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Papel com Letrinhas n.2

  1. 1. VEJA BEM, AMAURY. .. (Editorial com letrinhas. acentos e alguma pontuação) Aqui estao de novo seus editores [ou uma certa campeonato de futebol de botao [aguardeli] e parte deles). numa manha de domingo, o que mais o povo da Bio (você) quiser tentando resolver o dificil problema de escrever inventar. .. um novo editorial. Vantagens para contar temos Apesar dos alunos estarem se mexendo, muitas: andam acontecendo coisas nem um pouco l. Conseguimos chegar no segundo número legais por aqui, como a decisao do Conselho II. Este segundo número esta saindo mais ou lnterdepartamental de fechar o g ~ menos na data prevista estacionamento do IB - ele seria só para Ill. Recebemos muitos elogios pelo primeiro professores. Leia o artigo da Érica sobre isso. número. ' Queríamos destacar o artigo do Daniel N Muitas pessoas colaboraram com artigos sobre os cinco anos do curso notumo: o do (aumentamos o número de paginas! ) professor Gonçalo sobre a clonagem de Dolly e Além do jomal. mais ooisas dao certo no os seminários da genética; além da nova lB. Estão rolando aulas de capoeira (segundas e coluna do fictor sobre cinema. quartas as 18h). ' filmes às quintas feiras (i2h); Está na hora de acabar. Como diria happy hours. e ainda vao rolar a viagem para Kamak, "o mundo é uma esñha de came". Juréia (30/4]. interpanelas, festa junina (4/6). Aproveitem a vida. E tenham um bom dia › r . É': .1ÉE'§! À “As a matter of fact Os editores: we still are so young Pedro, victor, Renata Nltta, Digão, Allan. and We need 3° MV? 50m? f"" Horácio. Fabio, Brian e os Cavaleiros We n°90' t0 'We que dizem Nllil! !! all the world's fun" 'me cigarettes à. ..” ' n52', - l_. """_ . _.' - ' ~ JJ ss; » 0.'
  2. 2. *si* “iêàirã-I . t . Morreu. - de ahh¡ . . . beat nor-te-ãtããczatrâsnm dos Prmczpaxs poetas e personalidades da chamada geração Contemporâneo de Jack Keroua 'william Mai-mw de 'On the Road'), @saiam K-'T . ,_ PAPELARIA DO BASICO f; o Material escolar o Cartuchos para impressora o Disquetes INSTITUTO DE BIOLOGIA - UNICAMP -Refeições O -Sucos naturais -Mulinais -Salgados e doces -Lanches no prato -Sorvclcs -Iatnchcs SIYÍOS -Retrigerantes -I . anches -V ilauúnas -Sanduiches naturais -Tubacaria c afins Tudo regado com muita sintpatia e presmtivídadc. Experimente o novo sorvete italiano ! li
  3. 3. a b' v AÉÊúJF-. .A 'v' ¡. *t @ãaeraraiesaeâ WWW) Minha idéia com esta coluna é de resgatar uma coisa que anda meio esquecida e apagada pelos corredores do IB: as discussões sobre cinema. Falando sobre um ñlme considerado uma obra-prima da sétima arte. espero estar contribuindo um pouco para isso. E começo com um dos filmes mais intrigantes. pertubadores e impressionantes que já vi: 2001: Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick. “ Realizado numa época (1968) em que, segundo dizem. a revolução. não importa qual fosse, estava no ar. Revolução na moda, no sexo. nos costumes, na música, na política. e no cinema. Não se trata de uma ruptura com o que estava sendo feito na época. mas que mudou a visão (pelo menos a minha). de cinema. isso mudou. O filme pode ser dividido em quatro partes: l. A Alvorada da Humanidade Grupos de hominídeos habitam a Terra, em constante luta pela sobrevivência. Um dia. uma tribo descobre, desconcertada. um enorme bloco de pedra negro plantado no solo. de onde vem um assobio estridente. Depois disso, um dos antropóides tem a idéia de utilizar um fêmur como anna de combate. E o lança ao ar. .. ll. 0 ano 2001 O osso lançado se transforma numa magnifica nave espacial a caminho da Lua. A música de Strauss faz dessa parte um espetáculo fascinante. O principal tripulante da nave tem o objetivo de descobriro segredo de um estranho bloco negro de pedra encontrado na superfície do satélite. Os que dele tentem se aproximar são detidos por um assobio ensurdecedor. .. Ill. Missão Júpiter , ;. - p Dezoito meses depois, outra nave ruma para Júpiter. A bordo. dois astronautas e um computador kra¡ dotado de palavra e uma certa autonomia. Uma surda e inquietante luta de influência va¡ ocorrer entre fg* homem e máquina. Na minha opinião, essa é a parte mais fascinante do filme. Um dos astronautas “#13 encontrará a morte. mas o outro consegue desligar a máquina, que agradece. .. IV. Além do lnñnito Essa é a parte mais discutida e misteriosa do filme. O astronauta sobrevivente está só agora. Ele é arrastado na espiral espaçoftempo e. após uma queda vertiginosa, se encontra cem anos mais velho. Ele agora está no interior de um quarto requintado. onde também está o misterioso bloco de pedra. O astronauta se transforma num feto astral. que flutua através da galáxia. .. 