,06 = Redução de 6% sobre o salário/mês, pois os empregadores obrigam-se a custear apenas o seu excedente 2 x C1 x N – (S x 0,06) S x 100VT = Dias = Foram considerados 22 dias úteis por mês LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS
  26. 26. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br III.- VALE-COMPRAS C2 x N x 0,95 S x 100VC = C2 = Vale-Refeição – definido em Acordo Sindical N = Número de dias trabalhado no mês S = Salário médio mensal dos trabalhadores 0,95 = Considerado um limite mínimo de 95% para os custos subsiados pelos empregadores Dias = Foram considerados 22 dias úteis por mês LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS
  27. 27. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br IV.- CAFÉ DA MANHÃ C3 = Custo do café da manhã N = Número de dias trabalhado no mês S = Salário médio mensal dos trabalhadores 0,01 = Considerada dedução de 1% sobre o salário/hora por dia útil trabalhado, relativo ao custeio da refeição mínima pelo trabalhador Dias = Foram considerados 22 dias úteis por mês C3 x N – (0,033 x S x 22) x 0,01 S x 100VC = LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS
  28. 28. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CUSTO DIRETO É O CUSTO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇO, QUE COMPÕEM UMA OBRA OU UM SERVIÇO DE ENGENHARIA, ACRESCIDO DAS LEIS SOCIAIS QUE INCIDEM SOBRE A MÃO-DE-OBRA. EXEMPLO: CUSTO DIRETO DO SERVIÇO: CONCRETO OBS.: “ L.S. = LEIS SOCIAIS” CUSTO DOS INSUMOS ENCARREGADO DE CONCRETO + L.S. SERVENTE + L.S. CIMENTO AREIA BRITA BETONEIRA 320 L VIBRADOR DE IMERSÃO TORRE COM GUINCHO FERRAMENTAS MANUAIS ORÇAMENTO - CONCEITOS
  29. 29. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CUSTO INDIRETO SÃO OS CUSTOS DOS SERVIÇOS NECESSÁRIOS, NO CANTEIRO DE OBRAS, PARA A EXECUÇÃO DA OBRA, MAS QUE NÃO INTEGRAM A MESMA. SÃO NECESSÁRIOS SOMENTE DURANTE A SUA EXECUÇÃO. QUANDO DA CONCLUSÃO DO OBJETO ELES SERÃO RETIRADOS. EXEMPLO: ESCRITÓRIO, DEPÓSITOS, ALOJA- MENTOS, TAPUMES, ETC. ORÇAMENTO - CONCEITOS
  30. 30. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br •ESCRITÓRIO, DEPÓSITOS, DORMITÓRIOS, OFICINAS, RESTAURANTES; •INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS DE ÁGUA E LUZ; •MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. É A QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS x CUSTO DO RESPECTIVO TRANSPORTE; •MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE PESSOAL. É A QUANTIDADE DE PESSOAS x CUSTO DO DESLOCAMENTO; •TAPUMES E CERCAS; •PLACAS; E •OUTROS. CUSTOS INDIRETOS - CANTEIRO DE OBRAS - CI DEVEM SER INSERIDOS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO - CONCEITOS
  31. 31. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CUSTO É O VALOR GASTO COM TODOS OS INSUMOS E SERVIÇOS CONSUMIDOS PELA EMPRESA PARA A EXECUÇÃO DE UMA OBRA. EXEMPLOS: MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, SALÁRIOS DOS OPERÁRIOS E RESPECTIVOS ENCARGOS, ETC. CUSTO = CUSTO DIRETO + CUSTO INDIRETO ORÇAMENTO - CONCEITOS
  32. 32. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DESPESA É A AVALIAÇÃO EM ESPÉCIE DE TODOS OS GASTOS COM BENS E SERVIÇOS RELATIVOS À MANUTENÇÃO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL. EXEMPLO: DESPESAS ADMINISTRATIVAS, DESPESAS CORRENTES, SERVIÇOS DE CONSULTORIAS, ETC. CUSTOS GASTOS DE PRODUÇÃO VINCULADOS DIRETAMENTE AOS SERVIÇOS ATIVIDADE-FIM DESPESAS GASTOS ADMINISTRATIVOS NÃO SE IDENTIFICAM DIRETAMENTE AOS SERVIÇOS ATIVIDADE MEIO ORÇAMENTO - CONCEITOS
  33. 33. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CUSTO X DESPESA COMO DIFERENCIAR? SE HIPOTETICAMENTE EU ELIMINAR ESTE GASTO A EXECUÇÃO DO SERVIÇO SERIA DIRETAMENTE AFETADA? SE A RESPOSTA FOR AFIRMATIVA TRATA-SE DE CUSTO, POIS ESTÁ VINCULADA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO, CASO CONTRÁRIO TEMOS UMA DESPESA. ORÇAMENTO - CONCEITOS
  34. 34. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br COMO DIFERENCIAR? EXEMPLO: GASTO COM SALÁRIO DE DIRETOR, COM TELEFONE, COM ALMOXARIFE, COM AUTOMÓVEL, COM SEGURO, COM ALIMENTAÇÃO É CUSTO OU DESPESA? ANALISANDO COM CUIDADO VEREMOS QUE AO CORTAR OS GASTOS ACIMA, NÃO TERÍAMOS ALTERAÇÃO NA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS. PORTANTO TRATAM-SE DE DESPESAS. CUSTO X DESPESA ORÇAMENTO - CONCEITOS
  35. 35. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DESPESAS INDIRETAS É O GASTO OPERACIONAL DE UMA EMPRESA, DECORRENTE DE SUA ESTRUTURA E DAS OBRAS E/OU DOS SERVIÇOS DE ENGENHARIA EM EXECUÇÃO. AS DESPESAS INDIRETAS SÃO DIVIDIDAS EM DOIS TIPOS: • DA SEDE E FILIAIS (SEDE) • DO CANTEIRO DE OBRA (LOCAL) ORÇAMENTO - CONCEITOS
  36. 36. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI SÃO OS DISPENDIOS NECESSÁRIOS E INDISPENSÁVEIS PARA ADMINISTRAR A EXECUÇÃO DE CADA OBRA PELA SEDE, OS GASTOS PROVENIENTES DAS DESPESAS COM A MANUTENÇÃO DA SEDE, AS DESPESAS FINANCEIRAS E OS RISCOS E EVENTUAIS. ORÇAMENTO - CONCEITOS
  37. 37. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • PESSOAL CUSTO DAS EQUIPES DO ESCRITÓRIO SEDE E FILIAIS (SÓCIOS, DIRETORES, GERENTES, TÉCNICOS, SECRETÁRIAS, SERVENTES, VIGILANTES, ETC). • INSTALAÇÕES FÍSICAS MANUTENÇÃO DOS IMÓVEIS (ESCRITÓRIOS, TERRENOS, DEPÓSITOS DE MATERIAIS, PÁTIO DE EQUIPAMENTOS E OFICINAS), IMPOSTOS (IPTU), CUSTO DE LOCAÇÕES, ETC. • VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS VEÍCULOS, EQUIPAMENTOS DE ESCRITÓRIO (FOTOCOPIADORAS, COMPUTADORES, FAX, ETC). DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO - CONCEITOS
  38. 38. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • DESPESAS CORRENTES ÁGUA, LUZ, TELEFONE, INTERNET, CELULARES, JORNAIS, ASSINATURAS DE REVISTAS, MATERIAL DE ESCRITÓRIO E DE LIMPEZA, ETC. • SERVIÇOS E CONSULTORIAS CONSULTORIAS TÉCNICAS E JURÍDICAS, ASSESSORIAS CONTÁBEIS, PUBLICIDADE, TREINAMENTO, ETC. • OUTRAS DESPESAS AQUISIÇÃO DE EDITAIS, DESPESAS COM LICITAÇÕES, SEGUROS, VIAGENS, ANUIDADES, ALUGUEL DE AUTOMÓVEIS, ETC. DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO - CONCEITOS
  39. 39. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • DESPESAS FINANCEIRAS DEVE SER CONSIDERADO O VOLUME DE RECURSOS QUE A EMPRESA DISPÕE • RISCO OU EVENTUAIS DE FORÇA MAIOR DE PREVISIBILIDADE RELATIVA COMO: - NATURAIS (CHEIAS, ETC.), - ECONÔMICOS (ATRASO NO PAGAMENTO, ATRASOS DE TERCEIROS, ETC.) - HUMANOS (GREVES, ACORDOS JUDICIAIS, ETC.) DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO - CONCEITOS
  40. 40. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br III – ORÇAMENTO – DETERMINAÇÃO DAS DESPESAS INDIRETAS TEMA
  41. 41. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI DIS = DIS1 + DIS2 DIS1 = DESPESAS INDIRETAS DA OBRA ASSUMIDAS PELA SEDE DIS2 = MANUTENÇÃO DA SEDE RATEADA ENTRE CADA OBRA - GERENTE DO CONTRATO E AUXILIARES QUE ATUAM NA SEDE - CONSULTORES ESPECIALIZADOS, CONTADOR, ADVOGADO - VIAGENS, ESTADIAS DE PROFISSIONAIS DA SEDE, ETC. - DESPESAS INDIRETAS DIVERSAS NA SEDE DETERMINAÇÃO DAS DESPESAS INDIRETAS DA SEDE
  42. 42. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DE = DESPESA ESPECÍFICA DA OBRA NA SEDE DMAC = DESPESA MENSAL DA SEDE FMO = FATURAMENTO MENSAL DA OBRA N = PRAZO DE EXECUÇÃO DA OBRA EM MESES FMAC = FATURAMENTO MENSAL DA SEDE DIS1 = DE ONDE: DIS2 = DMAC x FMO x N FMAC DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  43. 43. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br SOB FORMA DE TAXAS (%) dis = dis1 + dis2 SENDO: dis1 = DIS1 CDG x 100 dis2 = DIS2 CDG x 100E CDG = CUSTO DIRETO GLOBAL DA OBRA (R$) DIS1 = DESPESAS INDIRETAS DA OBRA ASSUMIDAS PELA SEDE (R$) DIS2 = MANUTENÇÃO DA SEDE RATEADA ENTRE CADA OBRA (R$) dis = TAXA DE DESPESAS INDIRETAS DA SEDE dis1 = TAXA DE DESPESAS INDIRETAS DA OBRA ASSUMIDA PELA SEDE dis2 = TAXA DE MANUTENÇÃO DA SEDE RATEADA ENTRE CADA OBRA DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  44. 44. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DESPESAS FINANCEIRAS (SEDE) - DF DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI SÃO OS PAGAMENTOS À PRAZO E COMPREENDE, UMA PARTE A PERDA MONETÁRIA DECORRENTE DA DEFASAGEM ENTRE A DATA DO EFETIVO DESENBOLSO E ADATA DA RECEITA CORRESPONDENTE E A OUTRA PARTE, DE JUROS CORRESPONDENTES AO FINANCIAMENTO DA OBRA. ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  45. 45. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br df = TAXA DE DESPESAS FINANCEIRAS DETERMINAÇÃO DAS DESPESAS FINANCEIRAS (SEDE) df = (1+ i) n 30 x (1+ j) n 30 - 1 i = TAXA DE INFLAÇÃO MÉDIA DO MÊS OU A MÉDIA DA INFLAÇÃO MENSAL DOS ÚLTIMOS MESES. NÃO É A INFLAÇÃO FUTURA. j = JURO MENSAL DE FINANCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO COBRADO PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS n = NÚMERO DE DIAS DECORRIDOS DESPESAS FINANCEIRAS (SEDE) - DF DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  46. 46. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA SÃO OS DISPÊNDIOS NECESSÁRIOS PARA GERENCIAR A ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E DE APOIO, DO CANTEIRO DE OBRA , QUER DO PONTO DE VISTA SALARIAL, TÉCNICO- OPERACIONAL, ALIMENTAR, DE SAÚDE E OUTROS, CONSIDERANDO-SE O VULTO DA OBRA, A FIM DE DIMENSIONAR CORRETAMENTE A ESTRUTURA NECESSÁRIA. ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  47. 47. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • PESSOAL CUSTO DA EQUIPE TÉCNICA (ARQUITETO, ENGENHEIRO, MESTRE, TÉCNICO EM NEDIFICAÇÕES), APONTADOR, ALMOXARIFE, LABORATORISTA, VIGIA, MECÂNICO, TOPÓGRAFO, ENFERMEIRO, COZINHEIRO, SECRETÁRIA, SERVENTE, TELEFONISTA, CONTÍNUO, ETC. • VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS PICAPE, AUTOMÓVEL, BOMBAS DE RECALQUE, MOTOR, SERRAS CIRCULARES, FAX, TELEFONE, CELULAR, REFRIGERADOR, RELÓGIO PONTO, TELEVISÃO, CALCU- LADORA, VENTILADOR, COMPUTADOR, IMPRESSORA, ETC. DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  48. 48. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • DESPESAS CORRENTES ÁGUA, LUZ, TELEFONE, INTERNET, CELULARES, MATERIAL DE ESCRITÓRIO, MATERIAL DE ESCRITÓRIO, DE COPA E DE LIMPEZA, OUTROS. • OUTRAS DESPESAS COM PESSOAL ALUGUEL DE CASA, APARTAMENTO PARA ALOJAMENTO, TRANSPORTE (ALUGUEL DE VEÍCULOS, VALE- TRANSPORTE, ETC.), ALIMENTAÇÃO, MUDANÇA DE PESSOAL, CURSOS E TREINAMENTO, VIAGENS, LAZER (CHURASCO, CINEMA, ETC.), OUTROS. DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  49. 49. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • SERVIÇOS E CONSULTORIAS CONTROLE TECNOLÓGICO, CONSULTORIA TÉCNICA, LAUDOS, PERÍCIAS, ETC. • OUTRAS DESPESAS SEGUROS EM GERAL (ACIDENTE COLETIVO, INCÊNDIO, RESPONSABILIDADE CIVIL, RISCOS DE ENGENHARIA, DE VIDA, ROUBO, ETC), OUTROS. DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI
  50. 50. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br SEMPRE DEVERÁ ESTAR INCLUÍDO NA PLANILHA DE PREÇOS (Art. 40, XIII, Lei 8.666/93) MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS QUE É A QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS X CUSTO DO RESPECTIVO TRANSPORTE; MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE PESSOAL QUE É A QUANTIDADE DE FUNCIONÁRIOS X CUSTO DO DESLOCAMENTO; DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI • MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS E DE PESSOAL
  51. 51. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br IV – ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS TEMA
  52. 52. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS É O RETORNO POSITIVO DE TODA ATIVIDADE COMERCIAL OU INDUSTRIAL DEPOIS DE DESCONTADAS AS DESPESAS. I. LUCRO OPERACIONAL, TEÓRICO OU PROJETADO É O RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO RESUL- TANTE DA DIFERENÇA ENTRE O TOTAL DE RECEITAS E DESPESAS DE UMA OBRA, APÓS SUA CONCLUSÃO E ANTES DO RECOLHIMENTO DO IRPJ E O CSLL.
