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Introdução Disseminação inguinal do câncer de pênis <ul><li>Metástases inguinais são importante causa de morbidade e morta...
Opções atuais para reduzir a morbidade na abordagem dos linfonodos inguinais <ul><li>Dissecção inguinal simplificada (Cata...
Video endoscopic inguinal lymphadenectomy (VEIL) ABC Medical School,Brazil <ul><li>Objetivos  </li></ul><ul><ul><li>A   Ár...
Video endoscopic inguinal lymphadenectomy (VEIL) Bases for development <ul><li>Video endoscopic saphena harvesting </li></...
Video endoscopic inguinal lymphadenectomy(VEIL) Técnica do ABC <ul><li>Tobias-Machado et al,  J Urol , 2005 </li></ul><ul>...
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First protocol <ul><li>Prospective comparative study in the same patient  </li></ul><ul><li>One side was done a convention...
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Futuro <ul><li>Resultados cirúrgicos em série maior </li></ul><ul><li>Seguimento oncológico a longo prazo </li></ul><ul><l...
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Linfadenectomia inguinal video endoscópica


Marcos Tobias-Machado
Setor de Uro-oncologia, Disciplina de Urologia FMABC

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Linfadenectomia inguinal video endoscópica

  1. 1. Linfadenectomia inguinal video endoscópica <ul><li>Marcos Tobias-Machado </li></ul><ul><li>Setor de Uro-oncologia, Disciplina de Urologia FMABC </li></ul>
  2. 2. Introdução Disseminação inguinal do câncer de pênis <ul><li>Metástases inguinais são importante causa de morbidade e mortalidade em Ca pênis (Pompeu et al, Can J Urol ,2005) </li></ul><ul><li>Ressecção imediata das metástases inguinais oferece vantagem de sobrevida quando comparada a cirurgia inguinal de resgate(Kroogan et al, J U rol ,2005) </li></ul><ul><li>Morbidade da linfadenectomia convencional é de pelo menos 50%(Nelson et al, J Urol , 2004) </li></ul>
  3. 3. Opções atuais para reduzir a morbidade na abordagem dos linfonodos inguinais <ul><li>Dissecção inguinal simplificada (Catalona, J Urol ,1988) </li></ul><ul><ul><li>Controle oncológico é controverso </li></ul></ul><ul><ul><li>2/13 metástase inguinal tardia (Lopes et al, J Urol ,1996) </li></ul></ul><ul><li>Dissecção simplificada por estágios(D’Ancona et al, J Urol , 2004) </li></ul><ul><ul><li>5% of metástases ocultas </li></ul></ul><ul><li>Linfonodo sentinela com gama câmara </li></ul><ul><ul><li>42% de falso negativo (Gonzaga-Silva, Int Braz J Urol , 2007) </li></ul></ul><ul><li>Mapeamento do linfonodo sentinela com linfocintilografia(Kroogan et al, J Urol , 2005) </li></ul><ul><ul><li>15% de recorrência tardia </li></ul></ul>
  4. 4. Video endoscopic inguinal lymphadenectomy (VEIL) ABC Medical School,Brazil <ul><li>Objetivos </li></ul><ul><ul><li>A Área de dissecção similar a cirurgia aberta extendida </li></ul></ul><ul><ul><li>B B enefício da redução de morbidade utilizando técnica minimamente invasiva </li></ul></ul><ul><ul><li>C Controle ótimo do câncer </li></ul></ul>Tobias-Machado, AUA, 2005
  5. 5. Video endoscopic inguinal lymphadenectomy (VEIL) Bases for development <ul><li>Video endoscopic saphena harvesting </li></ul><ul><li>Subcutaneous endoscopic aesthetic procedures </li></ul><ul><li>Endoscopic axilar lymphadenectomy </li></ul><ul><li>Feasibility of approach </li></ul><ul><ul><li>Bishoff et al (AUA,Chicago,2003) </li></ul></ul>
  6. 6. Video endoscopic inguinal lymphadenectomy(VEIL) Técnica do ABC <ul><li>Tobias-Machado et al, J Urol , 2005 </li></ul><ul><li>Duplicação da cirurgia radical convencional </li></ul><ul><li>Identificação dos parâmetros anatômicos </li></ul><ul><li>Incisões pequenas e fora da área dos vasos femorais </li></ul><ul><li>Dissecção do retalho cutâneo com gás e bisturi ultrassônico </li></ul><ul><li>Ligadura proximal e distal dos linfáticos principais </li></ul><ul><li>Sem rotação de sartório </li></ul>
  7. 7. VIDEO <ul><li>Tobias-Machado et al, J Endourol, 2006 </li></ul><ul><li>Video endoscopic inguinal lymphadenectomy (VEIL) : the technique step by step </li></ul>
