Hospital São Paulo –UNIFESP
Disciplina de Geriatria e Gerontologia – DIGG
Residente: Carla Bezerra Lopes Almeida
27.05.201...
INTRODUÇÃO
•Complicações associadas com
hospitalização são mais comuns
em idosos do que em jovens
•Mais graves
•Mais frequ...
INTRODUÇÃO
1.
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6.

Eventos adversos a drogas
Quedas
Infecções nosocomiais
Úlceras por pressão
Delirium
Complica...
INTRODUÇÃO
• Para cada uma dessas lesões, os
idosos apresentam maior risco:
2,2 x
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perioperatórias
10 x

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INTRODUÇÃO
Por quê?
diminuição da reserva
fisiológica
* No entanto, a idade por si só é menos
importante que as comorbidad...
INTRODUÇÃO
Muitas destas complicações são
prevenidas, embora a proporção
de prevenção ​varie com o tipo de
complicação
INTRODUÇÃO
The Harvard Medical Practice
Study definiu como um evento
adverso uma injúria acidental
causada por tratamento ...
INTRODUÇÃO
•Ocorrem em cerca de 4% dos
pacientes hospitalizados.
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Complicações

Eventos adversos a
medicamentos
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•Tipo mais comum (2,5x mais
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Eventos adversos a
medicamentos
• Estudos encontraram uma
incidência de 14,8% EAM.
• EAM também são uma causa
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Eventos adversas a
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julgados evitáveis.
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Quedas
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morbidade
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• 1,9% pacientes hospitalizados
de todas as idades
• 32% com...
Quedas
Imobilidade
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pacientes
hospitalizados têm sido associados:
- Aumento da mortalidade
- Hospitalização prolongada
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Quedas
• Fatores de risco:

-Cataratas
-Idade
- Sexo feminino
-Viver sozinho
Quedas
• Fatores ambientais são causas
mais importantes de queda para
idosos mais jovens
• Diminuição da mobilidade, défic...
Infecções
nosocomiais
Infecções nosocomiais
•5,9 - 16,9 por 1000 dias de
hospitalização
•Risco entre 70 – 79 anos é 10 x
maior do que para os de...
Infecções nosocomiais
• Pneumonia
2x
mais
pacientes mais idosos

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diminuição
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Infecções nosocomiais
•Fatores de risco independentes
para pneumonia:
- Estado nutricional
- Doença neuromuscular
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Infecções nosocomiais

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urinária:
Cateterismo vesical
Incontinência fecal e urinária
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Úlceras por pressão
Úlcera por pressão
• Indivíduos

frágeis
são
especialmente vulneráveis
• 5% dos idosos hospitalizados
• 30% nos idosos de ...
Úlcera por pressão
•Fatores de risco:
-incontinência fecal
-longa permanência hospitalar
-lesões traumáticas
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Delirium
Delirium
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predominantemente
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•Complica 2,3 milhões de
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Delirium
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• 9% a 31% durante a internação
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Delirium
As causas mais comuns
- Medicamentos
- Infecções
-Distúrbios metabólicos
- Álcool ou drogas
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• Fatores predisponentes
-Comorbidades
- Idade
- Cognição preexistente
- Comprometimento funcional
Delirium
Influências externas:

• Baixo apoio social
• Privação do sono
• Ambiente desconhecido
• Dor
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Médicos não conseguem
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Complicações cirúrgicas e
perioperatórias
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• Idosos respondem por metade de
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complicam mais?
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com o de envelhecimento
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Fatores endógenos
Idosos têm reservas diminuídas,
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-Cognição
- Renal
- Função hepática
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Fatores endógenos
Fatores de risco preditores de
declínio funcional pós alta:
-Escaras preexistentes
- Maus resultados no ...
Fatores endógenos
• 1/3 dos pacientes diminuiu em
pelo menos uma das suas
atividades de vida diária.
• Causas do declínio ...
Fatores endógenos
Nestes pacientes, há riscos
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1.
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Fatores exógenos
• Lesões iatrogênicas por cuidados
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O que fazer?
•2/3 dos eventos adversos em
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julgados ser evitável.
O que fazer?
• Evitar fadiga e estresse e
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da equipe.
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O que fazer?
• Remodelação de cuidados e
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Medidas específicas
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Medidas específicas
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Critérios de Beers
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Critérios de Beers
-Ressaltam a importância da
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Medidas específicas
•Quedas
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Medidas específicas
1.
2.