2001 impressiona pelo impacto que causa. A intenção do diretor. segundo ele próprio, é de causar um impacto visual. que penetre direto no subconsciente das pessoas. Por isso. não tem muita importância a descrição feita sobre o filme. Jean Cocteau dizia: 'Não se trata de compreender, trata-se de crer'. Por isso Kubrick dizia que todos são livres para especular sobre a significação lilosóñca e alegórica de sua obra. O que seria o feto astral? Seria o começo de uma nova era ou o fim da humanidade? E o bloco de pedra, seria algo divino? . É ai que está o mérito do ülme. Consegue . com um mínimo de recurso à ficção. tratar de questões extremamente complexas. Realizado em 1968, Kubrick chega antes do homem na Lua (69). e seu rigor cientíñco é notável. : 33- E afinal, como disse alguém. um dia: _ ' › 'A ficção é sempre mais bonita que a realidade. Homem na Lua? Meu negócio é o ñlme do Kubrick. ..”
  4. 4. O time dos (meus) sonhos Quando fui . convidado a escrever essa coluna, uma das minhas idéias foi a de escrever sobre futebol, por tudo o que signiiica para qualquer sul-americano de lingua portuguesa. O problema» é que uns caras (Alberto Helena Jr. , Armando Nogueira, par ñcar só com dois) tiveram essa idéia antes, e escrevem realmente bem. Um Matinas Suzuki já é demais. ' v ~ De qualquer modo, ainda posso falar de um time de futebol, time esse que só durou um dia. , mas que não esquecereíXl-“oi o nosso time de futebol de campo na lntcrBio de 96. Para quem não foi, chegou esse ano ou estava bêbado demais na época. , foi uma. InterBio meio complicada. Não houve nenhum feriado no segundo semestre do ano passado e as universidades federais tinham tido uma greve absurdamente longa no semestre anterior. Solução: fez-se o evento entre 12 e 15 de setembro (o último fim-de- semana das férias das federais), em São Carlos. ' « Não sei que diabos aconteceu com o pessoal daqui naquele ano, mas o fato é que simplesmente não havia um time de futebol no primeiro dia da competição. Os onze garbosos jogadores (estreamos um uniforme novinhol) que apareceram na. fotografia de antes do jogo eram todos os presentes que tinham alguma. idéia de como se jogava aquilo- e que não foram para lá pensando em jogar bola. . Para não ser injusto, apareceram mais dois no intervalo para substituir os mais cansados (no meu caso, estava quase morto). i . ' Só joguei o primeiro tempo. Pelo estado em que sai, tive a certeza que o campo tinha. uns três quilômetros de largura por uns cinco de comprido. Cada tempo tinha, pelas minhas contas, umas três horas. Uma boa parte do time deve estar de acordo quanto a isso, principalmente quem jogou o jogo todo. Desnecessário dizer que tomamos um vareio- (2 X 1P ou 8 X 1 se você não for muito dado a. fazer contas. Houve alguns atcnuantes, por certo. Um deles foi ter perdido (e conseqüentemente sido eliminados logo na estréia) para. o time campeão da modalidade. Outro, foi esse time ter sido o da. UEL, que tem um pessoal legal pacas. Como último consolo, ficamos liberados para presepar e encher a cara (afinal, ninguém foi pra lá pensando em medalha). * q . s Que lição posso tirar disso? Que "o importante é eompetíf? Que foi melhor isso que dar W. O. ? Sei lá. Acho que o simples fato do pessoal agüentar um jogo inteiro, tomar um vareio daqueles sem fazer um “cai-cai” (os jogadores simular-em eontusões paraír saindo de campo e o jogo acabar por falta do número minimo no time) por nada mais que o _amor à camisa foi um ato de bravura. Acho mesmo que todos termos afundado juntos, no mesmo barco, foi uma demonstração de amizade que não ambiciono ver maior. _. Talvez seja por isso que eu, mero perna-de-pau, veja tanta magia no nobre ¡esporte bretão. - -' F : n-r f", ^ ' . fone. on 'ns ' x5.
