Especial Comunhão Relacionamento e Missão

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Leia a edição 6 da Revista MD Leste - Especial Comunhão, Relacionamento e Missão. Conheça os planos e estratégias da Igreja Adventista para a evangelização em 2015 na Bahia e em Sergipe.

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Especial Comunhão Relacionamento e Missão

  1. 1. Emais crescimentodoSemináriodeTeologianoIAENE Lestew w w . m a i s d e s t a q u e . c o m . b r ANO 01 | Nº 06 | OUT/NOV/DEZ | 14
  2. 2. Heron Santana Diretor de Comunicação da ULB @heronsantana divulgação 04PRIORIDADE Pastor Erton Köhler, presidente sul-americano da Igreja Adventista, fala sobre a importância de se buscar a Deus no primeiro momento do dia e os benefícios que esse hábito gera na vida do cristão 10CAPA Comunhão,relacionamentoemissão.EssetripéimpulsionaasaçõesdaIgrejaAdventistadoSétimoDia naBahiaeemSergipe.Aagendadadenominação,em2015,seráampliadaparacumpriressepropósito 3REVISTA MAIS DESTAQUE Diretor Executivo: Marcelo Inácio, MTB 55.665/SP marcelo@seveneditora. com.br | Diretor Comercial: Rafael Sampaio comercial@seveneditora.com.br | Editor de Conteúdo: Heron Santana | Revisão: Vanessa Moraes e Mayra Silva redacao@seveneditora.com.br | Direção de arte e Capa: Rogério Viola Junior arte@seveneditora.com.br | Colaboradores: Geovani Queiroz, Marcos Militão, JairoTorres,FernandoLopes,WeberTomas,CleitonMotta,JoséWilson,Erton Köhler, Monique dos Anjos, Cassio Medeiros e Ivo Vasconcelos. FALE COM A MAIS DESTAQUE (11) 3852-6404| site: www.maisdestaque.com.br | e-mail: contato@ seveneditora.com.br | twitter: @maisdestaque | facebook.com/maisdestaque A Revista Mais Destaque Leste é uma publicação da Seven Editora. “Os textos e opiniões dos autores subscritores dos artigos publicados nesta edição não refletem necessariamente as opiniões dos editores, sendo de integral responsabilidade dos autores eventuais violações de direito de terceiros.” Tiragem: 40.000 exemplares Av. Ipiranga, 1208 - 12º andar - Centro - São Paulo Cep: 01040-000 Definir a primeira hora do dia para a comunhão com Deus por meio da meditação, leitura da Bíblia, estudo da Lição da Escola Sabatina e oração é uma virtude essencial para o progresso na jornada espiritual do cristão. A Igreja defende a comunhão como o primeiro passo dessa jornada, que também inclui o relacionamento e a missão. O relacionamento é a base para desenvolver de laços afetivos, dentro e fora da Igreja, que permitirão o crescimento da comunidade e a consolidação dos novos fiéis. A missão é a execução do plano de Deus de levar o Evangelho ao mundo, algo feito pelos adventistas através de planos variados de ação. Comunhão, Relacionamento e Missão. Essas bandeiras contribuem para uma igreja sólida e forte em seu propósito de evan- gelização. Nos estados da Bahia e de Sergipe, essa realidade se concretiza por todas as formas desenvolvidas pela Igreja. Os irmãos nesse território do Nordeste têm metas crucialmente importantes para cada uma dessas áreas. Para a Comunhão, a meta crucialmente importante é o estudo da Lição da Escola Sabatina. Baianos e sergipanos têm se es- forçado para assinar e estudar a Lição da Escola Sabatina. E, nesta edição da Mais Destaque Leste, você vai conhecer o resultado desse esforço. Na área de Relacionamento, o destaque é o fortalecimento dos Pequenos Grupos. As comunidades que se reúnem nos lares é o principal meio para levar os crentes a uma vida de prática cristã. A atenção dada à Igreja aos Pequenos Grupos le- vam Bahia e Sergipe a se destacarem como um dos principais polos de concentração de Pequenos Grupos no Brasil, uma rede de relacionamento que tem ajudado muitos fiéis a alcançarem o fortalecimento da fé. Por último, a meta crucialmente importante da Missão da Igreja é a campanha Santuários de Esperança, que estimula os irmãos e irmãs a se dedicarem ao plantio de mil novos templos no território desses dois estados nordestinos. Na reportagem especial desta edição, você vai saber como o proje- to tem levado a Igreja a diversificar a missão e o resultado alcançado pelo plantio de Igrejas nos estados da Bahia e de Sergipe. Que Deus abençoe a você e sua família e lhe conceda um 2015 de bênçãos e progresso espiritual. Metascrucialmenteimportantes Leste Editorial EDITORIAL3 DOCUMENTOESPECIAL6 OPINIÃO36 REFLEXÃO38 fIQUEPORDENTRO26 CALENDÁRIO32 Seções ANO 01 | Nº 06 | OUT/NOV/DEZ | 14
  3. 3. C omeçar o dia com Deus significa dar a Ele o primeiro e o melhor tempo, além de passar as 24 horas com a bênção da Sua companhia. E tem mais, este é o momento em que a mente está lúcida e livre para entender, aprender e aplicar as profundas verdades espirituais. São muitos benefícios que só quem experimenta conhece. Essa é a base e também o segredo para uma vida cristã feliz e vitoriosa. Na Divisão Sul-Americana, escritório sede da Igreja Ad- ventista para a América do Sul, estamos trabalhando para le- var cada adventista a experimentar uma vida de discipulado, baseada em três princípios, o CRM: uma vida de Comunhão, buscando a Deus na primeira hora de cada dia; uma experiência de Relacionamento, sendo parte de um Pequeno Grupo; e de compromisso com a Missão, levando pelo menos um amigo a Jesus. A comunhão, na primeira hora do dia, é o ponto de partida para essa experiência. Antes de tudo, é preciso lembrar de que Deus sempre está à disposição para ser buscado e encontrado. Seus braços per- manecem abertos como expressão de amor e aceitação. Mas, uma coisa é buscar o socorro dEle e outra, Sua companhia. O socorro está sempre disponível, mas a companhia precisa ser uma prioridade. Se o dia começa sem esse encontro e não há comunhão profunda, ficamos mais fracos e vulneráveis para enfrentar os desafios que virão e, ao mesmo tempo, mostramos de maneira clara que outras questões têm mais valor para nós. Eu me pergunto se alguém pode ser cristão e não fazer de Cristo uma prioridade. Um carro sem combustível não anda, o corpo sem comida enfraquece, um equipamento eletrônico sem energia não funciona. A comparação é natural, pois o mesmo acontece com alguém que anda sem Deus, pois morre espiritual- mente ou vive um cristianismo infeliz, só de fachada e palavras. Experiência pessoal Cada pessoa pode ter sua própria experiência, encontrando a maneira mais confortável para buscar e ouvir a voz de Deus. Para ilustrar, vou contar a minha. Meu tempo de devoção pes- soal começa de madrugada com um período de oração, onde peço por mim, minha família, pelos desafios que enfrentamos como Igreja e pelo batismo do Espírito Santo. Tenho uma lista de oração que apresento ao Senhor a cada manhã. Ela inclui pessoas, regiões e desafios. Sigo o projeto mundial da Igreja, “Reavivados por sua Palavra” (RPSP). Todos os dias leio e me- dito sobre um capítulo da Bíblia e, consciente da importância do bom uso das redes sociais, vejo o que tantos outros leitores participantes do projeto comentam no Twitter, em relação ao capítulo do dia, e envio mensagens que tentam resumir alguma ideia principal, que teve maior impacto em minha leitura. Leio as Meditações Diárias, estudo a lição da Escola Sabatina e leio os comentários adicionais de Ellen White. Isso me dá uma visão espiritual rica, profunda e proveitosa. Alimenta o meu dia e me coloca bem perto de Deus. Estou ciente da responsabilidade que tenho sobre os meus ombros e reconheço que preciso renovar minha dependência do Senhor. A obra é dEle e sou apenas um instrumento. Por isso, buscar a Deus na primeira hora de cada dia para mim é um hábito, uma necessidade e uma prioridade indispensável e insubstituível. Se não começo o dia de joelhos não vou ter condições de permanecer em pé. Eu não posso desafiar a Igreja a buscar a Deus todas as manhãs, na primeira hora, se eu mesmo não o fizer. Não posso reivindicar um reavivamento e reforma no povo de Deus se eu não me envolver e colocar essa ação como prioridade. Não saio de casa sem buscar a presença, o poder e a vontade de Cristo em minha vida para cada dia. Por Erton Köhler, presidente da Igreja Adventista para a região Sul-Americana 4 REVISTA MAIS DESTAQUE4 REVISTA MAIS DESTAQUE4 REVISTA MAIS DESTAQUE Fiquepordentro 4 REVISTA MAIS DESTAQUE4 REVISTA MAIS DESTAQUE4 REVISTA MAIS DESTAQUE Mensagem O alimento espiritual da manhã é o que dá condições para que você permaneça em pé diante das lutas e frustações que enfrenta todo dia Prioridadediária IMAGENS: CANSTOCKPHOTO
