Uroradiologia

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  • Fatores associados a bom prognóstico: tamanho menor que 7 mm, estratificação da gordura peri-renal, quantidade aumentada de líquido peri-renal
  • Fatores associados a bom prognóstico: tamanho menor que 7 mm, estratificação da gordura peri-renal, quantidade aumentada de líquido peri-renal
  • Fatores associados a bom prognóstico: tamanho menor que 7 mm, estratificação da gordura peri-renal, quantidade aumentada de líquido peri-renal
  • Fatores associados a bom prognóstico: tamanho menor que 7 mm, estratificação da gordura peri-renal, quantidade aumentada de líquido peri-renal
  • Fatores associados a bom prognóstico: tamanho menor que 7 mm, estratificação da gordura peri-renal, quantidade aumentada de líquido peri-renal
  • Fatores associados a bom prognóstico: tamanho menor que 7 mm, estratificação da gordura peri-renal, quantidade aumentada de líquido peri-renal
  • Uroradiologia

    1. 1. Urorradiologia Departamento de Radiologia HC-UFG Diagnóstico por Imagem:
    2. 2. Urorradiologia Variantes Anatômicas
    3. 3. Urorradiologia Variantes Anatômicas
    4. 4. Urorradiologia Anomalias Congênitas Anomalia de Posição – Rim Pélvico
    5. 5. Urorradiologia Anomalias Congênitas Anomalia de Posição / Fusão – Rim em Panqueca
    6. 6. Urorradiologia Anomalias Congênitas Anomalia de Fusão – Rim em Ferradura
    7. 9. Urorradiologia Anomalias Congênitas Duplicação do Sistema Coletor
    8. 10. Urorradiologia Anomalias Congênitas Ureterocele 25F
    9. 11. Urorradiologia Anomalias Congênitas Válvula de Uretra Posterior
    10. 12. Urorradiologia Anomalias Congênitas Válvula de Uretra Posterior
    11. 13. Urorradiologia Estenose JUP
    12. 14. Urorradiologia Estenose JUP Particularidades na Urografia Excretora 2 H: 1 M Anomalia urinária mais comum da infância; >50% diagnosticados no 1º ano de vida Lesão muscular intrínseca Prega muscular pielouretral Vaso aberrante Uso de Furosemida Pelve extra-renal vs Estenose JUP Pós operatório de Pieloplastia
    13. 15. Urorradiologia Litíase Urinária Cálculo Coraliforme 27F
    14. 17. Urorradiologia Litíase Urinária Litíase Vesical
    15. 21. 90% dos cálculos têm cálcio suficiente para serem vistos ao RX. Cálculos de Indinavir Urorradiologia Litíase Urinária Composição Freqüência Transparência Densidade Oxalato de cálcio com ou sem fosfato de cálcio 75 Opaco 1249 H Fosfato de cálcio puro 9 Opaco Fosfato de cálcio com magnésio e amônio 8 Opaco 919 H Ácido úrico 6 Radiolucente 415 H Cistina 2 Levemente opaco 618 H
    16. 22. Urorradiologia Litíase Urinária Vieira RLR; Faintuch S; Goldman; Ajzen AS; Szejnfeld J. Sinais de Ureterolitíase na Tomografia Helicoidal sem Contraste: Ensaio Iconográfico e Revisão de literatura . Radiologia Brasileira. 37(6):441 – 444. 2004. UNIFESP Sinais Diretos de Litíase Ureteral
    17. 23. Urorradiologia Litíase Urinária Vieira RLR; Faintuch S; Goldman; Ajzen AS; Szejnfeld J. Sinais de Ureterolitíase na Tomografia Helicoidal sem Contraste: Ensaio Iconográfico e Revisão de literatura . Radiologia Brasileira. 37(6):441 – 444. 2004. Sinais Secundários de Litíase Ureteral
    18. 24. Urorradiologia Litíase Urinária Vieira RLR; Faintuch S; Goldman; Ajzen AS; Szejnfeld J. Sinais de Ureterolitíase na Tomografia Helicoidal sem Contraste: Ensaio Iconográfico e Revisão de literatura . Radiologia Brasileira. 37(6):441 – 444. 2004. Sinais Secundários de Litíase Ureteral
    19. 25. Urorradiologia Litíase Urinária Vieira RLR; Faintuch S; Goldman; Ajzen AS; Szejnfeld J. Sinais de Ureterolitíase na Tomografia Helicoidal sem Contraste: Ensaio Iconográfico e Revisão de literatura . Radiologia Brasileira. 37(6):441 – 444. 2004. Diferenciando Uterolitíase de Flebólitos