  5. 5. iii _lítio Já a algum tempo, cenas unidades (oomo a quimica e a educação) reservaram seus estacionamentos exclusivamente para os professores, isto c, alunos e funcionários acabaram por não ter onde estacionar em seus próprios institutos. _ Isso acabou por gerar uma cadeia: alguns institutos fecham seus estacionamentos exclusivamente para professores, o que “superpovoa” os estacionamentos de outros institutos que, por sua vez, passam a_ querer também reservar espaço para seus professores. Resultado final: alunos e funcionários com duas alternativas, ou andam com os rápidos, luxuosos e super-confortáveis ônibus de Campinas ou começam a parar seus carros nos gramados, ruas e calçadas do campus (ou, quem sabe, na ioga do diretorm). O interessante disso tudo e' que os estacionamentos fechados passam o dia todo com das vagas vazias, enquanto que os abertos (e as mas, mlçadas e, eventualmente, gramados) ñatm lotadisstmos. E ainda mais interessante, é o argumento de que os professores precisam de espaço reservado porque trabalham na UNICAMP e têm horário certo para chegar às aulas. .. É certo que o número de veículos na UNICAMP aumentou muito nos últimos anos e que o espaço destinado a estacionamento é insuñciente; mas porque simplesmente fechar espaço exclusnamente para os professores, e pior, sem discussão e sem tentativa nenhuma de achar uma solução conjunta que realmente resolva o problema? Será que e' realmente de interesse da reitoria e diretorias que se resolva esse problema? Sc voltamos para 1995 quando foi discutida a necessidade da universidade de cortar gastos e retirados os subsídios do bandcjão e dos tales-transporte para os alunos, já havia uma idéia de se cobrar para estacionar dentro do campus. Depois ainda enchem o saco quando a gente fala que a politica neoliberal já chegou (dc mala e cuia) dentro da universidadc. ..públim e gratuita. .. Alguns anos atrás, já houve uma tentativa de fechar o estacionamento da Biologia (basta observar o “fóssil” de uma cancela no estacionamento em frente à Zoologia). Só não foi efetivada por pressão dos alunos. .. Já estamos passando um abaixo-asinado. Mas isso não basta, é preciso uma maior discussão sobre o assunto e notas idéias. Érica (Representante Discente no Conselho lnterdepartamental) ? na J. .. ___ É¡ «à É i A o Mottnnêrttot Um dos maiores dilemas que nos afligem é não carbono, mas a ausência de l átomo dc molibdénio é sabemos responder às perguntas mais simples, oomo fatal. Um divisor de águas entre a vida e a morte. "Quem somos nós7”, “Por que existimosT'. Questões Chega a ser assustador pensar em um mundo nunca respondidas, e às quais talvez nunca achcmos onde, por algum motivo, os átomos de molibdénio não respostas. Dc uma coisa, porém, tenho certeza: mais passassem aos tecidos vegetais. Por mais que o devemos nossa existência ao átomo de molrbdênio. sol brilhasse, e os outros átomos lutassem para manter Explíoo. Alguns elementos químicos são a centelha da vida, tudo seria em vão. Um elo da essenciais desenvolvimento vegetal. A presença de cadeia teria se quebrado, e com ele toda a corrente. todos possibilita o desenvolvimento, e a attséncia de Em pouco tempo, a vida no planeta se extinguiria e, qualquer um deles interrompe a vida. Entre eles, por maiores os avanços tecnológicos de nossa wo alguns de nossos velhos conhecidos, carbono, civilização, nada poderiamos fazer para conter o nitrogênio, hidrogênio e fósforo, outros nem tanto, e inevitável. E tudo por causa de um ridiculo átomo. .. um elemento nristerioso e de nome quase Devemos nossa existência em parte a todos os impronunciável: molibdênio. átomos essenciais e conhecidos, mas que tal olhar com Sã Pois é. Este elemento exótico, esquecido no atendo para o anônimo molibdénio, que, dentro de E? rodapé dos livros de quimica, e' essencial para o sua aparente insignilicância, nos faz compreender a desenvolvimento da vida. E olhe que é um elemento importância dos pequenos detalhes que permitem rarissitno, necessário em quantidades inlímas. Assim, nossa existência? O piño toma-se essencial, e nos proporcionalmente, enquanto é necessário 1 átomo de percebemos impotentes, governados pelo capricho de molibdênío, são necessários dezenas e milhares de elementos que mal sabemos pronunciar o nome átomos de fósforo e nitrogênio, chegando a fantástica Reconhecer nossas limitações, e observar o quantia de 60 milhões de átomos de hidrogênio! movimento das pequenas engrenagens que Pensem bem nisso. Enquanto 60 milhões de átomos dc movimentam nosso planeta são o primeiro passo para lúdrogênio são necessários, apenas l de molibdénio é que, um dia_ possamos responder às perguntas que há requisitado. Não importa se faltam alguns átomos de séculos nos intrigam André (Zé do Brejo) ': i”-. -' . m.