  53. 53. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br II. LUCRO LÍQUIDO É O RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO RESULTANTE DA DIFERENÇA ENTRE O TOTAL DE RECEITAS E DESPESAS DE UMA OBRA OU SERVIÇO DE ENGENHARIA OU DE UM BEM, APÓS SUA CONCLUSÃO OU FORNECIMENTO E APÓS O RECOLHIMENTO DO IRPJ E O CSLL. LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS
  54. 54. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br LUCRO LÍQUIDO 1- (IRPJ + CSLL)/100 LUCRO OPERACIONAL = IRPJ (%) – ALÍQUOTA DO IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA JURÍDICA CSLL (%) – ALÍQUOTA DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS
  55. 55. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CSLL = 9 % LUCRO LÍQUIDO 1- (25 + 9)/100 LUCRO OPER. = LUCRO LÍQUIDO 0,66 = EXEMPLO LUCRO LÍQUIDO = 4,62%LUCRO OPERACIONAL = 7,00% IRPJ = 25 % (15% até R$ 20.000 mensal ou R$ 240.000 anual + 10% sobre o que exceder) LUCRO LÍQUIDO = 7,00% LUCRO OPERACIONAL = 9,09% LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS
  56. 56. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br TRIBUTO É UM DIREITO FISCAL, SOBRE UM ATO OU ATIVIDADE, PAGO EM DINHEIRO, DE CARÁTER GERAL E OBRIGATÓRIO, QUE O PODER PÚBLICO, DIRETA OU INDIRETAMENTE, EXIGE DE CADA PARTICULAR, EM BENEFÍCIO COLETIVO, PARA ATENDER ÀS DESPESAS DA ADMINISTRAÇÃO. ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS
  57. 57. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br TRIBUTO TRIBUTOS INSS • INCIDEM SOBRE A MÃO DE OBRA • INCLUÍDOS NO CUSTO DIRETO FGTS • NÃO INCIDEM SOBRE O FATURAMENTO DA MÃO-DE-OBRA ICMS • INSIDEM SOBRE O MATERIAL • INCLUÍDOS NO CUSTO DIRETO IPI • NÃO INCIDEM SOBRE O FATURAMENTO DO MATERIAL COFINS • INCIDEM SOBRE O FATURAMENTO • INCLUÍDOS NO BDI CPMF ISS PIS IRPJ CSLL • NÃO INCIDEM SOBRE O FATURAMENTO • O IRPJ E CSLL NÃO DEVEM INTEGRAR O CÁLCULO DO BDI, NEM TAMPOUCO A PLANILHA DE SERVIÇOS • TRATAM-SE DE TRIBUTOS DE NATUREZA DIRETA E PERSONALÍSTICA, QUE ONERAM PESSOALMENTE O CONTRATADO, NÃO DEVENDO SER REPASSADO À CONTRATANTE INCIDÊNCIA TRIBUTOS - INCIDÊNCIA ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS
  58. 58. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO - TCU a) OS TRIBUTOS IRPJ E CSLL NÃO DEVEM INTEGRAR O CÁLCULO DO LDI, NEM TAMPOUCO A PLANILHA DE CUSTO DIRETO, POR SE CONSTITUÍREM EM TRIBUTOS DE NATUREZA DIRETA E PERSONALÍSTICA, QUE ONERAM PESSOALMENTE O CONTRATADO, NÃO DEVENDO SER REPASSADO À CONTRATANTE; b) OS ITENS ADMINISTRAÇÃO LOCAL, INSTALAÇÃO DE CANTEIRO E ACAMPAMENTO E MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO, VISANDO MAIOR TRANSPARÊNCIA, DEVEM CONSTAR NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA E NÃO NO LDI; a) O GESTOR PÚBLICO DEVE EXIGIR DOS LICITANTES O DETALHAMENTO DA COMPOSIÇÃO DO LDI E DOS RESPECTIVOS PERCENTUAIS PRATICADOS (ITENS 9.1.1, 9.1.2 E 9.1.3, TC- 003.478/2006-8). DOU DE 16.03.2007, S. 1, P. 122. ACÓRDÃO Nº 325/2007-TCU- PLENÁRIO O TCU PASSARÁ A UTILIZAR COMO REFERENCIAIS, QUANDO DA FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS, AS SEGUINTES PREMISSAS ACERCA DOS COMPONENTES DE LUCROS E DESPESAS INDIRETAS (LDI):
  59. 59. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br V – ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS TEMA
  60. 60. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS BDI OU “BENEFÍCIO E DESPESAS INDIRETAS” É O PERCENTUAL RELATIVO À SOMA DAS DESPESAS INDIRETAS (SEDE E FILIAIS), DO LUCRO OPERACIONAL E DOS TRIBUTOS PERMITIDOS, QUE INCIDIRÁ SOBRE OS CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E DESPESAS INDIRETAS DO CANTEIRO DE OBRAS UMA VEZ QUE, É EXIGIDO QUE ESTES INCORPOREM TODOS OS ENCARGOS QUE ONERAM OS MESMOS. BDI = DESPESAS INDIRETAS + LUCRO OPERACIONAL + TRIBUTOS NÃO É UM VALOR FIXO BDI
  61. 61. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CÁLCULO POR FORA R$ 100.000,00 + 10% = R$ 110.000,00 VALOR DA NOTA : R$ 110.000,00 IMPOSTO SOBRE A NOTA (10%) : R$ 110.000,00 x 0,10 = R$ 11.000,00 VALOR LÍQUIDO À RECEBER: R$ 110.000,00 - R$11.000,00 = R$ 99.000,00 TERÁ QUE DESEMBOLSAR MAIS R$1.000,00 À RECEBER R$ 100.000,00 IMPOSTO: 10% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  62. 62. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br R$ 100.000,00/(1 – 0,10) = R$ 111.111,11 VALOR DA NOTA : R$ 111.111,11 IMPOSTO SOBRE A NOTA (10%) : R$ 111.111,11 x 0,10 = R$ 11.111,11 VALOR LÍQUIDO À RECEBER: R$ 111.111,11 - R$11.111,11 = R$ 100.000,00 CÁLCULO POR DENTRO À RECEBER R$ 100.000,00 IMPOSTO: 10% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  63. 63. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • CALCULA-SE PRIMEIRO O VALOR GLOBAL OU VALOR TOTAL: I. CÁLCULO DO BDI A PARTIR DE VALORES EM REAIS CDG + DIS + DF + R + L 1 – T / 100 VG = CDG – CUSTO DIRETO GLOBAL,EM REAIS DIS – DESPESAS INDIRETAS DA SEDE, EM REAIS DF – DESPESAS FINANCEIRAS, EM REAIS R – RISCO OU EVENTUAIS, EM REAIS L – LUCRO OPERACIONAL, EM REAIS T – SOMA DE TODOS OS TRIBUTOS, EM % VG – VALOR GLOBAL OU FINAL DA OBRA, EM REAIS BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  64. 64. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br VG CDG BDI = - 1 X 100 • A SEGUIR CALCULA-SE O BDI OU LDI: I. CÁLCULO DO BDI A PARTIR DE VALORES EM REAIS CDG – CUSTO DIRETO GLOBAL,EM REAIS VG – VALOR GLOBAL OU FINAL DA OBRA, EM REAIS BDI – BENEFÍCIO E DESPESAS INDIRETAS BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  65. 65. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ 2.621.800,00 custo direto da obra - R$ 2.500.000,00 administração local (canteiro) - R$ 121.800,00 A) CÁLCULO DO BDI PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (VALORES EM REAIS) 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - R$ 104.872,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - R$ 89.172,00 DIS2 - manutenção da sede rateado - R$ 15.700,00 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - R$ ------------- 4º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - R$ ------------ 5º - LUCRO OPERACIONA (L) - R$ 190.867,04 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS..... 3,00 '% PIS ............ 0,65 '% ISS ............ 3,00 '% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  66. 66. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 7° - CÁLCULO DO VALOR GLOBAL (R$) – VG 8° - CÁLCULO DO BDI (%) – BDI 9° - APLICAR O BDI SOBRE CADA CUSTO DIRETO UNITÁRIO 2.621.800,00 + 104.872,00 + 190.867,04 1 - 6,65/100 VALOR GLOBAL = = 3.125.376,58 3.125.376,58 2.621.800,00 BDI = - 1 = 19,20 %X 100 BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  67. 67. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br BDI = (1 + dis) x (1 + df ) x (1 + r ) x (1 + l) 1 - t - 1 X 100 dis – TAXA DE DESPESAS INDIRETAS DA SEDE E FILIAIS, EM NUMERAL df – TAXA DE DESPESAS FINANCEIRAS, EM NUMERAL r – TAXA DE RISCO DO EMPREENDIMENTO, EM NUMERAL l – TAXA DE LUCRO OPERACIONAL, EM NUMERAL t – TAXA CORRESPONDENTE A SOMA DOS TRIBUTOS, EM NUMERAL II. CÁLCULO DO BDI A PARTIR DE ÍNDICES PERCENTUAIS BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  68. 68. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br FAIXA REFERENCIAL DE VALORES PARA A COMPOSIÇÃO DO BDI COM BASE NO ACÓRDÃO Nº 325/07 DO TCU MÍNIMO MÉDIO MÁXIMO DESPESAS INDIRETAS DA SEDE 0,11 4,07 8,03 DESPESAS FINANCEIRAS 0,00 0,59 1,20 RISCOS E EVENTUAIS 0,00 0,97 2,05 LUCRO OPERACIONAL 3,83 6,90 9,96 COFINS 3,00 3,00 3,00 PIS 0,65 0,65 0,65 ISS (VARIA DE MUNICÍPIO PARA MUNICÍPIO) 3,00 3,00 3,00 INTERVALO DE ADMISSIBILIDADE - % ITEM COMPONENTE DO BDI BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  69. 69. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ 2.621.800,00 custo direto da obra - R$ 2.500.000,00 administração local (canteiro) - R$ 121.800,00 B) CÁLCULO DO BDI PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (VALORES EM %) 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - % 4,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - % 3,40 DIS2 - manutenção da sede rateado - % 0,60 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - % ------ 4º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - % ------ 5º - LUCRO OPERACIONA (L) - % 7,00 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS..... 3,00 '% PIS ............ 0,65 '% ISS ............ 3,00 '% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  70. 70. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br B) CÁLCULO DO BDI PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (VALORES EM %) BDI = (1 + 0,04) x (1 + 0 ) x (1 + 0 ) x (1 + 0,07) 1 – 0,0665 - 1 X 100 (1,04) x (1,07) 0,9335 BDI = - 1 X 100 BDI = 19,20 % BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  71. 71. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ 2.621.800,00 custo direto da obra - R$ 2.500.000,00 administração local (canteiro) - R$ 121.800,00 C) CÁLCULO DO BDI PELO PROPONENTE (VALORES EM REAIS) 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - R$ 104.872,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - R$ 89.172,00 DIS2 - manutenção da sede rateado - R$ 15.700,00 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - R$ 15.468,62 4º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - R$ 25.431,46 5º - LUCRO OPERACIONA (L) - R$ 193.730,04 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS..... 3,00 '% PIS ............ 0,65 '% ISS ............ 3,00 '% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  72. 72. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 7° - CÁLCULO DO VALOR GLOBAL (R$) – VG 8° - CÁLCULO DO BDI (%) – BDI 9° - APLICAR O BDI SOBRE CADA CUSTO DIRETO UNITÁRIO 2.621.800,00 + 104.872,00 + 15.468,62 + 25.431,46 + 193.730,04 1 - 6,65/100 VG = = R$ 3.172.257,22 3.172.257,22 2.621.800,00 BDI = - 1 = 21,00 %X 100 VG = VALOR GLOBAL BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  73. 73. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ 2.621.800,00 custo direto da obra - R$ 2.500.000,00 administração local (canteiro) - R$ 121.800,00 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - % 4,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - % 3,40 DIS2 - manutenção da sede rateado - % 0,60 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - % 0,59 4º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - % 0,97 5º - LUCRO OPERACIONA (L) - % 7,00 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS..... 3,00 '% PIS ............ 0,65 '% ISS ............ 3,00 '% D) CÁLCULO DO BDI PELO PROPONENTE (VALORES EM %) BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  74. 74. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br BDI = (1 + 0,04) x (1 + 0,0059 ) x (1 + 0,0097 ) x (1 + 0,07) 1 – 0,0665 - 1 X 100 (1,04) x (1,0059 x (1,0097) x (1,07) 0,9335 BDI = - 1 X 100 BDI = 21,00 % D) CÁLCULO DO BDI PELO PROPONENTE (VALORES EM %) BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  75. 75. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br . DESPESAS INDIRETAS DA SEDE TIPO TAXA(%) FÓRMULA dis df r BENEFÍCIOS TIPO TAXA (%) t a) COFINS ........... % b) PIS ........... % c) ISS ........... % l lucro outras PROFISSIONAL LEGALMENTE HABILITADO PROPONENTE .............................................. .............................................. tributos (a+b+c) ................................................ CÁLCULO DO BDI PLANILHA DE COMPOSIÇÃO DO BDI DESCRIÇÃO DADOS E CARACTERÍSTICAS BÁSICAS Licitação: Local: .............................................................. OBRA: ORÇAMENTO Nº CREA nº: data: despesas com a sede e rateio .............. despesas financeiras ............................. riscos ou eventuais................................. outras ..................................................... DESCRIÇÃO nome: assinatura: BDI = (1 + dis) x (1 + df ) x (1 + r ) x (1 + l) 1 - t - 1 x 100 BDI = _________ % ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  76. 76. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PREÇO É A PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA DETERMINADA PELO CONTRATADO, EXPRESSA EM MOEDA OU VALOR FIDUCIÁRIO, A SER PAGA PELO CONTRATANTE, COMPOSTO PELO CUSTO ACRESCIDO DOS TRIBUTOS E DE JUSTA MARGEM DE LUCRO. PREÇO(SERVIÇO) = CUSTO(SERVIÇO) + LUCRO + IMPOSTOS ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  77. 77. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br É A PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA DETERMINADA PELO CONTRATADO, EXPRESSA EM MOEDA OU VALOR FIDUCIÁRIO, A SER PAGA PELO CONTRATANTE, COMPOSTO PELOS CUSTOS E DESPESAS ACRESCIDO DOS TRIBUTOS E DE JUSTA MARGEM DE LUCRO. CUSTO DIRETO DA OBRA CUSTO INDIRETO DO CANTEIRO DESPESAS INDIRETA DO CANTEIRO DESPESAS INDIRETA DA SEDE LUCRO OPERACIONAL TRIBUTOS PREÇ PLANILHA PLANILHA PLANILHA BDI BDI BDI BDICUSTO PREÇO GLOBAL OU FINAL ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS
  78. 78. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br VI – ORÇAMENTO – GRAU DE DETALHAMENTO TEMA
  79. 79. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO - GRAU GRAU DE DETALHAMENTO DO ORÇAMENTO É O NÍVEL DE PRECISÃO QUE SE FAZ NECESSÁRIO EM FUNÇÃO DE SEU OBJETIVO. ANALÍTICO OU DETALHADO DETALHADO ALTA DETALHADA DOS SERVIÇOS POR PARÂMETROS: KM, M²,..., CUB, ETC... ESTIMATIMADA DOS SERVIÇOS ESTIMATIVO OU NOÇÃO DE CUSTO EXPEDITO BAIXA SINTÉTICO OU PRELIMINAR RESUMIDO INTERMEDIÁRIA GRAU DE DETALHE ORÇAMENTO PRECISÃO AVALIAÇÃO
  80. 80. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO ESTIMATIVO É O LEVANTAMENTO DE CUSTO, CONFORME O CASO, SEM GRANDE PRECISÃO VISANDO UMA IDÉIA APROXIMADA DA ORDEM DE GRANDEZA DO CUSTO DA OBRA OU SERVIÇO DE ENGENHARIA. INDICADORES POR METRO DE REDE DE ÁGUA OU DE ESGOTO POR HECTARE DE PLANTIO DE GRAMA POR MEGAWATT DE ENERGIA INSTALADA POR QUILÔMETRO DE ESTRADA POR METRO QUADRADO DE CALÇADA POR METRO QUADRADO DE CONSTRUÇÃO 1.- ORÇAMENTO ESTIMATIVO POR INDICADORES ORÇAMENTO - GRAU
  81. 81. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 2.- ORÇAMENTO ESTIMATIVO PELO "CUB" CUB – CUSTO UNITÁRIO BÁSICO, É AMPLAMENTE UTILIZADO PARA SE OBTER UMA "NOÇÃO DE CUSTO" DA OBRA DE ENGENHARIA, EM FASE DE ANTEPROJETO OU NÃO, QUE SE PRETENDE EXECUTAR. O CUB REPRESENTA O CUSTO DO METRO QUADRADO CONSTRUÍDO, DE CADA PROJETO- PADRÃO, CALCULADO EM CONFORMIDADE COM OS COEFICIENTES FIXADOS PELA NBR 12.721/2006. ORÇAMENTO ESTIMATIVO ORÇAMENTO - GRAU
  82. 82. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO ESTIMATIVO NÃO ESTÃO INCLUÍDOS NO CUB: - PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS: ARQUITETÔNICO, ESTRUTURAL, DE INSTALAÇÕES, ESPECIAIS, FUNDAÇÕES, OUTROS; - SUBMURAMENTOS, PAREDES-DIAFRAGMA, TIRANTES, REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO; - ELEVADORES; - EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: FOGÕES, AQUECEDORES, BOMBAS DE RECALQUE, INCINERAÇÃO, AR-CONDICIONADO, CALEFAÇÃO, VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO, OUTROS; - PLAYGROUND (QUANDO NÃO CLASSIFICADO COMO ÁREA CONSTRUÍDA); - OBRAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES; - URBANIZAÇÃO, RECREAÇÃO (PISCINAS, CAMPOS DE ESPORTE), AJARDINAMENTO. ORÇAMENTO - GRAU
  83. 83. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO SINTÉTICO OU PRELIMINAR É ELABORADO A PARTIR DE LEVANTAMENTOS E ESTIMATIVAS DE QUANTIDADES DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, SERVIÇOS E DE CUSTOS MÉDIOS.  QUANTIDADES: LEVANTAMENTOS APROXIMADOS, EXPEDITOS E PARÂMETROS COMPARATIVOS EX.: TAXA DE FÔRMA ENTRE 12 E 14 M² POR M³ DE CONCRETO  CUSTOS UNITÁRIO: PREÇOS PRÁTICADOS: AQUELES DISPONÍVEIS POR CONSULTA: REVISTAS, ETC. UNITÁRIO PARCIAL SUBTOTAL (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) 401.03 3.498,09 401.03.000 401.03.004 Escavação mecânica de valas até 4,00m profund. m 3 142,80 7,62 1.088,14 401.03.005 Reaterro de valas até 4,00m profund. m 3 142,80 9,16 1.308,05 401.03.100 401.03.002 Assentamento tubo conc. Furado p/dreno Ø 0,20m m 30,00 36,73 1.101,90 (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) MOVIMENTO DE TERRA DRENAGEM DO TERRENO CUSTOS (R$) MOVIMENTO DE TERRA E DRENAGEM TERRENO CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UD QUANT ORÇAMENTO - GRAU
  84. 84. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO ANALÍTICO OU DETALHADO É ELABORADO A PARTIR DE LEVANTAMENTOS, CONSIDERANDO-SE TODOS OS DOCUMENTOS TÉCNICOS: PROJETOS, MEMORIAIS, ESPECIFICAÇÕES, CUSTOS DIRETOS E INDIRETOS, O LOCAL, A MINUTA DE CONTRATO E TODOS OS FATORES QUE POSSAM INTERFERIR NO CUSTO TOTAL. UNITÁRIO PARCIAL SUBTOTAL (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) 401.03 3.498,09 401.03.000 401.03.004 Escavação mecânica de valas até 4,00m profund. m 3 142,80 7,62 1.088,14 401.03.005 Reaterro de valas até 4,00m profund. m 3 142,80 9,16 1.308,05 401.03.100 401.03.002 Assentamento tubo conc. Furado p/dreno Ø 0,20m m 30,00 36,73 1.101,90 (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) MOVIMENTO DE TERRA DRENAGEM DO TERRENO PREÇOS (R$) MOVIMENTO DE TERRA E DRENAGEM TERRENO CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UD QUANT  QUANTIDADES: DETERMINADAS A PARTIR DA MAIS ELEVADA MARGEM DE ACERTO POSSÍVEL.  PREÇO UNITÁRIO: COMPOSIÇÃO DOS PREÇOS DE CADA SERVIÇO A PARTIR DOS CUSTOS DOS INSUMOS PESQUISADOS ACRESCIDOS DAS LS E DO BDI VIGENTE NO LOCAL. ORÇAMENTO - GRAU
  85. 85. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br VII – LEVANTAMENTO DAS QUANTIDADES E CUSTOS TEMA
  86. 86. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 1. IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS VII. LEVANTAMENTO - QUANTIDADES E CUSTOS É O RECONHECIMENTO DOS SERVIÇOS A SEREM REALIZADOS QUE COMPORÃO A PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, OBTIDOS A PARTIR DOS PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS, ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, MEMORIAIS DESCRITIVOS, ETC. - É INDISPENSÁVEL PARA QUE SE TENHA UM BOM PLANEJAMENTO E CONTROLE DA OBRA
  87. 87. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO - UMA OBRA É UM COMPLEXO QUE DEVE SER BEM CARACTERIZADO QUANTO AOS SEUS INSUMOS E SEUS SERVIÇOS - A ORGANIZAÇÃO GERALMENTE É ESTRUTU- RADA COMO UM PLANO DE CONTAS QUE NO CASO CHAMAREMOS DE "PLANO DE CONTAS DE SERVIÇOS" 1. IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  88. 88. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO OBRA - : 401 - HOSPITAL NONONONO LOCAL - : RUA SÃO CARMO 201 EMPRESA - : NONONONO 401.17 PAREDES E ELEMENTOS DIVISÓRIOS 401.17.01 PAREDES 401.17.01.01 alvenaria de tijolos 10 x 20 x 20 CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UD QUANT PREÇO UNITÁRIO MATER. M. OBRA ETAPA ATIVIDADE SERVIÇO PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  89. 89. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO NO CASO DE OBRAS O PLANO DE CONTAS SE DIVIDE EM TRÊS GRANDES GRUPOS: SUBDIVISÃO ATIVIDADES ETAPAS SERVIÇOS A OBRA401 401.01 401.01.000 401.01.001 1. IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  90. 90. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO - SISTEMATIZAÇÃO DO ORÇAMENTO (ETAPAS E ATIVIDADES); - CLASSIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (RELACIO- NAR OS SERVIÇOS POR ATIVIDADE); - ORDEM DE LEITURA DAS PLANTAS (PADRONIZAR A FORMA DE LEITURA FACILITANDO A REVISÃO DE CIMA PARA BAIXO, DA ESQUERDA PARA A DIREITA, ETC.) CAUTELAS A SEREM CONSIDERADAS: 1. IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  91. 91. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS É O LEVAN- TAMENTO DAS QUANTIDADES DOS SERVIÇOS A SEREM REALIZADOS QUE INTEGRARÃO O ORÇAMENTO, FUNDAMENTADA A PARTIR: • DO MÉTODO CONSTRUTIVO; • DOS PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS; • DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS; • DOS MEMORIAIS DESCRITIVOS; • DO CADERNO DE ENCARGOS, ETC. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS VII. LEVANTAMENTO - QUANTIDADES E CUSTOS
