Quebradas (aula 09 de abril 2013)

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Quebradas (aula 09 de abril 2013)

  1. 1. Universidade das Quebradas Linguagem e Expressão
  2. 2. Universidade das QuebradasIsso vai dar samba Linguagem e Expressão
  3. 3. Universidade das QuebradasMas “cariocando” há cinco anos aqui, aprendi osentido carnavalesco e percebi que as cores maislindas (pouco percebidas pela tv, mesmoagora, apesar da high definition) estão embaixo dasfantasias, na tez das peles dos cariocas, de todos ostons e nuances, e nos tambores dos corações domorro São Carlos, da Pedra do Sal e de todasas favelas, a mil, num rito orgiástico carnavalizado, enum grito de liberdade aflorado, pelo menos nocarnaval liberado. Tetsuo Linguagem e Expressão
  4. 4. Universidade das QuebradasA melhor informação sobre a origem da palavra samba está na"Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana" (Selo NegroEdições), de Nei Lopes, que diz: "O léxico da língua cócue, do povoquioco, de Angola, registra um verbo samba, com a acepção decabriolar, brincar, divertir-se como cabrito. No quicongo[congolês], vocábulo de igual feição designa uma espécie de dançaem que um dançarino bate contra o peito do outro. E essas duasformas se originam da raiz multilinguísticasemba, rejeitar, separar, remetendo ao movimento físicoproduzido na umbigada, que é a característica principal da dançados povos bantos, na África e na Diáspora". Sérgio Cabral Linguagem e Expressão
  5. 5. Universidade das QuebradasO Carnaval baiano é uma máquina de fazer dinheiro, a cadaano mais gente, empresários e desempregados, tubarões epeixinhos, está trabalhando, vendendo mercadorias eserviços, movimentando milhões. Vendendo alegria. E - aocontrário das escolas de samba, um cartel dominado porchefões da contravenção - a indústria dos trios elétricos éprivada e legal, cada um faz o seu, levanta seuspatrocínios, vende seus abadás e toca o que quiser. E pagaimpostos. Nelson Motta Linguagem e Expressão
  6. 6. Universidade das QuebradasDois gêneros musicais, todos sabem, mantêm laçosindissolúveis com o Carnaval: a marchinha e o samba-enredo. O primeiro parece haver encerrado o seu ciclo, pelomenos o seu ciclo de glórias. Talvez precise ser reinventadoem novo contexto. O segundo tem existência garantidacomo um dos quesitos avaliados nos desfiles das escolas desamba. Por vezes, um ou outro samba-enredo escapa daspistas, ganha o gosto do público mais amplo e entra nahistória da música brasileira. As marchinhas já são parteintegrante dessa história, mas vivem do passado. Luiz Tatit Linguagem e Expressão
  7. 7. Universidade das QuebradasNão existe identidade carioca independente das favelase vice-versa. A cidade tornou-se referência nacional einternacional também em função do pesoarquitetônico, cultural e social dos espaços favelados. Agarantia de riqueza paisagística e pluralidade cultural écentral para o Rio e seu projeto de futuro. Jailson de Souza e Silva Linguagem e Expressão
  8. 8. Universidade das QuebradasUm dos motivos para o tombamento do samba é o seupapel como fator de identidade nacional: nenhum outroritmo brasileiro foi praticado em tal escala e por tantotempo - desde 1917, com o sucesso do samba-maxixe"Pelo telefone". Nesses 90 anos, o samba esteve porcima, por baixo e, agora, começa a ficar por cima denovo. O Brasil soa melhor quando ele é a correnteprincipal da sua música popular. Ruy Castro Linguagem e Expressão

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