  4. 4. Colégio Vitória da Conquista (77) 3422 - 3726 Escola Jequié (73) 3525 - 8323 Escola Barreiras (77) 3611 - 5835 Escola Itapetinga (77) 3261 - 2329 Colégio Itapetinga (77) 3621 - 9434
  5. 5. Fiquepordentro 6 REVISTA MAIS DESTAQUE6 REVISTA MAIS DESTAQUE6 REVISTA MAIS DESTAQUE Documentoespecial O compromisso da Igreja Adventista em evidenciar a comunhão, o relacionamento e a missão é preparar um povo para a salvação e a vida eterna. Entenda mais sobre isso através do documento “Rumo Ao Lar”, votado no ano passado pela Comissão Diretiva Plenária da Divisão Sul-Americana (DSA). Hoje, mais do que nunca, anelamos chegar ao nosso lar definitivo. Por isso, “um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 121). “Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma re- organização, uma mudança nas ideias e teorias, nos hábitos e práticas” (Eventos Finais, p. 190). Aceitamos o chamado ao reavivamento e reforma bem como o mandado de fazer discípulos, e decidimos viver em “Comunhão, Relacionamento e Missão”. Em comunhão, bus- cando a Deus todos os dias, na primeira hora e de forma con- tínua e permanente. Em relacionamento, fazendo do Pequeno Grupo um estilo de vida que, seguindo o modelo apostólico, fortalece nossos vínculos ao mesmo tempo em que nos per- mite alcançar a outros. E em missão, usando todos os dons e recursos de maneira tal que cada filho de Deus leve, a cada ano, pelo menos uma pessoa a Jesus, ao batismo e à igreja. Reconhecendo nossa necessidade e o chamado divino, a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) na América do Sul convida todos os seus membros a estudarem, com meditação e oração, os seguintes conselhos bíblicos e do Espírito de Profecia: Comunhão O propósito de Deus sempre foi o de estabelecer um vín- culo especial com Seus filhos. Nossos primeiros pais “eram visitados pelos anjos, e concedia-se a eles comunhão com o Criador, sem nenhum véu de separação” (Patriarcas e Pro- fetas, p.50). “Uma lição para todos os tempos: a lição de que a verdadeira felicidade é encontrada, não na satisfação do orgulho e luxo, mas na comunhão com Deus” (Ibid, p. 49). “Certamente nos faria bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus (…), deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais” (O Desejado de Todas as Nações, p. 83). “Consagrai-vos a Deus pela manhã; fazei disto vossa pri- meira tarefa. Seja vossa oração: ‘Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus proje- tos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite rumoao lar Por Divisão Sul-Americana Um chamado ao reavivamento e reforma IMAGENS: CANSTOCKPHOTO
  6. 6. que toda a minha obra se faça em Ti.’ Essa é uma questão diá- ria. Cada manhã consagrai-vos a Deus para esse dia. Submetei a Ele todos os vossos planos, para que se executem ou deixem de se executar, conforme o indique a Sua providência. Assim, dia a dia podereis entregar às mãos de Deus a vossa vida, e assim ela se moldará mais e mais segundo a vida de Cristo” (Caminho a Cristo, p. 70). “Cristo aguarda com grande desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reprodu- zir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus” (Parábolas de Jesus, p. 69). Relacionamento Fomos criados para viver em relacionamento com Deus e com o próximo. Quando nos integramos com amigos e irmãos, passamos a fazer parte de uma vida em comunidade que nos torna mais felizes e mais fortes. Por isso, precisamos forta- lecer nossa relação com Deus, família e igreja, por meio do culto familiar, Pequenos Grupos, observância do sábado e da devolução de dízimos e ofertas. “Escolha o pai um trecho das Escrituras que seja interes- sante e facilmente compreendido; alguns versos serão sufi- cientes para dar uma lição que possa ser estudada e praticada durante todo o dia. Podem-se fazer perguntas. Podem-se fazer declarações interessantes. Ou pode ser apresentado, como ilustração, algum incidente curto e ao ponto. Podem ser can- tadas, pelo menos, algumas estrofes de cânticos animados; e a oração feita deve ser curta e ao ponto. O que dirige a oração não deve orar a respeito de todas as coisas, antes deve expri- mir suas necessidades com palavras simples e louvar a Deus com ações de graças” (Orientação da Criança, p. 522). Os primeiros cristãos viviam em comunidade, cresciam para o alto em comunhão com Deus, para dentro em fé e con- sagração e para fora em serviço e testemunho. “A formação de pequenos grupos como base de esforço cristão, foi-me apresentada por Aquele que não pode errar. […] Mantenham indissolúvel seu laço de união, apegando-se uns aos outros com amor e unidade, animando-se mutuamente para avançar, adquirindo cada qual ânimo e força do auxílio dos outros. Manifestem eles paciência e longanimidade cris- tãs, não proferindo palavras precipitadas, mas empregando o talento da palavra para edificarem-se uns aos outros na mais santa fé” (Testemunhos Seletos, vol. 3, p. 84). Missão “O Espírito do Senhor está sobre Mim, pelo que Me un- giu para evangelizar os pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lucas 4:18, 19). “Longamente tem Deus esperado que o espírito de serviço se apodere de toda a igreja, de maneira que cada um trabalhe para Ele segundo sua habilidade. Quando os membros da igreja de Deus fizerem a obra que lhes é indicada nos neces- sitados campos nacionais e estrangeiros, em cumprimento da comissão evangélica, todo o mundo será logo advertido, e o Senhor Jesus retornará à Terra com poder e grande glória” (Atos dos Apóstolos, p. 111). “A igreja de Cristo na Terra foi organizada para fins missio- nários, e o Senhor deseja ver a igreja inteira idealizando meios pelos quais elevados e humildes, ricos e pobres, possam ouvir a mensagem da verdade” (Serviço Cristão, p. 72). 8 REVISTA MAIS DESTAQUE8 REVISTA MAIS DESTAQUE8 REVISTA MAIS DESTAQUE Documentoespecial http://ministeriodamulher. s3.amazonaws.com/materiais/2014/ oracao-jejum/Rumo-ao-lar.pdf Para ler o documento na íntegra, acesse : IMAGENS: CANSTOCKPHOTO
  7. 7. Viajaréenxergaravidaporoutraperspectiva,assimcomoesteanúncio. Conferência Geral TerraSanta JANEIRO2015JULHO2015 IMERSÃONAHISTÓRIA PACOTEECONÔMICODIVERSÃOCOMAFAMÍLIA COSTAOESTE www.advirturismo.com.br (11)3120-7855 com FernandoFrancisco esiloéalmeida CONFERÊNCIAGERAL, CHICAGO,WASHINGTON ENOVAYORK CONFERÊNCIAGERAL, AUSTINEDALLAS CRUZEIROPELASBAHAMAS, MIAMI,DISNEYE CONFERÊNCIAGERAL CONFERÊNCIAGERAL, LASVEGAS,GRANDCANYON ECALIFORNIA viajeconosco! pacotesdeviagem
