Natalie, Simone e Eloi
Vila por mais de quatro séculos, Portimão tornou-se cidade no final da 1ª República, durante omandato presidencial de Manu...
O rio e o mar são, ainda hoje, os fatores vitais para a afirmação de Portimão no contexto regional einternacional. Se no s...
Em termos históricos, a origem da cidade de Portimão remonta ao período Neolítico. As necrópolesde Alcalar e de Monte Cane...
Tiago e Tomás
O convento de S. Franciscopertence a uma famíliaanónima mas, esta construçãoteve a iniciativa de construçãode Simão Correia
Manuel Teixeira Gomes foi ohomem que elevou Portimãoa cidade. Fê-lo enquantoPresidente da República pordecreto datado de 1...
O poeta António Aleixo foifamoso pelos vários poemasde cariz popular. O liceu quehá em Portimão na Rua 25de Abril tem o se...
Nuno Mergulhão foiPresidente da CâmaraMunicipal de Portimão entre1993 e 1999, foi tambémOficial Superior da MarinhaPortugu...
Adriana, André Pires, Diogo Silva e Marcelo
Casa Inglesa      Bairro OperárioCinema de Portimão   Antigo Cinema
Interior do Castelo de AlvorRuinas do Castelo de Alvor
Estação romana da Quinta da AbicadaAntiga cisterna da fábrica de conservas                             Salinas
Igreja Matriz e Igreja do ColégioCâmara Municipal                              Mercado do peixe
Dânia e Sophie
O Pelourinho de Portimão, estava em frente à Câmara Municipal epor incrível que pareça foi destruído para dar lugar a uma ...
Moinhos de água                                                                        Rio AradeExistem cerca de uma vinte...
Lília e Margarida
Busto de Simon Bolívar          Estátua do Poeta João  Rotunda Simon Bolívar           Braz, Zona Ribeirinha              ...
Inês e Joana
Junho é o mês dassardinhas assadas, dasmarchas populares e dofolclore que fazem parteda       tradição      dasfestividade...
JOGO DA MALHAO jogo da malha é um jogo tradicional jogado por homensou mulheres e consiste no seguinte:Numa pista de terra...
Jogo dos SacosMATERIAL: sacos de serapilheira (café ou cereais)TERRENO: Terreno livre de obstáculosNÚMERO DE PARTICIPANTES...
Corridinho, corridinhoMeu Algarve das baladas,não és bem como te cantam.Mais que moiras encantadastens moiras que nos enca...
Pedro Bicho e Rodrigo Ramos
Portimão é um paraíso para quem gosta de peixe e marisco. Peixe                              grelhado ao lume lento do car...
A Lenda da Pedra MourinhaDizem os antigos, que nesta pedra se encontra um mouro que foiencantado e a rapariga que sonhar t...
Dom Rodrigos (Algarve)O Dom Rodrigos, também conhecidos como bolos de Dom Rodrigo, são doces tradicionais doAlgarve, origi...
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Portimão antigo

  1. 1. Natalie, Simone e Eloi
  2. 2. Vila por mais de quatro séculos, Portimão tornou-se cidade no final da 1ª República, durante omandato presidencial de Manuel Teixeira Gomes. Foi exatamente em onze(11) de Dezembro demil novecentos e vinte e quatro(1924) que foi promulgado o decreto de elevação a cidade.A vocação marítima de Portimão foi consolidada com o desenvolvimento da pesca, do comércio,da indústria de conservas de peixe e com o turismo. A complementaridade com a serra deMonchique foi, desde cedo, estimulada por privilégios dos monarcas quinhentistas respeitantesao abate de castanheiros para a construção naval. Mais tarde, já no século XX, a populaçãorural serrana desce para a vila marítima e alimenta com a sua força de trabalho a produçãofabril e o boom turístico dos anos 60. O despovoamento da serra avoluma a população urbana.
