CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS Faculdade de Medicina do ABC Dicas para preservação de potência e continência sem preju...
 
Introdução <ul><li>PRR (técnica de Walsh): </li></ul><ul><ul><li>Forma mais utilizada para tratar o CAp localizado </li></...
Introdução Histórico <ul><li>Schuessler (1997): Primeira publicação sobre PRL </li></ul><ul><li>Guillonneau (1998/2000): S...
Revisão da Literatura  PRLT x PRLE  (resultados oncológicos e funcionais)   <ul><li>Escore de Gleason:  PRLT = PRLE  </li>...
Revisão da Literatura   (resultados oncológicos e funcionais)   Rassweiler J. J Urol, 2001  Baumert H.  J Endourol, 2004 F...
Técnica cirúrgica PRLT Controle dos pedículos e preservação dos FVN
Técnica cirúrgica PRLT Controle dos pedículos e preservação dos FVN
Técnica cirúrgica PRLT Preservação dos FVN
Dicas para preservação de potência e continência sem prejudicar o controle oncológico
<ul><li>Conceito de “ Trifecta ”: </li></ul><ul><ul><li>Controle oncológico obtido às custas de margens cirúrgicas negativ...
<ul><li>1746 homens </li></ul><ul><li>PR retropúbica aberta </li></ul><ul><li>CAp localizados </li></ul><ul><li>Conceitos:...
<ul><li>f/u médio: 6 anos </li></ul><ul><li>Progressão livre de doença (5, 10, 15 anos): 82%, 77% e 75% </li></ul><ul><li>...
 
 
 
 
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Stolzenburg JU et al.   Inter- and intrafascial dissection technique of nerve sparing radical prostatectomy.  Endoscopic e...
Stolzenburg JU et al.   Inter- and intrafascial dissection technique of nerve sparing radical prostatectomy.  Endoscopic e...
 
 
 
<ul><li>Véu de Afrodite: Preservação da fáscia prostática lateral. A incisão é feita ântero-lateralmente à próstata entre ...
 
<ul><li>Princípio: Diminuir a inflamação neuromuscular </li></ul><ul><li>Continência pós-op: </li></ul><ul><ul><li>Com e s...
<ul><li>Sutura do rabdoesfíncter posterior à uretra e da fáscia de Dennonvilliers </li></ul>J.Urol; 180: 1018-1023, 2008
 
 
<ul><li>Nguyen et al; Rocco et al. </li></ul><ul><ul><li>A reconstrução do rabdoesfíncter acelera a recuperação da continê...
Minha casuística Curto f/u 20 (50%) Potência (com ou sem sildenafil) 5.4 (1-12) 18 (1-55) Follow-up 0.73 (0-3) 0.39 (0-4) ...
Conclusões gerais <ul><li>Trifecta só é possível após larga experiência em PRL </li></ul><ul><li>O tempo médio para se alc...
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Dicas para preservação de potência e continência sem prejudicar o controle oncológico.

Dr. Tibério Moreno de Siqueira Jr
Doutor em Urologia, USP
Membro Titular da SBU
Fellowship em Laparoscopia, Indiana University
Coordenador do grupo de Laparoscopia Urológica, HGV, PE

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Dicas para preservação de potência e continência sem prejudicar o controle oncológico