    20. 29. Urorradiologia Pielonefrite Aguda
    21. 30. Urorradiologia Pielonefrite Aguda
    22. 31. Urorradiologia Nefrocalcinose Nefrocalcinose Medular Causas de Nefrocalcinose Medular Aumento absorção Cálcio – Hipervitaminose D, Sarcoidose; Aumento mobilização de Cálcio - Hiperparatireoidismo Doenças com lesão tubular distal – Acidose Tubular Renal Doenças císticas renais – Rim esponja-medular;
    23. 32. 16F
    24. 33. Urorradiologia Cistos Renais – Bosniak I Tipo I : Cisto Simples 0% malignidade
    25. 34. Urorradiologia Cistos Renais – Bosniak II Tipo II : Atipia em grau mínimo, conteúdo ecogênico, septos finos, calcificações murais *IIF – mais cálcio ou hiperdensas 5% malignidade IIF
    26. 35. Urorradiologia Cistos Renais – Bosniak III Tipo III : Atipia Moderada, multiloculações, conteúdo ecogênico, septos espessos, calcificações murais grosseiras, com realce pelo contraste. 50% malignidade
    27. 36. Urorradiologia Cistos Renais – Bosniak IV Tipo IV : Multiloculação, apresenta captação pelo meio de contraste 95% malignidade
    28. 37. Urorradiologia Tumores Renais Benignos - Angiomiolipoma Diagnóstico Diferencial: Liposarcoma Patologia Músculo, vasos e gordura, às vezes crescendo para a gordura perirrenal. Único/múltiplo, uni/bilateral Clínica Esporádico – média 53 anos Esclerose Tuberosa – média 31 anos Complicações: HEMORRAGIAS Radiologia RX Simples: hipertransparência US: hiperecogênico, diagnóstico diferencial com infarto renal, pielonefrite crônica, defeito juncional do parênquima e carcinoma de células renais TC: densidade de gordura sugere o diagnóstico.
    29. 38. Urorradiologia Tumores Renais Benignos - Angiomiolipoma
    30. 39. Urorradiologia Tumores Renais Benignos - Angiomiolipoma
    31. 40. Urorradiologia Tumores Renais Benignos - Angiomiolipoma
    32. 41. Urorradiologia Adrenais
    33. 44. Urorradiologia Adrenais: Adenoma vs Carcinoma Tamanho/Evolução do Tamanho Lesões maiores que 4 cm tendem a ser carcinoma primário ou metástase TC sem contraste 10 UH – 71% sensibilidade e 98% especificidade Forma Captação do contraste Captação é rápida, mas têm rápido wash-out RM: chemical-shift Out-fase: queda drástica do sinal. Alta sensibilidade e especificidade
    34. 45. Urorradiologia Adenoma vs Carcinoma
    35. 46. Urorradiologia Adrenais: Adenoma vs Carcinoma A utilização da Tomografia Computadorizada considerando-se um ponto de corte de 10 UH é o meio de melhor custo-benefício na diferenciação de tumores primários/metastáticos de incidentalomas
    36. 47. 70M
    37. 49. Urorradiologia Bexiga
    38. 50. Urorradiologia Testículo - Orquiepididimite
    39. 51. Urorradiologia Testículo - Orquiepididimite
    40. 52. Torção testicular
    41. 53. Urorradiologia Próstata – Hiperplasia Benigna Manifestações clínicas Radiologia: 1. Determinar volume e morfologia prostáticos 2. Excluir doença do trato urinário superior 3.Avaliar parede vesical e resíduo miccional Glandular Intersticial Focal (adenoma) Histologia:
    42. 54. Urorradiologia Próstata – Hiperplasia Benigna
    43. 55. Urorradiologia Próstata – Hiperplasia Benigna
    44. 56. Urorradiologia Próstata – Câncer Tamanho (USTR) <5mm não são detectados – 22% malignos 5mm – 1cm – 48 a 70% são malignos >2cm + TR + PSA – 100% malignos Local (USTR) Difícil detecção se localizado na zona central e na zona de transição Ecogenicidade (USTR) 70-75% hipoecogênicos com margens mal definidas USTR com Doppler Áreas de hipervascularização, em 8% dos casos é o único sinal de lesão maligna RM Zona periférica hiperintensa no T2, lesão hipointensa.
    45. 57. 67M
    46. 58. 74M, anúria, dor em flancos
    47. 61. 76F
    48. 63. Obrigado!

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