  3. 3. O rio e o mar são, ainda hoje, os fatores vitais para a afirmação de Portimão no contexto regional einternacional. Se no séc. XVI partiam marinheiros e mestres de navios para as Américas e para aAndaluzia, barcos carregados de peixe salgado e de frutos secos foram partindo para o Norte daEuropa e para os portos do Mediterrâneo, estabelecendo nessas rotas a fisionomia deste portoseguro. Nos finais da monarquia o movimento intensificou-se com o estabelecimento de catalães eandaluzes dinamizadores da indústria conserveira e do comércio. A feição cosmopolitamodernizou-se e moldou-se na relação com a Europa.Da altura do rei D.Afonso III é um foral que fala do sítio de Portimão. Sob o rei D.Afonso V, apedido de 40 moradores, nasce S. Lourenço da Barrosa que originará a Vila Nova de Portimão.
  4. 4. Em termos históricos, a origem da cidade de Portimão remonta ao período Neolítico. As necrópolesde Alcalar e de Monte Canelas comprovam a vivência humana desde esse período, assim comoânforas, moedas e restos de antigos edifícios no Vale da Arrancada, Monte mar, Baralha e Abicadaconfirmam a passagem dos romanos. Por sua vez, a presença árabe é comprovadaessencialmente pelas chaminés, pequenas capelas e vegetação específica existente ainda hojeem solo portimonense.É no reinado de D. Afonso V, no século XV, que nasce Vila Nova de Portimão, rapidamentedinamizada pela navegação na costa africana. O terramoto de 1755 viria a afetar a vida eeconomia desta terra. Só a partir do final do século XIX, com o desenvolvimento da indústriaconserveira, o comércio de frutos secos e da pesca é que a cidade viria a tomar um novo rumo.
  5. 5. Tiago e Tomás
  6. 6. O convento de S. Franciscopertence a uma famíliaanónima mas, esta construçãoteve a iniciativa de construçãode Simão Correia
  7. 7. Manuel Teixeira Gomes foi ohomem que elevou Portimãoa cidade. Fê-lo enquantoPresidente da República pordecreto datado de 11 deDezembro de 1924.
  8. 8. O poeta António Aleixo foifamoso pelos vários poemasde cariz popular. O liceu quehá em Portimão na Rua 25de Abril tem o seu nome. Vós que lá do vosso império Prometeis um mundo novo Lembrai-vos que pode o povo Qrer um mundo novo a sério. Se pedir, peço cantando, Sou mais atendido assim, Porque, se pedir chorando, Ninguém tem pena de mim. Quem prende a água que corre É por si próprio enganado; O ribeirinho não morre, Vai correr por outro lado.
  9. 9. Nuno Mergulhão foiPresidente da CâmaraMunicipal de Portimão entre1993 e 1999, foi tambémOficial Superior da MarinhaPortuguesa e Licenciado emEngenharia Electrotécnica.
  10. 10. Adriana, André Pires, Diogo Silva e Marcelo
  11. 11. Casa Inglesa Bairro OperárioCinema de Portimão Antigo Cinema
  12. 12. Interior do Castelo de AlvorRuinas do Castelo de Alvor
  13. 13. Estação romana da Quinta da AbicadaAntiga cisterna da fábrica de conservas Salinas
  14. 14. Igreja Matriz e Igreja do ColégioCâmara Municipal Mercado do peixe
  15. 15. Dânia e Sophie
  16. 16. O Pelourinho de Portimão, estava em frente à Câmara Municipal epor incrível que pareça foi destruído para dar lugar a uma fonte, fonteessa que entretanto foi também destruída para ser construído o largoque atualmente existe nesse local.
  17. 17. Moinhos de água Rio AradeExistem cerca de uma vintena de moinhos ao longo do Rio Arade entre Portimão e Silves,quase todos em mau estado ou reduzidos a ruínas, mas que atestam bem a importância queestes tinham outrora para a economia local. São também importante do ponto de vista histórico-cultural porque ali se encontram vestígios de actividades humanas que datam de temposremotos.