  8. 8. 10 REVISTA MAIS DESTAQUE Capa C om discípulos cheios de poder, o cristianismo surgiu disposto a levar adiante os ensinos propagados por Jesus Cristo. A expressão central dessa mensagem pode ser entendida pela orientação de Cristo para seus segui- dores, propondo fazer discípulos em todas as nações (Mateus 28:18-20). O discipulado é traduzido por meio de ações, como ir, batizar e ensinar. O entendimento da Igreja Adventista é de que a determina- ção de fazer discípulos deve acontecer em clima de “comunhão, relacionamento e missão”. A comunhão é a busca diária de Deus permanentemente, na primeira hora de cada dia. O rela- cionamento é uma sugestão para o fortalecimento de vínculos na comunidade cristã, algo essencial no estilo de vida apos- tólico durante o florescimento da igreja primitiva. A missão é interpretada como o uso de todos os dons e recursos usados pelos fiéis para levar pessoas a Deus, por meio do batismo, e transformá-las em discípulos para prosseguir com esse estilo de vida cristã. Nos dias 17 a 20 de agosto, a União Leste Brasileira (ULB), sede da Igreja Adventista para os Estados da Bahia e de Sergipe, definiu, durante concílio ministerial, ampliar a agenda em favor da comunhão, do relacionamento e da missão em 2015, como uma prioridade dos fiéis desse território brasileiro. O lema “Bahia e Sergipe têm pressa de ver Jesus voltar”, de baianos e sergipanos, traduz o senso de urgência para cumprir esse A Igreja Adventista na Bahia e em Sergipe ampliará a agenda para fazer discípulos por meio da comunhão, relacionamento e missão Nossas Bandeiras em 2015 Por Heron Santana
  9. 9. 11REVISTA MAIS DESTAQUE
  10. 10. 12 REVISTA MAIS DESTAQUE ILUSTRAÇÃO: ARTE SEVEN Capa Líderes recebem bandeiras com compromissos da Comunhão, Relacionamento e Missão Pastor Erton Köhler marcou presença no encontro propósito. Com menos de dois anos de existência, a União Les- te Brasileira tem se esforçado para motivar a Igreja a levar a mensagem a todos os cantos desses dois estados nordestinos, por meio de projetos como Santuários de Esperança (plantio de mil igrejas em cinco anos) e Mutirão da Lição (campanha em favor da assinatura e do estudo diário da Lição da Escola Saba- tina). “O nosso sonho é ver Jesus voltar, e para isso não estamos medindo esforços e clamando pela consagração e empenho de todos os nossos líderes e fiéis”, disse o pastor Geovani Queiroz, presidente da Igreja Adventista para Bahia e Sergipe. Durante o concílio, os líderes adventistas fizeram uso de bandeiras em três cores para ajudar na lembrança desse plano de ação. A bandeira azul se referia à comunhão, a verde repre- sentou o relacionamento, enquanto a cor laranja aludia aos objetivos da missão. A equipe da Revista Mais Destaque Leste apresenta, nas páginas a seguir, a agenda da Igreja com base nesses três pilares. O texto é resultado da investigação sobre LiçãodaEscolaSabatina, PequenosGrupose SantuáriosdeEsperança sãoasmetascrucialmente importantesdaULB a ata do concílio ministerial, as definições de líderes sobre os rumos da Igreja em nossa região e o texto do documento “Rumo ao Lar”, que convoca os fiéis para buscar o reavivamento e a reforma em favor do progresso individual da vida cristã e o reforço ao discipulado. Ao ler esta reportagem, você entenderá os planos da Igreja para a Bahia e o Sergipe. Será o momento de se dedicar à ora- ção, ao estudo da Bíblia e ao empenho pessoal, para que Deus abençoe a Igreja por meio das ações de cada um de nós.
  11. 11. 14 REVISTA MAIS DESTAQUE Capa comunhão A os 80 anos de idade, o senhor Alfredo, um modesto fabricante de vassouras no subúrbio de Araci, mu- nicípio de 55 mil habitantes, a 211 km de Salvador, resume seu sentimento sobre o estudo da Lição da Escola Sabatina: “Para mim, a Escola Sabatina é vida”, disse. Ele está vivendo um drama de saúde. Vítima de diabetes, Alfredo está gradativamente perdendo a visão. O olho direito já está totalmente comprometido, e ele enxerga pouco com o olho esquerdo. Mesmo assim, ele continua seguindo uma rotina que inclui a produção de vassouras e o estudo da Bíblia e da Lição da Escola Sabatina. Mesmo sem enxergar direito, Alfredo continua assinando a Lição e motivando seus familiares a estudarem esse instrumento de apoio para a compreensão da Bíblia. “A história de Alfredo é uma história que nos inspira e que também convida a uma reflexão sobre nosso compromisso com a comunhão cristã”, disse o pastor Osmar Borges, líder de Escola Sabatina para a Bahia e o Sergipe. Na agenda da comunhão, a principal contribuição da ULB é com o estudo da Lição da Escola Sabatina. O Projeto Maná, que define uma data para a mobiliza- ção da Igreja em favor da assinatura desse material, vem sendo planejado de modo estratégico por baianos e sergipanos. No ano passado, um esforço de promoção, que incluiu visita a fiéis e uma transmissão online, chamada “Mutirão da Lição”, resul- tou na assinatura de 26 mil Lições da Escola Sabatina. “Foi um resultado histórico, já que, até então, oito estados do Nordeste haviam alcançado apenas 14 mil assinaturas”, declarou o pastor Geovani Queiroz. O empenho de 2013 animou ainda mais o projeto para 2014. Líderes ampliaram os esforços de promoção para uma meta histórica: motivar os irmãos da Bahia e de Sergipe para realizarem 50 mil assinaturas de Lição da Escola Sabatina. A estratégia incluiu uma iniciativa de solidariedade, com a disseminação de uma campanha em favor de assinaturas soli- dárias, ajudando fiéis que não tinham recursos para assinar a lição. Uma campanha de comunicação envolveu redes sociais e interação com as igrejas. No dia 24 de agosto, o Mutirão da Lição Online transmitiu uma programação das 8h às 17h, com mensagens e apelo para as assinaturas, e o resultado da cam- panha nas sedes administrativas sendo divulgado em tempo real. Tamanho esforço levou a Igreja na Bahia e Sergipe à marca histórica de 51 mil assinaturas de Lição da Escola Sabatina. “O que parecia loucura, se tornou em realidade, para honra e glória de Deus”, disse o pastor Osmar Borges, líder de Escola Sabatina para a Bahia e Sergipe. Agora, a meta é desafiar os fiéis que assinaram a lição, a fim de dedicarem tempo diário para o guia de estudo da Bíblia. Por esse motivo, a meta do Mutirão da Lição em 2015 será de 77 mil assinaturas. “É a forma que encontramos de lembrar nossos irmãos e irmãs a estudarem a Bíblia e a Lição da Escola Sabatina durante os sete dias da semana”, disse o pastor Geovani Queiroz. A campanha em favor da ampliação das assinaturas e do estudo diário da Lição, no entanto, embora seja a prioridade da ULB para a comunhão, não é o único item dessa agenda. Uma das ações que mobilizará a Igreja é a campanha pelos 10 Dias de Oração e Jejum, desenvolvida pelo Ministério da Mulher. Em 2015, a ação acontecerá nos dias 21 a 28 de fevereiro e contará com o apoio do Ministério de Mordomia Cristã, que realizará, nesse período, a semana de oração especial. A parceria entre os dois ministérios vai desenvolver materiais com planos de inspirar a Igreja para a devoção pessoal. Ainda como reforço para a fidelidade cristã, será lançado a 5ª versão do Seminário de Enriquecimento Espiritual (SEE V), com o tema “Comunhão e Profecia”. Uma das propostas apresentadas durante o concílio de agosto foi a preparação das Equipes Distritais de Mordomia (EDMs) para a promoção do SEE V. “Propomos que a atividade das EDMs em 2015 seja direcionada para a apresentação do SEE V em cada igreja de nossas associações e missões, e que em cada região aconteça um encontro no 1º trimestre de 2015 para que as EDMs se- jam treinadas para a apresentação do SEE V em cada igreja”, disse o pastor Josanan Júnior, líder de Mordomia Cristã para a Bahia e o Sergipe.