  6. 6. Ao quc tudo indica, em março deste : :no consolidamos uma nom era, já anunciada a bastante tempo: a da biotecnologia. Fato delimitantc foi, sem dúvida, a diwlgaçâo da existência do primeiro mamífero adulto originado a partir dc um processo assentado, ou seja, da clonagem. Como se deu isso e quais os antecedentes? Se pensamos em números veremos que a maioria dos organismos existentes na terra, os microorganismos, se reproduzem desta romta. Do mesmo jeito, um grande número de espécies de plantas não precisa do ciclo sexual para se desenvolver. Assim sendo, o que o homem fez não foi propriamente uma invenção, mas uma extensão de um processo de reprodução largamente empregado na natureza para organismos que, grglalmcntc, não o utilizam (é importante lembrar que gémeos uniwitclinos são clones naturais). As primeiras tentativas de clonagem com organismos complexos foram feitas com sapos. Gurdom. , em 1962 e curiosamente também no reino Unido, destruiu o núcleo de um óvulo por meio de. radiação ultravioleta, e o substituiu por um núcleo de uma célula dc intestino de girino. Com o experimento, novos girinos foram obtidos, entretanto não chegaram a fase adulta. Assim sendo, a grande novidade é, não a clonagem, mas a obtenção de um clone adulto. E o que foi feito no caso Dolly? Inicialmente sc induziu a owlação de uma ovelha por meio de drogas (o hormônio libcrador da gonadotropina) e sc retirou óvulos dela. Esses óvulos foram então enucleados, atraves de uma técnica de mícroaspirado, tomando-se assim receptores de núcleos. Até ai não há nenhuma grande novidade. O problema é que, normalmente, quando se coloca um núcleo neste óvulo não há um desenvolvimento posterior. O que o grupo do Wilmut descobriu foi que o núcleo a ser introduzido consegue fazer o desenvolvimento do novo organismo se a oéluladcondeeleéorigináriocstivcrnafase G0; ou seja, a célula passa por um estado de carência nutricional, o quc é obtido retirando-se nutrientes do meio em que ela está sendo cultivada, entrando em um estado de “fome” Sem sexo, com drogas, sem rock'n roll e com seminários. XEROX DO: ~ CAB XEROX DO CAB profunda. Parece quc, com isso, o núcleo, que estara realizando tarefas para o tecido já diferenciado a que ele pertencia, rcgridc no que diz respeito a sua programação. É como se a célula diferenciada fosse um toca lite, e o DNA de seu núcleo uma fita cassete, tocando, digamos, uma música dc rock pesado, que agrada a poucos ouvintes especializados, grmada na décima faixa. A fome desligou o toca fita, ou seja, a célula diferenciada, mas antes disso parece ter feito a fita retornar a primeira faixa, que tocava uma música muito mais suave. Assim sendo, quando esta ñta cassete (o núcleo) foi introduzida em um novo toca Fita, ou seja, no óvulo enuclcado, esta foi executada a partir da primeira música, fazendo com que os componentes celulares “dançassem” no compasso correto, tradicional, que é o da célula não diferenciada Com isso, um novo embrião foi formado e a partir daí se dmcrtvolveu como um organismo nonnal, com cada célula tocando a sua música. E com humanos? Seria possivel sc repetir o feito? Parece óbvio que sim, mas o método terá que ser adaptado para a nossa espécie. Sc isso levará muito ou pouco tempo é uma questão menor. O que parece importante é a discussão sobre a conveniência de se fazer tal clonagem, as vantagens, ou desvantagens, quc ela poderia trazer. Neste contexto, chamamos a atenção para os Seminários da Genética. Para este evento, que normalmente oconc às quartas feiras às 16:00 no IB-3, estamos comidando especialistas que se dedicam ao lema biotecnologia, com a intenção dc trazer a público os últimos avanços da área, assim como as soluções c os novos problemas que eles poderão trazer a sociedade. Nos parece ñmdamental que os alunos da Biologia, independentemente da sua área de interesse, participem dos debates c ajudem a fazer a história desta que deverá ser a grande área do próximo milénio. Gonçalo Guimarães Pereira Depto de Genética e Evolução