  92. 92. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO Art. 3º, f, Res. 361 – CONFEA AS QUANTIDADES DOS SERVIÇOS E FORNE- CIMENTOS DEVERÃO SER DETERMINADOS COM PRECISÃO COMPATÍVEL COM O TIPO E PORTE DA OBRA, DE TAL FORMA A ENSEJAR A DETERMINAÇÃO DO CUSTO GLOBAL DA OBRA COM PRECISÃO DE MAIS OU MENOS 15% (QUINZE POR CENTO); 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  93. 93. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO - ELABORAR UMA MEMÓRIA DE CÁLCULO (CRITÉRIOS DE QUANTIFICAÇÃO E A ORIGEM DE TODOS OS NÚMEROS) - EFETUAR UMA REVISÃO PARAMÉTRICA (EVITAR ERROS GROSSEIROS DE QUANTI- FICAÇÃO) MEDIANTE O USO DE PARÂMETROS LÓGICOS: • QUANTIDADE DE AÇO POR M3 DE CONCRETO • M2 DE FORMA POR M3 DE CONCRETO CAUTELAS A SEREM CONSIDERADAS 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  94. 94. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO PARA MINIMIZAR OS ERROS NO LEVAN- TAMENTO DAS QUANTIDADES DEVEM SER CONSIDERADOS TRÊS ITENS DE DESTAQUE NESTA FASE : 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  95. 95. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 1º - QUE TODOS OS COMPARTIMENTOS DO PROJETO TENHAM SUAS ESPECIFICAÇÕES DE ACABAMENTO TOTALMENTE DEFINI- DOS, A FIM DE QUE NÃO SE POSSA TER DÚVIDAS QUANTO AOS ACABAMENTOS A SEREM EMPREGADOS OU POSSIBILITAR ESQUECIMENTO NOS LEVANTAMENTOS DAS QUANTIDADES. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  96. 96. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 2º - PARA CADA SERVIÇO A SER EXECUTADO, ESTAREM PLENAMENTE DEFINIDOS OS MÉTODOS OU CRITÉRIOS ADOTADOS PARA O LEVANTAMENTO DAS QUANTIDADES. NÃO SE DEVE ESQUECER DE QUE OS QUANTITATIVOS QUE CONSTARÃO DO ORÇAMENTO DEVERÃO CORRESPONDER À REALIDADE CONSTRUTIVA E QUE ESTES DEVERÃO SER COMPARADOS AOS QUANTITATIVOS EXECUTADOS. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  97. 97. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 3º - QUE OS CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO SEJAM EQUIVALENTES AOS CRITÉRIOS DE QUANTIFICAÇÃO. DEVEM ESTAR ESPECI- FICADOS NO CADERNO DE ENCARGOS OU OUTRO DOCUMENTO PERTINENTE. O ORÇAMENTISTA DO CONTRATANTE, DO CONTRATADO E O FISCAL SEMPRE DEVEM ADOTAR OS MESMOS CRITÉRIOS, QUER SEJA PARA A ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO QUER PARA A MEDIÇÃO. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  98. 98. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO EXEMPLO DE CRITÉRIOS DIFERENTES DE QUANTIFICAÇÃO 15,00m 20,00m 10,00m 1. CÁLCULO DA ÁREA REAL (2 x 15,00) x 10,00 = 300,00 M² PREÇO UNITÁRIO: R$ 100,00/M² PREÇO: 300,00 x R$ 100,00 PREÇO: R$ 30.000,00 2. CÁLCULO DA ÁREA PROJETADA 20,00 x 10,00 = 200,00 M² PREÇO UNITÁRIO: R$ 150,00/M² PREÇO: 200,00 x R$ 150,00 PREÇO: R$ 30.000,00
  99. 99. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO EXEMPLO DE CRITÉRIOS DIFERENTES DE QUANTIFICAÇÃO HIPÓTESE: REGIME POR PREÇO UNITÁRIO a) ORÇAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO ÁREA : 1,68 x 2,5 = 4,20 M² PREÇO : 4,20 M² x R$ 4,40/M² = R$ 18,48 b) PROPOSTA DO PROPONENTE ÁREA : 1,68 x 2,5 = 4,20M² PREÇO : 4,20M² x R$ 4,00/M² = R$ 16,80 c) MEDIÇÃO DO FISCAL ÁREA : 4,38 M² (2x1,68+3,00x0,34) PREÇO : 4,38 M² x 4,00 = R$ 17,52 DIFERENÇA PAGA A MAIS : R$ 0,72 ~. 0,80x2,10=1,68 M²
  100. 100. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO TIPOS DE INSUMOS QUE INCORPORAM OS SERVIÇOS: PERMANENTES PROVISÓRIOS - PERMANENTES OS QUE INCORPORAM OS DIVERSOS SERVIÇOS, COMO: TIJOLO, AREIA, CIMENTO, TORNEIRAS, CERÂMICA, ETC. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  101. 101. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO - PROVISÓRIOS AQUELES QUE SÃO UTILIZADOS DURANTE A EXECUÇÃO DA OBRA E REMOVIDOS POSTERIORMENTE, COMO: ESCORAMENTO, MADEIRA PARA ANDAIMES E FORMAS, TUBULAÇÕES PROVISÓRIAS, ENTRADAS PROVISÓRIAS DE LUZ E DE ÁGUA ETC. ESTÃO SUJEITOS A REAPROVEITAMENTO 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  102. 102. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO PRECISÃO DA QUANTIFICAÇÃO: GRANDEZAS EXATAS GRANDEZAS PARAMÉTRICAS - GRANDEZAS EXATAS LEVANTAMENTO QUANTITATIVO MEDIANTE UMA ANÁLISE PRECISA DE TODOS OS DOCUMENTOS LICITATÓRIOS E DA DISPONIBILIZAÇÃO DE UM ORÇAMENTISTA COM BOM CONHECIMENTO E BOA EXPERIÊNCIA 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  103. 103. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO - GRANDEZAS PARAMÉTRICAS E/OU ESTIMATIVAS QUANTIFICAÇÃO MEDIANTE ESTIMATIVAS OU PARÂMETROS OBSERVADOS EM ORÇAMENTOS JÁ REALIZADOS, CUJOS OBJETOS SEJAM BASTANTE SIMILARES CONSTRUTIVAMENTE. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  104. 104. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO INSERÇÃO DE VÁRIOS SERVIÇOS EM UM ÚNICO. HAVERÁ ERRO GRAVE NA CONSISTÊNCIA DO ORÇAMENTO, SE O ORÇAMENTISTA CONSIDERAR UM CONJUNTO DE SERVIÇOS COMO UM SERVIÇO ÚNICO, E NÃO OS CONSIDERAR NA REFERIDA COMPOSIÇÃO. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)
  105. 105. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO UNI 401.01 401.01.001 Despesas legais (taxas, emolumentos, cópias, ART, etc.). vb 1,00 401.01.002 Salários, diárias e bonificações da equipe técnica mês 5,00 401.01.010 Despesas com veículos e equipamentos (caminhão, etc.) mês 5,00 401.01.015 Despesas correntes (material de escritório/limpeza,água,etc) mês 5,00 401.01.027 Serviços de consultoria (controle tecnológico, laudos, etc.) vb 1,00 401.01.029 Despesas com pessoal (alugueis, alimentação, etc.). mês 5,00 401.01.033 Outras despesas (seguros de incêndio, de vida, etc.) vb 1,00 401.02 401.02.000 401.02.001 Limpeza do terreno c/capina e remoção m3 678,00 401.02.007 Instalação provisória de água vb 1,00 401.02.012 Restaurante no canteiro m2 120,00 401.02.015 Depósito de materiais escritório e abrigo m2 10,00 401.02.027 Locação da obra m2 339,00 401.03 401.03.000 401.03.004 Escavação mecânica de valas até 4,00m profund. m3 142,80 401.03.005 Reaterro de valas até 4,00m profund. m3 142,80 401.03.100 401.03.102 Assentamento tubo conc. Furado p/dreno Ø 0,20m m 30,00 401.04 401.04.000 401.04.003 Concreto 15 Mpa m3 16,00 VIGAS E PILARES MOVIMENTO DE TERRA E DRENAGEM TERRENO MOVIMENTO DE TERRA DRENAGEM DO TERRENO SUPERESTRUTURA P DESPESAS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO DO LOCAL (despesas indiretas) SERVIÇOS PRELIMINARES (custos indiretos) INSTALAÇÕES PRELIMINARES E LIMPEZA CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UD QUANT
  106. 106. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 3. COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS A "COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS" É UMA ATIVIDADE DO ORÇAMENTISTA VISANDO A QUANTIFICAÇÃO DO CONSUMO DOS INSUMOS QUE COMPÕE UM SERVIÇO. VII. LEVANTAMENTO - QUANTIDADES E CUSTOS
  107. 107. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 3. COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS (continuação) • MATERIAIS, • MÃO-DE-OBRA, • EQUIPAMENTOS, • SUBEMPREITEIROS, E OUTROS. A COMPOSIÇÃO DE UM SERVIÇO, ABARCA: NA COMPOSIÇÃO DE UM SERVIÇO DEVERÁ SER CONSIDERADO TAMBÉM, QUANDO FOR O CASO: • PERDAS OU DESPERDÍCIOS, E • REAPROVEITAMENTOS.
  108. 108. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO A QUANTIDADE DE CADA TIPO DE INSUMO QUE COMPÕE UMA UNIDADE DE SERVIÇO É NORMALMENTE DENOMINADA DE: I. COEFICIENTE DE CONSUMO (MATERIAIS) II. COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE (MÃO-DE- OBRA) III. PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (EQUIPAMENTOS E VEÍCULOS) 3. COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS (continuação)
  109. 109. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO VIII - DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS
  110. 110. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS) MATERIAL OU INSUMO É TODA SUBSTÂNCIA FÍSICA EXTRAÍDA E/OU INDUSTRIALIZADA QUE ISOLADAMENTE OU AGREGADA É UTILIZADA NA EXECUÇÃO DE UM SERVIÇO. COEFICIENTE DE CONSUMO É O ÍNDICE, OBTIDO DE ACORDO COM O CONSUMO DOS INSUMOS, QUE COMPÕE, POR UNIDADE DE MEDIDA, UM DETERMINADO SERVIÇO. EXEMPLO: Nº DE TIJOLOS/m², Nº DE TELHAS/m²... CONCEITOS BÁSICOS
  111. 111. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO PERDAS OU DESPERDÍCIOS SÃO AS PERDAS DE INSUMOS, PRINCIPALMENTE DE MATERIAL, QUE OCORREM NA EXECUÇÃO DE UMA OBRA ACARRETANDO COMO CONSEQÜÊNCIA PREJUÍZOS AO EXECUTOR. CAUSAS DESPERDÍCIO DE MATERIAL MÃO-DE-OBRA DESQUALIFICADA CARGA E DESCARGA INCORRETA ARMAZENAMENTO IMPRÓPRIO MANUSEIO E TRANSPORTE INCORRETO UTILIZAÇÃO INADEQUADA E ROUBO FALHAS DIMENSIONAIS
  112. 112. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 1) PUBLICADOS EM LIVROS E/OU REVISTAS TÉCNICAS EXEMPLO - A: ALVENARIA EM TIJOLOS DE BARRO COM 6 FUROS E 14 CM DE ESPESSURA, ASSENTADOS COM ARGAMASSA MISTA DE CIMENTO, CAL E AREIA TRAÇO 1:2:9, COM JUNTAS HORIZONTAIS E VERTICAIS DE 15 MM ALVENARIA DE TIJOLOS - (M2 ) UNIDADE COEFICIENTE TIJOLOS DE 6 FUROS UD 50,6210 CIMENTO KG 3,4234 CAL KG 6,2235 AREIA M3 0,0435 VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS)
  113. 113. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 2) OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS. EXEMPLO: ALVENARIA EM TIJOLOS DE BARRO COM 6 FUROS E 14 CM DE ESPESSURA, ASSENTADOS COM ARGAMASSA MISTA DE CIMENTO, CAL E AREIA TRAÇO 1:2:9, COM JUNTAS HORIZONTAIS E VERTICAIS DE 15 MM (FICTO) VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS)
  114. 114. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO MONTAGEM DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇO 1. MATERIAIS EMPREGADOS TIJOLOS COM DIMENSÕES MÉDIAS REAIS DE 9x14x19 CM COM 3MM TOLERÂNCIA CIMENTO, CAL E AREIA DISPONÍVEIS NA REGIÃO E TRAÇO 1:2:9 EM VOLUME, COM CONSUMO DE 100 KG DE CIMENTO, 200 KG DE CAL E 0,95 M3 DE AREIA
  115. 115. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 2. PERDAS NO PROCESSO CONSTRUTIVO POR MEDIÇÃO SEGUNDO DADOS INTERNOS DA CONSTRUTORA FORAM CONTABILIZADAS AS SEGUINTES PERDAS: TIJOLO ............... 8,83 % CIMENTO............. 11,69 % CAL...................... 11,99 % AREIA.................. 18,03 %
  116. 116. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - CÁLCULO DO CONSUMO DE TIJOLOS (19 x 14 x 9 cm e juntas de 1,5 cm) N = 1 (a + eV) x (c + eH) N = 1 (0,19 + 0,015) x (0,09 + 0,015) N = 46,46 pçs. a bceH eV
  117. 117. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO V = [ 1 – N x (a x c)] x b V = [ 1 – 46,46 x (0,19 x 0,09)] x 0,14 V = 0,02878 M³ 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - CÁLCULO DO VOLUME DE MASSA a bceH eV
  118. 118. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO TIJOLOS : = 46,46 pçs CIMENTO : 0,02878 m³ x 100 kg/m³ = 2,8782 kg CAL : 0,02878 m³ x 200 kg/m³ = 5,7564 kg AREIA : 0,02878 m³ x 0,95 m³/m³ = 0,0273 m³ 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - DETERMINAÇÃO DO CONSUMO TEÓRICO VOLUME DE MASSA TRAÇO 1:2:9 EM VOLUME
  119. 119. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - DETERMINAÇÃO DO CONSUMO REAL DE MATERIAL TIJOLOS : 46,4600 pçs x 1,0883 = 50, 5624 pçs CIMENTO : 2,8782 kg x 1,1169 = 3, 2147 kg CAL : 5,7564 kg x 1,1199 = 6,4466 kg AREIA : 0,0273 m³ x 1,1803 = 0,0322 m3 CONSUMO TEÓRICO PERDAS EM DECIMAL (1,0883 = 1 + 8,83/100)
  120. 120. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO • DA QUALIDADE DOS INSUMOS; • DA QUALIDADE DA MÃO-DE-OBRA; • DO CUIDADO NO MANUSEIO COM OS INSUMOS A SEREM REAPROVEITADOS; • UM BOM PLANEJAMENTO DE REAPROVEITAMENTO; • OUTROS. DEPENDE DE DIVERSOS FATORES: REAPROVEITAMENTO É A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS NÃO PERMANENTES QUE PODEM E DEVEM SER EMPREGADOS TANTAS QUANTAS VEZES O MATERIAL PERMITIR, ECONOMIZANDO INSUMOS E DIMINUINDO O CUSTO DA OBRA.