3.
4.
5.

• Infecções nosocomiais
Lavar as mãos frequentemente
Cuidados apropriados de pele e
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Medidas específicas
Úlceras por pressão
-Identificar pacientes de riscos
(avaliação de risco de Norton e
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Medidas específicas
Delirium
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Medidas específicas
Complicações cirúrgicas e pósoperatórias
- pós-operatório é particularmente
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Medidas específicas
Complicações cirúrgicas e pósoperatórias
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Conclusões
Os riscos de complicações em
idosos
hospitalizados
são
elevados. No entanto, estes riscos
podem
ser
grandemente...
Obrigada.
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Prevenção Injúrias

  1. 1. Hospital São Paulo –UNIFESP Disciplina de Geriatria e Gerontologia – DIGG Residente: Carla Bezerra Lopes Almeida 27.05.2013
  2. 2. INTRODUÇÃO •Complicações associadas com hospitalização são mais comuns em idosos do que em jovens •Mais graves •Mais frequentemente evitáveis.
  3. 3. INTRODUÇÃO 1. 2. 3. 4. 5. 6. Eventos adversos a drogas Quedas Infecções nosocomiais Úlceras por pressão Delirium Complicações cirúrgicas e perioperatória.
  4. 4. INTRODUÇÃO • Para cada uma dessas lesões, os idosos apresentam maior risco: 2,2 x complicações perioperatórias 10 x quedas
  5. 5. INTRODUÇÃO Por quê? diminuição da reserva fisiológica * No entanto, a idade por si só é menos importante que as comorbidades e estado funcional no desenvolvimento de lesões.
  6. 6. INTRODUÇÃO Muitas destas complicações são prevenidas, embora a proporção de prevenção ​varie com o tipo de complicação
  7. 7. INTRODUÇÃO The Harvard Medical Practice Study definiu como um evento adverso uma injúria acidental causada por tratamento médico, que resultou em incapacidade mensurável.
  8. 8. INTRODUÇÃO •Ocorrem em cerca de 4% dos pacientes hospitalizados. • >2/3 dessas lesões foram devido a erros e eram, portanto, potencialmente preveníveis. •Mais comuns >65a, mesmo após o ajuste para comorbidades
  9. 9. Complicações Eventos adversos a medicamentos
  10. 10. Eventos adversos a medicamentos •Tipo mais comum (2,5x mais que em jovens) •Lesão resultante da indicação médica de uma droga •EVITÁVEIS​​ = devidos a erros •NÃO EVITÁVEIS = reações adversas a medicamentos
  11. 11. Eventos adversos a medicamentos • Estudos encontraram uma incidência de 14,8% EAM. • EAM também são uma causa importante de admissão hospitalar em idosos. •Ocorrem também em casas de repouso e ambulatórios
  12. 12. Eventos adversas a medicamentos • 28% desses eventos em pacientes hospitalizados foram julgados evitáveis. • No ambulatório, 7,5% a 23,5% dos pacientes receberam drogas inadequadas ou contra-indicadas
  13. 13. Quedas
  14. 14. Quedas • Fonte de morbidade e mortalidade em pacientes idosos • 1,9% pacientes hospitalizados de todas as idades • 32% comunidade • 50% em casas de repouso
  15. 15. Quedas Imobilidade em pacientes hospitalizados têm sido associados: - Aumento da mortalidade - Hospitalização prolongada - Úlcera por pressão - Aumento da incidência infecções hospitalares - Estresse emocional das
  16. 16. Quedas • Fatores de risco: -Cataratas -Idade - Sexo feminino -Viver sozinho
  17. 17. Quedas • Fatores ambientais são causas mais importantes de queda para idosos mais jovens • Diminuição da mobilidade, déficit visual, tonturas e doença neurológica ou doença cardiovascular desempenham um papel mais significativo para os mais velhos e frágies.
  18. 18. Infecções nosocomiais
