Apresentação do Caso prático II: SENAI

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Workshop Gestão para Excelência - Pessoas
Apresentação do Caso prático II: SENAI
Apresentador: Edmar Fernando de Alcantar

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Apresentação do Caso prático II: SENAI

  1. 1. SENAI - EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
  2. 2. DADOS INTRODUTÓRIOS  O SENAI está presente em 73 municípios do estado de Minas Gerais.  A instituição possui 4700 funcionários.  O SENAI matricula em média 200.000 alunos por ano.  Atua em 28 áreas industriais.  Negócio do SENAI:  Educação Profissional  Serviços Técnicos e Tecnológicos  Inovação Tecnológica SENAI – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
  3. 3. O SENAI foi criado em 1942 na presidência de Getúlio Vargas. - Decreto Lei n°4.048 ao final da 2ª Guerra Mundial. QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  4. 4. QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS AMBIÊNCIA EXTERNA Condições Socioeconômicas; • Criação do Estado Novo; • Crise do Café; • Aumento da industrialização; • Criação dos sindicatos; • Criação do Ministério do Trabalho; • Surgimento das Grandes Empresas Estatais; Economia baseada na agricultura; Analfabetismo de 58% da população; População rural 70%;
  5. 5. AMBIÊNCIA EXTERNA Configuração Organizacional • Produção em massa; • Expansão das multinacionais; • Empresas com estruturas divisionais; • Início da difusão de modelos “flexíveis” e mais “orgânicos” (década de1870); QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  6. 6. AMBIÊNCIA EXTERNA Recursos Humanos • Transformação do departamento de pessoal/departamento de relações industriais em departamento de recursos humanos; • Carreiras hierarquizadas; • Surgimento de modelos de gestão de RH orientados para “organização flexível”; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  7. 7. AMBIÊNCIA DO SENAI Primórdios - Período de 42 a 62 •Influências da “Adequação do Homem ao posto de trabalho” OIT; •Formação Profissional voltada as classes menos favorecidas com “foco nos menores”; •Saber centrado no instrutor; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  8. 8. AMBIÊNCIA DO SENAI Primórdios - Período de 42 a 62 •A manutenção industrial é o campo principal de atuação do SENAI; •Modelo - Mecanicista, Tecnicista, Cartesiano.” Centrado no ensino”; •A indústria é o único demandante; •Análise do posto de trabalho. QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  9. 9. • Influência da “formação permanente do trabalhador com vistas à promoção profissional e social considerando as implicações tecnológicas” – OIT; • Regime Militar; • Aprendizagem com equivalência ao antigo 1° grau, em tempo integral; • Tecnologias afetando diretamente os planos de curso; • Ampliação da oferta de cursos a comunidade;  Tempos de Empreender e se consolidar – Período de 63 a 84 QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  10. 10. • Promulgação da Lei n° 6.297/75 (Dedução do IR em dobro pelas empresas das aplicações em treinamento); • Ampliação da infraestrutura ( Unidades móveis, Centros de treinamento); • Análise Ocupacional; • Educação centrada no Ensino – Aprendizagem; • Saber centrado no aluno. CONSOLIDANDO O SENAI QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  11. 11. INFLUÊNCIAS NA REFORMULAÇÃO E AO CONTEXTO DA GESTÃO DE PESSOAS NO PERÍODO DE 90 ATÉ OS DIAS ATUAIS. Condições Socioeconômicas •Abertura da economia; •Privatizações; •Reestruturações; •Aumento do desemprego; •Enfraquecimento dos sindicatos; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  12. 12. INFLUÊNCIAS NA REFORMULAÇÃO E AO CONTEXTO DA GESTÃO DE PESSOAS NO PERÍODO DE 90 ATÉ OS DIAS ATUAIS. Configuração Organizacional •Reestruturação produtiva; •Mudanças organizacionais; •Mudanças na composição do capital; •Implantação de programas de qualidade; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  13. 13. INFLUÊNCIAS NA REFORMULAÇÃO E AO CONTEXTO DA GESTÃO DE PESSOAS NO PERÍODO DE 90 ATÉ OS DIAS ATUAIS. Recursos Humanos •Discurso e início do processo de administração estratégica de recursos humanos em oposição às práticas que ainda remontam o DP. QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  14. 