  121. 121. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO O COEFICIENTE DE CONSUMO DO MATERIAL QUE APRESENTA CONDIÇÕES DE REAPROVEITAMENTO DEVE SER DIVIDIDO POR “N”, ONDE “N” REPRESENTA O NÚMERO DE VEZES QUE O MESMO PODERÁ SER REUTILIZADO. N CCT CCR = CCT COEFICIENTE DE CONSUMO TEÓRICO AO QUAL PODE SER APLICADO O REAPROVEITAMENTO = CCR COEFICIENTE DE CONSUMO REAL AO QUAL JÁ FOI APLICADO O REAPROVEITAMENTO = N = NÚMERO DE VEZES QUE O INSUMO PODE SER REAPROVEITADO
  122. 122. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO EXEMPLO - B: EM UMA OBRA SÃO NECESSÁRIOS A EXECUÇÃO DE 800 M² DE FORMA PARA BLOCOS, CINTAS E SAPATAS. DETEMINAR OS ÍNDICES DE CONSUMO E A QUANTIDADE DE MATERIAIS NECESSÁRIOS. 2) OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS. (FICTO) VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS)
  123. 123. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO SABE-SE QUE: • A UNIDADE É O METRO QUADRADO, • CONSIDERAR O REAPROVEITAMENTO DAS TÁBUAS, E SARRAFOS EM TRÊS VEZES, • AS PERDAS PREVISTAS SÃO: 5% PARA OS PREGOS, 15% PARA AS TÁBUAS, E 25% PARA OS SARRAFOS, PARA CADA METRO QUADRADO DE FÔRMA SÃO CONSUMIDOS: • PREGOS MISTOS.............................................. 0,24 KG • TÁBUA DE PINHO DE 3ª, 1 x 12"...................... 2,50 M • SARRAFO DE PINHO DE 2ª, 1 x 4" ................... 3,00 M
  124. 124. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO MONTAGEM DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇO 1. COEFICIENTES DE CONSUMO COM PERDA E REAPRO- VEITAMENTO CCT + REAPRO- PERDAS VEITAM. % CCR N KG 5,00 0,2520 TÁBUA DE PINHO DE 3ª, 1x12" M 15,00 2,8750 3,00 SARRAFO DE PINHO DE 2ª, 1x4" M 25,00 3,7500 3,00 2,50 3,00 0,25 0,96 1,25 DESCRIÇÃO 0,24PREGOS MISTOS TEÓR.-CCT FINAL-CC PERDAS UND. CONSUMO COEF. DE COEF. DE CONSUMO 2. QUANTIDADE DE MATERIAIS PREGOS MISTOS TÁBUA DE PINHO DE 3ª, 1x12" SARRAFO DE PINHO DE 2ª,1x4" DESCRIÇÃO COEF.FINAL 0,25 KG/M² 0,96 M/M² 1,25 M/M² FORMA 800,00 M² 800,00 M² 800,00 M² QUANTIDADE 200,00 KG 768,00 M 1.000,00 M
  125. 125. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO IX - DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE DA MÃO-DE-OBRA
  126. 126. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO) MÃO-DE-OBRA É O TRABALHO EMPREGADO, POR UMA PESSOA OU UMA EQUIPE, NA PRODUÇÃO DE UM DETERMINADO SERVIÇO OU ATIVIDADE, DESCONSIDERANDO O MATERIAL QUE NELE SE UTILIZE.
  127. 127. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE É UM ÍNDICE E É ACEITO COMO O INVERSO DA PRODUTIVIDADE, OU SEJA, QUAL O TEMPO NECESSÁRIO PARA QUE UMA PESSOA OU EQUIPE REALIZE UMA DETERMINADA UNIDADE DE TRABALHO. EXEMPLO: QUANTAS HORAS UM PINTOR LEVA PARA PINTAR UM METRO QUADRADO – h/m². PRODUTIVIDADE É A QUANTIDADE DE UNIDADES DE TRABALHO PRODUZIDA, POR UMA PESSOA OU EQUIPE, EM UM DETERMINADO INTERVALO DE TEMPO, GERALMENTE A HORA. EXEMPLO: QUANTOS m² UM PINTOR PINTA EM UMA HORA – m²/h.  CONCEITOS BÁSICOS
  128. 128. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO PRODUÇÃO REPRESENTA QUANTAS UNIDADES FORAM PRODUZIDAS NUM DETERMINADO INTERVALO DE TEMPO. PRODUTIVIDADE É A RAPIDEZ COM QUE ESSA PRODUÇÃO FOI ALCANÇADA. EXEMPLO: ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS: SE O COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE É 0,7220 h/m² A PRODUTIVIDADE É IGUAL A 1,385 m²/h PROD. = 1 COEF. PROD. PROD. = 1 0,7220 h/h² = 1,385 m²/h  CONCEITOS BÁSICOS
  129. 129. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO O COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE É UM ÍNDICE, TAMBÉM, DENOMINADO DE: "RAZÃO UNITÁRIA DE PRODUÇÃO – RUP". QUANTO MENOR FOR A RUP, MAIOR É A PRODUTIVIDADE MAIOR FOR A RUP, MENOR É A PRODUTIVIDADE  CONCEITOS BÁSICOS
  130. 130. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 1) PUBLICADOS EM LIVROS E/OU REVISTAS TÉCNICAS ALVENARIA DE TIJOLO - 6 FUROS COM e = 14 CM - PRODUÇÃO - M2 H UNIDADE COEFICIENTE 0,7220 0,9965H PEDREIRO SERVENTE IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO)
  131. 131. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO IMPORTÂNCIA DO COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE R$/h 3,50 R$ 2,53 2,90 2,89 R$ (7 m²) 17,71 20,24 R$ (8 M²) 20,24 23,12 PEDREIRO A PEDREIRO B h H UD COEFICIENTEDESCRIÇÃO 0,7220 0,9965 (FICTO) IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO)
  132. 132. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO 2) OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS. OS COEFICIENTES SÃO OBTIDOS ATRAVÉS DE MEDIÇÕES EFETUADAS NO CANTEIRO DE OBRAS E DEVIDAMENTE CADASTRADOS IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO)
  133. 133. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CPRODUTIVIDADE – COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE QOPERÁRIOS – QUANTIDADE DE OPERÁRIOS, POR QUALIFICAÇÃO TEXECUÇÃO – TEMPO DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO, EM HORAS QSERVIÇO – QUANTIDADE DE SERVIÇO EXECUTADO CPRODUTIVIDADE = QOPERÁRIOS X TEXECUÇÃO QSERVIÇO 2) OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS.
  134. 134. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO VARIANTES DA EQUAÇÃO MATEMÁTICA QOPERÁRIOS X TEXECUÇÃO QSERVIÇO = CPRODUTIVIDADE QSERVIÇO X QOPERÁRIOS TEXECUÇÃO = CPRODUTIVIDADE TEXECUÇÃO QOPERÁRIOS = QSERVIÇO X CPRODUTIVIDADE QOPERÁRIOS X TEXECUÇÃO QSERVIÇO CPRODUTIVIDADE =
  135. 135. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO EXEMPLO: DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE MÉDIO DE PRODUTIVIDADE DE PROFISSI- ONAIS (PEDREIROS E SERVENTES) RESPONSÁVEIS PELA EXECUÇÃO DE PAREDES EM ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E ESPESSURA IGUAL A 14 CM. (FICTO) 2) OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS.
  136. 136. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO SERVIÇO: EXECUÇÃO ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E = 14 CM. UNIDADE : M² SETOR – 1  2 PEDREIROS E 3 SERVENTES EXECUTAM 22 M2 EM 8 HORAS SETOR – 2  2 PEDREIROS E 3 SERVENTES EXECUTAM 22 M2 EM 7 HORAS SETOR – 3  3 PEDREIROS E 5 SERVENTES EXECUTAM 35 M2 EM 8 HORAS (FICTO) EXEMPLO
  137. 137. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO SERVIÇO: EXECUÇÃO ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E = 14 CM. UNIDADE : M² SETOR QUALIFICAÇÃO PEDREIRO SERVENTE 01 COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE (2x 8)/22 = 0,7273 h/m2 (3x 8)/22 = 1,0909 h/m2 PEDREIRO SERVENTE (3x 7)/22 = 0,9545 h/m2 02 (2x 7)/22 = 0,6364 h/m2 PEDREIRO SERVENTE (5x 8)/35 = 1,1429 h/m2 03 (3x 8)/35 = 0,6857 h/m2 EXEMPLO
  138. 138. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO SERVIÇO: EXECUÇÃO ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E = 14 CM. UNIDADE : M² QUALIFICAÇÃO COEFICIENTES MÉDIO PEDREIRO SERVENTE COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE 0,6831 H/M2 1,0628 H/M2 (0,7273 + 0,6364 + 0,6857)/3 (1,0909 + 0,9545 + 1,1429)/3 (FICTO) EXEMPLO
  139. 139. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO X - PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS)
  140. 140. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO EQUIPE MECÂNICA É O GRUPO DE EQUIPAMENTOS E/OU VEÍCULOS REUNIDOS PARA A EXECUÇÃO DE UM DETERMINADO SERVIÇO X - PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA PRODUÇÃO É A QUANTIDADE MÉDIA DE MATERIAL MOVIDA NA UNIDADE DE TEMPO, COMUMENTE UMA HORA  CONCEITOS BÁSICOS
  141. 141. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO X - PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (continuação)  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM VOLUME DE CORTE É O VOLUME DO MATERIAL NO ESTADO NORMAL, NA NATUREZA VOLUME SOLTO É O VOLUME DO MATERIAL ESCAVADO E QUE SOFREU EMPOLAMENTO DEVIDO AO PROCESSO DE REMOÇÃO DA SUA POSIÇÃO ORIGINAL, OU SEJA, SOFREU UMA EXPANSÃO VOLUMÉTRICA VOLUME COMPACTADO É O VOLUME NO ATERRO E CONSEQÜENTEMENTE CONTRAÍDO
  142. 142. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO Vc Va Vs Vs - VOLUME SOLTO Va - VOLUME COMPACTADO (ATERRO) Vc - VOLUME MÉDIO DE CORTE E - EMPOLAMENTO (%) φ - FATOR DE CONVERSÃO C - CONTRAÇÃO (%) E = (Vs / Vc) -1 φ = 1 / (1 + E) C = Va / Vc γc - MASSA ESPECÍFICA NO CORTE (IN SITU) γs - MASSA ESPECÍFICA MATERIAL SOLTO γa - MASSA ESPECÍFICA DO MATERIAL COMPACTADO Va = Vc x C Vs = Vc (1 + E) Vc = Va / C φ = Vc / Vs ou C = γc / γa ou E = (γc/γs) -1 ou  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM
  143. 143. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO Vc Va Vs Va = Vc x C Vs = Vc (1 + E) Va = (Vs x C) / (1 + E) Vc = Va / C Vc = Vs / (1 + E) Vs = Va x (1 + E) / C CÁLCULO DE VOLUMES  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM
  144. 144. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM DISPONIBILIDADE MECÂNICA – DM É UM ÍNDICE QUE TRADUZ A QUANTIDADE DE HORAS EM QUE O EQUIPAMENTO ESTÁ EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE USO, EM RELAÇÃO AO TEMPO TOTAL UTILIZÁVEL. DM = HORAS MECANICAMENTE DISPONÍVEIS HORAS POTENCIALMENTE UTILIZÁVEIS H x D - P H x D = H = HORAS DE TRABALHO PLANEJADAS D = DIAS DE TRABALHO PLANEJADOS P = HORAS PARADAS
  145. 145. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM EFICIÊNCIA OPERACIONAL - EO É UM ÍNDICE QUE TRADUZ O RENDIMENTO EFETIVO DO EQUIPAMENTO. QUANTO MAIOR A "EO" MAIOR É A PRODUTIVIDADE DO EQUIPAMENTO. H = HORAS DE TRABALHO PLANEJADAS D = DIAS DE TRABALHO PLANEJADOS P = HORAS PARADAS E = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS EO = HORAS MECANICAMENTE DISPONÍVEIS E H x D - P = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS
  146. 146. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM FATOR DE EFICIÊNCIA - FE É UM ÍNDICE QUE TRADUZ QUAL O PERCENTUAL DAS HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS, EM RELAÇÃO AO TOTAL DE HORAS POTENCIALMENTE TRABALHÁVEIS. FE = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS HORAS POTENCIALMENTE UTILIZÁVEIS E H x D = H = HORAS DE TRABALHO PLANEJADAS D = DIAS DE TRABALHO PLANEJADOS E = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS FE = DM x EOOU
  147. 147. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM FATOR DE CARGA -FC É UM ÍNDICE QUE TRADUZ A RELAÇÃO ENTRE O VOLUME REAL E O VOLUME DA CONCHA OU CAÇAMBA. FC = FATOR DE CARGA Vco = CAPACIDADE NOMINAL OU VOLUME DA CONCHA / CAÇAMBA Vr = CAPACIDADE EFETIVA OU VOLUME REAL ESCAVADO Vr = FC x Vco FATOR DE CARGA – Normalmente Utilizado • MATERIAL DE 1ª CATEGORIA – 0,95; • MATERIAL DE 2ª CATEGORIA – 0,85; • MATERIAL DE 3ª CATEGORIA – 0,75;
  148. 148. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM MOMENTO DE TRANSPORTE É O PRODUTO DO PESO OU DO VOLUME PELA DISTÂNCIA DE TRANSPORTE (m³ x km , t x km). DMT CG CG DMT DISTANCIA MÉDIA DE TRANSPORTE
  149. 149. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM MOMENTO DE TRANSPORTE É O PRODUTO DO PESO OU DO VOLUME PELA DISTÂNCIA DE TRANSPORTE (m³ x km , t x km). MT = V x DMT MT = MOMENTO DE TRANSPORTE (m³ x km) ou ( t x km ) V = VOLUME OU PESO TRANSPORTADO ( m³ ou t ) DMT = DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE ( km )
  150. 150. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA COMO PROCEDER: • UTILIZAÇÃO DE PLANILHA DE CÁLCULO; • CONSIDERAR AS ESPECIFICAÇÕES; • CONSIDERAR OS MANUAIS DOS FABRICANTES; • EXPERIÊNCIA DO PROFISSIONAL. X - PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (continuação)
  151. 151. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA VARIÁVEIS CUJOS VALORES DEVERÃO SER FORNECIDOS PARA CADA EQUIPAMENTO QUE COMPÕE A EQUIPE MECÂNICA. a. Afastamento – distância entre furos no sentido transversal à face da bancada (em desmonte de rocha); b. Capacidade – volume nominal da concha ou caçamba; c. Consumo – quantidade por unidade de serviço ( l/m³, m³/min, etc.); d. Distância – espaço médio percorrido pelo equipamento; e. Espaçamento – distância entre furos no sentido paralelo à face da bancada (em desmonte de rocha); f. Espessura – espessura da camada compactada; g. Fator de Carga – relação entre a capacidade efetiva (real) e a capacidade nominal da concha ou caçamba; h. Fator de Conversão – relação entre o volume do material no corte e o volume solto; i. Fator de Eficiência – relação entre a produção efetiva (real) e a produção nominal;
  152. 152. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA VARIÁVEIS CUJOS VALORES DEVERÃO SER FORNECIDOS PARA CADA EQUIPAMENTO QUE COMPÕE A EQUIPE MECÂNICA. j. Largura de Operação – largura da lâmina do equipamento; l. Largura de superposição – dimensão da superposição entre passadas adjacentes; m. Largura Útil – subtração das duas larguras acima; n. Número de Passadas – número de vezes que o equipamento passa no mesmo lugar (compactação, espalhamento, etc.); o. Profundidade – penetração atingida por equipamento de perfuração; p. Tempo Fixo (carga, descarga e manobra) – intervalo de tempo de carga, descarga e manobra); q. Tempo de Percurso (ida) – intervalo de tempo que o equipamento carregado leva do local de carga até o local de descarga – é a razão entre a distância e a velocidade de ida;
  153. 153. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA VARIÁVEIS CUJOS VALORES DEVERÃO SER FORNECIDOS PARA CADA EQUIPAMENTO QUE COMPÕE A EQUIPE MECÂNICA. r. Tempo de Retorno – intervalo de tempo que o equipamento vazio leva do local de descarga até o local de carga - é a razão entre a distância e a velocidade de retorno; s. Tempo Total de Ciclo – soma dos três tempos acima; t. Velocidade (ida) Média – velocidade que o equipamento carregado vai desde o local de carga até o local de descarga; u. Velocidade de Retorno – velocidade com que o equipamento vazio volta do local de descarga para o local de carga.