  1. 1. CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS Faculdade de Medicina do ABC Dicas para preservação de potência e continência sem prejudicar o controle oncológico Tibério Moreno de Siqueira Jr Doutor em Urologia, USP Membro Titular da SBU Fellowship em Laparoscopia, Indiana University Coordenador do grupo de Laparoscopia Urológica, HGV, PE
  2. 3. Introdução <ul><li>PRR (técnica de Walsh): </li></ul><ul><ul><li>Forma mais utilizada para tratar o CAp localizado </li></ul></ul><ul><ul><li>Descrição da anatomia dos FVN </li></ul></ul><ul><ul><li>Sobrevida média: 90% em 5 anos de seguimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Elevada morbidade </li></ul></ul><ul><li>Ttos minimamente invasivos: resultados oncológicos e funcionais satisfatórios com menor morbidade </li></ul>Walsh PC. Prostate, 1983 Heinzer H. Urol Int, 1997 Huland H. Eur Urol, 2001 Han M. Urol Clin North Am, 2001
  3. 4. Introdução Histórico <ul><li>Schuessler (1997): Primeira publicação sobre PRL </li></ul><ul><li>Guillonneau (1998/2000): Série inicial de PRLT (28 casos) e descrição da técnica operatória de PRLT </li></ul><ul><li>Bollens (2001): Série inicial de PRLE (42 casos) e descrição da técnica operatória de PRLT </li></ul>Schuessler WW. Urology, 1997 Raboy A. Urology, 1997 Guillonneau B. Presse Med, 1998 Guillonneau B. J Urol, 2000 Bollens R. Eur Urol, 2001
  4. 5. Revisão da Literatura PRLT x PRLE (resultados oncológicos e funcionais) <ul><li>Escore de Gleason: PRLT = PRLE </li></ul><ul><li>Recidiva tumoral: PRLT = PRLE </li></ul><ul><li>Invasão capsular: PRLT = PRLE </li></ul><ul><li>MCP: PRLT = PRLE </li></ul><ul><li>Estadiamento patológico: PRLT = PRLE </li></ul><ul><li>Continência: PRLT = PRLE </li></ul><ul><li>Potência sexual: PRLT = PRLE </li></ul>Eden CG. J Urol, 2004 Erdogru T. Eur Urol, 2004 Ruiz L. Eur Urol, 2004 Cathelineau X. J Urol, 2004 Brown JA. Urology, 2005 Porpiglia F. Urology, 2006
  5. 6. Revisão da Literatura (resultados oncológicos e funcionais) Rassweiler J. J Urol, 2001 Baumert H. J Endourol, 2004 Ferguson GG. Urology, 2005 Skrekas T. J Endourol, 2006 Guillonneau B. J Urol, 2003 Rozet F. J Urol, 2005 Lein M. Eur Urol, 2006 Stolzenburg JU. World J Urol, 2007 12-60 m Até 12 m Tempo de seguimento: 31%-69,8% (> 12 m) 45% (6 m) Potência sexual: 84%-97% (> 12 m) 97% (12 m) Continência: 6.9%-30,7% 6,1%-27,7% MCP: 10% 4%-23% Recorrência bioquímica: pT2-T3 pT2 Estadiamento + comum: ≥ 7 ≤ 7 Gleason: Após a CA Durante a CA Variável
  6. 7. Técnica cirúrgica PRLT Controle dos pedículos e preservação dos FVN
  7. 8. Técnica cirúrgica PRLT Controle dos pedículos e preservação dos FVN
  8. 9. Técnica cirúrgica PRLT Preservação dos FVN
  9. 10. Dicas para preservação de potência e continência sem prejudicar o controle oncológico
  10. 11. <ul><li>Conceito de “ Trifecta ”: </li></ul><ul><ul><li>Controle oncológico obtido às custas de margens cirúrgicas negativas e sobrevida livre de recorrência tumoral, associado com a recuperação total da continência urinária e da função erétil </li></ul></ul>Urology; 66: 83-94, 2005
  11. 12. <ul><li>1746 homens </li></ul><ul><li>PR retropúbica aberta </li></ul><ul><li>CAp localizados </li></ul><ul><li>Conceitos: </li></ul><ul><ul><li>Cura: PSA < 0.2ng/dl </li></ul></ul><ul><ul><li>Continência: 0-1 fraldão (exercício) </li></ul></ul><ul><ul><li>Pontência: Ereção total ou parcial com ou sem sildenafil </li></ul></ul>Urology; 66: 83-94, 2005
  12. 13. <ul><li>f/u médio: 6 anos </li></ul><ul><li>Progressão livre de doença (5, 10, 15 anos): 82%, 77% e 75% </li></ul><ul><li>Aos 2 anos de f/u: 60% estavam continentes, potentes e livres do CAp </li></ul>Urology; 66: 83-94, 2005
  13. 18. <ul><li>USGTR </li></ul><ul><li>Bulldog </li></ul><ul><li>Incisão fria </li></ul><ul><li>Sutura do FVN </li></ul>
  14. 20. Stolzenburg JU et al. Inter- and intrafascial dissection technique of nerve sparing radical prostatectomy. Endoscopic extraperitoneal radical prostatectomy . 1st ed. Berlin:Springer,2007. p. 20-3
  15. 21. Stolzenburg JU et al. Inter- and intrafascial dissection technique of nerve sparing radical prostatectomy. Endoscopic extraperitoneal radical prostatectomy . 1st ed. Berlin:Springer,2007. p. 20-3
  16. 25. <ul><li>Véu de Afrodite: Preservação da fáscia prostática lateral. A incisão é feita ântero-lateralmente à próstata entre a cápsula prostática e a fáscia periprostática </li></ul>
  17. 27. <ul><li>Princípio: Diminuir a inflamação neuromuscular </li></ul><ul><li>Continência pós-op: </li></ul><ul><ul><li>Com e sem resfriamento: 86.8% x 68.6% </li></ul></ul><ul><li>Tempo de retorno da continência: </li></ul><ul><ul><li>Com e sem resfriamento: 39 dias x 59 dias </li></ul></ul>
  18. 28. <ul><li>Sutura do rabdoesfíncter posterior à uretra e da fáscia de Dennonvilliers </li></ul>J.Urol; 180: 1018-1023, 2008
  19. 31. <ul><li>Nguyen et al; Rocco et al. </li></ul><ul><ul><li>A reconstrução do rabdoesfíncter acelera a recuperação da continência </li></ul></ul>
  20. 32. Minha casuística Curto f/u 20 (50%) Potência (com ou sem sildenafil) 5.4 (1-12) 18 (1-55) Follow-up 0.73 (0-3) 0.39 (0-4) Continência (fraldão/dia) 2 (6%) 3 (7.5%) Recorrência bioquímica 5 (15%) 4 (10%) MCP Bilateral- 30 (91%) Unilateral- 2 Não- 1 Bilateral- 20 (50%) Unilateral- 11 Não- 9 Preservação FVN 28 T1c 4 T2a 1 T2b 32 T1c 7 T2a 1 T2b Estad. clínico 7.3 (0.82-22.13) 5.86 (2.0-16.5) PSA pré-op 33 últimos 40 iniciais
  21. 33. Conclusões gerais <ul><li>Trifecta só é possível após larga experiência em PRL </li></ul><ul><li>O tempo médio para se alcançar a Trifecta é de 40-60 meses após a cirurgia </li></ul><ul><li>Não usar nenhum tipo de energia na dissecção póstero-lateral da próstata </li></ul><ul><li>Evitar tração excessiva sobre os FVN e preservá-los sempre que possível </li></ul><ul><li>A reconstrução do rabdoesfíncter é opcional </li></ul>
  22. 34. OBRIGADO

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