14. MUDANÇAS PROCESSADAS De 1985 a 1994 •Inserção dos programas de curta duração (Aperfeiçoamento); •Extinção da Aprendizagem com equivalência; •Alteração da Série Metódica; •Desenvolvimento de pessoas ; •Interiorização das ações do SENAI; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  15. 15. MUDANÇAS PROCESSADAS De 1985 a 1994 • Implantação do ensino de nível técnico; • Análise das Tendências de Mercado; • Tecnologias em acelerado desenvolvimento impactando diretamente no trabalho; • Pressão da sociedade em relação ao Sistema. QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  16. 16. ADEQUAÇÃO De 1994 a atualidade •A um novo perfil do trabalhador; •A elevação do nível de escolaridade do trabalhador; •A nova lei editada em 1996 a “Lei n° 9394 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional”; •Introdução do conceito de Educação Profissional; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  17. 17. NOVOS PARADIGMAS De 1994 a atualidade •Saber Centrado na competência; •Flexibilização da oferta de cursos; •Introdução da educação a distância; •Avanço tecnológico acelerado; •Introdução da administração estratégica no SENAI. QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  18. 18. MARCOS REFERENCIAIS COMO MODELOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO SENAI  A Série Metódica • Modelo de Formação Profissional Russo de 1868, implantado no SENAI em 1943 até 1994. • Principais Características: • Método racional na formação do trabalho; • Modelo taylorista de formação profissional; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  19. 19. MARCOS REFERENCIAIS COMO MODELOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO SENAI  A Série Metódica • Método focado na definição da operação e da tarefa; • Modelo de formação profissional individualizado; • Modelo que buscava a perfeição no “fazer”; • Modelo de sucesso no SENAI durante 40 anos; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  20. 20.  A Metodologia por Competências • Modelo de Formação Profissional implantado no SENAI a partir de 2000. MARCOS REFERENCIAIS COMO MODELOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO SENAI QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  21. 21.  A Metodologia por Competências Principais características: •Independência e articulação com o Ensino Médio; •Respeito aos valores estéticos, políticos e éticos; •Desenvolvimento de competências para a laborabilidade; •Flexibilidade, interdisciplinaridade e contextualização; QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  22. 22.  A Metodologia por Competências Principais características: • Identidade dos Perfis Profissionais de Conclusão de Curso; • Atualização permanente dos cursos e currículos; • Autonomia da Escola em seu projeto pedagógico. QUEM SOMOS, POR QUE SOMOS, COMO INTERAGIMOS COM A GESTÃO DE PESSOAS NAS EMPRESAS
  23. 23. NOSSA MISSÃO PROMOVER A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA, A INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS INDUSTRIAIS, CONTRIBUINDO PARA ELEVAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA.
  24. 24.  Realizar em escolas instaladas e mantidas pela instituição, ou sob forma de cooperação, a aprendizagem industrial a que estão obrigadas as empresas definidas pela CLT; Assistir aos empregados da indústria, na elaboração e execução de programas de qualificação profissional nos diversos níveis da educação; Proporcionar ao trabalhador da indústria, a oportunidade de concluir a formação profissional parcialmente adquirida no local de trabalho, através da certificação de competências; OBJETIVOS INSTITUCIONAIS
  25. 25. OBJETIVOS INSTITUCIONAIS  Conceder bolsas de estudo e de aperfeiçoamento a pessoal de direção e a empregados das empresas contribuintes, bem como a docentes, administradores e servidores do próprio SENAI;  Cooperar no desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de interesse para indústria e atividades assemelhadas.  Oferecer Educação Profissional em todos os níveis e a todos os setores industriais.  Garantir a presença da instituição em todas as regiões do estado, seja em instalações fixas, móveis ou Educação à Distância.