  154. 154. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br PEM: Unidade : a Afastamento m b Capacidade m c Consumo l/m 3 g Fator de carga h Fator de conversão i Fator de eficiência j Largura de Operação m l Largura de superposição m n Profundidade m p Tempo fixo (carg,desc,man) min q Tempo de percurso (ida) min r Tempo de retorno min s Tempo total de ciclo min t Velocidade (ida) média m/h u Velocidade de retorno ud UTILIZAÇÃO IMPRODUTIVA PRODUÇÃO DA EQUIPE PRODUTIVA PRODUÇÃO HORÁRIA NÚMERO DE UNIDADES Serviço : Variáveis intervenientes FÓRMULASOBSERVAÇÕES Equipamentos Unid. TABELA 3 d e f Distância Espaçamento Espessura m m m m Largura útil m o Número de passadas un m/h
  155. 155. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO DETERMINAR QUAL A PRODUÇÃO DAS EQUIPES MECÂNICAS PARA A ESCAVAÇÃO DE VALA SOB AS SEGUINTES CONDIÇÕES E NECESSIDADES: EXEMPLO: 2. ESCAVADEIRA : •CONCHA CAPACIDADE – 0,5 m³ •FATOR DE CARGA – 0,90 •FATOR DE CONVERSÃO – 1,00 •FATOR DE EFICIÊNCIA – 0,83 •TEMPO TOTAL DE CICLO – 0,42 min •FÓRMULA PARA A PRODUÇÃO HORÁRIA: P = 60.b.g.h.i/s 1. DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE – DMT : 800 m
  156. 156. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO EXEMPLO: 3. CAMINHÃO BASCULANTE : •CAPACIDADE – 6 m³ •FATOR DE CARGA – 1,00 •FATOR DE CONVERSÃO – 0,83 •FATOR DE EFICIÊNCIA – 0,75 •TEMPO FIXO (CARG. DESCARG. MAN. – 7,04 min •TEMPO DE PERCURSO (IDA) – 1,92 min •TEMPO DE RETORNO – 1,20 min •TEMPO TOTAL DE CICLO – 10,16 min •VELOCIDADE DE IDA – 25 km/h •VELOCIDADE DE RETORNO – 40 km/h •FÓRMULA PARA A PRODUÇÃO HORÁRIA: P = 60.b.g.h.i/s
  157. 157. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br EXEMPLO: Unidade : a Afastamento m b Capacidade m c Consumo l/m 3 g Fator de carga h Fator de conversão i Fator de eficiência j Largura de Operação m l Largura de superposição m n Profundidade m p Tempo fixo (carg,desc,man) min q Tempo de percurso (ida) min r Tempo de retorno min s Tempo total de ciclo min t Velocidade (ida) média km/h u Velocidade de retorno ud UTILIZAÇÃO IMPRODUTIVA PRODUÇÃO DA EQUIPE PRODUTIVA PRODUÇÃO HORÁRIA NÚMERO DE UNIDADES Serviço : Variáveis intervenientes FÓRMULASOBSERVAÇÕES Equipamentos Unid. TABEL 3 d e f Distância Espaçamento Espessura m m m m Largura útil m o Número de passadas un km/h Escavação em vala, carga e transporte – DMT = 800m m3 Escava- deira Caminhão 0,5 6,0 0,83 0,83 0,75 7,04 A) P = 60.b.g.h.i/s m3 53,80 3 1,00 0,00 53,80 1 22,10 0,81 0,19 800 0,90 1,00 1,00 1,92 1,20 0,42 10,16 25 40 m3 B) P = 60.b.g.h.i/s A) B)
  158. 158. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO VII. LEVANTAMENTO DE QUANTIDADES E CUSTOS 4. LEVANTAMENTO DE CUSTOS LEVANTAMENTO DE CUSTOS CONSISTE NA PESQUISA DE PREÇOS DE MERCADO, ENCARGOS, ADICIONAIS, DADOS CONCERNENTES À AQUISIÇÃO E ENTREGA DOS DIVERSOS INSUMOS, TANTO OS QUE COMPÕEM O CUSTO DIRETO, QUANTO O CUSTO INDIRETO. PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOSPARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO
  159. 159. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO I. MATERIAIS II. MÃO-DE-OBRA III. EQUIPAMENTOS IV. SUBEMPREITEIROS E OUTROS O LEVANTAMENTO DE CUSTOS ABRANGE: 4. LEVANTAMENTO DE CUSTOS
  160. 160. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO XI - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MATERIAIS
  161. 161. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS NO LEVANTAMENTO DE CUSTOS: • ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS; • UNIDADE E EMBALAGEM; • QUANTIDADE; • PRAZO DE ENTREGA; • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO; • VALIDADE DA PROPOSTA; • LOCAL E CONDIÇÕES DE ENTREGA; • DESPESA COMPLEMENTARES XI - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MATERIAIS
  162. 162. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO • ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DESCRIÇÃO QUALITATIVA DO MATERIAL COM INFORMA- ÇÕES DE DIMENSÕES, PESO, COR, RESISTÊNCIA, COMPOSIÇÃO, E OUTROS PARÂMETROS. • UNIDADE E EMBALAGEM DEFINIÇÃO DO TIPO DE EMBALAGEM. SOLTO NO SEMOVENTE OU PALETIZADO. • QUANTIDADE OBSERVAR QUE O CUSTO UNITÁRIO DE UM PRODUTO É INVERSAMENTE PROPORCIONAL À QUANTIDADE A SER ADQUIRIDA.
  163. 163. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO • PRAZO DE ENTREGA VERIFICAR COM O FORNECEDOR QUAL O PRAZO MÍNIMO ENTRE O PEDIDO E A ENTREGA DO MATERIAL. • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO NEGOCIAR COM O FORNECEDOR O PRAZO E A FORMA DE PAGAMENTO. SE É À VISTA OU A PRAZO. COM OU SEM ENTRADA. COM OU SEM DESCONTO. • VALIDADE DA PROPOSTA OS FORNECEDORES SEMPRE FIXAM O PRAZO DE VALIDADE DA PROPOSTA. É IMPORTANTE VERIFICAR SE O INÍCIO DA OBRA OU A ÉPOCA PROVÁVEL DA COMPRA CONDIZ COM O PRAZO DA PROPOSTA.
  164. 164. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO • LOCAL E CONDIÇÕES DE ENTREGA NEGOCIAR COM O FORNECEDOR O LOCAL DA ENTREGA DO PRODUTO, SE NA OBRA OU NO DEPÓSITO DO FORNECEDOR, NO PORTO, NO AEROPORTO, NA FRONTEIRA ETC. VERIFICAR O QUE ESTÁ IMBUTIDO NO CUSTO (SEGURO, FRETE, EMBALAGENS, DESEMBARAÇO ADUANEIRO ETC.). NESTES CASOS USA-SE AS MODALIDADES DA INCOTERMS (EX WORK, FOB, CIF, ETC.). • DESPESA COMPLEMENTARES VERIFICAR O FORNECEDOR ENTREGA O PRODUTO NO CANTEIRO DE OBRAS, ETC. SE FOR O CASO INCLUIR: FRETE, SEGURO, IMPOSTOS, DESPESAS ADUANEIRAS E OUTROS.
  165. 165. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO A) PRATICADOS B) DE MERCADO FORMAS DE PROCEDER O LEVANTAMENTO DE CUSTOS: XI - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MATERIAIS PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOSPARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO
  166. 166. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO A) PRATICADOS (CUSTOS) • REVISTAS ESPECIALIZADAS (PINI); • EDITORIAIS ESPECIALIZADOS (PINI); • PUBLICAÇÕES GOVERNAMENTAIS; • SOFTWARES COM PROGRAMAS DE ORÇAMENTO; • BANCO DE DADOS; • TABELAS REFERENCIAIS DE ÓRGÃOS PÚBLICOS; • SISTEMA SINAPI/CEF; • SISTEMA SICRO/DNIT; • OUTROS. SÃO OS DISPONÍVEIS, MEDIANTE, CONSULTA JUNTO A:
  167. 167. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO B) DE MERCADO (CUSTOS) SÃO OS COLETADOS JUNTO AOS FORNECEDORES REGIONAIS NACIONAIS LOCAIS INTERNA- CIONAIS FORNECEDORES LEVANTAMENTO DE MERCADO
  168. 168. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO COMPARAÇÃO DOS CUSTOS COLETADOS • A COMPARAÇÃO DOS CUSTOS COLETADOS SE DEVE DAR SEMPRE NUMA MESMA BASE. • O DETALHAMENTO DO CUSTO COLETADO DEVE SER O MAIS COMPLETO POSSÍVEL. • NA FALTA DE UM ITEM NO DETALHAMENTO DE UM CUSTO COLETADO O ORÇAMENTISTA BUSCA O ITEM FALTANTE NO DETALHAMENTO DE OUTRA COTAÇÃO E PREENCHE A LACUNA. • QUANDO OS VALORES COLETADOS NÃO ESTÃO INDIVIDUALIZADOS, O ORÇAMENTISTA DEVE ORÇAR O ITEM FALTANTE NA COLETA INCOMPLETA. B) DE MERCADO (CUSTOS)
  169. 169. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO XII - LEVANTAMENTO DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA
  170. 170. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO XII - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MÃO-DE-OBRA O CUSTO DA MÃO-DE-OBRA DEVE, NO MÍNIMO, SER IGUAL AO VALOR DO PISO SALARIAL QUE VIGORA NA REGIÃO ONDE SE EXECUTARÁ A OBRA, ACRESCIDO DOS OUTROS ADICIONAIS, QUANDO FOR O CASO, SEM AS LS. PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOSPARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO
  171. 171. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO XII - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MÃO-DE-OBRA CUSTO HOMEM-HORA DIURNO Cd = (Vh Vp ++ Vi) Cd = CUSTO HOMEM-HORA DIURNO (R$) Vh = VALOR HORA-BASE (R$) ≥ Vmínimo sindical Vp = PERICULOSIDADE = Vh x 1,30 Vi = INSALUBRIDADE = Vsm x Ai +1 100 )( Vsm = VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO (R$) Ai = ÍNDICE DE INSALUBRIDADE (%) O Vp E Vi NÃO SE ACUMULAM - ESCOLHER O MAIOR GRAU MÍNIMO MÉDIO MÁXIMO ÍNDICE (Ai) 10% 20% 40% - NR 15 - CLT, art. 193 CLT, art. 198
  172. 172. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO XII - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MÃO-DE-OBRA CUSTO HOMEM-HORA NOTURNO Cn = CUSTO HOMEM-HORA NOTURNO (R$) Vh = VALOR HORA-BASE (R$) ≥ Vmínimo sindical O Vp E Vi NÃO SE ACUMULAM - ESCOLHER O MAIOR Cn = (Vh Vp ++ Vi)x An An = ÍNDICE ADICIONAL NOTURNO = 1,3714 •HORÁRIO NOTURNO É DEFINIDO PELA LEI COMO O PERÍODO ENTRE AS 22 h E 5,0 horas. •CORRESPONDE A UMA JORNADA DE TRABALHO DE 7 HORAS. •A RAZÃO ENTRE A JORNADA DE TRABALHO DIURNA 8h E NOTURNA 7h É IGUAL A 1,1428. •A MAJORAÇÃO É DE 20% (POR LEI) SOBRE 1,1428 QUE RESULTA EM 1,3714 OU 37,14%.