  8. 8. First protocol <ul><li>Prospective comparative study in the same patient </li></ul><ul><li>One side was done a conventional open tecnique and in another side a video endoscopic inguinal lymphadenectomy(VEIL) </li></ul><ul><li>Endpoints: </li></ul><ul><ul><li>Operative time, blood loss,intraop complications </li></ul></ul><ul><ul><li>Number of lymphnodes removed </li></ul></ul><ul><ul><li>Morbidity </li></ul></ul><ul><ul><li>Patient opinion (What procedure was the best for you?) </li></ul></ul><ul><ul><li>Preliminary cancer control </li></ul></ul>
  9. 9. Resultados (J Urol, 2007) 0 *p<0,05 9 Preferência paciente* 1/10 0 2/10 0 Nódulos + Recorrência 6 4 Tempo para drenagem < 50 ml (d) 7(necrose de pele, linforréia, linfedema) 2(hematoma, linfocele) Complicações* 10 12 N. de linfonodos (média) 90(75-105) 120(100-140) Tempo operatório * (min) Aberta VEIL Critério
  10. 10. Second protocol <ul><li>Aim: Testing the minimally invasive advantages of bilateral procedure and expand indication for N1 </li></ul><ul><li>bilateralVEIL in 6 patients </li></ul><ul><li>Evaluated parameters: </li></ul><ul><ul><li>Operative time </li></ul></ul><ul><ul><li>Morbidity </li></ul></ul><ul><ul><li>Hospital stay and time to suction drain withdraw </li></ul></ul><ul><ul><li>Oncological control </li></ul></ul>
  11. 11. Results - bilateral VEIL J Endourol, 2008, in press <ul><li>Operative time: 4.5 h </li></ul><ul><li>Morbidity: skin necrosis in 1 side 1of N1patient and 1lymphocele </li></ul><ul><li>Hospital stay: 22h(12-34) </li></ul><ul><li>Time to withdraw drainage : 5 days </li></ul><ul><li>Oncological control: 1 patient with bilateralpositve groins without recurrence after 11 months of follow-up </li></ul>
  12. 12. VEIL Mensagens Tobias-Machado et al, 2008 <ul><li>Factível </li></ul><ul><li>Retirada de gânglios semelhante a convencional </li></ul><ul><li>Potencial para redução da morbidade </li></ul><ul><li>Alta e retorno as atividades mais precoce </li></ul><ul><li>Resultado oncológico de médio prazo porém promissor </li></ul>
  13. 13. Morbidade cutânea Cirurgia convencional VEIL
  14. 14. Video endoscopic inguinal lymphadenectomy(VEIL) Evolução da técnica <ul><li>2003 1.o caso operado com sucesso </li></ul><ul><ul><ul><li>Arch Esp Urol,2006 </li></ul></ul></ul><ul><li>2005 3 casos iniciais apresentados na AUA </li></ul><ul><ul><ul><li>J Urol, 2005 </li></ul></ul></ul><ul><li>2006 Padronização dos tempos </li></ul><ul><ul><ul><li>Int Braz J Urol, 2006 e J Endourol, 2006 </li></ul></ul></ul><ul><li>2007 Estudo comparativo com aberta </li></ul><ul><ul><ul><li>J Urol, 2007 </li></ul></ul></ul><ul><li>2007 VEIL com preservação das safenas </li></ul><ul><ul><ul><li>J Endourol, 2007 </li></ul></ul></ul><ul><li>2008 Resultados oncológicos e curva de aprendizado </li></ul><ul><ul><ul><li>J Urol,2008 </li></ul></ul></ul><ul><li>2008 VEIL bilateral e em estadio N1 </li></ul><ul><ul><ul><li>J Endourol, 2008 (in press) </li></ul></ul></ul>
  15. 15. Futuro <ul><li>Resultados cirúrgicos em série maior </li></ul><ul><li>Seguimento oncológico a longo prazo </li></ul><ul><li>Reprodutividade por outros grupos </li></ul><ul><ul><li>Sotelo, Mariano, Neiva et al, J Endourol, 2007 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>8 pacientes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>14 dissecções : maioria simplificada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tempo cirúrgico: 90 min </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Gânglios removidos: 9 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Morbidade cutânea: 0% e linfocele 23% </li></ul></ul></ul>
  16. 16. OBRIGADO!                                                                                                                                                                                                                                                                                                            

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