  26. 26. OBJETIVOS INSTITUCIONAIS  Oferecer produtos e serviços diferenciados, em distintas áreas, por intermédio da integração da rede SESI/SENAI.  Ser uma instituição com ações de forte impacto na responsabilidade social e no exercício da cidadania.  Oferecer Educação Profissional que assegure reconhecimento e competitividade do nosso aluno no mercado de trabalho.  Ter em seu quadro funcional a excelência de pessoas, nas diferentes áreas de atuação.
  27. 27. OBJETIVOS INSTITUCIONAIS  Ser uma instituição auto sustentável, com vistas à independência do compulsório, sem perda da qualidade e competitividade de seus produtos e serviços.  Ser o principal indutor de desenvolvimento tecnológico para a indústria, por intermédio da pesquisa, educação e serviços tecnológicos.  Consolidar a marca SENAI como referência para a indústria e sociedade mineira na excelência da oferta de soluções de Educação Profissional e serviços tecnológicos.
  28. 28. TENDÊNCIAS QUALITATIVAS DA MÃO DE OBRA QUALIFICADA
  29. 29.  Aumento da produtividade através da automação de etapas de processos.  Aumento da participação de “tecnologias mais limpas”.  Uso ferramentas computacionais na etapa de criação e desenvolvimento de produtos.  Aumento do uso de softwares de gerenciamento e simulação de processos. TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS
  30. 30.  Aumento da importância das tecnologias de gestão.  Crescimento no uso de subsistemas integrados.  Crescimento de tecnologias baseadas em novos materiais.  Aumento do uso de tecnologias da informação nas etapas de estocagem, distribuição e comercialização.  Aumento do uso de tecnologias de gestão relacionadas aos sistemas de certificação e ferramentas gerenciais. TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS
  31. 31.  Oferecimento de uma maior variedade de produtos.  Crescimento do poder das empresas posicionadas na ponta da cadeia.  Maior integração entre os agentes que compõem a cadeia produtiva, gerando várias redes de produção e distribuição.  Crescimento do processo de terceirização. TENDÊNCIAS ORGANIZACIONAIS
  32. 32.  Aumento da importância dos sistemas de rastreabilidade.  Crescimento da Comercialização de produtos mediante transações eletrônicas (Internet, B2C, entre outras).  Estabelecimento de selos ambientais por parte dos fabricantes de bens finais TENDÊNCIAS ORGANIZACIONAIS
  33. 33.  Diminuição da importância das ocupações operacionais devido ao processo de automação.  As ocupações operacionais serão mais polivalentes, com envolvimento destes profissionais em funções de apoio.  Aumento da importância de profissionais que possuam a visão sistêmica do fluxo produtivo. TENDÊNCIAS OCUPACIONAIS
  34. 34.  Aumento de importância das atividades de gerenciamento para profissionais da área técnica.  Aumento de importância dos profissionais que estudem o consumidor, suas expectativas e exigências.  Aumento das oportunidades de trabalho, no setor, para ocupações da área ambiental. TENDÊNCIAS OCUPACIONAIS
  35. 35.  Incorporação de conhecimentos relacionados à gestão e comercialização na formação de engenheiros e técnicos têxteis.  Incorporação de habilidades comportamentais – trabalho em equipe e criatividade – na formação de técnicos e engenheiros têxteis.  Incorporação de conhecimentos relacionados à gestão ambiental na formação técnica.  Incorporação de conhecimentos relacionados às normas e processos de normalização na formação de engenheiros e técnicos.  Incorporação de conhecimentos relacionados às ferramentas da qualidade e gestão ambiental na formação de operadores. TENDÊNCIAS EDUCACIONAIS