  173. 173. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO XIII - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS
  174. 174. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO A) PRATICADOS B) DE MERCADO FORMA DE PROCEDER O LEVANTAMENTO DE CUSTOS DOS EQUIPAMENTOS: XIII -LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOSPARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO
  175. 175. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO A) PRATICADOS (CUSTOS) • REVISTAS ESPECIALIZADAS (PINI); • EDITORIAIS ESPECIALIZADOS (PINI); • PUBLICAÇÕES GOVERNAMENTAIS; • SOFTWARES COM PROGRAMAS DE ORÇAMENTO; • BANCO DE DADOS; • TABELAS REFERENCIAIS DE ÓRGÃOS PÚBLICOS; • SISTEMA SINAPI/CEF; • SISTEMA SICRO/DNIT; • OUTROS. SÃO OS DISPONÍVEIS MEDIANTE CONSULTA JUNTO A:
  176. 176. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO B) DE MERCADO (CUSTOS) SÃO OS EFETUADOS JUNTO AOS FORNECEDORES LEVANTAMENTO DE MERCADO REGIONAIS NACIONAIS LOCAIS INTERNA- CIONAIS FORNECEDORES
  177. 177. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO O LEVANTAMENTO DEVERÁ SER REALIZADO DE FORMA A SE OBTER: • ESPECIFICAÇÕES DO EQUIPAMENTO • DADOS DO FORNECEDOR CONSULTADO • VALOR DO EQUIPAMENTO SEM PEÇAS TRABALHANTES • VALOR DAS PEÇAS TRABALHANTES • VALOR DA DESCRIÇÃO DOS IMPOSTOS. VERIFICAR SE OS MESMOS ESTÃO OU NÃO INCLUÍDOS NO VALOR DO EQUIPAMENTO • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO • CUSTOS DE EMBALAGEM E TRANSPORTE B) DE MERCADO (CUSTOS)
  178. 178. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO COMPOSIÇÃO DO CUSTO HORÁRIO (R$/h) DE EQUIPAMENTOS I - EQUIPAMENTOS EM GERAL - CUSTO HORÁRIO - Ch SENDO Co = Cp + Cc + Cl + Cop Ch = Cd + Cj + Co + Cm
  179. 179. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO I - EQUIPAMENTOS EM GERAL - CUSTO HORÁRIO - Ch • O CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO - Cd : REFERE- SE À PERDA DE VALOR DO EQUIPAMENTO EM VIRTUDE DE USO OU OBSOLESCÊNCIA. • O CUSTO HORÁRIO DE JUROS - Cj : REFERE-SE À REMUNERAÇÃO DO CAPITAL INVESTIDO. • O CUSTO HORÁRIO DE MANUTENÇÃO - Cm : REFERE- SE À PARCELA POR MEIO DA QUAL SE MANTÉM O EQUIPAMENTO EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE USO.
  180. 180. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO • O CUSTO HORÁRIO DE OPERAÇÃO - Co : REFERE-SE À UTILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO, COMPREENDE: OS MATERIAIS E A MÃO-DE-OBRA. MATERIAIS: CUSTO DE PNEUS – Cp CUSTO DE COMBUSTÍVEL - Cc CUSTO DE LUBIFICAÇÃO - Cl MÃO-DE-OBRA : CUSTO DE MÃO-DE-OBRA DE OPERADOR - Cop
  181. 181. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO • CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO – Cd (R$/h) Vo - VALOR DE AQUISIÇÃO (R$) É VALOR PELO QUAL O EQUIPAMENTO FOI ADQUIRIDO (NOTA FISCAL OU RECIBO) Vu - DA VIDA ÚTIL (h) PERÍODO EM QUE O EQUIPAMENTO TRABALHA DE FORMA EFICIENTE E PRODUTIVA. Vu = a x n (EM TERMOS DE HORAS) a = ANOS DE VIDA ÚTIL (ano) n = Nº DE HORAS DE UTILIZAÇÃO POR ANO (h/ano) Cd = Vo Vr- Vu (MÉTODO LINEAR) MAIS UTILIZADO NOS ORÇAMENTOS DE CONSTRUÇÃO
  182. 182. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO anos (n) horas/ano (a) horas (nxa) condição PERFURATRIZ MANUAL 3 2.000 6.000 pesada VIBRADOR DE IMERSÃO 4 1.250 5.000 média BETONEIRA 4 1.750 7.000 média TRATOR DE ESTEIRA, MOTONIVELADORA, 4 2.000 8.000 pesada RETROESCAVADEIRA, PÁ MECÂNICA 6 2.000 12.000 leve ROLO PÉ-DE-CARNEIRO 8 1.750 14.000 média COMPRESSOR DE AR 6 1.666 9.996 média CAMINHÃO TANQUE OU CARROCERIA 6 2.000 12.000 média CAMINHÃO BASCULANTE 5 2.000 10.000 média CAMINHÃO FORA-DE-ESTRADA 8 2.000 16.000 pesada 12 2.000 24.000 leve CARREGADEIRA DE PNEUS 5 2.000 10.000 média DISTRIBUIDOR DE ASFALTO 8 1.250 10.000 média ACABADORA DE ASFALTO 8 1.500 12.000 média Vida útil ( VU) EQUIPAMENTO TABELA DE VIDA ÚTIL DE ALGUNS EQUIPAMENTOS
  183. 183. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO Vr - DO VALOR RESIDUAL (R$) - VALOR QUE O EQUIPAMENTO AINDA POSSUI APÓS UTILIZADAS AS HORAS ESTABELECIDAS COMO SUA VIDA ÚTIL. É O VALOR ESTIMADO DE REVENDA AO FINAL DA VIDA ÚTIL. k = 20% 10% ak x Vo 100 Vr =
  184. 184. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  CUSTO HORA PRODUTIVA HORA PRODUTIVA – É A HORA DE TRABALHO EFETIVO Ch prod = Cd + Cj + Cp + Cc + Cl + Cop + Cm Cd - CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO Cj - CUSTO HORÁRIO DE JUROS Cc - CUSTO HORÁRIO DE COMBUSTÍVEL Cl - CUSTO HORÁRIO DE LUBRIFICAÇÃO Cp - CUSTO HORÁRIO DE PNEUS Cop - CUSTO HORÁRIO DE OPERAÇÃO Cm - CUSTO HORÁRIO DE MANUTENÇÃO
  185. 185. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO  CUSTO HORA IMPRODUTIVA HORA IMPRODUTIVA – É A HORA DE TRABALHO EM QUE O EQUIPAMENTO FICA À DISPOSIÇÃO, PORÉM SEM SEU EMPREGO EFETIVO Ch improd = Cd + Cj + Cop Cd - CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO Cj - CUSTO HORÁRIO DE JUROS Cop - CUSTO HORÁRIO DE OPERAÇÃO
  186. 186. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CUSTO UNITÁRIO DIRETO É A SOMA DOS CUSTOS UNITÁRIOS DIRETOS DE TODOS OS INSUMOS (MATERIAIS, MÃO-DE-OBRA E EQUIPAMENTOS) QUE COMPÕEM UM DETERMINADO SERVIÇO, DESCONSIDERANDO-SE O BDI. 5. COMPOSIÇÃO CUSTOS UNITÁRIOS PREÇO UNITÁRIO É O CUSTO UNITÁRIO DIRETO DE UM SERVIÇO ACRESCIDO DO BDI.
  187. 187. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br TABELA DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS UNITÁRIOS Serviço: Unidade : Data : Produt Unidade : Qtde (A) TOTAL Código Custo + LS Custo horário QtdeMão-de-Obra Coeficiente Custo horário Código Equipamento Custo (B) TOTAL (C) PRODUÇÃO DA EQUIPE Custo horário Custo unitário CUSTO HORÁRIO TOTAL (A+B) Código Material Unid Qtde (H) B D I (%) (E) TOTAL Código Transporte Qtde DTM (km) Custo Custo unitário (G) CUSTO UNITÁRIO DIRETO DO SERVIÇO (D + E + F) PREÇO UNITÁRIO DO SERVIÇO (G x (1 + H/100)) (F) TOTAL Improdut Produt Improdut Custo LS:171,53% Produção : (D) CUSTO UNITÁRIO (A+B)/C Concreto m³/h / / 2010 10001 Betoneira 320 L 4 1,0 0 3,92 2,73 15,68 10004 Vibrador de imersão 1 0,3 0,7 4,04 1,55 2,30 17,98 20001 Encarregado do concreto 10004 Servente 1,000 12,000 5,40 2,25 14,66 6,11 14,66 73,32 87,98 161,30 m³/h 1,152 140,02 30002 Cimento kg 280,000 0,37 103,60 30003 Brita m³ 0,836 28,50 23,83 30004 Areia 0,898 28,70 25,77m³ 153,20 15004 Transporte de cimento (fábrica-canteiro) 28,00 0,37 2,900,280 2,90 296,12 19,20 352,97
  188. 188. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO PLANILHA ORÇAMENTÁRIA UNI PARCIAL SUBTOTAL 48.800,00 Despesas legais (taxas, emolumentos, cópias, ART, etc.). vb 1,00 800,00 800,00 Salários, diárias e bonificações da equipe técnica mês 5,00 4.500,00 22.500,00 Despesas com veículos e equipamentos (caminhão, etc.) mês 5,00 1.900,00 9.500,00 Despesas correntes (material de escritório/limpeza,água,etc) mês 5,00 1.500,00 7.500,00 Serviços de consultoria (controle tecnológico, laudos, etc.) vb 1,00 1.000,00 1.000,00 Despesas com pessoal (alugueis, alimentação, etc.). mês 5,00 900,00 4.500,00 Outras despesas (seguros de incêndio, de vida, etc.) vb 1,00 3.000,00 3.000,00 42.976,77 Limpeza do terreno c/capina e remoção m3 678,00 1,50 1.017,00 Instalação provisória de água vb 1,00 78,90 78,90 Restaurante no canteiro m2 120,00 321,50 38.580,00 Depósito de materiais escritório e abrigo m2 10,00 240,93 2.409,30 Locação da obra m2 339,00 2,63 891,57 3.498,09 Escavação mecânica de valas até 4,00m profund. m3 142,80 7,62 1.088,14 Reaterro de valas até 4,00m profund. m 3 142,80 9,16 1.308,05 Assentamento tubo conc. Furado p/dreno Ø 0,20m m 30,00 36,73 1.101,90 5.647,52 Concreto m3 16,00 352,97 5.647,52 DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UD QUANT PREÇO DESPESAS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO DO LOCAL (desp. ind) SERVIÇOS PRELIMINARES (custos indiretos) INSTALAÇÕES PRELIMINARES E LIMPEZA VIGAS E PILARES MOVIMENTO DE TERRA E DRENAGEM TERRENO MOVIMENTO DE TERRA DRENAGEM DO TERRENO SUPERESTRUTURA
  189. 189. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO UNITÁRIO M. OBRA UNITÁRIO MATER. PARCIAL M. OBRA PARCIAL MATER. PARCIAL TOTAL SUBTOTAL 48.800,00 rio, ART, etc.) vb 1,00 600,00 200,00 600,00 200,00 800,00 quipe técnica mês 5,00 4.500,00 22.500,00 22.500,00 o, trator, etc.) mês 5,00 900,00 1.000,00 4.500,00 5.000,00 9.500,00 za, água, etc) mês 5,00 300,00 1.200,00 1.500,00 6.000,00 7.500,00 , laudos, etc.) vb 1,00 400,00 600,00 400,00 600,00 1.000,00 namento, etc.) mês 5,00 200,00 700,00 1.000,00 3.500,00 4.500,00 , de vida, etc.) vb 1,00 3.000,00 3.000,00 3.000,00 SERVIÇOS 4.317,87 a e remoção m3 678,00 1,30 0,20 881,40 135,60 1.017,00 itório e abrigo m 2 10,00 96,37 144,56 963,70 1.445,60 2.409,30 a obra m2 339,00 2,10 0,53 711,90 179,67 891,57 33.057,00 20.060,87 53.117,87 53.117,87 DOS SERVIÇOS UD QTDE PREÇOS (R$) DESPESAS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO DO LOCAL TOTAIS PREÇO GLOBAL INSTALAÇÕES PRELIMINARES E LIMPEZA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA
  190. 190. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO - TCU ACÓRDÃO Nº 2.606/2007-TCU-2ª CÂMARA O TCU DETERMINOU AO BANCO DO BRASIL S/A QUE OBSERVASSE, NAS LICITAÇÕES QUE ENVOLVESSEM A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA, AS DETERMINAÇÕES DOS ARTS. 13 E 14 DA LEI Nº 5.194/1966, BEM COMO DO ART. 1º, INC. IV, DA RESOLUÇÃO/CONFEA N° 282, DE 24.08.1983, EXPLICITANDO-AS NO CORPO DO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO (ITEM 6.1.2,TC- 009.893/2007-1). DOU DE 27.09.2007, S. 1, P. 94.