  12. 12. Jornadas espirituais 1 Lincar a jornada com os PGs 2 Ao longo da jornada, incentivar o hábito da comunhão 3 Usar as redes sociais para ensinar os princípios bíblicos da comunhão 4 EDM lançar a jornada espiritual nas igrejas locais 10 Dias de oração e 10 horas de jejum 1 Estabelecer e divulgar através das redes sociais e outros meios virtuais períodos fixos de oração, como por exemplo “Orar às 10 horas da manhã, durante 10 dias, por 10 minutos”. Pode-se criar um aplicativo para lembrar os momentos de oração como se faz no “Reavivados por Sua Palavra”. 2 Estimular as tendas de oração nas comunidades. Confeccionar camisas com a frase “Posso orar por você? ” 3 Incentivar uma grande concentração em lugares estratégicos, convidando toda a comunidade e autoridades para se unirem num movimento de oração pela cidade. 4Estabelecer motivos específicos de oração para cada dia ao longo dos 10 dias. 5 Desafiar os membros a visitarem e orarem por grupos específicos, como doentes e autoridades 6 Desafiar a Igreja para que ao longo dos dez dias pratique as oito leis de saúde, como por exemplo, fazer cultos matutinos, programar uma caminhada ou desejum. 7 Criar uma página sobre o movimento de oração na internet. 8 Envolver todos os ministérios da Igreja na divulgação do movimento. Líderes celebram a meta alcançada: 51 mil assinaturas de Lição da Escola Sabatina na Bahia e em Sergipe 15REVISTA MAIS DESTAQUE 1 Estabelecer um Coordenador Distrital da E.S. 2Criar incentivos para o estudo da lição em uma página no facebook 3 Dedicar tempo aos programas oficiais para estudo da lição, semelhante ao que é feito com o “Reavivados por Sua Palavra” 4Treinar os professores (apresentar o foco da E.S.) 5Fazer uma pesquisa para identificar os motivos e fatores que levam, ou não, os membros a estudarem a lição 6Motivar o estudo diário através das seguintes ações: a) Revitalização do programa da E.S. b) Capacitação dos professores e revitalização da Classe deles c) Promoção da integração do PG e UA d) Revitalização da E.S. (filial e extensão) 7 Treinamento trimestral para professores 8 DVD trimestral com comentários e métodos de ensino 9Cadastrar professores e diretores da E.S. 10Implantar coordenadores distritais para E.S. 11 Ter a hashtag da E.S. divulgada em todos os materiais 12 Escalar as classes da E.S. para assumir a dinâmica da Classe dos Professores Realizar 77 mil assinaturas da lição da escola sabatina Outras metas da escola sabatina: Metas crucialmente importantes
  13. 13. A cada instante, a Associação Bahia Central (ABaC) busca enfatizar ações e valores que despertam em cada membro/discípulo a necessidade de uma vida mais dedicada à comunhão, relacionamento e mis- são, com o intuito de avançar para alcançar o ideal de Deus para Sua Igreja. Quando Jesus delegou a responsabilidade aos Seus discí- pulos através da Grande Comissão, também destacou que sem comunhão seria impossível cumpri-la. A comunhão é a por- ta de entrada às ações que enfatizam os relacionamentos e o cumprimento da missão. Como Associação, temos destacado essas três ações básicas como imprescindíveis para a Igreja crescer e realizar suas ações locais. Incentivamos o estudo da Bíblia e da lição da Escola Sabatina, bem como a realização da jornada espiritual, com a intenção de desenvolver uma vida de comunhão com Deus, além de motivar cada um a viver em comunidade e missão. Os relacionamentos interpessoais precisam ser construí- dos e mantidos, e o Pequeno Grupo proporciona o ambiente ideal tanto para o fortalecimento dos relacionamentos com base na amizade, confiança e compromisso quanto para o de- senvolvimento dos dons e habilidades que cada um possui, os quais são indispensáveis para o cumprimento da missão de Cristo. Com essas ênfases em destaque, a missão, além de ser uma realidade na vida de cada membro/discípulo, também é cumprida através de ações simples, relevantes e que marcam tanto a vida de quem executa quanto a de quem é alcançado. “Prosseguindo com Esperança”. É assim que a ABaC tem despertado cada membro/discípulo para não desperdiçar uma oportunidade sequer ao investir tempo na comunhão, nos relacionamentos e na missão. É nossa meta possuir líde- res que tenham paixão pela igreja, pureza de propósito, pen- samento e intenções, que se envolvam e promovam a unidade da Igreja, que tenham foco definido para continuar no cami- nho certo. Em suma, a ABaC busca fazer discípulos por meio da comunhão, relacionamento e missão. A ABaC buscou preparar um povo que estude mais a Bíblia e a Lição Espiritualidadeeficaz Por Weber Thomas, pastor e presidente da Associação Bahia Central (ABaC) Acomunhãoéaportadeentradaàs açõesqueenfatizamosrelacionamentos eocumprimentodamissão 16 REVISTA MAIS DESTAQUE Capa
  14. 14. E m Êxodo 16:1-15 encontramos o relato de como o Se- nhor sustentou Seu povo com o maná durante qua- renta anos de peregrinação pelo deserto. A palavra “maná” vem do hebraico “man” e se refere a uma sei- va produzida quando um tipo de inseto chupa do tamarisco de maná no deserto do Sinai durante a estação chuvosa; esta sei- va cai no chão em forma de esferas pequenas e muito doces. O significado se confirma na expressão de surpresa do povo: ‘MAN HÛ’ - “O que é isto?”, ou “Que maná é esse?”; já esse vi- nha do céu e era diferente. O maná era enviado diariamente e não podia ser armaze- nado para outro dia. Não caía aos sábados; por isso a porção das sextas-feiras era dobrada. Deus queria que os israelitas dependessem totalmente da provisão divina para seu susten- to a cada dia. Ao fazer uma releitura de Deuteronômio 8:3, em Mateus 4: 4, Jesus diz que o maná é a Palavra de Deus: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. O maná, portanto, é um tipo da Palavra de Deus. É o alimento que vem do céu para o sustento diário do Seu povo. Mas, no sentido pleno, o maná representava o próprio Cristo, o “Pão da Vida”, o “Pão que desceu do Céu” (João 6: 48-51). Apocalipse 2:17 faz menção do “maná escondido”, que está reservado aos vencedores. Além do sentido escatológi- co, ele tem um significado para nós hoje: “O Maná Escondido”, alimento celestial que sustentou o povo de Deus ao longo da jornada do deserto (Êxodo 16:16-35), deveria ser visto como um símbolo emblemático do alimento espiritual que Deus quer alimentar diariamente Seu povo nesta longa jornada da vida. “Cristo não somente nos revelou a doutrina da expiação, apresentando a esperança da vida eterna, mas Suas palavras são o maná do Céu para alimento da alma, a fim de que esta receba forças espirituais.” (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 422). O maná não estava simplesmente guarda- do na arca da aliança, estava escondido. Uma olhada superfi- cial não era suficiente para ver o maná. Era preciso um exame mais cuidadoso, abrindo a arca para examinar seu conteúdo. Assim deve ser nossa experiência com Cristo e Sua Palavra. “Nem só de pão viverá o homem... (Mateus 4:4) Omanáescondido Por Fernando Lopes de Melo, pastor e presidente da Associação Bahia Sul (ABS) “Amenteéafetada grandementeporaquilo dequesealimenta” Omanánãoestavasimplesmenteguardadona arcadaaliança,estavaescondido.Umaolhada superficialnãoerasuficienteparaveromaná Nela estão os tesouros espirituais. Não basta um estudo e pes- quisa profundos, é preciso a assessoria do Espírito Santo. O maná não era um alimento prontinho. Ele tinha que ser preparado, moído, assado, cozido. A cada manhã devemos re- colher e preparar nosso maná. Peguemos o produto básico, a Palavra do Senhor, e o temperemos com a meditação matinal, livros do Espírito de Profecia e a Lição da Escola Sabatina. Na realidade, a Lição reúne esses ingredientes. Ela tem sido um alimento de unidade e sustentação doutrinária da igreja, for- talecimento individual na experiência cristã e consolidação da identidade do povo adventista. A Lição é um maná preparado. “A mente é afetada grandemente por aquilo de que se ali- menta” (Mente, Caráter e Personalidade 1, p. 110). 17REVISTA MAIS DESTAQUE
  15. 15. relacionamento Bíblia dos Pequenos Grupos O objetivo será promover aquisição da Bíblia de Pequenos Grupos (PGs) produzida pela Editora Palavra, para uso no território da União Leste Brasileira (ULB). Serão dez mil Bíblias do valor de R$ 132,00 a um preço promocional de R$ 50,00. A Bíblia dos PGs terá, junto com as Escrituras Sagradas, as lições de estudo em Pequenos Grupos. Nas reuniões do Concílio de Administradores e Departamentais ficou definido que, em 2015, as lições dos PGs continuarão sendo distribuídas como são hoje em dia, mas com a divulgação da Bíblia do PG. Celebração dos Pequenos Grupos Outro item votado foi a aprovação de apoio para a realização da celebração de Pequenos Grupos nas Associações e Missões, que receberão maior atenção em 2015. 18 REVISTA MAIS DESTAQUE Capa agenda para 2015 A principal contribuição da União Leste Brasileira (ULB) para a agenda do Relacionamento são os Pequenos Grupos, que, somados, resultam em 14 mil só nos estados da Bahia e de Sergipe, segundo dados da Divisão Sul-Americana. Em todo o Brasil, neste território existe a maior proporção de Pequenos Grupos por número de fiéis. “Entendemos que os Pequenos Grupos são o espaço onde os fiéis podem se conhecer melhor, ter um relacionamento mais efetivo entre eles e também com a comunidade e, desse modo, contribuir para o crescimento espiritual das pessoas”, disse o pastor Osmar Borges. Uma das pautas para a expansão dos Pequenos Grupos é o esforço para que os líderes participem dessa iniciativa. Para isso, a sede administrativa da Igreja para Bahia e Sergipe tem procurado dar prioridade ao PGP – Pequenos Grupos de Pastores. É a chance para que líderes da Igreja percebam a importância desse estilo de vida para o crescimento espiritual dos fiéis e mobilização da Igreja para o cumprimento da missão. Para 2015, uma das novidades será a Bíblia dos Pequenos Grupos. Pelo menos 50 mil exemplares serão produzidos, a um custo acessível para os participantes. O valor, que é de R$ 132, será subsidiado para ter custo final para o fiel de R$ 60. A Bíblia de Pequenos Grupos trará, junto com o texto das Escrituras Sagradas, as lições e materiais que poderão ser usados nas dinâmicas das reuniões nos lares. “A Bíblia dos Pequenos Grupos substituirá as lições que são usadas nesses encontros, uma vez que esse material estará, definitivamente, junto com a Bíblia”, disse Borges.