  19. 19. Infecções nosocomiais •5,9 - 16,9 por 1000 dias de hospitalização •Risco entre 70 – 79 anos é 10 x maior do que para os de 40 - 49 anos • Pneumonia e infecção urinária representam aproximadamente metade dos casos em internações prolongadas
  20. 20. Infecções nosocomiais • Pneumonia 2x mais pacientes mais idosos em • Idosos estão predispostos por diminuição da capacidade pulmonar,do reflexo de tosse, e da imunidade.
  21. 21. Infecções nosocomiais •Fatores de risco independentes para pneumonia: - Estado nutricional - Doença neuromuscular - Broncoaspiração testemunhada
  22. 22. Infecções nosocomiais - •Fatores de risco para infecção urinária: Cateterismo vesical Incontinência fecal e urinária Uso recente de antibiótico Acessos intravenosos Sonda nasogástrica Uso de corticóide
  23. 23. Úlceras por pressão
  24. 24. Úlcera por pressão • Indivíduos frágeis são especialmente vulneráveis • 5% dos idosos hospitalizados • 30% nos idosos de alto risco • Em pacientes de alto risco recémadmitidos em casas de repouso, a incidência de uma nova úlcera dentro 8 semanas sobe para 74%.
  25. 25. Úlcera por pressão •Fatores de risco: -incontinência fecal -longa permanência hospitalar -lesões traumáticas -doenças neuromusculares - desnutrição -linfopenia -diminuição do peso corporal, -pele seca - alteração do nível de consciência.
  26. 26. Delirium
  27. 27. Delirium • Doença predominantemente uma doença dos idosos •Complica 2,3 milhões de admissões anualmente • Quando presente no momento da admissão é um fator independente de pior desfecho hospitalar .
  28. 28. Delirium • 14% a 24% na admissão • 9% a 31% durante a internação •Delírio pós-operatório está associada com prolongamento do tempo de internação, aumento dos custos, morbidade e mortalidade
  29. 29. Delirium As causas mais comuns - Medicamentos - Infecções -Distúrbios metabólicos - Álcool ou drogas
  30. 30. Delirium • Fatores predisponentes -Comorbidades - Idade - Cognição preexistente - Comprometimento funcional
  31. 31. Delirium Influências externas: • Baixo apoio social • Privação do sono • Ambiente desconhecido • Dor • Redução de estímulos
  32. 32. Delirium Médicos não conseguem diagnosticar 30% a 50% dos pacientes
  33. 33. Complicações cirúrgicas e perioperatórias
  34. 34. Complicações cirúrgicas e perioperatórias • Idosos respondem por metade de todas as emergências cirúrgicas e ¾ das morte cirúrgicas • Em um estudo com 613 pacientes cirúrgicos com mais de 70 anos, s mortalidade foi significativamente maior para cirurgia de emergência (21%) em comparação com casos eletivos (1,9%).
  35. 35. Complicações cirúrgicas e perioperatórias • Idosos com poucas comorbidades e cirurgias não emergenciais tem resultados comparáveis aos mais jovem
  36. 36. Complicações cirúrgicas e perioperatórias •A idade, como fator independente, é menos importante que a capacidade funcional, status, caráter emergencial da cirurgia, ou presença de risco anestesico préoperatória .
  37. 37. Por que pacientes idosos complicam mais? Fatores endógenos = associados com o de envelhecimento Fatores exógenos = relacionadas ao cuidado aquelas
  38. 38. Fatores endógenos Idosos têm reservas diminuídas, especialmente -Cognição - Renal - Função hepática
  39. 39. Fatores endógenos • Cascata iatrogênica = especialmente frequente em idosos •É uma série de múltiplas complicações médicas associadas com redução dos mecanismos para lidar com o estresse
  40. 40. Fatores endógenos •Eventos adversos ou incapacidades durante a hospitalização em pacientes idosos está fortemente associada com um pior prognóstico após alta hospitalar
  41. 41. Fatores endógenos Fatores de risco preditores de declínio funcional pós alta: -Escaras preexistentes - Maus resultados no Mini-Exame do Estado Mental - Déficit nas atividades da vida diária - Reduzidas atividades sociais