  191. 191. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CURVA ABC
  192. 192. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CORRESPONDE À TABELA OU GRÁFICO QUE DEMONSTRA A PARTICIPAÇÃO PERCENTUAL DE CUSTO DE CADA INSUMO E/OU SERVIÇO QUE INTEGRA O VALOR TOTAL DA OBRA CURVA ABC
  193. 193. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CURVA ABC TIPOS DE CURVAS CURVA ABC DE INSUMOS (GERAL) –TODOS OS INSUMOS CURVA ABC DE MATERIAS DE MATERIAIS CURVA ABC DE MÃO-DE-OBRA DE MÃO-DE-OBRA CURVA ABC DE EMPREITADAS DE EMPREITADAS CURVA ABC DE EQUIPAMENTOS DE EQUIPAMENTOS
  194. 194. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO EXEMPLO UNIT. TOTAL TIJOLOS 6 FUROS UD 10.112,48 0,25 2.528,12 31,83 31,83 AÇO CA-50 KG 322,50 4,50 1.451,25 18,27 50,10 TINTA L 180,00 8,00 1.440,00 18,13 68,23 PEDREIRO H 144,00 6,90 993,60 12,51 80,74 SERVENTE H 208,00 3,15 655,20 8,25 88,99 CAL KG 1.289,32 0,19 244,97 3,08 92,07 CIMENTO KG 642,94 0,37 237,89 2,99 95,07 PINTOR H 30,00 6,90 207,00 2,61 97,67 AREIA M³ 6,44 28,70 184,83 2,33 100,00 TOTAL 7.942,86 100,00 PART.AC. (%) FAIXA CUSTO A B C ESPECIFICAÇÃO DO INSUMO UNID. QTDE PART. (%) 200M² DE PAREDE EM ALVENARIA FAIXA A – ENGLOBA OS INSUMOS QUE ESTÃO ACIMA DOS 50% ACUMULADO FAIXA B – ENGLOBA OS INSUMOS QUE ESTÃO ENTRE OS 50% E 80% FAIXA C – OS INSUMOS RESTANTES. REPRESENTAM 20% DO CUSTO TOTAL
  195. 195. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CURVA ABC ANÁLISE E OBSERVAÇÕES 1– OBSERVAR QUE MUITOS INSUMOS APARECEM EM MAIS DE UMA COMPOSIÇÃO 2– AUXILIA NA IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS INSUMOS NECESSÁRIOS NA OBRA 3– DIVIDE A(S) CURVA(S) EM FAIXAS, OU SEJA: - FAIXA A – QUE PERFAZEM 50% DO CUSTO TOTAL - FAIXA B – QUE ESTÃO ENTRE OS PERCENTUAIS ACUMULADOS DE 50% E 80% - FAIXA C – QUE ESTÃO ACIMA DO PERCENTUAL ACUMULADO DE 80 %
  196. 196. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CURVA ABC 4– DEVE-SE CONCENTRAR NA AQUISIÇÃO DE INSUMOS SITUADOS NO TOPO DA CURVA 5– PODE AVALIAR O IMPACTO QUE O AUMENTO OU DIMINUIÇÃO DO PREÇO DO INSUMO TERÁ NO CUSTO DA OBRA EXEMPLO: É MAIS VANTAJOSO UM GANHO DE 10% NO TIJOLO DE 6 FUROS – 10% x R$ 2.528,12 = R$ 252,81 DO QUE UM GANHO DE 25% NO CAL – 25% x R$ 244,97 = R$ 61,24 ANÁLISE E OBSERVAÇÕES
  197. 197. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ORÇAMENTO CURVA ABC UTILIDADE DACURVA ABC  HIERARQUIA DOS INSUMOS  PRIORIZAÇÃO PARA NEGOCIAÇÃO  ATRIBUIÇÃO DE RESPONSABILIDADES  AVALIAÇÃO DE CUSTOS  REEQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO
  198. 198. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE PROJETOS FONTE: IAB e OUTROS A - ARQUITETURA EM GERAL DEFINIÇÕES: a)ARQUITETO: TÉCNICO CONTRATADO, RESPON- SÁVEL PELO PROJETO E/OU EXECUÇÃO DA OBRA. b)CLIENTE: PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA CONTRATANTE DOS SERVIÇOS DO ARQUITETO. c) HONORÁRIOS: REMUNERAÇÃO DEVIDA PELO CLIENTE AO ARQUITETO, EM CONTRAPARTIDA POR SERVIÇOS PRESTADOS NO CASO DE PROJETOS. ORÇAMENTO
  199. 199. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DEFINIÇÕES d) CUSTO DE PROJETO: DESPESAS DE PROJETO ACRESCIDAS DO LUCRO E DOS DIREITOS AUTORAIS (DE PROJETO). e)DESPESAS DE PROJETO: DESPESAS, DIRETAS E INDIRETAS, DE MATERIAL, MÃO DE OBRA E OUTRAS, NECESSÁRIAS À PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DO PROJETO. f) DESPESAS DE EXECUÇÃO DA OBRA: DESPESAS, DIRETAS E INDIRETAS DE MATERIAL, MÃO-DE- OBRA E OUTRAS, NECESSÁRIAS À EXECUÇÃO DA OBRA. A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO
  200. 200. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br g)DIREITOS AUTORAIS: REMUNERAÇÃO PELO TALENTO, CRIATIVIDADE E COMPETÊNCIA TÉCNICA, INVESTIDA PELO ARQUITETO NA CRIAÇÃO E/OU EXECUÇÃO DA OBRA DE ARQUITETURA, ASSIM COMO PELA EXCLUSIVIDADE DE UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATADOS. DEFINIÇÕES A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO
  201. 201. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br MODALIDADES DE LEVANTAMENTO DE CUSTOS a) PERCENTUAL SOBRE O CUSTO ESTIMADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, CALCULADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO b) PERCENTUAL SOBRE O CUSTO ORÇADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, ESTIMADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO E CALCULADO AO SEU TÉRMINO c) PERCENTUAL SOBRE O CUSTO CONTABILIZADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, ESTIMADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO E CALCULADO AO FINAL DA EXECUÇÃO A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO
  202. 202. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br a) PERCENTUAL SOBRE O CUSTO ESTIMADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, CALCULADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO. AS EDIFICAÇÕES SÃO CLASSIFICADAS EM QUATRO CATEGORIAS (I, II, III, IV), SEGUNDO OS SEGUINTES CRITÉRIOS: 1) COMPLEXIDADE DAS PESQUISAS PRÉVIAS NECESSÁRIAS À SUA PROJETAÇÃO; 2) DIFERENCIAÇÃO FUNCIONAL, TÉCNICA E ESTÉTICA DOS ESPAÇOS E AMBIENTES PROJETADOS. MODALIDADES DE LEVANTAMENTO DE CUSTOS A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO
  203. 203. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br 3) SOFISTICAÇÃO COMPOSITIVA DA OBRA; 4) COMPLEXIDADE TECNOLÓGICA, EM ESPECIAL DOS PROJETOS COMPLEMENTARES; 5) COMPLEXIDADE DO DESENVOLVIMENTO E DETALHAMENTO DO PROJETO; 6) INTENSIDADE DE PARTICIPAÇÃO DO CLIENTE PROJETO. MODALIDADES DE LEVANTAMENTO DE CUSTOS A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO
  204. 204. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES POR CATEGORIA (I, II, III, IV) HABITAÇÃO • EDIFÍCIOS DE APARTAMENTOS, CONJUNTOS HABITACIONAIS DE CASAS E/OU EDIFÍCIOS, CONDOMÍNIOS E VILAS: CATEGORIA II. • RESIDÊNCIA SIMPLES: CATEGORIA III. • RESIDÊNCIAS DE PADRÃO MÉDIO OU ELEVADO: CATEGORIA IV. • ALBERGUES, POUSADAS, HOTÉIS SIMPLES E MOTÉIS: CATEGORIA II: • HOTÉIS DE LUXO: CATEGORIA III. ORÇAMENTO
  205. 205. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br • ALOJAMENTOS, ASILOS, ORFANATOS, INTERNATOS, CONVENTOS E MOSTEIROS: CATEGORIA II. • QUARTÉIS: CATEGORIA III. • PRESÍDIOS E PENITENCIÁRIAS: CATEGORIA IV. AGROPECUÁRIA • GALPÕES PARA MÁQUINAS, ARMAZÉNS, ESTÁBULOS, COCHEIRAS, CEGAS, AVIÁRIOS E INSTALAÇÕES RURAIS SIMPLES: CATEGORIA I. • MATADOUROS E INSTALAÇÕES RURAIS ESPECIALIZADAS: CATEGORIA II. ORÇAMENTO
  206. 206. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br INDÚSTRIA • GALPÕES, OFICINAS E DEPÓSITOS: CATEGORIA I. • FABRICAS E LABORATÓRIOS SIMPLES: CATEGORIA II. • USINAS, FABRICAS E LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS: CATEGORIA IV ORÇAMENTO
  207. 207. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br COMÉRCIO • ARMAZÉNS E DEPÓSITOS: CATEGORIA I • SUPERMERCADOS, HORTOMERCADOS E PAVILHÕES PARA REALIZAÇÃO DE FEIRAS E EXPOSIÇÕES: CATEGORIA II. • LOJAS DE DEPARTAMENTOS, MAGAZINES, CENTROS COMERCIAIS E “SHOPPING CENTERS” CATEGORIA III. • LOJAS, BOUTIQUES, STANDS E SHOW-ROOMS: CATEGORIA IV. ORÇAMENTO
  208. 208. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS • EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIOS ADMINISTRATIVOS DE ANDAR CORRIDO: CATEGORIA II. • BANCOS SEDES DE EMPRESA, INSTITUIÇÕES E ÓRGÃOS PÚBLICOS: CATEGORIA III. • CENTROS DE PROCESSAMENTO DE DADOS: CATEGORIA IV. EDUCAÇÃO • CRECHES, ESCOLAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS: CATEGORIA II. • ESCOLAS TÉCNICAS, ESPECIALIZADAS, SUPERIORES E UNIVERSIDADE: CATEGORIA III. ORÇAMENTO
  209. 209. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br SAÚDE • AMBULATÓRIOS E POSTOS DE SAÚDE: CATEGORIA II. • CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS: CATEGORIA III. • HOSPITAIS: CATEGORIA IV. TRANSPORTES • GARAGENS SIMPLES: CATEGORIA I. • EDIFÍCIOS -GARAGEM, PEDÁGIOS E POSTOS DE SERVIÇO: CATEGORIA II. • TERMINAIS E ESTAÇÕES RODOVIÁRIAS, HIDROVIÁRIAS E FERROVIAS: CATEGORIA III . • AEROPORTOS: CATEGORIA : IV. ORÇAMENTO
  210. 210. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br COMUNICAÇÕES • AGÊNCIAS E CENTRAIS POSTAIS, TELEGRÁFICAS E TELEFÔNICAS: CATEGORIA III. • ESTÚDIOS E ESTAÇÕES DE GRAVAÇÃO, CINEMA, RÁDIO E TELEVISÃO: CATEGORIA IV. ESPORTE • QUADRAS COBERTAS E GALPÕES PARA BARCOS: CATEGORIA I. • CLUBES, GINÁSIOS E INSTALAÇÕES ESPORTIVAS SIMPLES: CATEGORIA III. • ESTÁGIOS E INSTALAÇÕES ESPORTIVAS ESPECIALIZADAS: CATEGORIA IV. ORÇAMENTO
  211. 211. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br ENTRETENIMENTO • RESTAURANTES, BOATES, CASAS DE ESPETÁCULO, CINEMAS E TEATROS SIMPLES: CATEGORIA IV. • PLANETÁRIOS E TEATROS ESPECIALIZADOS: CATEGORIA IV. ACERVOS ARTÍSTICOS CULTURAIS • GALERIAS DE ARTE, SALAS DE EXPOSIÇÃO, ARQUIVOS, BIBLIOTECAS E MUSEUS SIMPLES: CATEGORIA III. • ARQUIVOS, BIBLIOTECAS E MUSEUS ESPECIALIZADOS: CATEGORIA IV. ORÇAMENTO
  212. 212. Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert E-mail: rolfdieter@ig.com.br DIVERSOS • TEMPLOS RELIGIOSOS, CAPELAS MORTUÁRIAS E CEMITÉRIOS: CATEGORIA III. • MONUMENTOS E PAVILHÕES DE EXPOSIÇÃO: CATEGORIA III. • AUDITÓRIOS, SALAS DE CONFERÊNCIA E PAVILHÕES PARA REALIZAÇÃO DE CONGRESSOS: CATEGORIA III. ORÇAMENTO

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