  16. 16. 19REVISTA MAIS DESTAQUE PGPs 1 Fortalecer os Pequenos Grupos para Pastores (PGPs) 2 Realizar a reunião dos PGPs fora do escritório do Campo. 3 Não ter agenda de trabalho durante o momento da reunião do PGP (cerca de uma hora e meia). 4 O Campo deve fazer uma provisão financeira para o deslocamento dos pastores que estão em lugares distantes. Igreja Acolhedora 1 Conscientizar os membros de que “igreja acolhedora” é responsabilidade de todos nós e não apenas do Ministério da Mulher. Isso pode ser feito através da ação pastoral nas comissões, reuniões administrativas, entre outros momentos 2 Criar pequenos vídeos (spots) para serem usados em momentos estratégicos, mostrando a importância de a igreja ser mais acolhedora. Outras metas para os Pequenos Grupos: 1 Falar mais sobre a vida em comunidade nas igrejas 2Os PGs devem apoiar a Escola Sabatina 3 Fortalecer o projeto G148 para envolver os jovens 4Promover as celebrações de PGs nas igrejas 5 Fortalecer os Pequenos Grupos 6Estimular pastores distritais a participarem de um PG em seu distrito, juntamente com sua família. Os administradores e departamentais devem, semelhantemente, participar de um PG e visitar aqueles do distrito que estiverem visitando. 7 Permitir os PGs por afinidades 8Utilizar protótipos como meio de formar e discipular novos líderes. Ter conteúdo prático e não apenas teórico para as pessoas 8 Flexibilizar dias e horários para funcionamento dos PGs 9 As EDMIPES devem ajudar no fortalecimento do PG através de bons treinamentos e bons testemunhos nas igrejas 10 Realizar um mutirão de visitação dos membros envolvidos nos PGs aos que ainda são resistentes ao evangelho Joelma do Vale, líder do Ministério da Mulher, promove projeto de recepção promover a bíblia dos pgs para todas as associações e missões da ulb Metas crucialmente importantes
  17. 17. 20 REVISTA MAIS DESTAQUE Capa O sucesso de qualquer relacionamento está ligado à amizade. Ser amigo e ter amigos compõem uma das relações interpessoais mais comuns que podemos usufruir na vida. Quanto maior o grau de amizade e os vínculos que unem determinado grupo de pessoas, maio- res são as possibilidades de relacionamentos duradouros. Na Igreja não é diferente. Os Pequenos Grupos existem para for- talecer o relacionamento de amizade entre membros e ami- gos da Igreja Adventista. Neles estão a base do nosso êxito e o crescimento como Igreja e indivíduo. O Pequeno Grupo (PG), muitas vezes, é a porta de entrada de um amigo que não co- nheceria a Bíblia de outra forma. Só em Salvador, são mais de dois mil lares abertos para tal finalidade. Os adolescentes Taís Queiroz e Mateus Mesquita entenderam bem essa missão. Numa campanha de evangelis- mo público, eles encontraram a oportunidade de fazer algo a mais pelos juvenis e adolescentes do bairro onde vivem. “Eu disse à Taís que precisávamos fazer um Pequeno Gru- po porque sentia tristeza em saber que não veria mais aque- les amigos depois que a campanha acabasse”, lembra Mateus. Taís se propôs a pedir a casa dos pais emprestada, em São Cristovão, e a partir daquele momento um Pequeno Grupo de adolescentes e juvenis foi formado. Para Irani Rodrigues, mãe de Taís, o pedido não foi nada de outro mundo. Muito pelo contrário, ela percebeu na atitude da filha um grande potencial para ajudar na pregação do evangelho. “Sempre fo- mos bastante acolhedores e acho a ideia fantástica. Saber que os meninos estão em um PG no início de cada sábado é uma grande bênção para mim”, enfatiza. O Pequeno Grupo, na verdade, transformou-se em uma “mini campanha de evangelismo”. Mais de 30 membros par- ticipam semanalmente das atividades. O apoio do ancião da igreja e dos pais de Taís tem sido fundamental para o êxito do programa proposto. Durante os encontros, é proibido utilizar celular. A aten- ção deve ser dirigida somente ao estudo da Bíblia. “No início foi muito difícil ter a atenção deles, pois queriam conversar e usar celular na hora do estudo. Foi preciso muita paciência para liderá-los”, diz Taís, líder do PG. Erika Gleiciane é integrante do Pequeno Grupo e decidiu demostrar publicamente que aceitou Jesus como seu Guia e melhor Amigo por meio do batismo. “Sinto-me muito feliz em ter amigos que compartilharam comigo o que sabiam sobre Jesus. Quero ajudá-los nessa missão”, propõe Erika. “A fé é nossa aliada. Foi o que mais usamos no início e o que temos usado com o passar do tempo. Queríamos ter um PG e isso se concretizou. Temos nos unido cada dia mais para que ele permaneça e mude a história de muitos juvenis e adoles- Pequenos Grupos fortalecem relacionamentos solidificados pela amizade Basedoêxitoecrescimento Por José Wilson, pastor e presidente da Associação Bahia (AB) centes”, conclui Mateus. Taís e Mateus são apenas um exemplo do que Deus tem feito por meio do relacionamento fortalecido nos Pequenos Grupos na Bahia e em Sergipe. Inúmeras histórias podem ser contadas com base nos re- lacionamentos que formamos e nos dedicamos a preservar. Deus chama você para que, de forma destemida, relacione-se social e espiritualmente com todas as pessoas à sua volta. Vi- venciar relacionamentos saudáveis através do Pequeno Gru- po, certamente, manterá cada membro em constante desen- volvimento como discípulo dAquele que em breve virá para nos buscar. OPequenoGrupo, muitasvezes,éaporta deentradadeumamigo quenãoconheceriaa Bíbliadeoutraforma
  18. 18. N ós estamos muito felizes pelo avanço que Deus tem proporcionado para a sua Igreja no estado de Sergi- pe. Os milagres que têm acontecido no estado mos- tram que estamos prosseguindo firmes no propósito de uma igreja simples, que cresce saudável. Uma igreja intencional tem uma característica marcante: al- tamente focada em pessoas e na execução, por ser esta a sua característica principal: a busca para redefinir suas atividades e ações. Que todos os envolvidos no crescimento da igreja, direta e indiretamente, invistam o seu tempo, habilidades e recursos no que é crucialmente importante. Esse tipo de igreja aproveita toda e qualquer oportunidade para fazer o que precisa ser feito, só que passando pelo crivo da intencionalidade: fazer por uma razão e para um propósito. Todos os líderes devem se concentrar no crescimento integral das igrejas Razãoepropósito Por Marcos Militão, pastor e presidente da Missão Sergipe (MSe) 21REVISTA MAIS DESTAQUE Sabemos que a maioria das igrejas adventistas, por ter os seus departamentos e ministérios liderados por membros vo- luntários, acaba estimulando inconscientemente práticas e ações isoladas umas das outras. Geralmente cada líder de de- partamento sente-se na obrigação de criar, inovar e oferecer à sua congregação um “pacote” anual de atividades e ações. Mas, desconectadas e desintegradas, ao invés de favorecer o cres- cimento integral e relevância da igreja como um todo, podem ter um fim em si mesmas. Por meio da Comunhão, do Rela- cionamento e da Missão, nós queremos mais conectividade e convergência dos departamentos e ministérios, bem como ter todos os líderes e membros engajados no mesmo “como”, a fim de alcançar o mesmo “o que”. Estamos dedicando nossos esforços para essa direção e em busca de uma igreja inspirada a buscar a Deus nas primeiras horas da manhã, por meio da devoção ao estudo da Bíblia, me- ditação e estudo da Lição da Escola Sabatina. Sonhamos com uma igreja onde o relacionamento é saudável e as pessoas cres- cem espiritualmente na convivência que inspira a atos de com- paixão e ao exercício da vida cristã. Ansiamos por uma igreja empenhada na missão, usando todos os recursos para levar a outras pessoas a mensagem de esperança. Nosso desejo é que todos os nossos líderes, engajados direta ou indiretamente no processo de crescimento integral da igreja, compartilhem des- se anseio. Nossa esperança é que todos os que de alguma forma trabalham o discipulado bíblico e a gestão da igreja local, prin- cipalmente pastores e líderes de departamentos e ministérios, concentrem esforços nessa direção. Ansiamosporumaigreja empenhadanamissão, usandotodososrecursos paralevaraoutraspessoas amensagemdeesperança