  7. 7. A Comissão de Informática do IB redeñniu as regras para o uso da sala de micros. Agora que contamos com uma funcionária para controlar o acesso à saia, a Lina, regras que antes não tinham muito sentido passam agora a funcionar. um bom exemplo são as reclamações que escutamos quanto a falta de micro disponíveis mas o número de reservas feitas é minimo, as reservas agora vão funcionar de maneira bem clara. Algumas delas, porém, perderam a razão de existir conforme estabeleceu- se um grupo de usuários melhor definido. Citamos aqui o que cada um procura na WWW não procuramos aqui proibir ninguém, só pedimos o bom senso de ceder lugar quando se estiver matando tempo enquanto gente que precisa trabalhar Pedimos aos usuários que deêm mais atenção às regras pois agora um novo item foi colocado no regulamento: as punições. Este artigo não quer amedrontar ninguém, não é esse nosso desejo, mas procuramos que algumas atividades que estão sendo exercidas por usuários sejam evitadas visto o risco que trazem para o funcionamento da rede. Desejamos também que os usuários prestem mais atenção aos informes colocados na sala pois neles quase todas as informações necessárias para o bom uso dos micros e impressoras. Temos também novidades para os usuários. Pretendemos viabilizar impressões à laser. Estamos estudando a melhor maneira para implantar estas impressoras e esperamos que seja o mais breve possível. Além disso colocaremos a disposição dos usuários uma folha para informar problemas de funcionamento, pedidos de softwares a serem instalados ou outras sugestões para que possamos aumentar a comunicação entre os usuários e a comissão. Vai aqui um recado chato. Foi notificado confronto entre usuários e a Lina. Ela não tem culpa de nada e gostaríamos então que quando ocorrer algum problema entre alunos e funcionários que as queixas sejam encaminhadas para o representante discente. Outro recado é que os usuários devem tomer medidas profiláticas quando forem usar os micros: isso significa passar o anti-virus McAfee nos disquetes. O acontecido na terça-feira dia 15 de abril não foi virus mas já está resolvido. Porém não desejamos que problemas quejá ocorreram com virus venham a se repetir. Para os que não conhecem estamos preparando um aviso de como proceder para trabalhar com o anti-virus. Tiago Representante discente da Comissão de Informática IEVWANIEIXBÉDÉEFWWUMIE-&tuuu-rzxr caíram** - O MENA/ GE A0 PEDAGIO 97.' unu--zuuuinnúaunt ' ~um â 'I D? . l! @a n 'i . Ó r/ *V . ã, ". . W? " . . . rf ç I O
  8. 8. L. ” FÉ. í nr_ . . V. 'c . ._ I : eoívxu-: Ên: d z . ' Frango com quialao por Fábio Vanini FUNÇÃO : DA DIVERSÃO Ao DESAFIO Não se assuste: essa função não é nenhuma relação matemática. Elomar Figueira de Melo define o que uma função em uma de suas canções: Vem João, Traz as viola, siguro na mão Pega a mandureba', aliça o IÍÇãOZ Carrega pm (erram Os banco e as cadéra E chama as menina prá roda o baião 1 » mandureba = pinga barata 2 - lição = fogueira Função nada mais é do que um encontro de violeiros, podendo ter um caráter festivo ou não. Nos versos acima, esse encontro de cantadores nada mais é do que uma noite de alegria, regada a muita bebida e dança, à luz de uma fogueira. Porém, reza a lenda, quando dois violeiros se encontram. foge que lá vem trovoada! Não há contato físico (talvez algumas facadas no final da disputal), apenas troca de versos, que segue uma seqüência durante a peleja: 1° - Saudação aos anñtriões: os cantadores pedem pemiissão para cantar naquele território. Iouvando as pessoas ao seu redor; 2° - Apresentação: o cantador mostra um pouco de seus dotes, da fomia mais humilde e cautelosa possivel, e convida o outro cantador para uma pequena disputa; 3° - Troca de elogios: o cantador tenta seduzir o adversário, tratando à altura para uma peleja, mostrando humildade e sabedoria, respeito e ironia; 4° ~ Troca de ofensas leves: começa a disputa. os combatentes se estudam. O cantador cutuca as feridas do adversário, respondendo nobremente a qualquer ataque. 