  36. 36.  Incorporação de habilidades comportamentais na formação de operadores.  Incorporação de conhecimentos relacionados às ferramentas computacionais para desenvolvimento e modelagem na formação de técnicos.  Incorporação de conhecimentos relacionados à Normas Regulamentadoras Brasileiras (NR´s) e certificações ambiental e de qualidade na formação de técnicos e engenheiros. TENDÊNCIAS EDUCACIONAIS
  37. 37. DESAFIOS PARA AS INSTITUIÇÕES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
  38. 38.  A demanda está crescendo.  Vai continuar crescendo.  Está mudando o perfil dos profissionais.  Vai continuar mudando.  Qualidade da educação básica é deficitária.  Existe tendência de melhoria? CONTEXTUALIZAÇÃO DA MÃO DE OBRA QUALIFICADA
  39. 39. 138,3% 80,7% 34,2% 52,6% 54,9% 51,2% - 2.000.0004.000.0006.000.0008.000.00010.000.00012.000.00014.000.000 N.º de Pessoas Fonte: PNAD/IBGE - 1995 e 2005. Pessoas de 10 Anos ou Mais de Idade com Ensino Fundamental Completo - 1995/20051995 403.378 1.587.245 5.070.619 1.544.335 616.436 9.222.013 2005 961.075 2.867.809 6.805.633 2.356.892 954.850 13.946.259 NorteNordesteSudesteSulCentro OesteBrasil ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO - FUNDAMENTAL COMPLETO
  40. 40. 243,5% 130,7% 146,4% 143,4% 139,6% 146,6% - 5.000.00010.000.00015.000.00020.000.00025.000.00030.000.000 N.º de Pessoas Fonte: IBGE - PNAD 1995 e 2005Pessoas de 10 anos ou mais de idade com ensino médio completo - 1995/20051995 537.736 2.520.485 5.544.396 1.636.975 779.221 11.018.813 2005 1.847.380 5.815.125 13.659.418 3.983.654 1.866.718 27.172.295 NorteNordesteSudesteSulCentro OesteBrasil ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO - ENSINO MÉDIO COMPLETO
  41. 41. 125,00150,00175,00200,00225,00250,00275,00300,00325,00350,00375,00400,00425,00450,00475,00500,00 Médias de Proficiência Fonte: INEP/MECElaboração: UNITEP/SENAI-DNBrasil: Médias de Proficiência em Português da Prova Brasil/SAEB - 2005/2007Série1172,31231,82257,60Série2175,77234,64261,394ª EF8ª EF3ª EM MÉDIAS DE PROFICIÊNCIA EM PORTUGUÊS
  42. 42. 125,00150,00175,00200,00225,00250,00275,00300,00325,00350,00375,00400,00425,00450,00475,00500,00 Médias de ProficiênciaFonte: INEP/MECElaboração: UNITEP/SENAI-DNBrasil: Médias de Proficiência em Matemática da Prova Brasil/SAEB - 2005/20072005182,38239,52271,292007193,48247,39272,894ª EF8ª EF3ª EM MÉDIAS DE PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA
  43. 43.  Intensificar os mecanismos para atualização de técnicos e docentes frente aos novos desafios impostos para o setor industrial.  Prever uma intensificação do nivelamento dos conhecimentos de ensino fundamental e médio às necessidades dos novos conhecimentos demandados pela indústria.  Intensificar o oferecimento de cursos de educação continuada para atualização constante frente às rápida mudanças, tecnológicas e organizacionais, dos setores industriais. AÇÕES
  44. 44.  Introduzir, na formação técnica novas áreas transversais de conhecimento (ex: gestão ambiental, logística, vendas).  Aumentar a flexibilidade de atendimento através de atualizações curriculares e novas estratégias de oferecimento de cursos. AÇÕES
  45. 45. OBRIGADO! Edmar Fernando de Alcantara Gerente de Educação Profissional do SENAI DR/MG E-mail: edmar@fiemg.com.br Contato: (31) 3263-4334

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