  19. 19. 22 REVISTA MAIS DESTAQUE22 REVISTA MAIS DESTAQUE Capa Missão O projeto Santuários de Esperança é a grande contribuição da Igreja Adventista na Bahia e em Sergipe para a agenda da missão adventista em toda a América do Sul. O projeto de plantio de igrejas, que pretende levantar mil novos templos em cinco anos, está em execução e já tem alterado a presença adventista em lugares que, sem a campanha, dificilmente teriam uma igreja. Até agosto de 2014, houve o plantio de cerca de 170 novas igrejas pelo Santuários de Esperança. Em seu primeiro ano de execução, o projeto realizou o plantio de mais de 200 igrejas nas cidades da Bahia e de Sergipe e, neste ano, manteve a expansão e acrescentou ao plantio dos templos a expansão de vários ministérios. Um deles é o Clube de Desbravadores. Com os santuários, os desbravadores viram o crescimento do projeto Clubes de Esperança, que orienta os novos templos a fundarem um clube assim que a Igreja é organizada. “Pessoas estão sendo salvas para o Reino de Deus graças ao plantio dessas igrejas e ao trabalho dos grupos pioneiros, que saem das congregações que frequentam para adotar esses novos templos e realizar o discipulado com os novos fiéis”, afirmou o pastor Queiroz, enfatizando o trabalho de voluntários que saíram de suas igrejas para ajudar na organização e liderança dos novos templos. Além dos grupos pioneiros e da mobilização das organizações da Igreja – união, associações e missões – um dos projetos para viabilizar o plantio dessas igrejas é o Dia da Oferta de Sacrifício. No dia 11 de abril de 2015, todos os irmãos baianos e sergipanos serão motivados a doarem uma oferta especial para ajudar no plantio dessas novas congregações. No ano passado, essa campanha levantou fundos de mais de R$ 3 milhões, usados para aquisição de terrenos e construção de novos templos na Bahia e em Sergipe.
  20. 20. 23REVISTA MAIS DESTAQUE outras metas: 1 Criar em cada distrito a “CODEPE” (Comissão Distrital de Evangelismo e Plano de Igreja) para cuidar dos assuntos relacionados ao Santuário de Esperança. Atribuições: levantamento de fundos, definição e treinamento do núcleo básico da nova igreja, plano de ação para construção, entre outras. Composição: representante(s) de cada igreja do distrito e o pastor Distrital atua como conselheiro. 2 O Campo pode estabelecer uma semana ou mais para a inauguração dos Santuários de Esperança ao longo do ano. Colocar um ônibus à disposição de um distrito ou região para que os anciãos, líderes e membros possam participar da cerimônia de inauguração. 3Nos sábados que antecedem o dia da oferta especial, colocar à disposição da igreja vídeos promocionais com as melhores e mais impactantes histórias relacionadas aos Santuários de Esperança em toda a ULB. 4 Em todo o material da igreja, pôr fotos do Santuário de Esperança. 5 Produzir um vídeo mensal no formato Provai e Vede, relacionado ao projeto Santuários de Esperança, totalizando 12 vídeos ao ano. 6 Estimular as EDMS para promover o projeto através de relatórios nas igrejas e encontros distritais 7 Descentralizar grandes eventos e realizar encontros nos distritos, promovendo ofertas para os Santuários de Esperança. 8 Produzir seminários simples e práticos sobre o plantio de igrejas. 9 Transmitir a visão do Santuários de Esperança em treinamento específico à equipe pioneira de plantio de igrejas no distrito. 10 Capacitação do “Núcleo Pioneiro” 11 Produzir guia com orientações sobre o projeto no formato Kit dos Desbravadores ou “telecurso” 12 Estimular o pastor do distrito a realizar o protótipo do PG com o núcleo de pioneiros do Santuários de Esperança. 13 Mobilizar coordenadores de PGPs para acompanhar o Santuário de Esperança 14 Aperfeiçoar o material que já existe (filosofia Santuário de Esperança) Até julho do ano passado, mais de 370 igrejas foram implantadas Geral 1 Simplificar as estratégias 2Fortalecer ministérios com dons 3 Apoiar os projetos diferenciados (Evangelismo das tribos urbanas) 4 Ter mais ações sociais nas igrejas Livro Missionário 1 Ampliar distribuição do livro missionário de 2015 às academias de saúde, clínicas particulares e consultórios odontológicos. Disponibilizar imagem da campanha do livro para que tais entidades preparem um banner e o promovam. Estudar um jeito de ter o endereço das pessoas para futuros contatos 2Divulgar a TV Novo Tempo 3Fortalecer a distribuição dos livros por meio de testemunhos produzidos pela ULB e que sejam utilizados nos eventos dos Campos 4 Integrar a distribuição dos livros com as feiras de saúde nos distritos prosseguir com o plantio de mil santuÁrios de esperança e com a campanha dia da oferta do sacrifício Metas crucialmente importantes
  21. 21. Antes do crescimento saudável, a igreja passa por um esforço espiritual E u quero deixar um abraço para os 25 mil membros da Missão Bahia Norte. É muito bom ver esse povo envolvido, participando dos projetos da Igreja. De forma específica, a nossa Igreja no território da Divi- são Sul-Americana está dando ênfase à comunhão, ao relacio- namento e à missão. Nosso sonho é ver um campo muito forte no primeiro item, que é a comunhão, porque o povo começa a orar, começa a se dedicar, começa a fazer a jornada espiritual. E bem sabemos o quanto isto é importante para nosso forta- lecimento na fé. O segundo ponto é o relacionamento, e com certeza nós estamos vendo a Missão Bahia Norte crescendo cada vez mais em números de pequenos grupos. Mas não somente os peque- nos grupos. Nós estamos crescendo na consciência do papel de uma Igreja Mais Acolhedora, assim vemos uma igreja que se envolve, que participa, que vê a Deus, em primeiro lugar, mas está atenta ao próximo também. O terceiro ponto é a missão. Nós estamos cada vez mais dando forte ênfase a esta agenda da Igreja. Quando alguém chega para mim e pergunta: “Como está a Missão Bahia Nor- te?”, então eu respondo: Nós estamos cumprindo a missão. Estamos trabalhando com forte ênfase para que cada distrito pastoral tenham 100 duplas missionárias. Nós estamos cons- tantemente desafiando cada distrito a ter alvo de estudos bí- blicos, e a meta é ver cada distrito trabalhando com o alvo de 1 mil estudos bíblicos realizados por cada distrito pastoral. Mas a ênfase da Missão Bahia Norte é a construção de igre- jas, por meio do projeto Santuários de Esperança. Porque, com uma nova igreja, nós teremos uma nova liderança, nós vemos nossos irmãos e irmãs envolvidos com a missão e assistimos a um poderoso crescimento da Igreja. Só neste ano de 2014 nós plantamos 24 santuários de esperança. Mas nosso alvo é 30 – queremos alcançar um santuário por distrito até o final da campanha. Se queremos ver a Igreja avançar, temos que plan- tar igrejas. Na Missão Bahia Norte, temos um grito de guerra: Bahia Norte, Bahia forte. Mas não deixo parar por aí. A igreja precisa refletir: forte em quê? Forte na comunhão, no relacio- namento e na missão. Estamoscumprindoamissão Por Cleiton Motta, pastor e presidente da Missão Bahia Norte 24 REVISTA MAIS DESTAQUE Capa