5° - Pancadaria lírica: é a hora do cantador mostrar que é o dono daquelas terras! Usando sua criatividade e experiência, o cantador humilha, tenta jogar o inimigo @á o podemos chamar assim! ) contra a parede, esguía-se e dá o bote como uma cascavel de chocalho comprido, lança moles (temas do desafio) difíceis e elaborados. ponteia e serpenteia as dez cordas de sua viola com dedilhados trabalhados e difíceis de serem copiados. Para isso, utiliza-se de um recurso interessante: cria uma afinação para sua viola, de modo que o outro violeiro não entende o que ele toca. Algumas delas ainda são utilizadas, como rio-abaixo, cana verde, eebolão, guaianão, tempero mineiro, castelhana, etc. Se ninguém vence a cantoiia, os cantadores desembainham seus facões e partem para o combate camal. Uma disputa entre violeiros parece coisa de contos e lendas sertanejas, mas algumas pessoas temem ou idolatram certos cantadores que já passaram pela suas cidades, espalhando moles complexos e dedilhados afiadas. Atualmente, não se ouve mais falar em desafios, apenas em repentistas que atraem turistas com versos manjados e repetitivos. Mas a estnitura e as métricas dos desafios, sejam sextilhas, quadrão-em-oito, martelo alagoano, oitava rebatida. nove palavras por seis. parcelas. tirarias, etc, ainda são utilizadas por autores e compositores modemos, quando trabalham com tradições populares sertanejas. . . 1 - J
  9. 9. INCZ (MS/ VÊ @Q M@ TEJ/ /ÊQMÓ Valeu, galera do Papel com Letrinhas, pela boa pesquisa c extensão e isso pode e dcvc scr melhor vontade dc continuar com o jomal c pela tentativa nada aproveitado pelos alunos do noturno. frustrada dc melhorá-lo. O CAB 97 está totalmente completo com alunos Mas , como ninguém está aqui para puxar o saco , do diurno. NADA CONTRA, pois todo mundo é muito vamos ao que interessa! !! GENTE BOA. Porém se ninguém do noturno se mexer O curso notumo, apesar do se esconder um pouco, procurando comissões , apresentando EXISTE c também quer participar dos eventos da sugestões/ problemas do curso nas reuniões do CAB biologia , apesar de muitas wzzes isso ser diiicultado ninguém pode fazer nada devido aos horários. Notumo, PRESTA ATENÇÃO, você também é Então, com cssc diminuiu texto, queriamos aluno da bio e tem os mesmos direitos dc qualquer chamar bastante a atenção do povo do noturno para outro aluno da biologia (apesar disso não acontecer uma maior participação na vida acadêmica. , pois a tida semprcm). ' acadêmica não é só assistir aulas c ir pm casa; pois o É difícil conciliar horários , principalmente para papel da universidade não é só ensino, ele é ensino, aqueles quc trabalham , só que isso é um obstáculo contomável se houver colaboração. Karina (Cacá) OCONFRONTO _ Glauco Machado, Fevereiro dc 1994 O ANJO NEGRO E EU Andava ' Vivendo E rondava O temor Nas sombras De réu Escuras . . Inocente Das trovas g Buscando Impuras ' . ' ' - Temenfe No meu '“ - Qualquer coração. .. ' . ' ' Salvação! Marchava E chegava Inimigo Arroz Carrasco Algoz Sem qualquer Compaixão! Guerreiro Cruel De lança E escudo Que sabe De tudo Desfile Seu fel! w: ' ' ' ( à“1s_ 133m; _ Voando Espreitando No céu Turbulento N'um deserto sedento Sem nenhuma Ilusão. .. Fugindo Añnal Procuro Abrigo Evita O perigo
  10. 10. 5 Anos de CursoNotur-no representa 48,10 % do corpo A criação de um trabalho é atrai). Já em 1995 a grade sempre diñcil, principalmente se o melhorou bastante c alguns disoenle de graduação do instituto. trabalho não é apoiado por todos ' absurdos foram corrigidos como de Muitos problemas já foram que terão que executa-lo. Essa e a paleontologia que era ministrada resolvidos, inclusive de infra- realidade de muitos dos cursos _ antes das aoologias e botânicas. estrutura (já se consegue enxergar notamos criados na UNICAMP, Em 1995 também se iniciaram os à noite), mas ainda há muitos. No incluindo o de Licenciatura em processos de equivalência de curriculo ainda enfrentamos . _ . . Ciências Biológicas. Formulado às disciplinas que se pcrduram até intransigéncias dc alguns docentes f* prum sobre uma grade hoje. Além disso, o xerox passou a para fomeeer equivalência de 3-, curricular incompreensível e sob fechar às 20:00h e não mais às disciplinasO número de eletivas ' l : :A um prédio sem nenhuma infra- 17:30h, a cantina passou a continua muito reduzido. Na infra- estrutura, 31 alunos se funcionar até às 21:00h (com 2 ou estrutura, o instituto não fornece matrícularam em 1993, 3 mesas e quase sem salgados) e a possibilidade de funcionamento aos ooncrctímndo 1' turma. Alguns biblioteca e secretaria de graduação sábados dos laboratórios de À medida que avança o Anônimo : conectam o conhecimento docentes acharam (e muitos ainda - passaram a fechar às 21:45h' microscopia e anatomia, da . - acham) que ministrar disciplinas à Em 1996 continuaram as biblioteca c da sala de