  18. 18. Lília e Margarida
  19. 19. Busto de Simon Bolívar Estátua do Poeta João Rotunda Simon Bolívar Braz, Zona Ribeirinha de PortimãoPequeno busto em bronze que Foi um poeta, jornalista e escritor português. Ospresta homenagem a Simon seus versos foram declamados por alguns dosBolívar, o grande libertador da maiores declamadores nacionais, como JoãoVenezuela. Localiza-se no Villaret e Natália Correia, entre outros. Comocentro da rotunda com o jornalista, João Braz foi fundador e director demesmo nome, assente num "A Rajada", tendo colaborado nos jornais "Obloco de mármore Diabo", "Ala Esquerda", "Vibração", "Espectáculo", "Artes e Letras", "Diário de Lisboa", "Diário Ilustrado", "Correio do Sul", "Jornal do Algarve" e "Diário do Alentejo".
  20. 20. Inês e Joana
  21. 21. Junho é o mês dassardinhas assadas, dasmarchas populares e dofolclore que fazem parteda tradição dasfestividades de SantoAntónio, de São João ede São Pedro, celebradasnos dias 13, 24 e 29 deJunho respetivamente.Os Bairros de Portimãoorganizam marchaspopulares cujo desfile temlugar na Zona Ribeirinha.
  22. 22. JOGO DA MALHAO jogo da malha é um jogo tradicional jogado por homensou mulheres e consiste no seguinte:Numa pista de terra batida com cerca de 20 metros decomprimento colocam-se nos extremos os "belhos" quesão feitos de pau com cerca de quinze centímetros dealtura, seis de diâmetro e afiados no topo superior, sãocolocados na vertical. Os objetivos dos jogadores queintegram equipas de 3, 4 ou 5 elementos é derrubarem obelho, com uma malha ("bolacha" de ferro com cerca de 7centímetros de espessura, 12 a quinze centímetros dediâmetro e com um furo no meio). O derrube do belhovale três pontos, a malha que fica mais perto do belhoganha um ponto o jogo termina quando uma das duasequipas faz 60 pontos. Joga-se com várias equipas masem cada pista só duas equipas se defrontam.
  23. 23. Jogo dos SacosMATERIAL: sacos de serapilheira (café ou cereais)TERRENO: Terreno livre de obstáculosNÚMERO DE PARTICIPANTES: variável, em gruposOBJECTIVO: Ver qual o grupo que ganhaJOGO: Fazem-se 3 colunas com um saco à frente de cada uma. Ao apito osprimeiros da coluna vestem os sacos e vão saltando até á meta e voltampara trás. Quando chegam á fila despem a saco e vão para o fim, o queestá a seguir veste a saco e faz o mesmo. Vão fazendo todos até chegar aoprimeiro da fila. Ganha o grupo que fizer tudo mais rapidamente.Jogo do EixoNo chão é traçado um risco do qual está a 1ºcriança com as mãos apoiadasnos joelhos, fletindo o tronco e a cabeça (mula). Os outros estão em fila, auma distância de cerca de 2 metros da primeira. Depois de uma ligeiracorrida, saltam, uma a uma, afastando as pernas e pousando as duas mãossobre as costas do colega. À medida que vão saltando, vão-se colocando,também, na posição do 1º jogador, a uma certa distância umas das outras(2 metros). Assim, vai aumentando o número de sobre as quais têm desaltar. Se forem 10 crianças, a última salta por cima de nove. Então, chegaa vez da primeira, que ficou junto do risco, saltar por cima de todos oscolegas. Continua sempre assim o jogo.
  24. 24. Corridinho, corridinhoMeu Algarve das baladas,não és bem como te cantam.Mais que moiras encantadastens moiras que nos encantam.Refrão:Corridinho, corridinho,antes que a morte apareçacorridinho, corridinho,vamos lá viver depressa.Cava a terra, pisa o mosto,puxa a rede e continua.A balhar até dá gostoo suor que a gente sua.Refrão:Corre, pula, rodopiaaté manhanita, moça.Já alugámos o diamas a noite é toda nossa.Refrão:
  25. 25. Pedro Bicho e Rodrigo Ramos
  26. 26. Portimão é um paraíso para quem gosta de peixe e marisco. Peixe grelhado ao lume lento do carvão, como a sardinha, o sargo e o salmonete, sopas de peixe, de ligueirão, de cação e camarão, arrozes de safio, de lingueirão ou de polvo, lulas ferradas, choquinhos com tinta, carapaus alimados, feijoada de buzinas, atum de cebolada e caldeirada de peixe são apenas alguns dos pratos típicos ao seu alcance. O mais famoso é "Ameijoas à Portimonense".Mas nem só de peixe faz-se a mesa de Portimão. Desde as sopas de beldroegas, de feijão branco com batata doce e o famoso arjamolho são algumas das apetitosas entradas.Para acompanhar não pode deixar de provar a famosa "Amarguinha", aguardente de medronho ouum dos famosos licores tradicionais de frutos e mel. Sem esqueçer, claro, as famosas "Ervilhas àPortimonense" que regalam qualquer um. Para uma deliciosa sobremesa deverá tentar os figoscom amêndoas, resistir aos "Dom Rodrigos" nem pensar, passando pelo queijo de figo,morgadinhos e bolas de ovos.