  22. 22. 25REVISTA MAIS DESTAQUE A Missão Bahia Sudoeste (MBS) está totalmente com- prometida com a declaração “Fazer discípulos atra- vés da Comunhão, relacionamento e Missão.” Para um líder, é muito fácil conseguir adesão verbal para ideias e planos. Não seria diferente para a nos- sa declaração de missão, por isso, não apenas concordamos, apoiamos e aprovamos, mas estamos comprometidos com esse propósito. A seguir, você verá o resumo de algumas ações realizadas por ministérios, departamentos e administração da MBS, que comprovam o direcionamento do nosso foco para o discipula- do, no contexto da Comunhão, Relacionamento e Missão. Igreja Adventista da Bahia trabalha para gerar bons resultados espirituais Opropósitoéfazerdiscípulos Por Jairo Torres, pastor e presidente da Missão Bahia Sudoeste (MBS) Comunhão Relacionamento Missão A base segura para toda e qualquer ação da Igreja está na comunhão com Deus. Comece-a abrindo o seu coração para Deus em reconhecimento de sua necessidade. Exponha essa dificuldade. O Senhor não abandona nenhuma alma que clama por auxílio. Jornada Espiritual Junto com os pastores e líderes da Igreja, lançamos a “V Jornada Espiritual Comunhão e Profecias”. Na sequência, os pastores lançaram o projeto para toda a igreja. Além de fortalecer a fé com temas proféticos, a proposta reforça o hábito de buscar a Deus na primeira hora do dia, e enquanto a Jornada Espiritual é uma ação esporádica, o culto doméstico precisa ser um hábito para toda a vida. Por isso abraçamos a campanha de assinatura da Lição da Escola Sabatina. Alguns pastores conseguiram tornar cada membro de sua igreja um assinante da lição. O desafio seguinte é estudar e partilhar o que ela ensina. Duas ações tornaram-se o foco do nosso relacionamento. São elas: • Pequeno Grupo: Com quase mil Pequenos Grupos, temos aproximadamente 40% de nossos membros reunindo-se semanalmente para estudar a Bíblia e desenvolver relacionamentos cristãos saudáveis. • Classe da Escola Sabatina: É nossa meta tornar cada classe da Escola Sabatina um Pequeno Grupo. O objetivo é ter uma única estrutura, com duas reuniões semanais: uma no sábado de manhã, estudando a lição na igreja, e outra na casa de um membro, em uma noite da semana. Ao longo do ano, cada departamento da igreja desenvolve ações ligadas à missão. Veja algumas: • Santuários de Esperança: Mobilizar pessoas e recursos para implantar anualmente em cada distrito pastoral um Santuário de Esperança. • Missão Calebe: Em janeiro deste ano, quase mil jovens testemunharam de sua fé. O resultado é duplo: batismos e renovação de vitalidade espiritual. • Igreja Acolhedora: Esse projeto tem conduzido nossas igrejas à excelência no acolhimento. Muitas já foram condecoradas com selos. • Livros Missionários: Nos últimos anos a Igreja foi literalmente para a rua e fez desse hábito algo muito saudável. Os números de livros distribuídos aumentam anualmente, e a igreja abraça o projeto. • Projeto MEL: Mulheres mobilizadas e motivadas para cumprir a missão. Elas são a maioria. Quando se dão à causa do evangelho, são uma bênção. Os projetos estão frutificando. • Quebrando o Silêncio: A cada ano, o projeto ganha fôlego em nosso território. A repercussão social é positiva e dá visibilidade à Igreja. • Evangelismo de Colheita: Ora com Arautos do Rei, ora com pastores ou evangelistas voluntários, nossas séries têm produzido bons frutos. • Classes Bíblicas: Antes da primavera elas têm mais força e prepara juvenis, desbravadores e interessados em geral para nossos batismos.
  23. 23. 26 REVISTA MAIS DESTAQUE Fiquepordentro Odesafiodealcançartodas asclassessociaisO plantio de igrejas no território da ULB contribui para expandir os adventistas em bairros, subúrbios, zona rural e nos grandes centros Por Heron Santana A campanha “Santuários de Esperança” está cumprin- do um papel relevante para o crescimento da Igreja. A expansão do plantio de congregações nos estados da Bahia e de Sergipe está contribuindo para apro- ximar a presença adventista nos bairros, subúrbios e também na zona rural de mais de 500 cidades baianas e sergipanas. Além dessa campanha, o avanço da Missão Global no ter- ritório da União Leste Brasileira (ULB) conta também com o plano de igrejas nos grandes centros urbanos, especialmente para uma população de acesso mais restrito, devido a fatores sociais e econômicos. Com o surgimento desses espaços, alicerçado na inserção da TV Novo Tempo e o apelo de sua programação, a Igreja na Bahia e em Sergipe espera avançar na evangelização de todas as classes sociais. Confira alguns exemplos dessas igrejas nas fotos desta página: ExpansãodoplantiodecongregaçõesnaBahiaeemSergipe contribuiparaaproximarapresençaadventista nosbairros As fotos acima referem-se às igrejas das seguintes regiões: 1. Juazeiro | 2. Siqueira Campos | 3. Maria Quitéria | 4. Barreiras | 5. Candeias | 6. IAENE | 7. Inácio Barbosa
  24. 24. 28 REVISTA MAIS DESTAQUE Fiquepordentro UmnovoIAENE S orrisos, abraços, lágrimas, comemorações e um misto de fortes emoções marcaram as festividades do ani- versário de 35 anos do Instituto Adventista do Nor- deste (IAENE). O que se viu durante o domingo, dia 22 de setembro, pode ser dividido em duas partes principais: as lembranças dos momentos que marcaram a história de vida de milhares de pessoas e os sonhos no horizonte de homens de fé que se dispuseram a cumprir o plano especial para o qual foram chamados. Os fortes laços de amizade, construídos ao longo do tempo e demonstrados no II Grande Encontro de IAENENSES, servi- ram como motivação para o lançamento da Pedra Fundamen- tal da nova Igreja do IAENE e do Seminário Adventista Latino- -Americano de Teologia (SALT). Com um destaque todo especial, o ponto alto do evento, que reuniu mais de quatro mil pessoas, foi a cerimônia que determinou o início do projeto de revitalização do IAENE, partindo da construção do novo templo e do SALT, além da Lançamento da pedra fundamental da nova igreja e do novo SALT marcam celebração de 35 anos do Instituto Adventista do Nordeste Por Monique dos Anjos e Cassio Medeiros
  25. 25. 30 REVISTA MAIS DESTAQUE Fiquepordentro reforma da biblioteca e de um novo salão de atos. O momento contou com a participação do líder da sede administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, pastor Er- ton Köhler, que destacou a importância de dois aspectos fun- damentais para a realização do sonho: “Deus nos pede para darmos o primeiro passo. O passo de fé. Devemos orar e agir, porque a oração sem ação não leva a lugar nenhum, e a ação sem oração já nasce fracassada”. Simbolizando o início das obras, foram colocados numa urna para serem enterrados no local onde será o púlpito da nova igreja um tijolo, uma Bíblia Sagrada, uma Lição da Esco- la Sabatina, um livro Educação (Ellen G. White), uma Revista Adventista, o guia do Fundo Estudantil Milton Soldani Afonso, uma lista com oito nomes dos idealizadores do projeto e uma edição atual de um jornal regional. Para cumprir esse propósito, mais de R$ 7 milhões foram doados ao IAENE para a construção da igreja e do seminário. Durante o evento, foi lançado o Fundo Estudantil Milton Sol- dani Afonso, que vai destinar 5% de todo recurso arrecadado para as construções, a fim de auxiliar distritos pastorais dis- postos a selecionar e enviar para o internato alunos que não conseguem pagar os estudos integralmente. O fundo será uma contrapartida para investimentos que o distrito e a família fa- rão para os estudos do aluno selecionado. De acordo com os organizadores do projeto, a inaugura- ção dos novos prédios está prevista para os próximos quatro anos. “Estamos muito felizes porque este foi um dia de por- tas abertas. Temos a responsabilidade de compartilhar nossa vida social, missão, esperança e alegria com a igreja. Somos uma grande família e ganhamos muito com este encontro de irmãos e amigos. Hoje iniciou uma nova etapa no IAENE, com uma nova cultura de desenvolvimento, até que Cris- to nos dê a oportunidade de trabalhar aqui”, disse o diretor geral, Juan Choque. Ao longo do dia, a programação contou com sete batismos, doação de sangue, serviços para a comunidade e apresen- tações musicais com o Art’Trio, Leonardo Gonçalves, Daniel Lüdtke, Banda DTK, grupos Contrastes e Harmuss, corais do IAENE, entre outros. Para a ex-aluna Damares Curvelo, que hoje é formada em contabilidade e exerce a função em Salvador, ela viveu no IAE- NE a melhor época da vida. “Aqui desenvolvi o caráter, intelec- to, vida espiritual e emocional. Ao retornar, senti a força dos princípios que aprendi neste lugar”, acrescentou. Ainauguraçãodosnovos prédiosestáprevistapara ospróximosquatroanos
