Paulo Lopes - oficina da natureza

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Turismo criativo... Turismo de emoções
Paulo Lopes | Managing Partner da Oficina da Natureza

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Paulo Lopes - oficina da natureza

  1. 1. Paulo Almeida Lopes Universidade de Aveiro 17.Novembro.2010 Turismo Criativo… Turismo de Emoções
  2. 2. O projecto Oficina da Natureza
  3. 3.  Identificar e desenvolver novas práticas e produtos ligados ao Turismo Cultural e de Natureza, que permitam dar a conhecer aos que nos visitam a riqueza paisagística, o património histórico, a gastronomia e as ancestrais tradições que corporizam a identidade do Norte de Portugal e o tornam singular no contexto do território português e europeu. Objectivos do Projecto
  4. 4. Carlos Paulo Nuno LuciaJúlia Claudia Ricardo Um grupo coeso  Multidisciplinar, com forte conhecimento da realidade local;  Capaz de estimular a interpretação da paisagem através da conjugação de diferentes olhares, articulando saber popular e saber científico.
  5. 5. A importância da Animação Turística em territórios rurais
  6. 6. A emoção primeiro que tudo! Um negócio de pessoas para pessoas.
  7. 7. Que oferta de animação podemos criar?  A minha experiência na Casa de Campo – Engenho de Lazer, em Itambé/Pernambuco, propriedade de Lúcia Leão  Um tempo de descoberta para os 5 sentidos!  Outros modos de vida  Paisagens sem fim  Novos sabores  Novos cheiros  Outras sonoridades e ritmos
  8. 8. Turismo e sustentabilidade  Inovação e Tradição, num contexto de sustentabilidade pressupõe, em primeiro lugar, espaços vividos, habitados, com estratégias realistas de desenvolvimento sócio-económico, onde a fixação de populações é o factor determinante.  As pessoas são o maior recurso dos territórios rurais paisagem tradições rios agricultura artesanato gastronomia espaços com vida ... ... ...
  9. 9. Animação Turística Alojamento Restauração Pontos de Venda Recordar Divertir Ocupar fidelização
  10. 10. Inovação » Turismo Criativo Valorizar os recursos intangíveis Ambientes Narrativas Paisagem Saberes Estilos de vida
  11. 11. Como podemos intervir!  Planeando as actividades induzindo os participantes a gastar no território  O que precisamos de garantir:  Alojamento simpático e agradável,  Valorização da gastronomia local,  Artesanato típico da região,  Produtos Locais de qualidade,  ...
  12. 12. Como podemos intervir!  Divulgar o território para o exterior através de uma boa estratégia de comunicação  Dar conhecer o nosso trabalho, envolvendo as juntas de freguesia e associações locais  Estar sensível para desenvolver acções de comunicação e mediação entre os diversos agentes locais  Ganhar a confiança de quem habita os territórios  No princípio somos uns estranhos… não forçar…  Conhecer os hábitos usos e costumes da região  Habituar as pessoas à presença de visitantes
  13. 13. Como podemos intervir!  Integrando os habitantes dos territórios na condução das actividades  Interpretação de espaços,
  14. 14. Como podemos intervir!  Integrando os habitantes dos territórios na condução das actividades  Interpretação de espaços,  vivências,
  15. 15. Como podemos intervir!  Integrando os habitantes dos territórios na condução das actividades  Interpretação de espaços,  vivências,  experiências,
  16. 16. Como podemos intervir!  Integrando os habitantes dos territórios na condução das actividades  Interpretação de espaços,  vivências,  experiências,  histórias,
  17. 17. Como podemos intervir!  Integrando os habitantes dos territórios na condução das actividades  Interpretação de espaços,  vivências,  experiências,  histórias,  modos de vida,
  18. 18. Como podemos intervir!  Integrando os habitantes dos territórios na condução das actividades  Interpretação de espaços,  vivências,  experiências,  histórias,  modos de vida,  saberes ancestrais,
  19. 19. Como podemos intervir!  Integrando os habitantes dos territórios na condução das actividades  Interpretação de espaços,  vivências,  experiências,  histórias,  modos de vida,  saberes ancestrais,  tradições culturais,  …
  20. 20. Como podemos intervir!  Melhorar a auto-estima dos habitantes locais  Sentirem-se comprometidos e valorizarem o que é seu,  Terem um parceiro que pode fazer a “conecção com o mundo exterior”.
  21. 21. Como adicionar valor a um produto ou serviço?  Criar factores distintivos (únicos)  Ex: Um restaurante no cimo de um monte, com uma paisagem deslumbrante, boa gastronomia e desenhado por um arquitecto famoso.