computação( p' noite seria um inferno para suas alterações curriculares e processos Para sanar estes e muitos vidas enquanto outms se de equivalências. A livraria passou «outros problemas não basta vir até prontiñcarameestãoalnos dando : :funcionar ate llzfioheaeantina aquLassistiràsaulas, daruma a maior força. melhorou o atendimento. A “voltinha no Bello” e voltar pra Em 1994, a grade curricular participação discente do noturno casa Hà muitas vias de . continuava incompreensível, mas o em órgãos representam/ os também reclamações e sugestões oomo as mimero de bocas aumentou para aumentou e a vida cultural (happy- reuniões do CAB, a reunião dos quase 80. A partir desse ano, hours, 1° CAEB, treinos da representantes discentes (que em e então, algumas mudanças atlética) da noite tomou-se mais breve será periódica) c as reuniões começaram a ser feitas graças as efetiva. da comissão para discussão do reclamações e ao empenho do novo Neste ano de 97 temos curriculo quc está sendo formada. coordenador dc graduação (que é o matriculados l_72 alunos que É. só querer participar! ! cientifico, decresee a necessidade de recurso à superstição. Não obstante, embora 'crenças supersticiosas tendam a chsapareoer, restam-nos ? mdífãlgumãs que, ao serem submetidas à Investigação, se prova serem tão irracionais oomo as do homem primitivo. .. - As serpentes são encantada: pela música - AS serpentes são desprovidas de órgão auditivo e¡ portanto, são incapazes de ouvir sons transmitidos através do ar, incluindo a fala c a 31'15"73- Assim. as serpentes não são encantadas pela música, mas podem ser inlluenciadas pelas “M9535 do PÓ dO “encantador” batendo no chão. Urna vez fora do cesto, provavclmcnrg reagem à oscilação rítmica da fluta. _- Os raios nunca atingem duas vezes o mesmo local - 7 A ignorância sobre a natureza dos raios levou a “m Sum d? superstições. a principal das quais, é que um raro nunca atinge duas vezes o mesmo WW¡- De falo. 0 raio atinge duas vezes um mesmo ponto c continuará a atingi-lo enquanto ' este se . mantiver proeminentemente elevado numa arca mais baixa. O Empaire State Building. por exemplo, foi atingido 68 vezes durante os seus primeiros dez anos. Por essa ' ! anão eormruções elevadas dispõem de paga- raros.
  11. 11. . ' lga. . c Foi com tristeza que na última reunião do CAB, ouvi o relato de um trecho de um artigo publicado no “LEAO" (jomal da med). No artigo, um imbecil desconhecedor da própria ignorância descreve todos os outros cursos desta universidade, que não o da medicina, como sub-cursos. Fiquei imaginando o tamanho da vaidade, orgulho, arrogância, despreparo e ignorância deste imbecil que, pasmcm, vai ser médico; c me assustei. Me assuste¡ porque imaginei-o cuidando de pessoas simples cujo tratamento afetuoso, a compreensão, o principalmente o respeito e compaixão, por vezes são mais imponantes que os medícamaitos ministrados para a cura das diversas enfermidades. Mo assuste¡ quando o imaginei sentindo-se um ser superior, um "semi-Deus", que olha para o seu próximo como um ser inferior que obviamente para viver depende sempre de sua vontade, senhor da vida e da morte; e por Em assustei-me ao imaginar esse “semi-Deus"cuidando de mim e das pessoas que amo. A você, "semi-Deus", vai aqui meu alerta, na tentativa de dcspertá- lo da sombra da ignorância na qual jaz seu espirito. , ' _ ' você NAO E DETENTOR DA MÁXIMA INTELIGENCIA E NEM e SENHOR DA VIDA OU DA MORTE. Tc assustei? Então lá vai outra. _ _ O CONHECIMENTO NAO E PRIVILEGIO SEU. Nate exato momento pessoas estão trabalhando nas mais diversas áreas do conhecimento humano, a fim de beneñciar de alguma maneira o homem Na Física, pessoas estudam formas de melhorar lentes, luzes, ñbras óticas, coisas que compõem instrumentos tão necessários para a manutenção da vida . A descoberta de inúmeros problemas que causam sofrimento ao homem dependem desses profissionais. Na Quimica, drogas são testadas, experimentos diversos são feitos com o único objetivo de contribuir com o bem estar do homem. Aqui na Biologia, estudamos formas de combate a várias doenças estudando e combatendo sua origem, contribuindo diretamente com você que precisará de nossas análises para prescrever tratamento adequado aos seus futuros pacientes. Enfim, na matemática, ñlosoña, ciências sociais, cm