  27. 27. A Lenda da Pedra MourinhaDizem os antigos, que nesta pedra se encontra um mouro que foiencantado e a rapariga que sonhar três vezes com um mouro que estaencantado da pedra, vai-lhe tirar o encantamento. É uma lenda muitoantiga e a pedra existe na Pedra Mourinha que é um bairro grande, ondeestá a pedra em forma de vaca que fica na beira da estrada em Portimão.Lenda dos três irmãos de AlvorCorre entre o povo de Alvor que os três pequenos rochedos localizados na Praia dos Três Irmãos,em Alvor, simbolizam três irmãos pescadores que apanhados inesperadamente no meio de umatremenda tempestade soçobraram e faleceram sem qualquer auxílio da Providência Divina, ficandopetrificados. E aqui a memória dos tempos apagou uma parcela do discurso bastante importantepara a compreensão do fenómeno. Por que teriam ficado petrificados? Por que não foramsocorridos pela Divina Providência? Alguns atribuem esse facto a promessas não cumpridas pelosfamiliares, em terra, na praia no acto do salvamento. E eis o que nos resta desta lenda cujanarrativa se tem perdido nas memórias ao longo dos tempos.
  28. 28. Dom Rodrigos (Algarve)O Dom Rodrigos, também conhecidos como bolos de Dom Rodrigo, são doces tradicionais doAlgarve, originários de Lagos e um dos doces mais típicos da região. São feitos à base de fios deovos, enriquecidos com canela e amêndoas (ingrediente muito presente na doçaria regionalalgarvia). Os Dom Rodrigos são enrolados em papel de cristal e embrulhados em papel de pratade várias cores. A receita aqui apresentada dá para 6 unidades deste doce que é uma verdadeiradelícia. Receita de bolo de figo • 4 0vos250 gr de figos secos • 1 cálice de rum • 330 gr de farinha • 1 c(chá)de fermento • 200 gr de açúcar amarelo Lave os figos, enxugue-os, corte-os aos pedacinhos e ponha-os a • 150 gr de margarina macerar em rum. Peneire em conjunto a farinha com o fermento. • 1 c(sp)bem cheia de mel Separe as gemas das claras e bata as ultimas em castelo firme. • 1 laranja Amoleça levemente a margarina e bata-a muito bem com o açúcar até • 1 c(chá)rasa de canela obter um creme. • 250 gr de figos secos Junte as gemas, uma de cada vez, sem parar de bater. Adicione o mel, • 1 cálice de rum a raspa de laranja e a canela. .Acrescente sem bater a farinha, • 4 0vos alternando com colheradas de claras. Por fim, junte os figos. • 330 gr de farinha Deite a mistura dentro de uma forma de bolo inglês, juntada e forrada • 1 c(chá)de fermento com papel vegetal também juntado, durante cerca de 1 hora Lave os • 200 gr de açúcar amarelo figos, enxugue-os, corte-os aos pedacinhos e ponha-os a macerar em • 150 gr de margarina rum. Peneire em conjunto a farinha com o fermento. Separe as gemas • 1 c(sp)bem cheia de mel das claras e bata as ultimas em castelo firme. Amoleça levemente a • 1 laranja margarina e bata-a muito bem com o açúcar até obter um creme • 1 c(chá)rasa de canela

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