  22. 22. Como adicionar valor a um produto ou serviço?  Criar factores distintivos (únicos)  Ex: Um restaurante no cimo de um monte, com uma paisagem deslumbrante, boa gastronomia e desenhado por um arquitecto famoso.  Criar uma imagem mais viradas para a emoção do que para o consumo  Criar produtos/serviços de geometria variável  Lutar pela excelência no capital humano  Implementar programas de qualidade (certificação)  Incorporar factores de sustentabilidade, responsabilidade social, amigo do ambiente, …  A atractividade do destino também ajuda…
  23. 23. Benefício o que recebe o cliente Processos de Serviço Pirâmide Emocional Experiências Sistema de valor Contribuição Crescimento Aceitação Singularidade Variedade Segurança
  24. 24. Benefício o que recebe o cliente Custo/Esforço o que se “pede”ao cliente Preço Insegurança Incomodidades Processos de Serviço Pirâmide Emocional Experiências Sistema de valor
  25. 25. InterpretaçãodoPatrimónioNatural como o Homem transforma a paisagem Paredes de Coura
  26. 26. InterpretaçãodoPatrimónioNatural fauna e flora da orla costeira Viana do Castelo
  27. 27. InterpretaçãodoPatrimónioNatural ervas medicinais e aromáticas Ponte de Lima
  28. 28. InterpretaçãodoPatrimónioNatural sensibilização ambiental Lagoas de Bretiandos
  29. 29. InterpretaçãodoPatrimónioNatural observação de aves Estuário do rio Cávado - Esposende
  30. 30. InterpretaçãodoPatrimónioNatural observação de aves Estuário do rio Cávado - Esposende
  31. 31. InterpretaçãodoPatrimónioNatural passeios a cavalo Parque Nacional Peneda-Gerês
  32. 32. InterpretaçãodoPatrimónioNatural passeios a cavalo Parque Nacional Peneda-Gerês
  33. 33. InterpretaçãodoPatrimónioNatural rota das camélias Minho
  34. 34. InterpretaçãodoPatrimónioNatural rota das camélias Minho
  35. 35. InterpretaçãodoPatrimónioCultural histórias de beneditinos Ermelo
  36. 36. InterpretaçãodoPatrimónioCultural saberes de outros tempos S. Lourenço da Montaria
  37. 37. InterpretaçãodoPatrimónioCultural a geira romana Terras de Bouro
  38. 38. InterpretaçãodoPatrimónioCultural a geira romana Terras de Bouro
  39. 39. InterpretaçãodoPatrimónioCultural um dia com o pastor Lombadinha
  40. 40. InterpretaçãodoPatrimónioCultural um dia com o pastor Lombadinha
  41. 41. InterpretaçãodoPatrimónioCultural um dia com o pastor Lombadinha
  42. 42. InterpretaçãodoPatrimónioCultural aspectos da vida comunitária Soajo
  43. 43. InterpretaçãodoPatrimónioCultural brandas e inverneiras Castro Laboreiro
  44. 44. InterpretaçãodoPatrimónioCultural uma oficina de ouro Travassos
  45. 45. InterpretaçãodoPatrimónioCultural uma oficina de ouro Travassos
  46. 46. InterpretaçãodoPatrimónioCultural uma oficina de ouro Travassos
  47. 47. InterpretaçãodoPatrimónioCultural visita a artesãos Minho
  48. 48. InterpretaçãodoPatrimónioCultural visita a artesãos Minho
  49. 49. InterpretaçãodoPatrimónioCultural visita a artesãos Minho
  50. 50. InterpretaçãodoPatrimónioCultural visita a artesãos Minho
  51. 51. Experiências workshop de desenho paisagístico Ponte de Lima
  52. 52. Experiências workshop de desenho paisagístico Ponte de Lima
  53. 53. Experiências rota da cerâmica Barcelos
  54. 54. Experiências rota da cerâmica Barcelos
  55. 55. Experiências rota da cerâmica Barcelos
  56. 56. Experiências jogos tradicionais Ponte de Lima
  57. 57. Experiências jogos tradicionais Ponte de Lima
  58. 58. Experiências desfolhada Soajo
  59. 59. Experiências desfolhada Soajo
  60. 60. Experiências desfolhada Soajo
  61. 61. Experiências apanha do linho Mosteiro de Tibães - Braga
  62. 62. Experiências apanha do linho Mosteiro de Tibães - Braga
  63. 63. Experiências apanha do linho Mosteiro de Tibães - Braga
  64. 64. Experiências percursos pedestres… Parque Nacional Peneda-Gerês
  65. 65. Experiências …e piqueniques Parque Nacional Peneda-Gerês
  66. 66. Experiências workshop de compotas e licores Ponte de Lima
  67. 67. Experiências workshop de doçaria tradicional Arcos de Valdevez
  68. 68. Experiências workshop de doçaria tradicional Arcos de Valdevez
  69. 69. Experiências degustar a gastronomia tradicional Covide
  70. 70. Experiências confecção de biscoitos de milho Paredes de Coura
  71. 71. Experiências confecção de biscoitos de milho Paredes de Coura
  72. 72. Experiências o cozido à portuguesa Ponte de Lima
  73. 73. Experiências tempo para fruir a Natureza… Serra de Arga
  74. 74. Experiências …e descobrir novas sensações S. João de Arga
  75. 75. Experiências as vindimas no Douro Favaios
  76. 76. Experiências as vindimas no Douro Favaios
  77. 77. Experiências as vindimas no Douro Favaios
  78. 78. Experiências as vindimas no Douro Favaios
  79. 79. Experiências as vindimas no Douro Favaios
  80. 80. Experiências as vindimas no Douro Favaios
  81. 81. Banda sonora de Rodrigo Leão “Portugal, um retrato social”
  82. 82. Obrigado e até breve, Paulo Lopes info@oficinadanatureza * www.oficinadanatureza.pt

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