tudo que você denominou de "sub-curso", está a base que te sustentará como médico. Abre tua mente ao conhecimento que te cerca e se reconhecem pequeno, porque poderá vislumbrar a vastidão de conhecimento que você ainda não possui e que por mais que estude, jamais alcançará. TALVEZ ISSO TE FAÇA HUMILDE. Abre teu coração e faze despertar nelc a gratidão por tantos que contribuíram e contribuem para o teu sucesso, e garanto a você que contrarás nos “sub-cursos" pessoas que estarão sempre a disposição de auxilia-lo como se auxilia a mn amigo. _ Una a razão com a emoção e vôo em equilibrio. NAO FAÇA DO . IURAMENTO DE HIPOCRATES O JURAMENTO DO HIPÓCRITA. Abraços, RICARDO BRAGA / BIOLOGIA NOTURNO . sn-xx '- . ~ b_ . ^ ". V tr r'. r _i5 ~ *Yaiswisaêí , . IEF-í¡
  12. 12. Í , "__ . -1 , Í t o f x-zl' Estamos perto de maio, mês das noir-asc dessa vez o Araca trás pra vocês dois clássicos românticos dc sua vasta discoteca. , para prcpará-los para csse período tão intporlnntc do ano. .. Os editores. l Direto do meu coração para o seu - Léo Jaime l Nunm vi coisa mais gay! Ncm Caetano. nem o Elton John com todos os seus : ilcgorisittos conseguem bater cstc “songs to Crying for a man, from a man” (se é quc mcu inglês está correto). Não quc eu lenha comprado com esta intenção, pois eu o adquiri em razão da tuiLsic-: t-tcnm da novclu Brunbolé, "O conquistador barato". dc 198?, nuas com certeza, após ouvi-lo : t primeira vcz cu numca mais lembrei das suas outras músicas. Aliás, nem todas. Algumas como “Hot dog”, uma versão do próprio Léo para “Hound dog" de . I. Lcibcr c lvl Stnllcr (desculpem : i ntinha ignorância. mas nuca ouvi falar), com participação especial do Cazuza são boas dc ouvir. Em scqíiência vem outra versão do mesmo para "Tutti-lirutti”, aquela que o Elvis cantava: engraçadinho. Mas o que ntais mc deixou com ruiva foi a versão gay para “Gatinha manhosa". original do Roberto e Erasmo Carlos. Eslmgamm uma bola música. Não precisava gemer. Agora, o que me levou a tachar o disco de ltomosscxual (nada contm, mas incomodou) foram o título, a nnILsica-titulo, a capa c, a mais boioln de todas, u comra-capa. Já virant? Hum. ..Leozinho, quc dcngoso. ..qtter carinho, quer? Bom “Direto do meu coração para o seu” é outra versão (que falta dc imaginação! ) do Léo Jaime para o homônimo em inglês da música do Richard W. Penniman (também nunca vi mais gordo). aquele compositor de “Futli-Frutti". É, aquele. .. Produzido por Sérgio Carvalho (nem me perguntem quem é) c com outras composições do Caetano e do Dalto ct ul, é um disco par. : dar para alguém. .. Não quc eu tenha dado, pera¡ cobra! Classificação: Homossexual I l Mandala¡ Internacional l Apesar do não ser novcleiro. sc cu não me engano, nesta época, eu assistia alguns capítulos dc algumas novelas: Roque Sameiro. Guerra dos Sexos, Quc rci sou eu? são alguns exemplos. Nem sei se são todas da mesma época, mas Mandala cu lembro quc foi uma novela das oito quc tinha a Lúcia Verissimo e. ..só. Falhou a memória. Vamos ao disco. Ê díficil verem reunidos. num só disco dc novela da Globo, ainda mais Internacional. músicas boas, ainda quc algumas sejam bregas, como é o caso. Quem ouvi-lo nos dias de hoje, com certeza, lcmbmrá daquele tcmpo cm quc a galera se reunia todo Domingo, na hom do Fantástico, e colocava um sonrinho no térreo do prédio ou nos fundos da casa de alguém. lsto era uma discoteca. Eu devia tcr uns 12 ou 13 anos_ Outro disco que colocavam na vitrola era o “Brega Sc Chique - Internacional". Este era bom mesmo! Voltando à Mandala, suas músicas marcaram: “Didn°t wc almost have it all” com a Whitney Houston, “Nothings gonna change my love for you” com Glenn Medeiros, “Never say goodbye" do Bon Jovi eram baladas românticas que estimulamm os meninos a avançaram nas meninas (ou era o contrário? ) “A matter of feeling" do Duran Duran c "Sugar free" do Wa Wa Nec também eram muito tocadas. E o disco fecha com "Songbird" do Kenny G. . Mas cu não poderia esquecer das duas músicas realmente boas do disco: "With or without vou” (cortada no metade) do ainda não pop, U2 c, que saudadc. a charmosa “Luka” da Suzanne Vega: “My name is Luka, I lix-c on the second floor, l live upstaírs from you. lá lá lá lá láláláli"" Classificação: Nostalgia

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