  26. 26. 32 REVISTA MAIS DESTAQUE32 REVISTA MAIS DESTAQUE Calendário Programa 10 Dias de Oração Semana de Mordomia Programa 10 Horas de Jejum e Dia Mundial de Oração Dia Mundial do Jovem Adventista Semana Santa Oferta Santuário de Esperança Final de Semana da Família Sábado da Criança e Dia do Aventureiro Comissão Diretiva ULB – Primeiro semestre Dia de Batismo Mundial Projeto “Viva com Esperança” Projeto “Viva com Esperança” fevereiro 19-28 28 março 21 28-05/04 abril 11 maio 08-10 23 25-26 30 31 Sábado Missionário da Mulher Batismo Especial Dia do Ancião Semana de Oração JA Semana Santa Projeto “Quebrando o Silêncio” Projeto “Maná” CADE – Concílio de administradores e departamentais da ULB Dia da Multiplicação dos Pequenos Grupos Dia “D” Celebração Santuários de Esperança Dia Mundial do Desbravador e Batismo da Primavera Batismo da Primavera Dia da Educação Adventista Dia do Pastor e das Vocações Ministeriais Dia do Pastor e das Vocações Ministeriais Evangelismo Público de Colheita Evangelismo Público de Colheita junho 06 20 julho 18-25 28-05/04 agosto 22 23 24-27 29 setembro 05 19 26 outubro 03 24 novembro 16-17 21-28 dezembro 19
  27. 27. 36 REVISTA MAIS DESTAQUE IMAGEM: Divulgação Opinião Bahia e Sergipe vivem a comunhão, o relacionamento e a missão E u quero convidar você a um compromisso em 2015: dedicar mais tempo para a comunhão pessoal com Deus, para o relacionamento com os irmãos no tem- plo e nas casas e para a missão de pregar o Evangelho da Salvação como ação fundamental para a volta de Jesus a este mundo. Essas serão as bandeiras da União Leste Brasilei- ra (ULB) para o novo ano. E é por isso que estamos dedicando uma edição especial da Revista Mais Destaque a esse assunto. Queremos ver mais de 220 mil adventistas baianos e sergipa- nos assumindo o compromisso de andar na presença de Deus, adorar em comunidade com outros crentes e dedicar-se às ini- ciativas evangelizadoras da missão da Igreja. Comunhão. Precisamos de uma vida com mais espaço para a comunhão pessoal com o Criador. Deus, por meio do texto sagrado, afirmou que “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14). Essa promessa divina, que envolve até a cura da terra, é um doce convite para eu e você dedicarmos a primeira hora do dia para o estudo de Sua Palavra. Devemos fazer isso por meio da leitura diária da Bíblia, do Espírito de Profecia, da oração, do estudo da Lição da Escola Sabatina e da participação em campanhas, como a Jornada de Enriquecimento Espiritual e os 10 Dias de Oração e 10 horas de Jejum. A meta crucialmente importante na ULB é o estudo da Lição da Escola Sabatina. Estamos focados em levar mais pessoas a estudarem a lição como um guia importante para o entendimento da Bíblia. É por esse motivo que chegamos à re- alização de 51 mil assinaturas neste ano, e temos como meta para 2015 a realização de 77 mil assinaturas – uma maneira de lembrar que precisamos estudar sete dias da semana. Relacionamento. Queremos uma Igreja dedicada ao rela- cionamento com Deus e o semelhante. A vida em comunidade fez a diferença para o crescimento da igreja apostólica, que dominou o mundo com a Palavra de Deus. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas Nossasmetascruciais Por Geovani Queiroz, pastor e presidente da União Leste Brasileira (ULB) Queremosvermaisde220 miladventistasbaianose sergipanosassumindoo compromissodeandarna presençadeDeus orações [...] Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo” (Atos 2:42, 46-47). Existem diversos meios para ampliar o relacionamento, e um deles começa por uma boa recepção em nossas congre- gações. Essa é a meta do projeto Igreja Mais Acolhedora, que fortalece a importância da recepção. Na Bahia e em Sergipe, a meta crucialmente importante na área de Relacionamento são os Pequenos Grupos. Temos hoje uma proporção de 30 irmãos para cada Pequeno Grupo nesses dois estados brasi- leiros, onde se concentram mais de 14 mil lares dedicados a esse tipo de reunião. É uma das maiores concentrações per capta de Pequenos Grupos do Brasil. Queremos crescer ainda mais, ampliando-os e levando-os a crescer na fé e no conheci- mento da Santa Escritura. É por isso que em 2015 lançaremos a Bíblia do Pequeno Grupo, um meio de priorizar o estudo da Palavra de Deus nas reuniões nas casas. Teremos uma tiragem de 50 mil Bíblias especiais para Pequenos Grupos, e você pode fazer planos para já reservar a sua. Missão. Queremos uma igreja ainda mais dedicada à mis- são de pregar o evangelho. A compaixão deve se apropriar do nosso coração e motivar a cada um de nós ao compromisso de levar a mensagem de esperança para as pessoas. “O Es- pírito do Senhor está sobre Mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em li- berdade os oprimidos e apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lucas 4:18, 19). Nossa meta crucialmente importante para a Missão é o plantio de igrejas. Na Bahia e em Sergipe assumimos o com- promisso de plantar mil congregações em cinco anos, por meio da campanha Santuários de Esperança. Deus tem aben- çoado o crescimento da Igreja por meio desse projeto. Ir- mãos e irmãs têm dedicado suas orações, seu tempo, talento e recursos para o plantio em massa de templos em bairros e comunidades que, sem esse projeto, dificilmente teriam es- paço para adoração. Até o momento, 364 santuários de es- perança foram plantados na Bahia e em Sergipe. Podemos fazer ainda mais. E a mobilização começa, em 2015, com o Dia da Oferta de Sacrifício, uma oportunidade para levarmos a Deus nossos esforços para ampliar o número de igrejas em nosso território. Que Deus nos abençoe, para que em 2015 cresçamos ainda mais na Comunhão, no Relacionamento e na Missão da Igreja. Estejamos atentos às nossas metas crucialmente importantes, que se destacarão em nosso calendário e na mobilização de nossos irmãos e irmãs. Um feliz Ano Novo para todos!
  28. 28. Étempodereconhecer asoberaniadeDeus A pregação do evangelho se tornou algo tão vital para o apóstolo Paulo que ele chegou a se expressar desta forma: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; por- que ai de mim se não pregar o evangelho!” (1 Coríntios 9:16). De fato, todos são chamados para este propósito: pregar o evangelho e levar pessoas para a esperança da salvação em Cristo Jesus. Esta é a razão pela qual existimos, e isso é a es- sência do discipulado, para que mais e mais pessoas se apai- xonem por Jesus, por meio de uma vida de comunhão, e levem a esperança para outros através do relacionamento. Não devemos imaginar que temos algum mérito nesse pro- cesso. Quando pensamos assim, corremos o risco de imaginar que temos algum direito pela nossa fé ou vida espiritual. Não temos. Na vida cristã, o que somos e o que fazemos dependem exclusivamente do Senhor. Essa dependência e reconhecimen- to da soberania de Deus em nossa vida nos transformam em cristãos servidores e prontos para cumprir com o propósito de Deus neste mundo. Devemos colocar nosso tempo, talento e recursos nas mãos do Senhor e pedir que Ele faça de nossa vida uma bênção para outros. Quanto aos que foram escolhidos para liderar a Igreja, é preciso discernimento para entender que tudo o que for fei- to deve ser feito para anunciar o Reino de Deus, que está cada dia mais próximo. Ellen White escreveu: “A igreja de Cristo na Terra foi organizada para fins missionários, e o Senhor deseja Devemos colocar nosso tempo, talento e recursos nas mãos do Senhor e pedir que Ele faça de nossa vida uma bênção para outros Pastor Ivo Vasconcelos, tesoureiro da União Leste Brasileira 38 REVISTA MAIS DESTAQUE Os cristãos precisam de discernimento para entender que tudo foi feito para anunciar a breve volta do nosso Senhor Jesus Cristo IMAGEM: Divulgação Reflexão ver a igreja inteira idealizando meios pelos quais elevados e humildes, ricos e pobres, possam ouvir a mensagem da verda- de” (Serviço Cristão, p. 72). Alcançar pessoas, sem distinção de contextos sociais, cul- turais, econômicos ou políticos é o que devemos fazer. E rápi- do, pois Deus tem pressa na salvação de Seus filhos.

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