  42. 42. Fatores endógenos • 1/3 dos pacientes diminuiu em pelo menos uma das suas atividades de vida diária. • Causas do declínio funcional: 1. Efeitos da doença em si 2. Eventos adversos do tratamento 3. Descondicionamento
  43. 43. Fatores endógenos Nestes pacientes, há riscos substancialmente aumentados: 1. 2. 3. 4. Quedas Reinternação Institucionalização Morte.
  44. 44. Fatores exógenos • Lesões iatrogênicas por cuidados inapropriados • Subdiagnóstico e diagnóstico tardio de doenças são mais comuns em idosos : negação dos sintomas, sintomas atribuídos a velhice, passividade de paciente durante as consultas médicas e apresentações atípicas.
  45. 45. O que fazer? •2/3 dos eventos adversos em pacientes hospitalizados foram julgados ser evitável.
  46. 46. O que fazer? • Evitar fadiga e estresse e proporcionar extenso treinamento da equipe. • Abordagem interdisciplinar são importantes para o prevenção de erros
  47. 47. O que fazer? • Remodelação de cuidados e estratégias que utilizam equipes especializadas de prestadores •Avaliar o perfil de risco dos pacientes no momento da admissão
  48. 48. Medidas específicas • Efeitos adversos a medicações - Reconhecimento precoce, evitando a “ prescrição cascata” - Redução dos excessos de medicamentos - Orientações dos farmacêuticos
  49. 49. Medidas específicas Critérios de Beers Esta ferramenta clínica, baseada na AGS 2012 para uso de medicamentos potencialmente inapropriados em idosos , foi desenvolvido para auxiliar os profissionais de saúde na melhoria da segurança de medicamentos em idosos
  50. 50. Critérios de Beers - Guia de medicações em que os riscos superam os benefícios - Não são destinadas a ser aplicadas de forma punitiva. - Não se destina a substituir o julgamento clínico ou valores e necessidades de um paciente individual
  51. 51. Critérios de Beers -Ressaltam a importância da utilização de uma abordagem multidisciplinar para a prescrição e o uso de abordagens não farmacológicas - Não são aplicáveis ​em todas as circunstâncias (Ex. cuidados paliativos).
  52. 52. Medidas específicas •Quedas -Programas de prevenção de quedas para pacientes de alto risco - Revisão de medicamentos , educação, treino da marcha, mudanças no meio ambiente, exercícios de fortalecimento, e modificações comportamentais
  53. 53. Medidas específicas 1. 2. 3. 4. 5. • Infecções nosocomiais Lavar as mãos frequentemente Cuidados apropriados de pele e feridas Vacinação Isolamento de indivíduos contagiosos Diminuir o uso prolongado de antibióticos de amplo espectro ou dispositivos invasivos
  54. 54. Medidas específicas Úlceras por pressão -Identificar pacientes de riscos (avaliação de risco de Norton e escalas de Braden) - Cuidados da pele, umidade, incontinência, nutrição, reconhecimento de lesões prévias, cuidados de feridas e educação da equipe.
  55. 55. Medidas específicas Delirium -Especialmente para pacientes no pós-operatório, é passível de prevenção. -Identificar e corrigir os fatores de riscos.
  56. 56. Medidas específicas Complicações cirúrgicas e pósoperatórias - pós-operatório é particularmente propensos a complicações devido a imobilidade,controle da dor, e várias respostas fisiológicas previsíveis.
  57. 57. Medidas específicas Complicações cirúrgicas e pósoperatórias - Reconhecimento das diferenças no metabolismo farmacológico, excreção, e sensibilidade. A analgesia demonstrou diminuir complicações em idosos,
  58. 58. Conclusões Os riscos de complicações em idosos hospitalizados são elevados. No entanto, estes riscos podem ser grandemente reduzidas pela aplicação de princípios e técnicas aprendidas a partir da prevenção de erros e pesquisas na área geriátrica.
  59. 59. Obrigada.

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